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Sua visita me deixou muito feliz...

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Amor & Emoção x Razão


sábado, 1 de junho de 2019

Momento C.E.R. ..Um Dia Sulime


Catarse (= é um termo de origem filosófica com o significado de limpeza ou purificação pessoal. O termo provém do grego “kátharsis” e é utilizado para designar o estado de libertação psíquica que o ser humano vivencia quando consegue superar algum trauma como medo, opressão ou outra perturbação psíquica. No sentido religioso, a catarse é o estado de purgação espiritual que o indivíduo almeja, por exemplo, através da confissão. As emoções manifestadas pelos participantes de um ritual religioso são também demonstrações de catarse ou de purificação da alma. A catarse como processo de cura emocional através da psicanálise era defendida por Sigmund Freud, que integrou os estudos sobre hipnose, já desenvolvidos pelo austríaco Joseph Breuer, nas suas análises sobre a influência das memórias do inconsciente no comportamento humano. A catarse representa a cura de um paciente, que é alcançada através da expressão verbal de experiências traumáticas recalcadas. Para Aristóteles, o teatro tinha para o ser humano a capacidade de libertação, pois quando via as paixões representadas, conseguia se libertar delas. Essa purgação ou purificação tinha o nome de catarse, que era provocada no público durante e após a representação de uma tragédia grega. A catarse era o estado de purificação da alma experimentada pela plateia através das diversas emoções transmitidas no drama.) Expiatória (Reparação de um erro, uma falta; pagamento de um crime; remissão) Reconciliatória (virtude de restaurar da paz e da harmonia) foi o momento vivido hoje sob a imagem do Sagrado Coração de Jesus, de forma natural, sem ser pensada ou programada, de repente uma enxurrada de lágrimas acompanhando a tomada de consciência dos erros, das falhas, incluindo os pecados que estiveram presentes durante à vida inteira mas que a razão iludida com premissas erradas não os considerou como tal, foi um autêntico "desfiar o rosário" e consequente pedido de perdão a todos os envolvidos, felizmente não havia ninguém para interromper, limitar ou impedir essa libertação da Alma oprimida, através do momento CER (Catarse Expiatória  Reconciliatória)  expressão criada para descrever o instante vivido com perplexidade pela descoberta de estar sob a imagem do Sagrado Coração de Jesus quando, após CER, começou a sessão fotográfica, objetivo da visita a esse lugar, chamado Miradouro, com essa Imagem  que de longe, a visão não distinguiu, situado no Campus da Universidade Católica, para completar a perplexidade a mão direita da Imagem está como chamando ou convidando para ir até ela. Foi um esvaziamento completo, uma sensação de leveza como quando se sai do confessionário.  Depois para completar esse inesperado, fascinante dia, uma Igreja que está sempre fechada, exceto quando há alguma Missa com horário pré estabelecido estava aberta (ocorrera um batizado) e pode ser visitada; o almoço foi na Cafetaria com um jardim dentro de uma Livraria, com música ambiente suave e, ao entrar na  igreja, novamente sem contar, estava iniciando o Terço  ao Sagrado Coração de Jesus, oportunidade única de agradecer pelo sublime dia vivido.
"Louvor e Glória  a Deus nas alturas e Paz na Terra aos Homens…"

https://www.significados.com.br/catarse/
https://www.dicio.com.br

domingo, 19 de maio de 2019

Maio ...Alma Dilacerada


O Mês  de Maio até 2007 era um mês especial, mas depois do dia 14/5/2007 perdeu parcialmente o brilho que tinha, existia ainda o 12 de Maio para ser celebrado, porém este ano de 2019 até esse dia passou a estar sem brilho, nesse dia completou seis meses que a última Estrela-Guia partiu levando com ela todo o brilho e encanto que esse dia possuía e o restante  do colorido que ainda existia, apesar da ausência da outra Estrela-Guia. De mágico, radiante, cheio de cor, alegria, celebrações, o mês de Maio passou a ser um Mês onde as lágrimas turvam a beleza e o encanto dos dias, a dor na alma pintam de  preto o horizonte, mesmo num dia radiante de sol e céu azul. Esse mês tornou-se suportável porque é o mês consagrado à Nossa Senhora.
Existia tanto para dizer, porém as palavras não vem, por isso  faço de várias palavras e imagens encontradas as minhas,  que agradeço por tê-las colocado na Internet e  agradeço a Deus por permitir que as encontrasse nesse momento em que as lágrimas impedem até de dialogar.



“O tempo resolve tudo”, alguém disse, porém nem tudo. Cura um joelho ralado, mas não cura a ausência de uma vida perdida; Dá fim  à distância, mas não permite mais um abraço daqueles que se foram”.
"Saudades é amar um passado que ainda não passou, é recusar um presente que nos machuca, é não  o futuro que nos convida"

Queridos Pai e Mãe que Deus permita que os senhores estejam em Paz, na Luz Divina, sem sofrimento e que as  lágrimas  extravasadas pela Alma dilacerada pela saudades ajudem e não prejudiquem.

