Seja Bem Vindo!


Sua visita me deixou muito feliz...

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Amor & Emoção x Razão


domingo, 28 de junho de 2009

Indústria farmacêutica e a Saúde

A indústria farmacêutica está sempre lançando novos fármacos. Os laboratórios proliferam, são tantos, principalmente genéricos, que nos leva a pensar que a população humana está doente. Tanto dinheiro é gasto em marketing para "catequizar" aos médicos a prescreverem o produto e ao público para adquirirem-no.
As pesquisas, os estudos de investigação feitos para a produção de um fármaco visam única e exclusivamente tratar uma doença e restaurar a saúde da população, os lucros seriam decorrentes do consumo, ou será que cada molécula estudada visa de imediato qual o lucro que daí resultará? Seria lirismo ou mercantilismo?

O consumo de fármacos está cada vez mais elevado, parte dessa responsabilidade cabe aos médicos que os prescrevem, alguns de acordo com a real necessidade apresentada pelo utente, outros porque estão "comprometidos" ou são pressionados pelos doentes que se não levam uma receita de um comprimido (porque necessitam de outro tipo de tratamento, pois existem várias modalidades de tratamento para além dos fármacos) acham que o médico não será um bom médico (embora alguns se lhe forem receitados muitos fármacos acham que o médico não sabe e está fazendo experiência, receitando mais do que um para ver se acerta ), porém a outra responsabilidade cabe à população que se auto medica com a cumplicidade dos atendentes das farmácias.

Algo não vai bem, quando temos drogarias que colocam à disposição em bancadas, os medicamentos de venda livre, como no mercado ou na feira aonde as pessoas enchem a mão e coloca no saco e dirige-se para pagar no caixa. Igualmente algo não está bem quando algumas farmácias ou drogarias vendem antibiótico sem receita médica ( o uso indiscriminado de antibióticos vai condicionando estirpes de microrganismos resistentes aos antibióticos e quando surgirem infecções mais graves o arsenal terapêutico ficará reduzido, como no caso do microrganismo staphylococos aureus: MRSA= Methicillin-resistant Staphylococcus aureus e mais recente VRSA=Vancomycin-resistant Staphylococcus aureus).

Está certo que "nós somos os médicos de nós mesmos" porque conhecemos o nosso organismo e sabemos quando algo não está bem e como diz o ditado popular:"de médico e de louco cada um tem um pouco", mas isso não dá o direito da pessoa achar que sabe, ou porque pesquisou na Internet de sair pela vida fora ingerindo este ou aquele medicamento sem ser observado por um médico, este é o único que detém (ou deveria ter) a habilitação necessária para a prescrição de medicamentos ao doente. O farmacêutico (aquele que cursou a faculdade de Farmácia e não o atendente na farmácia ou drogaria) tem habilitações necessárias para indicar um fármaco para determinada doença, porém não detém o conhecimento do historial do doente em relação às doenças que possuem e a medicação que toma, por vezes têm alguma patologia ou toma alguma medicação que não pode ser associado a determinados fármacos, por exemplo, se o doente tem Hipertensão Arterial não deve usar frequentemente AINE's, pois estes podem provocar aumento na tensão arterial, assim como os doentes hipocoagulados também não o devem fazer, porque há o risco de provocar hemorragias, principalmente digestivas.

Hoje em dia quando alguém se queixa de dor no estômago tem sempre alguém para aconselhar: "toma um comprimido de (...)" da mesma forma que nos meios de comunicação social existem anúncios comerciais de fármacos exatamente como os que são apresentados, por exemplo, para um shampoo, ou então incentivam a manter hábitos errados de alimentação e para prevenir suas consequências aconselham andar sempre com a "carteirinha de (...)" no bolso.

