Sua visita me deixou muito feliz...

Sua visita me deixou  muito feliz...

sábado, 31 de dezembro de 2011

Ano Novo a Esperança chegou...mas fugiu temporariamente!

Ano novo a Esperança chegou... mas já se mostrou fujona, mais uma fuga a sua 3ª, desta vez "furando a cerca", que fora reforçada aquando da 1ª fuga, só que desta vez as portas e janelas estavam abertas, mas ela não procurava a liberdade total, talvez a companhia do canário ou quem sabe tentar atacá-lo uma vez que seu tamanho é superior ao dele, porque foi encontrada em ima da gaiola do mesmo, porém depois retornou para a sua "cela", para novamente entrar no comedouro e espalhar toda a comida, um sinal de protesto? demonstrando seu descontentamento e rebeldia?
Será mesmo que os animais (neste caso passarinhos) tem atitudes e comportamentos semelhantes aos humanos? ou somos nós, humanos, que lhe atribuímos as nossas caracterísiticas, comparando seu comportamento, vendo as semelhanças existentes, traçando um paralelismo com o nosso comportamento ou atitudes?

Nos relatos de reportagens como "National Geographic" BBC Vida Selvagem, o pesquisador de certas espécies quando narra suas pesquisas, observações, enfim o estudo objeto do seu trabalho, o faz como se estivesse falando de um grupo de seres humanos, do seus comportamentos, suas atitudes, acabamos por esquecer que a narrativa é de um animal selvagem ou doméstico, supostamente irracional.

Engraçado, essa interrogação a cerca de ser real ou ser atribuído atitudes e comportamento dos seres humanos aos animais, supostamente irracionais, faz lembrar uma afirmação que ouvi em criança: "os animais não riem, os únicos animais que o fazem são as hienas", mas curiosamente tinha uma cadela que ao ver a minha mãe, abanou o rabo e inclinou o pescoço para o lado e literalmente sorriu, isso na altura em que a minha mãe regressou de uma intervenção cirúrgica e portanto estivera ausente alguns dias, portanto manifestando 2 reações emocionais comum aos seres humanos: alegria por rever alguém de quem gostava e ao mesmo tempo a expressão da saudade que sentiu pela ausência desse alguém, que era quem lhe colocava a comida. Dessa recordação outras cenas se surgem:a de uma outra cadela que tinha uma animosidade com a cadelinha que veio posteriormente, já que esta não só comia-lhe a comida como corria atrás e mordia-lhe o rabo, arrancando novelos de pelo, pelos vistos na brincadeira e atrevimento da "juventude", mas quando a cadelinha estava muito doente, a cadela aproximou-se "pata ante pata", cabisbaixa, silenciosa, olhou para a cadelinha e cheirou-a, voltando em seguida "pata ante pata" como que prestando solidaridade sem querer incomodar e soubesse que o fim daquela criaturinha se aproximava;

Outra cena, esta mostrando gratidão, foi quando , também envolvendo um cachorrinho que fora abandonado e uma funcionária na universidade encontrara e o trouxera naquele momento, sem que ninguém soubesse, como ele estava com uma expressão tão triste, Aproximei-me e colocando as mãos próximas dele, mas sem tocá-lo, apliquei-lhe Reiki, logo após, o cachorrinho lambeu-me as mãos, como se estivesse agradecendo e realmente a sua expressão já não denotava tristeza e sim vivacidade;

Mais uma cena a envolver um cãozinho, desta vez um filhotinho que as minhas afilhadas compraram em substituição ao cão companheiro de muitos anos, que morrera atropelado, porém ele era hiperativo, parecia que a "pilha" não acabava, talvez por isso fosse mais arisco, menos dócil, brincando com ele, ele arranhou-me com o dente, porém quando lhe mostrei o ferimento e lhe disse "está vendo o que fizeste?" ele imediatamente lambeu o local, como se estivesse pedindo desculpas. Passado algum tempo depois, tornei a mostrar-lhe e dizer a mesma frase, ele novamente teve a mesma atitude.

Essas foram as cenas que vi e senti, porém existem muitas outras que são reveladas através de imagens postas na Internet, uma delas inclusive já colocada neste "cantinho" de uma cadela "beijando" (lambendo) um bombeiro, quando este estava cansado, após ter controlado o incêndio e justamente ter salvo essa cadela, como se lhe tivesse demonstrando a gratidão por ele a ter salvo e como se o estivesse recompensando pelo trabalho exaustivo que o deixara cansado.

Contudo a interrogação permanece, os animais, classificados como irracionais, tem comportamentos e atitudes semelhantes aos seres, dito racionais, ou são os seres humanos que fazem uma transferência ou projeção para o animal, atribuindo os sentimentos, emoções, atitudes e comportamentos que são próprios ou inerentes ao ser humano?

31 de Dezembro, final do ano é tempo...

Final do ano é tempo....

...De fazer um "balanço" do ano que passou, uma retrospectiva dos acontecimentos que marcaram a nossa vida durante este ano que se finda.

...Para refletimos sobre as nossas metas, nossos planos, nossos sonhos, que conseguimos alcançar e o que não conseguimos alcançar.

... De rever as lutas que travamos, os obstáculos que tivemos que enfrentar, contornar e vencer.

...para refazer os planos, corrigir as falhas que impediram que os planos anteriores se concretizassem, que impediram o atingimento das metas traçadas ou a realização de um sonho.

...para promessas que pretendemos cumprir no ano novo vindouro.

...Para agradecermos tudo que conseguimos ao longo desse ano: saúde, trabalho, amor, sucesso, emoções fortes, (sentidas experimentadas ou criadas), carinho que recebemos, ajuda que tivemos dos amigos, quando pedimos e mesmo sem que pedíssemos, projetos desenvolvidos, metas alcançadas, sonhos realizados, mensagens que recebemos, algumas nos momentos em que mais precisamos de alento, o bálsamo e brisas refrescantes que recebemos ao atravessarmos os desertos áridos da vida; Os estímulos e incentivos que nos impulsionaram no nosso caminhar, a energia que nos fez recuperar das quedas sofridas ao longo do caminho e seguir em frente. As experiências que vivemos e as lições que delas aprendemos, principalmente aquelas em que nos foram desfavoráveis.

Adeus Ano Velho! Obrigada por todas as emoções que trouxe, mesmo que nem todas despertassem sorrisos, mas sim lágrimas. Seja bem vindo 2012!

Obrigada meu Deus porque permitiu que eu vivesse mais uma ano na companhia (próxima ou distante) daqueles que amo, por tudo que vivi e experimentei este ano, pela bênção de ter tido saúde e um emprego que além de me fornecer condições de atender minhas necessidades básicas, também me deu condições de ser útil na sociedade e poder ajudar aos outros, por fim, obrigada pelo privilégio de viver o amor em todas as suas vertentes (Amor Eros, Amor Amizade), e sentir a sua plenitude (incondicional) expresso ou demonstrado no seu amor por mim que esteve sempre comigo em todos os momentos, mesmo naqueles que em que eu não percebi e achei que tinha se afastado, nos momentos de revolta diante das contrariedades surgidas.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

"Ferver em pouca água"...uma expressão popular sob medida

A Língua Portuguesa é rica em expressões populares, algumas delas parecem ser sob medida, como é o caso de "ferver em pouca água" e "pavio curto".

