Seja Bem Vindo!


Sua visita me deixou muito feliz...

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Amor & Emoção x Razão


domingo, 9 de maio de 2010

A felicidade é uma conquista pessoal

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Após ler o post sobre felicidade no "Linha de Consciência", onde o seu autor sintetiza o que é ser feliz para ele: "viver o céu na terra", encontrei esta oração, que aponta o caminho para que possamos encontrar a felicidade nesta dimensão terrena:

"Senhor, ensina-nos a orar sem esquecer o trabalho.
A dar sem olhar a quem.
A servir sem perguntar até quando.
A sofrer sem magoar seja a quem for.
A progredir sem perder a simplicidade.
A semear o bem sem pensar nos resultados.
A desculpar sem condições.
A marchar para a frente sem contar os obstáculos.
A ver sem malícia.
A escutar sem corromper os assuntos.
A falar sem ferir.
A compreender o próximo sem exigir entendimento.
A respeitar os semelhantes sem reclamar consideração.
A dar o melhor de nós, além da execução do próprio dever sem cobrar taxas de reconhecimento.
Senhor, fortalece em nós a paciência para com as dificuldades dos outros, assim como precisamos da paciência dos outros para com as nossas próprias dificuldades.
Ajuda-nos para que a ninguém façamos aquilo que não desejamos para nós.
Auxilia-nos sobretudo a reconhecer que a nossa felicidade mais alta será invariavelmente àquela de cumprir os desígnios, onde e como queiras, hoje, agora e sempre".(
Emmanuel)

Alcançar a felicidade é uma conquista de cada um, no dia-a-dia dessa aventura que se chama viver, sendo portanto, pessoal e intransferível.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Carta à minha querida e saudosa Mãe

Querida Mãe,
O vento carrega tudo inclusive as palavras lançadas ao ar, quem sabe se esta carta também não seja transportada em suas “asas” e chegue até a senhora esteja aonde estiver.

