Sua visita me deixou muito feliz...

Sua visita me deixou  muito feliz...

sábado, 31 de outubro de 2009

Amor... a maior e mais doce força do Universo!

Ahhh...o amor! A maior e mais poderosa força existente no Universo e ao mesmo tempo a mais doce, suave e delicada das sensações!
Todos passam por momentos difíceis, mas quando somos amados, nos sentimos amados ou amamos esses momentos desaparecem instantaneamente como num passe de mágica. É incrível e fascinante percebermos essa transformação que ocorre através do amor.

Quando estamos "em baixo de forma", tristes, acabrunhados, magoados, sofrendo ou estamos com a nossa auto estima abalada, no limiar do insuportável, eis que de repente, o amor se faz presente, mesmo ausente fisicamente, adivinhando que precisamos de ajuda, como se estivesse o tempo todo nos rondando para saber no momento certo de nos amparar, confortar, elevar a nossa auto estima, recarregar a nossa energia, nos dar a mão e erguer do chão após tropeço que demos ou do tapete que nos puxaram e fizeram com que caíssemos, ou ser a luz no fundo do túnel escuro, ou ainda nos "colocar no colo" e nos proteger.
Essa energia maravilhosa que nos envolve no momento em que nos sentimos mais frágeis e vulneráveis, nos deixa perplexos e fascinados, como se fôssemos alvo de uma magia, pela fantástica sintonia de chegar no momento certo, sem que tivéssemos pedido, como se houvesse uma comunicação silenciosa entre dois corações distantes com a cumplicidade e até mesmo conspiração do Universo de fazer com que a mensagem do coração oprimido, chegue ao coração do ser amado e este ao recebê-la, prontamente vai em seu socorro, fazendo-se presente, com as ações ou palavras certas que o coração amado necessita para atenuar o seu sofrimento.


Ahhh...o amor! Como é belo e poderoso, capaz das mais incríveis façanhas, inclusive de estar presente no momento certo, quando mais se precisa!

Quantas emoções desperta no mais profundo do nosso ser!

Quantas transformações opera na vida das pessoas!


Abençoado aquele que está sempre presente, nem que seja por breves instantes ou chega no momento certo que precisamos, principalmente naquele em que a dor, a angústia e o sofrimento parecem insuportáveis querendo sufocar o nosso coração, deixando-nos aliviados e renovados.


Louvado seja Deus, sinônimo do amor!

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Crepúsculo da vida (=morte)...única certeza na vida!

O crepúsculo da vida (a morte) é a única certeza que temos na vida, porém vivemos como se esse momento jamais acontecerá, mas de nada adianta, ele chegará para muitos mais cedo, para outros mais tarde.
Quando o crepúsculo da vida chega para um ente querido ficamos "sem chão", surge um vazio dentro de nós que nunca será preenchido. O dia/noite em que estamos velando o corpo do nosso ente querido que se foi é um dos dias/noites mais longos que já nos aconteceu e ao mesmo tempo não nos aercebemos do tempo passar, estamos tão absortos na comunicação interior com o ente querido, nas lembranças, na saudade, imersos numa profunda dor que não cede com nenhum analgésico, as lágrimas rolam sem nenhum esforço, parece que estamos alheio a realidade que nos rodeia, como que fazendo parte de um filme, só regressamos à realidade quando alguém de nós se aproxima para dar os pêsames, então voltamos a sentir a dor profunda, porque no momento em que estamos alheios, parece que também ficamos alheios à dor, apesar das lágrimas de antes, novas lágrimas rolam, só que desta vez com consciência do sofrimento.

A dor torna-se menos insuportável quando vemos a expressão serena no rosto do nosso ente querido que se foi, essa expressão acalma o nosso sofrimento e nos fortifica, porque acreditamos que ao partir não sofreu e que chegou a sua hora de partir tendo terminado a sua missão nesta vida, assim como quando fizemos tudo que estava ao nosso alcance para que o sofrimento do nosso ente querido fosse menor. Porém quando vemos uma expressão de terror nos olhos do nosso ente querido, no momento em que faz a passagem, é uma dor lancinante que faz o nosso coração sangrar como se tivesse sido rasgado de cima a baixo, uma dor para qual não existe nada que a faça amainar, assim como a dor se tivermos deixado de fazer alguma coisa para minorar o sofrimento do ente querido.

Com o passar do tempo, a dor reduz-se, por mecanismo de defesa do organismo para continuar a viver, porque não importa o sofrimento que sentimos, a vida segue seu curso e tudo vai ficando para trás, embora nunca termine, haverá sempre algo que fará com que essa dor ressurja, principalmente quando vimos a expressão de terror no momento do crepúsculo da vida.


Que todos tenhamos um crepúsculo de vida sereno e que todos possam ver a expressão de serenidade no rosto do ente querido. quando este partir, para assim obter a força necessária e atravessar esse momento de sofrimento, fortalecendo a esperança de que o nosso ente querido descanse em paz no esplendor da Luz Perpétua e que um dia, quando chegar o nosso crepúsculo voltaremos a encontrar esse ente querido que agora partiu.