O consumo de medicamentos já está tão arraigado que passou a ser banalizado, só que as pessoas parecem esquecer que os fármacos são substâncias químicas que interagem e interferem com o normal funcionamento do organismo, que vão fazer bem aquela doença ou sintoma, mas vão prejudicar outra parte do organismo e que isso leva à poli medicação (por necessidade de associação quando há mais de um alvo a ser combatido, mas muitas vezes para combater o efeito colateral de uma medicação e depois outra e mais outra gerando uma cascata: um fármaco para uma doença, outro fármaco para combater o efeito indesejável daquele e depois outro para combater o deste e assim sucessivamente, por exemplo, determinado fármaco utilizado para a tosse causa "prisão de ventre" o que leva a tomar posteriormente um fármaco laxante e/ou regulador do intestino).

A super valorização do artificial em detrimento do natural tem que diminuir, as pessoas deverão se conscientizar que

* Prevenir é o melhor remédio;

* Uma alimentação equilibrada é a maior fonte de saúde. "Nós somos aquilo que comemos";

*A atividade física é o complemento da alimentação equilibrada para manter um organismo saudável;

* Uma simples vitamina é alimento (fornece os nutrientes necessários ao bom desenvolvimento e funcionamento do organismo), remédio (quando o organismo está carente dela) ou veneno/tóxico para o organismo (quando está em excesso no organismo, no caso de ter uma alimentação equilibrada, rica em frutas, verduras e legumes, que fornece as vitaminas necessárias ao organismo e ainda assim tomar vitaminas compradas na farmácia).

* Várias doenças têm sintomas em comum, porém cada uma delas requer tratamento diferentes, quem tem (ou deveria ter) o conhecimento para saber qual o tratamento específico para cada uma delas, é o médico;

* Cada organismo é diferente e tem reação diferente à agressão sofrida quer pela doença, quer pelo tratamento instituído, o medicamento que é bom para um pode não o ser para o outro, por exemplo um fármaco tranquilizante, pode em determinadas pessoas deixá-la mais excitada ao invés de tranquila;

* Todo o medicamento é uma substância química que interfere com o normal funcionamento do organismo.

Se houver essa tomada de consciência a cerca do consumo de medicamento , este passe a ser produzido de forma racional atendendo às reais necessidades relativas à saúde e não relativas à obtenção de lucros.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Livro...registro de uma emoção

Um livro por vezes é o registro de uma ou várias emoções sentidas, nele seu autor eterniza um momento particular de emoção vivida através de suas fantasias, seus sonhos ou da realidade vivida nem sempre sonhada ou imaginada.
Tem livros em que o autor discorre livremente sobre o que lhe vai na alma e no seu coração, sobre momentos fantásticos de encontros repletos de sintonia, magia, que deixam perplexa a sua razão por serem incrivelmente surpreendentes, precisos e inexplicável, como se fossem um conto de fadas criados por sua fantasia ou imaginação. Esses autores devem ter se beliscado várias vezes para ver se não estariam sonhando quando esses momentos aconteceram ou quando estavam a descrevê-los.

Viver um relacionamento onde existe uma forte ligação, uma sintonia perfeita que ultrapassa a dimensão física e a razão é no mínimo fascinante! São emoções ao rubro. Daí a necessidade de deixá-lo registrado num livro para que não se perca no vasto mundo do pensamento e do tempo, onde possa ser revivido sempre que o desejar, se bem que seja inesquecível, ficando para sempre gravado no coração e no espírito; como forma de homenagear e agradecer à pessoa que proporcionou essa sintonia ou simplesmente extravasar as emoções que parecem querer explodir dentro do peito.

Viver um momento de perfeita sintonia com alguém é maravilhoso, se for através da distância causa uma sensação de mistério, de algo que transcende a razão e escapa a compreensão lógica, a percepção da interação harmoniosa, porém invisível, com o Universo, consequentemente originará um estado sublime de êxtase e a necessidade de perpetuar esse momento tentando descrevê-lo nas páginas de um livro, ou no post de um Blog, que tornar-se-á o reflexo d'alma através da razão pela emoção.