O que significa "ferver em pouca água", literalmente, ou melhor, popularmente falando significa irritar-se facilmente ou por motivos insignificantes.

Encontrei este artigo no site

http://www.stum.com.br/conteudo/conteudo.asp?id=02254 que vou comentando à luz de ser eu mesma "pavio curto":

O pavio curto é aquele que facilmente "explode" é o famoso "tolerância zero". A pessoa que age como um pavio curto na vida, é na verdade comparável a uma criança mimada grande, que nega-se a aceitar seus próprios limites e os limites dos outros faltando com o respeito a si e aos demais.

Este trecho pode fornecer bases teóricas para o "pavio curto", porém na percepção de mim mesmo como "pavio curto" estas não se aplicam porque a minha "tolerância zero" se manifesta perante uma injustiça, quer de alguém para com terceiros, incluindo maus tratos aos mais indefesos, nomeadamente contra os animais dito irracionais, quer de alguém para mim ou perante algo que não está correto ou ainda quando a razão está do meu lado e alguém a tira. Aqui reside a diferença: uma criança mimada está agindo unicamente em função do seu egoísmo e egocentrismo e não em função do que é certo e errado ou das injustiças, justamente duas condições que estão no agir da criança mimada, isto é não tem razão e elas próprias estão cometendo injustiças, o que não é o que acontece comigo.

Enquanto bebês, precisamos da sensação de onipotência oferecida por nossa mãe ou cuidadores. Essa sensação é resultante de termos o que precisamos, no momento que precisamos. O bebê tem fome e recebe o alimento , tem frio e é acolhido, tudo isso num ritmo que o faz pensar que tudo faz parte dele, tanto a fome como o alimento. Essa sensação primária de onipotência é extremamente importante e ajuda o bebê em seu desenvolvimento e na formação de sua identidade emocional.

Este trecho correlaciona onipotência da criança como se o "pavio curto" resultasse da crença continuada dessa onipotencência na vida adulta. É fato que a criança percebe-se como sendo onipotente, isso torna-se mais pronunciado nas crianças mimadas porque os pais reforçam essa onipotência, principalmente em se tratando de filhos únicos, que ao menor desejo da criança fazem tudo para satisfazê-los, mesmo não tendo condição para o fazer, ou quando os pais passam muito tempo longe dos filhos e deixam-lhes fazer tudo ou dão-lhe tudo para compensar essa ausência e "aliviar a culpa". Porém por ser verdade isso não implica que seja a base teórica para o "pavio curto", pelo menos no meu caso isso não explica: tenho mais irmãos, meus pais lutaram com dificuldade, tínhamos uma mesa farta, mas não havia condições para "caprichos", quando podiam davam, quando não podiam não davam, nós sempre tivemos essa noção do sacrifício e fomos crescendo e vivendo dentro dos limites impostos quer em termos dos haveres, quer em termos dos príncipios ético morais que nossos pais nos transmitiram com a educação e formação que nos deram que foram norteadores no nosso desenvolvimento.

O "pavio curto" é na verdade alguém que tem dificuldade em aceitar seus limites e frustrações, não consegue lidar com eles, portanto grita primeiro numa desesperada tentativa de evitar a frustração. A nossa capacidade de tolerar frustração é a base da maturidade emocional principalmente porque nos dá a habilidade necessária para distinguir fantasia de realidade.

Pode ser mais uma base teórica para compreensão do "pavio curto", a frustração e a tentativa de evitá-la, concordo que a capacidade de lidar com as frustrações seja a base da maturidade emocional, mas não penso que no "pavio curto" não seja a tentativa de evitar a frustração e sim o "grito" dessa frustração. Se por exemplo há "tolerância zero" em relação a uma injustiça seja ela verbal ou gestual, ao "explodir" não é para evitar a frustração e sim talvez mostrando essa frustração.

O "pavio curto" agride o mundo numa desesperada tentativa de se defender, como se ele estivesse antecipando o ataque que acredita que receberá.

Pode até ser que em algumas situações as pessoas ataquem antes de serem atacada, porém penso que o "pavio curto" já terá sido atacado e por isso reage de forma explosiva.

Na vida adulta nos descobrimos interdependentes com o meio, precisamos nos relacionar para sobreviver, precisamos do outro e o outro de nós. A maturidade emocional se faz quando percebemos esta difícil e delicada inter-relação, pois para nos relacionarmos precisamos conhecer nossos limites e os limites do outro.

Sim há dificuldade na sobrevivência quando estamos isolados do mundo que nos rodeia, porém nem sempre isso é matemático, porque por vezes algumas pessoas que já interagiram com o meio em que viviam acabam por preferir isolarem-se justamente por não concordar com o que se passa a sua volta, por cansarem de "dar murro em ponta de faca" por ser uma voz perdida na multidão, mas que não significa que não tenho maturidade emocional, isto é que não saibam lidar com as frustrações, para se relacionar com os outros não é calar diante de uma injustiça ou de algo errado, isso é covardia, falsidade e não falta de maturidade emocional, a forma de "não calar " é que dita o grau de auto controle, auto disciplina para lidar com as injustiças, contrariedades ou para aceitar provocações, justamente aqui que entra o ser "pavio curto" ou não, pelo menos penso que seja assim no meu caso.

Uma pessoa de temperamento explosivo, pode aprender a utilizar essa sua energia à seu favor.

Aprender a transformar essa energia explosiva e reverter á nosso favor, isto é auto controle dirigido, foi um dos "ensinamentos" que aprendi há muitos anos com o meu "guru" mar, porém até hoje tento desenvolver, mas os resultados obtidos são poucos, é claro que já consegui reduzir para cerca de 60% em algumas situações, nomeadamente laborais, mas noutras, nomeadamente familiar, isso é muito lento, vai a "passos de caracol", ou "velocidade de tartaruga" ou ainda "movido à carvão", mas antes "gatinhar" do que ficar estático. Há um aspecto positivo, pelo menos há consciência do que fez ser "pavio curto" no momento, porém não houve o auto controle necessário para evitá-lo, um outro aspecto positivo de resultados, é que passado segundos há o conversar e o pedir desculpas pela "explosão momentânea".

"Pavio curto" pode ser a consequência de uma imaturidade emocional em alguns casos, mas na maioria dos casos é resultante de uma falta de auto controle, de equilíbrio e de auto disciplina ao lidar com as situações que vão contra os seus princípios, que ferem seus brios, ou são carregadas daquilo que não se aceita ou tolera, como injustiças por exemplo.

