Amor & Emoção x Razão
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
Um pouco de doçura...é o que está faltando no mundo!
SONHO, ESTRELAS,FLORES... E AMIGOS
Sonho, a gente só se dá conta dele depois que acorda, depois que ele acabou… E fica aquela vontade na gente de sonhar mais um pouquinho…
domingo, 28 de agosto de 2011
Que Deus te cuide ...uma prece para você conseguir suportar o peso da sua cruz!

Que Deus te cuide com carinho, que te indique o melhor caminho, que te ensine sobre o verdadeiro amor,que te perdoe quando preciso for.
Que Deus te dê saúde,que teu corpo, por dentro, nunca mude e que ao envelhecer tu possas dizer que tua maior felicidade foi viver.
terça-feira, 23 de agosto de 2011
Prazer espiritual ...consciência tranquila,paz de espírito, Deus em nós!

A Bíblia nos apresenta o homem como um ser capaz de obter nesta vida com a ajuda de Deus uma infinidade de prazeres físicos. Há promessas nas Escrituras que nos dão conta do interesse de Deus em satisfazer os desejos do corpo. Vemos estas promessas de um modo especial no Antigo Testamento.Há prazeres, no entanto, que são de cunho eminentemente espiritual. Há o prazer estético, por exemplo. A emoção espiritual de se estar diante do que é belo. Há o prazer de cunho intelectual, que tem a ver com a alegria da descoberta da verdade. E há o prazer teológico, que corresponde ao gozo de se ver na presença do que é perfeitamente pessoal, verdadeiro e belo.
Na Magna Moralia, o filósofo Aristóteles defende a tese da existência de prazeres de múltiplas espécies: prazeres da alma (os prazeres superiores, os quais nunca pecam por excesso), os prazeres exteriores (riqueza e beleza) e os prazeres do corpo (prazeres da mesa e do sexo, por exemplo). Desde que usufruídos com moderação, os prazeres são necessários à virtude e, embora não sejam o supremo bem, são necessários para que o homem possa alcançar o bem supremo: a felicidade. Na Magna Moralia, o filósofo defende a tese de que a virtude implica prazer.
Aristóteles define prazer como "um certo movimento da alma e um regresso total e sensível ao estado natural". A dor é o seu contrário. O que produz a disposição para o prazer é agradável e o que a destrói é doloroso. É agradável e, portanto, dá prazer, o que tende para o estado natural e os hábitos também são igualmente agradáveis porque o que é habitual assemelha-se ao que é natural. É, também, agradável o que não resulta da coacção. Por outro lado, é doloroso o que obriga ao esforço não querido ou não habitual e, de uma maneira geral, tudo o que traz preocupações ou envolve a necessidade e a coacção. É essa a razão pela qual o descanso, os jogos e o sono são agradáveis, pois ninguém descansa, joga ou dorme por obrigação. Discorda dos estóicos, mas também não concorda com os epicuristas, porque os primeiros identificam o prazer com o que é vil e os segundos confundem incondicionalmente o prazer com o bem. Ora, a verdade é que não podemos nem exagerar a bondade nem a maldade do prazer. Se é certo que a dor deve ser evitada e aquilo que dá prazer deve ser procurado, importa, num caso e noutro, combinar as nossas escolhas com a inteligência, a compreensão e a sabedoria. Por outro lado, embora o prazer seja um elemento da vida feliz, a felicidade não se confunde com o prazer. Além disso, quando os prazeres provêm de fontes vis, não podem ser procurados pela pessoa virtuosa. É o caso da riqueza, que é um bem desejável, mas que o deixa de ser se resulta de uma traição. Decorre de tudo isto que "o prazer não é o bem, que nem todo o prazer merece ser escolhido, que alguns prazeres são intrinsecamente dignos de escolha, diferindo em espécie ou nas sua fontes dos que o não são"
Os Cabalistas referem-se à soma de nossos desejos como "o coração", e ao desejo pelo plano espiritual mais elevado, como "o ponto no coração". Este desejo evoca uma sensação de “falta de sentido” e cria uma necessidade inerente de busca por um propósito em nossas vidas. Uma pessoa cujo ponto no coração despertou repentinamente se pergunta: "Qual é o sentido em minha vida?". E nenhuma resposta relacionada ao plano material responderá aquela pergunta.
Você pode oferecer a essa pessoa muito dinheiro, honra, poder e conhecimento, mas uma pessoa com um ponto no coração permanecerá, contudo, frustrada. Tal desejo se origina de um nível mais elevado que este mundo; conseqüentemente, a satisfação deste desejo também deve vir daquele nível. A sabedoria Cabalística explica como podemos satisfazer este desejo.
Nos últimos anos, testemunhamos o despertar do ponto no coração em muitas pessoas. Esta é a razão para a popularidade atual da Cabala – as pessoas têm se voltado a ela para saber como podem satisfazer este desejo despertado recentemente nelas.
PREENCHENDO O VAZIO
Uma pessoa cujo ponto no coração já despertou busca prazeres espirituais, que os Cabalistas descrevem como a satisfação eterna e completa. Como dissemos acima, nós podemos satisfazer os desejos por nossas necessidades terrestres e humanas com coisas que já conhecemos, mas quando o desejo pela espiritualidade desperta, nós já não sabemos como acalmá-lo.
Além disso, muitas pessoas são frustradas porque ainda não perceberam que o desejo pela espiritualidade despertou nelas. Elas não têm consciência de que esta é a razão para o seu descontentamento. A incapacidade de satisfazer o desejo pela espiritualidade evoca sensações de desamparo, desespero, frustração e falta de sentido na vida. Esta é a razão principal para o aumento contínuo no abuso de drogas e álcool, bem como outros meios de fuga da realidade.
Como crianças, muitas pessoas se perguntam: "Para que estou vivendo?". Mas, com o passar dos anos, somos inundados por desejos e tentações que nos desviam desta pergunta, e a necessidade de achar uma resposta genuína definha.
No entanto, em algum momento o ponto no coração desperta, e com ele as perguntas. Aqueles que insistem em achar as respostas se voltam para a Cabala, onde encontram a satisfação espiritual, satisfazendo a necessidade do seu ponto no coração. Satisfazer o desejo espiritual nos dá uma sensação além da existência física. Conseqüentemente, uma pessoa conectada ao espiritual, experimenta a vida de modo eterno e completo. Esta é uma sensação tão poderosa, que quando o corpo físico da pessoa morre, ela não experimenta a separação da vida, pois já sente a satisfação mais elevada que existe – o ponto no coração
Hedonismo - Corresponde à doutrina do Epicurismo, pela qual o prazer é o fim e o princípio de uma vida feliz, objetivo em direção ao qual todo indivíduo orienta a própria ação. No entanto, segundo Epicuro, é preciso distinguir entre prazer efêmero (felicidade, alegria) e prazer estável, definido pela negativa, como ausência de dor. Dado que somente o segundo tipo de prazer é perseguido pele sábio, o Epicurismo condena a tentativa de satisfazer indiscriminadamente todo desejo, defendendo a necessidade do racionalismo ético, ou seja, um sensato controle da razão sobre as emoções e as pulsões do espírito.
