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terça-feira, 24 de junho de 2014

Intuição: sabedoria interior

A linguagem é importante nas relações humanas, em especial a linguagem verbal (escrita ou falada) para aqueles que têm o hemisfério cerebral esquerdo dominante, estes não compreendem aquilo não é palpável,  explicado, como a intuição:
A palavra intuição vem do latim intuire, que significa ver por dentro, é uma informação interna e aparece na forma de uma profunda emoção e auto confiança. É, dessa forma, uma sabedoria interior, uma inteligência que permite resoluções ou elaborações por meio da visão interior, embora o conceito de intuição varie um pouco conforme a linha de pensamento. 
Carl G. Jung = > a intuição é uma capacidade interior, inconsciente, de perceber possibilidades;
Filósofo Emerson = > considera uma sabedoria interior que se expressa por si própria, uma inteligência que consegue resolver um problema ou elaborar um produto ou um serviço através de uma visão interior.
Kant = > vê a intuição como o conhecimento que se relaciona imediatamente com os objetos, que mostra realidades singulares e que não dependem da abstração, ou seja, aquilo que se sabe, sem precisar deduzir para concluir. 
Kaplan = > a intuição é, provavelmente, uma condensação de uma ou mais linhas de pensamento racional, num único momento, em que a mente reúne rapidamente uma gama de conhecimentos e passa para a conclusão, que é a parte do processo que ele recorda. Muitas vezes, a intuição condensa anos de experiência e de aprendizado num clarão instantâneo. Nessa linha a intuição passa a ser algo que nos é revelado num certo momento, por insight. Isso implica em um processo, que inclui raciocínios anteriormente elaborados e com sequência lógica. Como esse processo se passa de forma inconsciente, temos a impressão de que é atemporal, quando na verdade se trata apenas da conclusão súbita de algo que já estava sendo elaborado. 
Pelos conceitos expostos acima, a intuição pressupõe uma condensação de conhecimentos e raciocínios lógicos, que são revelados subitamente. No entanto, mesmo tendo fundamento lógico, isso não quer dizer que a intuição esteja sempre certa. É uma forma de se prever possibilidades. Por maior que seja a possibilidade de algo ocorrer, ainda assim, existe a possibilidade de não ocorrer. Muitas pessoas se arrependem, por vezes de não terem seguido sua intuição, em determinados momento da vida. Porém, o arrependimento é fruto de um resultado não satisfatório. Será que, se o resultado fosse satisfatório elas se lembrariam que não seguiram a intuição, admitindo para si mesmas que a intuição estava errada?
A intuição, por condensar uma série de conhecimentos, tem grande probabilidade de estar certa, mas isso não significa que estará sempre certa! Outra questão é o fato de confundirmos medos, pressentimentos e até mesmo superstições com intuição. É necessário considerar as diferenças entre intuição, insight, pressentimento e presságio. Enquanto que, para Jung, a intuição é uma capacidade de prever possibilidades, insight é a forma pela qual a intuição é revelada, ou seja, a súbita tomada de consciência do conhecimento intuitivo. O pressentimento seria uma impressão ou sentimento de que um fato irá ocorrer. Já o presságio é um fato a partir do qual se supõe que ocorrerá um evento não relacionado a ele, ou seja, o que se costuma chamar de sinal. Como exemplo, suponhamos que você está no aeroporto, prestes a embarcar, quando subitamente é tomado por um pensamento ou ideia de que ocorrerá um acidente com o avião. Que elementos o levaram a ter esse pensamento? Você pode, por exemplo, avaliar consciente ou inconscientemente que o tempo está ruim, perceber que há certa confusão no aeroporto, desorganização e apreensão por parte das pessoas que lá trabalham, de forma a intuir que existe maior possibilidade de que ocorra um acidente. No entanto, é apenas um conhecimento interno sobre possibilidades, não significa que um acidente irá ocorrer. Isso, aliado ao seu medo, pode ser interpretado como um pressentimento. Se ocorrer algo diferente, por exemplo, um atraso ou derrubar café na roupa e isso for interpretado como um sinal de que você não deva viajar, então trata-se de presságio. Um presságio, ao contrário da intuição, não tem nenhum fundamento lógico e se baseia mais em medos e superstições do que em conhecimentos anteriores ou observação de fatos.
inteligência espiritual seria a habilidade ou a capacidade de crer em uma mente criadora e universal e se interagir com ela. O conhecimento desta resulta no aumento da fé. Ou seja, quanto mais conhecemos os princípios divinos, mais experimentamos e interagimos com o Criador. Jesus nos ensinou e abriu esta “porta” do entendimento, nos despertando para grandes mudanças interiores que produzem sabedoria, paz, equilíbrio e um ambiente propício para o aperfeiçoamento e descoberta de novos valores e propósitos de vida.
