Seja Bem Vindo!


Sua visita me deixou muito feliz...

Sua visita me deixou  muito feliz...

Amor & Emoção x Razão


quinta-feira, 20 de maio de 2010

Amor Eros...Sucessão de ciclos de ondas!

O Amor Eros, é uma sucessão de ciclo de ondas, o “vento” (estímulo) começa a soprar no “mar interior”, ocorre uma colisão entre as moléculas da emoção, iniciando-se um processo de transferência de energia entre o ar e o mar. Surgem pequenas deformações, “ondas capilares”. A superfície do “mar interior”torna-se rugosa. Se o vento cessar, a rugosidade também cessa imediatamente, mas aumentam se o “vento” continuar e se transformam em pequenas “ondas” com uma parte elevada chamada crista, e uma depressão chamada cavado. Neste estágio, se o vento cessar elas continuarão a ter vida própria e se propagarão pela superfície do corpo. O “vento” continuando a soprar, a transferência de energia prossegue e as “ondas da emoção” ganham altura, formando um “espectro de Ondas” até ao desenvolvimento máximo, onde atinge um platô de equilíbrio, a energia transferida do “vento” se iguala à energia dissipada das ondas, surge a “calmaria” (Sublime estado de êxtase). Quanto maior for a velocidade do vento, maiores serão as ondas que compõe o espectro, e mais tempo será necessário para atingir o estágio estável.

A forma ou as características do espectro de ondas depende de 3 propriedades do vento: *Intensidade: ventos intensos formam ondas maiores.
*Duração: se o vento cessar prematuramente poderá não haver tempo suficiente para construir um espectro estável. Precisam soprar durante algum tempo de forma contínua para que ocorra transferência de energia suficiente para formar ondas altas para construir um espectro estável;
*Extensão: ventos soprando sobre uma pequena área não conseguem formar espectros estáveis. Precisam soprar por uma área extensa de comprimento, “pista de vento”, para formar o espectro estável.Assim que as ondas são formadas, elas se propagam sobre a superfície, e escapam da zona de geração. Se a propagação se efetuar sobre uma superfície onde o vento continua a soprar, a transferência de energia continuará ocorrendo, e a onda a crescer, exceto se tiver atingido o estágio estável. Na zona de geração, as ondas parecem desorganizadas, e o mar caótico. Quando escapam da zona de geração as ondas com menores comprimento se dissipam, e o espectro vai sendo filtrado. As maiores, podem viajar por milhares de quilômetros. É assim que ondas formadas no Pacifico Sul, ao sul da Austrália, atingem o Alaska. Também é comum ondas formadas no Atlântico Norte causarem ressacas no litoral Norte do Brasil, e depois alcançarem a Namíbia, na África. Uma vez geradas, as ondas mantém sua trajetória mesmo fora da área de ação do vento, quando passam a ser denominadas de swell. Por se propagarem como as ondulações concêntricas, geradas por um objeto lançado na água, a energia se distribui ao longo de uma circunferência cada vez maior, o que resulta em diminuição da energia por unidade de comprimento de crista, ou seja, em diminuição da altura da onda. Dessa maneira ondas de tempestade podem se transformar em ondas construtivas como será visto mais adiante.

Quando o espectro de ondas de emoção é o "máximo" a forma de eternizá-los é descrevê-los posteriormente, o mais próximo do ocorrido, se for em PPT muito melhor porque pode associar imagem e som que exaltem o momento. Na contabilidade do amor Eros sobressaem 121 espectros de máxima emoção, com direito a alcançar o paraíso nesta dimensão terrena.

domingo, 16 de maio de 2010

O prazer esta no sonhar e projetar do que propriamente no realizar

Dias atrás fiz uma descoberta: Obtenho mais prazer quando projeto e planejo o sonho do que propriamente quando o torno realidade, ou melhor quando estou planejando a forma de realizar o sonho sinto prazer, porque estou dando asas a criatividade. Isso a propósito de ter projetado um torneio de duplas de voley, mas que ficou só em projeto, porque senti que os elementos não estavam motivados, nem se quer tentei convencê-los, não valia a pena, isso fez com que ao invés de ficar frustrada, refletisse sobre o prazer que senti ao colocar no papel desde a ideia, passando pelo nome do torneio, o calendário dos jogos, a criação do emblema para por nas T-Shirts personalizadas que iria mandar confeccionar, até aos troféus e medalhas que seriam gravadas para esse efeito é claro que se realizasse teria muito prazer, porque jogar voley por si só já proporciona imenso prazer.
Essa descoberta confirma que o mais gostoso de uma viajem não é quando chegamos no destino e sim todos os passos que demos para lá chegar. Assim como o mais importante não é ganhar ou vencer e sim o competir, que mostra o que fizemos no percurso para conquistar a vitória.

