Pensar todos os seres humanos pensam, porém existem Homens que desenvolvem e aprimoram mais o pensamento a cerca do mundo que os rodeia, tornando-o mais elaborado, com maior consistência, tentando transformá-los em termos concretos, lógicos e organizados, estes são chamados pensadores.Amor & Emoção x Razão
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Pensador...um observador ou simplesmente um teórico distanciado da realidade
Pensar todos os seres humanos pensam, porém existem Homens que desenvolvem e aprimoram mais o pensamento a cerca do mundo que os rodeia, tornando-o mais elaborado, com maior consistência, tentando transformá-los em termos concretos, lógicos e organizados, estes são chamados pensadores.domingo, 15 de fevereiro de 2009
Coma...Matar, deixar morrer ou esperar pelo crepúsculo?
Uma notícia recente: "Vítima de acidente em 1992, Eluana Englaro morreu em clínica em Udine, suícidio assistido", provoca polêmica sobre a Eutanásia na Itália e no mundo todo.Os cientistas acreditam que a consciência depende da constante transmissão de sinais químicos do tronco cerebral e tálamo para o cérebro. Estas áreas estão conectadas por caminhos neurais chamados Substância Reticular Ativada. Qualquer interrupção nestas mensagens pode colocar a pessoa em um estado alterado de consciência.
Tipos de coma
*Neurológico – Pode decorrer de patologias como: AVC, TCE, tumores cerebrais, etc.·
*Metabólico – Pode ser denominado de acordo com a patologia causadora ex: coma diabético, coma hepático, coma urêmico.
Classificação de coma:
*Grau I ou Vigil – O paciente mantém resposta à dor, reflexos e sinais vitais presentes;
*Grau II ou Leve – A resposta à dor está ausente, no entanto, os reflexos e sinais vitais estão presentes;
*Grau III ou Profundo - A resposta à dor e os reflexos estão ausentes, sinais vitais presentes;. *Grau IV ou Depassé – A resposta à dor, os reflexos e os sinais vitais estão ausentes.
O estado vegetativo é um tipo de coma em que o paciente está acordado mas não reage aos estímulos. Geralmente, quem se encontra neste estado são pessoas que estavam em coma e depois de alguns dias ou semanas saem do coma e permanecem num estado inconsciente no qual seus olhos ficam abertos, dando a impressão de que estão acordados. Pacientes assim podem ter comportamentos que levam os membros da família a acreditarem que estão ficando acordados e comunicativos. Estes comportamentos podem incluir resmungos, bocejos e movimentos da cabeça e membros. Entretanto, eles não respondem a qualquer estímulo interno ou externo e as evidências de danos cerebrais extensivos ainda persistem. A evolução dos pacientes nos quais um estado vegetativo dura um mês ou mais é geralmente pequena, e os médicos usam o termo estado vegetativo persistente.
A amiga de Ramón Sampedro foi incriminada pela polícia como sendo a responsável pelo homicídio. Um movimento internacional de pessoas enviou cartas "confessando o mesmo crime". A justiça, alegando impossibilidade de levantar todas as evidências, acabou por arquivar o processo.
2- Não voluntária » quando a pessoa a quem se retira a vida não pode escolher entre a vida e a morte para si ― porque é, por exemplo, um recém-nascido irremediavelmente doente ou incapacitado, ou porque a doença ou um acidente tornaram incapaz uma pessoa anteriormente capaz, sem que essa pessoa tenha previamente indicado se sob certas circunstâncias quereria ou não praticar a eutanásia.3- Involuntária quando é realizada numa pessoa que poderia ter consentido ou recusado a sua própria morte, mas não o fez ― seja porque não lhe perguntaram, seja porque lhe perguntaram mas não deu consentimento, querendo continuar a viver. Embora os casos claros de eutanásia involuntária possam ser relativamente raros, houve quem defendesse que algumas práticas médicas largamente aceites (como as de administrar doses cada vez maiores de medicamentos contra a dor que eventualmente causarão a morte do doente, ou a suspensão não consentida ― para retirar a vida ― do tratamento) equivalem a eutanásia involuntária.
Tecnologias poderosas permitem aos médicos manter a vida de muitos pacientes que, apenas há uma década ou duas atrás, teriam morrido porque os meios para impedir a morte não existiam. Devido a isto, coloca-se ainda com mais urgência uma velha questão: devem os médicos fazer sempre tudo o que é possível para tentar salvar a vida de um doente? Devem eles fazer esforços "heróicos" para acrescentar mais umas quantas semanas, dias, ou horas à vida de um doente terminal sofrendo de cancro? Deve o tratamento activo de bebés que nasceram com tantas deficiências que a sua curta vida será preenchida com pouco mais do que sofrimento contínuo ser sempre instigado?