quarta-feira, 1 de maio de 2019

1 de Maio...Maias... Muguet-du-bois...Lirio do Vale e Outras


Hoje, primeiro dia de Maio , um dia ensolarado com céu azul límpido por fora, Céu carregado de "nuvens negras" e "chuva de lágrimas" por dentro, Dia do Trabalhador e não só...Dia de algumas tradições, entre elas, uma que  todos os anos via uma Das Estrelas-Guias e depois a outra Estrela-Guia deu continuidade, quando a primeira partiu, colocar na porta da garagem um ramo de Maias (giesta amarela), porém este ano ficou esquecida (as Estrelas-Guias não estavam para avivar a memória), contudo os amigos fizeram recordar, quando enviaram duas mensagens de polos diferentes  do Globo Terrestre, de outra planta (Convallaria majalis) conhecida por vários nomes diferentes, tradicionalmente oferecidas em França neste dia, para desejar segundo uma mensagem: Prosperidade e sorte e segundo a outra mensagem: Sorte e Felicidade. Daí surgiu a necessidade de conhecer essas tradições:
Maias (Cytisus striatus) =>Segundo a tradição em parte do norte de Portugal, na noite de 30 de Abril para 1 de Maio, muitas pessoas colocam maias (giestas floridas) nas portas das casas para lembrarem o tempo da fuga de Jesus para o Egipto. Noutras terras colocam maias no ferrolho da porta para serem protegidos das doenças e dos espíritos maus. Nalgumas terras alega-se que esta tradição remonta ao tempo de Jesus, aquando da sua fuga para o Egipto devida à perseguição de Herodes que ordenara a procura e morte do menino Jesus. Segundo a lenda, tendo sido identificada a casa onde a sagrada família pernoitava, um denunciador teria colocado um ramo de giesta na porta daquela casa para que os soldados de Herodes, depois de avisados, pudessem identificar a casa e levá-lo. Por milagre, quando os soldados se dirigiram à cidade depararam com todas as portas enfeitadas com ramos de giesta florida. Assim os soldados não puderam cumprir a ordem do mal contra o bem. Noutras terras as maias recordam o caminho da sagrada família para o Egipto: Maria para se poder orientar no regresso terá colocado giestas no seu caminho. Quando a natureza acorda para a juventude, celebra-se, com festas e ritos, a vida, a luz, o fogo e esconjura-se a treva. Estes ritos ganham expressão em tradições como a das maias, Florais, o burro, a rainha de Maio, coroa das maias, leilão de donzelas, a festa do mastro/árvore (esta festa também da virilidade encontra-se no norte da Europa e em Penafiel – costume celta?), etc. No Norte da Europa há lugares onde se comemora a chegada de Maio onde, outrora, moças em idade de casar eram apresentadas no leilão de Maio. As celebrações em honra de Flora (panteão romano) – Flora é a potência da natureza que faz florir as árvores e preside a “tudo que floresce”. Era honrada quer por populações itálicas não latinas como latinas. Esposa de Zéfiro e deusa das flores
 Muguet du bois ou Lírio do Vale (Convallaria majalis) uma planta  vários nomes e duas histórias com várias histórias e lendas:
1- O dia 1° de maio na França, não é só comemorado o dia do trabalhador, mas também é o dia para presentear as pessoas de quem gostamos com a flor muguet, que pode ser branca ou cor-de-rosa.(Na França, neste dia de feriado, muitos comerciantes vendem nas calçadas pequenos buquês de Muguet. Normalmente, o dia é ensolarado e nos faz lembrar que o inverno já ficou finalmente para trás e que bons dias de sol virão. No plano político, após o fim da Segunda Guerra Mundial, a flor muguet tomou o lugar da rosa vermelha, representando a resistência, e passou a ser símbolo do dia 1º de maio na França, quando também foi decretado o Dia do Trabalho. Todos os anos, exclusivamente nessa data, a prefeitura de Paris permite a venda de muguets nas calçadas como forma de gerar renda para as pessoas que estão desempregadas. Hoje, os franceses oferecem flores muguets àqueles que amam como forma de demonstrar carinho e desejar felicidades. ) A tradição vem de um tempo muito distante: Na Roma antiga, as comemorações em homenagem a Flora, a deusa das flores, tinham seu apogeu em 1° de maio (. Os celtas celebravam o início do verão no mesmo dia. Eles dançavam em volta de uma árvore para espantar os maus espíritos e acreditavam que o muguet trazia sorte. Em 1560, o rei Charles IX, em visita à Drôme com sua mãe, Catherine de Médicis, ganhou um muguet do cavaleiro Louis de Girard de Maisonforte, colhido no seu jardim em Saint-Paul-Trois-Châteaux. O rei, então, decidiu presentear a partir do dia 1° maio de 1561, todos os anos, as damas da corte com a flor. Foi aí que o costume nasceu. No dia 1° de maio de 1895, o cantor francês Félix Mayol (autor de "Viens, Poupoule!") chegava a Paris. Sua amiga Jenny Cook lhe deu um buquê de muguets. Ele colocou a flor na sua lapela no primeiro show no Concert Parisien. A série de shows foi um sucesso. Mayol transformou, então, o muguet no seu emblema. Muito popular na época, o cantor relançou a tradição. Em 1° de maio de 1900, durante uma festa organizada pelos grandes estilistas parisienses, todas as mulheres receberam um ramo de muguets. Os estilistas, então, passaram a presentear as suas clientes todos os anos com a flor. Christian Dior, inclusive, transformou o muguet no emblema da sua marca.A flor apenas foi associada ao Dia do Trabalho sob o governo de Vichy, regime que colaborou com a Alemanha Nazista. No dia 24 de abril de 1941, o marechal Pétain oficializou o 1° de maio como a "Festa do Trabalho e da Conciliação Social". A rosa vermelha, símbolo do Dia do Trabalho desde 1891 e muito vinculada à esquerda, foi então substituída pelo muguet.