Os vícios são, sem dúvida alguma, a maior chaga moral da humanidade, nos tempos atuais. Segundo o neurocientista Stefen Clein, em seu livro A Fórmula da Felicidade, quando enveredamos na obtenção dos prazeres grosseiros, a área cerebral estimulada é exatamente a mesma, com larga produção de serotonina e dopamina, que nos dão uma sensação transitória de prazer. A má notícia é que, imediatamente após, os hormônios contrarreguladores são liberados, dando-nos uma sensação de mal-estar e indisposição. Quando ingerimos bebidas alcoólicas, buscamos a sexolatria sem afetividade, comemos doces exageradamente ou nos drogamos, estamos, portanto, estimulando a mesma área do sistema límbico, numa busca desenfreada por serotonina em nosso organismo. O problema é que, após a bebida, vem a ressaca; após os lautos banquetes, a indigestão e a sonolência; após o sexo sem amor, a melancolia e o desinteresse. No longo prazo, destruímos prematuramente o nosso templo físico, pois, como diz Paulo de Tarso, “o salário do pecado (vício) é a morte” (Romanos 6:23). Esta é a diferença básica entre os prazeres materiais e espirituais: os primeiros são transitórios e imediatamente sucedidos pela dor, levando-nos lentamente à desencarnação prematura; os segundos, embora mais sutis, têm maior durabilidade e nenhuma dor, pois tudo o que se refere ao espírito se eterniza e vivifica por si, pela vinculação intrínseca à Fonte de Tudo. Esses prazeres espirituais a que me refiro são o bem que fazemos aos outros e a nós mesmos, através da caridade, da oração e da meditação.Quando fazemos, por exemplo, uma campanha do quilo ou visitamos um hospital ou abrigo de idosos, sentimos uma agradável sensação que, muitas vezes, persiste a semana inteira. Uma forma simples, portanto, de vencermos as tendências inferiores é substituirmos os prazeres materiais pelos espirituais. Substituirmos os pensamentos negativos por positivos. Na pergunta 917 de O Livro dos Espíritos, Fénelon nos orienta que a predominância da vida moral sobre a vida material é um poderoso instrumento para enfraquecermos o nosso egoísmo, causa de todos os vícios (p. 913). Ocuparmos o nosso tempo com leituras edificantes, palestras esclarecedoras e tarefas evangélicas é instrumento valioso para bem empregarmos a nossa libido e direcionarmos nossos pensamentos, preenchendo com sabedoria os horários vagos.
No primeiro mandamento “Ama a Deus sobre todas as coisas”, Jesus nos orienta, com exatidão, sobre como nos libertarmos da escravidão material. Como tudo, no universo, está impregnado da Divina Presença, segundo nos esclarece o mestre de Lyon no capítulo II da gênese kardequiana (a Providência Divina) ao nos apegarmos a algo material, estamos substituindo o Todo pela parte e isso nos causa dor e dependência. Quando direcionamos nossas mentes para a Fonte, fazemos o processo contrário e, portanto, plenificamos o nosso vazio psicológico pela consciência de plenitude, a solidão pelo Amor Maior, a parte pelo todo, o sofrimento pela felicidade da percepção do contato íntimo com o Cristo, numa forma de prazer infinitamente maior e mais duradoura. http://www.amebrasil.org.br/html/viciosaluzdoutrina.html
Nas últimas décadas, com o avanço tecnológico que trouxe a modernidade às nossas vidas, trazendo consigo valores relacionados ao consumo e ao prazer imediato, temos observado um aumento considerável no que diz respeito ao índice de desequilíbrios psíquicos relacionados, principalmente, aos casos que envolvem características compulsivas. Parece que o indivíduo, cada vez mais influenciado por modelos consumistas, neuroticamente começa a perder o discernimento entre o que significa "sentir prazer" e "buscar" compulsivamente formas de prazer que lhe dêem alívio imediato satisfazendo forças ocultas de seu inconsciente.A tendência cada vez mais acentuada à compulsão via oral através de "alimentos", da bebida alcóolica, assim como a prática do sexo compulsivo e do uso de drogas, são evidências que sinalizam uma sociedade contaminada por distorcidos valores e que necessita, urgentemente, reverter esse doentio estado de coisas. Por outro lado, à medida que reprimem o "sentir prazer" como uma opção de viver, algumas religiões ou seitas contribuem para que não se firme na sociedade dos homens uma orientação no sentido de termos, principalmente entre os jovens, uma referência saudável e equilibrada na experiência vital do prazer. O homem, por influência dos excessos dos dois polos antagônicos entre o sentir saudável e o não-sentir patológico, está, gradativamente, perdendo o prazer em ouvir uma boa música, saborear uma boa comida e uma boa bebida e fazer sexo com qualidade.Estamos perdendo também o bom senso ou o senso de limite, porque à medida que exageramos na busca do prazer imediato, podemos nos tornar - nem que seja transitoriamente - indivíduos compulsivos. E se repetimos e repetimos a dose, corremos o sério risco de tornarmo-nos compulsivos crônicos e nos distanciarmos, a passos largos, do "sentir" a vida com prazer.Em suma, o que estamos perdendo é o que não deveríamos perder: a lucidez. Porque à medida que perdemos a lucidez deixamos escapar o nosso mais importante referencial de equilíbrio para que funcione a capacidade de discernimento tão necessária nas diversas situações da vida.Portanto, o prazer é uma necessidade humana e não deve ser entendida como "pecado", nem tampouco como uma neurótica e desenfreada busca, e sim como uma natural e indispensável opção de referência equilibrada e saudável de vida. Porém, sem jamais perder o foco da lucidez e do discernimento. Somente assim podemos sair do nosso "abrigo anti-aéreo" com segurança e sem a preocupação em saber qual dos dois lados da guerra está com a razão ou a verdade. Tudo por um simples motivo: o nosso interior estará pacificado.Flávio Bastos(Psicanalista Clínico e Interdimensional).
Meu Deus porque o Ser Humano tem "Alzheimer"?

Sendo o Senhor onipotente, onipresente e oniciente derrama suas bênçãos de forma premeditada? ou seja quando a pessoa nasce já foi ou não abençoada? Ou vai derramando de acordo com a trajetória da pessoa na vida? Se for esta última, então posso concluir, que as pessoas que receberam essa bênção de ter uma "morte santa" tiveram uma trajetória iluminada, cumpriram a missão que o Senhor lhe destinou, seguindo sempre à Sua vontade, como os beatos e santos , por exemplo?
