Seja Bem Vindo!


Sua visita me deixou muito feliz...

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Amor & Emoção x Razão


terça-feira, 4 de novembro de 2008

Preocupação...Desperdício de Energia!



A preocupação é uma palavra muito proferida, reflete sempre um medo ou um receio, uma angústia, embora desmembrando a palavra teríamos pré ocupação, o prefixo "pré" significa antes de, "ao pé da letra" seria antes da ocupação, o que não teria nenhum sentido e nem equivaleria ao significado que imprimimos ao expressar uma preocupação.


Segundo encontra-se descrito a "preocupação é, num certo sentido, um ensaio do que pode dar errado e como lidar com isso. Há na preocupação, pelo menos para o cérebro límbico primitivo, alguma coisa de mágico. Como um amuleto que afasta um mal previsto, a preocupação ganha psicologicamente o crédito de prevenir o perigo com o que se está obcecado". Se por um lado possa funcionar como amuleto, por outro pode funcionar como imã que atrai justamente o que não queremos. Por exemplo quando vamos para um exame a nível dos estudos e temos consciência de que não estudamos determinado tema, ficamos receosos que saia no exame exatamente aquilo que não estudamos e não dá outra coisa, no exame lá está exatamente aquilo que receávamos.


"Debruçando" sobre o assunto não há sentido algum na preocupação como uma angústia ou um medo que sentimos em relação principalmente para com quem amamos, menos ainda se houver uma distância se interpondo. É um desperdício de energia.


Não é por nos preocuparmos que evitaremos que os nossos medos e receios deixarão de acontecer e muito menos resolveremos nada com a preocupação. Porque o que tiver que ser será.


Assim como não tem sentido expressar ao outro a nossa preocupação, apenas estamos gerando preocupações aonde até nem existiam ou nos tornando cansativos e sufocantes para o outro.


Há um provérbio oriental que diz mais ou menos assim: " Se há solução para que serve a preocupação, se não há solução de que adianta a preocupação?"


Exemplificando: Se gostamos de alguém e esse alguém está distante, embora próximo pela comunicação entre ambos, se por alguma razão essa comunicação deixa de existir, logo surge a preocupação que possa ter acontecido alguma coisa, uma angústia por achar que possa estar precisando de ajuda e não estamos próximos para ajudar, amparar, confortar, aliviar algum sofrimento ou dor que possa existir, além da angústia maior de sabê-lo doente ou o receio de ter chegado a hora de partir.


Nunca nos passa pela cabeça que a pessoa possa estar bem, mas levando uma vida muito atribulada e que não sobra tempo para se comunicar mas está tranquilo porque que a outra pessoa confia que se não comunicou foi porque não houve possibilidades de o fazer. Também não pensamos que pode não ter acesso aos meios de comunicação (acesso dificultado a Internet, problemas com o servidor, avaria nos aparelhos, problemas de informática a qualquer nível. Enfim nada que diga respeito ao bem estar, a segurança ou ao estado de saúde do outro e sim circunstâncias externas e muitas vezes alheias à vontade do doutro.


Neste caso a única solução, embora difícil de por em prática, é aguardar paciente e serenamente que a comunicação seja restabelecida, lembrando que para tudo há uma explicação e uma razão de existir, além de tentar controlar os pensamentos negativos que surgem e que possam abalar essa serenidade e paz de espírito.


Se o motivo de preocupação estiver relacionado connosco (emprego, situação financeira, dívidas, projetos, etc) também não tem sentido a preocupação, de nada adiante só serve para atrapalhar e dificultar a resolução. Um exemplo de preocupação ou medo inútil, absurdo e sem sentido, é o doente em véspera de uma cirurgia não conseguir dormir com a preocupação de não acordar da anestesia, "ficar na mesa de operação", ora ir para a cirurgia é o mesmo que ir dormir, quando vamos dormir dizemos sempre até amanhã, sem nos preocupar que poderemos não acordar no dia seguinte, se não acordarmos não sentiremos, da mesma forma se não acordar da anestesia, não sentiremos. Contudo, esse pode ser motivo de preocupação ou medo da família, que se interroga como será se isso acontecer.
Há que equacionar a preocupação e buscar a solução, "dar tempo ao tempo", embora isso seja ´mais fácil de dizer do que de fazer, mas como disse alguém um dia "tudo dá certo no fim, se não deu é porque ainda não chegou o fim".
Devemos transformar a preocupação em ação ou ocupação útl, canalizando e direcionando a nossa energia evitando, assim, o seu desperdício.

domingo, 2 de novembro de 2008

Um Homem...Uma Ilha!




