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quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Amor ...mais uma faceta desvendada!


Ahh o Amor...tão propagado através dos tempos, mas sempre um mistério!

Hoje mais uma faceta desse diamante foi "revelada" pelo mar: não é o "objeto" do amor o responsável pelas sensações que sentimos e sim justamente as sensações que esse "objeto" despertam. Por isso é que algumas pessoas passam pela vida proclamando que tiveram muitos amores em contra partida ouvem de outras pessoas que isso não é possível,  as promessas e juras de amor trocadas com alguém não  se repetem porque não existe alguém  igual a outro alguém, por desconhecerem que a "química" libertada quando o amor está no ar não é privilégio de uma pessoa em especial, essa "química" existe em cada um, mas nem sempre o outro está receptivo, aqui talvez possa entrar um pouco da mitologia, nem sempre o "cupido" atinge o coração das pessoas (Cupido, também conhecido como Amor, era o deus equivalente em Roma ao deus grego Eros. Filho de Vênus e de Marte, (o deus da guerra), andava sempre com seu arco, pronto para disparar sobre o coração de homens e deuses. Teve um romance muito famoso com a princesa Psiquê, a deusa da alma.
Cupido encarnava a paixão e o amor em todas as suas manifestações. Logo que nasceu, Júpiter (pai dos deuses), sabedor das perturbações que iria provocar, tentou obrigar Vénus a se desfazer dele. Para protegê-lo, a mãe o escondeu num bosque, onde ele se alimentou com leite de animais selvagens.
Cupido era geralmente representado como um menino alado que carregava um arco e um carcás com setas. Os ferimentos provocados pelas setas que atirava despertavam amor ou paixão em suas vítimas. Outras vezes representavam-no vestido com uma armadura semelhante à que usava Marte, talvez para assim sugerir paralelos irônicos entre a guerra e o romance ou para simbolizar a invencibilidade do amor. Embora fosse algumas vezes apresentado como insensível e descuidado, Cupido era, em geral, tido como benéfico em razão da felicidade que concedia aos casais, mortais ou imortais. No pior dos casos, era considerado malicioso pelas combinações que fazia, situações em que agia orientado por Vénus). Revendo essa parte da mitologia impossível não ficar perplexo com o conhecimento empírico, intuitivo, visionário, imaginativo, fruto de uma visão alargada e da sintonia com o Universo, existente no passado, que atravessou séculos, quiçá milênio, como revela a história, para se revestir do conhecimento científico ou pseudo científico, racional ou intelectual do presente, que entre outras pesquisas, tentam estabelecer a fisiologia do amor/paixão:

Os cientistas conhecem a feniletilamina (um dos mais simples neurotransmissores) há cerca de 100 anos, mas só recentemente começaram a associá-la à paixão. Ela é uma molécula natural semelhante à anfetamina e suspeita-se que sua produção no cérebro possa ser desencadeada por eventos tão simples como uma troca de olhares ou um aperto de mãos.

O “affair” da feniletilamina com a paixão teve início com uma teoria proposta pelos médicos Donald F. Klein e Michael Lebowitz, do Instituto Psiquiátrico Estadual de Nova Iorque. Eles sugeriram que o cérebro de uma pessoa apaixonada continha grandes quantidades de feniletilamina, e que esta substância poderia responder, em grande parte, pelas sensações e modificações fisiológicas que experimentamos quando estamos apaixonados.
Algumas substâncias responsáveis pelo amor-paixão: dopamina, feniletilamina e ocitocina. Estes produtos químicos são todos relativamente comuns no corpo humano, mas são encontrados juntos apenas durante as fases iniciais do flerte. Ainda assim, com o tempo, o organismo vai se tornando resistente aos seus efeitos - e toda a "loucura" da paixão desvanece gradualmente - a fase de atração não dura para sempre. O casal, então, se vê frente a uma dicotomia: ou se separa ou habitua-se a manifestações mais brandas de amor - companheirismo, afeto e tolerância, e permanece junto.

O amor não começa quando os olhares se encontram, mas sim um pouco mais embaixo, no nariz. "Há circuitos que vão do olfato até o cérebro e levam uma mensagem muito clara: sexo", explica Maria Rosa García Medina, especialista em sentidos químicos do Laboratório de Pesquisas Sensoriais do Conselho Nacional de Pesquisas Científicas e Técnicas (Conicet), da Argentina. Atualmente, existem evidências intrigantes e controvertidas de que os seres humanos podem se comunicar com sinais bioquímicos inconscientes. Alguns pesquisadores afirmam que exalamos continuamente, pelos bilhões de poros na pele e até mesmo pelo hálito, produtos químicos voláteis chamados ferormônios. (http://www.afh.bio.br/especial/paixao.asp)
O cruzamento da razão e da emoção, da fantasia com a realidade, da intuição com a imaginação, mostra o quanto o amor é grandioso,  complexo,  poderoso, envolto em vários mistérios, que permite que  ao longo da vida possa se multiplicar e se diversificar não só em cada pessoa, individualmente, incluindo os amores platônicos, como dirigido, coletivamente, para várias pessoas, por mais diferentes que possam ser ou parecer que são, incluindo os amores unilaterais, não correspondidos e os abençoados amores "em mão dupla", correspondidos. Até aqui apenas falando  no Amor Eros ou no Amor romântico, relacional que envolve a constituição da família, a luxúria e a preservação da espécie, mas o Amor  não é só essa vertente é muito mais é como um diamante multifacetado brilhante que irradia feixes de luz para o Universo refletindo a Luz Divina que existe por trás do amor, em cada ser humano.


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