Sua visita me deixou muito feliz...

Sua visita me deixou  muito feliz...

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Coma...Matar, deixar morrer ou esperar pelo crepúsculo?

Uma notícia recente: "Vítima de acidente em 1992, Eluana Englaro morreu em clínica em Udine, suícidio assistido", provoca polêmica sobre a Eutanásia na Itália e no mundo todo.
O nosso cérebro, medula espinhal e nervos periféricos compõem um sistema de controle e processamento integrado de informações. O estudo científico do cérebro e do sistema nervoso é chamado de neurociência ou neurobiologia.
Os cientistas acreditam que a consciência depende da constante transmissão de sinais químicos do tronco cerebral e tálamo para o cérebro. Estas áreas estão conectadas por caminhos neurais chamados Substância Reticular Ativada. Qualquer interrupção nestas mensagens pode colocar a pessoa em um estado alterado de consciência.
Estado de coma – Definido como estado de abolição de respostas ou respostas reduzidas e alteradas. O paciente tem perda completa da percepção do meio ambiente e de si próprio e do qual não pode ser despertado. É o estado mais grave de perda da consciência e geralmente se acompanha de algum comprometimento neurológico e/ou somático grave. A vida de relação, os reflexos e os automatismos costumam estar bastante alterados, variando de acordo com a intensidade do estado comatoso. Havendo alguma atividade psíquica presente, ainda que confusa, fala-se de coma vigil. No estado comatoso a consciência se acha profundamente alterada ou quase abolida, tanto assim que o doente não dispõe da capacidade de se manter atento ao mundo externo e, desse modo, ter consciência do que está sendo vivido. Podem ser determinados por lesões cerebrais, traumas cranianos, distúrbios metabólicos ou intoxicações exógenas, medicamentosas ou não. Ainda quantitativamente, a consciência pode estar aumentada, em estado de hipervigilância, onde os estímulos são percebidos com maior intensidade. O fluxo do pensamento é normalmente acelerado e, comumente, há uma exuberância psicomotora e das atividades em geral. Tal situação é mais comum nos estados de intoxicação por substâncias psicotrópicas estupefacientes. Quando esta hipervigilância está acompanhada de exaltação do humor estamos diante de um quadro de hipomania ou mania,
Tipos de coma
*Neurológico – Pode decorrer de patologias como: AVC, TCE, tumores cerebrais, etc.·
*Metabólico – Pode ser denominado de acordo com a patologia causadora ex: coma diabético, coma hepático, coma urêmico.
Classificação de coma:
*Grau I ou Vigil – O paciente mantém resposta à dor, reflexos e sinais vitais presentes;
*Grau II ou Leve – A resposta à dor está ausente, no entanto, os reflexos e sinais vitais estão presentes;
*Grau III ou Profundo - A resposta à dor e os reflexos estão ausentes, sinais vitais presentes;. *Grau IV ou Depassé – A resposta à dor, os reflexos e os sinais vitais estão ausentes.
Paciente é considerado comatoso quando não obedece às ordens, não emite palavras, não abre os olhos.
O estado vegetativo é um tipo de coma em que o paciente está acordado mas não reage aos estímulos. Geralmente, quem se encontra neste estado são pessoas que estavam em coma e depois de alguns dias ou semanas saem do coma e permanecem num estado inconsciente no qual seus olhos ficam abertos, dando a impressão de que estão acordados. Pacientes assim podem ter comportamentos que levam os membros da família a acreditarem que estão ficando acordados e comunicativos. Estes comportamentos podem incluir resmungos, bocejos e movimentos da cabeça e membros. Entretanto, eles não respondem a qualquer estímulo interno ou externo e as evidências de danos cerebrais extensivos ainda persistem. A evolução dos pacientes nos quais um estado vegetativo dura um mês ou mais é geralmente pequena, e os médicos usam o termo estado vegetativo persistente.
Existem vários casos de pessoas que estiveram em coma e que regressaram, motivo pelo qual reacendeu-se a chama da polêmica em torno da eutanásia (A palavra eutanásia é composta de duas palavras gregas ― "eu"= bom e "thanatos"=morte ― e significa, literalmente, "uma boa morte". Na actualidade, entende-se geralmente que "eutanásia" significa provocar uma boa morte ― "morte misericordiosa", em que uma pessoa acaba com a vida de outra pessoa para benefício desta. Este entendimento da palavra realça duas importantes características dos actos de eutanásia. Primeiro, que a eutanásia implica tirar deliberadamente a vida a uma pessoa; e, em segundo lugar, que a vida é tirada para benefício da pessoa a quem essa vida pertence ― normalmente porque ela ou ele sofre de uma doença terminal ou incurável. Isto distingue a eutanásia da maior parte das outras formas de retirar a vida.
Há 3 tipos de eutanásia:
1-Voluntária=> Há uma relação estreita entre eutanásia voluntária e suicídio assistido, em que uma pessoa ajuda outra a acabar com a sua vida (por exemplo, quando uma pessoa obtém os medicamentos que irão permitir que o outro se suicide). Um exemplo é o caso de Ramón Sampedro:
Ramón Sampedro era um espanhol, tetraplégico desde os 26 anos, que solicitou à justiça espanhola o direito de morrer, por não mais suportar viver. Ramón Sampedro permaneceu tetraplégico por 29 anos. A sua luta judicial demorou cinco anos. O direito à eutanásia activa voluntária não lhe foi concedido, pois a lei espanhola caracterizaria este tipo de acção como homicídio. Com o auxílio de amigos planejou a sua morte de maneira a não incriminar sua família ou seus amigos. Em Novembro de 1997, mudou-se de sua cidade, Porto do Son/Galícia-Espanha, para La Coruña, 30 km distante. Tinha a assistência diária de seus amigos, pois não era capaz de realizar qualquer actividade devido a tetraplegia. No dia 15 de Janeiro de 1998 foi encontrado morto, de manhã, por uma das amigas que o auxiliava. A autopsia indicou que a sua morte foi causada por ingestão de cianeto. Ele gravou em vídeo os seus últimos minutos de vida. Nesta fita fica evidente que os amigos colaboraram colocando o copo com um canudo ao alcance da sua boca, porém fica igualmente documentado que foi ele quem fez a acção de colocar o canudo na boca e sugar o conteúdo do copo. A repercussão do caso foi mundial, tendo tido destaque na imprensa como morte assistida.
A amiga de Ramón Sampedro foi incriminada pela polícia como sendo a responsável pelo homicídio. Um movimento internacional de pessoas enviou cartas "confessando o mesmo crime". A justiça, alegando impossibilidade de levantar todas as evidências, acabou por arquivar o processo.