Que Deus dê o eterno descanso a todos que tiveram seu crepúsculo da vida, os conduzam para o Esplendor da Luz Perpétua e conforte/console aqueles que choram a perda de um ente querido, em especial ao amigo Pedro que hoje sofre com o crepúsculo do seu ente querido.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Dia radiante de Sol...energia biotransformadora!

O sol brilha, o céu está azul, um dia radiante igual aos dias de emoção vividas com o amor, em especial, após o ser amado chegar, mas dentro a sensação é diametralmente oposta. Há uma irritação crescente, uma insatisfação, existe um halo de onda negativa envolvendo o exterior como se fizesse um escudo não deixando passar a energia radiante do Universo e atraindo nuvens negras (pequenos nadas no trabalho, incluindo até material que avaria no preciso momento em que vai ser utilizado, que vão minando a serenidade e a paz de espírito e não deixa absorver essa energia maravilhosa com que o Universo presenteou neste dia.
Trava-se então uma luta entre a energia interna (negativa) e a externa (maravilhosa) e cria-se um desconforto, uma espécie de culpa e ingratidão para com o Criador, que presenteou com um dia radiante de beleza, paz, serenidade, de energia maravilhosa e internamente não estamos usufruindo, é como se recusássemos um presente.
Para vencer essa luta travada: É levantar a cabeça, olhar através da janela e por minutos abandonar-se nesse cenário esplendoroso numa atitude de contemplação e gratidão e nos deixarmos envolver por esse bálsamo que Deus nos envia para serenar o mar revolto do nosso interior.
Após absorvermos esse bálsamo, tudo se modifica, o nosso mar revolto de outrora transforma-se num lago sereno, porém com água em movimento, um redemoinho latente à espreita de entrar em atividade, aproveitando-se de um momento de distração do nosso sentinela interior que ficou alerta contra tudo que possa desestabilizar a harmonia conseguida ou de uma nuvem que encubra o sol e modifique o cenário belo de antes.

Chegou o fim dessa batalha e a vencedora foi a energia positiva, biotransformadora irradiada pelo Universo, através do sol, contudo a energia negativa não foi aniquilada totalmente, apenas saiu do campo de visão, ficando latente, quieta, como uma cobra venenosa à espera de dar o bote. Felizmente quanto mais derrotas esta sofrer mais o espírito se fortalece e torna-se sereno e um dia, a paz interior será uma constante e haverá o equilíbrio entre o interior e o exterior, um será o reflexo do outro.

domingo, 25 de outubro de 2009

Geocities encerrará...agradecimento pelo alojamento dos sites!

Sempre que algo que gostamos ou que tem um significado especial para nós termina é motivo de alguma melancolia e tristeza, é o caso dos "sites" criados que deixarão de estar online porque o Geocities deixará de alojá-los. Felizmente os gestores do mesmo mandaram mails avisando com muita antecedência do encerramento dos mesmos e orientando como proceder para salvar todos os ficheiros enviados para o "site", guardando o trabalho para poder alojar em outro local se assim pretendermos. Além do mais ao entrar na "página" para fazer atualizações, logo na entrada tinha o aviso:
Olá, retrato_do_interior http://br.geocities.com/retrato_do_interior/
Yahoo! GeoCities
O GeoCities será fechado em 26 de Outubro de 2009.
Se você quiser salvar as imagens e os arquivos do seu site, faça download deles agora! Para instruções e mais informações, visite a central de ajuda.
Para explorar uma nova maneira de conectar-se, configure seu perfil do Yahoo!, o que facilita a conexão e o compartilhamento com as pessoas que realmente importam para você. Consulte detalhes."
Essas páginas, com exceção de uma, marcaram um período muito crítico da vida, foram , juntamente com este blog, a válvula de escape, sem a qual seria muito mais difícil do que foi, conseguir atravessar esse período conturbado. Representam um marco muito importante porque foram criadas sob o domínio de um vulcão de emoções e sensações.
Muito obrigado aos gestores do Geocities porque alojaram gratuitamente os sites referidos por 2 anos e também pelo aviso com antecedência do fecho dos mesmos, permitindo salvar todo o trabalho realizado.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Momentos impossíveis tornados possíveis ...só mesmo com ajuda de Deus!

A meditação é uma pratica que fazemos regularmente de forma pouco estruturada, pessoal, sem que tenhamos a intenção de a fazer, pelo menos nos moldes em que é divulgada (sentar-se confortavelmente, fechar os olhos, iniciar com a respiração concentrando único e exclusivamente nela, no ar que entra com a inspiração e no ar que sai com a expiração e assim preparar o “terreno” para a meditação), o significado de meditar é interiorizar, é encontrar-se com o eu interior e assim encontramos Deus, que está em íntima relação com o nosso eu interior divino.
Ocorrem momentos na nossa vida que depois que passaram e que os recordamos, ficamos perplexos porque constatamos que não sabemos como fomos capazes de os superar , a lógica reforça que são momentos (quase) impossíveis de serem ultrapassados e nos perguntamos: Como eu consegui …

…fazer uma faculdade com aulas teóricas e práticas no período da manhã e tarde, trabalhando todas as tardes, na maioria das vezes aos sábados, domingos e feriados, morando há 47 km de distância, deslocando em transportes públicos?