Disse-me-disse... uma praga nas relações humanas

O disse-me-disse é como uma bola de neve vai vai crescendo a medida que vai rodando, por vezes assume uma magnitude de tal ordem que é capaz de derrubar ou destruir muitas pessoas, criar inimizades, por fim a uma amizade, desestruturar famílias, levar a separação e isolamento de elementos de uma família.

O disse-me-disse só prolifera porque as pessoas não usam de sinceridade, não são verdadeiras nas suas relações com os outros, não dizem o que pensam e não pensam antes de dizer, outras vezes porque não querem incomodar ou atrapalhar e por isso tomam decisões erradas, porém bem intencionadas e o outro pouco compreensivo e às vezes até egocêntrico, que só "olha para o seu umbigo" nem pensa que a tal atitude fora pensando no melhor para ele vai logo criticando, sentindo-se excluído, sentindo-se "coitadinho" a família deste "toma as sua dores" julga e condena aquele, que se sente magoado, ofendido por tamanha incompreensão, ingratidão, injustiça que recebeu quando na realidade, agiu por amor, pensando no outro e não em si mesmo como é acusado. Gerando revolta, esta provocará atrito nas relações, conflitos que vão se acumulando podendo mesmo chegar ao rompimento das relações entre os intervenientes.


Como evitar disse-me-disse:


1- dizer o que pensa no momento em que a situação está ocorrendo


2- Não tomar decisões pelo outro


3- Expor o problema com clareza e de forma concreta sem estar pensando em "poupar o outro", facilitar a sua decisão. Deixar que o outro decida mediante o problema apresentado


4- Se tem alguma dúvida a cerca do procedimento do outro expô-la com clareza, sem "dourar a pílula"


5-Se não concorda com uma atitude que alguém tenha deverá expressá-la no momento.


6- Se conhece bem a pessoa e tem um relacionamento muito próximo e se esta pessoa tem uma atitude que não condiz com o que se conhece dela, deve-se esclarecer no momento. Não tem que pensar "não quero melindrar".


7- Situações conflituosas tem que ser resolvida entre os que estão envolvido diretamente, cortando o "fulano disse que tu fizeste ou disseste isso..." por exemplo se surge um impasse a cerca de um convite e pede-se para deixar o recado com alguém, mas esse alguém não está e o recado é dado a outrem, este vem tomar satisfação com quem deixou o recado, gerando desentendimento, para evitar isso é que o recado deve ser dado diretamente, se não o for, não se deve aceitar que terceiros "entrem", deve ser logo cortado de imediato: "você não tem nada a ver com a história isso é comigo e com a pessoa, se quer participar, será com os 3 ao mesmo tempo.


8- Os recados devem ser dados diretamente a quem se destina, porque "quem conta um conto aumenta um ponto" e cada pessoa vai dando a sua interpretação e muitas vezes o recado chega ao destinatário deturpado gerando confusão, atritos, injustiças, mágoas, totalmente inevitáveis, o pior que muita vezes ficam por esclarecer, o emissor pensa que o receptor é o culpado e o receptor pensa que o emissor é o culpado. De primeiro existia uma brincadeira de gupo que se chamava "telefone sem fio" que consistia nas pessoas ficarem sentadas em círculo e alguém conta um segredo ao ouvido do outro, de forma rápida, que passa para quem está ao lado e assim até chegar ao ouvido de quem emitiu, só que chega totalmente deturpado, por vezes completamente diferente do original.


9- Checar sempre as impressões e interpretações, porque muitas vezes a nossa interpretação não corresponde à realidade ou a intenção com que foi realizada. Existiu outrora uma peça teatral, interpretada pelo Ari Fontoura e José Wilker, que se chamava "assim é se lhe parece" onde ocorre um crime e as personagens dão sua versão e o impressionante é que o público que acompanhou a cada versão aceita-a como verdadeira, porque todas acrescentam detalhes que faltava nas outras. Isso mostra que devemos checar todas as hipóteses antes de emitirmos um julgamento ou condenarmos alguém ou uma atitude.


