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quinta-feira, 16 de abril de 2009

Iluminado...alguém que descobriu a sua essência divina

Após ler o post "iluminação"no blog "Palavras de Osho" e enquanto fazia o comentário do mesmo, surgiu uma visão particular do que seria um ser iluminado: Seria alguém que descobriu a sua essência divina no âmago do seu ser, através da interiorização pela busca de si mesmo, em outras palavras, pela meditação e também pela reflexão associada a intuição que estáligada ao Universo.
Por ser um tema fascinante e tentando aprofundar o conhecimento alguns "sites" pesquisado mostram uma perspectivas Universal em que descreve a hierarquia dos iluminado (que seriam em sua concepção Mestres Ascencionados que oferecem sua sabedoria e nos guiam no plano da experiência):
Senhor do Mundo – é o Regente Maior da Hierarquia e é uma cargo exercido por Lord Gautama. Tem domínio sobre todos os assuntos relacionados ao Planeta e é responsável pela geração de Luz suficiente para manter a Terra no Sistema Solar.
Buda da Evolução – alimenta e mantém a Chama Divina no coração dos seres humanos e dirige os assuntos religiosos da Terra. Cargo exercido pelo Lord Divino ou Lord Maitreya, que acumula também o cargo de Cristo Cósmico.
Instrutores do Mundo – Planejam e exercitam as questões religiosas e a força da Realização, por um período de 14.000 anos, sob a direção do Buda da Evolução. Cargos exercidos pelos Mestres Jesus e Kuthumi.
Maha Chohan - Representa o Espírito Santo para a Terra, a Inteligência Criadora em ação. Cargo exercido pelo Mestre Paulo, o Venesiano. (Chohan = Senhor)
Chohans dos Sete Raios – atuam em diversos planos de trabalho nos Planos superiores e domundo exterior.
Arcanjos dos sete raios – representam a sensibilidade da vida e cada um serve num dos raios.
Elohim - São os Construtores de Formas mais elevadas.Desempenharam um papel muito importante na Construção deste Sistema Solar e na preparação da Terra para a habitação.
Manus - Cada Manu é responsável por uma das Raças-Raízes. Trabalham sempre em conjunto com os Instrutores do Mundo e com o Maha Cohan.O GRANDE DIRETOR DIVINO é o Manu ou Diretor da Sétima Raça, que está destinada, dentre todos os países do Planeta, a encarnar na América do Sul durante a Era de Aquario. http://www.caminhosdeluz.org/
Em outro site outros iluminados são descritos:
Apolônio de TianaApolônio é uma misteriosa figura que apareceu no século I. Documentos antigos afirmam que Ele, certo dia, surgiu na terra sem ascendentes.
Hermes Trismegisto Segundo Platão foi Hermes (Thoth) o pai da geometria, revelador do uso dos números, da geometria, astronomia e as letras.
Lao TséLao Tsé, sem dúvidas, foi um dos mais elevados seres entre os que viveram na terra, tendo legado à humanidade uma obra imortal o Tao Te Ching.
MelquisedecOs orientais falam muito do REI DO MUNDO, um ser enigmático, e por eles considerado a mais alta forma de Consciência Divina na terra vivendo num lugar oculto denominado Shambhala.
Pitágoras Foi ele pensador místico, filósofo, matemático, geômetra e reformador religioso. Seus ensinamentos e aspectos gerais de sua vida.
Salomão Uma visão de quem teria sido de fato o Rei Salomão. Na verdade um ser iluminado que ao longo do tempo foi denegrido pela história.
Zarathustra
http://www.joselaerciodoegito.com.br/site_iluminados.htm

Além de individualisados, existiram algumas "ordens" ou congregações onde são ministradas as doutrinas ou onde se reunião para debatê-las:

1- Os Iluminados da Baviera - Primeiro de Maio de 1776, na Alemanha, foi fundada uma sociedade que passaria a representar a síntese dos anseios e ideais compartilhados por Maçons e Rosacruzes: Os Iluminados. (ou Iluministas. Hoje, eles também são conhecidos como os Illuminati - Seu mentor, Adam Weishaupt (1748-1830), era um Maçom de ascendência judia, que havia tido educação católica e jesuíta. Essa singular mistura daria a Weishaupt uma grande versatilidade de pensamento, bem como independência de opiniões.
Professor titular de Direito Canônico, além de ser decano da Faculdade de Direto.