…Trabalhar (curso de especialização, com vários exames, relatórios e por fim o exame final diante de um Júri composto por 3 elementos durante 3 dias) há 200 km de casa ir na segunda por volta das 5:45 na estrada ainda de noite, o carro ao relento pegando o sereno e o orvalho das noites frias, durante a semana dormir em um quarto de uma residencial, regressar à casa às sextas feiras pela tarde, tentar ajudar nas tarefas domésticas, durante 4 anos?

...Acompanhar um ente querido durante os 6 meses de uma doença fatal (desde o diagnóstico até ao crepúsculo da vida), cuidar das tarefas domésticas, trabalhar 42 horas/semana à 30 km de casa, numa nova instituição com ambiente péssimo de trabalho e muito stress?

A única resposta possível não sei... a não ser com a Graça de Deus!

No momento em que tudo está ocorrendo nem nos apercebemos de que estamos vivendo situação quase impossível, porque estamos tão envolvidos que não temos tempo de refletir se é possível ou impossível de realizar, simplesmente realizamos, só mais tarde quando a situação ficou no passado é que a "ficha cai" e perplexos constatamos que fora uma situação impossível de ser ultrapassada só por nós mesmos, se não fosse pela mão de Deus, não teríamos conseguido.

Ele está sempre "connosco no colo", nos momentos mais difíceis da nossa caminhada pela vida, apesar de toda a nossa ingratidão que poucas vezes conseguimos sentir ou reconhecer isso e dizer: "Louvado seja Deus!" ou "obrigado meu Deus!", contudo sabemos dizer "Deus me abandonou", "como Deus permitiu que isso acontecesse?" ou "onde estava Deus quando eu mais precisava?" a propósito de culparmos a Deus, numa entrevista à Anne Graham fizeram-lhe a seguinte pergunta:

“Como é que Deus teria permitido algo horroroso assim acontecer no dia 11 de Setembro?”
Anne Graham dera uma resposta profunda e sábia:
“Eu creio que Deus ficou profundamente triste com o que aconteceu, tanto quanto nós.
Por muitos anos temos dito para Deus não interferir em nossas escolhas, sair do nosso governo e sair de nossas vidas.
Sendo um cavalheiro como Deus é, eu creio que Ele calmamente nos deixou.
Como poderemos esperar que Deus nos dê a sua bênção e a sua proteção se nós exigimos que Ele não se envolva mais connosco?”
À vista de tantos acontecimentos recentes; ataque dos terroristas, tiroteio nas escolas, etc…
Eu creio que tudo começou desde que Madeline Murray O’hare (que foi assassinada), se queixou de que era impróprio se fazer oração nas escolas Americanas como se fazia tradicionalmente, e nós concordamos com a sua opinião.
Depois disso, alguém disse que seria melhor também não ler mais a Bíblia nas escolas…
A Bíblia que nos ensina que não devemos matar, roubar e devemos amar o nosso próximo como a nós mesmos. E nós concordamos com esse alguém.
Logo depois o Dr.. Benjamin Spock disse que não deveríamos bater em nossos filhos quando eles se comportassem mal, porque suas personalidades em formação ficariam distorcidas e poderíamos prejudicar sua auto estima (o filho dele se suicidou) e nós dissemos:
“Um perito nesse assunto deve saber o que está falando”.
E então concordamos com ele.
Depois alguém disse que os professores e diretores das escolas não deveriam disciplinar nossos filhos quando se comportassem mal.
Então foi decidido que nenhum professor poderia tocar nos alunos…(há diferença entre disciplinar e tocar).
Então foi dito que deveríamos dar aos nossos filhos tantas camisinhas, quantas eles quisessem para que eles pudessem se divertir à vontade.
E nós dissemos: “Está bem!”
Então alguém sugeriu que imprimíssemos revistas com fotografias de mulheres nuas, e disséssemos que isto é uma coisa sadia e uma apreciação natural do corpo feminino.
Depois uma outra pessoa levou isso um passo mais adiante e publicou fotos de Crianças nuas e foi mais além ainda, colocando-as à disposição da Internet.
E nós dissemos:
“Está bem, isto é democracia, e eles tem o direito de ter liberdade de se expressar e fazer isso”.
Agora nós estamos nos perguntando porque nossos filhos não têm consciência e porque não sabem distinguir o bem e o mal, o certo e o errado;
porque não lhes incomoda matar pessoas estranhas ou seus próprios colegas de classe ou a si próprios…
Provavelmente, se nós analisarmos seriamente, iremos facilmente compreender:
nós colhemos só aquilo que semeamos!!!
Uma menina escreveu um bilhetinho para Deus:
“Senhor, porque não salvaste aquela criança na escola?”
A resposta dele:
“Querida criança, não me deixam entrar nas escolas!!!”
É triste como as pessoas simplesmente culpam a Deus e não entendem porque o mundo está indo a passos largos para o inferno" (PPT recebido como anexo num mail enviado por um amigo)

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Amor não se diz com palavras...demonstra-se com gestos!