10- Deve-se dizer a verdade mesmo que isso acarrete consequências, como tristeza, frustração, decepção,"é preferível uma verdade sincera do que uma mentira piedosa ". Com a verdade a pessoa pode se defender e se proteger, com uma mentira a pessoa fica vulnerável, indefesa, exposta aos "ataques" e envolvida em conflito sem que nem se quer saiba do porque. Uma vez que, infelizmente, existem pessoas que:


... São autênticas marionetes nas mãos de outras pessoas, principalmente das mais próximas e não se apercebem disso;


... São muito ardilosas conseguem influenciar e manipular os outros, principalmente aqueles que lhe devotam afeto ou um sentimento profundo, de tal forma que estes tomam atitudes, muitas vezes erradas, achando que foi por decisão própria, quando na verdade fora uma idéia "plantada".


... São mais de "pôr lenha na fogueira" do que de "por água na fervura", gostam de ver o "circo pegar fogo", são os "amigos da onça".


... São cínicas, falsas, sonsas, traiçoeiras que armam intrigas para ferir alguém, de forma indireta, sem que seja apontada como a responsável, aproveitando-se de que o outro, ligado afetivamente a elas e a quem pretendem ferir, "ferve em pouca água" e como tal não para para refletir e pensar, vai logo reagindo, tomando atitudes ou proferindo palavras que magoarão justamente aquele que a pessoa queria ferir ou atingir.


Devem existir mais formas de combater o disse-me-disse, de interromper o "telefone sem fio", mas estas dez serão as mais eficazes

domingo, 21 de junho de 2009

Festa Junina ...um marco da infância

Vésperas dos santos populares, já passou Santo Antônio casamenteiro, as vésperas de São João, festeiro e São Pedro, pescador. Surge a lembrança dos tempos de criança, quando dançava quadrilha, parte integrante da festa Junina realizada no Rio de Janeiro, não sei se semelhante por todo o país, bate uma saudade desses tempos idos, desse marco da infância de alegria, descontração, animação em grupo: Das ruas enfeitadas com bandeirinhas de papel colorido, lanterninhas de São João com velas acesas, iluminando as noites, por vezes com o céu iluminado pelos balões com os mais variados formatos e dizeres, das brincadeiras:

* "pescaria";

*"Torpedos";

* Lança argolas";

* "Derruba latas";

* Venda das rifas para ser coroado reis, rainhas, príncipes e princesas da festa e o principal:

*" Casamento na roça" seguido da "quadrilha" (caminho da roça, dança dos namorados, túnel do amor, caracol, são apenas os passos que ficaram na lembrança) e "pular a fogueira";

Das comidas: Cachorro quente com aquele molho que cheirava á distância assim como o salsichão e o churrasquinho na brasa com a farofinha, milho cozido, pé de moleque, amendoim torrado, passoca, canjica, bolo de aipim, quindim, maçã do amor.

Das músicas:

*"o balão vai subindo vai descendo a garoa, a noite é tão linda e a broa também, são João, São João acende a fogueira do meu coração";

*"com a filha de João, Antônio ia se casar, mas Pedro fugiu com a noiva na hora de ir para o altar, a fogueira já está queimando, o balão já está subindo... João consolava Antônio que caiu na bebedeira.

