Seja Bem Vindo!


Sua visita me deixou muito feliz...

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Amor & Emoção x Razão


terça-feira, 1 de janeiro de 2008

PAZ !


Dia Mundial da Paz! por isso foi escolhido o 1º dia do Ano, porque é para que todos os dias que virão após esse dia seja a extensão da paz. Paz essa que começa primeiro dentro de cada um. Se não houver paz dentro de nós mesmos, jamais poderemos levar a paz aos que nos rodeiam e muito menos poderemos falar de paz!
Devemos construir momento a momento a paz dentro de nós mesmos, a paz não é estática, como a vida não é estática, assim como os ponteiros do relógio e do tempo também não param. A própria terra está em movimento. Cada momento oferece oportunidades de construirmos a paz dentro de nós ou semearmos a guerra, cabe a nós optarmos por um ou outro caminho.
Se cada um pensar exclusivamente na construção da sua paz interior, então há esperança de haver paz na terra, porque se assim fizer, todos estarão muito ocupados na própria paz que não terão oportunidade de semear discórdias, ódios, vinganças, intrigas e a própria guerra, porque para construir a paz dentro de nós mesmos, precisamos, respeitar a nós e aos outros, gostarmos de nós e dos outros, respeitarmos a vida e a natureza, seguirmos os preceitos e princípios da fé que abraçamos e professamos, desde que essa fé seja pautada pelo principio do respeito pela vida e aos direitos universais, bem como pela dignidade humana.
Para este Ano repito a canção que por muitos anos foi cantada nesta altura pelos atores da rede Globo de Televisão no Rio de Janeiro: " Este ano quero paz no meu coração, quem quiser ter um um amigo que me dê a mão. O tempo passa e com ele caminhamos todos juntos, sem parar, nossos passos pelo chão vão ficar. Marcas do que se foi, sonhos que vamos ter, como todo dia nasce novo em cada amanhecer ".
Se todos se empenharem na construção da própria paz interior, na promoção da paz no seio da própria família, no local do trabalho, enfim aonde estiver, então, e só então, a tão sonhada, desejada e pregada "Paz na terra aos Homens de boa vontade" deixará de ser um hino, um sonho, e será a mais linda realidade que se possa viver na Terra!!!
Luz, Paz e Amor para todos em todo o tempo e lugar!

domingo, 30 de dezembro de 2007

Amor, Sinal de Sofrimento


O Amor é o princípio e a base da vida, porém, também é a origem de todo o sofrimento, Jesus Cristo por amor a nós sofreu na cruz, a mãe sofre por amor ao seu filho, desde o momento do seu nascimento.
Só existe sofrimento para aqueles que amam: sofrimento pela perda de quem se ama, brigas familiares que fazem sofrer justamente aquele que ama, quem não ama é que infringe sofrimento a quem ama, quem ama não "encosta na parede" o ser amado, cobrando o tempo todo a prova desse amor, como no caso da mulher que por inveja e ciúmes, pressiona o marido para se afastar dos seus pais para poder estar com ela, sem entender que ao fazer isso está tornando o marido infeliz, porque sofre por querer contentar a mulher que ama e apoiar aos pais que também ama, neste caso sofre o marido que ama a mulher e aos pais, porque se não amasse não teria que escolher e muito menos se deixaria pressionar.
Quem ama a vida sofre quando esta é desrespeitada ou acaba, mas quem não a ama desrespeita-a e faz com que ela termine.
Quem ama sofre com o sofrimento que possa causar no ser amado.
Então quem ama é um eterno sofredor! Sofre pela perda do amor que se foi, sofre pela morte de quem ama, sofre porque sente o ser amado sofrer, sofre porque aquele que ama corre perigo, sofre com medo de perder o amor, sofre porque o seu amor tem dor, sofre quando seu amor não é feliz, sofre quando não consegue ajudar a quem ama, sofre quando não consegue fazer com que haja harmonia entre os seres que ama, sofre quando os seres que amam está longe, sofre quando os entes amados estão desiludidos ou desesperançados. sofre quando não consegue promover a realização dos entes amados. Sofre quando comete algum deslize que o afasta de quem ama, inclusive se amar a Deus.
A magia do amor está justamente em acreditar que mesmo causando sofrimento o amor é a base da vida: Só existe guerra, fome, violência, miséria na vida porque falta o amor. Se o amor estivesse sempre presente 100% na vida das pessoas então o sofrimento jamais existiria, porque o amor tudo compreende, tudo tolera, tudo transforma, tudo perdoa, não causa pressões, manipulações, intrigas ou inveja, muito pelo contrário é justo, ampara, aproxima, dá um colorido especial a vida, espalha harmonia, transmite segurança, confiança , faz com que haja partilha dos bens e promove a PAZ!

