Sua visita me deixou muito feliz...

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quinta-feira, 31 de julho de 2008

Trevo da Saúde


Saúde!...
Segundo a OMS, a saúde é: "o completo bem estar físico, psíquico e social e não apenas ausência de doença.... se levado ao "pé da letra" então todos somos doentes, porque é impossível o completo bem estar...na vida, só o amor é total e assim mesmo muito difícil de ser alcançado.

Pode-se atingir o mais próximo do completo, em termos de bem estar, logo da saúde, se tivermos sempre presente em nossa mente o "trevo da saúde", criado neste preciso momento, constituído por 4 folhas em formato de coração, símbolo do amor, justamente para ressaltar a importância e a influência que o amor tem na saúde do ser humano. A primeira "folha", o Amor, que gera a segunda "folha", o sexo, este além de fortalecer o amor, é fonte de prazer tão necessária à saúde, consequentemente à vida, e leva á perpetuação da vida e da humanidade. A terceira "folha, a alimentação equilibrada que fornece todos os elementos necessários para que o organismo cresça em termos estruturais ou morfológicos e seus órgãos , aparelhos e sistemas funcionem perfeitamente integrados e de forma harmoniosa, desde a sua unidade básica, a célula. A quarta "folha", atividade física/esporte, para ativar a circulação, consequente aumentar o aporte sanguíneo que fará chegar às células os nutrientes necessários para o seu funcionamento adequado e para eliminar os excessos ingeridos na alimentação e as toxinas acumuladas, estas acabam por ir danificando as células ou prejudicando o funcionamento destas, enfraquecendo o sistema imunitário responsável pela defesa do próprio organismo e combate aos agentes agressores.

Estas 4 "folhas"são sustentadas por uma "haste", o trabalho, que fornece as condições para atender as necessidades básicas do ser humano, entre elas a alimentação, terceira "folha" deste trevo.
Hoje em dia o ser humano mostra-se muito interessado na saúde...assumiu que fazer análises é cuidar da saúde, mas está enganado, cuidar da saúde consiste em ter hábitos e estilo de vida saudável, sempre girando em torno deste trevo...de que adianta fazer análises "para ver se está bem" quando sabe que tem vícios nocivos à saúde: tabaco, álcool, droga ilícita, erros alimentares (alimentação a base de gorduras, carnes vermelhas, muito condimentos, entre eles o sal, falta de consumo de água, pouca ingestão de frutas, legumes e verduras, uma alimentação pouco diversificada ou equilibrada), "noitadas" sem fornecer horas de sono suficiente para retemperar e reequilibrar a energia gasta durante todo o dia a dia. De que adianta fazer análises ao "sangue gordo" é para ver se pode continuar a "abusar" nas gorduras e nos fritos?. Quando são fornecidas orientações para manutenção da saúde, o ser humano, replica dizendo "não tenho tempo: para fazer 6 refeições por dia, não tenho tempo para fazer uma atividade física (nem mesmo uma caminhada diária de 30 minutos), não tenho tempo para fazer exercícios de relaxamento ou meditação..." esquecendo-se de que, quanto mais tempo gastar com a saúde, menos tempo gastará com a doença...para a saúde a agenda está repleta, mas a doença quando chega tem toda a agenda livre e todo o tempo disponível para ela. Que preocupação excessiva com análises e remédios (auto medicação) não é culto à saúde e sim um culto à doença.
O ser humano está cada vez mais doente...as salas de espera nos consultórios estão cada vez mais "abarrotadas", enquanto esperam pela sua vez o assunto predileto são suas mazelas, suas queixas, suas doenças, ou então, criticar, difamar, caluniar e falar mal da vida alheia. Não se encontram pessoas falando de saúde: trocando informações a cerca da evolução tecnológica, da ciência, de arte, cultura, laser, nem uma simples troca de receita de um bolo ou de uma comida saborosa, saudável que experimentaram.
Os doentes acabam ainda mais doentes quando vivem pensando e falando da própria doença e da doença do vizinho. Além disso, ainda existem os doentes que assumem esse "status" justamente para adquirirem algum benefício, recompensa, ou ganho qualquer, que se vitimizam muitas das vezes para fazer "chantagem emocional" ou simplesmente para chamar a atenção sobre si mesmos, quando estão carentes de alguma forma.
Há que fazer a distinção entre ser doente e ter uma doença, no primeiro caso a pessoa não está motivada para a recuperação da saúde, entregando-se totalmente a doença. No segundo caso, a pessoa tem uma doença, mas esforça-se por combatê-la, seguindo o tratamento proposto e lutando para combatê-la, não se entregando a ela e procurando não super valorizar as queixas.
Existem doenças que são mutilantes, que causam dor excruciantes, que minam as resistências do organismo, mas o suportá-las e conviver com elas, vai depender de como as pessoas que as possuem lidam com elas. Se mantiverem uma postura de esperança, um espírito de luta, pensamento positivo, celebrar cada conquista em termos de recuperação por mais ínfima que seja, tentar superar os obstáculos e limitações impostas pela doença, acabam tendo uma qualidade de vida melhor do que aquelas pessoas que se entregam a doença, se vitimizam ou ficam "lambendo ferida" num canto, dizendo para si mesmo o quanto são desgraçadas, o quanto Deus abandonou-as, maldizendo a vida e todos, não se esforçando por ultrapassar os obstáculos.
Uma dor, por exemplo, tem um componente psicológico muito forte, comprovado em soldados que tiveram membros amputados no campo de batalha que resistiram a dor causada, por que naquele momento "sua atenção" estava voltado para a sua sobrevivência, então a sua mente concentra-se no que fazer, sem deixar espaço para sentir a dor, que em muitos casos acaba por ser suprimida.
O amor é o dom da vida que tem o poder de gerar saúde e recuperá-la quando esta foi invadida pela doença. Muitas pessoas já sentiram quando estão doentes e recebem carinho parece que os sintomas até desapareceram naquele momento. A dor da criança que caiu e "ralou o joelho" passa quando a mãe dá um beijinho e sopra. Esses são alguns dos muitos exemplos que mostram que a saúde está intimamente ligada ao amor. A falta de amor na vida de um ser humano condiciona um estado de doença, porque seu sistema imunitário/imunológico está deficitário e com isso fica vulnerável, a mercê dos "ataques", externos e aos que provém da própria pessoa, sob a forma de auto flagelação e até mesmo auto destruição.

