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terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Privação de liberdade no local de trabalho é algo que não se apaga!

A vida é repleta de acontecimentos estranhos e desagradáveis, no dia 31 de Março de 2010 uma situação desagradável, uma experiência que deixou algumas marcas: Uma mulher que pretendia algo que não lhe fora dado, entra no gabinete e sem que a impedisse fecha a porta e passa a chave, não abrindo a porta até que chegasse a autoridade policial, tentando assim forçar a conseguir o que pretendia, inclusive dizendo "tem mais a perder do que eu", além de proferir ofensas. É claro que uma situação grave, como essa, tinha que ser levada adiante, com a formulação de uma queixa junto ao Ministério Público.

Entretanto dado a natureza da situação, apesar de grave para quem a viveu, ser considerada pouco importante quando muito teria uma pena suspensa, ou o pagamento de uma indenização irrelevante, dinheiro não seria o objetivo, causaria transtornos com deslocações ao tribunal, principalmente do advogado da vítima que mora distante do local, houve entendimento entre os advogados de ambas as partes, acordando que a ré formularia publicamente um pedido de desculpas e a queixa seria retirada, uma situação no mínimo desconfortável e desagradável até mesmo repulsiva, porque o pedido não seria sincero e verdadeiro, obrigando a estar diante da ré, que hipocritamente estaria pedindo desculpas para que o processo não seguisse adiante e não tivesse que arcar com com as consequências do seu comportamento reprovável, criminoso, embora a ré tentasse não assumir a responsabilidade dizendo não ter tido intenção de o fazer, porém a contra gosto leu o pedido elaborado pelo advogado da vítima, onde assumia ter tido um comportamento desrespeitoso pelo qual pedia desculpas, depois tentou esquivar-se de assinar o pedido que lera, mas o advogado entregou-lhe e ela assinou, dizendo que não ficara bem porque estava nervosa, apesar de ter poucas testemunhas presentes e que estas nem se aperceberam do ocorrido.

Essa situação ocorrida hoje 13/12/2011 (o mais estranho é que o ato aconteceu no dia 31 a resolução ocorreu no dia 13, os mesmos números só que ao contrário) pois fim a um lamentável , reprovável, inaceitável episódio, sem grandes repercussões para quem cometeu o ato criminoso, mas evitando chateações de deslocamentos ao tribunal, de estar sempre revivendo a cena, contudo não apaga as marcas deixadas na vítima, que foi alvo do ato criminoso, o de ficar privada de sua liberdade, neste caso, no seu local de trabalho, de tal forma que, todas as vezes que alguém bate à porta com mais força ou se fecha a porta de forma mais brusca, no seu local de trabalho, logo surge um sobressalto, o coração dispara e na mente a cena volta a ser reproduzida, como se estivesse acontecendo novamente.

2 comentários:

Alcione Sousa disse...

Oi éu
Deus te abençoe e proteja a ti e a todos os teus
As vezez dá a impressão que o mundo está virado de pernas para o ar
Só peço a Deus que nos dê calma e paciência
Namastê

Céu disse...

Obrigada pelo seu comentário amiga Alcione. Realmente às vezes parece mesmo que o mundo "está de pernas para o ar", não há mais respeito pelo ser humano, parece que os valores humanos não existem.
Além da calma e paciência, que Deus nos dê a força para superar essas situações sem que nos deixemos abater ou esmorecer e que nos ilumine e quilíbrio para que não sejamos nós a cometer essess desatinos.
Que Deus lhe proteja e a sua família.
Namastê