Um Homem por analogia com a geografia é um autêntico arquipélago, conjunto de ilhas (órgãos), banhados e cercados por água. Tal como o planeta terra o corpo humano é composto por 70% de água. Daí a necessidade de se beber água em quantidade suficiente. Quando se é jovem o organismo "pede" a água, através da sede, porém o idoso não sente sede, mas continua tendo necessidade da mesma quantidade de água, por isso desidrata com facilidade.

Dentro da sociedade o Homem inicialmente também é uma ilha, neste caso, simbolicamente a sociedade, a família seria a água.
Continuando a analogia com acidentes geográficos enquanto embrião, o Homem é uma península cercado por todos os lados pelo líquido amniótico e conectado pelo istmo, cordão umbilical, ao continente, a mãe. Depois que nasce transforma-se numa ilha que junto com as demais ilhas, irmãos, pai, mãe, avós, tios primos, formam o arquipélago família. À medida que vai se desenvolvendo vai sendo parte de outros arquipélagos, escola, universidade, trabalho.
A maioria vai construindo pontes e aproximando-se de outras ilhas, constituindo assim duas penínsulas ligadas pelo istmo, casamento, constituindo outros arquipélagos, embora continuem pertencendo aos respectivos arquipélagos anteriores e mantendo sua atividade no arquipélago maior, a sociedade, só que de forma ampliada.
Outros porém, por opção ou porque são levados a isso, continuam ilhas dentro de vários arquipélagos que constituem o arquipélago maior, a sociedade. Destes, alguns são acessíveis, comunicáveis, alcançáveis outros são isolados, inacessíveis ou não alcançáveis. Uns são rodeados por "águas serenas" outros são rodeados por "águas turbulentas". Uns vivem em constante transformações e geram transformações nos outros. Alguns permanecem inalterados, estáticos ao longo do tempo, outros são autênticos furacões ou vulcões prestes a entrarem em erupção. Uns são autênticos paraísos tropicais, repletos de cor, muito férteis, dão frutos diversificados, outros são autênticos desertos, infrutíferos. Uns brilham à distância, outros vivem nas sombras a espera do brilho emprestado. Uns são hospitaleiros e receptivos, outros são agrestes e pouco receptivos.
Além de serem ilhas no arquipélago sociedade, alguns são ilhas isoladas dentro de si mesmo, embora, às vezes, exercendo uma atividade dentro do arquipélago ou arquipélagos a que pertence, outras vezes inativos, perdidos ou aprisionados dentro do terreno pantanoso e cheios de armadilhas que é a mente, composta por rede moinhos de pensamentos reverberativos, como os que apresentam insanidade mental ou distúrbio da psiquê ou da função cerebral, entre aqueles o exemplo é o da esquizofrenia e deste a depressão.


quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Velhice...apogeu ou declínio do ser humano?



O Homem passa pela fase de menino (a), jovem, homem(mulher), velho (a) desde a aurora até ao crespúsculo de sua vida.
Em cada fase vai somando experiências, sensações, emoções, descobertas, vai subindo nos vários níveis do desenvolvimento, assim como vai adquirindo capacidades, competências, ampliando seus horizontes no vasto campo do conhecimento, alargando seus limites e aprimorando seu raciocínio, como que subindo os degraus de uma escada. Deveria ir galgando os degraus dessa escada até chegar ao crepúsculo, mas não é isso que ocorre na generalidade quando chega na velhice, poucos são aqueles em que a velhice é o continuar da escalada rumo ao apogeu.

Porque será que isso não é verdade para muitos? O que se verifica não são somas e sim subtrações: Da visão, audição e dos demais sentidos, da força muscular, do raciocínio, do bom funcionamento das articulções e dos orgãos em geral, da memória, da potência, da motivação pela vida, da auto estima, da capacidade, do juízo críticos e até da riqueza que juntou, muitas vezes com enorme sacrifício. Esta é a incoerência no desenvolvimento humano.

Haveria alguma coerência se na velhice as subtrações fossem ao nível físico (mais lentidão no caminhar, diminuição da força musculo esquelética, os órgãos funcionariam com menos velocidade) pelo desgaste ao longo dos anos, mas não ao nível cognitivo e do intelecto. Porque o as funções cerebrais superiores sofrem degeneração e entram em declínio , como no número cada vez maior de casos de demências, em especial do alzheimer?

Talvez no ínicio a humanidade estivesse programada para que a velhice fosse o apogeu da existência e não o seu declínio, mas o Homem em sua arrogância de achar que é um ser superior talvez possa ter alterado esse curso e o que era para ser o apogeu passou a ser o declínio para muitos.

