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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Universalidade do Amor

Ainda o amor… e na sequência das suas três expressões, em especial na sua característica Universal, recentemente recebi um mail contendo várias fotos envolvendo gestos de ternura e carinho entre filhotes de animais, nomeadamente cachorrinhos e gatinhos, por si só qualquer bebê humano ou não já é fofinho e desperta ternura dentro do nosso coração, porém junto vinha uma foto emocionante na sequência de um episódio de incêndio: Um fotógrafo presenciou a atuação de um bombeiro salvando uma cadela Doberman, grávida da casa em chamas e notou que a cadela observava o bombeiro, quando este parou para descansar ela se aproximou e manifestou seu agradecimento, conforme mostra a foto. Um gesto de amor trocado entre um animal tido com irracional e o Homem.
Recentemente no “Sinapse Moderna”, seu autor colocou um vídeo mostrando uma entrevista com o Padre Marcelo Rossi, onde dizia que diante de um cão desviava o olhar e elevava em forma de Prece a Deus e que o cão não atacava, porém algum tempo depois aparece com o olho tapado porque fora atacado pelo cão da família, por questão de comida. Essa imagem e outras chocantes contrastam com a imagem de ternura de uma cadela que demonstra gratidão por aquele que a salvou juntamente com a sua prole que ainda não nascera.
O ser humano tem a tendência de considerar os animais como irracionais, digo considerar, porque tenho dúvidas a cerca de alguns animais não serem capazes de raciocinar, isso a propósito de ter presenciado um momento em que uma gata, na sequência de uma brincadeira de ir apanhar um objeto, mostrou ter parado e raciocinado antes de agir, quando alterei o lugar do objeto que até então era sempre no mesmo sítio com a finalidade única de fazer exercícios saltando os obstáculos, porque ela havia sofrido uma fratura numa das patas, ao mudar de sítio, as dificuldades aumentaram, a gata parou olhou nas duas direções possíveis e depois optou por um caminho diferente daquele que fizera antes.
Os animais tido como irracionais também são considerados como incapazes de ter sentimentos, novamente, tenho dúvidas a cerca desse considerar, porque ao longo do caminho tenho presenciado cenas de carinho, lealdade, fidelidade, gratidão, amizade dos animais entre si e pelos Homens, independentemente de serem ou não seus donos, inclusive tivemos uma cadela, que por incrível que possa parecer, sorria para a minha mãe (só para ela, talvez porque fosse ela que lhe colocava a comida), também tenho presente a imagem de um cachorrinho que tinha uma expressão triste em que pela primeira vez apliquei Reiki em público (embora discretamente sem que ninguém percebesse) e quando terminei o cachorrinho lambeu a minha mão e a sua expressão já não era de tristeza, esse comportamento deixou comovida, emocionada, naquele momento existiu uma sintonia, que causou uma sensação tão maravilhosa, mas difícil de ser descrita.
Estes são alguns dos muitos exemplos, que provavelmente muitas pessoas já tenham presenciado ou vivenciado que mostram a grandeza, a Universalidade do amor, que transpõe a fronteira do racional ou o limiar da razão .

2 comentários:

Igor Carneiro disse...

Que coisa!? Para de me fazer indicar livros!!!

Eu vou te indicar outro que te faria refletir um pouco, além de outras coisas, sobre o que você mesma escreveu.

O Irmão de Assis, do Frei Inácio Larrañaga.

É ele mesmo, São Francisco, que iria gostar bastante do que você escreveu!

Sim... a árvore de que falava era o amor, sendo o amor romântico, esponsal.

Muito obrigado por tudo.

Abraço!

Céu disse...

Obrigada pelo seu comentário Igor!
Obrigada pela indicação do livro,foi transmissão de pensamento,mas que deixarei para explicar isso no próximo texto que surgiu neste momento enquanto escrevia.
Que maravilha a forma como falou do amor romântico, esponsal (aprendi mais um vocàbulo, desconhecia este termo,obrigada) utilizando uma parábola tendo a árvore como protagonista, quando li seu texto a primeira vez, confesso que pensei que pudesse estar se referindo ao amor, porém descartei essa hipótese achando que estava sob a influência do seu comentário e da resposta que acabara de escrever minutos antes de ler o texto.
Não percebi o porquê do "muito obrigado por tudo"?
Um abraço