Voltando ao "Alzheimer", as pessoas que possuem essa doença do sistema nervoso que parece fazer com que a pessoa viva numa realidade paralela, dentro do seu mundo, fora do mundo exterior, sem memória e portanto sem passado, nem presente, muito menos futuro (deixou de sonhar, planejar, enfim deixou de viver) terão trilhado um caminho que as afastou do Senhor ou O excluído de suas vidas e quando tomam consciência disso, surge-lhes um sofrimento atroz, que faz com seu cérebro apague toda a sua trajetória pela vida, como forma de aliviar esse sofrimento? Como provavelmente é o que parece acontecer quando se instala o coma ou quando a pessoa tem amnésia após ter sofrido um grande trauma, quer físico ou psicológico? Ou o senhor justamente faz com que surja essa doença no cérebro delas, para que possa amenizar esse sofrimento, expiar suas culpas pelo afastamento do Senhor e poder partir em paz quando chegar a hora?
Uma dúvida surgiu de repente, interrompendo a linha de raciocínio de antes, será mesmo que as pessoas com Alzheimer não sofrem e sim quem sofre são os entes queridos por ver a pessoa de antes e de como está no presente, que nem reconhece os seus entes mais queridos? Ou será que essas pessoas sofrem muito mais, justamente por terem a percepção de que perderam a sua identidade, as suas capacidades, principalmente a capacidade de se relacionar com o mundo exterior, principalmente com os seus entes queridos? Ou ainda, será que essas pessoas, inicialmente, não se refugiaram no seu mundo, voluntariamente para fugirem a uma realidade difícil de suportar e depois não encontram o caminho de volta?
Quer seja uma auto defesa do cérebro, quer seja um escudo protetor lançado por Deus, quer seja volutivo alienar-se da realidade, o que os entes queridos de uma pessoa com Alzheimer podem fazer? sofrer, mas aceitar que nada podem fazer para mudar o curso dos acontecimentos? Lutar para ultrapassar essa auto defesa e trazer de volta do "mundo " onde passou a viver, mas isso não iria acarretar mais sofrimento? estar com a pessoa, passear com ela, tentar estar atenta às suas necessidades, falar com ela, mesmo que se traduza num monólogo e não num diálogo e um sofrimento a si próprio?
Já são perguntas a mais, gostaria de obter as respostas, sei que o Senhor meu Deus responde a todas as perguntas que lhe fazem, porém eu não sou exceção, como muitos, faço as perguntas e não ouço as respostas, quer porque não presto atenção, quer porque não estou preparada ou com disponibilidade, no momento, para ouvir as respostas, por estar ocupada em ouvir as próprias respostas, ou o lixo do dia a dia que permito que se acumule em minha mente não deixando espaço para ouvi-Lo. Porém acalento a esperança de que um dia conseguirei obter a resposta que porá fim a esta inquietação e permitirá ajudar as pessoas que estiverem nessa situação.
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
Uma carta do passado muito necessária no presente

quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Uma decisão que merece aplausos, louvor e divulgação

Elvis Presley...uma lembrança que não se apaga!

Depois de muito tempo, ontem lembrei que era a data do falecimento do Elvis, rezei por ele como antes e por coincidência havia uma festa na vizinhança e colocaram uma série de músicas dele, as minhas preferidas, no quarto eu ouvi e comecei a dançar, como há muito não fazia, logo a seguir decidi fazer um tributo ao meu ídolo e amigo virtual da adolescência, revendo a sua vida, suas músicas e seus filmes:
No dia 16 de Agosto de 1977, o mundo acordou em choque com a notícia da morte de Elvis (ele tinha 42 anos de idade) em Graceland. Elvis foi encontrando morto na banheira por Ginger Alden (sua namorada na época). Os paramédicos foram chamados, mas nada mais podia ser feito. Até hoje existem versões mirabolantes sobre a morte do “Rei Rock”, mas a causa mais provável é a que ele tenha sofrido uma parada cardíaca devido ao abuso de drogas controladas. Há até quem acredite que Elvis não morreu. Nesse dia as pricipais rádios passaram o tempo todo só colocando as músicas dele, um "tributo a Elvis Presley", nenhum cantor, artista, nehuma pessoa recebeu tamanha homenagem no dia da sua morte, mostrando quanto ele foi marcante, uma estrela, uma lembrança que não se apaga, estará sempre na lembrança, prova disso, são os milhares de visitantes que sua mansão Graceland recebe, em especial no dia 16 de Agosto.
Elvis Aaron Presley filho de Vernon e Gladys Presley, nasceu em uma casa de dois cômodos em Tupelo, Mississippi, em 8 de janeiro de 1935. Seu irmão gêmeo, Jessie Garon, nasceu morto, deixando Elvis crescer como filho único. Ele e seus pais se mudaram para Memphis, Tennessee, em 1948, e Elvis se formou na Humes High School em 1953. As influências musicais de Elvis eram a música pop e country da época, a música gospel que ele ouvia na igreja e no evangelho nas noites de cantoria que ele frequentava, e o R & B que ele absorveu na histórica Beale Street quando adolescente em Memphis. Em 1954, Elvis começou sua carreira musical no lendário selo Sun Records em Memphis. No final de 1955, seu contrato foi vendido para RCA Victor. Em 1956, ele era uma sensação internacional. Com um som e estilo que unicamente combinavam suas diversificadas influências, confundiam e desafiavam as barreiras sociais e raciais da época, ele inaugurou uma nova era da música americana e da cultura popular. Ele estrelou 33 filmes de sucesso, fez história com suas aparições na televisão e especiais, e foi muito aclamado por suas apresentações que frequentemente quebravam recordes, performances ao vivo em turnê e em Las Vegas. Globalmente, ele já vendeu mais de um bilhão de discos, mais do que qualquer outro artista. Suas vendas americanas lhe renderam prêmios de ouro, platina ou multi-platina. Entre seus muitos prêmios estão 14 indicações ao Grammy (3 vitórias) da Academia Nacional de Artes e Ciências, o Prêmio Grammy Lifetime Achievement que recebeu aos 36 anos, e ser considerada um dos melhores Ten Outstanding Young Men da Nação para 1970 pelos Estados Unidos. Sem nenhum dos privilégios especiais, seu status de celebridade poderiam ter o concedido, ele serviu seu país no Exército dos EUA. Seu talento, beleza, sensualidade, carisma e bom humor o tornou querido para milhões, assim como a humildade e bondade que demonstrou durante toda sua vida. Conhecido em todo o mundo por seu primeiro nome, ele é considerado como uma das figuras mais importantes da cultura do século XX popular. Elvis morreu em sua casa em Memphis, Graceland, em 16 de agosto de 1977.