terça-feira, 29 de julho de 2008

Amor doce Prisão


O amor vivido tão intensamente, dentro de um ser humano, principalmente se for originado pelo encontro de 2 almas gêmeas complementares, acaba sendo uma doce prisão: Os pensamentos tornam-se "viciados", arranjam sempre uma forma de ir ter com o ser amado; Qualquer estimulação sensorial despertada pela presença ou sensação de presença, lembrança ou recordação do ser amado aumenta essa prisão, o próprio som da voz, num simples diálogo ameno, sem que emoções ou sensações sejam salientados, acaba sendo hipnotizador o que condiciona por si só um aprisionamento do outro, porque leva-o a estar num do estado modificado da consciência.
Por ser tão intenso, gostoso, prazeroso, gera o receio de magoar ou afastar o ser amado, daí suas próprias atitudes serem severamente fiscalizadas pela razão e, quando é cometida alguma ação mais ousada, diferente do habitual ou deslize por menor que seja, é motivo de crítica, julgamento rigoroso e condenação de si mesmo, acabando por ser uma carcereira implacável, subjugando e frenando a emoção que a doce prisão proporcionava. Até que a alma gêmea surje para driblar a razão, mostrando que a condenação foi injusta, porque tal ação ou deslize não foi considerado como tal, pelo contrário, foi acolhida com gosto, libertando, assim, novamente a emoção, pondo fim ao cativeiro imposto pela carcereira mor do ser humano.
Por vezes é necessário que haja a carcereira mor, a razão, para que a intensidade das emoções não ultrapasse o limite da loucura, porque amor e loucura andam juntos, nem ultrapasse os limites de ambos envolvidos nesse processo, para que o espaço de cada um seja preservado e ambos sintam-se livres para "voar".

sexta-feira, 25 de julho de 2008

Poderoso Fascínio


O encontro de duas almas gêmeas gera uma forte sintonia que ultrapassa o limiar da razão.

Os sentimentos de amizade, amor, fraternidade, companheirismo, confundem-se e misturam-se ao desejo, inevitável, provocado pela atração física exercida pelos respectivos corpos, rompendo todas as barreiras, numa total entrega, ultrapassando a realidade circundante a ambas, sem interferir com a mesma, a não ser dar-lhe energia positiva, após separaram-se, porque tudo se passou num plano superior, próximo do imaginário.

Há um poderoso fascínio quando uma das "almas" detêm mais qualidades e virtudes do que a outra, de tal forma que a realidade desta, outrora cinzenta, pelos defeitos que superam as qualidades, transforma-se, assumindo uma combinação de cores que o brilho daquela espalha ao mesmo tempo que empresta-lhe, como se fosse envolvida por um véu mágico, fazendo com que a percepção de si mesma sofra profundas alterações, condicionando comportamentos e atitudes até então desconhecidos.
Nisso surge uma inquietante interrogação: O véu mágico encobriu a realidade cinzenta, colorindo-a com as cores de uma ilusão de óptica emprestada pela outra alma, ou revelou a cor escondida por detrás dessa suposta realidade cinzenta, havendo o ressaltar, pela outra alma, das qualidades, até então desconhecidas?