Nunca lhe escrevi uma carta, apenas alguns cartões de aniversário e dia das mães, mas para quê se estivemos sempre juntas, exceptuando os últimos anos em que só estávamos juntas no final de semana, embora nos falássemos diariamente ao telefone. Apesar de estarmos juntas poucas palavras trocamos não é mesmo? Parecíamos duas estranhas a conviver sobre o mesmo teto, eu voltada para os estudos e o trabalho, a senhora nos afazeres domésticos e quando falamos, grande parte eram palavras que feriam mais do que acarinhavam, porque não nos entendíamos, a senhora muitas vezes não compreendia o que eu dizia e acabávamos discutindo gerando muitas lágrimas na senhora, ao fim ao cabo por bobagem, lembra uma das últimas vezes que fui limpar as janelas do meu quarto? A senhora insistiu que eu não fizesse com medo que eu caísse, não adiantou os argumentos de que eu estava fazendo com segurança, a senhora insistiu tanto, ficou muito nervosa, começou a chorar e depois me acusou de ser a responsável pelo seu estado. Quantas lágrimas inúteis, desnecessárias, poderiam ser evitadas se eu atendesse ao seu pedido, embora eu estivesse com a razão, pois tinha tomado as devidas preocupações e não corria nenhum risco, mas se o fizesse quem correria risco seria a senhora, porque a senhora iria fazê-lo depois e era isso que eu queria evitar. Se fosse hoje, eu atenderia o seu pedido e arranjaria uma forma de fazê-lo sem que a senhora percebesse e evitaria que a senhora o fizesse.
Este é um dos muitos conflitos que tivemos, onde nos magoamos mutuamente, mas por excesso de bem querer, a senhora tentando evitar que me acontecesse algo, eu tentando evitar que a senhora corresse risco ou se cansasse, afinal a senhora a vida inteira batalhou pela família, quantas vezes teve de carregar baldes de água de uma fonte, quando faltava água em casa, na altura que nós, seus filhos éramos pequenos! Quantas vezes, a senhora esfregou o soalho com palha-de-aço e passou cera de joelhos! E cuidar de 3 filhos pequenos? Lavar as fraldas de panos, na altura não tinha fralda descartável e nem condições para as ter se houvesse, sozinha porque o papai trabalhava, arduamente, para que não faltasse nada em casa, os senhores não tinham ninguém para os ajudar, estavam numa terra estranha, numa cidade, quando a senhora e o papai estavam habituados aos campos de lavoura da aldeia onde nasceram, cresceram e deixaram logo que se casaram. Nos nossos aniversários nunca faltou um bolinho que a senhora fazia com muito carinho, às vezes de madrugada para nos fazer uma surpresa, outras vezes viajando horas de trem para levar o bolinho, feito com amor, ao seu filho, ele já casado com filhas formadas. No Natal mesmo não tendo dinheiro sobrando a senhora sempre conseguia colocar um brinquedinho no nosso sapatinho, como se fosse o Papai Noel que o tivesse deixado.
Por tudo isso e muito mais, além do que tinha a dupla obrigação de o fazer, por ser filha e por ser mais jovem, é que eu tentava aliviar a sua carga quando eu podia, mas a senhora habituada a vida toda cuidar da família e do lar, por amor queria continuar a fazer o que talvez considerasse um dever, não entendia isso, daí os nossos desentendimentos, as lágrimas vertidas ao longo da vida. Muitas vezes a senhora me chamou de desobediente, respondona, mal criada no auge do desentendimento, eu nunca lhe disse isso, essas palavras feriam profundamente porque sempre procurei ser obediente, sempre tive um profundo respeito pela senhora e pelo papai, sempre os amei e os amo, porém, tive sempre um génio ruim, por ser muito sensível, facilmente me sentia magoada, uma palavra, um tom de voz, uma injustiça e logo como uma fera ferida, esbravejava e estupidamente acabava por proferir palavras que magoavam, mas que não era e nunca fora essa a intenção.
Quanta estupidez ao longo da vida! Se arrependimento matasse, eu estaria morta neste momento. Não obstante as lágrimas que fiz brotar dos seus olhos durante a vida, eu fui incapaz de lhe dar uma passagem serena, de aliviar seu sofrimento quando, chegou o seu crepúsculo, de evitar o terror estampado no seu derradeiro olhar, além de tudo isso nem se quer fiquei ao seu lado após a sua partida, para orar e ajudar o espírito a encontrar a luz (posteriormente a sua partida li em algum sítio que o espírito pode demorar algumas horas antes de desencarnar), outra estupidez ou falta de sensibilidade da minha parte não ter pensado nisso e ter ficado ao seu lado, quando o funcionário da clínica disse para ir tratar do funeral eu nem hesitei, sai com o mano e fomos levar a triste notícia ao papai, se bem que optamos por deixá-lo dormir e contamos de manhã cedo, mas tratou-se de ver o cemitério da sua aldeia para onde a levaríamos para a sua morada final. Depois fomos a funerária, preparei a roupa (até nisso eu falhei, foi preciso o papai dizer “tudo para a minha senhora ir bonita”, porque não tive essa lembrança) só depois entreguei a roupa para que a preparassem (mais uma falha, não tomei a iniciativa de o fazer e não me sentia capaz de o fazer, diferente de quando foi a vovó, lembra-se, a senhora pediu que eu lesse a oração do moribundo para ela que estava agonizando, depois ela partiu serena e eu ajudei a vesti-la).
Peço-lhe Perdão:
Perdão por todas as lágrimas que lhe causei;

Perdão por não ter sido a filha que esperava;

Perdão porque nada fiz para aliviar o peso da sua cruz na vida, muito pelo contrário, ainda devo ter contribuído para que fosse mais pesada;

Perdão por não ter sabido ultrapassar as divergências e não ter demonstrado ou dito o quanto a amava e admirava;

Perdão por não ter recompensá-la por todo o trabalho, todo o carinho e nem ter-lhe proporcionado a realização dos seus sonhos, esquecidos em prol da família, um deles tão simples, o de aprender a decorar os seus deliciosos bolos, como a senhora dissera algumas vezes “um dia ainda vou aprender a enfeitar bolos”;

Perdão por não ter sido capaz de dar uma passagem serena para a senhora;

Perdão pelo terror que vi estampado no seu derradeiro olhar, ao invés de ver a serenidade, como outrora eu vi no rosto da vovó após a oração do moribundo que li a seu pedido;

Perdão porque deixei-a sozinha logo após a sua partida, por considerar que o espírito já estivesse liberto logo que seu coração parou de bater, de respirar pondo fim ao sopro da vida.

