Seja Bem Vindo!


Sua visita me deixou muito feliz...

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Amor & Emoção x Razão


quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Esquecimento ... um mecanismo psicológico de defesa

O ser humano possui mecanismos de defesa para poder superar situações de angústia, estes, são :
Ações subconscientes ou inconscientes que são ativadas quando algum tipo de manifestação é tido como ameaça para o ego. São utilizados como fuga da realidade quando o indivíduo está frente a angústias.(http://www.brasilescola.com/psicologia/mecanismos-defesa.htm)
Os mecanismos de defesa podem ser considerados as ações que têm por finalidade, reduzir qualquer manifestação que possa colocar em perigo a integridade do indivíduo, ou seja, o Ego procura se proteger de situações ameaçadoras.http://www.tiosam.net/enciclopedia/index.asp?q=Mecanismos_de_defesa
Os mecanismos de defesa bem estudados são: Sublimação; Repressão; Racionalização; Projeção; Deslocamento; Identificação; Regressão; Isolamento; Formação Reativa; Substituição; Fantasia; Compensação; Expiação;Negação;Introjeção.http://fundamentosfreud.vilabol.uol.com.br/mecanismosdedefesa.html

O esquecimento, ou melhor o não lembrar de determinados fatos ou situações, também pode ser um mecanismo de defesa, em especial quando a vida ou a morte, nos afasta do nosso ente querido... primeiramente sofremos com a ausência, depois com a saudade e quando esta se torna sufocante e angustiante, para nossa perplexidade, deixamos de lembrar das cenas que envolviam esse ente querido, passamos a viver como se ele não tivesse se afastado ou então como se não fizesse parte da nossa vida e sim parte de um sonho ou de uma fantasia, de um mundo paralelo, acabamos por nos deixar envolver pela nossa realidade, porque independente da nossa vontade ou do nosso querer, a vida continua e segue o seu rumo.

Essa cisão da realidade em duas não é permanente, pelo contrário é muito inconstante, faz com que haja uma flutuação no sentir, ora estamos em equilíbrio, sufocamos a angústia, ora desmoronamos, sufocados pela angústia que ressurge na crista da onda de uma lembrança, como um castelo de cartas que recebe uma lufada de vento.
É curioso, intrigante e desconcertante, quando no meio do lufa-lufa do dia-a-dia, por segundos paramos e pensamos que estivemos vivendo, como se não tivéssemos sofrido a dor da separação, da perda, da saudade, da culpa, que eventualmente carregamos, que pensamos existir e, às vezes, não passa de uma deturpação da nossa própria mente. Nesse momento nos sentimos culpados como se nos tivéssemos tornado insensíveis a ponto de excluir da nossa mente as lembranças do ente querido que se foi, como se o nosso sentimento por ele tenha deixado de existir ou pior acabamos por achar que para agir assim é porque nunca tenha existido, originando uma nova sensação angustiante, porém a nossa mente vem em nosso auxílio, desviando o nosso pensamento focando a nossa atenção em algo diferente, cortando a nossa percepção dessa situação e aí nos envolvemos novamente na nossa realidade e tudo parece voltar ao normal, ao equilíbrio.
Outro acontecimento, embora não haja estudos a comprovar, que possa ser um mecanismo de defesa lançado pelo organismo é a perda da consciência após uma situação traumatizante e até o estado de coma em determinadas situações, neste caso é como se o organismo fizesse uma "retirada estratégica" ganhando tempo para lançar mão das vias alternativas e dos "sobressalentes" para se recompor e poder combater o trauma ou agressão a que foi submetido.
Contudo, quando falham os mecanismo de defesa ou de estabilização, quer por ausência ou por exagero dos mesmos, a angústia pode acabar por se transformar em neurose ou noutro distúrbio mental.

domingo, 25 de janeiro de 2009

Ser humano esse complexo, contraditório, desconhecido ser da natureza!