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Êxtase...uma sublime alienação!



Estado de consciência modificado, o êxtase, torna-se uma sublime, doce, maravilhosa e mágica alienação da realidade.
O corpo físico permanece ligado à realidade, mas operando no "piloto automático", desarticulado do espírito, as ações e atividades diárias são realizadas de forma automática: comer, vestir, conduzir, o trabalho, tudo é feito mecanicamente, sem que haja tomada de consciência para o fato, porque os pensamentos, a própria consciência, os sentidos estão navegando em outra dimensão, numa realidade totalmente diferente, movida e despertada pela emoção das lembranças ou do simples som da voz de quem gostamos, que suscitaram o estado de êxtase, ora revivendo-as, ora ampliando-as com ajuda da fantasia e do sonho, repercutindo a nível do corpo, reproduzindo as mesmas sensações outrora sentidas, criando um circuito de "feedback" positivo /reverberativo: cada lembrança gera emoções e sensações semelhantes as que foram sentidas originariamente, que por sua vez imprimem no corpo respostas equivalentes ou correspondentes, só, então, nesse momento, por frações de segundo corpo e mente/consciência voltam a estar articulados e consonante com a realidade circundante, para daí a pouco, voltar a desconectarem-se entre si: O corpo agindo no "piloto automático", tal qual a respiração se processa sem que tomemos consciência de que estamos inspirando e expirando o ar sob ação reflexa dos músculos da respiração, comandados pelo cérebro; A mente mergulhando nas águas profundas do ser, numa mágica alienação da realidade onde nossos defeitos e imperfeições não existem.
Este estado de modificação da consciência, o êxtase, vai gradativamente desaparecendo, quase imperceptivelmente, de forma natural, ou pode desaparecer bruscamente, atendendo ao apelo ou exigência brusca da realidade, por exemplo se estamos na condução, de repente surge um obstáculo no caminho, exigindo que passemos do "piloto automático" ao comando da ação necessária e adequada exigida pela situação.

domingo, 20 de julho de 2008

Êxtase




Êxtase um estado de espírito, ou um estado de modificação da consciência, onde têm-se a sensação de estar noutra dimensão paralela à realidade circundante. Sensação de estar flutuando, ao invés de caminhar, não sentimos os pés tocando no solo, apesar de estarmos fisicamente em contacto.
Esse estado está intimamente relacionado com o prazer, em especial, o prazer obtido através do amor expresso através do sexo, embora esta não seja a única forma de alcançá-lo , por exemplo, um jogador que tem verdadeira "paixão" por volley, quando participa de um jogo bem disputado em que realiza grandes feitos, alcança o estado de êxtase.

A definição encontrada para a palavra é" êxtase: s. m. 1. Psicol. Estado de alma em que os sentidos se desprendem das coisas materiais, absorvendo-se no elevo e contemplação interior".

Segundo algumas correntes de pensamentos o espírito daquele que está em êxtase, na realidade, "penetra no mundo superior, desconhecido, mundo dos espíritos etéreos , com os quais entra em comunicação, sem que, todavia, lhe seja lícito ultrapassar certos limites, porque, se os transpusesse, totalmente se partiriam os laços que o prendem ao corpo. Cerca-o então resplendente e desusado fulgor, inebriam-no harmonias que na Terra se desconhecem, indefinível bem-estar o invade: goza antecipadamente da beatitude celeste e bem se pode dizer que pousa um pé no limiar da eternidade. e sente toda a felicidade que neles existe, onde lhe nasce o desejo de lá permanecer. No estado de êxtase, o aniquilamento do corpo é quase completo. Fica-lhe somente, pode-se dizer, a vida orgânica. Sente-se que a alma se lhe acha presa unicamente por um fio, que mais um pequenino esforço quebraria sem remissão. Nesse estado, desaparecem todos os pensamentos terrestres, cedendo lugar ao sentimento apurado, que constitui a essência mesma do nosso ser imaterial" (compilada de um site na Internet, não foi possível identificá-lo).