"A discussão acerca dos valores sociais, culturais e religiosos envolvidos na questão da eutanásia apareceu, primeiramente, na Grécia antiga; Platão, Epicuro e Plínio foram os primeiros filósofos a abordarem o tema. Platão na República, expõe já conceitos solucionadores patrocinando o homicídio dos anciões, dos débeis e dos enfermos. Igualmente Sócrates defendia a ideia de que o sofrimento resultante de uma força dolorosa justificava o suicídio. Aristóteles, Pitágoras e Epicuro, ao contrário, condenavam tal prática. Hipócrates, por sua vez, declarou no seu Juramento: “eu não darei qualquer droga fatal a uma pessoa, se me for solicitado, nem sugerirei o uso de qualquer uma deste tipo”.
Os antigos praticavam a eutanásia, em larga escala, contra as crianças raquíticas, velhos, enfermos, incuráveis, aleijados, como confessa Platão: “estabelecerá em nossa República uma medicina e uma jurisprudência que se limitem ao cuidado dos que receberam da natureza corpo são e alma famosa; e pelo que toca aos que receberam corpo mal organizado, deixá-los morrer e que sejam castigados com pena de morte os de alma incorrigível”.
Tal prática aparece também associada a motivações e ritos religiosos; povos primitivos sacrificavam os enfermos, os velhos, os débeis, em benefício dos outros.
Na Índia antiga, os doentes incuráveis eram atirados publicamente ao Rio Ganges, depois de receberem na boca e no nariz um pouco de lama sagrada.
Os Brâmanes tinham por lei matar ou abandonar nas selvas os recém-nascidos que padeciam de má índole, sendo considerados inaproveitáveis para a sociedade.
Os Celtas, além de matarem as crianças deformadas ou monstruosas, eliminavam também os velhos, uma vez que os desnecessários à sociedade e não contribuíam para o enriquecimento da nação. É oportuno lembrar que este costume ainda é praticado, actualmente, por alguns povos como por exemplo, os batas e os neocaledónios.
Os Germanos matavam os enfermos. Na Birmânia, eram enterrados vivos os doentes incuráveis, enquanto que os Eslavos e Escandinavos, apressavam a morte de seus pais enfermos.
Os povos caçadores e errantes, matavam seus pares velhos, doentes, feridos, para que os mesmos não ficassem abandonados à sorte e às feras, nem tão pouco fossem trucidados pelos inimigos. Atitude esta, movida pelo carinho e atenção que dispensavam a seus etes queridos, sendo que tal atitude foi largamente imitada pelos Índios brasileiros.
Em Esparta, era prática comum e até mesmo obrigatória a precipitação de recém-nascidos com malformações do alto do monte Taijeto, por serem inúteis para a comunidade, a fim de evitar qualquer sofrimento ou virem a constituir-se carga para os familiares e para o Estado. Aqui o homicídio não era considerado crime, desde que praticado em hora dos deuses; e o assassinato dos velhos, pedido muitas vezes por eles mesmos, era uma obra de piedade filial.
Em Atenas, o senado tinha poderes de facultar a eliminação dos velhos e incuráveis, dando-lhes “conium maculatum” (bebida venenosa) em banquetes especiais.
Segundo Giuseppe Del Vecchio, os gestos dos Césares, voltando para baixo o polegar (“pollice verso”) nos circos romanos, equivalia à prática da eutanásia. Os infelizes gladiadores, mortalmente feridos nos combates viam, assim, abreviados os sofrimentos pela compaixão real.
Na tradição bíblica, o rei de Israel, Saúl, ferido no campo de batalha, e a fim de não cair prisioneiro, lançou-se sobre a sua espada e morreu. Teria sido a primeira eutanásia da história?
Na Idade Média, dava-se aos guerreiros feridos um punhal afiadíssimo, chamado “misericórdia”, que lhes servia para evitar o sofrimento e a desonra.
Napoleão Bonaparte, na campanha do Egipto, pediu ao médico que matasse os soldados atacados pela peste, tendo o cirurgião respondido que o médico não mata, a sua função é curar.
No século passado, o seu apogeu foi em 1895, na então Prússia, quando, durante a discussão do seu plano nacional de saúde, foi proposto que o Estado deveria prover os meios para a realização de eutanásia em pessoas que se tornaram incompetentes para solicitá-la.