O que me resta fazer para diminuir a saudades, preencher esse vazio que ficou, aliviar os remorsos e o peso dessa culpa que carrego? Apenas confiar na Misericórdia Divina, pedir a Deus todas as manhãs antes de começar o dia e todas as noites antes de dormir, que lhe dê o eterno descanso no Esplendor de Sua Luz e Glória perpétua e permita que esteja em paz e sem sofrimento ao lado Dele.



Com amor, gratidão, admiração e eterna saudade



Sua filha
PS: A senhora não imagina a falta que faz... o grande vazio que deixou no nosso coração, no nosso lar e na nossa vida.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Ciúmes...a erva daninha que corrói o amor!

O ciúmes é uma erva-daninha que começa por ser pequena e aparentemente inofensiva, mas rapidamente se espalha competindo com as outras ervas pelo substrato e acaba por sufocar as demais que estão a sua volta. Assim é o ciúmes, começa por um pequeno sinal de alerta de perigo, nós descodificamos esse sinal de forma amplificada, começamos a criar um "filme" e tudo começa a se encaixar, passamos a descodificar outros sinais, que até não seria importantes e não estariam relacionados, mas acabamos por assumir que estejam relacionados, vamos condicionando o nosso agir de forma a que o "filme projectado" que antes era apenas uma especulação, passe a ser o relato da realidade e aí não tem volta, o "caldo já está entornado", o "leite já está derramado" não há nada a fazer, o coração foi atingido, ficou envenenado.
O ciúme talvez possa ser traduzido por insegurança e falta de confiança:
* Em nós próprios o que gera insegurança, pegando por exemplo no amor Eros, amamos alguém, mas temos uma apreciação a nosso respeito pouco favorável, talvez errónea, da nossa beleza e atributos físicos ou intelectuais, basta que alguém se aproxime de quem amamos, principalmente se reconhecermos atributos que não identificamos em nós, para logo o ciúme se manifestar, ficamos hiper vigilante, até um cordial sorriso transforma-se numa cena romântica e a partir daí o filme está feito, para complicar quem amamos por um imprevisto qualquer chegou mais tarde ou não pode comparecer a algum compromisso, logo é formado em nós a cena de que estaria com aquela pessoa que vimos sorrir, partimos logo para a condenação sem direito a uma explicação.
* No ser amado, quando reconhecemos nele atributos invejáveis ou cobiçados por todas as mulheres, ou este tem um dossier de conquistas passadas, um suposto historial de pouca fidelidade ou de ser aventureiro inconstante, tipo Dom Juan, quando o vimos em contacto com uma mulher, nem que seja estritamente profissional, o ciúme entra logo em ação, já começamos a fazer o filme e logo passamos a agir como se realmente estivesse “rolando” alguma coisa entre eles, passamos a fazer cobranças, acabamos por sufocar com a nossa desconfiança que leva a que sejamos chatos e impertinente crivando de perguntas e caso não as exteriorizemos, deixamos que corroa o nosso espírito e quebremos a magia da sintonia existente.

Neste caso nunca é de mais lembrar que: "quem ama confia", a base do amor e do relacionamento a dois é a confiança. Com a confiança somos tolerantes, pacientes, compreendemos que o que parece pode não ser e para tudo há uma explicação ou uma razão.

O ciúme talvez possa ser traduzido como o receio de perder algo tão bom e maravilhoso que a vida nos tenha ofertado e colocado em nosso caminho ou que conquistamos com sacrifício, trabalho, persistência, dedicação e/ou perseverança. Mas por medo de perder acabamos na verdade agindo de forma a perder justamente aquilo que tínhamos receio de perder.

