
As palavras têm muita força e muito poder mas o curioso e intrigante é que nem sempre é assim...depende do grau de segurança, confiança e convicção com que são transmitidas.
Uma palavra pode ...
...ser alívio de um sofrimento;
...ser companhia num momento de solidão;
...ser consolo e conforto numa fatalidade;
...ser um alento e um alívio perante uma preocupação
...restabelecer a paz;
...servir de estímulo num momento de dificuldade;
...apagar o sorriso;
...secar a lágrima que rola pelo rosto;
...manifestar um carinho, uma emoção;
...iniciar um sonho;
..dar início a um romance;
...levar ao paraíso;
...salvar uma vida;
...ser esclarecedora e reveladora ;
... ser a condenação ou absolvição de alguém;
...destruir a vida de alguém;
...desencadear a guerra;
...levar ao rompimento de uma relação;
...empurrar alguém para um abismo;
...gerar uma tragédia;
...originar conflitos pessoais, familiares e sociais;
...semear a discórdia e fomentar uma discussão;
...impedir que uma meta seja alcançada. Neste caso , existe um exemplo, ou melhor uma estória, que ilustra bem como uma palavra pode impedir de se alcançar uma meta: Havia uma corrida de sapos onde o objectivo era ver qual o sapo que conseguia chegar ao topo de uma montanha, a multidão de fora gritava: "é impossível um sapo conseguir isso", um a um os sapos foram desistindo, ficando apenas 1 sapo que conseguiu chegar ao topo. Todos curiosos foram ver qual era a fórmula que o sapo utilizou para alcançar tal feito, quando descobriram que o sapo era surdo, portanto não ouviu que era impossível um sapo realizar tal feito". Aqui não são preciso mais palavras em relação ao que se ouve, ou melhor cabe aqui uma frase pronunciada muitas vezes pelo meu pai, que ouviu muitas vezes da mãe dele: "palavras loucas, orelhas moucas".
Uma palavra, mesmo que apenas mentalizada, é poderosa. Um exemplo, num jogo de volley quando o adversário vai "sacar"/ "servir", mentaliza-se que ele vai falhar e ele acaba falhando, às vezes chegamos mesmo a dizer "vai falhar" e ele falha. Assim como aceitamos um desafio e dizemos "vai perder" e estamos tão convictos que até acrescentamos: "vale uma aposta?" e no fim ganhamos mesmo e o outro perdeu. Isso depende da convicção que temos dentro de nós. Contudo, nem sempre isso acontece, talvez justamente porque dentro de nós acabamos por duvidar e abalar nossa convicção, como na passagem da Bíblia, onde Pedro caminha sobre as águas, quando Jesus o chama "vem", porém duvida e começa a afundar-se nas águas.
As palavras são poderosas e têm força para ser construtora ou devastadora dependendo as circunstâncias e de quem as pronuncia, ou a forma como são ditas e percebidas.