Será que envelhecer significa ter poliartroses ou reumatismo, hipertensão arterial, diabetes, ficar cego, surdo, mudo, sem paladar, dificuldade na marcha, ficar demente, necessitar de ajuda para realizar suas atividades de vida diária, inclusive a higiene pessoal, falto de raciocínio e de memória, com perda do controle dos esfíncteres (urinando e evacuando sem sentir, sem controle) , viver se queixando, lamuriando e esperar a morte chegar?

Será que envelhecer é esse terror todo?Que tristeza ver um ser humano que foi um lutador, superou muitos obstáculos, dono de uma capacidade de raciocínio invejável, dotado de grande inteligência, generoso, na velhice transformar-se num ser dependente, com pouca audição e talvez daí o enfraquecimento do raciocínio e da memória e/ou perder o juízo por estar demente.
Qual será o segredo das pessoas que atingem > 100 anos bastando-se a si próprios, no seu perfeito juízo? será porque são idosos e não velhos, no primeiro são pessoas que atingiram um número de anos vividos, mas conservaram o espírito jovial, têm rugas deixadas pelo sorriso e alegria de viver, no segundo são pessoas que deixaram o espírito envelhecer, têm rugas de amarguras, lamúrias e queixumes acumulados na vida? Será porque mantiveram a agilidade física e mental, vivendo o presente e o dia a dia de acordo como ele se apresentava, sem contabilizar os anos ou pensar na velhice?
Talvez o Homem tenha o livre arbítrio de decidir como será a sua velhice, o apogeu ou o declínio, de acordo como encara e se prepara para ela:
1-Se acreditar que o espírito não envelhece, que as pessoas só envelhecem quando pensam que são velhas e conservar a jovialidade do seu espírito sem contabilizar os anos, vivendo o dia a dia, então a sua velhice será o apogeu da sua vida.
ou
2-Se for contabilizando os anos e aceitando como o destino de todo o velho é ter todas as doenças de A a Z e ficar demente, então a velhice será o declínio da sua vida, porque entregar-se-á às doenças aceitando que são próprias da velhice e que não restará mais nada do que esperar que a morte venha.
Olhe o retrato da mulher (que é uma ilusão de óptica) na imagem inicial e o que vê primeiro a jovem ou a velha? de acordo com o que vir primeiro assim estará tendo a percepção do seu espírito e pode perspectivar como será a sua velhice o apogeu ou o declínio da sua vida=> Não esqueça que é apenas uma brincadeira!!! :) (embora possa levar a refletir como realmente perspectiva a sua velhice e como sente o seu espírito jovial ou envelhecido?)




quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Crepúsculo da vida



Uma forma suave e natural de encarar aquilo que é inevitável, a única certeza que temos na vida, a morte.


Esta analogia justifica-se porque o crepúsculo é o fim de um dia, a passagem do dia para a noite. A morte é o fim da vida (pelo menos nesta dimensão terrena) e para muitos a passagem para a vida eterna.


Passamos pela vida sem pensarmos ou procurando evitar pensar que um dia ela cessará, talvez seja por isso que muitos, antes de partir ficam um tempo doente. isso explicaria a evolução das doenças em tempos diferentes, está certo que cada organismo é diferente, mas talvez não esteja relacionado com o organismo de cada um e sim ao tempo que precisa para se preparar para a passagem.


Por exemplo pessoas em que lhe são diagnosticados um câncer, uns levam anos, outro meses e alguns até semanas, até a chegada do crepúsculo da vida. Será que não é esse tempo que a pessoa precisa para se preparar? Esse preparo englobaria a resolução das coisas pendentes para poder partir em paz.


Nesse período será que as pessoas, mesmo que não lhe sejam revelados o diagnóstico de doença terminal, não se apercebem que a hora se aproxima e vão se preparando e despedindo desta vida? como por exemplo um abraço mais demorado na hora de se despedir para ir dormir como se estivesse se despedindo para sempre e depois chega um tempo em que elas fisicamente estão, mas mentalmente já não estão, mostram uma indiferença pela vida terrena, como se estivesse recolhida dentro de si, talvez seja o início do caminho, uma espécie de túnel, que conduzirá a passagem.


Se assim for será que ao cometer a eutanásia ou suicídio assistido para evitar o sofrimento, ou mesmo se induzir ao coma com analgésicos potentes para tirar a dor, mas que deprimem o centro respiratório, não estaremos interrompendo e tirando a chance do doente em questão se preparar para a sua passagem e com isso não estaremos impedindo de ter uma passagem tranquila, serena e em paz por ter chegado a hora e a "missão" ter terminado?