Nos seus "aprendizados paralelos", Adam Weishaupt muito absorveu dos antigos costumes, dando especial ênfase aos Mistérios de Elêusis e aos ensinamentos de Pitágoras. Fundou a "Sociedade dos Mais Perfeitos" (Perfekbilisten),
Os Iluminados da Baviera - como também eram conhecidos os Iluminados - A estrutura básica dos Iluminados era composta de três graus, a saber: I* - Aprendiz (ou A Sementeira); II* - Maçonaria Simbólica; e o III* - Grau dos Mistérios. Os dois primeiros graus, por sua vez se subdividiam em outros três graus intermediários, enquanto que o III* era divido em Mistérios Menores e Maiores, que, por sua vez, também se subdividiam em graus intermediários. O total de Graus perfazia 12 estágios: começando em Noviço (o primeiro estágio do I*), até o Grau XII*, sob o título de Rex, ou Rei da Ordem. (Do sistema de graduação dos Iluminados veio a estrutura básica de algumas Ordens que hoje existem. Por exemplo, não chega a ser uma novidade o fato de uma bem famosa organização Rosacruz atual ter 12 Graus de Templo. Da mesma forma, uma das mais conhecidas Ordens Templárias de nossos dias, possui o grau de Rex, para a sua liderança.)
(os Iluminados - assim é afirmado -atuaram decisivamente na revolução francesa)
A visão política dos Iluminados era algo próximo de um Estado onde reinaria o bem comum, sendo abolidos a propriedade, autoridade social e as fronteiras. Uma espécie de anarquismo superior, saudável e utópico, onde o ser humano viveria em harmonia, numa Fraternidade Universal, baseada na sabedoria espiritual, em franca Igualdade, Liberdade e Fraternidade.
Weishaupt chegou a constituir toda uma eficiente rede de espionagem, na forma de agentes espalhados pelas principais cortes da Europa. A função básica dessa rede era se infiltrar entre o clero e os regentes, conseguindo informações políticas que permitissem a elaboração de uma estratégia de ação Illuminati, no sentido de se permitir a criação do Estado Ideal.
Após muitas tentativas de se estabelecer uma nação segundo seus princípios, os Iluminados foram politicamente extintos, em decreto instituído pelo Eleitor da Baviera, ao final do século XVIII.
A velha história, de perseguição, calúnias e, por fim, ostracismo, novamente se repetia, pondo um fim nos ideais defendidos por Adam Weishaupt e os Illuminati, os Iluminados da Baviera
.
http://www.acasicos.com.br/html/illuminati.htm