*" Cai cai balão, cai cai balão, aqui na minha mão não vou lá não vou lá tenho medo de apanhar"

Curiosamente revendo a festa Junina (caipira) onde os meninos usavam um chapéu de palha, a face pintada de negro imitando a barba, o bigode, as "costeletas", com calças com remendo, blusão quadriculado e a s meninas com a face com ruge e pintas pretas por cima e lábios pintados de vermelho, usando vestido quadriculado, chapéu com trancinhas, calça branca até a colcha por baixo do vestido ambos com renda ao fundo e recentemente observando a atuação de um rancho folclórico português, as semelhanças foram surgindo:

*É um grupo composto por pares

* Há um traje, embora na festa junina represente os "caipiras" e daí calça "pescando siri" ou corretamente falando "corsários", com remendos, porque trabalham na roça. No folclore português estão representado não só os camponeses com seus trajes de trabalho, como os trajes de festa ricamente adornados e com colares de ouro ao pescoço, mas tanto homens como mulheres usam chapéu, embora as mulheres usem mais lenço característico (tipicamente português) na cabeça (por vezes sob o chapéu) ou colocado sobre os ombros como se fosse um xale além de usarem "7 saias" e por baixo calças brancas , semelhantes as das meninas na quadrilha, até a 1/2 da coxa com rendas. a única diferença é que nas primeiras vêm-se com o rodar das "saias em balão " e nestas vêm-se porque os vestidos são curtos.

* Expressam alegria, libertam as tensões.

* Desenvolvem passos/tem coreografia

A diferença é que a festa junina é mais uma brincadeira de São João e o folclore é uma manifestação cultural de um povo ou de uma região

Proteção ou agresão?

As notícias se repetem a cada instante :

..."criança retirada dos pais por maus-tratos é violada dentro da instituição para onde foi levada", ..."um padre foi constituído arguido por pedofilia";


... "crime de abusos contra menores em instituições sócio-religiosas".

... "professor e membro da comissão de proteção de menores foi preso por abusar sexualmente de adolescente"


Como é possível acontecer esses lamentáveis, inaceitáveis acontecimentos, principalmente numa instituição religiosa ou de solidariedade? supostamente são instituições que têm como base o amor ao próximo, então, como é possível os funcionários, que nelas trabalham, por vezes com filhos, terem esse comportamento repudíavel com crianças, ainda mais indefesas e já muito traumatizadas?


Como religiosos que se dizem tementes a Deus, que pregam as virtudes, que ensinam a Doutrina de Deus com os seus mandamentos, cometem ou permitem que outros cometam essas barbaridades contra um ser humano, principalmente com uma criança? Talvez sigam o lema "olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço" que por si só já é contrário aos ensinamentos de Jesus: "as palavras devem ser seguida de atos para não caírem no vazio"

Então as crianças são retiradas aos seus familiares para sua proteção, por eles lhe causam maus tratos e são colocadas em instituições onde são mal tratadas, abusadas, mas por estranhos?

É triste e doloroso constatar como o Homem está se tornando cada vez mais pervertido sobre vários aspectos, sem valores, sem princípios éticos e morais, afastando-se da Luz Divina e aproximando-se das trevas, perdendo a sua dignidade humana libertando o seu instinto primitivo animalesco, irracional, o que de pior possa existir dentro de si.

Tomara que na batalha entre a luz e as trevas, a luz triunfe sobre as trevas, que a dignidade humana prevaleça, que o amor seja o único vitorioso porque assim teremos esperança de que a sociedade ofereça proteção e não agressão ao seu cidadão, principalmente as crianças.

sábado, 20 de junho de 2009

Prazer ...sensação de bem estar!

A busca do prazer é a mola impulsionadora do Homem. Por vezes até se torna fatal como no caso da hipoxifilia, recentemente divulgada, com a morte em condições suspeitas, na Tailândia , do ator David Carradine (que interpretou o kung Fu),trata-se de uma situação rara e que consiste na indução, pelo próprio, de um estado de asfixia cerebral enquanto pratica sexo solitário ( o fluxo sanguíneo cerebral é restringido parcialmente, resultando em falta de oxigénio, o que diminui a inibição cortical normal. Isso resulta num orgasmo mais intenso, mas também num risco de morte acidental). A hipoxifilia é uma parafilia (do grego παρά, para, "fora de",e φιλία, filía, "amor") é um padrão de comportamento sexual no qual a fonte predominante de prazer não se encontra na cópula, mas em alguma outra atividade.
De A a Z existe uma lista de parafilia, desvios do comportamento sexual catalogados, desde os fetiches, passando pelo sadomasoquismo e terminando na zoofilia. Impressionante como esses desvios têm aumentado, ou será que sempre existiram, mas eram pouco divulgados?