2- Não voluntária => quando a pessoa a quem se retira a vida não pode escolher entre a vida e a morte para si ― porque é, por exemplo, um recém-nascido irremediavelmente doente ou incapacitado, ou porque a doença ou um acidente tornaram incapaz uma pessoa anteriormente capaz, sem que essa pessoa tenha previamente indicado se sob certas circunstâncias quereria ou não praticar a eutanásia.
3- Involuntária quando é realizada numa pessoa que poderia ter consentido ou recusado a sua própria morte, mas não o fez ― seja porque não lhe perguntaram, seja porque lhe perguntaram mas não deu consentimento, querendo continuar a viver. Embora os casos claros de eutanásia involuntária possam ser relativamente raros, houve quem defendesse que algumas práticas médicas largamente aceites (como as de administrar doses cada vez maiores de medicamentos contra a dor que eventualmente causarão a morte do doente, ou a suspensão não consentida ― para retirar a vida ― do tratamento) equivalem a eutanásia involuntária.
Até agora, definimos "eutanásia" de forma vaga como "morte misericordiosa". Há, contudo, duas formas diferentes de provocar a morte de outro; pode-se matar administrando, por exemplo uma injecção letal, ou pode-se permitir a morte negando ou retirando tratamento de suporte à vida. Casos do primeiro género são vulgarmente referidos como eutanásia "activa" ou "positiva", enquanto casos do segundo género são frequentemente referidos como eutanásia "passiva" ou "negativa". Quaisquer dos três géneros de eutanásia indicados anteriormente ― eutanásia voluntária, não-voluntária e involuntária ― tanto podem ser passivos ou activos.
Ao contrário da eutanásia existe a distanásia (do grego “dis”, mal, algo mal feito, e “thánatos”, morte). Consiste em atrasar o mais possível o momento da morte usando todos os meios, proporcionados ou não, ainda que não haja esperança alguma de cura, e ainda que isso signifique infligir ao moribundo sofrimentos adicionais e que, obviamente, não conseguirão afastar a inevitável morte, mas apenas atrasá-la umas horas ou uns dias em condições deploráveis para o doente.
Tecnologias poderosas permitem aos médicos manter a vida de muitos pacientes que, apenas há uma década ou duas atrás, teriam morrido porque os meios para impedir a morte não existiam. Devido a isto, coloca-se ainda com mais urgência uma velha questão: devem os médicos fazer sempre tudo o que é possível para tentar salvar a vida de um doente? Devem eles fazer esforços "heróicos" para acrescentar mais umas quantas semanas, dias, ou horas à vida de um doente terminal sofrendo de cancro? Deve o tratamento activo de bebés que nasceram com tantas deficiências que a sua curta vida será preenchida com pouco mais do que sofrimento contínuo ser sempre instigado?
A polêmica a cerca da eutanásia é muito antiga:

"A discussão acerca dos valores sociais, culturais e religiosos envolvidos na questão da eutanásia apareceu, primeiramente, na Grécia antiga; Platão, Epicuro e Plínio foram os primeiros filósofos a abordarem o tema. Platão na República, expõe já conceitos solucionadores patrocinando o homicídio dos anciões, dos débeis e dos enfermos. Igualmente Sócrates defendia a ideia de que o sofrimento resultante de uma força dolorosa justificava o suicídio. Aristóteles, Pitágoras e Epicuro, ao contrário, condenavam tal prática. Hipócrates, por sua vez, declarou no seu Juramento: “eu não darei qualquer droga fatal a uma pessoa, se me for solicitado, nem sugerirei o uso de qualquer uma deste tipo”.
Os antigos praticavam a eutanásia, em larga escala, contra as crianças raquíticas, velhos, enfermos, incuráveis, aleijados, como confessa Platão: “estabelecerá em nossa República uma medicina e uma jurisprudência que se limitem ao cuidado dos que receberam da natureza corpo são e alma famosa; e pelo que toca aos que receberam corpo mal organizado, deixá-los morrer e que sejam castigados com pena de morte os de alma incorrigível”.
Tal prática aparece também associada a motivações e ritos religiosos; povos primitivos sacrificavam os enfermos, os velhos, os débeis, em benefício dos outros.
Na Índia antiga, os doentes incuráveis eram atirados publicamente ao Rio Ganges, depois de receberem na boca e no nariz um pouco de lama sagrada.
Os Brâmanes tinham por lei matar ou abandonar nas selvas os recém-nascidos que padeciam de má índole, sendo considerados inaproveitáveis para a sociedade.
Os Celtas, além de matarem as crianças deformadas ou monstruosas, eliminavam também os velhos, uma vez que os desnecessários à sociedade e não contribuíam para o enriquecimento da nação. É oportuno lembrar que este costume ainda é praticado, actualmente, por alguns povos como por exemplo, os batas e os neocaledónios.
Os Germanos matavam os enfermos. Na Birmânia, eram enterrados vivos os doentes incuráveis, enquanto que os Eslavos e Escandinavos, apressavam a morte de seus pais enfermos.
Os povos caçadores e errantes, matavam seus pares velhos, doentes, feridos, para que os mesmos não ficassem abandonados à sorte e às feras, nem tão pouco fossem trucidados pelos inimigos. Atitude esta, movida pelo carinho e atenção que dispensavam a seus etes queridos, sendo que tal atitude foi largamente imitada pelos Índios brasileiros.
Em Esparta, era prática comum e até mesmo obrigatória a precipitação de recém-nascidos com malformações do alto do monte Taijeto, por serem inúteis para a comunidade, a fim de evitar qualquer sofrimento ou virem a constituir-se carga para os familiares e para o Estado. Aqui o homicídio não era considerado crime, desde que praticado em hora dos deuses; e o assassinato dos velhos, pedido muitas vezes por eles mesmos, era uma obra de piedade filial.
Em Atenas, o senado tinha poderes de facultar a eliminação dos velhos e incuráveis, dando-lhes “conium maculatum” (bebida venenosa) em banquetes especiais.
Segundo Giuseppe Del Vecchio, os gestos dos Césares, voltando para baixo o polegar (“pollice verso”) nos circos romanos, equivalia à prática da eutanásia. Os infelizes gladiadores, mortalmente feridos nos combates viam, assim, abreviados os sofrimentos pela compaixão real.
Na tradição bíblica, o rei de Israel, Saúl, ferido no campo de batalha, e a fim de não cair prisioneiro, lançou-se sobre a sua espada e morreu. Teria sido a primeira eutanásia da história?
Na Idade Média, dava-se aos guerreiros feridos um punhal afiadíssimo, chamado “misericórdia”, que lhes servia para evitar o sofrimento e a desonra.
Napoleão Bonaparte, na campanha do Egipto, pediu ao médico que matasse os soldados atacados pela peste, tendo o cirurgião respondido que o médico não mata, a sua função é curar.
No século passado, o seu apogeu foi em 1895, na então Prússia, quando, durante a discussão do seu plano nacional de saúde, foi proposto que o Estado deveria prover os meios para a realização de eutanásia em pessoas que se tornaram incompetentes para solicitá-la.
No século XX, esta discussão teve um de seus momentos mais acalorados entre as décadas de 20 e 40. Foi enorme o número de exemplos de relatos de situações que foram caracterizadas como eutanásia, pela imprensa leiga, neste período. O Prof. Jiménez de Asúa catalogou mais de 34 casos. No Brasil, na Faculdade de Medicina da Bahia, mas também no Rio de Janeiro e em São Paulo, inúmeras teses foram desenvolvidas neste assunto entre 1914 e 1935.
Em 1931, na Inglaterra, o Dr. Millard, propôs uma Lei para Legalização da Eutanásia Voluntária, que foi discutida até 1936, quando a Câmara dos Lordes a rejeitou. Esta sua proposta serviu, posteriormente, de base para o modelo holandês. Durante os debates, em 1936, o médico real, Lord Dawson, revelou que tinha "facilitado" a morte do Rei George V, utilizando morfina e cocaína.
O Uruguai, em 1934, incluiu a possibilidade da eutanásia no seu Código Penal, através da possibilidade do "homicídio piedoso". Esta legislação uruguaia possivelmente seja a primeira regulamentação nacional sobre o tema. Vale salientar que esta legislação continua em vigor até o presente. A doutrina do Prof. Jiménez de Asúa, penalista espanhol, proposta em 1925, serviu de base para a legislação uruguaia.
Em outubro de 1939 foi iniciado o programa nazista de eutanásia, sob o código "Aktion T 4". O objetivo inicial era eliminar as pessoa que tinham uma "vida que não merecia ser vivida". Este programa materializou a proposta teórica da "higienização social".
Em 1954, o teólogo episcopal Joseph Fletcher, publicou um livro denominado "Morals and Medicine", onde havia um capítulo com título "Euthanasia: our rigth to die". A Igreja Católica, em 1956, posicionou-se de forma contrária a eutanásia por ser contra a "lei de Deus". O Papa Pio XII, numa alocução a médicos, em 1957, aceitou, contudo, a possibilidade de que a vida possa ser encurtada como efeito secundário a utilização de drogas para diminuir o sofrimento de pacientes com dores insuportáveis, por exemplo. Desta forma, utilizando o princípio do duplo efeito, a intenção é diminuir a dor, porém o efeito, sem vínculo causal, pode ser a morte do paciente.
Em 1968, a Associação Mundial de Medicina adotou uma resolução contrária a eutanásia.
Em 1973, na Holanda, uma médica geral, Dra. Geertruida Postma, foi julgada por eutanásia, praticada em sua mãe, com uma dose letal de morfina. A mãe havia feito reiterados pedidos para morrer. Foi processada e condenada por homicídio, com uma pena de prisão de uma semana (suspensa), e liberdade condicional por um ano. Neste julgamento foram estabelecidos os critérios para ação do médico.
Em 1980, o Vaticano divulgou uma Declaração sobre Eutanásia, onde existe a proposta do duplo efeito e a da descontinuação de tratamento considerado fútil.
Em 1981, a Corte de Rotterdam revisou e estabeleceu os critérios para o auxílio à morte. Em 1990, a Real Sociedade Médica dos Países Baixos e o Ministério da Justiça estabeleceram uma rotina de notificação para os casos de eutanásia, sem torná-la legal, apenas isentando o profissional de procedimentos criminais.
Em 1991, houve uma tentativa frustrada de introduzir a eutanásia no Código Civil da Califórnia/EEUU. Neste mesmo ano a Igreja Católica, através de uma Carta do Papa João Paulo II aos bispos, reiterou a sua posição contrária ao aborto e a eutanásia, destacando a vigilância que as escolas e hospitais católicos deveriam exercer na discussão destes temas.
Os Territórios do Norte da Austrália, em 1996, aprovaram uma lei que possibilita formalmente a eutanásia. Meses após esta lei foi revogada, impossibilitando a realização da eutanásia na Austrália.
Em 1996, foi proposto um projeto de lei no Senado Federal (projeto de lei 125/96), instituíndo a possibilidade de realização de procedimentos de eutanásia no Brasil. A sua avaliação nas comissões especializadas não properou.
Em maio de 1997 a Corte Constitucional da Colombia estabeleceu que "ninguém pode ser responsabilizado criminalmente por tirar a vida de um paciente terminal que tenha dado seu claro consentimento". Esta posição estabeleceu um grande debate nacional entre as correntes favoráveis e contrárias. Vale destacar que a Colombia foi o primeiro país sul-americano a constituir um Movimento de Direito à Morte, criado em 1979.
Em outubro de 1997 o estado do Oregon, nos Estados Unidos, legalizou o suicídio assistido, que foi interpretado erroneamente, por muitas pessoas e meios de comunicação, como tendo sido autorizada a prática da eutanásia.
Em novembro de 2000 a Câmara de Representantes dos Países Baixos aprovou, com uma parte do plenário se manifestando contra, uma legislação sobre morte assistida. Esta lei permitirá inclusive que menores de idade possam solicitar este procedimento. Falta ainda a aprovação pelo Senado, mas a aprovação é dada como certa. Esta lei apenas torna legal um procedimento que já era consentido pelo Poder Judiciário holandês. A repercussão mundial foi muito grande com forte posicionamento do Vaticano afirmando que esta lei atenta contra a dignidade humana. Em 1974, três cientistas prémios Nobel, Linus Pauling, Gerog Thomson e Jacques Monod foram os primeiros subscritores do “Manifesto em favor da eutanásia humanitária”, publicado na revista “The Humanist” de Julho/Agosto de 1974.Relativamente aos médicos e á medicina é sentir comum que nunca se pode ter total certeza de que determinada doença é incurável".