(A flor Muguet é uma planta herbácea, de regiões temperadas, que floresce na primavera. Aglomerada em forma de sinos e muito perfumada, a sua presença é natural na zona temperada europeia.
A tradição de oferecer o Muguet, no dia primeiro de maio é desde antiguidade. Nesta época, esta data era o momento que os marinheiros voltavam ao mar. Durante a Renascença, sob o regime Charles IX, o Muguet tem uma reputação de boa sorte. Uma tradição que dura até hoje.)
2- A Lenda do Lírio-do-Vale
Dos meses de Primavera, Maio é sem dúvida um dos mais propícios ao desabrochar das flores.
Por tradição, no primeiro de Maio oferece-se um ramo de lírio-do-vale para dar sorte, pois esta flor floresce normalmente por volta dessa data; mas parece que só os raminhos de lírio-do-vale que tenham naturalmente treze flores é que dão realmente sorte...
O nome científico do lírio-do-vale ~ maialis ou majalis ~ significa "o que pertence a Maia". Com efeito, segundo os antigos livros de astrologia grega ou romana, esta flor tinha a proteção de Hermes (para os Gregos) ou Mercúrio (para os Romanos), o filho da deusa Maia.
O lírio-do-vale é a flor da felicidade. Conta a lenda que uma flor de lírio-do-vale um dia se tomou de amores por um rouxinol que vinha todos os dias ao vale e, poisado no ramo de uma árvore, alegrava tudo em redor com o seu canto maravilhoso. Como a flor do lírio-do-vale era muito tímida, escondia-se por entre as ervas para o ouvir cantar. Mas, um dia, o rouxinol deixou de aparecer. O lírio-do-vale esperou-o dia após dia, em vão. Cheio de tristeza, o lírio-do-vale deixou então de florir; e só voltou a dar flores em Maio, quando o seu amigo rouxinol regressou ao vale, o que encheu de felicidade o lírio-do-vale que, na linguagem das flores, assim se tornou a flor da felicidade.
O lírio-do-vale é um símbolo de humildade que aparece muitas vezes reproduzido em pinturas religiosas. Existe também um simbolismo religioso ligado ao lírio-do-vale, pois segundo uma lenda cristã foram as lágrimas de Nossa Senhora que se transformaram em flor enquanto ela chorava aos pés da cruz a morte de seu filho Jesus. É por esta razão que a flor é também conhecida em algumas línguas pelo nome de "lágrimas de Maria".
O rei Salomão, célebre na antiguidade pelo seu sentido de justiça, fala-nos também do lírio-do-vale em algumas poesias de amor do seu livro bíblico “O Cântico dos Cânticos”.
Esta planta, ao mesmo tempo modesta mas cheia de beleza, é fonte inspiradora de esperança num mundo melhor, pois há quem acredite que ela simboliza uma segunda vinda de Jesus Cristo à Terra. Na linguagem das flores, o lírio-do-vale significa o “regresso da felicidade”.
Lírio-do-vale - Volta da felicidade - doçura - humildade - pureza perfeita

Nome Científico: Convallaria majalis
Sinonímia: Convallaria keiskei
Nome Popular: lírio-do-vale, convalária, lírio-convale, lírio-de-maio, muguet
Família: Ruscaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: Europa e Ásia
Ciclo de Vida: Perene
Outras histórias, tradições ou  práticas mágico-profilácticas e supersticiosas que o povo continua a manter (bebidas e manjares cerimoniais), tendo por objectivo a sublimação e erradicação do «Maio», igualmente chamado o «carrapato» ou o «burro», identificado com o mal e a doença – mascarando, assim, discretamente, a personificação do nome temido: o demónio. A identificação do Maio com o burro, poderá, eventualmente e por sobreposição de conceitos, representar o tributo, designado «cavalo de Maio», pago na Idade Média, no dia 1 de Maio, por todos aqueles «que não possuíam um cavalo em boas condições para a guerra». Por outro lado, «burro», é também o nome que se dá em certas localidades de Trás-os-Montes a uma espécie de aranha, popularmente designada por «arranhola», bichinho que ataca as palheiras. Por isso se dizia em Bragança que se deviam colocar as «maias» – neste caso simbolizadas não por flores, mas por castanhas – nos currais e nos celeiros. Este e outros rituais cíclicos do calendário aparecem, por vezes, associados às Florais, festas em louvor de Flora, deusa das flores e dos jardins e mãe da Primavera, realizadas em Roma nos dias 1, 2 e 3 de Maio. Outra das tradições desta data consistia na «coroa das maias» (feita, por vezes, com flores de papel e enfeitada com laços e fitas de cores), que os rapazes depunham à porta das raparigas tendo, como significado, uma declaração amorosa. Com a mesma intenção, no Alto Alentejo, havia o uso de «deitar a maia», ou seja, de os rapazes atirarem um ramalhete de flores pelas aberturas das casas das namoradas, como testemunho amoroso.Os «maios», na configuração de bonecos vestidos ao gosto de cada um, continuam a encontrar-de um pouco por todo o País, embora mais acentuadamente no Sul.Os bonecos representam pastores, cantoneiros, lavadeiras, entre outras profissões, retratando tradições e ofícios antigos e mesmo figurações actuais. A sua origem perde-se nos tempos e corresponde às Florálias celebradas entre os romanos e dedicadas a Flora, deusa das flores e da Primavera, a quem consagravam os jogos florais. Durante três dias consecutivos, as mulheres dançavam ao som de trombetas, sendo coroadas de flores as que logravam ganhar os jogos, adornando-se desse modo à semelhança da própria divindade a que prestavam culto. Aliás, é precisamente aos romanos que se atribui a implantação de tal costume na Península Ibérica, tendo a mesma alcançado especial aceitação na região do Algarve.
A Igreja católica declarou Maio como o mês de Maria, a mãe e rainha. Dos 54 países que celebram o Dia da Mãe, 36 festejam-no em Maio.

