Sua visita me deixou muito feliz...

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sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Buda da sorte... que deu sorte!

O correio eletrônico é uma das ferramentas fundamentais nas relações interpessoais, muitas vezes é passado de forma robotizada, fria e impessoal, outras vezes de forma íntima, pessoal e personalizada, outras vezes como forma de obter informações, outras vezes ainda de forma comercial ou laboral. Por vezes estabelece-se uma rede de solidariedade (embora muitas dessas mensagens seja apenas “blefes” para sobrecarregar a rede e em nada ajudam), outras vezes estabelece uma corrente de oração e de pensamento positivo que difunde a beleza, faz renascer a esperança quando esta já deixara de existir, leva a momentos de reflexão e interiorização ou extravasamento de emoções, encerra desejos e votos de felicidade, sucesso e bem estar, promove momentos de relaxamento e descontração.
Esta semana ocorreram duas situações que fizeram refletir um pouco mais a cerca dos anexos recebidos e enviados via mail:
1- Um amigo faz uma chamada de atenção dizendo não gostar de receber uma mensagem que lhe enviei, uma dessas que contém no fim uma ameaça do tipo “se não enviar algo de ruim vai lhe acontecer”, por conter a ameaça final. O envio não foi por conter ameaça e sim porque o conteúdo possuía algo que merecesse ser compartilhado, mas esse amigo esqueceu o conteúdo para somente se ligar ao final (a ameaça). Quando reenvio as mensagens desse gênero, não o faço por temer ameaças, e sim porque apresentam algo que me tocou e que eu compartilho para que aqueles de quem gosto possam também sentir.
2- No início da semana recebi o “Buda da sorte” e reenviei, não porque dizia que eu receberia dinheiro ou uma notícia em 4 dias e sim para dar oportunidade para quem enviei, uma forma de manter acesa a chama da esperança e o astral elevado. Não sei se porque estive mais atenta aos acontecimentos e pude fazer a ligação, recebi uma resposta que estava a espera há 1 mês e que já não contava receber, recebi um mail avisando de um curso à distância, que eu estava interessada, mas desistira por ser longe. Ontem ao falar a afilhada por telefone esta diz: “fique atenta à caixa de correio da sua casa que lhe enviei algo”, quando dificilmente envia mail que fará correio tradicional, hoje tinha na caixa de correio o DVD "o príncipe Caspian" (Crônicas de Narnia) ela sabia que eu gostava, e o interessante é que segundo ela, teve dificuldade em encontrar porque estava esgotado na altura do Natal. Antes de terminar o dia um amigo querido que estava ausente por algum tempo entrou em contacto e foi um papo delicioso de cerca de 3 horas seguidas.
Muitos dirão pura coincidência, será também coincidência a realização dos desejos algum tempo depois de fazer o pedido ao ver uma estrela cadente, (como ocorreu no ano passado no dia em que houve chuvas de estrela cadentes e dos 5 pedidos, foram 5 estrelas cadentes, 3 realizaram-se) correção 4 pedidos realizados (no dia3/2/2010 soube que mais um dos desejos tornara-se realizado)?
Cada vez mais acredito que não existem coincidências. Acredito que as coisas acontecem por uma razão, mas que desconhecemos qual seja, que são peças interligadas de uma engrenagem.
Cada vez mais acredito que as palavras têm muito poder, consoante a intenção com que são proferidas, principalmente se ditadas pelo coração e da aceitação, interiorização ou fé de quem as ouve.
Contudo há que haver a seleção do que ouvimos ou lemos, aquilo que “nos fala” ao coração, deixando-o aquecido, com esperança renovada, que fala de beleza ou de algo que nos faz refletir, em princípio só nos fará bem.

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