Alguns relatos de casos de pessoas em coma que reverteram:
1- Um ferroviário polaco que ficou em coma em 1988 devido a um acidente despertou ao fim de 19 anos, anunciou hoje a cadeia de televisão privada Polsat.
Vítima de um choque contra um vagão, Jan Grzebski desenvolveu um tumor cerebral, que lhe afectou os movimentos e a fala até o imobilizar completamente.
«Vi tudo, ouvi os médicos dizerem que eu teria um mês ou dois de vida mas não podia reagir», relatou à estação televisiva, acrescentando que deve a sua via à mulher, Gertruda: «Foi ela que cuidou sempre de mim, foi ela que me salvou a vida».
Pai de quatro filhos na altura do acidente, Grzebski tem hoje onze netos. Quando ficou em coma, a Polónia ainda era um país comunista mas hoje faz parte da União Europeia e da NATO.
«O que hoje me espanta são estas pessoas todas que se passeiam a falar ao telemóvel e não páram de se queixar. Por mim, não tenho nada a lamentar», argumentou.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=10&id_news=279147
2-Despertou de estado próximo do coma
Terapia experimental foi bem sucedidaUm homem de 38 anos que ficou com graves lesões cerebrais, depois de ter sofrido um traumatismo craniano, e que durante seis anos se manteve num estado de consciência mínima, incapaz de falar ou de se alimentar, recuperou a fala e recomeçou a comer depois de ter sido sujeito a uma estimulação eléctrica numa zona cerebral profunda. Este é um caso inédito de aplicação deste tipo de tratamento, e consequente recuperação, a uma lesão cerebral ocorrida na sequência de um acidente, e vem relatado hoje na revista Nature. A equipa que procedeu à terapia experimental, liderada pelo neurologista Josef Fins, da Weil Cornell Medical College, de Nova Iorque, acredita que este sucesso é uma esperança para outros casos semelhantes e "abre caminho a novos tratamentos para pessoas em estado de consciência
mínima".http://dn.sapo.pt/2007/08/02/ciencia/despertou_estado_proximo_coma.html
3-Mulher inglesa despertou de profundo coma com um beijo de seu marido
LONDRES, 28 Jan. 09 / 09:58 am (ACI).- A imprensa inglesa difundiu a história da Emma Ray, uma jovem mãe de família conhecida agora como a “Bela Adormecida” de Shropshire. Embora os médicos davam seu caso por perdido, Emma despertou de um estado de vírgula profundo com um beijo. Faz dois anos, Emma Ray deu a luz a seu segundo filho Alexander, por cesariana. Dez dias depois sofreu um ataque cardíaco e ficou em estado de coma. Os médicos advertiram a seu marido Andrew que não podiam fazer mais por ela e que tinha as mesmas possibilidades de recuperar a consciência em algum momento, como de ficar em estado de coma de por
vida.Andrew não se deixou abater. Acompanhava-a todo o tempo possível e começou a levar gravações com o pranto do recém-nascido e a voz de sua filha maior, Ela, gritando “acordada mamãe”.“Punha-lhe as canções que dançamos em nosso matrimônio, falava-lhe com muita suavidade, tomava sua mão, tocava seus dedos, o tempo todo lhe dizia que a amava e lhe rogava que acordasse”, lembra.Emma permanecia imóvel e silente. Mas duas semanas depois ocorreu o que eles chamam “um milagre”.Andrew, um perito em tecnologia informática, inclinou-se para sua esposa e lhe fez um amoroso pedido: “Emma, se me pode escutar, por favor só me dê um beijo”.A mulher volteou ligeiramente a cabeça e o beijou. Andrew sentiu que seu coração “se sairia de meu peito” e os médicos contemplaram a cena sem sair de seu assombro.Desde esse dia, Emma começou a recuperar e perder a consciência com freqüência. Seu cérebro tinha sofrido danos pela falta de oxigênio. junto a seu marido começou um intenso caminho de reabilitação e o casal se converteu em um modelo para os habitantes de Shropshire.A dois anos do acontecido, Emma padece de perda da memória a curto prazo, necessita ajuda para caminhar e alguém que vele por ela em todo momento. Sua recuperação exige perseverança e muitos sacrifícios.Entretanto, para sua família não há major alegria que tê-la com eles.
http://www.acidigital.com/noticia.php?id=15190
4-Tinha 19 anos quando sofreu um grave acidente de viação que o deixou em coma. E Terry Wallis permaneceu nesse estado durante muito tempo. Demasiado tempo para que houvesse esperanças de que voltasse a despertar. Mas, 19 anos depois, Wallis acordou. E após quase duas décadas em estado vegetativo, o paciente tem feito progressos surpreendentes para a comunidade científica.As análises ao cérebro de Terry Wallis sugerem que houve um crescimento do tecido cerebral, e esta descoberta pode representar uma maior compreensão não só do cérebro como da forma como ele pode recuperar de graves lesões.Foi há três anos que Wallis pronunciou a sua primeira palavra. Depois de dizer "mãe" continuou a registar evoluções, apesar de limitadas. Já diz mais palavras, o seu discurso tem melhorado substancialmente e recuperou alguma mobilidade nas pernas. Porém, a sua memória é curta e muito pobre. Wallis continua sem compreender o que lhe aconteceu.http://www.helenacasanova.publinetportugal.com/noticia_dn.php