2- Ordem dos Cavaleiros do TemploTemplários

Por ser servir de inspiração para alguns filmes é compilada com maiores detalhes (talvez um pouco extensa)
A Ordem dos Cavaleiros do Templo de Jerusalém - TEMPLÁRIOS - nasceu da ideia de cruzada, que justificou e legitimou uma instituição ao mesmo tempo religiosa e militar, votada à "guerra santa".Fazer a "guerra santa" encontra a sua legitimidade num dos maiores Doutores da Igreja, Santo Agostinho (345-430), o qual distingue a "guerra injusta", que condena, da "guerra justa" que é lícita e na qual qualquer cristão deve participar.A "guerra santa" não é um fim em si, mas o meio legítimo e necessário conferido por Deus e o seu vigário, o Papa, aos crentes para alargarem o reino da religião.Empresa de salvação e redenção, a "guerra santa" implica um valor específico do combate contra os infiéis acompanhada de diversas recompensas espirituais.O triunfo da Igreja não pode passar senão pela união da espada e da fé. Para S.Bernardo de Claraval, tornado monge, que concebeu a Ordem como uma "Milícia de Deus" via-a como uma religião armada e militante.Apoiados em textos de S.Agostinho sobre o direito de guerra lícita, os papas que lhe seguiram, deram aos cristãos o direito e o dever de usar a cruz e combater para proteger a Igreja e libertar os lugares injustamente ocupados pelos infiéis visando tomar pela força os lugares cristãos caídos na servidão ou ameaçados pelo Islão.É no fim do Séc.XI (1095) que, com o apelo lançado pelo papa Urbano II dirigindo-se à multidão de clérigos e cavaleiros, os exortam a tomarem armas para libertarem o Santo Sepulcro em Jerusalém e os cristãos do Oriente. Apelo também escutado por um monge eremita Pedro o Eremita.
Dava-se o início às Cruzadas do Oriente.

O serviço militar feudal era muito limitado no tempo. A sua tarefa era vigiar as estradas e escoltar os peregrinos. Ràpidamente se convenceu o rei - Luís VII de França - da utilidade de uma milícia permanente, composta por homens simultaneamente de oração e guerra.Tomaram o nome de Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomão (1118 ou 1119 data da sua fundação) por terem construído o seu castelo sobre as ruínas do antigo Templo de Salomão em Jerusalém . De dimensão modesta em 1123 desde então chamada Ordem do Templo de Jerusalém com ideias espirituais de paz e de caridade em proveito dos mais fracos, e defendidos, se necessário, pelas armas.Pretendia-se um reconhecimento oficial jurídico e espiritual, sobretudo do papado.
O Papa Honório II, em 1128 (Séc. XII), concedeu à Ordem a legitimidade da sua fundação.Embora tenha sido criada para a defesa da Terra Santa é na Península Ibérica que os Templários em 1128 fazem os seus primeiros combates, quando D.Teresa, viúva do Conde D.Henrique - mãe de D.Afonso Henriques - lhes confiou a tarefa de conter o avanço do Islão e guardar as fronteiras do Sul do Condado Portucalense.Supõe-se que foi em 1126 que apareceu um núcleo de cavaleiros da milícia em Portugal.
É durante o governo de D.Teresa que os Templários fundam a sua sede no castelo de Soures no rio Mondego, construindo o castelo de Tomar no reinado de D. Afonso Henriques, para onde se haviam de instalar definitivamente com a sua sede, distinguindo-se nas conquistas dos castelos a norte e a sul do Tejo.
Ao longo da sua existência muitos privilégios lhe foram concedidos, a tal ponto de serem a causa de numerosos diferendos com as autoridades religiosas e laicas, suscitaram críticas no povo e serviram de base a muitas censuras, por vezes graves, quando a Ordem adquiriu uma importância militar, política e económica.
A sua história é um contraste de confusões.Estes monges guerreiros possuíam muitos tesouros religiosos fabulosos incluindo, assim se dizia, a coroa de espinhos desgastados por Jesus enquanto padecia na Cruz.
Pensava-se também que eram os detentores daquele que para a maioria seria a maior e mais estimada relíquia Cristã, o Santo Graal - o cálice que Jesus Cristo usou na última ceia.