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

Explosão interior


Na vida existem momentos ou acontecimentos que nos fazem reagir de forma violenta, é um explodir de pensamentos, geralmente negativos, de ira, revolta, um discurso muitas vezes desconexo ou sem nexo, uma tempestade de palavras para nos defender, chegando mesmo a ser irracional, mas para quê? se nada conseguimos a não ser magoar e ferir aos outros e a nós mesmos. Se a cada momento ou acontecimento desfavorável, sentássemos e refletíssemos sobre o acontecimento em si, sem reagirmos impulsivamente, acabaríamos por ver aonde está o problema e poderíamos centrar nos esforços na solução, porque acredito que se existe um problema é porque existe a solução, mas não temos o auto domínio suficiente para equacionar o problema, extravasamos apenas a nossa revolta, indignação, assumimos a posição de vítima, de "coitadinhos" (Se bem que como se diz no meu querido Brasil: "coitadinho é filho de ratinho que nasce peladinho " ;) só depois é que "esfriamos a cabeça" e vamos equacionar o problema e aí chegamos a conclusão que tivemos uma reação inapropriada, talvez acusemos injustamente alguém, ofendemos alguém, mesmo que só em pensamentos ou através das nossa "verborreia" implacável, quando na verdade até teríamos uma parcela de culpa no ocorrido, ou estamos nos defendendo de um imaginário ataque pessoal.
Seria tão mais simples se fizéssemos como alguns orientais, diante de um acontecimento desfavorável, deveríamos preparar um chá, sorvermos e apreciarmos gole a gole, somente concentrados no sentir do seu aroma e do seu gosto. Quando terminássemos o chá estaríamos preparados para equacionar o problema e poder buscar a solução, sem termos desperdiçado nossa energia, sem que tenhamos magoado, ofendido ou agredido ninguém e nem a nós próprios, muito menos termos motivos de nos envergonhar pela atitude desequilibrada, feroz com que reagimos perante o acontecimento.
Diante de um acontecimento desfavorável devemos agir ao invés de reagir, porém, nem sempre isso é fácil, é necessário primeiro tomar consciência da diferença entre agir e reagir, depois é necessário ir exercitando o domínio de saber o momento certo de liberar e deixar fluir as emoções ou o momento de contê-las. Isso só se consegue com empenho, persistência e sabedoria para discernir se a solução está em nós ou fora de nós e ao mesmo tempo é necessário que não deixemos problemas se acumularem sem solução, porque muitas vezes é esse acumular de situações não resolvidas, mas que ficam o tempo todo "roubando" nossos pensamentos, energia e serenidade interior, que desencadeiam essa reação de "ferver em pouca água" como reflexo dessa explosão interior.

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Ser médico ...uma missão ou uma ilusão?





Ser Médico, utopicamente falando, seria um um profissional com qualidades, valores e princípios éticos, morais e humanos elevados e com conhecimento técnico científico aperfeiçoado que possibilitasse curar, quando houvesse possibilidade de cura, tratar quando houvesse possibilidade de tratamento e quando não houvesse possibilidade de curar ou tratar, que pudesse consolar e confortar outro ser humano no seu sofrimento, isto poderia ser resumido numa frase: "O reflexo de Deus na terra", assim o médico seria um missionário, cuja missão seria o alívio daqueles que sofrem de um mal físico ou psicológico. Só que isso tudo até poderia ser em outros tempos, onde havia respeito pelo médico, onde os pacientes iriam buscar cura, tratamento ou alívio para os seus males e não apenas fazer uma "encomenda" como se o médico fosse um vendedor de uma mercearia ou supermercado, do tipo "eu quero fazer análises para ver se está tudo bem" e "estou gripado passei na farmácia estou tomando isto era para passar a receita porque o remédio é caro e eu não tenho posses". Ou ainda "Estou no fundo desemprego e eles dizem que se eu levar a baixa não tenho que ir para o trabalho quando me chamarem"ou o cúmulo da falta de respeito ao rasgar o impresso da "baixa" por não ser o número de dias que queria e ainda ofender o médico. Onde os doentes eram sinceros, verdadeiros, em que construía uma relação médico-doente baseada na confiança e no respeito mútuo em que havia a preocupação com a verdade dos acontecimentos, uma relação de ajuda, em que o doente narra o que aconteceu que o motivou a procurar o médico, espera que este lhe forneça um plano terapêutico (nem sempre medicamentoso) e cumpre-o, porque acredita na capacidade técnico científica do médico que o está assistindo, mas isso não passa de uma ilusão/utopia nos dias que correm.

