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domingo, 2 de novembro de 2008

Um Homem...Uma Ilha!




Um Homem por analogia com a geografia é um autêntico arquipélago, conjunto de ilhas (órgãos), banhados e cercados por água. Tal como o planeta terra o corpo humano é composto por 70% de água. Daí a necessidade de se beber água em quantidade suficiente. Quando se é jovem o organismo "pede" a água, através da sede, porém o idoso não sente sede, mas continua tendo necessidade da mesma quantidade de água, por isso desidrata com facilidade.

Dentro da sociedade o Homem inicialmente também é uma ilha, neste caso, simbolicamente a sociedade, a família seria a água.
Continuando a analogia com acidentes geográficos enquanto embrião, o Homem é uma península cercado por todos os lados pelo líquido amniótico e conectado pelo istmo, cordão umbilical, ao continente, a mãe. Depois que nasce transforma-se numa ilha que junto com as demais ilhas, irmãos, pai, mãe, avós, tios primos, formam o arquipélago família. À medida que vai se desenvolvendo vai sendo parte de outros arquipélagos, escola, universidade, trabalho.
A maioria vai construindo pontes e aproximando-se de outras ilhas, constituindo assim duas penínsulas ligadas pelo istmo, casamento, constituindo outros arquipélagos, embora continuem pertencendo aos respectivos arquipélagos anteriores e mantendo sua atividade no arquipélago maior, a sociedade, só que de forma ampliada.
Outros porém, por opção ou porque são levados a isso, continuam ilhas dentro de vários arquipélagos que constituem o arquipélago maior, a sociedade. Destes, alguns são acessíveis, comunicáveis, alcançáveis outros são isolados, inacessíveis ou não alcançáveis. Uns são rodeados por "águas serenas" outros são rodeados por "águas turbulentas". Uns vivem em constante transformações e geram transformações nos outros. Alguns permanecem inalterados, estáticos ao longo do tempo, outros são autênticos furacões ou vulcões prestes a entrarem em erupção. Uns são autênticos paraísos tropicais, repletos de cor, muito férteis, dão frutos diversificados, outros são autênticos desertos, infrutíferos. Uns brilham à distância, outros vivem nas sombras a espera do brilho emprestado. Uns são hospitaleiros e receptivos, outros são agrestes e pouco receptivos.
Além de serem ilhas no arquipélago sociedade, alguns são ilhas isoladas dentro de si mesmo, embora, às vezes, exercendo uma atividade dentro do arquipélago ou arquipélagos a que pertence, outras vezes inativos, perdidos ou aprisionados dentro do terreno pantanoso e cheios de armadilhas que é a mente, composta por rede moinhos de pensamentos reverberativos, como os que apresentam insanidade mental ou distúrbio da psiquê ou da função cerebral, entre aqueles o exemplo é o da esquizofrenia e deste a depressão.


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