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domingo, 1 de junho de 2008

Dualidade do Coração


Será possível a coexistência de uma dicotomia no coração emocional de qualquer pessoa? será que essa pessoa pode ter um coração negro pela tristeza mas ao mesmo tempo vermelho de alegria de forma tão bem delimitada?
Será que os signos têm influência nessa dicotomia? só as pessoas nativas do signo de gêmeos onde o próprio símbolo já é a própria dicotomia ou uma dualidade têm bem delimitado essa dicotomia: Tristeza/alegria?
Seria mais lógico que houvesse uma sequência, no momento de tristeza todo o coração está triste, no momento de alegria todo o coração está alegre. Onde houver tristeza a alegria não entra e onde houver alegria a tristeza não entra, porém não é assim que acontece, parece haver uma fronteira bem definida a separar essas 2 metades, de um lado o coração é pesado, acorrentado, chora de tristeza por várias razões, mas tendo um ponto de partida num acontecimento, por outro é leve, livre para voar nas asas das emoções, sorri por tudo, tendo como ponto de partida o amor.
Essa fronteira é uma porta "vai-vem", dependendo dos acontecimentos, das lembranças, ela se abre para o lado negro, deixando as trevas saírem e todo o ser chora ou se abre para o lado cololorido, deixando a luz sair, fazendo com que todo o ser sorria e flutue.
O impressionante disso é que a delimitação é tão perfeita, que no momento que uma das partes é libertada basta chegar na fronteira para a outra ser libertada, se não houver aproximação da fronteira, a parte libertada é a que predomina.
Esta dicotomia acaba por representar a própria dualidade que cada ser humano carrega: Razão x Emoção, onde a razão seria a metade frenadora, carcereira e a emoção a outra metade libertadora, aquela traça o rumo e a meta e esta dá sentido à existencia da vida.
Esta dualidade pode ainda representar outra dualidade marcante no ser humano. realidade x fantasia, tanto uma como outra poderia ser indistintamente uma e outra metade, porque nem sempre a realidade é negra, castradora e nem sempre a fantasia é colorida e libertadora, porém a razão personifica a realidade e a emoção a fantasia.
Ao falar de razão e emoção a imagem que melhor representa essa dualidade é o cérebro do ser humano dividido por um sulco em 2 hemisférios: esquerdo e direito, onde o esquerdo aloja a razão e o direito aloja a emoção, pela teoria da dominância dos hemisférios os seres humanos que apresentam o hemisfério esquerdo dominante, são aqueles que têm vocação para a ciência, para a matemática, física, engenharia porque são predominantemente racionais ou movidos pela razão, já aqueles que têm o hemisfério direito dominante, teriam vocação para as artes (música, dança, pintura, escultura, dramaturgia, escritores) porque são predominantemente emocionais, porém , o ideal é que haja o equilíbrio entre os hemisférios, mas isso depende de cada um . As células nervosas não se regeneram, nem se renovam, porém existe a teoria da plasticidade neuronal, os neurônios vão formando uma rede de ligações entres os outros neurônios de acordo com o estímulos que vão recebendo. Em função disso há uma corrente de pensamento que refere a importância de se fazer "ginástica mental/cerebral" ou seja mudar os hábitos, por exemplo, se for destro, tentar escrever por vezes com a esquerda, quem diz isso diz muitas outras situações, isso obriga a que o cérebro faça ginástica, porque o lado direito do corpo está representado no hemisfério esquerdo e o lado esquerdo do corpo no hemisfério direito, o objectivo dessa ginástica é fortalecer o cérebro, mantendo-o activo, o que levaria a retardar os efeitos do seu envelhecimento.
Agora retorno ao início havendo essa dualidade a nível cerebral também pode haver a dicotomia a nível do coração emocional, porém tão delimitada assim é possível que nem todos tenham, talvez realmente seja mais encontrada nos que nasceram sob a constelação do zodíaco gemini .
PS:Segundo a wikipédia (Gemini, os Gêmeos, é uma constelação do zodíaco. O genitivo, usado para formar nomes de estrelas, é Geminorum. Eles representam Castor (α) e Pólux (β), irmãos de Helena de Tróia, na mitologia grega. O planeta-anão Plutão foi descoberto próximo a Wasat, δ Gem, em 1930, por Clyde Tombaugh.
As constelações vizinhas, de acordo com as fronteiras modernas, são Lynx, Auriga, Taurus, Orion, Monoceros, Canis Minor e Cancer.

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