O ser humano é complexo, desconhecido, porém fascinante, como o é a natureza!
A complexidade começa na sua própria constituição: Matéria orgânica (corpo+ mente) e material etéreo (espírito); Passa pela constituição estrutural (sua anatomia, um conjunto de estruturas formadas a partir de sua unidade básica a célula que se reúne formando os tecidos, que se agrupam e formam os órgãos, que por sua vez se organizam formando os aparelhos e sistemas: nervoso, endócrino, circulatório, respiratório, imunitário, digestivo, urinário e reprodutor) e funcional (sua fisiologia, um complexo mecanismo de reações químicas, interligadas e interrelacionadas sob o comando do sistema nervoso e endócrino, que lançam seus produtos no sistema de canais e canalículos, os vasos sanguíneos, que os levam a todo o organismo, como se fosse uma montagem em série de uma fábrica ou indústria.
Apesar de todo o avanço tecnológico e científico, o ser humano ainda continua sendo um desconhecido em si mesmo, se assim não fosse não existiriam uma infinidade de doenças, umas raras, como a distrofia muscular e outras doenças genéticas , outras mais vulgares, como a gripe (provocada por um vírus), sendo raras ou vulgares, não apresentam um padrão uniforme de manifestações, porque vai depender do estado nutricional, constitucional, imunitário, psíquico de cada indivíduo para responder a agressão quer do próprio interior, como do exterior, da intensidade da agressão sofrida e do tempo a que ficou submetido à agressão. Exemplificando, quando sofre uma agressão, principalmente de um microrganismo, o organismo envia seus "soldados", os glóbulos brancos, para combater o agressor, mas para isso acontecer é necessário que os "vigilantes" sinalizem para o sistema nervoso e deste para o sistema endócrino, imunitário, hematopoietico e depois surgir a ordem de "atacar", numa cascata de reações químicas. Conforme o agressor assim é ativada uma determinada cascata de reações. São várias as cascatas que ocorrem no organismo, existem as principais vias e as vias alternativas ou sobressalentes.
Por isso que se diz, com muita razão, que "cada caso é um caso", porque cada ser humano é único. Cada gravidez, para uma mesma mulher, é sempre única, embora siga um padrão comum: fecundação (fusão dos gâmetas masculino e feminino, formando o ovo)-nidação (ovo se fixa no útero)-aumento do útero-desenvolvimento embrionário-desenvolvimento fetal-parto-involução uterina;
Tudo isso mostra como o ser humano é fascinante em termos de estrutura, de função, desse equilíbrio corpo e mente (mens sana in corporeo sano), dessa "teia" de reações químicas interligadas que decorrem da interação com o meio ambiente e com o próprio meio interno, essa homeostasia.
Contudo em termos sociais ou do seu comportamento em sociedade, ou nas relações sociais, esse fascínio se desvanesce porque o que prevalece é o oposto da sua essência, ou seja o seu lado escuro ou das trevas, representado pela mentira, falsidade, inveja, cinismo, hipocrisia, intriga, ofensa. injúria, calúnia, falta de respeito pelo semelhante e por toda a natureza, traição, infidelidade, desonestidade, corrupção, luta desenfreada pelo poder não importando que métodos são utilizados, afastando-se assim, cada vez mais, da sua natureza divina, repleta de luz e de amor, em consequência, afastando-se daquilo que todos almejam, a felicidade, que nada mais é do que o amor em toda a sua plenitude e magnitude.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Prazer uma expressão psícossomática de bem-estar

O prazer, particularmente falando, é uma expressão psicossomática de bem estar.
Para Aristóteles, na chamada Magna moralia (*) prazer é "um certo movimento da alma e um regresso total e sensível ao estado natural" Aristótesles (1998). Retórica. (Tradução e notas de Manuel Júnior, Paulo Alberto e Abel Pena). Lisboa: INCM, 1370 a, p. 83
"Os gregos usavam a palavra hedone, para dizer prazer e hedesthai, para tirar prazer O prazer é, também, um bem. Se o não fosse, como é que todos os seres vivos, e não apenas os seres humanos, o desejam? As coisas agradáveis e belas são necessariamente boas, pois as agradáveis produzem prazer, e as belas são agradáveis. Além disso, quando os prazeres provêm de fontes vis, não podem ser procurados pela pessoa virtuosa. É o caso da riqueza, que é um bem desejável, mas que o deixa de ser se resulta de uma traição. Decorre de tudo isto que "o prazer não é o bem, que nem todo o prazer merece ser escolhido, que alguns prazeres são intrinsecamente dignos de escolha, diferindo em espécie ou nas sua fontes dos que o não são" Aristóteles (1985). Nichomachean Etichs. (Introdução, tradução e notas de Terence Irwin). Indianapolis: Hackett, 1174 a 10, p. 273 .

