Sua visita me deixou muito feliz...

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quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Amor......iberdade e escravidão!


O amor tanto conduz a liberdade do ser quanto aprisiona e conduz a uma forma de escravidão.
O amor é libertador quando faz o eu interior da pessoa emergir das entranhas do ser e expressar-se de forma perceptível no dia a dia da pessoa: A criatividade acentua-se, a sensibilidade aflora, a compreensão e a tolerância manifesta-se, os problemas minimizam-se, as dificuldades ultrapassam-se, os obstáculos superam-se, as correntes interiores quebram-se, os sonhos materializam-se, projetos elaboram-se, metas criam-se, o sorriso expressa-se de forma permanente e persistente, o horizonte alarga-se, o raciocínio fica apurado, a generosidade impera, o egoísmo desvanece-se, os conflitos diluem-se, a harmonia e o equilíbrio dominam, a luz brilha e a paz interior e exterior é alcançada.
Contudo o amor escraviza quando se torna uma dependência do outro e passa-se a viver em função do outro de forma egoísta ( cobrando presença e atenção o tempo todo, de forma que, os segundos sem a presença parecem minutos, os minutos parecem horas, as horas parecem dias, levando a conflitos interiores, acentuando inseguranças, abalando auto estima e confiança em si mesmo, acabando por sufocar o ser amado) e não mais de forma altruísta, como o amor exige (estar atento às necessidades, gostos e desejos do outro, tentando satisfazê-los, ter confiança absoluta, deixar o outro livre sem cobranças, ter paciência e serenidade para esperar a sua vinda, estar sempre disponível, aliviar a "carga" do outro, dar-lhe motivação, incentivo, consolo, conforto, compreensão, carinho ou mimos e alívio de acordo com o momento, procurar secar-lhe as lágrimas, independentemente do nosso sentir e necessidades no momento, inclusive até de nossas lágrimas, porque se o outro estiver bem e feliz assim nós estaremos).

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