A reação explosiva instântanea da situação é o que considero ser "pavio curto", principalmente no meu caso, cuja solução me foi "ensinada" pelo mar, porém , por mais tentativas que se faça, por mais que se reflita e tenha percepção do que aconteceu, por mais que se vá exercitando o auto controle e a auto disciplina, tentando alcançar o equilibrio no dia a dia, chega um determinado momento em que parece haver um "fúria indomável" dentro da pessoa, que escapa ao controle da mente, sai bruscamente, de forma automática, sem que consiga ser impedida de sair, tão devastadora que faz estrago no exterior, mas o estrago maior é no interior, porque justamente foi atingir uma pessoa que amamos e que temos consciência de que não queríamos magoar, mesmo que essa pessoa nos tenha magoado. É como que tenhamos uma barril de pólvora dentro de nós e alguém de fora acende um fósforo, há uma explosão estrondosa, sem que tenhamos tempo de perceber o que se passou, embora tenhamos consciência de vermos o fósforo aceso e de termos motivos para explodir. Depois que a explosão acontece ficamos devastados porque todo o esforço que tínhamos empreendido anteriormente se desvaneceu, foi em vão e apesar de estarmos certos no nosso motivo, mas totalmente errados na expressão do mesmo, revelando o insucesso do esforço que fizemos, com o agravante de termos além de perder a razão que tínhamos, termos magoado quem não gostaríamos de magoar, que no final acaba por nem se aperceber de que estivera sem razão e que fora o culpado da explosão.

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

A Esperança fugiu novamente...

Puxa 3 dias depois de chegar, já teve 2 fugas?!?! desta vez foi assim que se abriu a porta da gaiola para ajeitar a comida, porque rebelde do jeito que era, contestadora, quando viu que fora travado a "janela" por onde fugia, espalhava a comida para fora do comedouro, logo fugiu, não foi para fora porque as portas e janelas estavam fechadas, mas entrou para um lugar de difícil acesso, uma aflição porque estava vendo o que ela ia fazer, entrar por uma caminho que não tinha como pegá-la e não poder impedir, e com uma expressão daquelas típicas de desenho animado, do tipo Tom e Jerry ou Frajola e Piu-Piu, quando a "presa" vai desarmar uma armadilha que terá consequencias para o predador, foi assim mesmo, ela entrando no "túnel" formado entre alguns móveis armazenados de cabeça levantada e dando "passos decididos" em frente... diante do meu desespero por nada poder fazer e a preocupação que ela ficasse "entalada", que lhe faltasse oxigênio, que fazer? toca a tirar todos os móveis para depois concluir que ela não mais se encontrava ali, estava no meio dos fios atrás do computador (talvez quisesse "mandar" alguma mensagem!), conseguiu agarrá-la pelo rabo, mas como ela se debateu e achando que poderia estar machucando soltei-a, ela esvoaçou, perdi-a de vista, mas senti que tinha parado a meio do salão, já estava cansada quer por ter que arrumar os móveis novamente, quer pela preocupação que ela se ferisse, resolvi buscar a ajuda da radiestesia e consegui localizá-la sob uma poltrona, depois foi só "enxotá-la e o meu pai jogou um casaco por cima e foi reconduzida a "cela".

Como pode uma criaturinha tão pequena dar tanto trabalho e cansaço??? mas parece que o nome foi bem escolhido, porque ter esperança também requer algum trabalho mental para manter-se na luta quando as evidências nos são desfavoráveis, desmotivantes ou frustantes e gera por vezes cansaço.

Dias seguintes ao Natal...momentos de emoção, diálogo entre a razão e a emoção

No dia seguinte ao Natal, primeira visita ao meu amigo Mar, como sempre momentos de sintonia com o Universo, momentos de relaxamento e descontração , que se seguem, após os momentos de confidência, desabafo e colocação das inquietações, que resultou das orientações, esclarecimentos recebidos.

Coincidência (será?) no dia segunte, um amigo "veio" através de um mail, exatamente como as informações e respostas obtidas no dia anterior, ou seja que ele estava bem e que entraria em contacto.

São essas "coincidências" que perturbam a razão que vem logo dando a "espetadinha" :Razão- "tudo não passa de coincidência, quando perguntas ao mar obténs a resposta que projetaste", e o diálogo entre a razão e a emoção começa a fluir:

Emoção-"mas coincidência ou não, é que fiz a pergunta obtive a resposta e esta realizou-se na prática, portanto como me explicas isso?"

Razão- "mera coincidência, o amigo iria te escrever porque estava na altura de o fazer"

Emoção- "mas isso não explica no dia anterior saber que entraria em contacto"

Razão- "claro que explica, fizeste a pergunta no dia anterior ao dia que sabias, pela dedução lógica que ele estaria prestes a te escrever "

Emoção- "podes estar certa, mas acredito que a nossa mente é capaz de entrar em sintonia com outras mentes e captarem as vibrações que emanam dos pensamentos descodificando-os na forma de sensações, mas que escapam ao teu controle e que os elementos da natureza, como o mar, são os veículos transmissores e também descodificadores da mensagem para aqueles que conseguem estar na mesma frequência de onda deles e assim não só tem a percepção da sensação recebida, como a sua expressão a nível da consciência , que neste caso sofre a tua interferência e regulação e aí tudo se complica, porque tu só acreditas no que vês e palpas, mas nem tudo que existe no Universo é palpável ou tocável".

Razão- "faz algum sentido isso que disseste, talvez seja preciso um maior aprofundamento, tentar lembrar que não existe só o sim ou o não existe o talvez, que não existe 100% em se tratando do ser humano, há que haver o benefício da dúvida, antes de dar o sim ou não, antes de dizer sim, neste caso à coincidência, usando somente o raciocínio lógico".

Emoção- "isso, mas desde que continues a exercer a tua função primordial de regulação, para garantires que haja equilíbrio e harmonia, entre mim, emoção e ti, razão, para que esteja bem definida a fronteira entre a realidade e a fantasia".

Puxa! Se um simples mail gerou essa "troca de domínios" entre a razão e a emoção é melhor não ir mais além,porque caso contrário como seria se fosse debruçar sobre as emoções e sensações despertadas durante e após a leitura do mesmo?

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Natal Mágico 2011

O chamado Natal Mágico surgiu em tempos quando quis aplicar o verdadeiro sentido do Natal, preparar o caminho para que o Menino Deus possa encontrar em nosso coração um cantinho acolhedor, livre das tensões, frustrações, mentiras invejas, ciúmes, maledicências, revolta, angústias, toda a energia negativa que vamos acumulando no dia a dia, que vão roubando a paz, a serenidade, a alegria e gratidão que tornam o coração menos acolhedor, amigo, solidário, e generoso, batendo fora do ritmo do amor.


Então foi divido em várias sessões:


1- "Pinheiro do coração" onde as pessoas teriam 2 "Árvores de Natal" de cristal com um bauzinho contendo bolas de enfeite e velas perfumadas com fragrância de baunilha, onde as pessoas (os familiares) iriam colocando uma bola em cada árvore, representando um pedido, um agradecimento pela bênção recebida ou uma promessa para o ano, isso diante do presépio e depois colocariam a vela no castiçal colocariam a ampulheta do tempo(para não esquecer de apagar a vela evitando possíveis acidentes, como incêndio) para que ficassem "conversando" com Deus olhando para a chama da vela.