O Ser humano desde os primórdios centra a sua existência na obtenção do prazer, sob as mais diversas formas, maneiras e aspectos; Isolado, a dois, ou em grupo.
O prazer isolado, geralmente é somático (soma= corpo), utiliza os 5 sentidos, um de cada vez ou todos em conjunto. Através da degustação de uma comida ou bebida, apreciação da beleza existente na natureza e nos seus entes, da fragrância de um perfume ou aroma, do desenvolvimento de um hobbie, da pratica de um desporto, da leitura de um livro, da audição de um som ou ainda na estimulação das zonas erógenas do seu próprio corpo. Contudo, o prazer isolado, pode ser Psicossomático, utiliza a força da mente (uma lembrança, uma visualização, uma fantasia) que reproduz no soma sensações semelhantes àquelas desencadeadas pelo estímulo dos 5 sentidos.
O prazer a dois, da mesma forma que o isolado, pode ser apenas somático, porém fugaz, logo "varrido", esquecido, porque só o corpo ficou impregnado dele, ou pode ser psicossomático (quando é expressão de um sentimento profundo, o amor), duradouro, divino, um autêntico "manjar dos deuses", que permanece para sempre armazenado na mente, impregnado no espírito de tal forma que, pode desencadear o prazer isolado, quando não estão juntos, num momento de grande saudade ou simplesmente numa pequena lembrança, como por exemplo, uma fragrância que surge de repente vindo do nada, mas que está de algum modo associado ou em relação com o outro e com os momentos de prazer a dois que tiveram juntos, desencadeando assim, as mesmas sensações maravilhosas outrora sentidas.

O prazer em grupo (orgias, bacanais, swing, etc..) basicamente é somático, acaba sendo a perversão dos sentidos ou valores morais e pode desencadear, após o prazer, o seu oposto, o sofrimento ou ter repercussões física, moral, espiritual, social e/ou psíquicas reversíveis, mas em alguns casos irreversíveis, como numa overdose.

Em sites, visitados por acaso (um deles referenciado, o outro não, por não ter ficado gravado), de onde transcreve-se, a título ilustrativo, o prazer descrito de forma dicotômica ou dualista, sendo corroborado pela psicologia como legítimos ou ilegítimos:
"Aristóteles identifica diferentes espécies de prazer. Quanto mais prazer temos com uma actividade, mais aumenta a nossa vontade de continuar a actividade. Cada prazer aumenta a actividade que lhe está associado. E pode, inclusivamente, torná-la mais longa, exacta e melhor. É o caso do músico que tira prazer a fazer música e que, quanto mais prazer tem na actividade, melhor músico se torna. O mesmo poderíamos dizer do romancista, do poeta, do filósofo ou do matemático. Mas o prazer não é o bem em si mesmo. Só é o bem quando é consequente com uma actividade boa. O prazer é muito importante na educação ética porque ele pode enganar-nos acerca do bem e destruir a nossa concepção do bem. Mesmo quando possuímos uma concepção correcta do bem, o apetite pelos prazeres pode conduzir-nos à incontinência e é, por isso, que a educação ética requer a competência para deliberar e decidir sobre os prazeres e as dores correctas. Desde que usufruídos com moderação, os prazeres são necessários à virtude e, embora não sejam o supremo bem, são necessários para que o homem possa alcançar o bem supremo: a felicidade Aristóteles (1995). Les Grands Livres D`Éthique (Magna Moralia). Évreux: Arléa, 1206 a.
"Pode-se falar de prazer negativo e de prazer positivo. Prazer negativo é todo aquele gerado por situações alheias ao ser, vindas de fora, contingentes, aderentes, consequentemente alienantes. O prazer, neste contexto, é sinonimo de hábito, de vício, de repetição, de fixação, de perda da liberdade, de alívio desde que totalmente endereçado para aplacar necessidades e desejos. Prazeres positivos seriam os subjetivos, os da inteligência, os do espírito. Esses dualismos valorativos estão presentes também na visão de Sto. Agostinho, quando em uma tentativa de trazer para a Idade Média os ideais platônicos, diz que só existe prazer na virtude, separando assim os prazeres pecaminosos (da carne) dos virtuosos (do espírito). Deus é o que se encontra depois de enveredar pelo caminho da virtude. Auto-controle, sacrifício são os luzeiros orientadores deste caminho. A humanidade está crivada: pecadores e virtuosos. Evidências e dogmas. Mais tarde, a psicologia veio em socorro deste homem cravejado. Prazer é prazer, é bom. Entretanto o bom não basta, será que é sinônimo do que não é ruim? Será que é uma repetição habitual de mecanismos despersonalizadores ou é a realização legítima de desejos e encontros? Socorro questionador pois que ao admitir o prazer buscava integrar a personalidade. Com a psicologia aparece uma nova divisão: prazeres legítimos e prazeres ilegítimos. O prazer da droga, do vício são ilegítimos, negativos, existem, mas devem ser abolidos, transformados. Da banalidade à complexidade surge também a legitimidade do prazer. Descobre-se que o prazer poderia provir de doenças, começou-se a estudar sua patologia. Fenomenologicamente, pensamos que prazer é o que resulta do encontro, é a faísca, luz e calor. Sempre que isso ocorre, há prazer, é bom, é simples, é legítimo. O difícil é exatamente existir o encontro. Via de regra, artefatos e instrumentos, aderências e construções é que levam ao encontro, transformando-o em um encaixe de peças de quebra-cabeça. Disponibilidade e aceitação estruturam autonomia, possibilidade de relacionamento. É aí, neste horizonte de possibilidades que nasce o prazer criador de infinito, atemporal, mágico e eterno, merecedor de mitos. Não é por acaso que sempre o prazer vem acompanhado do amor, de Eros. Só no contexto de disponibilidade e autonomia é que se evita a repetição, o hábito e a escravização muitas vezes confundidos com prazer". - (desconheço a autoria)
(*) pertencente ao chamado Corpus aristotelicum (conjunto de escritos deixados por Aristóteles
o magna moralia está inserido nos textos metafísicos)