Continuando nesta linha de raciocínio, se a passagem não for em paz, será que não seria por isso que escutamos dizer "almas penadas" "assombrações", não será o espírito que se libertou do corpo mortal de forma tumultuada, sem ter tido consciência de que já não pertence a dimensão terrena, mas tendo consciência de que ficou algo pendente ou não concluíram a sua missão na terra .


Isso poderia ser a fonte que inspirou diversos autores a escrever roteiros cinematográficos envolvendo pessoas que já morreram e que permanecem na terra como se não tivessem morrido, como na série televisiva "entre vidas" onde as pessoas que morreram não concluíram a "sua missão" e por isso não seguiram em direção à luz e vivem "vagando entre mundos". Neste caso não seria essa a finalidade dos católicos de rezar ou mandar rezar missa pela alma dos que já partiram, ou seja para ajudar o espírito, que vagueia na escuridão, a encontrar o caminho da luz Divina?


Aqui põe-se outro questionamento: E os que morrem subitamente de forma natural ou por acidente, será que não precisavam de se preparar? e por isso partiram sem ter esse "tempo de espera", especificamente no 1º caso em que teriam a chamada "morte santa" um dia estão conversando tranquilamente e depois caem sem vida, serenamente ou então adormecem e nunca mais acordam. No segundo caso não ficariam "vagando" até encontrarem o rumo?


Outra questão se coloca: E porque tanto sofrimento que alguns padecem antes do desfecho final?


Os religiosos e os teólogos dizem que o sofrimento seria uma forma de purificação, de expiação dos pecados. Que seja assim, pois essa é a esperança que dá forças para suportar o sofrimento dando-lhe um sentido para a sua existência.

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Amor...ópio da vida!



O vício é um hábito gerlmente causador de danos e malefícios ao organismo, porém o amor romântico ou erótico pode se tornar num vício gostoso, até saudável, desde que não ultrapasse os limites da normalidade, assim como o chocolate, um jogo de voley, um hobby, enfim tudo que cause a sublime sensação de prazer.

A diferença entre o vício do amor e o vício das drogas ilícitas ( o verdadeiro e nefasto vício) em termos do prazer reside no fato de que naquele o prazer vem como recompensa após a dor da "doce agonia" que ocorre desde o desejo até ao clímax e no segundo a dor surge após o prazer.
O amor é o "ópio" da vida porque a vida sem o amor é vazia, sem brilho, sem prazer. Talvez os vícios nefastos provocados pelas drogas ilícitas, inclusive o ópio=suco, um líquido leitoso que escorre do botão da papoula (Papaver somniferum) e contém a morfina e a codeína, opiáceos naturais que são potentes analgésicos, porém depressores do sistema respiratório (a partir da morfina é produzida a heroína que no fígado é metabolizada transforma-se em morfina)(*), sejam introduzidos nas vidas daqueles que não têm amor e como tal buscam o prazer nessas drogas, que induzem ao prazer que escraviza (é preciso consumir para não entrar em síndrome de abstinência, só que doses cada vez mais elevadas para continuar obtendo o prazer, que é fugaz como o prazer obtido somente pela união dos corpos, sem a união dos espíritos, só que deixa um rastro de dor, sofrimento e destruição do proprio ser e desestruturação da família e da sociedade levando à criminalidade, a violência para poder consumir e ter o proclamado prazer.
O prazer é uma sensação oferecida pelo cérebro, originada através de substâncias "drogas" endógenas (endorfina, serotonina) que o próprio cérebro sintetiza e veicula entre as sinapses ou ligações de neurônios. As drogas ilícitas, tendo mecanismo de ação fisiológico potencializam a endorfina, mas destróiem o mecanismo da recompensa. Em consequência o organismo fica dependente dessas drogas, o mecanismo natural é interrompido, e fica subestimado. Situações que antes eram prazerosas, não são mais, a menos que o superestímulo das drogas ocorra. É por isto que muitas drogas como a heroína e cocaína, requerem do usuário doses cada vez maiores, para garantir maiores estímulos, e a morte por superdosagens ou overdoses acabam sendo o destino de muitos. A maconha confere mudanças de comportamento como letargia, desmotivação, queda no desempenho intelectual. (**)
Mecanismos de ação de algumas drogas ilícitas:
*A cocaína e o crack => Estimulam a produção de dopamina e impedem que seja reabsorvida permanecendo mais tempo nas sinapses oferecendo o estímulo do prazer.
* A heroína, o ópio e a morfina, assim como as anfetaminas, o speed e o ice=> simulam a dopamina, e se ligam aos receptores da endorfina nos neurônios, como são estimulantes, levam a um estado de euforia.
*O Ecstasy=> simulam a serotonina para obter o prazer
*A maconha => manipula a Dopamina e a Serotonina nos neurônios, gerando um efeito sedativo, relaxante e desinibidor.
Talvez se os seres humanos, em especial os jovens cultivassem o amor ao invés de maconha, heroína ou outra droga ilícita ou de uso abusivo e se empenhassem em aprender os mecanismos geradores de prazer, que estão dentro de nós mesmos, ao invés de procurá-lo desenfreadamente fora deles mesmos, talvez tivéssemos um mundo livre da violência urbana que gera medo insegurança e até mesmo terror que vai roubando a serenidade, a beleza e o prazer de viver para muitos em alguns lugares, onde sai de casa sem saber se volta ou se recebe uma bala perdida ou se é assaltado e morto com projétil de arma de fogo ou por uma arma branca.
O Amor, o "ópio" da vida, é um potente estimulante do sistema nervoso que origina a produção de um coquetel de substâncias que vão gerar no organismo, como recompensa, a sublime sensação de prazer, por isso torna-se viciante e causa dependência, porém sem causar malefícios ao próprio organismo e à sociedade. É um vício tão gostoso, principalmente saudável, porque faz com que todo o organismo funcione na perfeição e está sempre despertando novas sensações prazerosas a cada momento. Justamente este ponto que marca a diferença entre o prazer do amor, um mecanismo intrínseco, natural de recompensa cuja a sensação final é o êxtase, a liberdade, a luz e o prazer das drogas ilícitas, mecanismo artificial que compete e bloqueia o mecanismo natural gerando como sensação final o sofrimento, a dor, escravidão e as trevas.