https://antonio-justo.eu
http://entreaestoriaeahistoria.blogspot.com/2007/04/as-maias.html
br.rfi.fr/franca/20150501-saiba-origem-da-relacao-entre-flor-muguet-e-o-1-de-maio-na-franca
https://www.parciparla.com.br/o-muguet-e-simbolo-de-sorte/
http://www.afcampinas.com.br/index.php/1o-de-maio-na-franca-e-tradicao-de-presentear-com-muguet/
http://www.dulcerodrigues.info/lendas/pt/lendas_lirio_vale_pt.html
http://www.mulhervirtual.com.br/flor/lirodovale.html
https://sarrabal.blogs.sapo.pt/46397.html
https://auren.blogs.sapo.pt/os-maios-e-as-maias-origens-e-2375436

domingo, 28 de abril de 2019

Dor na Alma nem o Tempo Cura

A dor na Alma é uma dor para a qual a Morfina (potente analgésico extraído do ópio) ou outro analgésico (=químico utilizado para cortar a percepção ou bloquear os estímulos dolorosos nas vias nervosas aferentes da dor), é uma dor que nem o tempo, que é o remédio para tudo, consegue curar. Torna-se muitas vezes agravada quando é a própria pessoa quem a diagnostica e a razão a todo  o instante revela detalhes que reverbera a dor quando a emoção tenta atenuar, abrandar ou "colocar para escanteio" através de leituras de autoajuda retidas na memória interiorizadas e retidas ao longo dos tempos, ou recentes como estas 7 "dicas" encontradas hoje:
Fale Sobre o Que Está Sentindo
Uma das melhores maneiras de aliviar a sua dor emocional é falar a respeito do que está sentindo. Seja com um amigo de confiança ou com um profissional, expressar o seu sofrimento através de palavras irá te ajudar a enxergá-lo com maior clareza e, também, diminuir o peso do fardo que está carregando. Evite sofrer calado e guardar tudo para si, mesmo que seja uma pessoa reservada, faça esse esforço pelo seu próprio bem, pois a fala é um dos caminhos para se chegar à cura.
A razão concorda que falar sobre o que se sente é um passo para aliviar uma dor emocional e acrescenta que "falar com os dedos" ou seja, escrever sobre não só o que percebe que está sentindo como o que se está passando na mente de forma livremente, sem se preocupar com o conteúdo, nexo, ortografia ou gramática, também propicia bons e até melhores e mais eficazes resultados nas pessoas introvertidas e/ou reservadas, porque estão "tirando de dentro" como se estivessem verbalizando com alguém, só que neste caso o "ouvinte" é o papel, com a vantagem de estar seguro e tranquilo, sem correr o risco de ser mal interpretado, julgado, criticado, ridicularizado, porém a mercê de seu próprio julgamento  o que pode acabar por agravar, uma dor emocional, mais ainda se for na Alma, contudo esse agravamento também pode ocorrer se estiver falando com uma pessoa que se revele não merecedora da nossa confiança
Responsabilize-se Sem Se Culpar
Assumir sua responsabilidade pelo que sente é uma atitude que irá lhe permitir entender melhor seus sentimentos, assumir o controle e buscar soluções. Entretanto, é essencial saber diferenciar responsabilidade de culpa. Enquanto a primeira lhe dá autonomia, a segunda faz com que se mantenha preso ao passado, inerte. Portanto, escolha enxergar a sua dor na alma com sabedoria, sem se lamentar, porque é assim que conseguirá vencê-la.
A razão concorda que o assumir da responsabilidade é um passo que poderá ajudar a melhorar uma dor emocional, quando vem acompanhada pela busca da solução, porém a responsabilidade por um ato implica uma culpa, apontada por si mesmo ou pelos outros, contudo, a sua intensidade poderá ser em maior ou menor dimensão consoante o grau de correção, ou a solução encontrada. Se não houver como consertar o "estrago" feito agravará a dor na Alma ao invés de aliviar. Recentemente alguém, um religioso, contou uma história e sugeriu que sempre que tiver feito algo e não tiver como consertar ou tiver deixado de fazer algo que já não possa mais fazer, pedir a Deus que complete o que faltou fazer. Esta sugestão devolve a esperança e dá uma "lufada" de ar fresco, uma brisa no deserto árido em que a Alma se encontra, ao fazer isso por instantes sente-se um alívio e algum momento de paz,  embora não cure ou cicatrize essa dor.
Conheça as Suas Emoções
Ao invés de simplesmente sentir, questione-se a respeito de suas dores e emoções, buscando respostas para encontrar a origem de cada uma delas e superar seus reflexos negativos. Esse é o caminho para se entender e se descobrir e para assumir o controle sobre os reflexos daquilo que sente. Obviamente, continuará sendo como qualquer ser humano, que se entristece e se alegra, mas com a diferença que conseguirá lidar com tudo de forma mais positiva e confiante e sem se deixar abater por emoções negativas.
A razão concorda que conhecer sobre a causa das sores e o que motivou as emoções e consequentes reflexos negativos ajuda a encontrar a solução e criar mecanismos de prevenir e adaptar para poder controlar as consequências do que se sente, porém nem sempre as respostas encontradas são promotoras de alívio da dor na Alma, muitas vezes são reforços que agravam de forma sustentada essa dor.
Cuide da Sua Autoestima e Se Ame
Por mais que existam tratamentos para curar as dores da alma, existem coisas que apenas você pode fazer por si mesmo. A primeira delas é reconhecer o seu valor e se amar. Lembre-se de que o primeiro amor que devemos sentir é o amor-próprio. Apenas quando você se valoriza e se trata com carinho e respeito é que se torna pronto para amar outras pessoas de uma forma positiva e saudável, sem dependência.
A razão concorda que reconhecer o auto valor leva a pessoa a amar-se e amar ao outro sem dependência, porém se a pessoa descobrir que não é tão valiosa como pensava ou que possui pouco valor, não implica que não possa amar o outro, pelo contrário, acaba amando o outro porque reconhece o valor dele. Contudo se não é impeditivo de amar sem dependência, a descoberta da não existência ou do pouco valor é um fator de agravamento da dor da Alma.
Mude o Que Precisa Ser Mudado
Não existe uma fórmula pronta para se curar de uma dor na alma porque cada dor é única e tem suas razões para existir. Nesse sentido, é necessário que reflita a respeito da sua vida e identifique os pontos que precisam ser mudados. Se alguma circunstância externa te incomoda, veja o que pode transformar em si para contribuir para uma melhora. Evite esperar atitudes de outras pessoas, dê o primeiro passo e faça a sua parte, porque é assim que grandes transformações acontecem.
A razão concorda que mudar o que precisa ser mudado é o caminho para aliviar a dor emocional, principalmente, mudar o que está dentro de si corroendo a Alma, mas e se souber que o que está corroendo as entranhas do ser  não tiver como se mudado ou transformado ou não tiver um sentido ou  um motivo para ser mudado é um fator de continuar reverberando a dor da Alma
Encontre um Significado Para a Sua Vida
Uma das melhores maneiras de curar uma dor emocional é mostrando para si mesmo que é mais forte do que ela. Para isso, é importante que encontre um significado maior para a sua vida, para que tenha motivos para reagir e superar. Cada um de nós tem um propósito, uma missão aqui na Terra, descubra qual é a sua. Tenho a certeza de que se conscientizar a respeito disso irá te proporcionar ânimo e motivação para continuar sua caminhada. 
A razão concorda cem por cento  que o analgésico para a  dor emocional, é descobrir o  significado da vida e o fundamento da sua existência, mas fica dividida quando a dor da Alma é provocada  por presenciar, mas desconhecer o motivo do sofrimento atroz porque um ser humano passa na vida,  como por exemplo o sofrimento de Jesus Cristo na Cruz, em que  não se teve a capacidade de impedir ou tornar menor, ou até mesmo involuntariamente, ser se o responsável por tamanho sofrimento, neste caso, o remédio  não é suficiente, chega a ser somente um paliativo, um sedativo momentâneo ou um placebo.
Tire Lições do Que Está Vivendo
Todas as experiências que vivemos têm algum tipo de lição a nos ensinar e, geralmente, os maiores ensinamentos são aqueles que vêm através da dor. Por isso, ao invés de se culpar e se perguntar porque isso tinha que acontecer contigo, analise a situação como um todo. Em algum momento irá encontrar pontos positivos de tudo isso, se não for agora será no futuro.
Os fins, por mais dolorosos que pareçam, são grandes oportunidades para renascer, recomeçar e fazer diferente. Permita-se ressignificar o que está sentindo e verá como é possível encontrar uma luz no final do túnel.