Tudo o que a pessoa "vê" quando está em êxtase é real para ele, porém pode acontecer de expressar ao seu modo, de acordo com a influência das idéias terrenas, uma linguagem moldada pelos preconceitos e idéias que estão incutidas dentro de si, a fim de ser melhor compreendido, o que pode levar a cometer erros ou enganar-se frequentemente, sobretudo, quando pretende penetrar no que deve continuar a ser mistério para o homem, por não ter ainda o espírito desenvolvido e preparado nesse sentido, pois há mais excitação do que verdadeira lucidez, ou, melhor, muitas vezes a exaltação lhes prejudica a lucidez. Daí o serem, frequentemente, suas revelações um misto de verdades e erros, de coisas grandiosas e coisas absurdas, até ridículas, podendo tornar-se um joguete de espíritos inferiores que aproveitam de sua exaltação para fasciná-lo. Para evitar isso devemos julgar tudo friamente, pesando as revelações na balança da razão

Este estado é procurado por muitos através de substâncias químicas, nomeadamente, drogas ilícitas, entre as quais, existe uma que recebe o nome de ecstasy/êxtase:
é 3,4- metilenodioximetanfetamina, ou MDMA. A estrutura química e os efeitos do MDMA são similares aos das anfetaminas.
Atenção o estado que estas substâncias induzem é um pseudo estado de êxtase, aumentam a performance a custa de causarem dependência psíquica e consequências nefastas para o organismo, nomeadamente para o aparelho cardio-pulmonar, podendo inclusive levar à morte, por paragem cardíaca, sem contar que gera amnésia para o ocorrido sob o efeito de tal substância, quando cessa seu efeito.

Amigo...um Anjo na Terra

Amigo, uma doce palavra, sonora, simbolizando uma sinfonia celestial.
Algumas definições de amigo (nem todas o autor é conhecido):
"Um amigo é aquele que chega quando todos já se foram"
" Amigo é quem te dá um pedacinho do chão, quando é de terra firme que você precisa, ou um pedacinho do céu, se é o sonho que te faz falta"
" A verdadeira amizade é aquela que nos permite falar, ao amigo, de todos os seus defeitos e de todas as nossas qualidades"-Millôr Fernandes
"Quem tem um amigo, mesmo que um só, não importa onde se encontre, jamais sofrerá de solidão; poderá morrer de saudades, mas não estará só".Amir Klink
"Amigo é aquele diante de quem podemos pensar em voz alta"-Ellen G. White
"O que é um amigo? Uma única alma habitando dois corpos"-Aristóteles
Todas as definições de amigo podem ser sintetizadas, ou melhor agrupadas na seguinte, ditadas por um momento único de encontro com um amigo:
-Amigo é um anjo na terra, enviado por Deus para que possamos evoluir, no pano espiritual, até alcançarmos a perfeição.
- O amigo conhece nossos defeitos e nossas virtudes, quando nem sempre nós mesmos temos conhecimento dos mesmos.
- O amigo nos ajuda a reconhecer nossos defeitos para que possamos tentar moldá-los, diminuí-los, corrigi-los ou transformá-los, para atingirmos o topo da evolução, a perfeição.
- O amigo nos liberta e protege de nós mesmos, quando estamos escravizados pelos defeitos ou super dimensionamos eles a ponto de não reconhecermos a existência das virtudes, numa atitude de auto punição ou flagelação, que afastam os outros de nós, mas não o amigo, este permanece ao nosso lado.
- O amigo, anjo que é, apesar dos nossos defeitos gosta de nós, sua energia é tão maravilhosa e mágica, que mesmo separados pela distância, principalmente se for nossa alma-gêmea , nos alcança, nos faz companhia, afastando à solidão de nós, nos ajuda a transpor obstáculos. Se sofremos uma queda, no horizonte, sua mão, por vezes invisível, estende-se para nos erguer. Nos ajuda a caminhar com confiança e segurança nos caminhos da vida, sem se afastar de nós quando erramos, tropeçamos e caímos, acovardamos diante de uma situação de perigo ou injustiça ou até mesmo quando somos ingratos ou nos afastamos dele.
A analogia do amigo a um anjo reflete-se na própria definição de anjo:
Anjo deriva do latim, angelu, e do grego, ángelos (ἄγγελος), um mensageiro de Deus. Dono de uma beleza delicada e de um forte brilho, por ser constituído de energia, Possui influência sobre todo o plano orgânico e elementar, sendo assim ele tem como uma de suas missões, ajudar a humanidade em seu processo de evolução.
Tim-Tim, um brinde ao"anjo na terra"... obrigada por existir, especialmente, por existir na minha vida.