Confúcio estava certo ao dizer “uma imagem vale mais do que mil palavras”, muito se diz em relação ao amor ser a base da vida, existem muitos chavões, muitos “clichés”, muitas “dicas” que incluem o amor, enfim mil palavras, mas que na prática não é encontrado, até mesmo por quem está falando ou dando dicas sobre.
A pessoa que tem amor em seu coração não o diz por palavras, demonstra por seus pequenos gestos, como nessa imagem enviada através do correio eletrônico por um amigo.
Quando observei a imagem, a ternura num rosto cansado de alguém que esteve no exercício da sua profissão, combatendo um incêndio devastador na Austrália e o gesto de gratidão do animalzinho colocando a sua patinha sobre a mão do homem que lhe dá água, pus em revista quantas vezes fui protagonista de cenas de ternura e gratidão como estas, foi com imensa tristeza que constatei que ao longo da vida, as palavras foram muitas, mas os gestos foram poucos. Felizmente há uma cena semelhante, um cãozinho com aspecto infeliz, após receber Reiki pôs-se a lamber as mãos que outrora transmitiram a energia cósmica, demonstrando uma gratidão que causou sensação maravilhosa da presença do amor, poucas vezes sentida, talvez porque os gestos não tenham sido muitos que motivassem essa demonstração.
O amor não necessita de palavras, sente-se e demonstra-se nos pequenos gestos da vida quotidiana. Só quem tem o amor em seu coração é capaz de um gesto de ternura e conforto para alívio daquele que sofre, com total desprendimento, que supera até o próprio cansaço ou sofrimento, retrato disso é o amor de Jesus Cristo, cordeiro imolado, que morreu pregado na cruz para nos salvar e nos dar a vida eterna. Outro retrato desse amor é o de uma mãe que apesar do cansaço ou de algum sofrimento, renuncia aos seus sonhos, esquece-se de si mesma para atender ao filho que chora.
Quem ama não o diz por palavras, demonstra-o por simples gestos no dia-a-dia da vida, de forma quase que anônima que por vezes nem um gesto de carinho, reconhecimento ou gratidão recebe em troca.
Seria maravilhoso se todos, principalmente os que muito falam ou cobram em termos de amor, a qual me incluo, falassem menos e o demonstrassem mais nas diversas situações da vida, como o demonstrou esse bombeiro que lembrou-se do animalzinho que escapou das chamas devastadora da floresta pudesse, estar com sede ou desidratado e lhe ofereceu água, talvez ele próprio estivesse com sede, mas primeiro pensou no outro ser que reconheceu tal gesto, retribuindo, colocando a patinha sobre aquela mão abençoada que o estava ajudando.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Ser humano...esse ser emocionalmente instável!

O ser humano é um ser inconstante em termos de humor, porém tem seres que apresentam uma alternância tão acentuada que num dia estão flutuando no paraíso no outro dia estão mergulhados no inferno.
Há situações em que dentro de nós mesmos existia uma tempestade que é substituída pela bonança, nessa altura vê que o inferno em que estava, foi criado pela própria pessoa. Após conseguir detectar isso, traçam-se metas a atingir através da mudança de atitude e comportamento, as forças aumentam, a serenidade retorna, até surgir outra tempestade e o inferno voltar a surgir, em consequência tudo que ficou determinado anteriormente parece nunca ter existido.
Esta flutuação entre os extremos causa um desgaste espiritual acentuado, principalmente quando as atitudes são contrárias àquela que gostaria de alcançar. A expressão que passa pela cabeça é “quanto mais eu rezo mais assombração me aparece”, quando pedimos e desejamos …
…a paz, mas vivemos em guerra;
…o equilíbrio mas, constantemente, é em desequilíbrio que estamos;
…a serenidade, mas vivemos num turbilhão de emoções, principalmente negativas;
... a compreensão, mas é a incompreensão que vigora;
... a capacidade, mas constatamos a ausência dela;
... ser um porto seguro para alguém, mas na verdade transmitimos inconstância e pouca solidez;
... a luz, mas vivemos nas trevas;
... a concórdia e a harmonia, mas semeamos a discórdia, ainda que involuntariamente;
... a ponderação e reflexão antes de agir ou dizer algo, mas somos "pavio curto", ou "fervemos em pouca água"


Essa luta interior entre o que se idealiza e o que se realiza por vezes é tão desgastante que o estado do humor passa a ser constantemente depressivo, tendo como companheiros o desânimo e a frustração, embora uma força extra se interponha quando a situação atinge o limite do suportável, contra balançando, de forma a que, haja uma recuperação da esperança de conseguirmos retornar ao caminho, dando seguimento na luta pela realização das metas, estabelecidas anteriormente. Como nas ondas do mar ou numa montanha russa, uma sucessão de picos (paraíso) e depressões (inferno).

sábado, 17 de outubro de 2009

Coração...esse baú de emoções!