Dillard (1999) acrescenta: Segundo o psicólogo Howard Gardner, a nossa inteligência é o resultado de 8 processadores mentais diferentes dentro do cérebro, Cada um deles responsável por uma habilidade, em 2009 foi postado a enumeração das várias inteligências, contudo há lugar para voltar a falar sobre a inteligência Espiritual
Inteligência Espiritual
"A espiritualidade fala à necessidade mais fundamental de todas: a necessidade de saber que, de algum modo, somos importantes, que nossas vidas significam alguma coisa, que contam como algo mais que um simples lampejo momentâneo do Universo".
A inteligência emocional, segundo Goleman (1990) a define, permite julgar na situação em que nos encontramos, e logo a seguir, comportarmos apropriadamente dentro dela; assim a utilizamos como bússola orientadora, dentro dos limites de uma certa situação.
A inteligência espiritual, entretanto, se caracteriza por sua natureza transformadora. Ou seja, a pergunta que ela faria é se queremos, mesmo, estar dentro dessa situação. Não poderíamos mudá-la para outra situação melhor? Por tanto, teremos controle sobre aquela; teremos poder de escolha. É através dela que podemos exercer plenamente o livre-arbítrio. "Em condições ideais, as três inteligências funcionam juntamente e se apóiam mutuamente. Mas todas elas possuem uma área própria (cerebral) em que são mais fortes, e podem, também, funcionar separadamente" (Zohar e Marshall, 2000:20).
Trabalhos de Persinger (1993), e Ramachandran e Blakesler (1998) com a sua equipe da Universidade de Califórnia, comprovaram a existência do que chamaram um "ponto divino" no cérebro humano. Esse centro espiritual está localizado entre conexões neurais nos lobos temporais. A prova foi obtida através de escaneamentos realizados com topografia de emissão de pósitrons (moderníssima tecnologia neurofisiológica). Esse "ponto divino" ou centro espiritual, iluminou-se em todos os casos em que os participantes da pesquisa, se envolveram com tópicos espirituais ou religiosos. Dizem Zohar e Marshall (2000:26): "Esse "ponto divino" não prova a existência de Deus, mas de fato, demonstrou que o cérebro humano evoluiu para fazer as "perguntas finais", para ter e usar a sensibilidade a sentidos e a valores mais amplos".
O trabalho de Singer (1992) mostrou que há um processo neural no cérebro dedicado a unificar e dar sentido às nossas experiências. Anteriormente eram conhecidas só duas formas de organização neural do cérebro, que se manifestam através de QI(conexões seriais), e a outra através do QE (conexões associativas).
As pesquisas de Singer oferecem um primeiro indício científico acerca de um terceiro tipo de pensamento, chamado unitivo, que é a base da inteligência espiritual.
Llinas e Ribary (1993), aperfeiçoaram a nova tecnologia neurofisiológica chamada MEG (magnetoencefalografia), que permite estudos acerca dos campos elétricos oscilantes, relacionados com o desenvolvimento do pensamento unitivo.
Deacon (1997), da Universidade de Harvard, mostrou que a evolução da imaginação simbólica, e seu consequente papel no cérebro e na evolução social, dão sustento à faculdade de inteligência espiritual. Em palavras mais simples, a inteligência espiritual instalou a "fiação" necessária para saber quem somos e ainda para implantar novas "fiações", que sejam capazes de participar no crescimento e transformação de nosso potencial humano.
E como anda o nível da dimensão espiritual em nossa tecnologicamente avançada sociedade moderna? Mais uma vez, Zohar e Marshall (2000:31) respondem:
"A inteligência espiritual coletiva é baixa na sociedade moderna. Vivemos em uma cultura espiritualmente estúpida, caracterizada por materialismo, utilitarismo, egocentrismo míope, falta de sentido e recusa de assumir compromissos"... "A cultura ocidental, onde quer que exista no globo, está saturada do imediato, do material, da manipulação egoísta de coisas, experiências e pessoas. Usamos mal nossos relacionamentos e o meio ambiente, da mesma forma como usamos mal nossos sentidos humanos mais profundos"... Negligenciamos tristemente o sublime e o sagrado,que existem em nós, nos outros e no mundo".
Castañeda (1978) nos adverte: "É inútil desperdiçar a vida em um único caminho, especialmente se esse caminho não tiver coração" (ou seja, se ele não estiver pleno de inteligência espiritual).

http://br.monografias.com/trabalhos909/transdisciplinaridade-abordagem-teorica/transdisciplinaridade-abordagem-teorica2.shtml
www.espirito.org.br/portal/artigos/ffarias/intuicao-1.html
.http://www.dominiofeminino.com.br/eles/intuicao/intuicao.htm
http://www.engenhariaespiritual.com/index.php?option=com_content&task=view&id=14&Itemid=28
http://www.mundointerpessoal.com/2010/06/conheca-os-8-tipos-de-inteligencia-e.html#.U54BXZRdWQ4

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