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Ainda a fascinante mente humana

A troca de ideias é muito enriquecedora porque cada ponto de vista gera uma nova reflexão e um aprofundar do próprio conhecimento, que gera novos questionamentos e novas tentativas de respostas.
Numa dessas trocas, a cerca de um comentário feito pelo Carlos sobre a mente, isto é, sobre as pessoas não se aperceberem do poder infinito da mente sobre o próprio corpo, surgiram 3 situações possíveis:
1-Algumas pessoas, não só tem consciência do poder da mente, como usam e usufruem desse poder.

2- Já muitas outras têm essa percepção mas não utilizam tal poder.
3- Outras ainda utilizam esse poder de forma instintiva, sem terem a consciência disso
No 1º caso talvez essas pessoas tenham se "debruçado" sobre a mente e foram investigando, experimentando com base na tentativa de erro e acerto e assim criando postulados para si próprios, ou seja foram suas próprias "cobaias" como se fosse um aventureiro, destemido que "embrenha na mata virgem" da mente, enfrentando todos os perigos e armadilhas que possam encontrar pela frente. Dentro deste contexto surge dois nomes de autores consagrados, ambos médicos especialistas em Psiquiatria: Brian Weiss que foca a regressão à vida passada, como no livro "Muitas vidas muitos mestres" ou "só o amor é real"; E Augusto Cury, voltado para a inteligência como no livro "os códigos da inteligência" ou influência da mente na vida, no próprio corpo, uma visão diferente da psiquiatria como no livro "Saga de um Pensador", livro este que deveria ser lido por todo o aluno de medicina, assim que entra para a faculdade.

No 2º caso as pessoas não apliquem por medo de não saber controlar esse poder e por isso vão cautelosamente "seguindo as pegadas" dos desbravadores destemidos. Vão avançando lentamente, talvez nunca cheguem a utilizar esse poder e muito menos usufruir dele., porque a vida gira numa velocidade estonteante, mas é breve, chegando mesmo a ser fugaz ou efémera para alguns e não espera por aqueles pouco destemidos.

No 3º caso, talvez mais perigoso, porque a pessoa não tem noção do próprio poder e se for aliado à falta de valores ou princípios éticos e morais, poderá ser uma ameaça a si própria e ao universo que a rodeia. O primeiro caso também pode ser perigoso para terceiros, se os destemidos não forem imbuídos de valores éticos, morais, se não forem do bem.

Seria um mundo perfeito se todos fossem do bem e estivessem enquadrados no 1º caso, porque o impossível deixaria de existir; O conhecimento teria como limite o infinito; A Humanidade teria um futuro brilhante.

domingo, 18 de janeiro de 2009

Mente humana...uma enigmática fonte de poder!