Existem outros comportamento que parecem estar relacionado com a busca do prazer, mas não através do sexo, que são

*Os distúrbios alimentares relacionado com a imagem que a pessoa tem de si mesma, que tem como padrão de beleza a magreza: anorexia e alcoorexia (esta é recente, a pessoa utiliza a bebida alcoólica, de preferência os destilados, para suprimir o apetite e substituir as refeições, acreditando que assim não ganhará peso e nao engordará;

*O desenvolvimento dos músculos:

1-Uso dos esteróides androgênicos anabólicos (EAA ou AAS - do inglês Anabolic Androgenic Steroids), também conhecidos simplesmente como anabolizantes, são uma classe de hormônios esteróides naturais e sintéticos que promovem o crescimento celular e a sua divisão, resultando no desenvolvimento de diversos tipos de tecidos, especialmente o muscular e ósseo

2- Uso de óleos minerais, um dos óleos mais utilizados, no Brasil, por jovens que desejam um músculo mais avantajado é o ADE, um conjunto de substâncias utilizado para bois, cavalos, carneiros, porcos, que servem para suprir a deficiência de vitaminas no corpo do animal. Como um combustível, os jovens fazem um coquetel de substâncias e injetam nos músculos para um rápido crescimento, sem se preocuparem com os riscos que essa injeção pode trazer.” (Tribuna do Norte)

*Os tratamentos estéticos, principalmente os que envolvem cirurgia


Que prazer é esse que....

... traz consigo dor e sofrimento físico, psíquico e até moral , associado?

... pode causar danos ao organismo?

... pode ser fatal?

Essas pessoas que buscam desenfreadamente o prazer, simplesmente não o encontram, porque prazer é uma sensação de bem estar físico, psíquico ou moral, tendo como base a vivência do amor e respeito por si mesmo e pelo outros, portanto, incompatível com sofrimento ou dor causada por uma agressão quer ao próprio organismo como ao organismo de outrem.

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Verdade da mentira...uma mácula na saúde mental

Verdade da mentira parece ser um paradoxo, mas é apenas a tentativa de entender a mentira. Quem usa buscar a verdade, estranha que a sua volta o que mais encontre sejam pessoas que faltam com a verdade, que parecem agir como se a verdade não tivesse importância ou não existisse, por vezes até eles próprios acreditam que sejam verdades.As razões para mentira são variáveis:

*Receio das consequências (quando tememos que a verdade traga consequência negativas);

* Insegurança ou baixa de auto-estima (quando pretendemos fazer passar uma imagem de nós próprios melhor do que a que verdadeiramente acreditamos);

* Por razões externas (quando o exterior nos pressiona ou por motivos de autoridade superior ou por co-acção);

* Por ganhos e regalias (de acordo com a tragédia dos comuns, se mentir trás ganhos vale a pena mentir já que ficamos em vantagem em relação aos que dizem a verdade);

*Por razões patológicas.

Hoje em dia há uma certa tendência em banalizar e rotular de mentira ligeira considerada como uma forma de facilitar a integração na sociedade e muitas vezes os que não a utilizam são catalogados como ingénuos , mas há que não esquecer que durante toda a história da humanidade a mentira causou muitos sofrimentos e fez derramar muitas lágrimas sobretudo quando projectada sob a forma de calúnia.