2- "Pinheiro da Sabedoria" onde se alguém tivesse alguma coisa incomodando uma dúvida, pedisse o esclarecimento, através de formular uma pergunta que não implicasse uma resposta sim e não, depois girasse a "tômbola do bingo" contendo 64 bolas e visse o número, depois iria noutro bauzinho contendo o "baralho do I Ching" com os 64 hexagramas que compõe o I Ching" e fosse ver a resposta no hexagrama correspondente ao número saído.


3- "Pêndulo Mágico" (aplicação de alguns conhecimentos de radiestesia), um pêndulo pousado sobre uma base com um círculo dividido em metade Sim e metade Não, (ativado para essa finalidade e que poderia funcionar pelo deslocamento para o lado sim ou não consoante a resposta e/ou de acordo com o sentido horário para o não e anti horário para o sim, conforme a sua programação, caso fosse necessário a minha ajuda na interpretação da resposta), onde a pessoa faria uma pergunta cuja a resposta seria sim ou não.


4- "Chocomensagem dos anjos" uma fonte jorrando água (a água em movimento acalma é relaxante e ao mesmo tempo propicia uma maior interiorização) em volta da fonte, tabletes de chocolate, contendo anexado "mensagens dos anjos" (mensagens relativas aos diversos anjos, encontradas na Internet), onde a pessoa tiraria à sorte uma mensagem que os anjos teria para ela nesse momento, enquanto apreciava o "manjar negro dos deuses", o chocolate que segundo a história revela estimula o prazer e a sensação de bem estar e felicidade por conter ou desencadear a libertação do neuro transmissor serotonina que provoca esse efeito no organismo)


Apesar da intenção não parece ter surtido efeito, a família parece que "não entrou no clima". Foi feito para a família, mas quem se beneficiou fui eu, quer nos preparativos que foi motivante, que deixou um clima interior alegre, festivo, sereno, entusiasmante) quer na hora de participar (participação em todas as "estações").


Além disso no dia de Natal houve uma programação diferente: "Tarde de Lançamento" do livro "retrospectiva D'Alma: o Passado Presente, onde cada familiar que recebeu o livro como presente de Natal viria com o livro para que fosse feito a dedicatória, parecia realmente uma seção de autógrafos, no presente continha por fora o convite "a autora convida para o lançamento do livro no dia 25/12/2011 no "Salão Vip Natalício" das 16:45 às 17:15 ( a intenção era servir um "Chá Colonial" (cuja a bebida seria chocolate quente, outrora minha especialidade, com um bolo misto de pão de ló e folheado com recheio de chocolate, coberto com chocolate preto mesclado com chocolate branco, raspas de chocolate branco com a imagem da capa do livro que mandara confeccionar assim dessa forma personalizado, único), mas ficou só na intenção porque o almoço de Natal terminou muito próximo), tinha um poster (criado por mim) sobre o cavalete anunciando o evento, na hora marcada estava trajando o vestido que havia criado para o casamento da afilhada, mas que não fora aprovado e tirei a caneta de prata bordado em ouro que os pais me deram no final do curso e que utilizei para assinar o diploma (do curso que fora o sonho de uma vida) para assinar, foi só para fotografia, porque a dedicatória já estava escrita e fora transcrita mais tarde para que não demorasse muito, a família "entrou no clima" e foi muito legal, descontraído, acabando de vez com o clima pesado do almoço, em nada clima de Natal, que se formou causado pela decepção do assado não ter ficado como o desejado e a conta disso um familiar, ficou o tempo todo provocando, criando com isso um clima pesado.


Apesar dos pesares, foi um Natal Mágico... Entrei no "Reino da Fantasia" e por breves momentos transformei-me numa escritora célebre, na tarde de autógrafos do seu "Best Seller"

domingo, 25 de dezembro de 2011

O Natal chegou...

O Natal chegou trazendo por momentos a misteriosa magia do amor que nos faz acreditar por momentos que existe um mundo encantado onde nossos sonhos se realizam, em criança acreditamos que existe um homem com roupas vermelha e branca um cinto e botas pretas e um gorro vermelho e branco com um pompom branco na ponta, barba longa branca, cabelos brancos, rosto cheio, expressão de bondade no rosto e ternura no olhar, mora no Polo Norte. Papai Noel juntamente com seus assistentes, os duendes, fabricam presentes para oferecer às crianças que se comportaram e obedeceram os pais durante o ano. Os duendes, além de fabricarem presentes, trabalham também perto de nossas casas conhecendo o comportamento de cada criança e sua obediência com seus pais e para isso percorrem todo o mundo.Ao passar pelas casas, recolhem as cartinhas feitas pelas crianças, algumas pedem aos pais para escreverem, e as levam até o Papai Noel. De acordo com o comportamento visto pelo duende é que o Papai Noel concede ou não o presente pedido pela criança em sua cartinha.
Quando o pedido é concedido os duendes fabricam o presente e o Papai Noel pessoalmente se dirige até a casa de cada criança, na véspera de Natal, num trenó mágico puxado por renas, com um saco de brinquedos, e desce pela chaminé ou entra pela janela, assim deixa o presente debaixo da Árvore de Natal. Na Manhã de Natal o presente será encontrado na árvore com o nome de cada criança. "Curiosamente" todas recebem o que pediram como na música o"velhinho":


O Velhinho
Botei meu sapatinho

Na janela do quintal

Papai Noel deixou

Meu presente de Natal

Como é que Papai Noel

Não se esquece de ninguém
Seja rico ou seja pobre

O velhinho sempre vem

(Bis)

Como surgiu o Papai Noel?

Estudiosos afirmam que a figura do bom velhinho foi inspirada num bispo chamado Nicolau, que nasceu na Turquia em 280 d.C. O bispo, homem de bom coração, costumava ajudar as pessoas pobres, deixando saquinhos com moedas próximas às chaminés das casas.
Foi transformado em santo (São Nicolau) após várias pessoas relatarem milagres atribuídos a ele.
A associação da imagem de São Nicolau ao Natal aconteceu na Alemanha e espalhou-se pelo mundo em pouco tempo.Alguns anos depois, São Nicolau tornou-se bispo e, por esse motivo, passou a vestir roupas e chapéu vermelhos e barba branca. Depois de sua morte, a Igreja nomeou-o santo e, com o início das celebrações de Natal, o velhinho de barba branca e roupas vermelhas passou a fazer parte das festividades de fim de ano. Nos Estados Unidos ganhou o nome de Santa Claus, no Brasil de Papai Noel e em Portugal de Pai Natal;Father Christmas, Nikolaus, Julemanden, Babouschka, Perè Noel, Babbo Natale, Joulupukki, Sinterklaas.
Até o final do século XIX, o Papai Noel era representado com uma roupa de inverno na cor marrom ou verde escura. Em 1886, o cartunista alemão Thomas Nast criou uma nova imagem para o bom velhinho. A roupa nas cores vermelha e branca, com cinto preto, criada por Nast foi apresentada na revista Harper’s Weeklys neste mesmo ano.
Em 1931, uma campanha publicitária da Coca-Cola mostrou o Papai Noel com o mesmo figurino criado por Nast, que também eram as cores do refrigerante. A campanha publicitária fez um grande sucesso, ajudando a espalhar a nova imagem do Papai Noel pelo mundo.