A razão concorda que as experiências são lições  a aprender ou aprendidas  e serem retidas e por isso oportunidades para renascer, recomeçar e fazer diferente, o remédio para a dor emocional e encontrar a luz no final do túnel, porém quando não se consegue ver o sentido dos acontecimentos ou se perdeu o rumo  ou a carruagem da vida a dor da Alma é tão intensa  que a sua negritude impede de vislumbrar qualquer centelha de luz no final do túnel, pois nada faz sentido.
O  taoísmo, existente há mais de 5 mil anos, afirma que uma alma volta à terra para buscar a evolução e perfeição, para depois atingir seu objetivo final, que é voltar ao Tao – uma espécie de paraíso onde somente estão as almas purificadas e evoluídas. Portanto, uma alma velha é aquela já passou por 5 idades, e com isso possuem graus elevados de percepção, de sensibilidade, são mais experientes que as demais, mais espiritualizadas. As pessoas que possuem uma alma velha são:
 *Pessoas mais experientes, sensíveis e maduras do que as demais da sua idade. Normalmente uma alma velha costuma se dar bem com pessoas mais velhas do que ela, por serem mais evoluídas.
*Pessoas que adoram a intelectualidade, o conhecimento, a sabedoria. Estão sempre desejando estudar, aprender algo novo e têm interesse em diversas áreas do saber.
*Pessoas que apreciam as coisas simples da vida, e estão sempre buscando fazer coisas que lhes deixam felizes e plenas espiritualmente e emocionalmente. 
*Pessoas que tendem a ser solitárias, gostam de estar sozinhas e curtir a sua própria companhia. Precisam de momentos sozinhas.
*Pessoas muito sensíveis a toda e qualquer energia ao redor, são como ‘esponjas’, sentem e absorvem a energia emanada por pessoas e ambientes.
*Pessoas empáticas, emocionais, gostam de ajudar os outros e colocam-se sempre no lugar dos demais antes de opinarem, procura evitar a todo custo ferir ou magoar alguém. 
*Pessoas muito intuitivas e gostam de se guiar por elas. Costumam dar conselhos baseados em intuição e tendem a acertar em previsões.
*Pessoas que normalmente não têm a mesma opinião e ideia que seus familiares, mas prevalece o respeito acima de tudo.
*Pessoas que normalmente são pessoas que têm problema com a própria autoestima, se cobram demais e são perfeccionistas.
*São pessoas que não são nada materialistas. Não ambicionam grandes fortunas, fama, ou muitos bens, procuram valorizar o real sentido da vida.
*Pessoas que possuem um dom especial: o perdão. São pessoas que conseguem perdoar de fato, sem guardar mágoas (o que mostra a sua evolução como uma alma velha).
Os sentimentos que acompanham uma alma velha: tranquilidade, serenidade, paciência e desconfiança no mundo de hoje.
Foram crianças muito curiosas, daquelas que queriam saber de tudo. Que abriam coisas para saber o que tem por dentro, como eram feitas. Que faziam perguntas que os adultos não sabiam como responder. Podem mesmo ser consideradas rebeldes pelos pais, e conversa como um adulto desde criança.
Será que a dor da Alma, única dor que o tempo não cura, significa a consolidação e confirmação da sua velhice ou será o anúncio de sua impureza e imperfeição?