Swift e o seu amigo John Arbuthnot, no início do século XVIII, estão entre os primeiros a detectar na linguagem política dos Estados a sua fundamental constituição de embuste para consumo das massas civilizadas. De então para cá, os pregressos neste domínio - os maiores de todos- são colossais. O nosso é já o século da era tecnológica da mentira, aquele em que a impostura veio a ser industrialmente produzida numa dimensão sem precedentes. Agora «a obsolescência instantânea é uma das grandes maravilhas da nova arte da mentira política».
http://www.almedina.net/catalog/product_info.php?products_id=7459


A saúde mental só é compatível com a verdade, de nada adianta querer acreditar que nosso ente querido não faleceu, quando na realidade essa não é a verdade, se não temos asas de que adianta acreditarmos que somos capazes de voar (literalmente falando)? Nos estados neuróticos a mentira pode surgir com base numa incapacidade da consciência aceder a factos recalcados e que se encontram no nosso inconsciente, ou por problemas de auto-estima e auto-imagem que despoletam a necessidade de fazer passar uma auto-imagem melhor do que a que acreditamos ter.

Nos estados limítrofes, a mentira aparece frequentemente devido à falta de barreiras externas que balizem o comportamento. Esta situação surge frequentemente em filhos de pais muito repressivos ou demasiadamente permissivos.

Nas psicoses, a mentira surge na forma de delírio, uma descrição que as próprias pessoas admitem como verdadeira, apesar do seu aspecto frequentemente bizarro, devido a uma quebra de contacto com a realidade.
Pode ser uma dependência, mentira dita de forma compulsiva, em que a pessoa sabe que é mentira, mas não consegue controlar, semelhante ao vício do jogo ou ao consumo de drogas pelos dependentes.
Na infância mentimos para nos isentarmos das culpas. Muitas vezes os adolescentes descobrem que a mentira pode ser aceite em certas ocasiões e até ilibá-los de responsabilidade e ajudar a sua aceitação pelos colegas.

Durante os primeiros anos as crianças não distinguem a realidade da fantasia, mas cedo começam a utilizar a mentira por proveito próprio. Sensivelmente por volta dos 7 anos as crianças já têm capacidade para distinguir claramente o verdadeiro do falso, e os adolescentes passam a conseguir discernir com relativa facilidade quem está a mentir ou a ser sincero. http://www.psicologia.com.pt/artigos/ver_artigo.php?codigo=A0220


Swift diz: «Quem conta uma mentira raramente se apercebe do pesado fardo que toma sobre si; é que, para manter uma mentira, tem de inventar outras vinte».


A. Aleixo disse «Para a mentira ser segura, E atingir profundidadeTem que trazer à misturaQualquer coisa de verdade».
http://citador.weblog.com.pt/arquivo/231347.html

Três situações nefastas que ocorrem na sociedade e estão implicadas ou intimamente relacionadas com a mentira (Afirmar coisa que sabe ser contrária à verdade)O velho pecado da mentira está muito atuante entre os aqueles que se professam crentes em Deus. O diabo tem plantado a idéia que é muito mais fácil falar inverdades, a fazer uso da palavra reta. A sociedade atual tem a mentira como uma necessidade no dia-a-dia, nós como servos jamais devemos compactuar com esta visão distorcida implantada pelo diabo. Nossa palavra deve ser sempre verdadeira, esta condição se aplica em todos os aspectos da vida; seja profissional, pessoal e ou religioso. Há um conceito errôneo que a mentira tem tamanho, mas, para o povo de Deus seja qual for o tamanho, constitui-se em pecado, passível, portanto de condenação:

*Fofoca / Mexerico => intriga, bisbilhotice

*Calúnia (Falsa imputação (a alguém) de um fato definido como crime. Mentira, falsidade, invenção

*Difamar (Tirar a boa fama ou o crédito a; desacreditar publicamente; infamar, de trair; Imputar a (alguém) um fato concreto e circunstanciado, ofensivo de sua reputação, conquanto não definido como crime).


Tudo isso revela que na verdade a mentira é:

* uma mácula na saúde mental

* uma escoriação no amor

*um arranhão no relacionamento com Deus

*uma laceração na dignidade humana

*Uma chaga na sociedade.