Depois crescemos, essa magia desaparece e passamos a acreditar noutro "ícone" aquele que é o símbolo do Amor, o menino Deus, Jesus Cristo onde passamos (alguns, nem todos) não mais a esperar pela vinda do Papai Noel e sim a nos prepararmos para recebê-lo (de volta)no nosso coração, já que ao longo do ano nos afastamos Dele e às vezes até O expulsamos da nossa vida e do nosso coração.

Mas por momentos essa magia volta, dias atrás surgiu a lembrança de dois desses momentos, o primeiro foi quando a afilhada mais velha ao ver um embrulho inclinado na janela do quarto na Noite de Natal deu um gritinho " o Papai Noel", ver o presente (um grande embrulho inclinado na janela) e o gritinho dela, por uma fração de segundos parecia mesmo verdade. O outro foi com as sobrinhas que fomos ver na casa delas se o Papai Noel tinha passado, ao chegar, elas começaram a gritar super excitadas, quando viram os presentes na lareira por baixo da chaminé da casa delas, o ar ficou envolto numa onda de magia, novamente por fração de segundos, acreditei que fosse real. É sempre bom termos esses momentos mágicos, frutos do imaginário mundo mágico da infância.

Este Natal, como foi um ano de "flasback" de "balanço" da vida até agora e imbuída do desejo de ter e de proporcionar um Natal mágico aos familiares repleto de amor, harmonia, paz, mais espiritual , como deveria ser todo o Natal, durante os preparativos para o Natal Mágico, pensando na família reunida (apesar de incompleta, com menos 2 elementos, um deles ausência permanente, minha saudosa mãe) uma chama de alegria crescia dentro, a vontade de estar com cada um deles, até daqueles em que a relação esteve "chamuscada", fazia com que não sentisse o cansaço dos preparativos e nem o desânimo pelas situações profissionais e pessoais adversas vividas nos dia antecessores. Na véspera tudo parecia concorrer para que fosse realmente como o esperado, desejado e programado, na cozinha os preparativos decorriam num clima descontraído, alegre, harmonioso, na ceia esse clima permaneceu, depois parte foi à Missa do Galo, depois houve a troca de presentes. Mas no dia o clima "pesou", o almoço transcorreu num clima tenso, por pouco não era cancelado o evento programado (que será descrito noutro post juntamente com o "Natal Mágico"), pondo por terra toda aquela onda de alegria e entusiasmo sentida dias antes pela perspectiva de estar com eles e a desilusão de ter as expectativas frustradas.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Conclusão de uma etapa de vida...motivo de comemoração!

A vida é composta de muitas etapas, assim como no estudo. A cada etapa terminada há que celebrar, como é o caso neste momento em que a Engenheira Bianca concluiu com uma ótima classificação o seu Mestrado em Engenharia Biomédica. Por isso não poderia faltar um bolinho alusivo ao momento, confeccionado com o "manjar dos deuses", chocolate ;) e com as flores com a cor do curso para que esse momento fique bem marcado, pois é o culminar de uma etapa de sacrifícios, muito trabalho e dedicação, quiçá algumas renúncias, muito esforço por parte da pessoa, mas também dos pais, já que nem sempre a situação permite gastos extras de deslocação (transporte, moradia, etc...) para outros lugares afim de complementar o trabalho de investigação no âmbito dos intercâmbios.


Tim-Tim! um brinde de parabéns a Bianca pelo feito alcançado após a brilhante defesa da sua tese. Assim como um brinde aos pais que proporcionaram as condições necessárias para que pudesse se dedicar a essa etapa.





Que Deus ilumine o teu caminhar nessa nova etapa que se iniciará, que já começa com um dilema:





Entrar no mercado de trabalho ou avançar para a etapa seguinte na formação acadêmica, o Doutoramento?


Uma decisão difícil, por um lado o mercado de trabalho pode estar saturado ou não surgir oportunidade, por outro, há possibilidade de se continuar, no campo da investigação científica que nos é aliciante, mediante o bom desempenho na etapa que ora terminou. Se a decisão for a de seguir o Doutoramento demorará mais tempo a entrar no mercado de trabalho, quando for iniciar já passou da idade pedida e não terá a experiência que é exigida quando nos candidatamos a uma colocação no mercado de trabalho. Se a decisão for de ir tentar o mercado de trabalho, este pode estar saturado e não conseguir o lugar ao sol, terá perdido a oportunidade de se candidatar ao Doutoramento e não terá nenhuma e nem outra alternativa.


Se fosse olhar somente para o presente: Não temos rendimento, não temos um emprego e o Doutoramento concede uma bolsa correspondente ao salário inicial da profissão, a decisão penderia para candidatar ao Doutoramento, porém se for pensar que no final do Doutoramento podemos ou não conseguir a filiação à Universidade e se não conseguirmos, estaremos nesta situação de agora, sem emprego, sem rendimentos, sem experiência e a idade beirando o limite do requisitado, então talvez a decisão penderia para primeiro batalharmos por um lugar ao sol, sem perder de vista o projeto de realizar o Doutoramento noutra época e até noutro Departamento em que pudéssemos desenvolver um projecto que tenha surgido em função da actividade exercida.


Esta é uma decisão que cabe ao próprio, sem influências ou pressão externa, contudo se eu estivesse nessa situação, com as minhas características, com a experiência acumulada em termos de avanço nas etapas acadêmicas vividas, provavelmente a decisão penderia para a segunda hipótese, ou seja primeiro batalharia por um "lugar ao sol" até surgir a oportunidade para realizar um trabalho de investigação e candidatar ao Doutoramento para desenvolver esse projeto e defender a minha tese.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Volleyball um esporte completo, elegante, bonito quando bem jogado...uma "paixão"

O Volleyball é um esporte completo, elegante, bonito quando bem jogado com os fundamentos corretamente aplicados, uma das minhas "paixões" sem contacto físico, embora possa causar algumas lesões de contacto, mas por má execução nos fundamentos, quer do remate, quer do bloqueio ou dos dois juntos, como aconteceu alguns anos atrás, cujo resultado foi uma temporada afastada do esporte que um dia já foi o "ar que respirava", tamanha "paixão", com direito à cirurgia, colocação de parafuso de um lado do tornozelo e fio de Kichner no interior da Tíbia, ficando de "molho" por 5 meses, ou como mais recentemente, um colega teve uma fratura no astrágalo, quando foi no bloqueio. No primeiro caso foi erro na execução do fundamento do remate do colega adversário, fui no bloqueio, ele pisou no meu pé, quando caiu desequilibrado do remate, invadindo o meu campo, na altura em que eu desci do bloc, automaticamente o pé virou. Já no segundo episódio foi erro na execução do fundamento do remate do colega que saltou desequilibrado e erro na execução do fundamento do bloqueio, que o adversário também saltou desequilibrado e houve invasão do campo por baixo da rede.


Esses são 2 exemplos mostrando quando há falha na execução dos fundamentos do Volley a principal consequência são as lesões que daí decorrem, refletindo sobre isso percebo que as lesões ocasionadas pelo esporte em sua maioria é por execução incorreta dos fundamentos relativos ao esporte em questão. Claro que existem lesões que são independentes da execução correta dos movimentos, como o "cotovelo do tenista" lesão epitrocleana ou epicondiliana" por movimento de uso repetido muitas vezes.


