Sua visita me deixou muito feliz...

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domingo, 31 de janeiro de 2016

Verdade ou visibilidade? ...uma reflexão e uma parábola


Nestes últimos dias/semanas de Janeiro de 2016, reforçado na reunião do dia 7/1/2016 e na reunião com o conselho diretivo em Dezembro, a conclusão retirada é que cada vez mais um “V” importante, não o de VERDADE, como seria o esperado e desejado, mas lamentavelmente, de VISIBILIDADE, infelizmente. Parece que ninguém está interessado na verdade, como se todos seguissem o lema muito badalado popularmente quando não se quer apurar os fatos “a verdade não existe”, está certo que o que é verdade para um pode não ser verdade para outro, o mar mesmo já tinha me “dito” isso, mas isso não é regra ou melhor não corresponde na totalidade, existem pontos de convergência e pontos de divergências, se alguém pega em algo que não lhe pertence, é furto/roubo, isso é uma verdade que não é contestável, o que pode ser contestado é como se deu o acontecimento, a pessoa poderia ter achado no chão e justificado com outro ditado/adágio popular “achado não é roubado” poderia ser uma verdade, mas passível de contestação, porque achado, ou subtraído, o fato é que não lhe pertence e sim a outra pessoa, logo é um furto. Mas voltando ao cerne da questão, o porquê da conclusão, simplesmente as pessoas assumem como verdadeiro um fato porque alguém disse ser a verdade, não se preocupando em apurar a verdade do que foi dito, se existe uma situação envolvendo 2 pessoas, uma delas acusa ou culpabiliza a outra e alguém que ouve condena de imediato a outra está incorrendo no erro de condenar injustamente um inocente, nesse caso só se pode emitir um valor de juízo depois de ouvir ambas as partes envolvidas e assim mesmo não é tão simples assim, necessita que haja o interesse em apurar o que realmente aconteceu e o que motivou a atribuição da culpa: Será que a pessoa que acusou não está usando a tática “a melhor defesa é o ataque”? Justamente para não ser posto às claras a sua real culpa? Se uma pessoa erra e é confrontada com um erro e não gosta, ela não será do tipo de pessoa, infelizmente é o que mais há, que fará de tudo para que a pessoa que a confrontou fique desacreditada para “virar o jogo a seu favor”? e assim estará com a sua “fama” de eficiente e competente, de profissional exemplar, assegurada a custa de lançar dúvidas a cerca da pessoa que detectou e confrontou o erro, causando ou corroborando para que esta tenha fama de conflituosa, antipática, uma pessoa com quem ninguém gosta ou quer trabalhar.
Como é que um profissional, ainda mais sendo um superior hierárquico acusa outro profissional da mesma categoria, mas seu subordinado hierárquico, de agir ou de usar frase “não faço porque não me apetece, não tenho vontade” sem ter ouvido esse profissional dizê-lo, porque “me disseram”, abrindo precedente para que outro colega da mesma categoria e mesmo nível hierárquico repita a mesma acusação posteriormente? Quando o visado nunca em tempo algum aplicou essa frase ou agiu em conformidade com ela, no âmbito profissional, no âmbito pessoal/familiar, na pratica desportiva, nem mesmo enquanto estudante; Será que cabe na cabeça de alguém que um profissional, principalmente, no âmbito e objeto do seu trabalho, possa se recusar a executar as suas atribuições, simplesmente porque não lhe apetece???  Só caberá isso na cabeça de quem considere normal e que assim o proceda, assumindo como verdade que o outro o tenha feito também, sem nem se quer pestanejar e conceder o benefício da dúvida ao visado, portanto,  partindo de imediato do pressuposto de ser verdade e por isso justifica todas as  demais situações, condenando o profissional, não se importante em destruir a sua reputação, sem ao menos ouvir esse profissional, porque no fundo sabe, se for ouvir, terá que admitir o seu erro e dar a conhecer que todas as acusações a que o profissional está exposto, são infundadas e em algumas situações são reflexos das calúnias levantadas e dos erros  e procedimentos errados dos  outros profissionais envolvidos inclusive do próprio superior hierárquico. (22/1/2016- 12:20)


Um dia, a Verdade decidiu visitar os homens, sem roupas e sem adornos, tão nua e descoberta como o seu próprio nome.
E todos que a viam lhe viravam as costas de vergonha ou de medo, e ninguém lhe dava as boas-vindas.
Assim, a Verdade percorria os confins da Terra, criticada, rejeitada e desprezada.
Uma tarde, muito desconsolada e triste, encontrou a Parábola, que passeava alegremente, trajando um belo vestido e muito elegante.
- Verdade, por que você está tão abatida? - perguntou a Parábola.
- Porque devo ser muito feia e antipática, já que os homens me evitam tanto! - respondeu a amargurada Verdade.
- Que disparate! - Sorriu a Parábola. - Não é por isso que os homens te evitam. Toma. Veste algumas das minhas roupas e verás o que acontece.
Então, a Verdade pôs algumas das lindas vestes da Parábola, e de repente, por toda parte onde passava era bem-vinda e festejada.
Os seres humanos não gostam de encarar a Verdade sem adornos. Eles preferem-na rebuscada, mascarada, dissimulada e disfarçada.
PROF. KIBER SITHERC

