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sábado, 5 de dezembro de 2009

Criatividade...conjugação de emoção, imaginação e destreza!

O ser humano possui uma criatividade extraordinária. É fascinante vermos o resultado dessa criatividade através das “obras de arte” que vamos apreciando, seja na areia, no gelo, nas frutas, com papel, com madeira, com garrafas, com latas, com fósforo, com flores. Mas qual o mecanismo da criatividade?
1.Sob o ponto de vista humano=>Criatividade é a obtenção de novos arranjos de idéias e conceitos já existentes formando novas táticas ou estruturas que resolvam um problema de forma incomum, ou obtenham resultados de valor para um indivíduo ou uma sociedade. Criatividade pode também fazer aparecer resultados de valor estético ou perceptual que tenham como característica principal uma distinção forte em relação às "idéias convencionais".
2-Sob o ponto de vista cognitivo=>Criatividade é o nome dado a um grupo de processos que procura variações em um espaço de conceitos de forma a obter novas e inéditas formas de agrupamento, em geral selecionadas por valor (ou seja, possuem valor superior às estruturas já disponíveis, quando consideradas separadamente). Podem também ter valor similar às coisas que já se dispunha antes mas representam áreas inexploradas do espaço conceitual (nunca usadas antes).
3-Sob o ponto de vista neurocientífico => É o conjunto de atividades exercidas pelo cérebro na busca de padrões que provoquem a identificação perceptual de novos objetos que, mesmo usando "pedaços" de estruturas perceptuais antigas, apresentem uma peculiar ressonância, caracterizadora do "novo valioso", digno de atenção.
4-Sob o ponto de vista computacional=> É o conjunto de processos cujo objetivo principal é obter novas formas de arranjo de estruturas conceituais e informacionais de maneira a reduzir (em tamanho) a representação de novas informações, através da formação de blocos coerentes e previamente inexistentes.
Platão encarava o ato de criar como uma força superior e transcendental, fora do controle do indivíduo. Para o psiquiatra Sigmund Freud, o trabalho criativo era resultado da sublimação de impulsos reprimidos.
O matemático Henri Poincaré afirmou que a criatividade revelava parentescos inesperados entre fatos bem conhecidos, mas erroneamente tidos como estranhos uns aos outros. Essencialmente, a criatividade pode ser definida como a capacidade de gerar ideias e comportamentos que são surpreendentes, relevantes e úteis em um dado momento.
O psicólogo americano Dean Keith Simonton, da Universidade da Califórnia, em Davis, nos Estados Unidos:“Tanto a originalidade quanto a utilidade das idéias variam dos níveis básicos de criatividade – ou seja, da solução bem-sucedida dos problemas cotidianos – até aquela criatividade excepcional, presente nas produções artísticas e científicas”.
A psicóloga Eunice Soriano de Alencar, da Universidade Católica de Brasília: “Comparo a criatividade à eletricidade, que pode tanto se expressar numa poderosa descarga elétrica durante uma tempestade como acender uma lâmpada de uns poucos volts”.
A psicóloga Solange Muglia Wechsler, coordenadora do Centro de Criatividade e Desenvolvimento Humano da Pontifícia Universidade Católica (PUC) de Campinas, no interior de São Paulo, a criatividade deve ser entendida sob dois aspectos, o individual e o coletivo. “Se você inventa uma nova receita de bolo a partir dos ingredientes que tem em casa, está sendo altamente criativo no plano pessoal. Mas, para o mundo, aquele pode ser um bolo como qualquer outro”, “Além disso, os criativos apresentam uma motivação intrínseca para a realização da tarefa e sentem um prazer imenso em fazer o que estão fazendo”, “São pessoas com um amplo conhecimento e domínio da técnica e que não se restringem à sua área de atuação.”, afirma ela.
As ideias, para serem consideradas geniais, passam, portanto, pelo crivo da sociedade.
A criatividade geralmente está associada à independência de pensamento, à persistência, à curiosidade, à ousadia e ao inconformismo, entre outros fatores. Os criativos partilham também de um rol de habilidades chamadas cognitivas: fluência de ideias, flexibilidade – ou seja, capacidade de aceitar conceitos novos –, originalidade e atenção aos detalhes.
http://super.abril.com.br/ciencia/como-nascem-ideias-443461.shtml
O hemisfério dominante em 98% dos humanos é o hemisfério esquerdo, é responsável pelo pensamento lógico e competência comunicativa. Enquanto o hemisfério direito, é responsável pelo pensamento simbólico e criatividade. Nos canhotos as funções estão invertidas. O hemisfério esquerdo diz-se dominante, pois nele localiza-se 2 áreas especializadas: a Área de Broca (B), o córtex responsável pela motricidade da fala, e a Área de Wernicke (W), o córtex responsável pela compreensão verbal. http://www.portalsaofrancisco.com.br

Tentar descrever a criatividade não é tarefa fácil, tentar entendê-la é difícil, tentar desenvolvê-la através de um comando racional é tarefa impossível, A criatividade depende do grau de envolvimento em que nos encontramos, da conjugação da liberdade das nossas emoções guiadas pelas asas da imaginação com a destreza ou habilidade manual (ou equivalente, como os pés ou a boca para aqueles que são prvado das mãos, como o caso de André Luis Estanislau, Carlos Eduardo Rosa Fraga pintores brasileiros que pintam com a boca e Daniel Rodrigo Ferreira da Silva, Fernando Fernandes dos Reis, também brasileiros que pintam com os pés).

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