Coração… esse baú de emoções que cada pessoa carrega, um baú de emoções guardadas através do tempo. Por vezes algo faz com que esse baú abra-se espontaneamente e liberte algumas dessas emoções armazenadas, até mesmo esquecidas. Outras vezes somos nós próprios que sentimos necessidade de abrirmos esse baú deixando que as emoções, sejam libertadas e nos envolvam, modificando o momento que atravessamos. Há momentos em que esse baú encontra-se tão abarrotado de emoções que fica a ponto de explodir o que nos leva a buscarmos válvulas de escape que pode ser as lágrimas rolarem pelo rosto, recordar o momento passado, escrever sobre elas, bater papo (tomar um “porre” sem álcool, isto é falar o que se passa na mente, sem censura ou limitações) para aliviar essa pressão, mudando as emoções, criando novas e transferindo as velhas para outro compartimento, para uma espécie de arquivo morto.
No coração, baú das emoções, encontram-se as positivas, como as ditadas pelo amor, que nos fazem sorrir, chorar de felicidade e sonhar ou fantasiar, que nos impulsionam e causam motivação para viver, mas também encontram-se as negativas, ditadas pelas injustiças, revolta, mágoas, culpas que fazem as lágrimas rolarem de tristeza, dor, sofrimento, tirando a motivação e entusiasmo pela vida., no momento em que voltam a ser libertadas.

Existem emoções despertadas por acontecimentos fascinantes que nos fazem flutuar nas nuvens, como saber que alguém, passados muitos anos de distância, não só se lembra de nós, como revela que na altura em que se distanciaram nos amava. Saber que alguém, especialmente maravilhoso, não se esqueceu de nós é muito gratificante e já por si só nos faz flutuar, mas saber que alguém nos amou nos eleva de tal forma que, temos a sensação de flutuar ao invés de caminhar todas as vezes que recordamos o momento em que isso foi revelado, voltamos a ficar atónito, perplexos e novamente cresce dentro de nós, a sensação maravilhosa de sermos especial e abençoados por Deus.

Lembrar dessas emoções maravilhosas, quando estamos rodeados de emoções negativas, nos momentos em que nos sentimos tão "em baixo de forma", sufocados pela dor de uma injusta, da revolta, da tristeza profunda ou porque novos acontecimentos trazem à tona culpas que assumimos, que até possam não ter razão de existir na realidade, mas que nos fazem sentir um zero a esquerda, nos devolve a serenidade e nos faz sentir que pelo menos em algum momento nós fomos importantes e tivemos valor para alguém, mesmo que no fundo saibamos que esse alguém nos atribuiu um valor exagerado ditado pelo coração e não pela realidade.

Seria fantástico, uma preciosidade, se conseguíssemos encher o nosso "baú de emoções" somente com o amor e dele extrair só compreensão, justiça, respeito, tolerância, paciência, perdão e emoção positiva que nos faz flutuar sobre os problemas, os obstáculos, assim sendo os conflitos, as desigualdades, as injustiças sociais ou laborais e as guerras deixariam de existir sobre Terra.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Reunião de serviço... algumas, pura perda de tempo!

