Sua visita me deixou muito feliz...

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domingo, 25 de dezembro de 2011

O Natal chegou...

O Natal chegou trazendo por momentos a misteriosa magia do amor que nos faz acreditar por momentos que existe um mundo encantado onde nossos sonhos se realizam, em criança acreditamos que existe um homem com roupas vermelha e branca um cinto e botas pretas e um gorro vermelho e branco com um pompom branco na ponta, barba longa branca, cabelos brancos, rosto cheio, expressão de bondade no rosto e ternura no olhar, mora no Polo Norte. Papai Noel juntamente com seus assistentes, os duendes, fabricam presentes para oferecer às crianças que se comportaram e obedeceram os pais durante o ano. Os duendes, além de fabricarem presentes, trabalham também perto de nossas casas conhecendo o comportamento de cada criança e sua obediência com seus pais e para isso percorrem todo o mundo.Ao passar pelas casas, recolhem as cartinhas feitas pelas crianças, algumas pedem aos pais para escreverem, e as levam até o Papai Noel. De acordo com o comportamento visto pelo duende é que o Papai Noel concede ou não o presente pedido pela criança em sua cartinha.
Quando o pedido é concedido os duendes fabricam o presente e o Papai Noel pessoalmente se dirige até a casa de cada criança, na véspera de Natal, num trenó mágico puxado por renas, com um saco de brinquedos, e desce pela chaminé ou entra pela janela, assim deixa o presente debaixo da Árvore de Natal. Na Manhã de Natal o presente será encontrado na árvore com o nome de cada criança. "Curiosamente" todas recebem o que pediram como na música o"velhinho":


O Velhinho
Botei meu sapatinho

Na janela do quintal

Papai Noel deixou

Meu presente de Natal

Como é que Papai Noel

Não se esquece de ninguém
Seja rico ou seja pobre

O velhinho sempre vem

(Bis)

Como surgiu o Papai Noel?

Estudiosos afirmam que a figura do bom velhinho foi inspirada num bispo chamado Nicolau, que nasceu na Turquia em 280 d.C. O bispo, homem de bom coração, costumava ajudar as pessoas pobres, deixando saquinhos com moedas próximas às chaminés das casas.
Foi transformado em santo (São Nicolau) após várias pessoas relatarem milagres atribuídos a ele.
A associação da imagem de São Nicolau ao Natal aconteceu na Alemanha e espalhou-se pelo mundo em pouco tempo.Alguns anos depois, São Nicolau tornou-se bispo e, por esse motivo, passou a vestir roupas e chapéu vermelhos e barba branca. Depois de sua morte, a Igreja nomeou-o santo e, com o início das celebrações de Natal, o velhinho de barba branca e roupas vermelhas passou a fazer parte das festividades de fim de ano. Nos Estados Unidos ganhou o nome de Santa Claus, no Brasil de Papai Noel e em Portugal de Pai Natal;Father Christmas, Nikolaus, Julemanden, Babouschka, Perè Noel, Babbo Natale, Joulupukki, Sinterklaas.
Até o final do século XIX, o Papai Noel era representado com uma roupa de inverno na cor marrom ou verde escura. Em 1886, o cartunista alemão Thomas Nast criou uma nova imagem para o bom velhinho. A roupa nas cores vermelha e branca, com cinto preto, criada por Nast foi apresentada na revista Harper’s Weeklys neste mesmo ano.
Em 1931, uma campanha publicitária da Coca-Cola mostrou o Papai Noel com o mesmo figurino criado por Nast, que também eram as cores do refrigerante. A campanha publicitária fez um grande sucesso, ajudando a espalhar a nova imagem do Papai Noel pelo mundo.



Depois crescemos, essa magia desaparece e passamos a acreditar noutro "ícone" aquele que é o símbolo do Amor, o menino Deus, Jesus Cristo onde passamos (alguns, nem todos) não mais a esperar pela vinda do Papai Noel e sim a nos prepararmos para recebê-lo (de volta)no nosso coração, já que ao longo do ano nos afastamos Dele e às vezes até O expulsamos da nossa vida e do nosso coração.

Mas por momentos essa magia volta, dias atrás surgiu a lembrança de dois desses momentos, o primeiro foi quando a afilhada mais velha ao ver um embrulho inclinado na janela do quarto na Noite de Natal deu um gritinho " o Papai Noel", ver o presente (um grande embrulho inclinado na janela) e o gritinho dela, por uma fração de segundos parecia mesmo verdade. O outro foi com as sobrinhas que fomos ver na casa delas se o Papai Noel tinha passado, ao chegar, elas começaram a gritar super excitadas, quando viram os presentes na lareira por baixo da chaminé da casa delas, o ar ficou envolto numa onda de magia, novamente por fração de segundos, acreditei que fosse real. É sempre bom termos esses momentos mágicos, frutos do imaginário mundo mágico da infância.

Este Natal, como foi um ano de "flasback" de "balanço" da vida até agora e imbuída do desejo de ter e de proporcionar um Natal mágico aos familiares repleto de amor, harmonia, paz, mais espiritual , como deveria ser todo o Natal, durante os preparativos para o Natal Mágico, pensando na família reunida (apesar de incompleta, com menos 2 elementos, um deles ausência permanente, minha saudosa mãe) uma chama de alegria crescia dentro, a vontade de estar com cada um deles, até daqueles em que a relação esteve "chamuscada", fazia com que não sentisse o cansaço dos preparativos e nem o desânimo pelas situações profissionais e pessoais adversas vividas nos dia antecessores. Na véspera tudo parecia concorrer para que fosse realmente como o esperado, desejado e programado, na cozinha os preparativos decorriam num clima descontraído, alegre, harmonioso, na ceia esse clima permaneceu, depois parte foi à Missa do Galo, depois houve a troca de presentes. Mas no dia o clima "pesou", o almoço transcorreu num clima tenso, por pouco não era cancelado o evento programado (que será descrito noutro post juntamente com o "Natal Mágico"), pondo por terra toda aquela onda de alegria e entusiasmo sentida dias antes pela perspectiva de estar com eles e a desilusão de ter as expectativas frustradas.

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