A juventude de Elvis Presley
Um fato constante no início da vida de Elvis Presley foi seu amor incondicional de seus pais, Gladys e Vernon.Apesar da falta de bens materiais durante sua infância, Elvis nunca sentiu falta do que é o mais importante para qualquer criança: o amor de seus pais. Vernon foi um pai dedicado, e Gladys adorava seu único filho, criando uma relação tão forte que a conversa entre mãe e filho continuou entre os dois a vida inteira, com Elvis a chamando pelo seu apelido de Satnin. Com medo de perdê-lo de vista, Gladys o acompanhava a todos os lugares, inclusive à pequena igreja First Assembly of God Church, onde seu tio, Gains Mansell era pastor, e Elvis sentiu seu primeiro gosto pela música. Com dois anos, ele descia do colo de sua mãe, subia no palco em frente de uma congregação de 25 pessoas e tentava cantar ao lado do coro, mesmo sendo jovem demais para entender as palavras das canções. Outro lugar que mãe e filho iam sempre era o cemitério Priceville, onde seu irmão Jesse Garon estava enterrado em uma cova não identificada. Apesar de sustentado por aquilo que Gladys acreditava, como foi relatado em setembro de 1956 numa edição da revista TV Guide, "quando um gêmeo morre, o que fica recebe a força do outro," Elvis cresceu na sombra de seu irmão. Mesmo assim, ele sempre manteve a presença de Jesse em mente, como um guardião que cuidava dele, assegurando de que ele fazia tudo certo. Isso, junto com a confiança que ele compartilhava com sua mãe, o encorajava a ter uma qualidade que ele manteve até o final de seus dias. Muitos que o conheciam, inclusive sua esposa, Priscilla, confirmaram sua solidão, fato que ninguém conseguira resolver. Apesar dessa "solidão" de Elvis ter se agravado com a morte de Gladys durante seus vinte e poucos anos, ela originava de sua infância quando ele regularmente se fechava em seu pequeno mundo – um mundo definido como fortemente conectado com sua mãe e pensamentos de sua rica imaginação.
A vida foi claramente resolvida durante seus primeiros 3 anos de vida. Ele e seus pais formavam um trio fortemente unido, raramente aventurando-se para fora de casa – mas tudo mudou em maio de 1939 depois que Vernon foi preso por falsificar e sacar um cheque que recebeu de Orville Bean.
Vernon foi indiciado por falsificação junto com Travis Smith e Luther Gable, e sentenciado a 3 anos de prisão na Penitenciaria do Estado de Mississipi. Ele serviu oito meses de sua sentença, mas durante esse tempo, Bean retomou à casa dos Presleys, forçando Gladys e Elvis a morarem em duas casas temporárias: ao lado com os pais de Vernon, e depois na Street Maple, em Tupelo, onde moraram com os primos de Gladys, Frank e Leona Richards.
Foi um período difícil para Vernon e sua família. Gladys trabalhou duro – e às vezes não conseguia cobrir as despesas. Ela trabalhava lavando roupa e costurando, enquanto Elvis sofria com a separação do pai.
Elvis estava extremamente aflito por perder seu pai. Quando a família saía para nadar, Elvis não queria que Vernon mergulhasse com medo de que algo pudesse acontecer com ele. Em outro episódio, a casa do vizinho pegou fogo e Vernon correu para ajudar a salvar as coisas. Gladys teve que segurar seu filho para que ele não seguisse o pai. Elvis chorou e gritou, temendo que seu pai se ferisse, e Gladys teve que lhe assegurar que Vernon sabia o que estava fazendo.
Este último comentário não ajudou a acalmar o garoto em 1938, quando seu maior medo se tornou realidade. Seu único alivio vinha com os fins de semana em que Gladys e Elvis enfrentavam 5 horas de ônibus para visitar Vernon na Penitenciaria de Mississipi em Parchman. Uma viagem de ida e volta de 10 horas feita em um dia também solidificava a união entre mãe e filho.
Quando Vernon foi solto em fevereiro de 1939, um mês depois do aniversário de 4 anos de Elvis, Gladys e Elvis ainda moravam com Frank e Leona Richards na Maple Street. Logo, estavam de volta em Tupelo do Leste, e depois de uma curta temporada com o irmão mais velho de Vernon, Vester (casado com a irmã de Gladys, Clettes), moraram em uma sucessão de casas de aluguel barato.
Desde muito cedo, o interesse e talento de Elvis pela música foram evidentes
soldado
Na noite de domingo, 23 de março de 1958, Elvis estava na crista de uma onda de popularidade: gravações no topo das paradas de sucessos, filmes de sucesso, shows com bilheteria esgotada, histeria de fãs e controvérsia quase constante, tudo o ajudou a se tornar a maior estrela do planeta. Ainda nessa noite de março, no auge de seu sucesso, com o mundo a seus pés e um onipresente sistema de apoio dos fãs, parentes e amigos, parecia como se ele estivesse entregando tudo.
Por mais de um ano o espectro do serviço militar pairou sobre sua cabeça. Quando o Tio Sam chamou, Elvis foi aprovado em seu exame médico prévio ao alistamento e considerou suas opções. Em vez de pegar o caminho fácil escolhido por tantas celebridades em sua posição - entrar nos Serviços Especiais para entreter as tropas - ele decidiu mostrar sua lealdade à bandeira norte-americana servindo como um soldado normal. Diante da superexposição e publicidade negativa sobre sua influência desestabilizadora na juventude americana, a recusa de Elvis em aceitar tratamento especial foi vista pelo público com grande admiração. Embora tenha aproveitado ao máximo sua última noite como civil, ele parecia compreensivelmente preocupado em deixar seus entes queridos e abandonar a boa vida. E, embora fizesse comentários positivos para os repórteres da imprensa,ele também dizia estar particularmente preocupado com o fato de, após dois anos afastado, nunca conseguir retomar de onde parou.
Elvis Presley passa por seu pré-alistamento físico para o Exército dos EUA
Na manhã de 24 de março, acompanhado de sua família, a namorada Anita Wood e vários amigos, Elvis apresentou-se à junta de recrutamento no Edifício M&M em South Main Street, Memphis, e logo estava viajando em um ônibus para o Hospital de Veteranos Kennedy, onde ele e doze outros recrutas foram examinados.
Declarado apto, o Soldado Raso Elvis Presley US 53 310 761 despediu-se de sua mãe perturbada, do pai lamuriante, e de Anita, e embarcou em outro ônibus, destinado ao Forte Chaffee, Arkansas. Centenas de fãs estavam na cidade, assim como vários repórteres e fotógrafos determinados a registrar cada palavra e ação sua, desde a dobradura de suas roupas civis até a arrumação de sua cama no exército.
No dia seguinte, após submeter-se a procedimentos adicionais de processamento, o Rei do Rock 'n Roll recebeu o mais famoso corte de cabelo desde que Sansão foi enganado por Dalila. Antes do espocar de flashes e zumbidos de câmaras de jornais, Elvis submeteu-se afavelmente a um corte de pracinha padrão... e prontamente esqueceu de pagar a taxa de 65¢ dos generosos US$7 de pagamento parcial que havia recebido pouco tempo antes. Enquanto um faxineiro varria as famosas mechas e jogava os fragmentos de costeleta, o barbeiro lembrava a Elvis que ele lhe devia algum dinheiro.
Logo após a liberação de seu uniforme do Exército Norte Americano, o Soldado Raso Presley foi designado para a 2ª Divisão Blindada em Fort Hood, Texas, para o treinamento básico e instrução avançada em tanques. Fãs e mídia o seguiram por todo o caminho até os superiores militares de Elvis o declararem fora dos limites para os repórteres e fotógrafos após suas primeiras 24 horas em Fort Hood.