Para que servem as reuniões de serviço?
Supostamente para serem fornecidas as orientações técnicas, as orientações normativas e informativas, além de elaboração de estratégias e projectos a serem desenvolvidos e implementados. Tudo isso para que haja um bom desempenho das actividades ou funções pertinentes ao serviço e que estas sejam realizadas com qualidade, eficiência e eficácia.
Lamentavelmente, não é isso que aconteceu nas reuniões participadas ao longo da vida. Essas reuniões acabaram sendo hostis, um “lavar roupa suja” que em nada contribuíram para o desenvolvimento e o aprimoramento dos profissionais e nem do serviço em si, apenas criaram um ambiente desagradável de desconfiança, hostilidade, conflituoso. As propostas bem como as estratégias foram apresentadas de forma caótica, sem estruturação, sem bases sólidas, normalmente uma casa começa-se pelo placa e o arcabouço de sustentação e por fim o telhado, porém, o que se tem visto nessas reuniões é que começa-se pelo telhado, depois os pilares de sustentação e por fim a base. É um arrumar tudo “para a fotografia” ou então “varrer a sujeira para debaixo do tapete” para que não esteja visível.
Lamentavelmente nessas reuniões todas as decisões, ordens superiores, todas as propostas e planos são transmitidas verbalmente e na hora em que surge algum problema, ninguém assume, consolidando a velha expressão: “filho feio não tem pai”. Se é uma empresa pública ou estatal, então parece que o quadro torna-se mais negro, a resposta é “são ordens superiores”, mas não está especificado de quem partiu e os funcionários têm que obedecer como carneirinhos, aceitando sem questionar, sem ver a sua aplicabilidade, ou se não implica consequências danosas para alguém ou para outra instituição, aqui coloca-se a questão: se existe uma “ordem” superior, não registrada em nenhum documento ou até mesmo que estivesse, que os funcionários deverão atirar-se pela janela, então todos um a um vão assim procedendo? Esse exemplo é um exagero, uma caricatura, mas aponta para que as coisas não devem ser aceitas sem questionar a sua isenção, correção, funcionalidade e aplicabilidade, vamos que um superior hierárquico seja movido por interesses pessoais, gananciosos, políticos, os funcionários ao aceitarem suas determinações estão sendo cúmplices, responderão pelos seus atos, embora “fiquem com a fama sem tirar proveito”.
Quando aceitamos as determinações superiores, sem questionarmos ou sem deixarmos vincada a nossa posição de não concordarmos com elas, estamos compactuando para que o que é errado ou incorreto, jamais seja corrigido, muito pelo contrário estamos contribuindo para que se perpetue. Lembrar sempre que tanto é chamado à responsabilidade de seus atos quem manda assim como quem executa.
Quando não concordarmos mas não tivermos alternativas, devemos deixar registrado na ata que não concorda com tal medida, orientação ou ordem dada hierarquicamente se for por escrito e assinada, caso seja verbal, devemos exigir que seja dado por escrito, devidamente assinada.
Devemos fazer a oração da serenidade, antes das decisões difíceis: “Senhor me dê serenidade para aceitar aquilo que não posso mudar, coragem para mudar o que posso mudar e sabedoria para discernir quando é um o outro”.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

O mendigo sábio!

A vida às vezes nos mostra o quanto corremos e fazemos as coisas tão mecânicamente que nem nos apercebemos de algumas nuances. Quantas vezes passamos por um mendigo/ um pedinte que estende a mão colocamos uma "moedinha" sem nem olharmos para ele quanto mais falarmos ou sorrirmos. Mas recentemente uma cena fez com que olhasse mais atentamente, porque ao colocar a moeda ouviu"Só faltava o seu", uma expressão diferente, que personalizou um gesto comum, nesse momento estabeleceu-se uma interação, que fez com que reparasse no bonito sorriso daquele ser humano iluminando seu rosto que estava em condições precárias de higiene, mas nem por isso deixou de acrescentar "tristezas não pagam dívidas" e continuou você para estar de preto deve estar triste, mas o passado passou tem que olhar para frente, para a vida", nesse momento foi impossível impedir que uma lágrima rolasse pela face misturando-se ao sorriso, acompanhando um "obrigado" porque essas simples, mas sábias palavras, tocaram fundo. O desejo era de reencontrar esse pedinte, convidá-lo para uma refeição e conversar, ouvir a sua história, mas nunca mais esteve no sítio aonde esteve.

Essa cena fez recordar o livro "Saga de um Pensador" de Augusto Cury, onde descreve o encontro do personagem central, Marco Polo, um estudante do 1º ano de medicina com um mendigo, um filósofo, que fora um homem bem conceituado na sociedade, que lhe mostra o outro lado que não vemos quando olhamos para um mendigo/pedinte/ um sem abrigo. Além de em outra parte, descrever a chocante revelação do cadáver de um indigente que estava sendo dissecado no teatro anatômico, ser um professor afamado daquela faculdade, cujo retrato estava justamente colocado na parede desse teatro anatômico. Mostrando o respeito que se deve ter para com os outros independentemente de ser uma pessoa encontrada na rua ou ser alguém conceituado e de grande prestígio social.

Essa cena também fez recordar e mostrar que a condição social não traduz felicidade, alegria ou sabedoria, às vezes encontramos um sorriso no rosto daquele que aparentemente é um miserável e que não teria motivos para sorrir e outras vezes encontramos pessoas que são ricas, têm tudo que o dinheiro possa comprar, mas nem se quer um esboço de sorriso conseguimos ver em seu rosto. Assim como encontramos sabedoria nas pessoas que não são letradas e não encontramos essa mesma sabedoria nos catedráticos, nos "supra sumos" do conhecimento.

Isto deveria levar a que refletíssemos mais sobre a nossa maneira de estarmos na vida, de não super valorizarmos as aparências e não super dimensionarmos os problemas ou o ter e valorizarmos gestos simples como um sorriso, um carinho, um abraço, uma palavra, que pode fazer toda a diferença para alguém em determinado momento, em especial quando atravessa um período difícil e até mesmo esteja à beira de um abismo, desnorteado, desesperado ou desesperançado. E quando dermos uma esmola a alguém que o nosso gesto seja de amor e respeito para aquele que tem menos haveres do que nós e não um gesto autômato ou de superioridade em relação ao outro, que muitas vezes é pobre no ter, mas é rico no ser.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Derrapagens da vida....espinhos no mar de rosas!