Uma pitadinha de ciúmes pode ser um tempero do amor, quando somos o alvo do ciúme, porque sentimos que alguém nos ama e isso faz com que a nossa auto estima fique elevada, porém é pimenta que arde na nossa boca quando somos nós que sentimos ciúmes de alguém.

domingo, 2 de maio de 2010

Porque Deus criou as Mães?

Mês de Maio , mês de Maria, deve ter sido por isso que foi escolhido para ser o mês consagrado às mães e ao coração.
Ao pesquisar na Internet, por acaso (ou talvez não) encontrei uma lenda sobre o dia em que Deus criou as mães e um texto "porque Deus criou as mães", que transcrevo:

1- Diz uma lenda que o dia em que o bom Deus criou as mães, um mensageiro se acercou Dele e Lhe perguntou o porquê de tanto zelo com aquela criação. Em quê, afinal de contas, ela era tão especial? O bondoso e paciente Pai de todos nós lhe explicou que aquela mulher teria o papel de mãe, pelo que merecia especial cuidado:

* Ela deveria ter um beijo que tivesse o dom de curar qualquer coisa, desde leves machucados até namoro terminado.

*Deveria ser dotada de mãos hábeis e ligeiras que agissem depressa preparando o lanche do filho, enquanto mexesse nas panelas para que o almoço não queimasse.

*Que tivesse noções básicas de enfermagem e fosse catedrática em medicina da alma.

*Que aplicasse curativos nos ferimentos do corpo e colocasse bálsamo nas chagas da alma ferida e magoada.

*Mãos que soubessem acarinhar, mas que fossem firmes para transmitir segurança ao filho de passos vacilantes.

*Mãos que soubessem transformar um pedaço de tecido, quase insignificante, numa roupa especial para a festinha da escola.

*Por ser mãe deveria ser dotada de muitos pares de olhos. Um par para ver através de portas fechadas, para aqueles momentos em que se perguntasse o que é que as crianças estão tramando no quarto fechado. Outro par para ver o que não deveria, mas precisa saber e, naturalmente, olhos normais para fitar com doçura uma criança em apuros e lhe dizer: Eu te compreendo. Não tenhas medo. Eu te amo, mesmo sem dizer nenhuma palavra.

O modelo de mãe deveria ser dotado ainda:

* Da capacidade de convencer uma criança de nove anos a tomar banho, uma de cinco a escovar os dentes e dormir, quando está na hora. Um modelo delicado, com certeza, mas resistente, capaz de resistir ao vendaval da adversidade e proteger os filhos.

*De superar a própria enfermidade em benefício dos seus amados e de alimentar uma família com o pão do amor.

*Uma mulher com capacidade de pensar e fazer acordos com as mais diversas faixas de idade. *Uma mulher com capacidade de derramar lágrimas de saudade e de dor mas, ainda assim, insistir para que o filho parta em busca do que lhe constitua a felicidade ou signifique seu progresso maior.

*Uma mulher com lágrimas especiais para os dias da alegria e os da tristeza, para as horas de desapontamento e de solidão.

*Uma mulher de lábios ternos, que soubesse cantar canções de ninar para os bebês e tivesse sempre as palavras certas para o filho arrependido pelas tolices feitas. Lábios que soubessem falar de Deus, do Universo e do amor. Que cantassem poemas de exaltação à beleza da paisagem e aos encantos da vida.

*Uma mulher. Uma mãe. * * * Ser mãe é missão de graves responsabilidades e de subida honra. É gozar do privilégio de receber nos braços Espíritos do Senhor e conduzi-los ao bem. Enquanto haja mães na Terra, Deus estará abençoando o homem com a oportunidade de alcançar a meta da perfeição que lhe cabe, porque a mãe é a mão que conduz, o anjo que vela, a mulher que ora, na esperança de que os seus filhos alcancem felicidade e paz.http://www.reflexao.com.br/mensagem_ler.php?idmensagem=18