5-Recuperação do EVP (estado vegetativo persistente)
Pesquisadores médicos têm realizado numerosos estudos para determinar quantas pessoas no denominado «coma irreversível», de facto, voltaram desse estado.
Um estudo de 84 pessoas a quem os médicos consideraram estar em «estado vegetativo persistente» mostrou que 41% recuperaram a consciência dentro de seis meses, e 58% recuperaram a consciência dentro de três anos. Um segundo estudo de 26 crianças em coma que durava mais de doze anos, constatou que três quartos eventualmente, recuperaram a consciência. Um outro estudo constatou que um terço dos 370 pacientes em «EVP» por até um ano teve recuperação suficiente para voltar a trabalhar
.
6-Num caso dramático, os médicos atestaram a «morte cerebral comatosa» de um avô de 79 anos de idade, Harold Cybulski, de Barry's Bay, Ontário. Estavam prontos para desligar os sistemas que o mantinham vivo enquanto a família dava seu último «adeus». Mas, quando o seu neto de dois anos de idade correu para dentro do quarto e gritou «Avô!», Cybulski acordou, sentou-se e pegou o netinho no colo!
Seis meses depois, levava uma vida completamente normal, inclusive conduzindo o novo carro que planeara comprar antes de ter entrado em coma.
http://eutanasia.aaldeia.net/estadovegetativo.htm
7-Relato de Luciana Scotti , que esteve em estado de coma: "Eu estive quase dois meses em coma, e lembro-me muita coisa, visitas de amigos e familiares, palavras encorajadoras e também algumas atitudes frias e até desleixadas da equipe de enfermagem e médica.Não é nada agradável ouvir, estando em coma, algum médico dizendo, à um parente seu, que voce irá morrer. Eu ouvi, mas naquele momento, ouvir era o máximo que eu fazia…Impossibilitada de me expressar, a sensação de impotência e desespero, nesses momentos, não é nada agradável!Essa fase incomunicável, acredito ser muito variável. Eu saí do coma e continuei, por mais um mês, ‘Presa dentro de mim’, ou com ‘Síndrome do homem encarcerado’,ou ainda Lock-in.Porém, nem em todo período que fiquei em coma, me manti lúcida. Não! É um período confuso, sem noção exata de onde voce está, o que está havendo, sem nenhuma noção de tempo e muitas, muitas horas desacordada.Nessas horas ‘dormindo’, me sentia dormindo mesmo, exatamente como fazemos toda noite, com sonhos, sensação restauradora, de paz… Como não se sabe se a pessoa em coma está ouvindo ou não, ressalto o cuidado com a forma de tratar essa pessoa, e nunca assumir que ela é um vegetal.Hoje estou tetraplégica e muda, maiores detalhes sobre minha vida voces podem encontrar nos meus livros SEM ASAS AO AMANHECER e A DOCE SINFONIA DE SEU SILÊNCIO e nos meus sites www.dialdata.com.br/lucianascotti/ e http://br.geocities.com/scottibr . Espero que esse meu depoimento ajude elucidar o que é ESTAR EM COMALuciana Scotti."
8-Desde 2001, quando seu neto Ryan, de 24 anos, sofreu uma horrível queda e despencou três andares abaixo por uma abertura de luz no telhado do próprio apartamento, a família de Pat Boone tem enfrentado uma de suas provas mais difíceis. Ryan sofreu múltiplas lesões e entrou em coma. Pat Boone pediu às pessoas que orassem por seu neto e chegou a ir ao programa do Larry King para falar sobre o assunto. “Os médicos disseram que Ryan não sobreviveria, mas nós estávamos confiantes que não apenas ele iria viver, com também de que iria despertar do coma e se recuperar completamente. Dissemos aos médicos que se encarregassem da parte clínica que nós nos encarregaríamos da parte espiritual”.Ryan despertou do coma após 18 meses e continua fazendo progressos.
9-Há tempos, os jornais registraram que o chinês Yang Fuyi despertou miraculosamente do estado de coma em que estava havia seis meses devido a uma hemorragia cerebral. Mesmo não tendo recuperado a fala e inicialmente ser capaz apenas de sorrir ou de estender as mãos para expressar afeto, a terapia da fala e outros importantes cuidados foram providenciados por uma organização sem fins lucrativos, a Creation of Life Foundation (Fundação Criação da Vida), na esperança de que, um dia, ele pudesse recuperar o pleno uso de suas faculdades.
10- No Natal de 1999, uma senhora de sobrenome Bauer, residente no Novo México, recobrou a consciência depois de passar 16 anos em coma, devido a um choque sofrido ao dar à luz seu quarto filho. Sua recuperação não só trouxe enorme alegria a seus filhos, mas também a necessária esperança a famílias em situações similares.