Quando as coisas se apaziguaram, Elvis se adaptou àquela vida com seus companheiros recrutas, embora algumas vezes parecesse desesperadamente saudoso de casa. Ele telefonava para sua mãe Gladys no mínimo uma vez por dia, e muitas vezes ambos choravam, Gladys pedia ao filho para que se cuidasse e Elvis tentava tranqüilizar sua mãe preocupada.
Enquanto alguns dos soldados dificultavam sua vida devido ao seu status de celebridade, Elvis logo fez amigos como os Soldados Rasos Rex Mansfield e William Norvell, bem como o Sargento Bill Norwood que, após sugerir que Anita Wood poderia visitá-lo, deixou sua casa disponível para ela. Conseqüentemente, quando completou o treinamento básico no final de maio, o ídolo jovem começou a se estabelecer; obteve sua medalha de atirador com uma carabina e foi classificado como atirador de elite com uma pistola. Elvis sempre adorou armas, então fazia perfeito sentido que ele se destacasse nesses exercícios.
A vida no serviço militar não era sempre fácil para Elvis, mas ele deu o seu melhor nos dois anos de serviço.
Casamentos e divórcios
Discografia
A discografia oficial de Elvis Presley começa em 19 de julho de 1954, com o lançamento de seu primeiro single comercial, e termina em fevereiro de 1978
Elvis Presley (1956)
Elvis (1956)
Love Me Tender (1956)
Peace In The Valley (1957)
Loving You(1957)
Jailhouse Rock (1957)
Elvis Christmas Album (1957)
King Creole (1958)
Anos 60
Elvis is Back! (1960)
G.I. Blues (1960)
His Hand in Mine (1960)
Something for Everybody (1961)
Blue Hawaii (1961)
Follow That Dream (1962)
Pot Luck (1962)
Kid Galahad (1962)
Girls! Girls! Girls! (1962)
It Happened at the World's Fair (1963)
Fun in Acapulco (1963)
Kissin' Cousins (1964)
Viva Las Vegas (1964)
Roustabout (1964)
Girl Happy(1965)
Tickle Me (1965)
Elvis For Everyone (1965)
Harum Scarum (1965)
Frankie and Johnny (1966)
Paradise, Hawaiian Style (1966)
Spinout (1966)
How Great Thou Art (1967)
Easy Come, Easy Go (1967)
Double Trouble (1967)
Clambake (1967)
Speedway (1968)
Elvis Sings Flaming Star (1968)
Elvis NBC TV Special(1968)
From Elvis in Memphis (1969)
From Memphis To Vegas/From Vegas To Memphis (1969)
Anos 70
Let's Be Friends (1970)
On Stage (1970)
Almost In Love (1970)
Elvis: That's The Way It Is (1970)
Elvis Country (1971)
Love Letters from Elvis (1971)
Elvis Sings the Wonderful World of Christmas (1971)
Elvis Now (1972)
He Touched Me (1972)
Elvis as Recorded at Madison Square Garden (1972)
Aloha from Hawaii (1973)
Elvis (1973)
Raised on Rock (1973)
Good Times (1974)
Elvis as Recorded Live on Stage in Memphis (1974)
Promised Land (1975)
Elvis Today (1975)
The Sun Sessions (1976)
From Elvis Presley Boulevard (1976)
Moody Blue (1977)
Elvis in Concert (1977)
http://www.sergent.com.au/elvis/menu.html=%3Ediscografia
Alguns discos que tive
1-From Elvis Presley Boulevard, Memphis: 1976
01. Hurt02. Never Again03. Blue Eyes Crying in the Rain04. Danny Boy05. Last Farewell06. For the Heart07. Bitter They Are, Harder They Fall08. Solitaire09. Love Coming Down10. I'll Never Fall in Love Again
01. Promised Land02. There's a Honky Tonk Angel (Who Will Take Me Back In)03. Help Me04. Mr. Songman05. Love Song of the Year06. It's Midnight07. Your Love's Been a Long Time Coming08. If You Talk in Your Sleep09. Thinking About You10. You Asked Me To
01. T-R-O-U-B-L-E02. And I Love You So03. Susan When She Tried04. Woman Without Love05. Shake a Hand06. Pieces of My Life07. Fairytale08. I Can Help09. Bringing It Back10. Green, Green Grass of Home
01. Raised on Rock02. Are You Sincere03. Find Out What's Happening04. I Miss You05. Girl of Mine06. For Ol' Times Sake07. If You Don't Come Back08. Just a Little Bit09. Sweet Angeline10. Three Corn Patches
01. Also Sprach Zarathustra (intro)02. CC Rider03. Burning Love04. Something05. You Gave Me A Mountain06. Steamroller Blues07. My Way08. Love Me09. Johnny B Goode10. It's Over11. Blue Suede Shoes12. I'm So Lonesome I Could Cry
01. Help Me Make It Through The Night02. Miracle Of The Rosary03. Hey Jude04. Put Your Hand In The Hand05. Until It’s Time For You To Go06. We Can Make The Morning07. Early Mornin Rain08. Sylvia09. Fools Rush In10. I Was Born About Ten Thousand Ago
01. Also Sprach Zarathustra (intro)02. That's All Right Mama03. Proud Mary04. Never Been To Spain05. You Don't Have To Say You Love Me06. You've Lost That Lovin' Feelin07. Polk Salad Annie08. Love Me09. All Shook Up10. Heartbreak Hotel11. Let Me Be Your Teddy Bear/Don't Be Cruel12. Love Me Tender13. Impossible Dream (The Quest)14. Introductions By Elvis15. Hound Dog16. Suspicious Minds17. The Good Times18. American Trilogy19. Funny How Time Slips Away20. I Can't Stop Loving You21. Can't Help Falling In Love
8-Elvis sings the wonderful world of Christmas: 1971
01. O Come All Ye Faithful02. First Noel03. On a Snowy Christmas Night04. Winter Wonderland - Elvis Presley05. Wonderful World of Christmas06. It Won't Seem Like Christmas (Without You)07. If I Get Home on Christmas Day08. I'll Be Home on Christmas Day09. Holly Leaves and Christmas Trees10. Merry Christmas, Baby11. Silver Bells12. Blue Christmas
9- Elvis sings for Childrren and grownupas too! (1978)
01Teddy Bear (Let Me Be Your) 02.Wooden Heart 03.Five Sleepyheads 04.Puppet On A String 05.Angel-06.Old MacDonald07.How Would You Like To Be-08.Cotton Candy Land 09.Old Shep 10.Have A Happy
Filmes
1956, Love Me Tender, Twentieth Century Fox
Partial cast list: Richard Egan, Debra Paget, Elvis Presley, Robert Middleton, William Campbell, Neville Brand, Mildred Dunnock.
Producer: David WeisbartDirector: Robert D. WebbScreenplay: Robert Buckner. Based on a story by: Maurice Gerachyty. Director of Photography: Leo Tover.