Contudo, quando se aplica corretamente os fundamentos e se está bem posicionado ou na posição correta, agora voltando ao volley, obtêm-se resultados fabulosos como aconteceu recentemente, quando consegui defender um remate que era um autêntico torpedo, quer pela força, quer pela velocidade, de um colega adversário, o Jorge que possui um remate extremamente potente, que dificilmente é defendido corretamente, de forma a bola recebida passar diretinha para as mãos do levantador para armar o contra-ataque, inclusive alguns até "fogem" desse remate. Os colegas, inclusive o rematador, disseram "boa defesa" e o colega que teve a fratura do astrágalo (lesão essa ocorrida na semana seguinte) perguntou "não doeu ?" e a resposta foi "não senti nada, porque estava corretamente posicionada, por acaso, e apliquei corretamente o fundamento da manchete/recepção, sempre que consigo resultados desses fico em êxtase, depois de muito tempo consegui aquilo que fazia quando jogava numa equipe mista (por minha causa, era a única menina entre 5 rapazes da minha equipe, contra a equipe de 6 rapazes) e que como era de se esperar, era considerado o "ponto fraco" da equipe e portanto, as bolas eram direcionadas para mim, para não fazer feio e assim me deixarem participar dos treinos da equipe ou para me defender, aprimorei a técnica da recepção, assim como por ser a única, era a "levantadora oficial", tive que aprimorar a técnica do toque, de tal forma, que a maior "glória" era quando eu conseguia defender os remates mais potentes ou quando conseguia um bom entrosamento com o atacante e fazíamos jogadas quase que "perfeitas", das raras vezes que consegui passar uma "bola de tempo", foi uma sensação maravilhosamente indescritível.


Passado alguns anos voltei a sentir essa maravilhosa sensação, que havia ficado perdida no tempo, com a recepção mencionada anteriormente, talvez tenha conseguido isso porque no aquecimento de ataque e defesa, nesse dia reproduzi da mesma forma com remates fortes,alternados com jogadas "maliciosas" rente ao chão intercaladas com toques longos, para obrigar a se deslocar e para isso estar com atenção e ao mesmo tempo estar aquecido para o jogo. Nesse dia depois de muitos anos propusera esse tipo de aquecimento e o colega, Miguel com quem fico mais no aquecimento a dois, alinhou. Detesto quando os homens suavizam o remate por ser mulher, de primeiro quando isso acontecia eu fazia por onde o meu remate ser forte e dizia "não suaviza, porque eu não suavizo e de mais a mais quem está na chuva é para se molhar", isto me reporta a um episódio de estar no "ataque e defesa" na praia com um colega, Ricardo que, era canhoto tinha um remate potente e não ligava por eu ser mulher, juntaram-se 2 outros rapazes desconhecidos e comentaram " vocês têm a certeza que estamos em segurança, parecem que vocês estão travando uma batalha"...hummm! que delícia que foi esse momento no Volley, a bola era uma Mikasa de praia oficial, cor de limão, mas com uma textura suave, não caía no chão, apesar da "pancadas/torpedos", ao por do sol na praia junto ao mar, estavam reunidos as 3 paixões: Volley, mar e por do sol...puxa já fazia tempo que não lembrava da "bolinha limão")


Essas recordações fazem tão bem que tudo se modifica dentro e fora, até o sol está brilhando mais intenso, o céu está de um azul límpido, há uma energia maravilhosa à volta e dentro de mim, até parece os momentos vividos com o "príncipe encantado", ou que antecedem a sua chegada ou após uma sintonia maravilhosa com ele, onde parece que os problemas, as decepções, frustrações e as preocupações não existem, como se fosse transportada para outra dimensão. Incrível depois que escrevi eantes de publicar, de repente recordei que parecia os momentos pós sintonia, porque na verdade era, estava na manhã pós sintonia com o "príncipe", embora fugaz, mas muito intensa. Agora fico sem saber se a maravilhosa sensação fora pela sintonia ou pelas lembranças do Volley, ou se ambas.


Disso tudo resulta algumas certezas:


*Quando aplicamos corretamente os fundamentos técnicos pertinentes a atividade que estamos desenvolvendo, seja a nível esportivo, seja a nível profissional tudo resulta na perfeição.


*Para toda a atividade que formos executar devemos ter uma metodologia ou aplicar um método de execução.


*Quando gostamos do que fazemos procuramos aplicar corretamente os fundamentos que nos empenhamos em aprender.


*Quando gostamos de uma atividade gostamos de ver essa atividade executada de forma correta e próximo da perfeição, mas quando vemos que é executada com negligência, displicência, feita por fazer por outros e até por nós mesmos isso nos custa imenso, por vezes procuramos corrigir automaticamente, instintivamente (como eu faço, raras as vezes no volley e mais rara as vezes ainda na profissão, não que eu seja um "ás", até porque não sou, mas pelo menos tenho a teoria e procuro transmití-la a quem eu vejo que não possui os corretos fundamentos teóricos. Porque isso funciona exatamente como a frase que disse a um professor quando este corrigiu um trabalho, cujo o tema estava inserido na tese que ele havia feito,mas eu desconhecia, ele me dera uma nota inferior ao que eu achava que merecia, eu fui falar com ele e lhe disse "entendo, se fez uma tese a cerca é claro que o seu conhecimento era muito mais profundo e eu deveria ter pesquisado a sua tese" ele disse eu procurei corrigir com isenção" e foi então que surgiu a frase "é como um pianista que compôs uma sinfonia, nota logo quando há uma nota desafinada, porque lhe arranha no ouvido" essa teve um efeito tão marcante nesse professor, que me ofereceu um exemplar da tese dele que estava impressa e na dedicatória colocou "...com culpa...").

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Amar e ser amado é uma benção derramada por Deus em nós!

Como o amor é impressionante e fascinante:

no momento em que estamos amando alguém e mergulhamos de cabeça nesse sentimento, ficamos de tal forma envolvidos que parece que será impossível amarmos outro alguém, caso fiquemos privados desse amor, ou amarmos outro alguém com a mesma intensidade com que vivemos esse sentimento, mas para nossa perplexidade, passado algum tempo do término, no caso em concreto, 7 anos, voltamos a amar alguém e ficamos surpreendidos ao descobrir que antes parecíamos ter atingido o máximo da intensidade, mas com o novo amor conseguimos superar o anterior.

Viver intensamente um amor, as emoções sentidas ficam para sempre gravadas dentro de nós, mesmo quando o amor diminuiu de intensidade até se extinguir quer pelo afastamento do ser amado, quer porque deixamos de admirar o ser amado por ter atitudes e comportamentos errados, quer porque o ser amado mudou, ou simplesmente porque a fogueira apagou-se por falta de lenha para mantê-la acesa.