No século XX, esta discussão teve um de seus momentos mais acalorados entre as décadas de 20 e 40. Foi enorme o número de exemplos de relatos de situações que foram caracterizadas como eutanásia, pela imprensa leiga, neste período. O Prof. Jiménez de Asúa catalogou mais de 34 casos. No Brasil, na Faculdade de Medicina da Bahia, mas também no Rio de Janeiro e em São Paulo, inúmeras teses foram desenvolvidas neste assunto entre 1914 e 1935.
Em 1931, na Inglaterra, o Dr. Millard, propôs uma Lei para Legalização da Eutanásia Voluntária, que foi discutida até 1936, quando a Câmara dos Lordes a rejeitou. Esta sua proposta serviu, posteriormente, de base para o modelo holandês. Durante os debates, em 1936, o médico real, Lord Dawson, revelou que tinha "facilitado" a morte do Rei George V, utilizando morfina e cocaína.
O Uruguai, em 1934, incluiu a possibilidade da eutanásia no seu Código Penal, através da possibilidade do "homicídio piedoso". Esta legislação uruguaia possivelmente seja a primeira regulamentação nacional sobre o tema. Vale salientar que esta legislação continua em vigor até o presente. A doutrina do Prof. Jiménez de Asúa, penalista espanhol, proposta em 1925, serviu de base para a legislação uruguaia.
Em outubro de 1939 foi iniciado o programa nazista de eutanásia, sob o código "Aktion T 4". O objetivo inicial era eliminar as pessoa que tinham uma "vida que não merecia ser vivida". Este programa materializou a proposta teórica da "higienização social".
Em 1954, o teólogo episcopal Joseph Fletcher, publicou um livro denominado "Morals and Medicine", onde havia um capítulo com título "Euthanasia: our rigth to die". A Igreja Católica, em 1956, posicionou-se de forma contrária a eutanásia por ser contra a "lei de Deus". O Papa Pio XII, numa alocução a médicos, em 1957, aceitou, contudo, a possibilidade de que a vida possa ser encurtada como efeito secundário a utilização de drogas para diminuir o sofrimento de pacientes com dores insuportáveis, por exemplo. Desta forma, utilizando o princípio do duplo efeito, a intenção é diminuir a dor, porém o efeito, sem vínculo causal, pode ser a morte do paciente.
Em 1968, a Associação Mundial de Medicina adotou uma resolução contrária a eutanásia.
Em 1973, na Holanda, uma médica geral, Dra. Geertruida Postma, foi julgada por eutanásia, praticada em sua mãe, com uma dose letal de morfina. A mãe havia feito reiterados pedidos para morrer. Foi processada e condenada por homicídio, com uma pena de prisão de uma semana (suspensa), e liberdade condicional por um ano. Neste julgamento foram estabelecidos os critérios para ação do médico.
Em 1980, o Vaticano divulgou uma Declaração sobre Eutanásia, onde existe a proposta do duplo efeito e a da descontinuação de tratamento considerado fútil.
Em 1981, a Corte de Rotterdam revisou e estabeleceu os critérios para o auxílio à morte. Em 1990, a Real Sociedade Médica dos Países Baixos e o Ministério da Justiça estabeleceram uma rotina de notificação para os casos de eutanásia, sem torná-la legal, apenas isentando o profissional de procedimentos criminais.
Em 1991, houve uma tentativa frustrada de introduzir a eutanásia no Código Civil da Califórnia/EEUU. Neste mesmo ano a Igreja Católica, através de uma Carta do Papa João Paulo II aos bispos, reiterou a sua posição contrária ao aborto e a eutanásia, destacando a vigilância que as escolas e hospitais católicos deveriam exercer na discussão destes temas.
Os Territórios do Norte da Austrália, em 1996, aprovaram uma lei que possibilita formalmente a eutanásia. Meses após esta lei foi revogada, impossibilitando a realização da eutanásia na Austrália.
Em 1996, foi proposto um projeto de lei no Senado Federal (projeto de lei 125/96), instituíndo a possibilidade de realização de procedimentos de eutanásia no Brasil. A sua avaliação nas comissões especializadas não properou.
Em maio de 1997 a Corte Constitucional da Colombia estabeleceu que "ninguém pode ser responsabilizado criminalmente por tirar a vida de um paciente terminal que tenha dado seu claro consentimento". Esta posição estabeleceu um grande debate nacional entre as correntes favoráveis e contrárias. Vale destacar que a Colombia foi o primeiro país sul-americano a constituir um Movimento de Direito à Morte, criado em 1979.
Em outubro de 1997 o estado do Oregon, nos Estados Unidos, legalizou o suicídio assistido, que foi interpretado erroneamente, por muitas pessoas e meios de comunicação, como tendo sido autorizada a prática da eutanásia.