1957, Loving You, Paramount
Partial cast list: Elvis Presley, Lizabeth Scott, Wendell Corey, Dolores Hart, James Gleason, Ralph Dumke, Paul Smith, Ken Becker, Jana Lund.
Producer: Hal B. WallisDirector: Hal KanterScreenplay: Herbert Baker, Hal KanterFrom a story by: Mary Agnes ThompsonDirector of Photography: Charles Lang, Jr.
1957, Jailhouse Rock, Metro-Goldwyn-Mayer
Partial cast list: Elvis Presley, Judy Tyler, Mickey Shaughnessy, Vaughn Taylor, Jennifer Holden, Dean Jones, Ann Neyland, Hugh Sanders.
Producer: Pandro S. BermanDirector: Richard ThorpeScreenplay: Guy TrosperStory: Ned Young Director of Photography: Robert Bronner
1958, King Creole, Paramount
Partial cast list: Elvis Presley, Carolyn Jones, Walther Matthau, Dolores Hart, Dean Jagger, Liliane Montevecchi, Vic Morrow, Paul Stewart, Jan Shepard.
Producer: Hal B. WallisDirector: Michael CurtizScreenplay: Herbert Baker, Miachael Vincente GazzoStory: Based on the novel A Stone for Danny Fisher by Harold Robbins.Director of Photography: Russell Harlan
1960, GI Blues, Paramount
Partial cast list: Elvis Presley, Juliet Prowse, Robert Ivers, Leticia Roman, James Douglas, Sigrid Maier, Arch Johnson.
Producer: Hal B. WallisDirector: Norman TaurogScreenplay: Edmund Beloin, Henry GarsonDirector of Photography: Loyal Griggs
1960, Flaming Star, Twentieth Century Fox
Partial cast list: Elvis Presley, Steve Forrest, Barbara Eden, Dolores Del Rio, John McIntire, Rudolph Acosta.
Producer: David WeisbartDirector: Don SiegelScreenplay: Clair Huffaker, Nunnally JohnsonStory: Based on the novel Flaming Lance by Clair Huffaker.Director of Photography: Charles G. Clarke
1961, Wild In The Country, Twentieth Century Fox
Partial cast list: Elvis Presley, Hope Lange, Tuesday Weld, Millie Perkins, Rafer Johnson, John Ireland, Gary Lockwood, William Mims, Christina Crawford.
Producer: Jerry WaldDirector: Philip DunneScreenplay: Clifford OdetsStory: Based on the novel The Lost Country by J.R. SlamancaDirector of Photography: William C. Mellor
1961, Blue Hawaii, Paramount
Partial cast list: Elvis Presley, Joan Blackman, Angela Lansbury, Nancy Walters, Roland Winters, John Archer, Howard McNear, Steve Brodie, Iris Adrian, Hilo Hattie, Jennie Maxwell.
Producer: Hal B. Wallis Director: Norman TaurogScreenplay: Hal KanterStory: Alan WeissDirector of Photography: Charles Lang, Jr.
1962, Follow That Dream, United Artists
Partial cast list: Elvis Presley, Arthur O'Connell, Anne Helm, Joanna Moore, Alan Hewitt, Herbert Rudley, Simon Oakland, Howard McNear, Roland Winters.
Producer: David WeisbartDirector: Gordon DouglasScreenplay: Charles LedererStory: Based on the novel Pioneer, Go Home by Richard PowellDirector of Photography: Leo Tover
1962, Kid Galahad, United Artists
Partial cast list: Elvis Presley, Gig Young, Lola Albright, Joan Blackman, Charles Bronson.
Producer: David WeisbartDirector: Phil KarlsonScreenplay: William FayBased on a story by: Francis WallaceDirector of Photography: Burnett Guffey
1962, Girls! Girls! Girls!, Paramount
Partial cast list: Elvis Presley, Stella Stevens, Jeremy Slate, Laurel Goodwin, Benson Fong, Robert Strauss.
Producer: Hal B. WallisDirector: Norman TaurogScreenplay: Edward Anhalt, Allan WeissStory: Allan WeissDirector of Photography: Loyal Griggs
1963, It Happened At The World's Fair, Metro-Goldwyn-Mayer
Partial cast list: Elvis Presley, Joan O'Brien, Gary Lockwood, Vicky Tiu.
Producer: Ted RichmondDirector: Norman TaurogScreenplay: Si Rose, Seaman JacobsDirector of Photography: Joseph Ruttenberg
1963, Fun In Acapulco, Paramount
Partial cast list: Elvis Presley, Ursula Andress, Elsa Cardenas, Paul Lukas, Larry Domasin, Alejandro Rey.
Producer: Hal B. WallisDirector: Richard ThorpeScreenplay: Allan WeissDirector of Photography: Daniel L. Fapp
1964, Kissin' Cousins, Metro-Goldwyn-Mayer
Partial cast list: Elvis Presley, Arthur O'Connell, Glenda Farrell, Jack Albertson, Pam Austin, Cynthia Pepper, Yvonne Craig, Maureen Reagan.
Producer: Sam KatzmanDirector: Gene NelsonScreenplay: Gerald Drayson Adams, Gene NelsonStory: Gerald Drayson AdamsDirector of Photography: Ellis W. Carter
1964, Viva Las Vegas, Metro-Goldwyn-Mayer
Partial cast list: Elvis Presley, Ann-Margret, Cesare Danova, William Demarest, Nicky Blair.
Producers: Jack Cummings, George SidneyDirector: George SidneyScreenplay: Sally BensonDirector of Photography: Joseph Biroc
1964, Roustabout, Paramount
Partial cast list: Elvis Presley, Barbara Stanwyck, Joan Freeman, Leif Erickson, Sue Ane Langdon, Pat Buttram.
Producer: Hal B. WallisDirector: John RichScreenplay: Anthony Lawrence, Allan WeissStory: Allan WeissDirector of Photography: Lucien Ballard
1964, Girl Happy, Metro-Goldwyn-Mayer
Partial cast list: Elvis Presley, Shelley Fabares, Harold J. Stone, Gary Crosby, Joby Baker, Nita Talbot, Mary Ann Mobley, Fabrizio Mioni, Jackie Coogan, Jimmy Hawkins.
1965, Tickle Me, Allied Artists
Partial cast list: Elvis Presley, Julie Adams, Jocelyn Lane, Jack Mullaney, Merry Anders, Bill Williams, Edward Faulkner.
Producer: Ben SchwalbDirector: Norman TaurogScreenplay: Elwood Ullman, Edward BerndsDirector of Photography: Loyal Griggs
1965, Harum Scarum, Metro-Goldwyn-Mayer
Partial cast list: Elvis Presley, Mary Ann Mobley, Fran Jeffries, Michael Ansara, Jay Novello, Philip Reed, Theo Marcuse, Billy Barty.