11-Os médicos declararam a morte cerebral de Ethan Myers depois que um acidente de carro causou sério ferimento craniano ao menino de nove anos, em 2002. Quando ele miraculosamente despertou depois de um mês em coma, os médicos declararam que jamais conseguiria comer, andar ou falar sem ajuda.No entanto, em parte graças a um sistema de videogames, Myers conseguiu recuperar o atraso com relação a seus colegas na escola e até mesmo fazer um discurso diante de um grande grupo de alunos."Estou fazendo exatamente as mesmas coisas que eles. Tenho feito novos amigos e toda espécie de coisa", disse Myers, que teve de aprender a andar de novo e estava lendo em nível de segunda série quando sua terapia por videogame começou, em março de 2004."Não conseguia me lembrar onde colocava minhas coisas, e agora consigo. Lembro-me das aulas na escola e dos nomes das pessoas", disse ele em entrevista telefônica da casa de sua família no Colorado.Mais fundamentalmente, Myers agora consegue abrir completamente a sua mão direita, que estava paralisada e atrofiada em posição fechada. Seu irmão e irmã, que estavam com ele no carro durante o acidente e sofreram danos cerebrais leves, também registram melhora em suas memórias e outras funções.Ethan e seus pais atribuem o progresso mais recente ao treinamento de feedback neurológico com o sistema CyberLearning Technology, que já foi usado muitas vezes em jogos de corrida de carros. http://csgames.incubadora.fapesp.br/portal/noticias/brain
O estado de coma é uma fronteira silenciosa entre a vida e a morte, sobre a qual sabe-se muito pouco: é um mundo com mais perguntas do que respostas. O coração bate, o sangue circula, a respiração é mantida, mas o cérebro não responde a nada. Uma pessoa em estado de coma vive assim, sem consciência nem do que está acontecendo com ela, nem do que ocorre à sua volta. Enquanto alguns pacientes acordam sem lembrar de nada, há quem afirme ter passado por experiências que acabaram mudando o jeito de pensar a vida."No coma, tudo é relativo", afirma o neurologista Paulo Monzillo, professor da Faculdade de Medicina da Santa Casa de São Paulo. "Não há respostas concretas para o que acontece no cérebro de uma pessoa em coma. Isso dá margem a fantasias e dúvidas sobre o grau de inconsciência e sobre quando e com quais seqüelas ela pode voltar."Há 11 anos, o ator Flávio Silvino, hoje com 33, sofreu um acidente de carro, teve traumatismo craniano e passou 18 dias em coma profundo e dois meses e meio em coma vígil, os estágios mais graves do coma. Ele faz parte do grupo de pessoas que acordou sem lembrar de nada. "Estou mais por fora do que você. Quando acordei, não sabia nem quanto tempo tinha passado em coma", avisa. Tudo o que ele sabe é de ouvir alguém contar."Às vezes apertava a mão das pessoas e não largava. Dizem que um dia mexi a cabeça, fazendo sinal de afirmativo. Acharam que eu estava respondendo "sim" a uma pergunta. Só que fiquei meia hora repetindo o movimento." Esse tipo de reação involuntária, comum durante o coma, é um dos motivos que despertam dúvidas sobre até que ponto a pessoa está ausente. "O desejo de ver o paciente recuperado leva muita gente a interpretar cada movimento como um sinal de volta, o que nem sempre é verdade", afirma Anita Taub, psicóloga do departamento de saúde mental do Hospital Albert Einstein.O humorista Paulo Silvino, pai de Flávio, sabe bem o que é viver essa situação. "No início, a gente tentava decifrar cada piscada dele. Depois vimos que ele estava como uma estrela do mar, que se mexe automaticamente." Saber disso não impediu que Flávio fosse mimado 24 horas por dia. Ao entrar no coma vígil -em que a pessoa pode abrir e fechar os olhos, mesmo inconsciente-, ele passou a ser tratado em casa. "Meu pai me dava banho, penteava meu cabelo, mal para caramba, mas penteava", brinca.O humor da família não se perdeu em meio ao drama. Não é à toa que Flávio despertou do coma rindo de uma piada do pai. "Um dia, uma menina bonitinha veio rezar por ele. Sentou na cama, e eu comentei: "Ele está mal mesmo, senão já teria voado em cima dela". Nessa hora, Flávio riu e, em seguida, chorou ao ouvir a voz da mãe. Foi assim que percebemos que ele tinha voltado", conta Paulo.
Os casos relatados mostram que "enquanto houver vida, há esperança" e que a vida não nos, pertence. Quando nascemos a vida foi-nos dada para ser administrada por um determinado período estabelecido, compreendido entre a aurora (nascimento) e o crepúsculo (morte). Ninguém pode determinar a data do crepúsculo, muito menos interferir com ele, de consciência tranquila, causando a sua antecipação (por homicío, suicídio ou ambos camuflados na eutanásia) ou seu prolongamento a todo custo (distanásia) como se tivéssemos o poder sobre a vida ou sobre morte, mas não temos, esse poder só a Deus pertence, que permite o milagre da vida e o mistério da morte acontecer quando chegar a hora.