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Percurso na senda da Informática

 Um aviso recebido:  "o site que aloja páginas pessoais será desativado..." gerou uma "revolução das emoções",  as páginas criadas em momentos especiais irão desaparecer a não ser que  sejam recriadas  ou transformadas  e colocadas, por exemplo, num blog ou rede social, mas para isso há que "correr atrás", "salvar" o máximo que puder, nessa "corrida" impossível não  relembrar como foi :
O  percurso na senda da informática foi evoluindo de forma não planejada, até certo ponto inesperada. Antes de iniciar este percurso o conceito que tinha do computador é que era aliciante, mas também alienante, esta última parte não despertava e nem motivava o interesse em aprender a utilizar. Entretanto, no ano anterior ao ano em que ocorreria uma mudança radical na vida, houve a decisão de aprender coisa novas, vislumbrando-se uma miríade de oportunidades em várias áreas do conhecimento desde a saúde (curso de gesso, o estágio foi realizado no hospital de traumatologia dos Servidores do Estado), recursos humanos (relacionamento e atendimento ao público no SENAC) até a informática (Introdução ao Computador, também no SENAC) e foi o primeiro contato com o computador, apesar de ter sido extremamente curto, elementar, foi o suficiente para despertar o interesse, contudo ficou latente durante os 2 anos seguinte, devido à mudança radical ocorrida.
Dois anos após o primeiro contato com o computador, surgiu nova oportunidade de aprofundar o conhecimento, um Curso de Formação de Formador em Programação Basic (COPRAI), curso remunerado, onde como o próprio nome indica, todos os formandos tinham  ou teriam noção de computadores, com exceção de um, um dos colegas até comentou "quem está realmente aproveitando este curso é você, todos que estão aqui só estão pela remuneração..." ou seja, alguém sem noção, onde já se viu não saber nada de computador, começar com um curso para dar formação em programação? passado algum tempo onde o computador era utilizado somente como máquina de datilografia,  para datilografar os trabalhos, surgiu a oportunidade de entrar num curso relâmpago de iniciação ao Word, especificamente aprender a formatar texto e inserir figuras, sempre o computador levando a melhor, "deitava e rolava" porque o considerava inteligente, inclusive situações que ocorriam que os mais entendidos não sabiam explicar e diziam que  teria que ver acontecer,  como uma "gracinha aprontada" pelo computador: duplicou uma diskete de imagens apagando por completo o relatório que estava fazendo (50 páginas perdidas), entre outras "gracinhas" mais,  isso até que um dia, numa situação percebida, saiu um grito "estúpido" ao dar 2 comandos ele ficou "baralhado",a partir daí foi "coexistência pacífica", deixou de fazer "gracinhas" com tanta frequência, se bem que "tenta", tem vezes que é "pego no pulo do gato", mas até hoje ainda surge situações que escapa o entendimento e não se compreende qual a causa para o ocorrido, como no Excell, tem dias que não aceita o "Ctrl C"...



O percurso continuou, surgiu a oportunidade de fazer o curso de iniciação ao sistema operativo windows 97 (FMUP), onde houve o primeiro contato com o Excell, PowerPoint (o trabalho realizado foi sobre Volleyball), Internet (breve contato com o MIRC entrando como guest, na altura era o início da "febre do Chat" depois o percurso passou a ser "tentativa de erro e acerto", houve um período de utilização intensa do MIRC,  Correio Eletrônico, Cartões Virtuais, como não tinha computador, acedia através dos computadores do departamento de informática da faculdade e  do NetPost dos CTT, evoluindo para o ICQ,  construção da primeira  Homepage, através do FrontPage, alojada no Terravista/Geocities com 12 MegaBites (esse era o total do espaço concedido gratuitamente contendo o relato do Romance Virtual vivido intensamente), Já no 1º "bichinho" (apelido carinhoso dado ao computador ) um passo gigante para quem era um autêntico analfabeto em termos de  informática/ Internet. Seguiu-se várias contas de correio eletrônico, utilização  do Hotmail Messenger, depois em simultâneo o Yahoo Messenger, No  Espaço Internet (espaço de acesso gratuito de computadores com acesso a Internet), Um amigo Engenheiro ajudou a criar uma base de dados no Excell, que até hoje é utilizada de forma intensa e de fundamental importância no trabalho, principalmente nesta fase conturbada (daí a profunda gratidão por esse amigo).