Os Templários são acusados de orgulho, independência em relação ao papado e de querer dominar o poder temporal pelo dinheiro.Tinham má reputação junto do povo que lhe denunciava o orgulho, os privilégios indevidos, a riqueza suspeita e os maus costumes.Com tão graves acusações a sua existência acaba por ser posta em causa. Segundo parece fizeram desaparecer os documentos mais importantes e secretos da Ordem os quais nunca mais foram descobertos dando origem a que não haja um conhecimento totalmente exacto sobre a mesma.
Ao fim de quase dois séculos de existência é consumada a sua abolição.
Foram condenados a prisão perpetua pelo Tribunal da Santa Inquisição e os dignitários ao suplício do fogo em 1314.
Algures na Europa, onde muitos Templários escaparam da supressão, a Ordem ajustou as suas posições.Os Templários Portugueses mudaram simplesmente o seu nome - como um negócio moderno muda o nome a fim de evitar débitos precedentes.
Os bens dos Templários foram atribuídos à Ordem de São João do Hospital (a mais antiga de todas as Ordens) ou Hospitalários "por terem a sua sede num hospital por eles construído em Jerusalém, hoje, porque ainda existe, é designada por Ordem de Malta, por ter a sua sede nesta ilha do Mediterrâneo" que em Portugal tinham as suas sedes no mosteiro de Leça do Balio e em Flor da Rosa - no Crato - excepto os bens que em Portugal ficam à ordem do Vaticano, que deverão ser consagrados ao combate contra os Mouros, pela criação duma nova Ordem, e em 1319, por iniciativa do rei D.Dinis, é aprovada pelo papa João XXII.
Ordem de Cristo:
Tornaram-se nos Cavaleiros da Ordem de Cristo, (Ordem dos Cavaleiros de Nosso Senhor Jesus Cristo) verdadeira herdeira dos Templários, que ficou sediada no mesmo convento em Tomar a partir de 1357, depois de ter passado por Castro Marim. Os seus membros desempenharam um papel muito importante nos Descobrimentos, - quer em África ou nas Índias Ocidentais - nas conquistas e evangelização de novas terras, altura em que o Infante D.Henrique se tornou o seu Grande Mestre e exploradores como Dom Vasco da Gama eram seus membros. O sogro de Cristóvão Colombo também foi seu Grande Mestre, e Colombo navegou através do Atlântico com a cruz dos Templários brasonada nas velas.A Ordem de Cristo ficou dependente da coroa em 1484 no reinado de D. João II.
Secularizada em 1780, por decreto de D.Maria I aquando das reformas das insígnias das antigas Ordens Militares . Restabelecida em 1918, a CONDECORAÇÃO da ORDEM de CRISTO - é concedida com o objectivo de premiar serviços prestados ao País no exercício das funções dos cargos que exprimam a actividade dos órgãos de Soberania ou na Administração Pública, em geral, e na Magistratura e Diplomacia, em particular, que mereçam ser especialmente distinguidas.
As Insígnias compõem-se por:Laço da Banda da Grã-Cruz .Placa de Comendador . e Insígnia de Cavaleiro.
"O Presidente da República Portuguesa é o Grão Mestre das três Ordens, usando, no seu retrato oficial uma faixa tricolor representando os três mestrados (verde para a Ordem de Avis, vermelho para a Ordem de Cristo e violeta para a Ordem de Sant'Iago