Parece que a medicina virou um campo de batalha, em que o médico é alvejado pelos doentes, que são inflamados pelas notícias muitas vezes deturpadas, exageradas ou mal interpretadas, que a comunicação social divulga nos seus noticiários, que fazem com que a relação médico utente esteja deteriorada ou desvirtuada.

Mostre-me que estou errada! deixe seu comentário ou responda a pergunta: ser médico é uma missão ou uma ilusão?

terça-feira, 27 de novembro de 2007

Conhecer-se uma missão quase impossível


Será que alguém consegue se conhecer realmente? ou será que isso é impossível? como saber se aquilo que pensamos que conhecemos de nós mesmos, não serão as nossas projecções, as nossas ilusões, o nosso desejo ou como gostaríamos de ser?
Se nós não conseguimos nos conhecer, então como é que os outros podem achar que nos conhecem? ou nós acharmos que conhecemos os outros?
Quanto mais tento me conhecer, mais sinto que me distancio de mim mesma. é como se existissem 3 pessoas: Uma que é aquela que os outros pensam que conhecem, outra é aquela que pensamos que somos e a terceira é aquela que realmente somos. Se existirem essas três pessoas ou até mais, porque cada uma dessas pessoas podem conter outras pessoas: aquela que idealizamos, aquela que gostaríamos de ser ou que gostaria que fosse. Devido a essa complexidade de pessoas é que torna-se difícil chegamos a nos conhecer ou conhecer os outros como na realidade somos ou são.
Mas será que é realmente importante nos conhecermos? Em que isso nos tornará mais feliz? Será que não é preferível ficarmos com aquela pessoa que pensamos ser? que fomos construindo de acordo com nossas vivências, nossa interação com o meio que nos rodeia, nossos sonhos e ilusões, adquirindo assim mecanismos de defesa que nos proteja e impeça de nos tornarmos vulneráveis e frágeis, porque não seremos subjugados aos outros, não tentaremos corresponder às expectativas deles e sim às nossas próprias expectativas, nem tão pouco ficaremos escravizados de nós mesmos pela corrente da decepção, da frustração de queremos ser e talvez, não o sejamos. Assim não faremos comparações com os outros, seremos simplesmente nós mesmos, com qualidades, defeitos, sonhos e ideais, decepções, ilusões, realizações, frustrações, medos, sucessos e fracassos.
Conhecer-se é uma missão quase impossível, quase, porque acredito que tudo é possível nesta vida! porém é preciso muito esforço, perseverança e dedicação para tornar possível o impossível
O que pensa a respeito?

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

Desabafo, o pulsar das Emoções


Tem dias em que sentimos uma repulsa, chegando mesmo a ficar enojados com determinados seres humanos, que cruzam no nosso caminho ou que temos que conviver no nosso trabalho, que são hipócritas, falsos, mentirosos, que faz uso das palavras para iludir aqueles que nelas acreditam.
Seres humanos cuja palavra só tem valor se for registrada em cartório na presença de testemunhas, pois ora dizem algo e depois desdizem o que disseram outrora, chegando mesmo a dizer o oposto do que disseram anteriormente.
Seres humanos que utilizam dois pesos e duas medidas para lidar com as situações, pessoas pouco confiáveis.
Será que valores como a sinceridade, a honestidade, a responsabilidade, o respeito pelo outro ser humano, a cooperação, estão fora de moda?
Será que ter "duas caras", ser falso, desonesto, hipócrita, é o que está em voga?
Que mundo é este em que vivemos? onde a violência, a maldade, a inveja, a hipocrisia, o jogo de interesses, o egoísmo, a luta desenfreada pelo poder, a ganância, a traição, o desrespeito pelo ser humano impera?
Neste momento é hora de dizer "para este mundo que eu quero descer...estou no mundo errado!" pois ainda acredito que possa existir um mundo onde os seres humanos são verdadeiros, não usam máscaras, sorriem quando estão felizes, choram quando estão tristes, são solidários, têm respeito pelo semelhante, procuram se ajudar mutuamente, não cobiçam o que não lhes pertence, são livres para pensar, agir de acordo com suas convicções, falam o que pensam, são coerentes no que dizem e no que fazem , fazem aquilo que falam. Suas palavras são verdadeiras, suas promessas são cumpridas como se de dívidas se tratassem. Que não tentam levar vantagem sobre ninguém, que vencem por mérito, esforço, trabalho e dedicação e não porque pertencem a famílias ilustres ou porque têm uma aparência bonita, ou ainda porque "molharam a mão" de alguém, ou trapacearam, mentiram ou traíram a confiança neles depositada.
Um mundo onde há respeito pela dignidade e liberdade do ser humano. Onde não existe a estupidez do homem expressa através das guerras, onde existe o respeito pela natureza e pelos direito dos homens.
Não vou voltar atrás para ver se o que escrevi tem nexo, deixo esse julgamento para quem vier a ler, porque foi um desabafo, e como tal, o grito de libertação das emoções sentidas e não expressas no momento certo, caladas e suportadas, aprisionadas no interior.
Qual é o remédio para este nojo sentido?