Daqui podemos extrapolar para outras situações, como os preparativos para uma festa e não a festa em si, a escolha de um presente ou a sua confecção e não quando entregamos o presente.

O momento em que colocamos nossa criatividade em ação é sempre um momento de prazer e de libertação de nós mesmos, semelhante ao que acontece quando duas almas gêmeas complementares se unem.
O prazer do sonhar , o prazer do planificar o sonho muitas das vezes supera o prazer do sonho realizado, por isso devemos "apostar" no sonho, mesmo que esse não se realize na pratica, já se realizou no momento em que o delineamos o que nos proporciona muito prazer.

terça-feira, 11 de maio de 2010

Sua Santidade em Lisboa

Hoje Sua Santidade Papa Bento XVI passou o dia em Lisboa, Portugal, 1º dia dos 4 dias que visitará. Celebrou a Santa Eucaristia num cenário espetacular, no Terreiro do Paço, tendo por fundo o Rio Tejo com embarcações colocadas de forma estratégia de forma que o Altar parecia que emergia das águas do rio, e mais ao fundo a imagem do Cristo Rei (que não se consegue ver deste ângulo), que fica localizado na Margem Sul do Tejo, local muito bem escolhido, já que o Papa é o sucessor de São Pedro nos nossos dias, São Pedro, um humilde pescador, Apóstolo de Jesus que o nomeou "pescador de homens" afirmando que ..."sobre ti edificarei a minha igreja". A celebração reuniu milhares de fiéis, não só portugueses, como oriundos de outros países, inclusive do Brasil, cujas bandeiras flamejavam no ar.
Tomara que todos esses fiéis tenham se dirigido ao local movidos pela Fé Cristã e não para assistir a um espetáculo somente. Que o apelo a Paz, ao Amor dê frutos. Entre muitas frases, uma muito marcante, alusiva ao momento atual de crise dos valores dentro da própria Igreja Católica por causa dos casos de pedofilia e abusos sexuais dos menores, "o perdão não substitui a justiça", os pecadores devem ser perdoado, porém isso não significa que ficarão impunes ou ilibados dos crimes cometidos.
Parabéns aos organizadores e a quem concebeu a ideia de tão belíssimo cenário por si só inspirador para que as pessoas mergulhassem dentro de si mesmo, como Sua Santidade referiu, embora aplicasse outros termos equivalentes e haja uma aproximação maior a Deus que está no âmago de tudo e de todos.

domingo, 9 de maio de 2010

A felicidade é uma conquista pessoal

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Após ler o post sobre felicidade no "Linha de Consciência", onde o seu autor sintetiza o que é ser feliz para ele: "viver o céu na terra", encontrei esta oração, que aponta o caminho para que possamos encontrar a felicidade nesta dimensão terrena:

"Senhor, ensina-nos a orar sem esquecer o trabalho.
A dar sem olhar a quem.
A servir sem perguntar até quando.
A sofrer sem magoar seja a quem for.
A progredir sem perder a simplicidade.
A semear o bem sem pensar nos resultados.
A desculpar sem condições.
A marchar para a frente sem contar os obstáculos.
A ver sem malícia.
A escutar sem corromper os assuntos.
A falar sem ferir.
A compreender o próximo sem exigir entendimento.
A respeitar os semelhantes sem reclamar consideração.
A dar o melhor de nós, além da execução do próprio dever sem cobrar taxas de reconhecimento.
Senhor, fortalece em nós a paciência para com as dificuldades dos outros, assim como precisamos da paciência dos outros para com as nossas próprias dificuldades.
Ajuda-nos para que a ninguém façamos aquilo que não desejamos para nós.
Auxilia-nos sobretudo a reconhecer que a nossa felicidade mais alta será invariavelmente àquela de cumprir os desígnios, onde e como queiras, hoje, agora e sempre".(
Emmanuel)

Alcançar a felicidade é uma conquista de cada um, no dia-a-dia dessa aventura que se chama viver, sendo portanto, pessoal e intransferível.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Carta à minha querida e saudosa Mãe

Querida Mãe,
O vento carrega tudo inclusive as palavras lançadas ao ar, quem sabe se esta carta também não seja transportada em suas “asas” e chegue até a senhora esteja aonde estiver.