Se gundo alguns um iluminado é um Avatar ( aquele que possui a singular capacidade (além de uma tarefa auto-determinada e um destino predestinado) de transmitir energia ou poderes divinosIsto constitui, logicamente, um profundo mistério que foi demonstrado, em forma peculiar, pelo Cristo, e está relacionado com a energia cósmica. Ele, pela primeira vez na história planetária, até onde temos conhecimento, transmitiu a energia divina do amor, diretamente ao nosso planeta e, em um sentido muito definido, à humanidade) e surgem em todas as épocas:
A Vinda do Avatar
Em todas as épocas, durante muitos ciclos mundiais, na maioria dos países, e hoje em todos, houve grandes momentos de tensão, que se caracterizaram por um sentimento de plena e esperançosa expectativa. Espera-se Alguém e Sua vinda é pressentida. No passado, foram sempre os instrutores religiosos da época, os que fomentaram e proclamaram esta expectativa, e o fizeram nos momentos de caos e dificuldades, ao se aproximar o fim de uma civilização ou cultura, e quando os recursos das antigas religiões pareciam ser inadequados para solucionar as dificuldades ou resolver os problemas dos homens.
A vinda do Avatar, o advento dAquele que Vem ou, em termos atuais, o reaparecimento do Cristo, constituem a nota-chave da predominante expectativa. Quando os tempos estão maduros, quando a invocação das massas é suficientemente intensa e a fé daqueles que sabem é assaz veemente, então Ele sempre veio, e os tempos atuais não constituirão, por certo, uma exceção a esta antiga regra ou Lei universal. Durante décadas, o reaparecimento do Cristo, o Avatar, tem sido previsto pelos fiéis de ambos os hemisférios, não somente pelos cristãos, como também por aqueles que esperam por Maitreya e pelo Boddhisattva, assim como pelo Iman Mahdi e outros.Quando os homens sentem que se esgotaram todos os seus recursos, que chegaram ao termo de todas as suas possibilidades inatas e que não podem resolver nem manejar os problemas nem controlar as condições que enfrentam, então costumam buscar um divino intermediário ou Mediador que defenda sua causa perante Deus e lhes traga a Salvação. Buscam, assim, um Salvador. Esta doutrina de Mediadores, Messias, Cristos e Avatares, avulta em toda parte como um dourado fio que atravessa todas as crenças e Escrituras mundiais, relacionando-as com alguma fonte de emanação, considerando-se, inclusive, a alma humana como um intermediário entre o homem e Deus. .
Todo o sistema de revelação espiritual está baseado (como sempre o foi) nesta doutrina de interdependência, de vinculação planificada e conscientemente ordenada, bem assim de transmissão de energia, de um aspecto a outro da manifestação divina, desde o Deus que se acha no "Lugar secreto do Altíssimo" até o mais humilde ser humano que vive, luta e padece na terra. . . . Por isso, um Avatar ou um Cristo aparece por duas razões: uma, a Causa incógnita e inescrutável que O impele a fazê-lo, e a outra, a demanda ou invocação da própria humanidade. Um Avatar é, por conseguinte, um acontecimento espiritual, que ocorre para produzir grandes mudanças e restaurações, a fim de inaugurar uma nova civilização ou restabelecer "antigas demarcações" e aproximar o homem de Deus. Têm sido Eles descritos como "homens extraordinários, que aparecem de vez em quando, para mudar a face do mundo e inaugurar uma nova era, nos destinos da humanidade". Vêm em momentos de crise; freqüentemente criam crises, a fim de pôr termo ao antigo e indesejável, Aparecem, unicamente, quando o mal predomina; Assim sendo, o Cristo foi duas vezes Avatar, não somente porque deu a chave da nova era, há mais de dois mil anos, como também porque, em forma misteriosa e incompreensível, personificou em Si Mesmo o divino Princípio do Amor, sendo o primeiro que revelou aos homens a verdadeira natureza de Deus.
Em todas as épocas e em cada grande crise humana, precisamente nas horas de necessidade, seja na criação de uma nova raça ou no despertar de uma humanidade preparada para receber uma nova e mais ampla visão, o Coração de Deus, impulsionado pela Lei de Compaixão, envia um Instrutor, um Salvador do Mundo, um Iluminador, um Avatar, um Intermediário Transmissor, um Cristo. Traz a mensagem que curará, que indicará o próximo passo que a raça humana deverá dar e que iluminará um obscuro problema mundial, bem como ministrará ao homem o conhecimento de um aspecto da divindade até agora não compreendido. http://www.eusouluz.iet.pro.br/avidaavatar.htm

Em resumo, depois de percorrer a História, vasculhar o passado, através da perspectiva de muitos pesquisadores, curiosos ou até quem sabe iluminados, penso que não seja absurdo ou incoerente, dizer que um iluminado seria alguém que descobriu a sua essência divina no âmago do seu ser, através da interiorização pela busca de si mesmo, em outras palavras, pela meditação e também pela reflexão associada a intuição que está ligada ao Universo.

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