Em novembro de 2000 a Câmara de Representantes dos Países Baixos aprovou, com uma parte do plenário se manifestando contra, uma legislação sobre morte assistida. Esta lei permitirá inclusive que menores de idade possam solicitar este procedimento. Falta ainda a aprovação pelo Senado, mas a aprovação é dada como certa. Esta lei apenas torna legal um procedimento que já era consentido pelo Poder Judiciário holandês. A repercussão mundial foi muito grande com forte posicionamento do Vaticano afirmando que esta lei atenta contra a dignidade humana. Em 1974, três cientistas prémios Nobel, Linus Pauling, Gerog Thomson e Jacques Monod foram os primeiros subscritores do “Manifesto em favor da eutanásia humanitária”, publicado na revista “The Humanist” de Julho/Agosto de 1974.Relativamente aos médicos e á medicina é sentir comum que nunca se pode ter total certeza de que determinada doença é incurável".
1- Um ferroviário polaco que ficou em coma em 1988 devido a um acidente despertou ao fim de 19 anos, anunciou hoje a cadeia de televisão privada Polsat.
Vítima de um choque contra um vagão, Jan Grzebski desenvolveu um tumor cerebral, que lhe afectou os movimentos e a fala até o imobilizar completamente.
«Vi tudo, ouvi os médicos dizerem que eu teria um mês ou dois de vida mas não podia reagir», relatou à estação televisiva, acrescentando que deve a sua via à mulher, Gertruda: «Foi ela que cuidou sempre de mim, foi ela que me salvou a vida».
Pai de quatro filhos na altura do acidente, Grzebski tem hoje onze netos. Quando ficou em coma, a Polónia ainda era um país comunista mas hoje faz parte da União Europeia e da NATO.
«O que hoje me espanta são estas pessoas todas que se passeiam a falar ao telemóvel e não páram de se queixar. Por mim, não tenho nada a lamentar», argumentou.http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=10&id_news=279147
Terapia experimental foi bem sucedidaUm homem de 38 anos que ficou com graves lesões cerebrais, depois de ter sofrido um traumatismo craniano, e que durante seis anos se manteve num estado de consciência mínima, incapaz de falar ou de se alimentar, recuperou a fala e recomeçou a comer depois de ter sido sujeito a uma estimulação eléctrica numa zona cerebral profunda. Este é um caso inédito de aplicação deste tipo de tratamento, e consequente recuperação, a uma lesão cerebral ocorrida na sequência de um acidente, e vem relatado hoje na revista Nature. A equipa que procedeu à terapia experimental, liderada pelo neurologista Josef Fins, da Weil Cornell Medical College, de Nova Iorque, acredita que este sucesso é uma esperança para outros casos semelhantes e "abre caminho a novos tratamentos para pessoas em estado de consciência mínima".http://dn.sapo.pt/2007/08/02/ciencia/despertou_estado_proximo_coma.html
LONDRES, 28 Jan. 09 / 09:58 am (ACI).- A imprensa inglesa difundiu a história da Emma Ray, uma jovem mãe de família conhecida agora como a “Bela Adormecida” de Shropshire. Embora os médicos davam seu caso por perdido, Emma despertou de um estado de vírgula profundo com um beijo. Faz dois anos, Emma Ray deu a luz a seu segundo filho Alexander, por cesariana. Dez dias depois sofreu um ataque cardíaco e ficou em estado de coma. Os médicos advertiram a seu marido Andrew que não podiam fazer mais por ela e que tinha as mesmas possibilidades de recuperar a consciência em algum momento, como de ficar em estado de coma de por vida.Andrew não se deixou abater. Acompanhava-a todo o tempo possível e começou a levar gravações com o pranto do recém-nascido e a voz de sua filha maior, Ela, gritando “acordada mamãe”.“Punha-lhe as canções que dançamos em nosso matrimônio, falava-lhe com muita suavidade, tomava sua mão, tocava seus dedos, o tempo todo lhe dizia que a amava e lhe rogava que acordasse”, lembra.Emma permanecia imóvel e silente. Mas duas semanas depois ocorreu o que eles chamam “um milagre”.Andrew, um perito em tecnologia informática, inclinou-se para sua esposa e lhe fez um amoroso pedido: “Emma, se me pode escutar, por favor só me dê um beijo”.A mulher volteou ligeiramente a cabeça e o beijou. Andrew sentiu que seu coração “se sairia de meu peito” e os médicos contemplaram a cena sem sair de seu assombro.Desde esse dia, Emma começou a recuperar e perder a consciência com freqüência. Seu cérebro tinha sofrido danos pela falta de oxigênio. junto a seu marido começou um intenso caminho de reabilitação e o casal se converteu em um modelo para os habitantes de Shropshire.A dois anos do acontecido, Emma padece de perda da memória a curto prazo, necessita ajuda para caminhar e alguém que vele por ela em todo momento. Sua recuperação exige perseverança e muitos sacrifícios.Entretanto, para sua família não há major alegria que tê-la com eles.http://www.acidigital.com/noticia.php?id=15190
Pesquisadores médicos têm realizado numerosos estudos para determinar quantas pessoas no denominado «coma irreversível», de facto, voltaram desse estado.
