Sua visita me deixou muito feliz...

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quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Céu e Inferno no íntimo...só depende de nós!


O céu ou o inferno existe fora de nós, mas principalmente dentro de nós mesmo, no nosso íntimo, constantemente acontece de coexistirem, havendo uma alternância dos dois dependendo da nossa atitude, quando reagimos dominados pela raiva diante de uma contrariedade estamos expressando o inferno que permitimos que se instalasse em nosso íntimo. É disso que fala este PPT que encontrei nos arquivos enviados por mail:
Conta-se que um dia um samurai, grande e forte, conhecido pela sua índole violenta 
foi procurar um sábio monge em busca de respostas para suas dúvidas. - Monge, disse o samurai com desejo sincero de aprender, ensina-me sobre o céu e o inferno. O monge, de pequena estatura e muito franzino,olhou para o bravo guerreiro e,simulando desprezo, lhe disse: 
- Eu não poderia ensinar-lhe coisa alguma, 
você está imundo. Seu mau cheiro é insuportável. - Ademais, a lâmina da sua espada 
está enferrujada.Você é uma vergonha para a sua classe.O samurai ficou enfurecido.O sangue lhe subiu ao rosto e ele não conseguiu dizer nenhuma palavra, tamanha era sua raiva. 
Empunhou a espada, ergueu-a sobre a cabeça... 
e se preparou para decapitar o monge. 
- "Aí começa o inferno", disse-lhe o sábio mansamente O samurai ficou imóvel.A sabedoria daquele pequeno homem o impressionara. Afinal, arriscou a própria vida para lhe ensinar sobre o inferno. 

O bravo guerreiro abaixou lentamente 
a espada e agradeceu ao monge pelo valioso ensinamento. 
O velho sábio continuou em silêncio. Passado algum tempo o samurai, 
já com a intimidade pacificada, 
pediu humildemente ao monge 
que lhe perdoasse o gesto infeliz. 
Percebendo que seu pedido era sincero, 
o monge lhe falou: 
- "Aí começa o céu". Para nós, resta a importante lição 
sobre o céu e o inferno 
que podemos construir na própria intimidade. 
Tanto o céu quanto o inferno, 
são estados de alma que nós próprios 
elegemos no nosso dia-a-dia. A cada instante somos convidados 
a tomar decisões que definirão 
o início do céu ou o começo do inferno. 
É como se todos fôssemos portadores 
de uma caixa invisível, 
onde houvesse ferramentas e materiais 
de primeiros socorros. Diante de uma situação inesperada, 
podemos abri-la e lançar mão de qualquer 
objeto do seu interior. 
Assim, quando alguém nos ofende, 
podemos erguer o martelo da ira 
ou usar o bálsamo da tolerância. 

Visitados pela calúnia, podemos usar o machado do revide ou a gaze da autoconfiança. 



Quando injúria bater em nossa porta, 
podemos usar o aguilhão da vingança 
ou o óleo do perdão. 


Diante da enfermidade inesperada, 
podemos lançar mão do ácido dissolvente 
da revolta ou empunhar o escudo da fé. 



Ante a partida de um ente caro, 
nos braços da morte inevitável, 
podemos optar pelo punhal do desespero 
ou pela chave da aceitação. 



Enfim, surpreendidos pelas mais diversas 
e infelizes situações, poderemos sempre optar por abrir abismos de incompreensão ou estender a ponte do diálogo que nos possibilite uma solução feliz. 


A decisão depende sempre de nós mesmos. 
Somente da nossa vontade 
dependerá o nosso estado íntimo. Portanto, criar céus ou infernos, 
portas lá dentro da nossa alma, 
é algo que ninguém poderá fazer por nós. 

Pense nisso! Sua vontade é soberana. 
Sua intimidade é um santuário 
do qual só você possui a chave. 
Preservá-la das investidas das sombras 
e abrí-la para que o sol possa iluminá-la 
só depende de você. 

Pense nisso! 


segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Obstáculos são desafios e ao mesmo tempo testes!