2- Porque Deus criou as mães

Quando Deus criou as mães sabia que a gente ia precisar das lições de amor e de fé que só elas sabem dar... Sabia que a gente ia precisar de quem nos ensinasse, sorrindo ou chorando, mas amando sempre. Que a vida é o dom mais precioso que se tem...
Sabia que a gente ia precisar de quem nos repreendesse com paciência e com firmeza de quem nos ensinasse a aprender sem dor. A ter esperanças a aprender caminhar, e até caminhar sozinho... sobretudo, Deus sabia que a gente ia precisar de uma amiga companheira, experiente... sabedora das profundezas humanas e que apesar de tudo, Compreendesse e amasse.
Deus sabia... que iríamos precisar de uma guia que refletisse sua imagem, que falasse de amor mesmo diante do desamor, Que expressasse a linguagem dos anjos, usando palavras dos homens... Deus sabia e por isto criou as mães, criou uma Mãe como você!
A todas as mães o carinho e reconhecimento que merecem... Rozimeire M. M. Giraldi

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Mãe...o papel mais relevante da mulher na sociedade!

A natureza é vaidosa, caprichosa, generosa, amorosa, rica, produtora, bela, sedutora, encantadora, acolhedora, misteriosa, poderosa e por vezes até vingativa. Não fosse ela do gênero feminino. Olhando para as árvores, as plantas, as flores, a própria primavera, todas do gênero feminino, compreende-se porque a mulher, igualmente do género feminino, exerce um papel social relevante:
É o esteio da família, embora o homem represente a figura do “chefe de família” e como tal tenha a obrigação de sustentá-la e assuma o “cargo” de prover financeiramente, porém a gestão financeira fica a cargo da mulher, que é naturalmente uma economista doméstica, sem ter curso de gestão ou economia.
É a responsável pela perpetuação da espécie, (sem ela como o bebê viria ao mundo? Embora em parceria com o homem, se bem que numa espécie de abelhas, ocorre a partenogênese) e por ensinar e educar os filhos. A cerca disso, outrora recebi uma mensagem em PPT, que transcrevo:
"Uma vez uma criança estava pronta para nascer.
Um dia a criança perguntou a Deus, “Disseram-me que me vais enviar amanhã para a Terra ”
“mas como vou viver lá sendo tão pequena e indefesa?”
Deus respondeu,
“De entre muitos anjos,
Eu escolhi um para ti.
Ele estará à tua espera e cuidará de ti".

“Mas” disse a criança,
“aqui no Céu eu não faço mais que cantar e sorrir.”
É o que eu preciso para ser feliz!"
Deus disse,
“O teu anjo cantará para ti todos os dias.
E sentirás o amor do teu anjo e serás feliz".
“E, disse a criança,
”como serei capaz de compreender as pessoas quando falarem comigo, se eu não conheço a linguagem que o homem fala?"
”É fácil ", disse Deus “O teu anjo te ensinará as mais belas e doces palavras que jamais ouviste,
e com muita paciência e carinho, o teu anjo te ensinará a falar".
A criança olhou para o alto e para Deus dizendo,
”E que farei quando eu quiser falar contigo?"
Deus sorriu para a criança dizendo,
“O teu anjo juntará as tuas mãos e te ensinará a orar".
A criança disse, “Ouvi dizer que na Terra existem homens maus.
Quem me irá proteger?"
Deus envolve com suas mãos a criança, dizendo,
“O teu anjo te defenderá – mesmo que arrisque a sua vida!"
A criança entristeceu dizendo, “mas ficarei muito triste porque nunca mais te irei ver".
Deus abraça a criança
“O teu anjo falará sempre acerca de mim e irá ensinar-te o caminho de volta para mim, além de que eu estarei sempre junto de ti".
Neste momento houve muita paz no Céu, mas as palavras da terra podem agora ser ouvidas.
A criança ansiosa, pergunta suavemente
"Oh Deus, Se eu tenho agora de partir por favor diz-me o nome do meu anjo!"
Deus respondeu,
“O nome do teu anjo não tem importancia… Tu irás simplesmente chamar-lhe
“MÃE!"