Um estudo de 84 pessoas a quem os médicos consideraram estar em «estado vegetativo persistente» mostrou que 41% recuperaram a consciência dentro de seis meses, e 58% recuperaram a consciência dentro de três anos. Um segundo estudo de 26 crianças em coma que durava mais de doze anos, constatou que três quartos eventualmente, recuperaram a consciência. Um outro estudo constatou que um terço dos 370 pacientes em «EVP» por até um ano teve recuperação suficiente para voltar a trabalhar.
Seis meses depois, levava uma vida completamente normal, inclusive conduzindo o novo carro que planeara comprar antes de ter entrado em coma.http://eutanasia.aaldeia.net/estadovegetativo.htm
Zen um estado de equílibrio ou filosofia de vida?
É digno de admiração as pessoas que transmitem serenidade, tranquilidade diante de qualquer situação, por mais complicada, difícil e exasperante que estas possam ser, ao invés de serem um "vulcão" prestes a explodir, de ferverem em pouca água ou serem pavio curto". O principal objectivo de um jardim Zen, ou “jardim seco”, é ser um local de meditação e de contemplação. Uma das suas grandes vantagens é que não precisa de muito espaço para criar um – pode ser no exterior da sua casa ou até no interior – o mais importante não é o seu tamanho, mas sim os elementos que o compõem. Na criação do seu primeiro jardim Zen há três aspectos essenciais a considerar: o espaço, a fluidez e a simplicidade.
O primeiro passo é decidir o local e o tamanho do seu jardim Zen, considerando o espaço que tem disponível e o tempo que terá para se dedicar a esta pequena maravilha da natureza. Pode disponibilizar uma parte do seu quintal ou começar por um jardim Zen miniatura que possa colocar em cima da sua secretária, por exemplo. Não se esqueça que o jardim Zen é, acima de tudo, um lugar de paz, por isso, se tiver crianças ou animais de estimação, considere bem a sua localização. Os passos a seguir serão os mesmos, embora a escalas diferentes.
A maioria dos elementos necessários para criar um jardim Zen pode ser adquirida em lojas de jardinagem, de bricolage e de ferragens. O que vai precisar para começar: Madeira ou um recipiente grande Pregos, parafusos ou cola para madeira Ferramentas apropriadas Material de protecção contra as ervas daninhas Ancinho
Areia, gravilha, rochas, pedras e outros elementos decorativos Iluminação Paciência
Utilizando os tamanhos de madeira adequados, crie o molde desejada para conter a areia e os outros elementos que irão compor o seu jardim Zen. Utilize as placas de madeira compridas para construir uma caixa suficientemente funda para acolher cerca de dez centímetros de areia. Depois de construído o molde – que pode ser quadrado, rectangular ou octogonal – pode pintar ou envernizar a madeira para obter um acabamento mais perfeito. Se a ideia é ter um jardim Zen miniatura, pode construir o seu próprio molde em madeira ou escolher entre uma variedade de recipientes adequados. Se preferir um recipiente em vime, por exemplo, será necessário forrá-lo com um plástico para impedir que a areia se solte.
Cada um dos elementos encontrados num jardim Zen tem o seu próprio simbolismo, sendo que a areia e a gravilha representam a água que, por sua vez, simboliza a paz e a tranquilidade da mente e do espírito.
As rochas são peças fulcrais num jardim Zen e simbolizam as montanhas como elemento predominante da natureza. A estas juntam-se pedras decorativas de cores, tamanhos e texturas variadas; pequenos troncos, com ou sem musgo; um elemento verde como uma planta ou um bonsai; estátuas, lanternas, pontes ou elementos com água. As rochas e as pedras ficam melhor se as submergir, parcialmente, na areia. Não as coloque no centro do recipiente, mas sim, mais para os lados. Diz-se que para ter sorte, deve utilizar um número de pedras impar, posicionando-as assimetricamente. Os budistas acreditam que cada pedra tem uma “face feliz”, ou seja, examine-as de cada ângulo para determinar o seu “melhor lado”. Tradicionalmente, os arranjos Zens são compostos por cinco grupos de três pedras cada. Faça experiências para ver como gosta mais e não se esqueça que a ideia é manter o jardim o mais simples possível.