Fantástica é a sintonia da  nossa mente com o Universo, que nos conecta com outras mentes sem que nós percebamos, um exemplo disso é que  hoje diante do mar obtive o seguinte  "ensinamento" : Os obstáculos são desafios e ao mesmo tempo testes para ver se estamos aptos a avançar para o nível seguinte de evolução, agora de tarde abri umas das várias caixas de correio eletrônico, a menos utilizada, nela encontrei esta mensagem:

   Dar a volta por cima

É impressionante como algumas pessoas sabem agir com inteligência e bom senso diante das situações adversas que a vida lhes apresenta.
Há algum tempo, um ator famoso sofreu um assalto e foi ferido gravemente, ficando em coma por muito tempo. Os dias se passaram, os meses se somaram e, apesar das limitações impostas ao corpo físico, continuou lutando com bravura. Gerson Brenner não se deixou vencer pela soma de acontecimentos amargos e começou a grande luta para dar a volta por cima e continuar vivendo, ainda que com graves limitações nos movimentos do corpo.
Um narrador de futebol, não menos famoso, sofreu um acidente de automóvel e ficou por longo tempo sem contato com o mundo exterior.Apesar das barreiras imensas que tentavam isola-lo do mundo, Osmar Santos empreendeu uma batalha acirrada e, depois de longo tempo, conseguiu se comunicar com o mundo através da arte, pintando quadros. Ele conseguiu dar a volta por cima e reinventar sua vida.
Um dia, um acidente de ultraleve matou a esposa de um cantor popular e o jogou num leito de hospital com graves ferimentos na medula e no cérebro. Poucos acreditavam que ele sairia dessa. Mas Herbert Viana deu a volta por cima, demonstrando rara coragem e uma disposição inabalável.Surpreendendo médicos e enfermeiros, ele aparece cantando e dedilhando sua guitarra para alegrar a enfermaria repleta de pacientes que, como ele, enfrentam horas seguidas de fisioterapia.
Assim como essas pessoas famosas, há também muitos heróis anônimos que dão a volta por cima e vencem situações de extrema dificuldade. E, ao contrário do que muita gente pensa, essas são atitudes de pessoas que sabem usar a razão e o bom senso. Percebem que não há como vencer, senão aceitando o desafio que as leis maiores lhes oferecem, com resignação e coragem.
Esses são os verdadeiros vencedores, pois transformam uma situação aparentemente sem saída, numa nova maneira de encarar a vida. É como se admitissem a si mesmas: se Deus me ofereceu esta situação difícil é porque preciso aprender alguma lição com ela. E é isso que vou fazer. Nesse caso, é a obediência consentida pela razão, e a resignação aceita pelo coração.
Essa é a posição de um filho que confia no seu Pai e dele sempre espera o melhor, ainda que esse melhor chegue com aparência de desgraça. E um filho que confia num Pai amoroso e justo e procura retirar de cada situação uma lição a mais, um aprendizado útil, mesmo que seja uma demonstração de coragem, de fé, de humildade, de confiança.
E você? Já pensou nas lições que Deus espera que aprenda com as situações que lhe apresenta? Se ainda não havia pensado, pense agora, ainda há tempo. Considere que as provas sempre guardam relação com o tipo de aprendizagem que precisamos demonstrar, e são proporcionais ao nosso grau de evolução.
Assim, se é a nossa paciência que deve ser testada, teremos uma prova correspondente. Se é a humildade, receberemos uma prova em que possamos demonstrá-la, e assim por diante. 

*** 
Conforme nos recomendou o grande apóstolo Paulo de Tarso, aprendamos a dar graças por tudo.
A flor agradece, com o seu perfume, a terra escura que lhe permitiu nascer e florescer.
A borboleta dá graças ao casulo desprovido de beleza que lhe permitiu efetuar a sensível metamorfose, bailando no ar e contribuindo com a polinização.
Quando o enfermo recupera a saúde, bendiz a dor que lhe trouxe a lição do equilíbrio.
Por todas essas razões, aprendamos a agradecer a tempestade que renova, a luta que aperfeiçoa, o sofrimento que ilumina.
Lembrando sempre que a alvorada é dádiva do Céu que surge após a noite escura na terra.

Texto da Equipe de Redação do Momento Espírita

domingo, 7 de outubro de 2012

Outubro tempo de relembrar uma belíssima Oração


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Senhor,
Fazei-me um instrumento de vossa paz!
Onde houver ódio, que eu leve o amor!
Onde Houver ofensa, que eu leve o perdão!
Onde houver discórdia, que eu leve a união!
Onde houver dúvida, que eu leve a fé!
Onde houver erro, que eu leve a verdade!
onde houver desespero, que eu leve a esperança!
Onde houver trevas que eu leve a luz!
Oh Mestre! Fazei que eu procure mais...
Consolar, que ser consolado,
Compreender que ser compreendido,
Amar que ser amado,
Pois é dando, que se recebe,
É perdoando que se é perdoado,
E é morrendo que se vive para a vida eterna!

Essa oração deveria ser a norma orientadora da vida de todos nós seres humanos, para que pudéssemos construir um mundo melhor justo e fraterno, sem violência, guerra, terrorismo, miséria ou desigualdades, sociais, onde todos os seres vivos seriam tratados com respeito, como São Francisco de Assis tratava a todos por "meu irmão".