terça-feira, 15 de julho de 2008

Mágico Prazer


Mágico prazer... capaz de teletransportar, a quem tem a felicidade de o sentir, a uma dimensão para além dos limites da realidade, da razão, da imaginação. Teletransportar, porque o corpo permanece na realidade, o espírito é que alcança dimensões superiores, que a razão, o conhecimento científico não conseguem alcançar.
Na teoria, o prazer é o resultado de estímulos físicos reais, especificamente falando do prazer obtido através de um relacionamento a dois, da entrega total de dois seres, que desencadeiam reações químicas e físicas a nível do corpo e do cérebro, seguindo 4 etapas (adaptado de http://www.terapiadosexo.med.br/html/marron_durante.asp:)
1- O DESEJO=> a vontade de tocar , de sentir o outro e até de fazer sexo com o outro. Essa etapa acontece no cérebro humano. Pode ser provocada pela simples presença do outro, porque você viu ele(a), sentiu o cheiro, ouviu a voz, porque ele(a) a beijou ou tocou. Também pode acontecer se você está vendo um filme e ou está pensando em algo erótico que viu, fez ou lhe contaram.
2- A EXCITAÇÃO =>Aqui o seu corpo já foi positivamente influenciado pelo desejo e responde preparando-se para a "transa" . As transformações dessa etapa são mais visíveis nos homens, mas eventos similares vão acontecer no corpo das mulheres. Essa fase é involuntária
3- ORGASMO=> Também é chamado de clímax sexual. É o ponto do relacionamento sexual em que o prazer é máximo e dura poucos segundos.
4- RESOLUÇÃO:=>Há uma sensação de relaxamento e as modificações provocadas pelas carícias e o coito vão desaparecer
O chamado diencéfalo ou cérebro primitivo, comum a todos os mamíferos, intervém, através do hipotálamo, no desejo, no interesse sexual e também recolhe as informações que chegam do exterior e dos hormônios, controlando-os e dando as respostas da excitação sexual, ejaculação, sensações de prazer e regulando as respostas emocionais e afetivas no comportamento sexual.
Os neurotransmissores cumprem uma função indispensável na ativação do impulso sexual, como por exemplo, quando as carícias e beijos levam a lubrificação vaginal e à ereção peniana.
A feniletilamina (um dos mais simples neurotransmissores) é conhecida há cerca de 100 anos, mas só recentemente começaram a associá-la à paixão. Ela é uma molécula natural semelhante à anfetamina e suspeita-se que sua produção no cérebro possa ser desencadeada por eventos tão simples como uma troca de olhares ou um aperto de mãos. (compilado do artigo "fisiologia da paixão")
Razão, fantasia, emoção e aprendizagem se misturam em nosso cérebro dando respostas curiosas no dia a dia sexual do ser humano. Aqui está a razão porque, embora o prazer ocorra em etapas bem definidas a cerca do que acontece em cada uma delas, uma relação sexual é única, mesmo que não haja troca de protagonistas.
Por tudo isso é que o prazer por vezes é mágico (nem sempre parte da dimensão física), principalmente quando entre os dois existe algo mais para além da atração física ou desejo sexual, ou seja, o estabelecimento de uma sintonia fundamentada na confiança mútua, gerando uma entrega total de ambos, ao sabor das emoções e sensações do momento, cujo o único objectivo é proporcionar ao outro alcançar o máximo do prazer. No universo existe a lei do retorno, aquilo que se dá retorna para quem o deu , só que de forma abundante ou duplicada: O prazer de dar, de ver e sentir o prazer do outro, um prazer generoso. Como disse um querido amigo "Dar prazer a quem gostamos é extremamente sublime".
A troca mútua de prazer, cada um pensando no prazer do outro e não no seu próprio prazer, gera emoções que transcendem a razão, pois libertam o espírito, este flutua até outra dimensão espacial e temporal, de tal forma, quando voltamos a realidade, por breves frações de segundos, ficamos confusos, sem saber aonde estamos, o que tínhamos para fazer, não sabemos a data e nem as horas, ficamos sem compreender o que se passou.
Esse momento mágico, de estarmos para lá das fronteiras da realidade, da razão, também pode ser encontrado no livro "crônicas de Narnia" onde as crianças entram num guarda roupa mágico, vão parar ao reino de Narnia, comandado pelo Aslan, um leão, neste reino passam-se anos, vivem-se aventuras fantásticas, porém quando voltam à realidade, não se passaram mais do que alguns segundos. As crianças têm facilidade em cruzar as fronteiras entre a realidade e a fantasia, porque ainda não se tornaram racionais como os adultos e para transpor esse limite temporo espacial entre a realidade e outra dimensão, a razão não pode interferir.

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Fantasia: Fuga ou libertação de si mesmo?