As luzes e as sombras emprestam um ar muito peculiar e até misterioso aos jardins Zen, tornando possível a usufruição do espaço à noite. Pode adicionar alguns pontos de luz eléctrica (as lâmpadas coloridas são uma opção interessante) ou velas, para um efeito visual espectacular, principalmente, debaixo das estrelas!
Com recurso ao ancinho “penteie” a areia, formando os mais diversos padrões: um desenho comprido e curvado representa águas agitadas, enquanto que as linhas rectas simbolizam águas calmas. Varie, criando efeitos diversos na areia para poder acentuar diferentes partes do jardim ou para renovar o seu aspecto geral. Altere o seu visual as vezes que quiser!
Agora é só desfrutar do seu jardim Zen – perca-se na sua beleza, enquanto relaxa e medita. O próprio trabalho de manutenção e de experimentação é um poderoso anti-stressante e deve ser divertido. Pesquise e conheça outros jardins para se inspirar e obter novas ideias: adicione ou retire elementos quando quiser, altere os desenhos na areia, adapte o jardim ao seu estado de espírito.
http://omeujardim.com/artigos/como-fazer-jardim-zen-10-passos
Também vindo do oriente, a utilização do Feng Shui (em linhas gerais representa o vento captado pela água) para que haja harmonia e o aproveitamento da energia positiva da natureza nos espaços físicos, conduzindo à harmonia e equilíbrio da própria energia:
Se vive num apartamento e não dispõe de espaço, crie um pequeno jardim zen. Adquira um recipiente plano, com pouca profundidade e de forma quadrada, e encha-o com areia fina. Este mini-jardim deverá estar na parte da sua casa que corresponde no Baguá à área da Espiritualidade. Dentro dele disponha cristais e pequenos seixos. Pode também adquirir um pequeno ancinho. Fazer desenhos na areia e cuidar da disposição dos seixos e cristais é um óptimo exercício para acalmar a sua mente e adquirir paz interior. Tudo o que representar mau Feng Shui será afastado e não o incomodará.
http://consultoriodeastrologia.blogs.sapo.pt/265912.html
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
Sexta-Feira 13 mito ou realidade?
Hoje é Sexta-Feira 13, considerado por muitos dia de azar. O número 13 por muitos é considerado de má sorte. Os seguidores da numerologia consideram o nº 13 como irregular, ao contrário do nº12 que consideram como um número de coisas completas como 12 meses no ano, 12 tribos de Israel, 12 apóstolos de Jesus ou os 12 signos do Zodíaco. A sexta-feira foi o dia em que Jesus foi crucificado e também é considerada um dia de azar. Talvez venha daí o fato de muitos considerarem a sexta-feira dia 13 um dia de azar. Ou talvez venha do dia 13 de Outubro de 1307, uma Sexta-Feira, quando a Ordem dos Templários foi declarada ilegal pelo rei Filipe IV de França, em que seus membros foram presos simultaneamente em todo o país, alguns torturados e mais tardes foram executados por heresia. Outra hipótese remonta ao fato de Jesus Cristo ter sido crucificado numa Sexta-Feira 13, visto que a Páscoa Judaica é celebrada no dia do mês de Nissan, no calendário hebraico (http://pt.wikipedia.org/wiki/Sexta_Feira_13).*13 de Dezembro de 1968: O governo militar do Brasil decreta o AI-5, que, entre outras coisas, suspendeu direitos e garantias políticas, decretou estado de sítio no Brasil e dava poderes aos militares de fechar o Congresso.
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Consciência...essa juíza implacável
O sistema nervoso humano normalmente é capaz de desenvolver capacidades complexas: perceber, aprender, lembrar, planejar, decidir, realizar ações, assim como de estar acordado, adormecer, sonhar, prestar atenção e estar consciente. "Através da atitude reflexiva, o indivíduo tem contato direto com o seu mundo interno, mas apenas àquilo do seu mundo interno que está na consciência. Esse contato direto é sem intermediações e abre para o indivíduo todo o seu campo subjetivo consciente". Abertura Ocular(varia de 4, se espontaneamente até 1, se ausente)
*Estado de alerta – Ativo, responde apropriadamente aos mínimos estímulos, perceptível ao meio;
A consciência em si, diz respeito à excitabilidade do sistema nervoso central aos estímulos externos e internos sob o ponto de vista quantitativo e, sob o ponto de vista qualitativo, à capacidade de integração harmoniosa destes estímulos internos-externos, passados e presentes. Portanto, em psiquiatria, perguntar se a pessoa está ou não consciente tem uma conotação muito diferente da mesma questão tratada neurologicamente. Na psiquiatria o que se quer saber é se o indivíduo tem capacidade de integrar dinamicamente e coerentemente suas vivências, na neurologia quer se saber se ele está vigil, desmaiado ou em coma.