A vida aparenta-se para alguns como um mar de rosas e para outros como um mar de espinhos. Essa desigualdade nem sempre corresponde á realidade. Há pessoas que parecem tropeçar em problemas, e atrair o azar para junto de si, há outras que parecem que não têm problemas, que a sorte as bafeja e o azar nunca as atingem.
Mas será assim tão linear, de um lado pessoas com sorte e do outro, pessoas sem sorte? Não parece que seja assim, embora, possam existir pessoas que conquistam suas metas com menos esforços e outras com mais, mas isso é inerente às características individuais de cada um e como cada um reage e age frente aos obstáculos da vida. Exemplo disso é a notícia recentemente divulgada na comunicação social a cerca de um número elevado de suicídios de funcionários de uma empresa de telecomunicações na França tendo como origem o clima de stress face a estratégia administrativa implantando o regime de mobilização do s funcionários. O clima de tensão e de stress existente no ambiente de trabalho pode gerar uma tensão psicológica tão elevada que, alguns não conseguem suportar, mas isso está relacionado justamente com as características de cada um, caso contrário o número de suicídios seria em maior número. Todos os funcionários estiveram submetidos ao mesmo clima, mas nem todos foram atingidos de forma fatal., aqui entra a forma individual de cada um lidar com o stress, daí acharmos que alguns são uns azarados e os outros uns felizardos, achando que estes não tiveram obstáculos e que aqueles esbarraram em todos os obstáculos, mas não tem haver com o ter ou não obstáculos e sim como a forma com que se encara os mesmos..



Houve um período na vida em que a frase: “dia de muito véspera de nada” foi muito utilizada, assim como a expressão “ sou azarada, tudo me acontece”, mas cada vez que essas expressões eram utilizadas, parece que mais tinham que ser pronunciadas, até que um dia esse círculo vicioso foi quebrado, através da modificação das expressões: “dia de muito, véspera de muito mais”, substituição da palavra azar para falta de sorte, parecendo que não azar é mais “pesado” do que falta de sorte e a pergunta “que mais falta acontecer?” na sequência de acontecimentos menos favoráveis uma forma de desafio provocatório expressando um grito de desabafo, achando que tudo de ruim já teria esgotado, mas não, essa pergunta não deve ser feita nesse momento, porque sempre pode acontecer algo mais atraído justamente por essa onda negativa instalada.
Porém recentemente houve a tentação de fazer a pergunta numa sequência de episódios desagradáveis num dia só (queda absurda, roubo dos documentos e dinheiro) e de achar que havia uma maré de azar, quando 1 semana depois., se é confrontado com uma situação desfavorável de mudanças radicais em termos laborais no regresso de férias. Apesar disso tudo a expressão não foi dita e a pergunta não foi feita, é claro que no momento há uma explosão de sentimentos de raiva, cólera, revolta, expressando a nossa mágoa e o ferimento profundo que atingiu o âmago do nosso ser, as derrapagens ao longo da vida desfilam no horizonte e vemos que poucas pessoas ou talvez ninguém tenha se apercebido delas e nos olhos como se não tivéssemos tido nenhum obstáculo na vida.
Vendo esses contraste das derrapagens que sofremos no passado, que deixaram marcas nas entranhas do nosso ser, mas que externamente são pouco perceptíveis, uma força interior impulsiona a que nos levantemos do chão em que nos encontramos no presente, sacudamos a poeira, arregacemos as mangas e vamos à luta e tentar reverter em nosso favor, ou minorar os prejuízos, por um lado juntando os pedacinhos que ficaram espalhados no chão”, por outro lado tentar organizar e por ordem ao caos, a bagunça e a desordem com que foi confrontado. Não adianta ficar num canto “lambendo ferida” sentindo-se vítima ou coitadinho (mesmo porque “coitadinho é filho de ratinho que nasce peladinho”, conforme a expressão aprendida e usada na Cidade Maravilhosa) .


As derrapagens (obstáculos) da vida nada mais são que os espinhos no mar de rosas, que por mais contracenso que possa parecer nos protegem e nos fortalecem para enfrentar os obstáculos maiores e nos permitem desabrochar no jardim, por vezes deserto árido da vida.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Profissão...uma manifestação de Deus!