Na pré-história as mulheres eram sagradas; Todos os deuses eram femininos. Os homens não sabiam como as mulheres engravidavam e, por isso, acreditavam que elas recebiam, diretamente das divindades, a mensagem de uma nova vida, através de seus corpos. Nessa época, os homens eram nômades, saiam para buscar alimento, e as mulheres em bandos, ficavam cuidando dos filhos, em seu "lar pré-histórico".

Algumas mulheres que se destacaram ao longo da História:

Maria de Nazaré, que lutou e também foi uma grande mãe, exemplo de vida e mulher;
Cleópatra foi a última Rainha da Dinastia ptolomaica que dominou o Egito após a Grécia ter invadido aquele país. Tinha uma grande preocupação com o luxo da corte e com a vaidade. Costumava enfeitar-se com jóias de ouro e pedras preciosas ( diamantes, esmeraldas, safiras e rubis; Elizabeth I foi rainha da Inglaterra e da Irlanda de 1558 até sua morte. Seu reino é conhecido por período Elizabetano ou ainda Era Dourada. Foi um período de ascensão, marcado pela expansão do Império Britânico e pela produção artística crescente; Leopoldina Josefa Carolina Francisca Fernanda Beatriz de Habsburgo-Lorena. A mulher que posteriormente se tornaria a primeira Imperatriz do Brasil foi a verdadeira responsável pela Independência de nosso país; Dorotea Erxleben, 1ª médica na Europa, que obteve o diploma em 1754 na Universidade de Halle, na Alemanha; Maria Augusta Generoso Estrela, a primeira mulher a obter o título, no Brasil, que através de uma bolsa de estudos concedida pelo Imperador D. Pedro II estudou em Nova Iorque , obtendo o diploma de médica em 1879; Sofonisba Anguissola (Cremona, para 1532- Palermo, 1625) foi uma pintora italiana, a primeira mulher pintora de sucesso do Renacimiento;

Laura Maria Caterina Bassi (1711-1778) foi a primeira física a ensinar numa universidade. Ensinou a física newtoniana com extraordinário sucesso, tendo introduzido as ideias de Newton em Itália;

Diana Frances Mountbatten-Windsor, Princesa de Gales; Dian Fossey ,uma das mais destacadas pesquisadoras, abandonou a civilização para se embrenhar nas florestas africanas e viver entre o Zaire e Uganda, nos Montes Virunga, estudando os gorilas. Durante anos enfrentou os perigos da floresta, doenças, feitiçarias, caçadores nativos, caçadores brancos, mas nada a fez desistir de dedicar sua vida aos gorilas; Irena Sendler (destaque no Holocausto); Eva Perón, como ficou conhecida em seus últimos anos; Evita, como o povo a batizou, foi uma figura que rompeu todos os precedentes históricos e definiu uma modalidade política nunca vista até então; Florence Nightingale, Ana Neri (Primeiras enfermeíras); Francisca Edwiges Neves Gonzaga maior vulto de compositora popular brasileira contribuiu, inestimavelmente, para a formação nacionalismo musical e, tantas vezes pioneira, teve a coragem de viver, com intensidade e desassombro, tudo o que lhe ditava o coração de mulher adiante do seu tempo. Joana d'Arc, por vezes chamada donzela de Orléans, foi uma heroína da Guerra dos Cem Anos foi uma mártir francesa canonizada em 1920, quase 5 séculos depois de ser queimada viva. Madre Teresa de Calcutá (Ganxhe Bojaxhiu) nasceu em 26 de agosto de 1910, na cidede Skopie, capital da Macedônia, naturalizou-se Indiana é considerada, por alguns, a missionária do século XX, fundou a congregação "Missionárias da Caridade"; Mata Hari (7 de agosto de 1876 - 15 de outubro de 1917) era o nome artístico de Margaretha Geertruida Zelle, uma dançarina exótica holandesa que foi acusada, condenada e executada por espionagem durante a Primeira Guerra Mundial; Simone de Beauvoir , filósofa existencialista francesa , e seu feminismo famoso e militante; Rainha Vitória - O reinado de Vitória foi o mais longo, até à data, da história do Reino Unido e ficou conhecido como a Era Vitoriana. Este período foi marcado pela Revolução Industrial e por grandes mudanças a nível económico, político, cultural e social; Marie Curie- Foi a primeira mulher a ganhar o Prémio Nobel, de Física. "Inventou” a radioatividade surgindo interesse pelos fenômenos radioativos; OLGA BENÁRIO PRESTES - Jovem militante, de origem judaica, entregue para ser morta pelo regime nazista em campo de concentração. Veio para o Brasil na década de 30, para apoiar o Partido Comunista do Brasil. Destacada como guarda-costa de Luís Carlos Prestes; Margareth Thatcher foi a primeira mulher a ocupar o cargo de primeiro-ministro da Grã-Bretanha. Após assumir o poder, optou por fazer uma política de convicção e não de consenso ;
Maria Stuart foi uma das mais famosas rainhas do século XVI, e que teve contra si o ódio e a maldade de soberanos Ímpios; Valentina Tereshkova: A primeira astronauta feminina do mundo, a russa, aos 70 anos, diz que ainda sonha em ir a Marte - mesmo que seja só de ida.