Producer: Sam KatzmanDirector: Gene NelsonScreenplay: Gerald Drayson AdamsDirector of Photography: Fred H. Jackman
1966, Frankie And Johnny, United Artists
Partial cast list: Elvis Presley, Donna Douglas, Harry Morgan, Sue Ane Langdon, Nancy Kovack, Audrey Christie, Robert Strauss.
Producer: Edward SmallDirector: Frederick De CordovaScreenplay: Alex GottliebStory: Nat PeerrinDirector of Photography: Jacques Marquette
1966, Paradise, Hawaiian Style, Paramount
Partial cast list: Elvis Presley, Suzanna Leigh, James Shigeta, Donna Butterworth, Marianna Hill, Irene, TSU, Linda Wong, Julie Parrish, Jan Shepard.
Producer: Hal B. WallisDirector: D. Michael MooreScreenplay: Allan Weiss, Anthony LawrenceStory: Allan WeissDirector of Photography: W. Wallace Kelley
1966, Spinout, Metro-Goldwyn-Mayer
Partial cast list: Elvis Presley, Shelley Fabares, Diane McBain, Deborah Walley, Dodie Marshall, Jack Mullaney, Will Hutchins, Warren Berlinger, Jimmy Hawkins, Carl Betz.
Producer: Joe PasternakDirector: Norman TaurogScreenplay: Theodore J. Flicker, George KirgoDirector of Photography: Daniel L. Fapp
1967, Easy Come, Easy Go, Paramount
Partial cast list: Elvis Presley, Dodie Marshall, Pat Priest, Pat Harrington, Jr., Skip Ward, Elsa Lanchester, Frank McHugh.
Producer: Hal B. WallisDirector: John RichScreenplay: Allan Weiss, Anthony LawrenceDirector of Photography: William Margulies
1967, Double Trouble, Metro-Goldwyn-Mayer
Partial cast list: Elvis Presley, Annette Day, John Williams, Yvonne Romain, Harry Wiere, Herbert Wiere, Sylvester Wiere.
Producers: Judd Bernard, Irwin WinklerDirector: Norman TaurogScreenplay: Jo HeimsBased on a story by: Marc BrandelDirector of Photography: Daniel L. Fapp
1967, Clambake, United Artists
Partial cast list: Elvis Presley, Shelley Fabares, Will Hutchins, Bill Bixby, James Gregory, Gary Merrill.
Producers: Arnold Laven, Arthur Gardner, Jules LevyDirector: Arthur H. NadelScreenplay: Arthur Browne, Jr.Story: Arthur Browne, Jr.Director of Photography: William Margulies
1968, Stay Away, Joe, Metro-Goldwyn-Mayer
Partial cast list: Elvis Presley, Burgess Meredith, Joan Blondell, Katy Jurado, Thomas Gomez, Henry Jones, L.Q. Jones, Quentin Dean.
Producer: Douglas LaurenceDirector: Peter TewksburyScreenplay: Michael A. HoeyStory: Based on the novel Stay Away, Joe by Dan CushmanDirector of Photography: Fred Koenekamp
1968, Speedway, Metro-Goldwyn-Mayer
Partial cast list: Elvis Presley, Nancy Sinatra, Bill Bixby, Gale Gordon, William Schallert, Victoria Meyerink.
Producer: Douglas LaurenceDirector: Norman TaurogScreenplay: Phillip ShukenDirector of Photography: Joseph Ruttenberg
1968, Live A Little, Love A Little, Metro-Goldwyn-Mayer
Partial cast list: Elvis Presley, Michele Carey, Don Porter, Rudy Vallee, Dick Sargent, Sterling Holloway, Celeste Yarnall.
Producer: Douglas LaurenceDirector: Norman TaurogScreenplay: Michael A. Hoey, Dan GreenbrugStory: Based upon the novel Kiss My Firm But Pliant Lips by Dan GreenburgDirector of Photography: Fred Koenekamp
1969, Charro!, National General
Partial cast list: Elvis Presley, Ina Balin, Victor French, Lynn Kellogg, Barbara Werle, Soloman Sturges, paul Brinegar, James Sikking.
Executive Producer: Harry CaplanProducer: Charles Marquis WarrenDirector: Charles Marquis WarrenScreenplay: Charles Marquis WarrenStory: Frederic Louis FoxDirector of Photography: Ellsworth Fredericks
1969, The Trouble With Girls, Metro-Goldwyn-Mayer
Partial cast list: Elvis Presley, Marlyn Mason, Nicole Jaffe, Sheree North, Edward Andrews, John Carradine, Vincent Price, Anissa Jones, Joyce Van Patten, Pepe Brown, Dabney Coleman.
Producer: Lester WelchDirector: Peter TewksburyScreenplay: Arnold Peyser, Loiss PeyserStory: Based on a story by Mauri Grashin and a novel Chautauqua by Day Keene and Dwight Babcock. Director of Photography: Jacques Marquette
1969, Change Of Habit, Universal
Partial cast list: Elvis Presley, Mary Tyler Moore, Barbara McNair, Jane Elliot, Leora Dana, Edward Asner, Robert Emhardt, Regis Toomey, Doro Merande, Ruth McDevitt, Richard Carlson, Nefti Millet, Laura Figueroa, Lorena Kirk, Virgina Vincent, The Blossoms.
Producer: Joe ConnellyDirector: William GrahamScreenplay: James Lee, S.S. Schweitzer, Eric BercoviciStory: John Joseph, Richard MorrisDirector of Photography: Russell Metty
Elvis Presley uma estrela citilante, uma lembrança viva, apesar da sua morte física há 34 anos atrás.
terça-feira, 16 de agosto de 2011
** Noticia URGENTE**

O fabricante de todos os seres humanos, está convocando as peças fabricadas, independente da marca ou ano, devido a um grave defeito no componente principal e central do coração, ocorrido nas unidades originais chamadas Adão e Eva, resultando na reprodução dos mesmos em todas as unidades subseqüentes.
Este defeito foi tecnicamente denominado, PECADO (Peça Enfraquecida Com Anomalias Detectadas no Original), cujo sintoma principal é a perda de julgamento moral.
Outros sintomas:
b.. Impureza
c.. Conduta desenfreada
d.. Idolatria e.. Festanças
f.. Inimizades
g.. Rixa
h.. Ciúme
i.. Acessos de ira
j.. Contendas
k.. Divisões
l.. Seitas
m.. Inveja
n..Bebedeira
O contato com o fabricante é: ORAÇÃO. Quando estiver conectado, delete o executável PECADO utilizando a ferramenta ARREPENDIMENTO e colocando JESUS no coração.
Depois, carregue NOVA PERSONALIDADE. Não importa o tamanho do defeito PECADO, NOVA PERSONALIDADE o substituirá por:
a.. Amor
c.. Paz
d.. Longanimidade
e.. Benignidade
f.. Bondade
g.. Fé
h.. Brandura
i.. Autodomínio
Aviso importante: Continuar a operar a unidade humana sem correção, anula a garantia do fabricante, expondo o proprietário a perigos e problemas numerosos demais para uma listagem e a unidade humana será permanentemente recolhida do mercado. Vale a pena meditar...