A mente humana é uma enigmática, porém, ilimitada fonte de poder. Alguns estudiosos da mente afirmam que através da mente consegue-se curar uma doença física, mediante algumas técnicas, uma delas é a chamada visualização, isto é, criar na sua mente uma imagem onde visualiza a parte do corpo que está doente como se esta estivesse saudável, concentra-se nessa imagem de forma repetida e o corpo trabalhará para alcançar ou reproduzir a imagem criada. Um exemplo disso, embora de forma contrária, encontra-se na medicina, na chamada dor "fantasma", onde a pessoa que sofre mutilação de m membro, refere dor no membro que já não existe, porque a mente dessa pessoa manteve a imagem de antes da mutilação. Outra técnica dentro da visualização é imaginar uma luz curadora que vem do Universo entra através do chackra coroa (no ponto mais elevado da cabeça) e dirigindo-se para o local afetado promovendo a sua recuperação.

A técnica de visualização também é um componente da técnica de hipnose (indução da alteração do estado de consciência através de um profundo relaxamento) uma técnica usada terapeuticamente em algumas doenças psicossomáticas, como as fobias, alguns tipos de depressão, de neuroses, tics nervosos,entre outras situações.


A mente embora enigmática, um autêntico labirinto cheio de armadilhas, artimanhas, é fascinante, exatamente como o amor/amizade o é, porque, dependendo dos pensamentos, princípios e valores ou da relação que a pessoa tenha com ela, pode:

*...Transformar a realidade adversa numa fantasia maravilhosa ou uma fantasia numa linda realidade;

*...Tanto abrir a porta que conduz ao paraíso/céu como a a porta para o inferno, sem que se tenha atingido o crepúsculo da vida, dentro de nós, dependendo se caímos ou não nas armadilhas colocadas em cada momento;

* ...Tanto ser fonte de inspiração, motivação, quanto ser fonte de desalento e desânimo:

* ...Tanto levar a vencer obstáculos como ser ela mesma a colocar obstáculos onde na realidade não existem; As pessoas confrontadas com decisões difíceis de serem tomadas diante de uma situação de risco, têm a serenidade, o "sangue frio" necessário para agir de acordo como a situação exigir, como no caso da aterrizagem forçada de um "air bus" num lago, recentemente divulgada pela comunicação social, onde o piloto que teve orientações para se dirigir a dois aeroportos pela torre de comando, com serenidade, perícia, rapidez optou por outra hipótese, a qual evitou não só a morte dos passageiros e tripulação, como de outras pessoas residentes próximas dos aeroportos sugeridos. Com toda a certeza utilizou o poder da sua mente para ultrapassar esse grande e catastrófico obstáculo.

(Abro um parênteses para parabenizar esse piloto que soube tomar a decisão correta num momento de grande tensão onde centenas de vidas estavam em suas mãos e as hipóteses eram desfavoráveis e usar toda a sua perícia profissional para evitar uma catástrofe).

*...Tanto ser libertadora como castradora/frenadora;

*... Mostrar a realidade da forma como ela se apresenta ou pode esconder a realidade de nós próprios, criando uma ilusão que não corresponde à realidade. É o que acontece por exemplo na anorexia nervosa, a pessoa sente-se gorda e vê-se no espelho como tal, mas na verdade, objectivamente ela está magra. Um outro exemplo é quando a nossa aparência no momento não nos agrada (achamos que somos feios, ou gordos, etc...) e passado algum tempo vemos uma foto desse momento e concluímos que estávamos enganados, a final até éramos bonitos ou magros, etc...);

*... Conduzir ao sucesso ou ao fracasso;

*... Alargar nossos horizontes, como nos tornar limitados:

Tudo isto e mais o que aqui não foi descrito mostram como a nossa mente é fascinante , embora enigmaticamente poderosa e perigosa.


quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Amizade...uma força que derruba barreiras!



A amizade gera dentro de nós uma força invisível que nos ajuda a derrubar as barreiras, transpor os obstáculos, ultrapassar nossos limites.

Força que transcende a nossa razão, escapa a nossa compreensão, amplia nossos horizontes, nos fortalece, nos torna confiantes para enfrentar seja o que for que vier ao nosso encontro.

Por vezes a rotina do dia-a-dia afasta e chega mesmo a excluir ou colocar de lado a amizade, uns estão tão envolvidos nessa roda viva que até nem se apercebem desse afastamento, como se não fosse importante em suas vidas, outros sofrem quando a amizade se torna distante, justamente por saberem da importância que ela tem em suas vidas, mas procuram não "desmoronar" ou dar a perceber para não aprisioná-la, pois a amizade, assim como o amor só pode existir verdadeiramente se houver a liberdade de ir e vir sem nenhum tipo de "amarras"ou cobranças.