Hoje em busca do relato de uma situação feito no tempo em que tive o privilégio de viver pela primeira vez a maravilhosa sensação de amar e ser amada, se bem que por pouco tempo (9 meses+ 7 anos de amor unilateral), descobri que cada amor que vivemos dentro de nós, deixa uma marca personalizada registrada, sendo um degrau na escala de evolução, um é a base e ao mesmo tempo o teto da intensidade e do aprendizado do outro.

Nessa escala, 4 degraus foram atingidos, dois amores unilaterais (um platônico e um proibido), dois bilaterais ( um virtual real, mas que estava destinado a durar pouco enquanto bilateral, passando a unilateral por alguns anos e o outro real virtual que apesar de ser o encontro de 2 Almas gêmeas complementares, ser bilateral, só um dos dois pode se entregar livremente a esse amor , de forma total e irrestrita: mente, corpo e alma /espírito, o que condiciona um maior aprofundamento desse sentimento, porque por um lado, para todos os efeitos, externamente é como se fosse unilateral, por outro lado, internamente é bilateral assume a mesma dimensão e compromisso, como se o fosse na realidade, tornando-o único e exclusivo.

Apesar de ter atingido o 4º degrau nessa escala do amor, o privilégio quase exclusivo, que talvez poucas pessoas atinjam, o de viver pela segunda vez, a maravilhosa sensação de amar e ser amado, contrariando o ditado "a felicidade não bate duas vezes na mesma porta", não é fator impeditivo de reviver as emoções sentidas ou despertadas nos degraus anteriores com certa nostalgia, principalmente quando por alguma razão acabamos por folhear o dossiê contendo todos os momentos vividos e, perplexa, descobrir a quantidade de registros realizados relativos ao momento maravilhoso vivido. Contudo, isso não significa que estamos com saudades querendo voltar atrás no tempo, apenas ficamos surpreendidos com tantas emoções vividas de forma tão intensa e por termos construído tal dossiê que permite a qualquer momento, acidentalmente, como foi o caso, ou intencionalmente, revivê-las com a mesma intensidade, independentemente de vivermos outras emoções de maior intensidade no presente.

Durante muito tempo pensava que, quando as pessoas se voltavam muito para o passado, principalmente com saudades, significava que estariam insatisfeitas com o presente, mas hoje ao rever as emoções vividas no passado, estando o presente repleto de emoções igualmente intensas e causadoras de bem estar e satisfação, passei a rever essa posição, porque cheguei a conclusão de que é possível reviver as emoções vividas no passados, vivendo fortes emoções no presente, sem fazermos comparações, sermos infiéis ou cometermos traição.

Louvado seja Deus pela bênção de amar e ser amada com tamanha intensidade por 2 pessoas diferentes.

Que Deus abençoe aqueles que me enviou para que eu conhecesse e vivesse o amor em toda a sua plenitude, despertando a maravilhosa e indescritível sensação de amar e ser amada de forma tão profunda e completa, com o corpo, a mente e o espírito/alma.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Privação de liberdade no local de trabalho é algo que não se apaga!

A vida é repleta de acontecimentos estranhos e desagradáveis, no dia 31 de Março de 2010 uma situação desagradável, uma experiência que deixou algumas marcas: Uma mulher que pretendia algo que não lhe fora dado, entra no gabinete e sem que a impedisse fecha a porta e passa a chave, não abrindo a porta até que chegasse a autoridade policial, tentando assim forçar a conseguir o que pretendia, inclusive dizendo "tem mais a perder do que eu", além de proferir ofensas. É claro que uma situação grave, como essa, tinha que ser levada adiante, com a formulação de uma queixa junto ao Ministério Público.

Entretanto dado a natureza da situação, apesar de grave para quem a viveu, ser considerada pouco importante quando muito teria uma pena suspensa, ou o pagamento de uma indenização irrelevante, dinheiro não seria o objetivo, causaria transtornos com deslocações ao tribunal, principalmente do advogado da vítima que mora distante do local, houve entendimento entre os advogados de ambas as partes, acordando que a ré formularia publicamente um pedido de desculpas e a queixa seria retirada, uma situação no mínimo desconfortável e desagradável até mesmo repulsiva, porque o pedido não seria sincero e verdadeiro, obrigando a estar diante da ré, que hipocritamente estaria pedindo desculpas para que o processo não seguisse adiante e não tivesse que arcar com com as consequências do seu comportamento reprovável, criminoso, embora a ré tentasse não assumir a responsabilidade dizendo não ter tido intenção de o fazer, porém a contra gosto leu o pedido elaborado pelo advogado da vítima, onde assumia ter tido um comportamento desrespeitoso pelo qual pedia desculpas, depois tentou esquivar-se de assinar o pedido que lera, mas o advogado entregou-lhe e ela assinou, dizendo que não ficara bem porque estava nervosa, apesar de ter poucas testemunhas presentes e que estas nem se aperceberam do ocorrido.

Essa situação ocorrida hoje 13/12/2011 (o mais estranho é que o ato aconteceu no dia 31 a resolução ocorreu no dia 13, os mesmos números só que ao contrário) pois fim a um lamentável , reprovável, inaceitável episódio, sem grandes repercussões para quem cometeu o ato criminoso, mas evitando chateações de deslocamentos ao tribunal, de estar sempre revivendo a cena, contudo não apaga as marcas deixadas na vítima, que foi alvo do ato criminoso, o de ficar privada de sua liberdade, neste caso, no seu local de trabalho, de tal forma que, todas as vezes que alguém bate à porta com mais força ou se fecha a porta de forma mais brusca, no seu local de trabalho, logo surge um sobressalto, o coração dispara e na mente a cena volta a ser reproduzida, como se estivesse acontecendo novamente.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

A melhor mensagem de Natal...

Recados Para Orkut
Advento (Tempo litúrgico que antecede o Natal)tempo de nos prepararmos para o Natal: Externamente montamos a Árvore de Natal, o Presépio, fazemos a lista dos presentes, das compras, planejamos o cardápio desde a entrada à sobremesa, montamos os enfeites, a decoração do ambiente, pensamos na roupa, escolhemos as mensagens que iremos enviar, mas sem nos esquecer de prepararmos internamente com o Espírito Natalino, de limpar nosso coração de toda a poeira do pecado, mágoas, ressentimentos revoltas, das nossas ações menos dignas ou dos excessos que cometemos ao longo desse ano, enfim,de tudo aquilo que nos afasta de Deus.

Que em todos os corações brote o amor, fonte de Vida, Luz e de Paz!

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Coisas que não se percebem no mundo virtual

O mundo virtual, a Internet, está cheio de situações que por vezes nos deixam confusos sem entender direito o que se passa, um exemplo disso, recentemente ao visitar um blog que sigo, com muito interesse pelas ideias e a forma de expressá-las do seu autor, que aliás, já concedeu o privilégio de deixar comentários em alguns post neste "cantinho", quando fui deixar um comentário, parabenizando-o pelo poema que retrata uma realidade por muitos ignorada ou esquecida e que fora classificado num prêmio de poesia, a mensagem recebida foi "esse endereço não está autorizado a ver esta página", consegui que publicasse o comentário dando um outro endereço, mas o curioso é que o comentário foi publicado com o meu nome, exatamente como antes com o endereço anterior. Isso é muito estranho e confuso, gerando interrogações (qual é a novidade, pareço uma criança de 3 anos fazendo perguntas "porque isto?... porque aquilo...?) O que se passou?