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
O que é Reiki?

Segundo algumas teorias a doença é o resultado de um desequilíbrio na Energia Vital: "...Segundo o presidente da Associação Brasileira de Ayurveda em Minas Gerais (Abra-MG), médico e professor de acupuntura e ayurveda Carlos Eduardo Guimarães, o ser humano está integrado ao universo e, portanto, sofre influências de todas as energias cósmicas. As pessoas têm energias diferentes e devem ser tratadas individualmente, levando-se em conta seu estado emocional, físico e espiritual. Ele explica que no conhecimento ayurveda não existem doenças, mas desequilíbrio energético...".
Rei = Energia Vital, Ki = Energia Cósmica/Universal, portanto Reiki é a canalização da Energia Cósmica existente no Universo direcionando-a para harmonizar a Energia Vital que cada ser vivo (Animal ou Vegetal) possui.
O processo do Reiki é o seguinte: a energia imanente/ primária (prana, para os Hindús, Ki/Chi, para os Chineses e Japoneses etc) que se encontra em seu estado "puro" (ou seja, sem estar obedecendo nenhum padrão vibracional específico, nenhuma programação) é "capturada" pelos chakras (no caso do Reiki, o chakra coronário, no topo da cabeça) e vai passando pelos nadis (dutos de energia que existem às centenas pelo corpo) e chegam às mãos. Ora, os chakras são vórtices de energias, verdadeiros transformadores que captam a energia do prana e a condensa para que seja absorvida pelo padrão vibratório do corpo (assim como a fonte do computador, que capta a energia elétrica e transforma em várias voltagens específicas pra cada componente: cooler, CPU, placas,etc). Uma vez transformada essa energia, ela adquire o SEU padrão vibratório, que é como uma "assinatura" energética. Então é impossível não "contaminar" a Energia Divina com seu padrão. O que você pode fazer para melhorar a qualidade da energia que você está doando é elevar o padrão vibracional dela. Como? Se concentrando em seus guias espirituais, rezando, lembrando de um momento de felicidade, ou tendo fé em algo que você acredite (Pode ser em Papai Noel, se ele fizer você se sentir com mais energia). Outras formas de assegurar um bom padrão vibracional é se alimentar bem (ser vegetariano de preferência), ter boa conduta moral, bons pensamentos, etc. (a definição de "bom" aqui é propositalmente vaga. Encontrem a bondade em seus próprios corações).

no site: http://ReceberReiki.blogspot.com será colocado um formulário para quem estiver interessado em receber Reiki à distância (gratuitamente) preencher e um outro formulário para quem estiver interessado em ser sintonizado/iniciado no Reiki Essencial (um ramo, ocidental, do Reiki) quer no nível I, quer no nível II, quer no nível III (este confere o grau de mestre em Reiki Essencial, no Tradicional o nível 3 é subdivido em IIIa e IIIb, este é que confere o grau de mestre em Reiki Tradicional), também é gratuito.
Luz, Paz e Amor!
Mantra ...uma palavra, um som, uma sílaba que liberta
Um mantra deve ser repetido 8 ou 108 vezes, porém à casos em que um mantra repetido por inúmeras vezes, ou acima de sete vezes, perde seu poder e em outros casos só devem ser utilizados em perigo eminente, pois não devemos utilizar o nome de Deus em vão. A pronúncia correta é muito importante para que ele se mostre eficaz, pois os mantras estão em idioma sânscrito, a língua sagrada dos hindus. Assim, onde aparece a letra h, repita como se fosse rr. Salvo alguns casos em que representa j exalada. A força do mantra reside em sua entonação correta e na mentalização adequada. O OM o mais conhecido dos mantras, foge a todas as regras gramaticais expostas, pois é considerado a síntese de todos os sons. Existem na tradição indiana centenas de mantras e o uso de cada um tem uma finalidade específica. Para quem deseja iniciar-se nesta prática seguem algumas indicações: Sente-se numa posição confortável e procure relaxar concentrando sua respiração no abdômen. A seguir, vocalize o mantra durante um tempo mínimo de três minutos. Esta é a forma mais aconselhável para potencializar o mantra, mas se não puder dizê-lo em voz alta, sussurre-o ou apenas mentalize-o..:
OM MANI PADME HUM (mantra para harmonizar os chakras e iluminação) Um dos mantras mais famosos do Budismo, leva a uma reflexão que qualquer ser humano pode e deve fazer.
Om, fecha a porta do sofrimento que vem do orgulho, orgulho que tem cegado os homens de todas as religiões.
Ma fecha as portas do sofrimento que é gerado pela inveja. A inveja é a cegueira do espírito tolo, infantil.
Pad fecha a porta dos sofrimentos humanos, das doenças, da velhice, que nascem dos "desejos". Pessoas controladas por desejos fazem loucuras.
Me fecha a porta do sentimento da ganância. O próprio planeta sofre com esse sentimento que destrói, que coloca o lucro acima da vida.
Hum fecha a porta do sofrimento do inferno, que é o sentimento da raiva e do ódio. O homem coloca o inferno dentro de si mesmo quando odeia o seu próximo. Quando a cólera, a raiva toma conta das suas ações, só desgraças serão atraídas.
Om mani padme hum Para libertar o seu espírito dos desejos mundanos, da raiva, da ganância, do orgulho, dos desejos desenfreados da vida comercial que a sociedade tenta impor. Para a sociedade o recado é só um: consuma, consuma e seja consumido. Para Deus, é liberte-se, despoje-se, siga-me e viva a eternidade da paz, das bênçãos, da água que sacia para sempre, da leveza de se ter a "alma leve", livre dos conceitos humanos de felicidade. Para os conceitos humanos de felicidade, quanto mais você tem, mais é feliz, o que sabemos que não é verdade. O acúmulo de bens materiais é um fardo que por vezes é tão pesado como o próprio mundo. Para os conceitos divinos, o acúmulo de bens "espirituais" é o maior tesouro que um homem pode ter. Caridade, despojamento, amor sem medidas, humildade, serenidade, esses sim, são tesouros que o tempo não corroem, não passam, são eternos, como você.
Om Mani Padme Hum.Para que você reflita nas futilidades da vida, deixe de preocupar tanto com o que nada vai acrescentar na sua vida, e preocupe-se um pouco mais com o que é verdadeiramente importante.Eu acredito em você
PS: Om Mani Pade Hum é o mantra do bodhisattva da compaixão: Avalokiteshvara Kwan Yin. Os tibetamos entoam-no como: OM MANI PEME HUNG.
Recitar o Mantra Om Mani Padme Hum traz: OM – Dissolve o orgulho MA – Liberta do ciúme e da luxuria. NI – Consome a paixão e os desejos PAD – Elimina a estupidez e danos. ME – Liberta da pobreza e possessividade. HUM – Consome a agressão e o ódio.Recomeçar- Paulo Roberto Gaefke
Paulo Roberto Gaefke