(*)oficina.cienciaviva.pt/.../imagens/heroina2.jpg e aed.one2one.com.br/.../drogas_opiaceos_1.jpg
(**) IVAIR AUGUS

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

O Lindo Amor acalma as águas do mar revolto

Na vida por vezes o mar torna-se revolto com águas turbulentas, onde somos arrastados pela correnteza de emoções fortemente negativas geradas pelas injustiças, mágoas, culpas, ressentimentos, decepções, frustrações que vão surgindo no dia a dia, rompendo com o equilíbrio, por vezes, frágil e vulnerável do nosso interior e da nossa existência.


O Lindo Amor é tão maravilhoso e poderoso, quando surge, imediatamente as águas turbulentas do mar revolto de antes, tornam -se calmas, serenas, o equilíbrio interior outrora frágil e vulnerável, agora é restabelecido.


O Lindo Amor inúmeras vezes devolve a energia que foi subtraída pelas águas turbulentas do mar da vida, fazendo com que a vida se renove com mais vida.


O Lindo Amor estimula a capacidade criativa, a capacidade de sonhar e criar fantasias, que vão fortalecendo o espírito até torná-lo livre.
O Lindo Amor encerra uma energia maravilhosa que se sente mesmo através da distância. Ele tem um brilho radiante, mágico, que faz com que tudo a sua volta brilhe intensamente, porém quando se afasta leva consigo toda a magia, todo o encanto e todo esse brilho, deixando a realidade ressurgir exatamente como sempre foi, mas que estava ofuscada por sua beleza e fascínio, retraída pelo poder mágico que havia se instalado com a presença do Lindo Amor.


segunda-feira, 13 de outubro de 2008

O Lindo Amor abre a porta da fantasia!


O Lindo Amor é tão maravilhoso, transmite uma energia tão gostosa que abre a porta do reino da fantasia e do sonho promovendo emoções e sensações indescritíveis todas as vezes que desponta no horizonte.
Cada vez que surge, as nuvens escuras, densas, carregadas de sombras dissipam-se. O sol brilha radiante no horizonte. Todas as preocupações, as tristezas, os problemas desaparecem, só há lugar para a felicidade, beleza, perfeição e sensações maravilhosas para as quais não existem palavras para as descrever.
A vida torna-se radiante, bela, quando o Lindo Amor com o seu fascínio entra...porém torna-se sem graça e sem brilho quando ele está ausente.
Quão poderoso ele é que ultrapassa a barreira da distância, do tempo, das tribulações e preocupações, cansaço e stress do dia a dia e num piscar de olhos, como num passe de mágica, tudo transforma criando um novo mundo, estabelecendo uma mágica sintonia e um estado de êxtase, que ultrapassa os limites da razão, da lógica e da objetividade.
Tim-Tim! Um brinde a esse maravilhoso, encantador, criativo, poderoso, surpreendente e fascinante Lindo Amor! Que dá mais vida a própria vida, deixando um rastro de luz, beleza e felicidade por onde passa.