O percurso evoluiu, seguiu-se a criação de várias páginas pessoais, umas para substituir as que  foram ficando desalojadas, outras novas, trabalhos (pessoais e profissionais) em Powerpoint, apresentação em Datashow, criação de Posters, evoluindo para a criação de um Blog, depois  vários Blogs foram surgindo (cerca de 10), compras online, utilização do banco online, Presentes  de aniversário encomendados online para serem entregues pessoalmente no destino,  realização de cursos online, livros escritos e editados à distância, alguns além mar (sem um único contato presencial), até um romance virtual foi vivido intensamente como se real fosse, e um romance real vivido virtualmente, aquisição de vários saberes (confecção de bombons, sabonetes, velas criar embalagens, bota de natal, leite condensado de coco para substituir o leite condensado tradicional para quem não pode ingerir leite ou cálcio, leite de aveia ou de amêndoa, rótulos de vinho personalizado, criptograma, lembrança de casamento), criação dos bolos personalizados para as diversas ocasiões (entregues na confeitaria para execução dos mesmos: bola de Volley, tricórnio, bolsa de senhora, yin/yang, leão, ovo da Páscoa, Árvore de Natal, livro de 80 anos, quadra de Volley, etc) 







O percurso foi sinuoso, mas rico de emoções, realizações, hoje, apesar de continuar apenas gatinhando no reino da informática, o computador ocupa a maior parte das horas do dia (somatório das horas utilizadas  de forma laboral e das horas de cariz pessoal), contudo há o protelar à adesão das Redes Sociais (Facebook, Quesepassa,  etc), não por falta de convites, se bem que por engano (respondendo ao convite de uma amiga), no começo do Orkut, houve umas poucas comunicações, mas que logo foi deixado de lado e agora não mais existe, se bem que, através do Orkut foi colocado Templates  e mini aplicações nos blogues (no motor de busca era procurado como se fosse colocar no Orkut  como imagens, gifs animados, contador, recados online, etc.. mas na verdade aplicando nos blogs). esta seria a parte da alienação contida no conceito do computador/Internet de outrora, por agora a aposta é na parte  aliciante (navegar nas ondas da criatividade e imaginação,  receber, promover, produzir e reproduzir conhecimento)  que compõe o conceito formulado outrora: trabalhar com o computador é aliciante, mas também pode ser alienante.

sábado, 2 de janeiro de 2016

Natal Mágico 2015...Pescaria e Correio de Natal


O Natal de 2015, apesar de muito trabalhoso, exigir um grande esforço, dedicação, empenho em adquirir capacidades para executar a criatividade e preparado com alguns meses de antecedência, deu muito prazer realizá-lo, a magia residiu na harmonia, na paz e serenidade que acompanhou o convívio da família, e nas brincadeiras:
1- "Pescaria do Natal"/amigo oculto: Cada elemento "pescou" o nome para quem entregaria a "bota do Papai Noel"--o "peixe" com um imã na boca, no verso tinha o nome do amigo oculto, colocado no "Lago" com flocos de isopor, para pescar, a "vara de pesca" cujo anzol era um clip de metal na ponta de um canudo/palhinha gigante, preenchida por espeto de churrasquinho para dar firmeza.
2- "bota do Papai Noel" feita em feltro contendo um livro personalizado místico (conteúdo: origem do nome de cada pessoa, planetas no dia do seu nascimento, seu signo zodiáco e curiosidades , Asteca, dos Maias, horóscopo Chinês, numerologia, lua do nascimento-Xamã, entre outros) foto na capa + um DVD contendo o livro caso a pessoa queira acrescentar mais alguma coisa, Exercícios de Tai-Chi e meditação + 1 "botinha de Papai Noel" em papel presa à bota com um bilhete -- um duplo "amigo oculto" (primeiro a pessoa "pescou" o nome, depois pegou numa "bota" e entregou a pessoa que "pescou", segundo, a pessoa que recebeu, ao desembrulhar o presente que estava dentro da bota, notou que não lhe pertencia, portanto teve que entregar ao "dono". Foi divertido pela confusão instalada.
3- "Correio de Natal"- Uma "caixa de correio" para que as pessoas pegassem na "botinha do Papai Noel" fizesse um pedido ao Papai Noel para 2016 e colocassem dentro da caixa do correio --para que os adultos voltassem ao tempo de criança, para criar o clima de magia para o Léozinho, o caçulinha da família com 2 anos. Mas não houve adesão, somente 2 entraram no "espírito".
4- Presentes dentro da lareira  da chaminé deixado pelo Papai Noel para o caçulinha e dentro de um saco grande saindo da lareira, o caçulinha pegou os que estavam dentro do saco que eram para ele, mas ao invés de abrir entregou para a tia avó e para a avó,espontaneamente, dando exemplo do verdadeiro espírito do Natal, partilha, repartir com quem não tem.
Valeu todo o trabalho, o esforço, o cansaço, os dedos picados,Graças a Deus foi um Natal abençoado: Família reunida em harmonia, paz, serenidade, com uma mesa farta, presentes para todos, num clima de magia.