https://www.jrmcoaching.com.br/blog/o-que-e-dor-na-alma-ela-tem-cura/
http://www.wemystic.com.br/artigos/voce-e-uma-alma-velha-descubra/




domingo, 24 de fevereiro de 2019

Crepúsculo da Vida da Estrela Guia...Dor Profunda, Abafada pela Razão das Ações

O Crepúsculo da Vida de um ente querido, nomeadamente do pai ou da mãe, além da dor da perda da saudade, por vezes do remorso e da culpa, traz uma enxurrada de providências a tomar:
1- Tratar do Funeral junto da Funerária
Esta providenciará junto ao hospital, se o falecimento nele ocorreu, a certidão de Óbito passada pelo Notariado do Registro Civil, sem o qual  não pode ser sepultado; Vestirá o falecido (com o traje levado pela família, muitas vezes o falecido já o tinha separado para esse dia ou  o que a família leva o traje que o ente querido gostava) e o ajeitará de forma a estar bem apresentado para que a família e amigos se sintam confortados de que o ente querido está em paz, (como aconteceu com a minha Estrela Guia, que estava com a aparência serena, em nada deixando transparecer o sofrimento atroz que tivera nos últimos dias antes do Crepúsculo da Vida chegar, diferente da outra Estrela Guia que partira alguns antes, onde o estigma do sofrimento se manteve) diminuindo o impacto do choque, nos casos de mortes violentas ou traumáticas e o colocará na "cama eterna" (caixão) que a família escolheu.
Esta fará a publicação do óbito, hora do funeral  e Missa de Sétimo Dia (muitos dizem que não existe essa missa) no jornal que tem uma página desse gênero);
Esta comunicará o óbito à Segurança Social para que a família possa ser reembolsada  ou receber o auxílio para as despesas do funeral. Indicando quem será o "Cabeça do Casal" (geralmente o filho mais velho ou quem viveu com o falecido nos últimos meses de vida do falecido, ser o "Cabeça do Casal" implica responsabilidades acrescida, muitas das vezes tem que resolver problemas, tem que ficar à frente de tudo relacionado aos bens do falecido, inclusive o pagamento dos débitos se existirem) 
Providenciará  também o translado (como foi o caso das Estrelas Guias) para o cemitério da terra onde nasceu o falecido.
2- Comunicar o óbito ao Instituto de Pensões fora do país  (caso o falecido auferisse pensão no estrangeiro)
3- Fazer a Habilitação de Herdeiros num notário ("Cabeça do Casal")
4- Solicitar ao Banco Central a declaração das contas bancárias, aplicações financeiras, créditos abertos, dívidas
5- Solicitar ao banco (ou bancos se tiver uma conta em outro banco) a declaração do saldo existente na (s) conta(s) e  Ações (se tiver) à data do óbito, nessa altura o banco bloqueia de imediato a (s) conta (s) até que seja entregue a carta das partilhas  contendo a divisão do saldo pelos respectivos herdeiros . Se os herdeiros tiverem acesso a conta e precisarem ou quiserem, de comum acordo retirar o saldo antes da conta ser bloqueada, devem , antes de fazer a distribuição, abrir uma conta dos herdeiros, principalmente se houver uma soma avultada, para então ser transferido para cada um dos herdeiros, sem problemas e sem ter que pagar a mesma taxa de transferência em duplicado, triplicado (consoante o número de herdeiros), reunir todos os bens e fazer a relação de bens
6- Comunicar o óbito às Finanças 
O prazo é até 90 dias (em Portugal) ou até 60 dias (se for no Brasil)
Será fornecido a certidão ou declaração de quitação do imposto sucessório (em Portugal é isento de imposto a transmissão de bens aos herdeiros, no Brasil é necessário contratar um advogado e proceder ao inventário e seguir os trâmites legais). Normalmente (em Portugal) é o "Cabeça do Casal" que participa óbito, preenchendo o "Modelo 1" onde consta a relação dos bens.
7- Apresentar a certidão das Finanças de quitação dos impostos e da distribuição dos bens monetários ao banco que fará a transferência dos bens monetários conforme a certidão de distribuição fornecida pelas Finanças
Tudo isso é muito desgastante para os familiares, principalmente para o "Cabeça do Casal",  por estar lidando com o material, quando deveria estar lidando com o espiritual e com o emocional, se bem que em grande parte é justamente tratar do lado material, do racional que ajuda a atravessar esse momento extremamente doloroso da perda do ente querido,  dando, ainda que fugaz ou a curto prazo, um sentido, um rumo onde tudo na vida perdera o sentido, principalmente quando o sofrimento atroz antecedera o Crepúsculo da vida, embora por vezes esse lidar com o material /racional  atenue a dor, momentaneamente, porém outras vezes acabe por acentuar ainda mais essa dor profunda, porque é a confirmação de que o ente querido não voltará mais.