terça-feira, 13 de novembro de 2007

Desabafo


A vida é bela, porque existe os contrastes, os altos e baixos, as duas faces de uma mesma moeda. Apesar de concordar com a letra da música de Martinho da Vila "...é bonita e é bonita..." Hoje acho a vida menos bela pelas decepções oferecidas por ela, nestes dias, mas pensando bem não estou decepcionada com a vida, mas sim com o ser humano, principalmente com aquele que detém algum poder, que ocupa um cargo de gerência ou administração, porém, parece esquecer que para tudo é necessário organização, planejamento prévio, aliás não há administração se não houver organização, afim de não sair "atropelando" aqueles que estão sob o domínio da sua administração, ou de tratar seus funcionários como uma laranja onde "bebe-se o sumo e joga-se o bagaço fora". Aparentando não dar a mínima importância ao caos que vai gerar ao tomar uma decisão arbitrária, de forma apressada, sem aviso prévio, como por exemplo mudar um funcionário de um sector para outro, sem que haja tempo para serem concluídas as tarefas iniciadas por esse funcionário, sabendo que tão cedo não colocará outro funcionário no lugar desse, que agora transfere, acarretando com isso prejuízo ou transtornos para aqueles que dependiam dessas mesmas tarefas, além de vir a sobrecarregar outros sectores que terão que dar continuidade as tarefas que seriam realizadas por esse funcionário, não falando desse como esse funcionário se sente ao saber que foi enganado, utilizado e "jogado fora"pelo administrador ao dizer que iria ocupar tal cargo inicialmente substituindo alguém que estaria para definir a sua saída da empresa e tão logo isso acontecesse, passaria a situação definitiva, porém, o administrador não tinha a intenção de cumprir isso, apenas o fez para "calar" aqueles que estavam descontentes com tal situação.

A situação não se resolveu, permanece igual, porém, os descontentamentos calaram-se, daí a decisão do administrador em mudar o funcionário para cobrir outra situação gerada antes da chegada deste mesmo funcionário à empresa, situação essa que envolve um acordo político, em que para criar um novo sector, os funcionários teriam que deixar outros sectores para formar este novo sector, necessitando para isso colocar o funcionário nesse outro sector para "livrar-se da pressão política", mas que havia dito ao funcionário que não o iria fazer porque já tinha outro funcionário para cobrir os sectores que ficaram abandonados, mas de repente, tudo mudou, o administrador comunica ao funcionário que a partir da semana que vem já vai para o outro sector. O funcionário então percebe que o tempo todo essa era a intenção do administrador. o erro não está em transferir o funcionário e sim não criar condições de forma a fazer a mudança de forma previamente organizada, revelando falta de organização e de respeito pelo funcionário e por aqueles que outrora calaram os seus descontentamentos iludidos de que haviam sido atendidos.

O funcionário, apesar de estar decepcionado, até mesmo revoltado com tamanho desrespeito e desorganização, tentará que a sua saída seja o menos caótica possível, o mais organizada possível dentro desse caos que se formou a sua volta, por respeito aqueles que de si estavam dependentes.

Este desabafo serviu apenas para mostrar uma face da vida, mas que não impede de continuar achando que a vida é bela, que felizmente existe muito mais seres humanos que têm respeito e dignidade pelos Homens do que este administrador que gera o caos justamente por não ter o mínimo de respeito pela pessoa humana.

O que você acha da vida? Tem algum desabafo a fazer?