Algumas vezes estamos tão absorvidos com o trabalho, com as preocupações e com os problemas, que nem "ouvimos" o nosso coração clamando pela amizade, ou justamente nos embrenhamos nessa roda viva para suportar a saudade de não termos a amizade por perto, porém, ante a sua proximidade, nem que seja através de uma mensagem, sentimos, sem que disso nos apercebêssemos, o quanto o nosso ser estava carente antes e o quanto ficou regozijado depois, tal como se estivéssemos num deserto escaldante e sentíssemos a brisa fresca e suave proveniente de um oásis.

Assim é a amizade: Uma força poderosa para derrubar as barreiras e um oásis que nos permite abrandar o ritmo alucinado da rotina do dia-a-dia da nossa vida.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Homem & Mulher...dois mundos complementares!



A natureza é sábia , tudo se encaixa de forma perfeita obedecendo a vários princípios, um deles o da complementaridade, o exemplo maior é a existência de 2 organismos de géneros diferentes, feminino e masculino, mas semelhantes em termos funcionais, todos os aparelhos e sistemas funcionam de forma similar, excepto, é aí que marca a diferença, o aparelho reprodutor, totalmente diferente, porém concebido de tal forma que um completa o outro, um é a chave o outro a fechadura, um é o cabo o outro a vassoura, um é o botão o outro a casa, daí o símbolo Yin e Yang.
Contudo como então surgiu o homossexual?
*Porque o amor é cego alguns responderão, já que os espíritos não possuem sexo e essas pessoas amam o espírito do outro.
*Porque há uma busca desenfreada pelo prazer e algumas pessoas se decepcionaram com o sexo oposto e vão buscar o prazer nos do mesmo sexo, responderão outros;
*Porque alguns não se sentem bem no corpo que têm, gostariam de ser do sexo oposto e como tal comportam-se como se o fossem, daí envolverem-se com os do mesmo sexo, responderão alguns;
*Como uma aberração da natureza, responderão uns poucos;
*Como um distúrbio da personalidade, afirmarão outros;
*Como uma doença afirmarão alguns.

As pessoas têm liberdade de fazer suas opções, contudo, parece que o homossexualismo é contra natura, o homem e a mulher, são 2 mundos incompletos, que se unem, se complementam e completam para formar um universo, a família, que poderá gerar ou não outros mundos, os filhos. Já com o homossexualismo isso não é possível. Porém, alguns discordarão dizendo que podem adotar uma criança, mas que referências esta criança terá, quem é o pai (a figura masculina)? e quem é a mãe ( a figura feminina)?
Não é por mero acaso que Vítor Hugo tão bem sintetizou a diferença complementar entre o homem e a mulher:

"O Homem é a mais elevada das criaturas...A Mulher é o mais sublime dos ideais...
Deus fez para o Homem um trono, para a Mulher um altar....O trono exalta, o altar santifica...
O Homem é o cérebro, a Mulher, o coração...O cérebro produz a luz, o coração, amor...A luz fecunda, o amor ressuscita...
O Homem é o gênio, a Mulher é o anjo...O gênio é imensurável, o anjo indefinível...
A aspiração do Homem é suprema glória, a aspiração da Mulher, a virtude suprema...
A glória traduz grandeza, a virtude traduz divindade...O Homem tem a supremacia, a Mulher, a preferência...
A supremacia representa a força, a preferência representa o direito...O Homem é forte pela razão, a mulher é invencível pela lágrima...
A razão convence, a lágrima comove...O Homem é capaz de todos os heroísmos, a Mulher, de todos os martírios...
O heroísmo enobrece, o martírio sublima...O Homem é o código, a Mulher, o evangelho...O código corrige, o evangelho aperfeiçoa!...
O Homem é o templo, a Mulher, um sacrário...Ante o templo, nós descobrimos, ante o sacrário, ajoelhamo-nos...
O Homem pensa, a Mulher sonha...Pensar é ter cérebro; sonhar, é ter na frente uma auréola...
O Homem é um oceano, a mulher, um lago...O oceano tem a pérola que o embeleza, o lago tem a poesia que o deslumbra...
O Homem é a águia que voa, a Mulher, o rouxinol que canta...Voar é dominar o espaço, cantar é conquistar a alma...
O Homem tem um farol, a experiência, a Mulher tem uma estrela, a esperança...O farol guia, a esperança salva..." ( Vítor Hugo)