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segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Ainda a fascinante mente humana

A troca de ideias é muito enriquecedora porque cada ponto de vista gera uma nova reflexão e um aprofundar do próprio conhecimento, que gera novos questionamentos e novas tentativas de respostas.
Numa dessas trocas, a cerca de um comentário feito pelo Carlos sobre a mente, isto é, sobre as pessoas não se aperceberem do poder infinito da mente sobre o próprio corpo, surgiram 3 situações possíveis:
1-Algumas pessoas, não só tem consciência do poder da mente, como usam e usufruem desse poder.

2- Já muitas outras têm essa percepção mas não utilizam tal poder.
3- Outras ainda utilizam esse poder de forma instintiva, sem terem a consciência disso
No 1º caso talvez essas pessoas tenham se "debruçado" sobre a mente e foram investigando, experimentando com base na tentativa de erro e acerto e assim criando postulados para si próprios, ou seja foram suas próprias "cobaias" como se fosse um aventureiro, destemido que "embrenha na mata virgem" da mente, enfrentando todos os perigos e armadilhas que possam encontrar pela frente. Dentro deste contexto surge dois nomes de autores consagrados, ambos médicos especialistas em Psiquiatria: Brian Weiss que foca a regressão à vida passada, como no livro "Muitas vidas muitos mestres" ou "só o amor é real"; E Augusto Cury, voltado para a inteligência como no livro "os códigos da inteligência" ou influência da mente na vida, no próprio corpo, uma visão diferente da psiquiatria como no livro "Saga de um Pensador", livro este que deveria ser lido por todo o aluno de medicina, assim que entra para a faculdade.

No 2º caso as pessoas não apliquem por medo de não saber controlar esse poder e por isso vão cautelosamente "seguindo as pegadas" dos desbravadores destemidos. Vão avançando lentamente, talvez nunca cheguem a utilizar esse poder e muito menos usufruir dele., porque a vida gira numa velocidade estonteante, mas é breve, chegando mesmo a ser fugaz ou efémera para alguns e não espera por aqueles pouco destemidos.

No 3º caso, talvez mais perigoso, porque a pessoa não tem noção do próprio poder e se for aliado à falta de valores ou princípios éticos e morais, poderá ser uma ameaça a si própria e ao universo que a rodeia. O primeiro caso também pode ser perigoso para terceiros, se os destemidos não forem imbuídos de valores éticos, morais, se não forem do bem.

Seria um mundo perfeito se todos fossem do bem e estivessem enquadrados no 1º caso, porque o impossível deixaria de existir; O conhecimento teria como limite o infinito; A Humanidade teria um futuro brilhante.

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