14 comentários:

Anônimo disse...

Meu filho está em coma, tem apenas 1 ano e 10 meses, bom ver esta matéria, pois,apesar dos médicos dizerem que está tudo perdido,existe sim uma esperança...
preciso dela para continuar vivendo e dar forças ao meu bebê...

minhas lágrimas falam o resto.

Céu disse...

Obrigada Anônimo por seu comentário comovente.
As lágrimas dizem tudo que as palavras não conseguem dizer. Você está enfrentando um momento muito difícil...Peça a Deus que lhe dê forças para poder enfrentar essa situação... sempre que estiver com seu bebê converse com ele, como o faria se ele não estivesse em coma, se não souber o que dizer, apenas diga o quanto o ama e faça-lhe carinho, verá o quanto você se sentirá fortalecido. Não há nada mais poderoso do que a força do amor,porque vem de Deus. Confie Nele que ele sabe o que é melhor para cada um de nós, tudo é feito para o nosso bem, mesmo que por vezes pareça o contrário e não conseguimos entender.
Apesar de não ter nenhum dado que possa identificar seu bebê estarei canalizando energia cósmica para ele e para você.
Um forte abraço

Experiencias de uma vida disse...

Lindo teu comentário
Quanta força e amor deves ter transmitido a esse Pai
Deus te abençoe

Céu disse...

Obrigada Alcione!
Que Deus Lhe abençoe!

lu maia disse...