domingo, 3 de fevereiro de 2019

Dia de São Brás...Lembranças, Descobertas e Afinidades

Hoje, dia de São Brás (protetor dos males da garganta),  lembranças, descobertas e afinidades depois de tantos anos: 
1- São Brás, nasceu mais ou menos nos anos 300 foi um médico valoroso, não só curava as pessoas de suas doenças, mas também dos males da alma. Num certo tempo começou a questionar a sua profissão de médico, porque queria servir a Deus e não sabia como, tornou-se um eremita e ficar em constante oração, ao mesmo tempo que curou um menino que tinha um espinho na garganta, com uma bênção sobre a garganta, morreu tendo sido morto por uma espada na garganta no dia 3 de Fevereiro. De médico, passou a sacerdote, bispo e tornou-se Santo protetor contra os males da garganta: 
Um dia, uma mãe desesperada o procurou porque seu filho estava quase morrendo com um espinho encravado na garganta. São Brás olhou para o céu, rezou e, em seguida, fez o sinal da cruz na garganta do menino. No mesmo instante, ele ficou milagrosamente curado. Por esse milagre, até os dias de hoje São Brás é invocado para curar os males da garganta.
Em todos os lugares do mundo, quando uma criança ou qualquer pessoa se engasga, a invocação direta ao Santo logo é rezada: "São Brás te proteja." Ou simplesmente: "São Brás."
e dos animais (quando tornou-se eremita, vivia numa gruta e convivia com os animais selvagens em harmonia: Um dia Agricola mandou seus soldados buscarem feras, leões, tigres, para servirem de espetáculo no martírio dos cristãos presos. Quando os soldados chegaram perto da gruta do santo, viram todo o tipo de animal da floresta convivendo em harmonia com ele. Com espanto geral correram para contar ao prefeito Agricola o que estava acontecendo
2- São Lucas, evangelista e patrono dos pintores e médicos, ele é o autor do terceiro livro dos evangelhos que tem o seu nome e do Atos dos Apóstolos. Um médico, São Lucas é tido como sendo um grego da Antiópia (moderna Turquia). Que era medico é confirmado por uma passagem em Colossians (4,14) na qual São Paulo descreve Lucas como “amado medico”. Um convertido na nova fé, ele acompanhou São Paulo na sua segunda jornada missionária em torno dos anos 51 DC e permaneceu 6 anos em Philippi, na Grécia e foi na terceira jornada com Paulo, que incluiu o famoso naufrágio as costas de Malta. Ele permaneceu com Paulo durante sua prisão. Paulo escreveu três vezes sobre Lucas no Novo Testamento: em Colosians, em Timoteo e em Philomon. É possível deduzir a presença de Lucas com Paulo nas jornada missionarias pelas varias passagens no “Atos dos Apóstolos” (16,10-17; 20,5-21,18; 27,1-28,16). Em 66 DC, Lucas voltou para a Grécia onde se acredita que veio a falecer com a idade de 84 anos “repleto do Espirito Santo”. Vários “Atos” relatam que foi martirizado, embora vários escolares acreditam que isto seriam lendas não confiáveis. Ele é tido como tendo visitado a Virgem Maria e se acredita que ele teria pintado vários quadros da Virgem Maria em especial o lindo quadro conhecido como o de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro. Seu trabalho estaria preservado em Roma na “Santa Maria Magiore”, embora as datas das pinturas seriam bem depois dos tempos apostólicos. O seu evangelho definidamente foi escrito para os gentios. Um dos aspectos mais interessantes de Lucas é que frequentemente fazia a justaposição de um história de um homem com a de uma mulher. Por exemplo, a cura dos demoníaco (Lc 4,31-37) e seguida da cura da sogra de Pedro (4,39-39), o escravo do centurião é curado(7,1-11) e o filho da viúva de Naim é curado, o Geranese demoníaco é curado (8,26-39) seguido pela cura da filha de Jairus e da mulher com hemorragia (8,40-56). 
3-  O símbolo da medicina é representado pelo Bastão de Asclépio (ou Esculápio), o qual consiste em um bastão, varinha ou haste, com uma cobra entrelaçada. Na mitologia grega antiga Asclépio é o deus da cicatrização, ou da própria medicina. O Centauro Quíron lhe teria essa ciência, o qual se destacando rapidamente sobressaiu em relação ao seu mestre. Sua capacidade de curar era tão notável que ganhou a reputação de ressuscitar doentes. Isso porque Asclépio sabia dosar perfeitamente as misturas do sangue de Górgona. Dada a capacidade de trocar de pele, a cobra constante no símbolo representa o renascimento, bem como a fertilidade. Ela traz uma simbologia complexa, uma vez que representa também a morte e destruição, em oposição à vida e a ressurreição (ou a cicatrização em oposição ao veneno). O bastão, por sua vez, é um símbolo de autoridade. Ele representa o poder divino, a quem, apesar dos esforços e habilidades médicas, cabe decidir sobre a vida ou a morte de alguém. Assim, Zeus - deus dos deuses e deus do reino dos espíritos - não aceitou o fato de Asclépio ressuscitar pacientes e os levar embora do seu reino. Por esse motivo, Zeus mata o deus da medicina demostrando a sua autoridade. Em uma lenda, Zeus matou Asclepius com um raio por perturbar a ordem natural do mundo, ressuscitando os mortos, enquanto outra versão indica que Zeus o matou como punição por aceitar dinheiro em troca da realização de uma ressurreição. Depois que ele morreu, Zeus colocou Asclepius entre as estrelas como a constelação de Ophiuchus, o Serpentário, ou “portador da serpente”.Pelo fato de representar a Medicina, é comum que estudantes desse curso demonstrem forte intenção em tatuar o bastão de Asclépio como forma de comemorar o fato de conseguir entrar no curso de tão difícil acesso. Assim, a tatuagem reflete satisfação pessoal. Na verdade, existem duas versões do símbolo. A versão alada é conhecida como um Caduceu, e a vara é um bastão que foi conduzido pelo deus do Olimpo Hermes. Na mitologia grega, Hermes foi um mensageiro entre os deuses e os humanos (o que explica as asas) e um guia para o submundo (o que explica o cajado). Hermes era também o padroeiro dos viajantes, o que torna a sua ligação com a medicina adequada, pois antigamente os médicos tinham que percorrer grandes distâncias a pé para visitar seus doentes.Em uma das versões do mito de Hermes, ele recebe o bastão de Apolo, o deus da cura. Em outra versão, ele recebe do rei dos deuses, Zeus, entrelaçado a duas fitas brancas. As fitas foram substituídas mais tarde por serpentes, já que a história diz que Hermes usou a vara para separar uma briga entre duas cobras, que então se enrolaram nele e permaneceram lá em harmonia e equilíbrio.
4- Dois médicos, ambos martirizados, ambos canonizados, ambos seguram a Bíblia, ambos com duas profissões, um questiona a profissão de médico e torna-se eremita, embora continue exercendo circunstancialmente, o outro sobressai não como médico mas como artista (escritor e pintor), a Medicina tem dois símbolos (Bastão de Asclépio e Caduceu ambos tem em comum a serpente, que por sua vez representa a dualidade: Vida-morte. Haver uma dualidade existencial cria de imediato uma afinidade, já que a dualidade existencial foi sempre uma constante  ao longo da vida, talvez fruto do signo  dual, Gêmeos, mas no momento esta dualidade está muito acentuada, talvez um dos dois possa ajudar no rumo a ser seguido ou no fortalecimento da decisão tomada para pô-la em pática e assim acabar com essa dualidade existencial (ser mas na verdade não ter capacidade para ser, ter mas  sem ter condições de ter) que mantém a vida suspensa embora o tempo continue a passar.
https://cruzterrasanta.com.br/historia-de-sao-bras/132/102/
https://cleofas.com.br/quem-foi-sao-lucas-evangelista/
https://www.dicionariodesimbolos.com.br/simbolo-medicina
http://will-verdadesocultas.blogspot.com/2011/03/porque-o-simbolo-da-medicina-e-uma.html

quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

"Muro" das Lamentações







"Muro" das Lamentações

Este local, assim como a pomba mostra é um autêntico "muro de lamentações", as paredes são feitas de uma cortina de água corrente. porque "muro" porque separa dois mundos, do lado de lá o mundo exterior, a realidade como ela é observada por todos (prédios, árvores, carros, pessoas a passarem), do lado de cá o  mundo interior, a realidade sentida no âmago do ser, invisível aos olhos dos outros.

 
"Muro das lamentações" porque foi o lugar eleito de forma intuitiva num momento em que as lágrimas teimavam em rolar, parecia querer juntar-se as águas que jorravam, a partir daí todas as vezes que surgia a necessidade de entrar em sintonia com Deus ou de extravasar o que sufocava ou aprisionava a Alma, ou  ainda a necessidade de pedir perdão ou  simplesmente de deixar a mente e as emoções fluírem livremente sem a interferência da razão, o que neste caso poderia dizer as lamentações, as lamúrias de um espírito atormentado pela saudade, pela culpa, talvez superdimensionada, pelos remorsos e arrependimento de ter dado prioridade ao que achava que seria, quando na verdade não o era e deixar de priorizar o que seria  essencial, que era aproveitar os momentos na companhia de quem realmente era importante, enquanto estivesse presente. Agora que não está mais presente,  as prioridades deixaram de existir, na altura "andar sem rumo definido numa tarde de sol" era um "desperdício de tempo" porque tinha muita coisa para fazer, pelo menos era o pensamento na altura, neste momento continua a existir coisas para serem feitas, mas não são e o tempo é desperdiçado, em grande parte, justamente  andando sem rumo independente de haver sol ou chuva ou estando parado em frente ao "muro das lamentações" derramando lágrimas inúteis. em termos de fazer o tempo voltar atrás, mas muito necessárias para o ser não sucumbir sufocado pela angústia das dolorosas recordações que marcaram os últimos 3 meses e meio.