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segunda-feira, 2 de maio de 2011

Alternância de emoções em simultâneo...talvez seja uma predisposição genética

As emoções brotam como as flores na primavera, nem a distância, nem as "nuvens pretas" conseguem impedir ou bloquear. O que não deixa de ser intrigante, já que o corpo, a mente e o espírito estão interligados, interelacionados, intersubordinados, como as emoções brotam de forma autônoma ou independente, quando a razão tenta travá-la, o físico não está na sua melhor performance e existem outras emoções que desencadeiam lágrimas de tristeza de uma dor profunda que afora em determinados dias ou determinadas épocas, como esta quando o dia das mães se aproxima.
Como é possível haver uma dissociação de emoções e sensações, num mesmo ser?

Como é possível parte de nós estar profundamente triste e a outra parte flutuar de felicidade? Como é possível coexistir nuvens pretas carregadas num céu azul límpido, ensolarado com um Arco-Iris?

Que segredos ou mitérios estão encriptados na nossa mente e no nosso espírito que a nossa razão não consegue descodificar?

Que mecanismo faz com que haja essa dicotomia de emoções e sensações diametralmente opostas?

Será que todos possuem essa dicotomia? Será que isso faz parte do código genético de algumas pessoas?

Recentemente houve um relato informativo a cerca de um estudo de genética onde parece existir o "gen da felicidade" {Foi descoberto em Londres o gene da felicidade: segundo o investigador Jan-Emmanuel de Neve, o gene 5-HTT regula o transporte de serotonina, um químico que associa o sentimento de bem-estar ao cérebro. Assim, quem tem a variante mais longa deste tipo de gene tem tendência a viver mais feliz.este estudo revela ainda que cada pessoa desenvolve duas variantes do gene: a mais longa permite uma libertação e uma reciclagem melhor da serotonina, em comparação com a variante mais pequena=>http://www.dn.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=1848762&seccao=Sa%FAde) (No código genético humano, as possíveis combinações são “longo-longo” (muitos transportadores de serotonina), “longo-curto” (número médio de transportadores) ou “curto-curto” (poucos transportadores). Cada elemento dos pares vem da mãe ou do pai..)}
http://www.examenews.com/tecnologia/ciencia/noticias/cientistas-descobrem-o-gene-da-felicidade

Se realmente for provada a existência desse gene, então talvez poderá existir um gene da tristeza e ir mais além, talvez a dicotomia ou alternância de emoções em simultâneo possa ser uma predisposição genética, podendo correr pela expressão em simultâneo dos dois genes, ou haver a conjugação das variantes curtas ou longas de um ou de ambos os genes.

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