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sábado, 16 de maio de 2015

Vencer as rotinas da mente... uma estratégia para superar a tristeza


Os dias  tem sido de profunda tristeza, porém salpicados de alguns raios de sol: Os jogos de Voley  que estão numa ótima fase em termos de participação, integração e performance semelhante ao passado inclusive com "contatos imediatos ligeiros" do "príncipe do Voley" e alguns PPT inclusive um "sob medida" para este momento:
Sentindo-se triste? 
Dance ou vá tomar uma duche e veja a tristeza desaparecer de seu corpo. Sinta como a água que bate em você leva junto a tristeza, da mesma forma que leva embora o suor e a poeira de seu corpo.
Coloque sua mente em uma situação tal que ela não seja capaz de funcionar de maneira habitual. Qualquer coisa serve. Afinal, todas as técnicas que foram desenvolvidas ao longo dos séculos não passam de tentativas para distrair a mente e demovê-la dos velhos padrões.Por exemplo, se você estiver se sentindo irritado, inspire e expire profundamente durante apenas dois minutos e veja o que acontece com a sua raiva.A dica é nunca se repetir. Caso contrário, se toda vez que se sentir triste você for para o chuveiro, a mente transformará isso num hábito. Após a terceira ou quarta vez, ela aprenderá: "Isso é algo permitido. Você está triste, então é por isso que está tomando uma duche." Nesse caso, a duche irá apenas transformar-se em parte de sua tristeza. Seja inovador, seja criativo. Continue confundindo a mente.Seu companheiro diz algo e você se sente irritado. Em vez de bater nele ou jogar alguma coisa em sua direção, mude o padrão do pensamento: dê-lhe um abraço e um beijo. Confunda-o também! De repente, você perceberá que a mente é um mecanismo e que ela se sente perdida com o que é novo.Abra a janela e deixe novos ventos entrarem.  OSHO
Pesquisando o tema surgiu este  texto que de imediato convida a reflexão:
 O objectivo da tristeza é para nos fazer sentir (lembrar e alertar) que algo foi perdido, que algo aconteceu que não nos serve ou nos provoca mal-estar. E é tarefa do sofredor fazer o trabalho mental de descobrir o que é que o incomoda. Isto aponta para um problema mais amplo que muitas pessoas enfrentam no seu dia-a-dia. Por vezes quando nos sentimos tristes no meio do turbilhão de coisas que temos para fazer, simplesmente desejamos que rapidamente esse sentimento se afaste. Passamos rapidamente para a tarefa seguinte, sem percebermos a verdadeira razão por nos sentimos dessa maneira. Algumas vezes esta estratégia pode comprovar-se eficaz. Mas, se o assunto/situação for realmente pertinente, a tristeza irá fazer-se sentir novamente, só que agora noutro contexto, sem causa aparente. Nesse momento, temos mais dificuldade para identificar as razões, ficamos confusos. À medida que a tristeza se vai instalando, a nossa atenção vai-se dirigindo para o nosso mal-estar. 
Sem percebermos o que se passou, tentamos a todo o custo, evitar, repudiar esse sentimento que nos causa uma enorme angústia, esse sentimento que pode vir a interferir com a nossa funcionalidade. Numa primeira fase os nossos corpos ficam lentificados, essencialmente, para nos ajudar a focar e resolver um problema que pode estar a surgir nas nossas vidas. Quando visto como temporário e como um subproduto positivo da nossa longa história humana, podemos superar a tristeza de uma forma rápida e positiva. 
Por outro lado se continuarmos a desejar não nos sentir assim, e não prestarmos a atenção devida podemos sair prejudicados. Se não tentarmos perceber que o nosso sentimento de tristeza nos está a enviar uma mensagem, que está a enviar-nos informação na forma de uma sensação física e emocional, outros problemas associados podem surgir, tais como depressão, ansiedade, fobia social. 
 A tristeza é informação subtil que nos “obriga” a dirigirmos a nossa atenção para algo que necessita de ser resolvido, melhorado ou compreendido. 
Como é que se pode usar a  tristeza com uma vantagem? A tristeza deve ser vista como um estado temporário e útil. É normal ficar triste. A tristeza existe para ajudar-nos, por exemplo, a resolver um problema pessoal. Quando você se protege, evita e abafa todo esse sentimento, ou procura as pessoas para que o animem, você está a perder a oportunidade de perceber algo útil para si. Em primeiro lugar, que você tem a habilidade para fazer mudanças sólidas ao que lhe provocou perda ou mal-estar que justifique a tristeza e, segundo, que tem capacidade para persistir e para lidar com a situação, até que a alteração tenha efeito. Reforçando novamente a ideia, a tristeza, assim como todas as emoções, é um estado temporário, os nossos corpos não suportarem o impacto emocional por muito tempo, assim, devemos usá-las (emoções e sentimentos) a nosso favor, enquanto as sentimos. 
Lembre-se: A tristeza pode ajudar-nos a ter/fazer melhores decisões. Muitas vezes, sofremos a dor emocional de modo que aprendemos a evitar certos comportamentos e a fazer melhores escolhas na vida. Quando algo não funciona para nós, ficamos propensos a tentar fazê-lo de forma diferente da próxima vez. 
Permita-se estar/ficar triste. Negar tais sentimentos pode forçá-lo ao recalcamento, fazendo com que numa fase posterior a sua força se faça sentir provocando mais dano. Chore se você sentir essa necessidade. Provavelmente irá sentir alívio depois de chorar. 
Se você se sentir triste, aceite estar triste durante algumas horas ou um dia. Use a sua tristeza para fazer uma introspeção, decida ficar sozinho, ouvir música melancólica, e observar os seus pensamentos e sentimentos. Planejar um determinado tempo para expressar a sua infelicidade temporária, pode ajudá-lo a sair desse estado. 
Pense no contexto em que emergem esses sentimentos de tristeza. São relacionados a uma perda ou a um evento infeliz? Geralmente não é tão simples como descobrir a “causa ” da tristeza, mas talvez seja possível compreender os fatores envolvidos. 
A tristeza como resultado de uma mudança. A tristeza pode ser resultado de uma mudança que você não esperava, ou pode sinalizar a necessidade de uma mudança na sua vida. A mudança geralmente é stressante, mas é necessário para o nosso crescimento. Estar temporariamente triste não é depressão.
http://www.escolapsicologia.com/tristeza-qual-o-seu-proposito/

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