Angela Merkel: chanceler alemã; Sheila C. Bair: presidente da Comissão Federal de Seguros de Depósitos (FDIC) dos Estados Unidos; Condoleezza Rice: Secretária de Estado dos EUA; Cristina Kirchner:presidente da Argentina;

Christine Lagarde: Ministra de Economia, Finanças e Emprego da França;Yulia Tymoshenko: Primeira-ministra de Ucrânia; Sonia Gandhi: presidente do Partido do Congresso da Índia; Sri Mulyani Indrawati : Ministra de Economia e Finanças da Indonésia; Dr. Julie Gerberding: diretora de Centros de Controle e Prevenção de Doenças nos Estados Unidos; Michelle Bachelet: presidente do Chile; Ellen Alemany: diretora executiva do Royal Bank of Scotland Americas; Hillary Rodham Clinton: Senadora por Nova York; Anne Sweeney: presidente do Grupo de televisão Disney-ABC; Valentina Matviyenko: governadora de St. Petersburg, na Rússia; Nancy Tellem: presidente do CBS Paramount Television Entertainment Group; Aung San Suu Kyi: primeira-ministra do Myanmar e Nobel da Paz ; Gloria Arroyo: presidente das Filipinas; Susan Decker: presidente do Yahoo! Tzipora Livni: vice-primeira-ministra e ministra de asssuntos estrangeiros de Israel; Ursula Burns: presidente da Xerox; Helen Clark: primeira-ministra da Nova Zelândia; Ellen Johnson-Sirleaf: presidente da Libéria; Janice Fields: diretora operacional de vice-presidente do Mc Donald’s; Yang Mian: presidente da Haier (China);Tarja Halonen: presidente da Finlândia; Ruth Bader Ginsburg: presidente do Supremo Tribunal dos Estados Unidos; Mary McAleese: presidente da Irlanda; Drew Gilpin Faust: presidente da Harvard University; Margaret Chan: diretora-geral da World Health Organization (Suíça); Christina Gold: diretora-executiva da Western Union; Rainha Rania Al-Abdullah: Rainha da Jordânia; Virginia Rometty: vice-presidente da IBM Global Business Services; Catherine Cesarsky é a primeira mulher a dirigir a União Astronómica Internacional.

É uma lista enorme e está longe de representar o universo das Mulheres que se destacaram na sociedade, porém não podemos esquecer a maioria das mães (em especial a minha querida) do mundo todo, o papel mais relevante da mulher na sociedade, que com seu exemplo de trabalho, dedicação, honestidade, educam com dignidade e civilidade, mostrando para seus filhos e filhas o melhor caminho, os verdadeiros valores de ética e cidadania, e que é preciso antes de tudo trabalhar para ser feliz e construir uma vida melhor.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Sexo é o prazer do amor e não uma obrigação conjugal