A teoria baseada nas assembléias neuronais representa um modelo muito convincente para a formulação de uma hipótese a respeito da consciência. Segundo essa teoria, o pensamento consciente é gerado quando vários neurônios de diversas colunas se unem funcionalmente e, atuando harmonicamente e em conjunto, constroem uma assembléia, iniciando assim a formação de um determinado estado consciente .
Essa teoria tem sido corroborada por constatações de que os neurônios são capazes de se associarem rapidamente, formando grupos (assembléias) funcionais para realizarem uma determinada tarefa. Uma vez que esta tarefa esteja terminada, o grupo se dissolve e os neurônios estão novamente aptos a se engajarem em outras assembléias, para cumprirem uma nova tarefa .
Pesquisas neurofisiológicas demonstraram que o Sistema Reticular Ativador é o principal mecanismo responsável pelo estado de vigília e de sono. Estando em conexão íntima com os centros hipotalâmicos da vigília e do sono, o Sistema Reticular Ativador é o responsável pela regulação do nível de vigilância. Nesse particular, as diferentes gradações da vigilância correspondem a diferentes graus de consciência, que podem ir, gradualmente, da completa lucidez da consciência à inconsciência.
Embora não se consiga definir a consciência facilmente em fisiologia, podemos afirmar que a tomada de consciência necessita, no mínimo, de dois mecanismos; um de análise, baseado na atividade cortical, possivelmente através da assembléia neuronal, e outro, o reticular, que é representado pelo grau de vigilância (atividade funcional) necessário à atividade do primeiro.
O simples eletroencefalograma já mostrava que em estado de completa relaxação, com ausência de estímulos exteriores, a atividade elétrica cortical se processa num ritmo de 8 a 92 ciclos por segundo, o que corresponde ao ritmo alfa. Esse ritmo de base tende a modificar-se no sentido de uma aceleração nos estados de grande tensão psíquica, como também pode tornar-se lento, com um registro de 2 a 3 ciclos por segundo, ou ainda mais lento nos estados de coma .
Pode ser chamada de vigilância um estado de reatividade da consciência à situação atual, podendo esta reatividade estar à um nível elevado, corresponde a uma atividade consciente crítica, ou estar num baixo nível de vigilância, correspondendo a uma reatividade automática de conservação.
Além da vigilância necessária à ativação da consciência há também processos de direcionamento da atividade consciente e, contrapondo-se à excitação do sistema nervoso central que origina o movimento incessante da consciência, há também uma certa inibição, cuja finalidade seria regular e dirigir em determinado sentido a atividade desta ou daquela função. Nesse particular, desempenha papel de grande significação a interdependência entre o córtex e a região subcortical. Desde Pavlov acredita-se que a tonicidade do córtex cerebral provém da região subcortical, que tem grande importância para a conservação do tônus geral e afetivo.
http://www.psiqweb.med.br/site/?
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
Sonho ...transformação da realidade
A palavra sonho invoca em nossa mente sensações agradáveis e recordações. A frase "os sonhos comandam a vida" encerra uma verdade incontestável. Ao longo da história observamos que o progresso, a evolução tecnológica e científica, as grandes descobertas da Humanidade, partiram de um sonho de alguém.Quando se fala de sonhos associamos ao sono, quando estamos dormindo e que acontece de forma não consciente, ou à fantasia que é o sonhar de olhos abertos, acordado, de forma consciente.
Contudo existem vários tipos de sonhos: sonhos proféticos; sonhos premonitórios; sonhos de realização de desejos; sonhos de extravasamento do inconsciente (pontos de vistas diferentes dos mesmos problemas e dificuldades que enfrentamos acordados http://consciencia1.fortunecity.com/sonhos.html); sonhos criativos ( fontes de inspiração expressos através da pintura ou mesmo através de livros); Sonhos lúcidos (ocorre durante o sono, mas a pessoa sabe que está sonhando e consegue controlar o que está acontecendo como se estivesse dirigindo um filme, acabam por conseguir encontrar-se com outras pessoas e depois quando acordam, descobrem que a pessoa com quem sonharam tiveram o mesmo sonho com as mesmas pessoas e as mesmas coisas); Sonhos repetitivos ( a pessoa sonha com a mesma coisa mais de uma vez, isso quer dizer que alguma coisa está a preocupando na vida real); Sonhos sensuais (todos nós sonhamos sobre sexualidade, especialmente quando estamos passando pela fase da puberdade. http://www.mistico.com/p/sonhos/); Pesadelos (são sonhos que despertam sensações desagradáveis e muitas das vezes são expressão dos medos e receios que atormentam a pessoa no seu dia-a-dia, por vezes são tão assustadores que a pessoa acorda angustiada, com aumento do ritmo cardíaco, por vezes sudorese, em pânico).