A fantasia é a fuga ou a libertação de si mesmo?
A fantasia tanto pode ser uma fuga, quando a realidade a volta é difícil de ser suportada, daí lança-se mão da fantasia para poder escapar a essa realidade, ou pode ser a libertação do nosso eu aprisionado dentro de nós pela realidade circundante, que impede a sua expressão.
A estória da cinderela/gata borralheira, exemplifica essa dualidade, por um lado a fantasia é uma fuga da realidade dela, onde uma abóbora, por magia, transforma-se numa carruagem transportando-a para um mundo completamente diferente da sua realidade. Por outro lado, nessa fantasia, Cinderela liberta o seu eu, uma princesa que pelas circunstâncias da realidade encontra-se aprisionada no interior de uma criada, contudo ao soar as 12 badaladas, Cinderela foge da fantasia para realidade, porém cria um elo entre a fantasia e a realidade, ao perder seu sapatinho de cristal, possibilitando que a fantasia torne-se realidade, quando o príncipe a encontra, por meio dele, sapatinho, mesmo sendo a última das pessoas que imaginaria que fosse a sua bela princesa, com quem se encontrou, dançou e se apaixonou, visto a realidade em que se encontrava, ao mesmo tempo que a realidade transforma-se numa linda fantasia ou sonho de amor que ambos carregavam dentro si.
Contudo nem sempre a fantasia é uma fuga e nem sempre é uma libertação, porque muitas vezes a própria fantasia é uma prisão, onde o nosso eu se mantém alheio á realidade, daí gerando conflitos existenciais e até manifestando um certo desequílibrio mental que pode mesmo conduzir a um distúrbio mental.
Segundo relatos ..."O mundo interno é composto de fantasias inconscientes... O que determina o caráter da psicologia do indivíduo é a natureza dessas fantasias inconscientes e o modo como se relacionam com a realidade ...Para Klein, a fantasia inconsciente é a expressão mental dos instintos, estes buscam objetos e existe desde o começo da vida ...A formação da fantasia é uma função do ego...Existe desde o nascimento um ego capaz de formar relações de objeto primitivas(na fantasia e na realidade) · A experiência do nascimento leva a criança a lidar com uma realidade gratificante e frustrante, provocando uma influência mútua entre fantasia e realidade ... Além de expressão mental dos instintos, as fantasias tem uma importante função defensiva ...A gratificação derivada da fantasia é uma defesa contra uma realidade externa de privação ...O mecanismo de defesa é o processo usado pelo ego, enquanto a fantasia inconsciente é a representação mental pormenorizada ...Mecanismos de introjeção e projeção contribuem para a formação do ego e de objetos internos com os quais o próprio ego se relaciona(superego)".

sexta-feira, 4 de julho de 2008

Nada Acontece por Acaso....


Shaeskpeare estava correto ao afirmar "existe mais coisas entre o céu e a terra do que nossa vã filosofia pode alcançar".
Muitas vezes nos acontecem situações que nos deixam perplexos, revoltados, ansiosos, fascinados, enfeitiçados, incrédulos, dependendo do momento, porque queríamos algo e não conseguimos, por exemplo, só que nos esquecemos de que tudo na vida tem uma razão de existir, nada acontece por acaso. Tudo faz parte de um "puzzle", individual, que diz respeito à vida de cada um, que está inserido num puzzle maior, a família e os amigos, que reúne outros "puzzle" individuais, que por sua vez está inserido num puzzle maior, a comunidade e assim sucessivamente até chegar ao "puzzle" maior de todos, o universo, como tal existe uma "matriz" original, onde todas as peças são únicas e se encaixam perfeitamente uma nas outras, nem sempre o que queremos, buscamos, desejamos corresponde a uma dessas peças, portanto não se encaixam, não fazem parte do plano superior que administra o "puzzle" chamado universo com todos os "sub-puzzles" que o compõe.
Além de necessitar das peças certas para a montagem do "Puzzle", que nada mais é do que a nossa vida, precisa de ser no momento certo de encaixar, porque a vida é uma roda em constante movimento e não para a espera que as peças sejam encaixadas e nem para esperar que nos dispusemos a "encaixar as peças" (não espera que sequemos nossas lágrimas, nos levantemos de uma queda ou "trambolhão" ou rasteira, que superemos nossas dificuldades, medos, receios, frustrações, ou ainda que ultrapassemos os obstáculos e limitações), quem é que não passou pela experiência de estar conversando com alguém através da Internet e de repente "cai"? ou então está conectado tudo funcionando a espera de um encontro marcado e no momento de acontecer ou fica desconectado ou falta energia elétrica, claro que ficamos revoltados, desesperados, tentando fazer tudo para conseguir aquilo que esperava ou desejava, só que talvez não fosse o momento, por alguma razão que desconhecemos, por nós, pelo outro ou por ambos. Tudo que tentamos e não conseguimos , pode ser que não seja o momento certo para acontecer, não ser para o nosso bem , ou não se encaixar no nosso "puzzle", ou porque faz parte de algo que precisamos aprender, ou ainda faz parte de uma engrenagem para que outras situações melhores no futuro possam acontecer, mas nós nem nos apercebemos que quando essas situações melhores aconteceram estão relacionadas com aquela situação que não conseguimos que nos frustrou, magoou, decepcionou ou causou sofrimento e desespero. Daí o fascínio pela vida....quando estamos mais "atento" ao universo nós conseguimos entender as razões no momento em que aconteceram, ou no futuro conseguimos fazer a ligação do que aconteceu e sua relação com o passado, mas se ficamos lamentando, chorando pelo "leite derramado" não conseguimos captar "essas mensagens" que a todo o instante o Universo nos envia. Devemos lembrar uma outra frase (de um ente querido) que disse uma vez, no momento em que uma sucessão de acontecimentos ruins assombraram a vida "tudo de ruim que nos acontece é para evitar que coisas piores nos venha a acontecer" ele estava certo. Acrescento a essa frase: E para que preparemos o caminho para o melhor que virá, porque tudo no universo "conspira" para o nosso bem, logo convém ter sempre presente que "Deus escreve certo por linhas tortas", mesmo que no momento, acreditemos justamente o contrário, porque temos uma visão muito limitada do nosso próprio horizonte, que fará do universo.