Nunca lhe escrevi uma carta, apenas alguns cartões de aniversário e dia das mães, mas para quê se estivemos sempre juntas, exceptuando os últimos anos em que só estávamos juntas no final de semana, embora nos falássemos diariamente ao telefone. Apesar de estarmos juntas poucas palavras trocamos não é mesmo? Parecíamos duas estranhas a conviver sobre o mesmo teto, eu voltada para os estudos e o trabalho, a senhora nos afazeres domésticos e quando falamos, grande parte eram palavras que feriam mais do que acarinhavam, porque não nos entendíamos, a senhora muitas vezes não compreendia o que eu dizia e acabávamos discutindo gerando muitas lágrimas na senhora, ao fim ao cabo por bobagem, lembra uma das últimas vezes que fui limpar as janelas do meu quarto? A senhora insistiu que eu não fizesse com medo que eu caísse, não adiantou os argumentos de que eu estava fazendo com segurança, a senhora insistiu tanto, ficou muito nervosa, começou a chorar e depois me acusou de ser a responsável pelo seu estado. Quantas lágrimas inúteis, desnecessárias, poderiam ser evitadas se eu atendesse ao seu pedido, embora eu estivesse com a razão, pois tinha tomado as devidas preocupações e não corria nenhum risco, mas se o fizesse quem correria risco seria a senhora, porque a senhora iria fazê-lo depois e era isso que eu queria evitar. Se fosse hoje, eu atenderia o seu pedido e arranjaria uma forma de fazê-lo sem que a senhora percebesse e evitaria que a senhora o fizesse.
Este é um dos muitos conflitos que tivemos, onde nos magoamos mutuamente, mas por excesso de bem querer, a senhora tentando evitar que me acontecesse algo, eu tentando evitar que a senhora corresse risco ou se cansasse, afinal a senhora a vida inteira batalhou pela família, quantas vezes teve de carregar baldes de água de uma fonte, quando faltava água em casa, na altura que nós, seus filhos éramos pequenos! Quantas vezes, a senhora esfregou o soalho com palha-de-aço e passou cera de joelhos! E cuidar de 3 filhos pequenos? Lavar as fraldas de panos, na altura não tinha fralda descartável e nem condições para as ter se houvesse, sozinha porque o papai trabalhava, arduamente, para que não faltasse nada em casa, os senhores não tinham ninguém para os ajudar, estavam numa terra estranha, numa cidade, quando a senhora e o papai estavam habituados aos campos de lavoura da aldeia onde nasceram, cresceram e deixaram logo que se casaram. Nos nossos aniversários nunca faltou um bolinho que a senhora fazia com muito carinho, às vezes de madrugada para nos fazer uma surpresa, outras vezes viajando horas de trem para levar o bolinho, feito com amor, ao seu filho, ele já casado com filhas formadas. No Natal mesmo não tendo dinheiro sobrando a senhora sempre conseguia colocar um brinquedinho no nosso sapatinho, como se fosse o Papai Noel que o tivesse deixado.
Por tudo isso e muito mais, além do que tinha a dupla obrigação de o fazer, por ser filha e por ser mais jovem, é que eu tentava aliviar a sua carga quando eu podia, mas a senhora habituada a vida toda cuidar da família e do lar, por amor queria continuar a fazer o que talvez considerasse um dever, não entendia isso, daí os nossos desentendimentos, as lágrimas vertidas ao longo da vida. Muitas vezes a senhora me chamou de desobediente, respondona, mal criada no auge do desentendimento, eu nunca lhe disse isso, essas palavras feriam profundamente porque sempre procurei ser obediente, sempre tive um profundo respeito pela senhora e pelo papai, sempre os amei e os amo, porém, tive sempre um génio ruim, por ser muito sensível, facilmente me sentia magoada, uma palavra, um tom de voz, uma injustiça e logo como uma fera ferida, esbravejava e estupidamente acabava por proferir palavras que magoavam, mas que não era e nunca fora essa a intenção.
Quanta estupidez ao longo da vida! Se arrependimento matasse, eu estaria morta neste momento. Não obstante as lágrimas que fiz brotar dos seus olhos durante a vida, eu fui incapaz de lhe dar uma passagem serena, de aliviar seu sofrimento quando, chegou o seu crepúsculo, de evitar o terror estampado no seu derradeiro olhar, além de tudo isso nem se quer fiquei ao seu lado após a sua partida, para orar e ajudar o espírito a encontrar a luz (posteriormente a sua partida li em algum sítio que o espírito pode demorar algumas horas antes de desencarnar), outra estupidez ou falta de sensibilidade da minha parte não ter pensado nisso e ter ficado ao seu lado, quando o funcionário da clínica disse para ir tratar do funeral eu nem hesitei, sai com o mano e fomos levar a triste notícia ao papai, se bem que optamos por deixá-lo dormir e contamos de manhã cedo, mas tratou-se de ver o cemitério da sua aldeia para onde a levaríamos para a sua morada final. Depois fomos a funerária, preparei a roupa (até nisso eu falhei, foi preciso o papai dizer “tudo para a minha senhora ir bonita”, porque não tive essa lembrança) só depois entreguei a roupa para que a preparassem (mais uma falha, não tomei a iniciativa de o fazer e não me sentia capaz de o fazer, diferente de quando foi a vovó, lembra-se, a senhora pediu que eu lesse a oração do moribundo para ela que estava agonizando, depois ela partiu serena e eu ajudei a vesti-la).
Peço-lhe Perdão:
Perdão por todas as lágrimas que lhe causei;