Ouvi hoje alguém dizer: "eu não tenho vontade de fazer sexo, mas cedo por obrigação, coitado do homem"? é caso para dizer:"Coitado é filho de rato que nasce pelado no mato",como é possível dizer isso, pois sexo é a expressão máxima do amor, é o prazer que o corpo sente quando se une ao corpo do ser amado numa união perfeita, formando um só corpo.
Está certo que outrora os casamentos eram arranjos entre as famílias e até mesmo uma espécie de negócio ou apenas para procriação, daí as mulheres submeterem-se aos seus maridos por obrigação, mas os tempos mudaram, felizmente, supostamente, um homem e uma mulher decidem viver sob o mesmo teto, dormir e acordar juntos na cama, porque se amam, se completam e se complementam, seus corpos se desejam mutuamente e estão sempre disponíveis, principalmente quando estão reunidas as condições, para uma entrega total, uma perfeita união que culmina num estado sublime de êxtase. Só deixa de acontecer quando um dos dois não está se sentindo bem e não porque falta o desejo.
Por vezes ouve-se o homem dizer "hoje queria fazer amor, mas minha mulher estava com dor de cabeça e aí não rolou" ou a mulher "não tenho vontade de sexo e por isso invento que tenho dor de cabeça". É claro que não temos condições para fazermos sexo na mesma proporção que desejamos, por vezes estamos alterados fisicamente e mentalmente, às vezes temos problemas e preocupações que impedem ou limitam esse desejo, o próprio ritmo de vida é fator condicionante, porém, não consigo aceitar que uma mulher arranje uma desculpa para não ter relações com o homem, a não ser que não ame esse homem, mas nesse caso não deveria arranjar desculpas, devia dizer claramente que não está afim, ou então se não estiver se sentindo bem. Assim como acho abominável uma mulher fingir um prazer que não sente, isso não é uma "mentira piedosa"como muitas podem afirmar, isso é uma espécie de traição, não acredito que um homem seja tão machão a ponto de preferir que a mulher quando não sinta prazer, finja sentir, para não ter o seu orgulho masculino ferido.
Acredito, pelo menos neste exato momento, que a chama do desejo mantém-se, quiescente, pronta a inflamar todo o corpo, ao menor estímulo, enquanto existir amor, é claro que a medida que os anos vão avançando a tendência dessa chama é modificar-se, tornar-se menos intensa, mas não se extinguir.Fingir sentir prazer para alcançar algum interesse nada mais é do que a expressão de quem nunca amou , da perda da oportunidade de ser realmente amado , de viver momentos felizes e alcançar o estado de êxtase que só o amor é capaz de realizar e de inflamar o desejo.




domingo, 25 de abril de 2010

A Natureza é vaidosa!

A Natureza é vaidosa, suas árvores e plantas enchem-se de adornos, as flores, formando verdadeiras obras primas quando captamos o cenário através de uma máquina fotográfica, mostrando a beleza instantânea estática, de uma máquina de filmar, mostrando a beleza viva em movimento, ou através da pintura, mostrando a beleza de acordo com a observação e a percepção do artista.
As árvores e as plantas são vaidosas, umas mais do que outras, uma mesma espécie pode ficar carregada de flores, exuberantes e vistosas e outras podem ser discretas com poucas flores.
Nunca tinha observado o quanto a mulher se assemelha a uma árvore com flores, ambas usam adornos, no caso das árvores são as flores e no caso das mulheres as jóias e as bijuterias. Algumas mulheres usam excesso de adornos para chamar a atenção, outras usam poucos adornos, justamente para não chamar a atenção. As folhas das árvores assumem tonalidades diferentes consoante a espécie e dentro da mesma espécie. Assim a mulher usa cores diferentes no seu vestuário dependendo do momento interior, da moda e da ocasião. Assim como tinge seus cabelos, por vezes com cores esquisitas ora para impor uma moda, ora para seguir a moda, ora para ser diferente e marcar presença.
A única diferença em termos de adornos entre a mulher e a árvore é que nesta não importa a quantidade de “adornos” (flores) espalhará sempre uma beleza, exuberante ou não, porém sempre delicada, que se torna um colírio aos olhos de quem a vê, na mulher quanto mais adornos colocar, mais artificial, vulgar e grosseira será a sua beleza, e por vezes será irritante aos olhos de quem a vê e ofuscará ou colocará em segundo plano a sua própria beleza natural.