quinta-feira, 3 de julho de 2008

Mistério do Prazer


O prazer é tão difundido, tão proclamado e tão procurado, como se fosse simples de entender, apesar de que todos sentem-no de diversas formas, mas de maneira geral está associado aos 7 pecados, difundidos pela igreja católica e dentre esses, aquele que é o mais procurado pelos homens e as mulheres é o pecado da luxúria, seguido pela gula, embora a ordem possa variar em termos de importância de pessoa para pessoa. O prazer proporcionado pelo sexo é descrito de forma exaustiva na literatura, científica ou não, mas apesar de ser muito retratado em filmes, romances, fantasias, poesia, prosa, ser cobiçado pela maioria, ainda assim permanece envolto em mistério, inclusive, o pecado original, um místico que igreja católica conta de geração em geração e que todos sabem, mas relembrar não ocupa muito espaço e nem muito tempo: Adão e Eva encontravam-se no paraíso (jardim do Éden)podiam usufruir de tudo que lá existia exceto da árvore da Sabedoria e do bem e do mal, porém a serpente tentou Eva esta não só comeu do fruto proibido como ofereceu a Adão e quando Deus se aproximou eles perceberam que estavam nus e tiveram vergonha.... essa cena poderia muito bem representar o prazer fruto do amor e o prazer fruto do sexo... Adão e Eva viviam sob a regência do amor estavam no paraíso sem se aperceberem disso, inclusive desconheciam que tinham sexo, porque segundo dizem os anjos não têm sexo, porém a serpente, sob a regência do maligno ao tentar Eva fez com que ela descobrisse o sexo, mas que só tem sentido se for a dois e daí ela tentar Adão, fazendo com que ele também descobrisse o sexo e ambos conheceram o prazer que dele advém, sem se darem conta que antes já sentiam o prazer, porém não tinham consciência desse prazer. Talvez por isso que, através dos tempos, a serpente tornou-se o símbolo do sexo e este tornou-se o representante do maligno e como tal do pecado, a mulher passou a ser considerada a tentação e em consequência a perdição dos homens, já que por "detrás dos grandes homens existe sempre uma grande mulher" e o paraíso passou a representar o estado de êxtase provocado pela explosão do prazer. Esta é uma interpretação como outra qualquer. Apenas uma tentativa de desvendar o mistério do prazer, se fosse tão simples obter prazer todos alcançariam o êxtase em toda a relação sexual que realizasse, mas na verdade não é isso que acontece com todos.
Existem pessoas que têm relações sexuais com uma frequência elevada e diversificada em termos de parceiros e de técnicas, mas nem por isso obtém o prazer máximo, que leva a sensação de êxtase, de ter alcançado o paraíso, portanto não é a frequência, diversificação que garante a obtenção do prazer.
A busca desenfreada pelo prazer, através do sexo, é tanta, que existem objectos criados justamente para desencadear esse prazer, esquecendo-se de que o prazer em si é fugaz, daí gerar insatisfação permanente que leva a buscar mais e mais incremento e formas de obtenção de prazer, isto tudo é um ato de puro egoísmo, pois visa única e exclusivamente o próprio prazer, tal e qual se o próprio se auto excitasse, um prazer solitário.
Todas as vezes que o Homem buscar dar prazer ao invés de buscar receber, atingirá o êxtase do prazer, porque foi vivido a dois, será conduzido a um estado de plenitude, de leveza tal e qual Adão e Eva no paraíso antes do pecado original, êxtase que é fruto de uma entrega total de ambos, união dos corpos e dos espíritos, visando proporcionar prazer a outro, que retornará para si em dobro: prazer por sentir o prazer do outro e o prazer que o outro devolve em resposta ao prazer que recebeu deste.
O mistério do prazer pode ser resumido em perguntas: Porque o prazer físico, somente a partir do sexo, é fugaz e no momento seguinte nada ficou? porque quando duas almas gêmeas complementares se encontram, obtém um prazer duradouro e uma sensação de querer mais e mais, mas com a mesma pessoa e quando não estão fisicamente presentes, continuam a obter quase que a mesma intensidade de prazer apenas com o pensamento?