Se todos decidissem ser missionário ou apóstolo de Cristo como seria?
Na Doutrina Católica aprendermos que Jesus nos convida a segui-lo, isso não significa que todos deveriam deixar a sua vida literalmente para o fazê-lo, deveríamos sim fazer da nossa vida o caminho que leva até Ele. Existe uma música cantada pelo coro de uma igreja que diz: "Deus precisa de ti amigo...Deus precisa do teu olhar...Deus precisa das tuas mãos..." que mostra que Deus manifesta-se através de nós:
Dá-nos a cura das doenças através dos cientistas, médicos, dentista, psicólogos, enfermeiros fisioterapeutas, e nuticionistas;
Dá-nos um teto através dos engenheiros, pedreiros, carpinteiros, ferreiros, pintores;
Dá-nos conforto material através dos arquitectos, decoradores; Dos vendedores e revendedores; Dá-nos conforto espiritual através dos padres, missionários, religiosos, dos amigos;
Dá-nos o que comer e o que beber através da natureza, dos agricultores ou lavradores, dos agrônomos;
Dá-nos riqueza através dos recursos naturais, geridos pelos economistas e gestores, extraídos pelos mineiros, garimpeiros;
Dá-nos ensinamentos através dos professores, catequistas, missionários;
Dá-nos limpeza através dos lixeiros, garis, faixineiros;
Dá-nos distração, divertimento, passatempo, através dos atores, cantores, compositores, roteiristas, dramaturgos, coreógrafos;
Dá-nos beleza através da natureza, do artista, escultor, pintor, desenhador, fotógrafo, maquiador, esteticista;
Dá-nos o que vestir através da natureza, dos costureiros, do estilista, do sapateiro;
Dá-nos informação, comunicação através do rádio, televisão, computadores, dos jornalistas, do marketing, dos administrativos;
Dá-nos justiça e proteção através dos juristas, advogados, magistrados, agentes policiais e bombeiros;
Dá-nos transporte através dos operários que fabricam carros, navios, avião, trem, dos respectivos condutores: maquinistas, pilotos, motoristas, comandantes e respectiva tripulação;

Todos nós ao nascer recebemos pelo menos um dom, uma habilidade, uma vocação para aprender, praticar, viver e nos tornarmos as mãos, os braços, as pernas, os ouvidos, os olhos, a boca, o coração e a mente de Deus, na dimensão terrena.

Devemos nos lembrar sempre que cada profissional é o representante de Deus no seu ramo de atividade e que esta deveria ter como base o amor, quando isso se dá então literalmente estamos seguindo Jesus Cristo e que Deus nos espera de braços abertos, no fim da caminhada, quando o crepúsculo da vida chegar.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Ferias momentos de relaxamento...ou sera que nao?

As férias representam o encontro com o nosso eu interior distanciado pelo corre-corre da vida com suas preocupações, suas tensões, pela rotina enfadonha que cada dia encerra, cimentando dia após dia as frustrações, os problemas que não foram solucionados, as decepções sofridas, os fracassos, derrotas e o tropeço que tivemos.
Contudo nem sempre as ferias proporcionam o relaxamento, a descontraçao e as condições favoráveis para que possamos nos reencontrar, reequilibrar a nossa energia vital ou recarregar a nossa bateria para voltarmos ao nosso dia-a-dia, ou quando proporciona, por vezes um dia e suficiente para por por terra tudo que alcançamos no período de ferias, como aconteceu no penúltimo dia das ferias planejadas (parte delas): uma queda absurda, (sem haver tropeço, estando com os pés na areia mas sobre uma superfície lisa e solida, sem escorregar, sem ter sentido tontura ou vertigem, sem que houvesse pressas ou distraçao) ao encostar numa pedra a beira-mar, que estava fixa na areia, seca, sem nenhum obstáculo (foto assinalada com um circulo), no momento a sensação de ter sido empurrada por mãos invisíveis e ao mesmo tempo amparada por outras mãos invisíveis que amortizaram a queda (apesar de cair com o abdome e tórax sobre outra pedra menor que estava ao lado, os únicos ferimentos cingiram-se a uma abrasão na região palmar de 3 dedos e na extremidade inferior da perna oposta), algumas horas depois, num grande shopping ao chegar na caixa de uma loja para pagar a mercadoria, a carteira contendo o dinheiro e todos os documentos, incluindo o cartão multibanco, desapareceu da bolsa, impossibilitando não só de efetuar a compra, como causando o transtorno de ter que pedir para trocar o cheque, num sábado, para poder fazer o check-out do hotel.

Esses dois fatos e as consequencias decorrentes deles, por mais que houvesse descontraçao e relaxamento obtidos em cenários maravilhosos de beleza ímpar recheados de muita emoção, nos dias anteriores, estes tenderiam a desaparecer, dando lugar a perplexidade, preocupação, revolta, enfim, a perda da serenidade e paz interior alcançada. Isso poria em causa as ferias, mas graças a Deus, não aconteceu, porque, Ele sempre nos abre uma janela quando a porta se fecha, esse dia (para esquecer) aconteceu no meio das ferias, como tal ainda restam alguns dias para recuperar o que foi perdido:
*Em termos materiais (tirando novos documentos, providenciando novo cartão de debito)
* Em termos de serenidade, de paz interior (junto ao mar, mesmo com clima menos propicio com dias cinzentos e menos quentes, porque assim há menos pessoas, menos barulho e confusão), criando condições propicias para o encontro com o nosso eu interior distanciado, confirmando que as ferias, apesar dos pesares, foram momentos de lazer, prazer, beleza, relaxamento e de reequilíbrio energético para poder enfrentar novamente o dia-a-dia desgastante ate as próximas férias.