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quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Crítica...uma projeçao do Eu!

Uma pessoa que vive fazendo críticas, na verdade pode ser porque:
1- Talvez esteja de olhos postos na perfeição e como tal tudo que observa, mesmo um detalhe insignificante pode depor contra a perfeição. Não que ela seja perfeita, seja infalível ou que faria melhor se fosse ela a fazer, ou querendo demonstrar que é melhor do que os outros, apenas está olhando com olhos de ver, de acordo com os seus padrões de beleza, de correção e de perfeição. Porém pode ser alguém que seja o mais imperfeito dos seres humanos.
2- Talvez seja uma pessoa invejosa sem capacidade, condições ou oportunidades de realizar alguma coisa e por isso desdenha daquilo que os outros fazem para tentar diminuir o outro e assim não sobressair a sua incapacidade.
3- Talvez seja como a fábula da raposa e das uvas de Lafontaine, como não consegue alcançar tira o mérito colocando defeitos aonde não existem.
4- Talvez seja uma pessoa ferida, magoada ou revoltada que projeta essa revolta e mágoa interior para o mundo, talvez de forma inconsciente, como se quisesse que o mundo sentisse o mesmo que está sentindo.
5- Talvez seja a “arma” que uma pessoa usa para sobressair e chamar atenção sobre si mesmo, quando não o consegue por mérito seu.

Seja como for, uma crítica só tem valor se for construtiva, se for para:
...Acrescentar algo positivo;
...Transformar o imperfeito em perfeito;
...Uma chamada de atenção sinalizando o erro para que possa ser corrigido; independente da pessoa que critica fazer melhor ou pior.
...Mostrar aquilo que observou e que passou despercebidos aos outros e ao próprio que foi alvo da crítica, no sentido de melhorar.
...Buscar a perfeição, independente de receber fama, reconhecimento ou de ser alvo de retaliações ou punições.

Ao criticarmos algo ou alguém deveremos pensar com que objetivo estamos criticando e se faríamos melhor se estivéssemos nas mesmas condições daquele que ora criticamos, além de termos a solução alternativa para aquilo que estamos ressaltando.

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