Perdão por não ter sido a filha que esperava;

Perdão porque nada fiz para aliviar o peso da sua cruz na vida, muito pelo contrário, ainda devo ter contribuído para que fosse mais pesada;

Perdão por não ter sabido ultrapassar as divergências e não ter demonstrado ou dito o quanto a amava e admirava;

Perdão por não ter recompensá-la por todo o trabalho, todo o carinho e nem ter-lhe proporcionado a realização dos seus sonhos, esquecidos em prol da família, um deles tão simples, o de aprender a decorar os seus deliciosos bolos, como a senhora dissera algumas vezes “um dia ainda vou aprender a enfeitar bolos”;

Perdão por não ter sido capaz de dar uma passagem serena para a senhora;

Perdão pelo terror que vi estampado no seu derradeiro olhar, ao invés de ver a serenidade, como outrora eu vi no rosto da vovó após a oração do moribundo que li a seu pedido;

Perdão porque deixei-a sozinha logo após a sua partida, por considerar que o espírito já estivesse liberto logo que seu coração parou de bater, de respirar pondo fim ao sopro da vida.

O que me resta fazer para diminuir a saudades, preencher esse vazio que ficou, aliviar os remorsos e o peso dessa culpa que carrego? Apenas confiar na Misericórdia Divina, pedir a Deus todas as manhãs antes de começar o dia e todas as noites antes de dormir, que lhe dê o eterno descanso no Esplendor de Sua Luz e Glória perpétua e permita que esteja em paz e sem sofrimento ao lado Dele.



Com amor, gratidão, admiração e eterna saudade



Sua filha
PS: A senhora não imagina a falta que faz... o grande vazio que deixou no nosso coração, no nosso lar e na nossa vida.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Ciúmes...a erva daninha que corrói o amor!

