Sua visita me deixou muito feliz...

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domingo, 17 de agosto de 2008

Amor e amizade...uma linguagem complicada!



A amizade e o amor possuiu um linguagem própria, por vezes de fácil compreensão, simples de entender, outras vezes muito complicada...
Por vezes direciona o sentido para o êxtase, a felicidade plena, outras vezes direciona o sentido para a angustiante apreensão e preocupação.
Por vezes é nítida e clara, mas noutras vezes é confusa. Ás vezes esclarecedora, mas em outras geradora de dúvidas.
Essa linguagem requer uma sintonia com o uso de todos os sentidos, incluindo o 6º sentido, o da intuição, mas este nem sempre é de fácil compreensão ou percepção, pois existem muitas interferências, principalmente da razão, vontade e do desejo, causando uma "visão" pouco nítida, nebulosa, confusa ou distorcida do sentir e levando a erros de interpretação, como o de "captar" que o outro não esteja bem, quando este ausentou-se por um tempo maior do que o habitual, aqui cabe uma pergunta: será que realmente a sintonia entre os dois é tão profunda que leva a que um sinta ou tenha a intuição quando o outro não está bem? ou simplesmente é a razão dando uma justificativa para tal ausência, mas que na verdade o outro até está bem?
O que fazer nesta situação? ceder ao impulso de tentar fazer alguma coisa ou ajudar para que o outro volte a ficar bem, mesmo correndo o risco de ser mal interpretado pelo outro como sendo uma desculpa ou pior uma cobrança pela ausência, caso a percepção esteja errada ou frenar o impulso e aguardar que o outro chegue mostrando se está bem ou não?
As duas alternativas são coerentes, porém na primeira corre-se o risco de se estar "forçando a barra", sufocando ou invadindo o espaço do outro, sem a sua permissão. Na segunda corre-se o risco de não estar presente no momento em que o outro precise e que às vezes não tem condição (pelos mais variados motivos) de pedir auxílio.
Contudo, é preferível optar pela primeira alternativa, uma vez que a intenção é de estar com o outro no momento em que precise e tentar ajudá-lo, cumprindo a missão da amizade e do amor: Fazer o outro feliz, ajudá-lo nos momentos em que precisa, sem que este tenha que pedir. É encurtar a distância e ser próximo do outro.

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