terça-feira, 1 de julho de 2008

Amor e Loucura

O amor é o mais nobre dos sentimentos, capaz de levar pessoas a cometerem "loucuras", por vezes inofensivas:

Como comprar lembranças, presentes, mimos para o ser amado, guardando-os numa gaveta, ou armazenar em pasta todos os contactos escritos dos encontros realizados, após o ser amado ter partido, mantendo viva a lembrança. o amor não termina quando o ser amado parte e nem tão pouco termina quando a distância física se interpõe. O amor só termina quando não é cuidado e renovado, quando é pautado numa ilusão e não na realidade.

Como dedicar todos os seus pensamentos ao ser amado, como se nada mais existisse na vida a não ser ele, ser amado e a mágica sintonia que os unem, que só o amor é capaz de oferecer.
Como travar diálogos, em pensamento, com o ser amado.


Como "sentir" o perfume / o cheiro do ser amado ou a sua proximidade, sem que este esteja presente fisicamente.
Como atingir o máximo do prazer apenas com a lembrança, a imaginação ou o pensamento no ser amado em qualquer lugar ou momento.

O amor não tem explicação lógica, vai mais além da beleza física, da aparência, ou da razão, simplesmente, sente-se.

Por vezes as pessoas são acometidas de "loucuras doentias" que as levam a tirar a vida do ser amado e a própria vida, ou cometerem crimes hediondos, bárbaros e chocantes em nome do amor, como o relato de um homem que esfaqueou a mulher que dizia amar, assistindo a sua agonia, não se comovendo com seu sofrimento e pedido de socorro, virando-lhe as costas, deixando-a morrer, sem dó nem piedade, isto jamais poderá ser considerado amor, não o amor com "A" maiúsculo, pois este não suporta ver ou sentir o sofrimento do ser amado.

Um texto de como o amor se tornou cego e a loucura sua companhia:
"Loucura resolveu convidar os amigos para tomarem um café em sua casa.Todos os convidados foram. Após tomarem o café a loucura propôs:
- Vamos brincar de esconde-esconde?
O que é isso? - perguntou a curiosidade. Esconde-esconde é uma brincadeira que eu conto até cem e vou procurar, o primeiro a ser encontrado será o próximo a contar. Todos aceitaram, menos o medo e a preguiça.
- 1,2,3..., a loucura começou a contar. A pressa escondeu-se primeiro, em qualquer lugar. A timidez, tímida como sempre escondeu-se na capa da árvore.
A alegria correu para o meio do jardim, já a tristeza começou a chorar pois não achava um local apropriado para se esconder. A inveja acompanhou o triunfo e escondeu-se perto dele, debaixo de uma pedra. A loucura continuava a contar e os seus amigos iam-se escondendo.
O desespero ficou desesperado ao ver a loucura que já estava no noventa e nove, cem... Gritou a loucura:- Vou começar a procurar.
O primeiro a aparecer foi a curiosidade já que não aguentava mais querendo saber quem seria o próximo a contar. Ao olhar para o lado a loucura viu a dúvida em cima do muro sem saber em qual dos lados se escondia melhor. E assim foram aparecendo, a alegria, a tristeza, a timidez ... Quando estavam todos reunidos a curiosidade perguntou: -Onde está o amor?
Ninguém o tinha visto. A loucura começou a procurar. Procurou em cima da montanha, nos rios, debaixo das pedras e nada do amor aparecer. Procurando por todos os lados a loucura viu uma roseira, pegou num pauzinho, começou a procurar entre os galhos, quando de repente ouviu um grito. Era o amor, gritando por ter furado o olho com o espinho. Loucura não sabia o que fazer. Pediu desculpas, implorou pelo perdão do amor e até prometeu servir-lo para sempre.
O amor aceitou as desculpas. Desde então e até hoje..... "o amor é cego e a loucura sempre o acompanha".
(Retirado de uma apresentação em Powerpoint, recebida por correio eletrônico, de autor desconhecido)