A cerca dos sonhos que ocorrem durante o sono, muitas vezes desejamos "tenha sonhos cor de rosa" às pessoas que amamos, traduzindo o desejo que elas tenham sonhos agradáveis, entrem no reino da fantasia. Por outro lado as pessoas afirmam que seus sonhos são em tons cinzentos, não se apercebem das cores, essa é uma revelação no mínimo curiosa e surpreendente, já que os meus sonhos (quando consigo lembrar deles ao acordar) são sempre com cores exatamente como se fossem um filme da realidade.
E por falar em sono, este é composto de várias fases, existem estudos que revelam que, contrariamente ao que se pensa, a finalidade do sono não é o descanso do organismo:
O sono não é um estado que ocorre passivamente, mas sim, um estado que é ativamente gerado por regiões específicas do cérebro. Todas as funções do cérebro e do organismo em geral estão influenciadas pela alternância da vigília com o sono, sendo que este, restaura as condições que existiam no princípio da vigília precedente. O objetivo final do sono não é prover um período de repouso; ao contrário do que acontece durante a anestesia geral, no sono, aumenta-se de forma notável a freqüência de descargas dos neurônios, maiores do que os observados em vigília tranqüila. No decorrer de uma noite de sono, os sistemas e funções fisiológicas sofrem alterações acompanhando os ciclos circadianos. A cada momento do sono (REM e NREM) as respostas do organismo serão diferentes:
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
Riqueza interior ou beleza exterior o que prevalece?
Na natureza há uma diversidade de características conforme a espécie, porém dentro de uma mesma espécie essa diversidade não é muito pronunciada, ao contrário da espécie humana que têm uma variedade de características fenotípicas para além das genotípicas que ditam os traços de personalidade, o caráter e todas as características de cada indivíduo. Os grupos são formados a partir de objectivos comuns, excepto o grupo de amigos, este além do objetivo comum é formado através das características individuais dos integrantes. Qual é o pólo de atração, a fascinante riqueza interior ou fascínio da beleza exterior?
Esta seleção é ditada pela própria pessoa de acordo cm o que considera ser fundamental e que acaba por ser sua marca pessoal.
Por isso alguns, principalmente mulheres, se bem que agora começa a existir os metrossexuais (homens que se dedicam a beleza exterior, inclusive depilação) que gastam muito tempo e dinheiro em cosméticos e outros tratamentos estéticos, para ter um corpo escultural, uma pele lisa, sem as marcas deixadas pelo envelhecimento e não tem tempo de cultivar e armazenar tesouros interiores, neste grupo alguns foram premiados pelo universo e não precisam fazer grandes esforços, porque naturalmente já possuem a beleza física , outros precisam de maiores esforços para conseguir. Neste grupo o pólo de atração é o fascínio do corpo e da beleza exterior.
Para outros o fundamental é a beleza que não salta aos olhos, os valores, os princípios éticos e morais, os tesouros internos como a nobreza dos sentimentos, a generosidade, a grandeza de espíritos, cultura e conhecimento. Nestes alguns já foram beneficiados pelo universo com grandes tesouros, apenas precisam mantê-los ou aprimorá-los. Mas outros são diamantes brutos que precisam de muito trabalho e esforço para serem lapidados e tornarem-se numa pedra preciosa. Neste grupo o pólo de atração é a fascinante riqueza interior, o espírito e o Universo.
Entre esses dois grupos extremos, há aqueles que não possuindo beleza física natural são fundamentalistas de que o importante é a riqueza interior e desdenham da beleza exterior, mas na verdade agem como a raposa e as uvas da fábula de La Fointaine, neste há uma certa dificuldade em definir o pólo de atração, porque estão entre a inveja ou desdém da beleza física e são pobres interiormente. Há também aqueles que por considerarem a beleza exterior como não fundamental não acreditam na sua própria beleza, por outro lado também não foram dotados de tesouros interiores, quando muito diamantes brutos e por isso passam pela vida tentando lapidá-los e tarde percebem que estão no mundo errado, onde tudo gira em torno da aparência, da superficialidade e da futilidade, onde o ter sobrepõem-se ao ser e sentem-se perdidos quando socialmente são requisitados, neste o pólo de atração é o mesmo do segundo grupo, fascinação e admiração pelo conhecimento, pelo espírito enfim, pela riqueza interior que alguns seres humanos exibem.