Algum erro na página no momento?


O autor colocou um filtro selecionando quem poderia comentar ou excluindo algumas pessoas? (esta hipótese prefiro não cogitar, porque não haveria motivo para o fazer, visto que nunca houve um comentário agressivo, ofensivo que tenha sido posto lá, apenas expressão da repercussão do texto lido. Penso que se não tivesse gostado ou aprovado algum comentário teria dito e não simplesmente "barrada a entrada").


Será o computador de onde foi feito o acesso?


Será possível que seja algum tipo de vírus?


(Por falar em vírus outra situação estranha, antes nunca mandava fazer o scan vírus no computador, quando o fiz porque o mesmo estava desesperadamente lento foram detectados 14 vírus que ficaram resolvidos, desde então tenho feito scan frequentemente e sempre encontra vírus e diz que resolve, decidi testar: deixei o scan vírus durante a madrugada (tinha 5 vírus, que ficaram resolvidos) e na tarde a seguir, liguei o computador só para fazer o scan vírus e não é que o resultado foram 3 vírus, no relatório enviado nunca mostrou o tipo do vírus e nem os ficheiros infectados, alguma coisa não está batendo bem, o que será?).


Será algum tipo de "Bug"?


Será alguma avaria do "Blogger"?


Poderia ficar levantando mais hipóteses, se meu conhecimento de informática, Internet fosse mais amplo, mas como é muito limitado, é melhor encerrar os pontos de interrogação, antes que comece a sair "fumacinha" da cabeça pelo curto-circuito gerado. principalmente porque acabou de surgir outras interrogações pelo que aconteceu agora, no computador aonde está ligado o modem/wireless da fibra ótica, consta que "um cabo da rede está desligado" e portanto não tem acesso a Internet, mas o mais estranho é que está tudo conectado, até 2 dias atrás estava funcionando não foi mexido em nada, entretanto o modam está funcionando e prova disso é que o portátil que tem wireless está perfeitamente conectado, como é possível isso? será que existe algum tipo de vírus que possa bloquear a ligação a Internet? Chega já "sinto" o cheiro a queimado e "vejo" a fumacinha que está saindo da minha rede neuronal, virtualmente falando.


Contudo, resta a esperança de que alguém com um pouquinho mais de conhecimento nessa área e que tenha tido a paciência de ler este post, possa me ajudar, ou até o próprio autor do Blog onde isso aconteceu, o Igor, tenha uma resposta para dar ou levantar mais hipóteses postando-as num comentário.

domingo, 4 de dezembro de 2011

É no silêncio que ouvimos Deus

É no silêncio que ouvimos Deus. Mas não é no silêncio dos ruídos e sim no silêncio dos nossos pensamentos.

Silenciar os nossos pensamentos é tão difícil, principalmente quando constantemente temos um turbilhão, um rede moinho de pensamentos ditados por pequenos "nada" (preocupações, frustrações, mágoas, etc..) que vamos acumulando na nossa mente, fazendo com que nossos pensamentos se tornem repetitivos, reverberativo, tirando a nossa atenção e concentração ao momento. Além de querermos fazer de Deus um comandado por nós, pedimos para Ele fazer a nossa vontade, realizar o nosso desejo, sempre o "nosso" ao invés de pedir que nos dê condição para seguir a vontade e o desejo Dele.

Constantemente vivo num "monólogo" interior com Deus, eu falo, falo e parece que não o deixo falar, de primeiro eu dava como razão para ir somente ao Domingo à Missa, o de falar 6 dias e reservar 1 dia para ouví-Lo, e até era assim porque ouvia as Leituras e ao Evangelho, supostamente, tradução da Palavra de Deus, porém percebo que não é assim, os pensamentos continuam impedindo que haja concentração naquilo que está sendo transmitido, de tal forma, que passado um segundo já não sei de que tratavam as Leituras, acabando por resgatar prestando atenção na Homília, quando o padre faz referência às mesmas.

Só quando estou diante do mar é que consigo silenciar os pensamentos (depois de algum tempo de "descarrego" dos pensamentos todos que estão incomodando) e aí sim, em sintonia com o mar, ouço o que Ele tem a dizer no som da água produzido pelo vai e vem do movimento das ondas. Tem vezes que vou preparada para receber uns valentes "puxões de orelhas" é quando para meu espanto me sinto acarinhada, embalada, como se fosse uma criança no colo de um pai ou de uma mãe a receber um carinho, um afago na cabeça, dizendo "não tivestes culpa" ou "não te martirizes" ou ainda "estás certa" ou ainda "não te preocupes, tudo aconteceu por uma razão".

Outras vezes as preocupações se desvanecem, as dúvidas dão lugar à certezas. Outras vezes encontro as respostas aos questionamentos, ou seja tudo aquilo que outrora tirara à paz ao espiríto diluí-se como a areia da água que escorre pela mão junto com a água do mar.

Deus está sempre falando connosco, nós é que preferimos ouvir a nós mesmos do que a Ele.

Ouvimos a Deus quando silenciamos o nosso egocentrismo, os nossos pensamentos, a nossa razão e aquietamos o nosso coração.

200 uma marca expressiva

Uma emoção extra surge quando se atinge ou obtém-se determinada marca! neste caso 200. Deve ser a mesma emoção daqueles que batem os recordes quer numa modalidade esportiva, quer na confecção de algo, quer numa habilidade que mais ninguém faz ou que que se consegue superar como aqueles que entram para o "Guiness Book".~


Por ser uma marca importante surgiu a curiosidade de saber o que existe com essa marca:


Este belíssimo automóvel para 2012:Crysler 200 Convertible, este charmoso Nokia Asha 200;


200 anos do nascimento do pianista Franz Liszt


Nos anos 200 nasceram os 20º e 21º Papas (São Fabiano e São Cornélio, respectivamente)


Na Constituição Federal do Brasil os Artigos 196-200 estão relacionados com a Saúde


Messi marca o seu 200º gol


Fred do Fluminense completou o seu 200º de bicicleta;


Léo do Santos assinala 200º jogo usando a camisa do Santos no jogo contra o Flamengo;
200 anos da Associação comercial da Bahia;


200 anos do Banco do Brasil;


200 anos da UFRJ;


Twitter supera a marca de 200 milhões de post por dia;


200 milhões de usuários do Google Chrome;


Renault do Brasil alcança a marca de 200 concessionárias no País;


Aplicativo voos online supera a marca de 200 mil Downloads;


Angry Birds (marca da Rovio) alcança 200 milhões de Downloads;


DevMedia ultrapassou a marca de 200 cursos online;


O TST (Tribunal Superior do Trabalho) atingiu a marca dos 200 mil processos eletrônicos em tramitação;


Realmente atingir a marca de 200 é um dado histórico, é o expressar das sensações despertadas por momentos emocionantes de prazer que ultrapassam as fronteiras da realidade para além da imaginação, sonho ou fantasia, porém também deveria ser a expressão comovida de gratidão, glória e louvor a Deus por ter permito tal feito.