Nunca havia parado para refletir mais a fundo, nas minhas próprias palavras que talvez não seja de minha autoria e sim fruto da leitura de outros autores que também leram de outros autores e transmitiram ou até quem sabe serem os próprios autores: "não devemos contar só com o amanhã, que o amanhã poderá não surgir", justamente ao fazer planos para o amanhã, na altura estava relacionado com plano a dois, num relacionamento virtual (poderia não ter acesso a Internet, poderia haver desconfiguração dos programas, um vírus poderia danificar o computador, ou qualquer falha informática, etc...), mas hoje olhando para um projeto realizado,



Esse episódio ensinou e reforçou que:
1- Passamos parte da vida olhamos para a frente, traçamos metas para realizar a longo prazo como se o inevitável nunca fosse acontecer, como se sempre houvesse um amanhã, mas chega a uma altura da vida em que passamos a ter mais presente a incerteza do amanhã, olhamos para trás e vemos o quanto corajosos e destemido fomos ao sonharmos e planejarmos o futuro, com a certeza de que ele viria, desprezando ou ignorando o risco dele não vir, como os noivos que programam o seu casamento com meses de antecedência, sem pestanejar, nem levantar a hipótese de acontecer algum revés na vida, tipo desemprego, doença, ou até mesmo o inevitável crepúsculo da vida.
2- Se pensarmos na incerteza do amanhã ficamos angustiados, sem ânimo, sem motivação, com baixa de energia, acabamos por bloquear a nossa criatividade, ficamos estagnados, nada fazemos, nada construímos ou planejamos, vemos a vida passar por nós, portanto temos que contrariar esse circuito , mas como? Agindo como se ainda fôssemos, crianças ou adolescentes, sonhando, planejando o que faremos no futuro, igual ao que fizemos quando escolhemos uma carreira, nos preparamos, prestamos vestibular, ingressamos na faculdade que nos formará na carreira que pretendemos, percorremos o caminho profissional, entramos no mercado de trabalho, paralelamente, desenvolvemos o projeto de construir uma família, planejamos o casamento, o nascimento dos filhos, contudo sem a impulsividade que caracteriza os jovens e sim com a maturidade, responsabilidade, objetividade, senso crítico que adquirimos com o passar dos anos, fruto das experiências adquiridas e acumuladas na nossa jornada pela vida.
3- Contra o inevitável nada podemos, mas isso não significa que vamos sentar, cruzar os braços sem nada. fazer, há que sonhar, fazer planos, traçar metas e dar os passos necessários para a sua concretização, embora procurando estar preparados se o inevitável surgir e derrubar nosso projeto como se fosse uma onda do mar desfazendo o castelo de areia.
1- Passamos parte da vida olhamos para a frente, traçamos metas para realizar a longo prazo como se o inevitável nunca fosse acontecer, como se sempre houvesse um amanhã, mas chega a uma altura da vida em que passamos a ter mais presente a incerteza do amanhã, olhamos para trás e vemos o quanto corajosos e destemido fomos ao sonharmos e planejarmos o futuro, com a certeza de que ele viria, desprezando ou ignorando o risco dele não vir, como os noivos que programam o seu casamento com meses de antecedência, sem pestanejar, nem levantar a hipótese de acontecer algum revés na vida, tipo desemprego, doença, ou até mesmo o inevitável crepúsculo da vida.
2- Se pensarmos na incerteza do amanhã ficamos angustiados, sem ânimo, sem motivação, com baixa de energia, acabamos por bloquear a nossa criatividade, ficamos estagnados, nada fazemos, nada construímos ou planejamos, vemos a vida passar por nós, portanto temos que contrariar esse circuito , mas como? Agindo como se ainda fôssemos, crianças ou adolescentes, sonhando, planejando o que faremos no futuro, igual ao que fizemos quando escolhemos uma carreira, nos preparamos, prestamos vestibular, ingressamos na faculdade que nos formará na carreira que pretendemos, percorremos o caminho profissional, entramos no mercado de trabalho, paralelamente, desenvolvemos o projeto de construir uma família, planejamos o casamento, o nascimento dos filhos, contudo sem a impulsividade que caracteriza os jovens e sim com a maturidade, responsabilidade, objetividade, senso crítico que adquirimos com o passar dos anos, fruto das experiências adquiridas e acumuladas na nossa jornada pela vida.
3- Contra o inevitável nada podemos, mas isso não significa que vamos sentar, cruzar os braços sem nada. fazer, há que sonhar, fazer planos, traçar metas e dar os passos necessários para a sua concretização, embora procurando estar preparados se o inevitável surgir e derrubar nosso projeto como se fosse uma onda do mar desfazendo o castelo de areia.