MEU FILHO DE 29 ANOS SOFREU UM ACIDENTE DE MOTO E ESTA EM COMA A 1 ANO E 2 MESES... LER ESSES DEPOIMENTOS ME FORTALECERAM,PQ EU SEMPRE SOUBE QUE DEUS EXISTE E NÃO ABANDONA SEUS FILHOS, MAS SABER QUE ALGUEM VOLTOU PRA CONTAR O QUE VIVEU ME ENCHE DE ESPERANÇA E ALEGRIA.. NO MAIS, EU SEI O QUANTO TEM PODER O AMOR DE UMA MÃE POR SEU FILHO, E EU AMO O MEU DE MANEIRA INENARRAVÉL
QUE PAPAI DO ÇEU CONTINUE ABENCOANDO A TODAS AS PESSOAS QUE SE ENCONTRAM NESSA SITUAÇÃO, PQ O MILAGRE DA VIDA PERTENÇE APENAS A ELE.

Céu disse...

Obrigada pelo seu comentário Lu Maia!
Que bom que ficou mais fortalecida depois de ler os depoimentos.
Apesar dos poucos dados para poder identificar, canalizarei a Eergia Cósmica para seu filho e para você.
Que Deus continue lhe renovando sua força, fé e esperança.
Um forte abraço

Veronica disse...

Minha irmã de 52 anos, está em coma ha três semanas ,apos cirurgia de cavernoma cerebral!
Quanta dor!!!
Estamos todos unidos em oração,esperando por um milagre,pois os médicos não acreditam em sua recuperação!!!

Céu disse...

Obrigada pelo seu comentário Veronica
Apesar dos poucos dados para poder identificar, canalizarei a Energia Cósmica para sua irmã e para você.
Direcione as orações não para que se realize um milagre e sim para que se realize o que for melhor para o seu ente querido.
Um forte abraço

ane disse...

Boa tarde , MInha mae esta há um mes em coma vigil segundo os medicos, reage apenas no toque, abre os olhos mas fica totalmente alheia ao que esta acontecendo!
Ela teve um avc hemorragico e segundo os medicos foi pouco e o proprio organismo absorveu...depois disso teve uma parada cardiaca que provocou o coma vigil....Pergunto não posso ter esperanças de que venha melhrorar ou tenha reações? o que devo realmente pensarr sobre isto?

Céu disse...

Obrigada Ane por seu comentário/questionamento
A esperança deve sempre ser fortalecida... a vida pulsa em cada batida do coração. É certo que o "crepúsculo da vida" virá, mas nós não sabemos quando, como e onde acontecerá... Penso que se fosse o momento dele chegar para a sua mãe, ela não teria recuperada da parada cardíaca... as células nervosas ao contrário das demais células do organismo não se regeneram, porém, segundo investigadores do sistema nervoso descobriram que as células nervosas vizinhas que não foram lesadas se forem estimuladas estabelecem ligações através dos neurotransmissores com as outras células e assim assumem a função das células lesadas é a chamada -Plasticidade neuronal- Portento, se lhe for permitido converse com ela, a audição é dos últimos sentidos que a pessoa perde, mas é o primeiro que recupera,segure na mão dela, enquanto fala, esfregue as mãos delicadamente, no ouvido dela diga pausadamente que a ama e o quanto ela é importante para você. se souber reze ou faça uma oração estando de mãos dadas com ela que Deus conceda o que for o melhor para ela.
Apesar dos poucos dados para identificá-la estarei canalizando energia cósmica para ela e para você.
Namastê

Alana Frattini disse...

Meu pai está com um tumor e sofreu um av está em coma vigil

Céu disse...

Obrigada Alana pela partilha!
Conserve a Esperança e a Fé que Deus está olhando por ele e guiando os profissionais que estão cuidando dele para que tudo corra pelo melhor.
Se puder estar com seu pai,toque em seu braço, segure em suas mãos enquanto fala com ele, demonstre o seu carinho e amor por ele, mesmo que não obtenha nenhuma reação por parte dele.

Goii disse...

ola minha irma 29 anos esta em coma os medicos dissem ser vigil ela nao responder a comandos mas apresenta estimos a dor ainda esta no respirador esta no cti a36 dias isso tudo devido uma pneumonia e teve complicacoes renais mas na tc nao foi evideviado nenhum acv ou hipoxia nao entendo esse coma o por que minha esperanca e ela sair do cti para podemos cuidar dela peco a Deus todos os dias horas que seja feita a obra na vida dela pois os medicos todos os dias nos desanima mas estamos na fe

Céu disse...

Obrigada pela partilha Goii!
O coma tem vários graus, é consequente a várias causas, acredito que o cérebro entra em coma quando o organismo sofre uma agressão além do limiar suportável com o objetivo de "dar um tempo" para ele, cérebro, se recuperar e dar condições do organismo se recuperar na totalidade.
Conserve a esperança e a Fé em Deus, tudo que nos acontece tem uma razão de acontecer, no momento certo e para o nosso bem maior.
Apesar dos poucos dados de identificação estarei canalizando a Energia Cósmica para que a Energia Vital de sua irmã volte ao equilíbrio.
Namastê