O ciúmes é uma erva-daninha que começa por ser pequena e aparentemente inofensiva, mas rapidamente se espalha competindo com as outras ervas pelo substrato e acaba por sufocar as demais que estão a sua volta. Assim é o ciúmes, começa por um pequeno sinal de alerta de perigo, nós descodificamos esse sinal de forma amplificada, começamos a criar um "filme" e tudo começa a se encaixar, passamos a descodificar outros sinais, que até não seria importantes e não estariam relacionados, mas acabamos por assumir que estejam relacionados, vamos condicionando o nosso agir de forma a que o "filme projectado" que antes era apenas uma especulação, passe a ser o relato da realidade e aí não tem volta, o "caldo já está entornado", o "leite já está derramado" não há nada a fazer, o coração foi atingido, ficou envenenado.
O ciúme talvez possa ser traduzido por insegurança e falta de confiança:
* Em nós próprios o que gera insegurança, pegando por exemplo no amor Eros, amamos alguém, mas temos uma apreciação a nosso respeito pouco favorável, talvez errónea, da nossa beleza e atributos físicos ou intelectuais, basta que alguém se aproxime de quem amamos, principalmente se reconhecermos atributos que não identificamos em nós, para logo o ciúme se manifestar, ficamos hiper vigilante, até um cordial sorriso transforma-se numa cena romântica e a partir daí o filme está feito, para complicar quem amamos por um imprevisto qualquer chegou mais tarde ou não pode comparecer a algum compromisso, logo é formado em nós a cena de que estaria com aquela pessoa que vimos sorrir, partimos logo para a condenação sem direito a uma explicação.
* No ser amado, quando reconhecemos nele atributos invejáveis ou cobiçados por todas as mulheres, ou este tem um dossier de conquistas passadas, um suposto historial de pouca fidelidade ou de ser aventureiro inconstante, tipo Dom Juan, quando o vimos em contacto com uma mulher, nem que seja estritamente profissional, o ciúme entra logo em ação, já começamos a fazer o filme e logo passamos a agir como se realmente estivesse “rolando” alguma coisa entre eles, passamos a fazer cobranças, acabamos por sufocar com a nossa desconfiança que leva a que sejamos chatos e impertinente crivando de perguntas e caso não as exteriorizemos, deixamos que corroa o nosso espírito e quebremos a magia da sintonia existente.

Neste caso nunca é de mais lembrar que: "quem ama confia", a base do amor e do relacionamento a dois é a confiança. Com a confiança somos tolerantes, pacientes, compreendemos que o que parece pode não ser e para tudo há uma explicação ou uma razão.

O ciúme talvez possa ser traduzido como o receio de perder algo tão bom e maravilhoso que a vida nos tenha ofertado e colocado em nosso caminho ou que conquistamos com sacrifício, trabalho, persistência, dedicação e/ou perseverança. Mas por medo de perder acabamos na verdade agindo de forma a perder justamente aquilo que tínhamos receio de perder.

Uma pitadinha de ciúmes pode ser um tempero do amor, quando somos o alvo do ciúme, porque sentimos que alguém nos ama e isso faz com que a nossa auto estima fique elevada, porém é pimenta que arde na nossa boca quando somos nós que sentimos ciúmes de alguém.

domingo, 2 de maio de 2010

Porque Deus criou as Mães?

Mês de Maio , mês de Maria, deve ter sido por isso que foi escolhido para ser o mês consagrado às mães e ao coração.
Ao pesquisar na Internet, por acaso (ou talvez não) encontrei uma lenda sobre o dia em que Deus criou as mães e um texto "porque Deus criou as mães", que transcrevo:

1- Diz uma lenda que o dia em que o bom Deus criou as mães, um mensageiro se acercou Dele e Lhe perguntou o porquê de tanto zelo com aquela criação. Em quê, afinal de contas, ela era tão especial? O bondoso e paciente Pai de todos nós lhe explicou que aquela mulher teria o papel de mãe, pelo que merecia especial cuidado:

* Ela deveria ter um beijo que tivesse o dom de curar qualquer coisa, desde leves machucados até namoro terminado.

*Deveria ser dotada de mãos hábeis e ligeiras que agissem depressa preparando o lanche do filho, enquanto mexesse nas panelas para que o almoço não queimasse.

*Que tivesse noções básicas de enfermagem e fosse catedrática em medicina da alma.

*Que aplicasse curativos nos ferimentos do corpo e colocasse bálsamo nas chagas da alma ferida e magoada.

*Mãos que soubessem acarinhar, mas que fossem firmes para transmitir segurança ao filho de passos vacilantes.

*Mãos que soubessem transformar um pedaço de tecido, quase insignificante, numa roupa especial para a festinha da escola.

*Por ser mãe deveria ser dotada de muitos pares de olhos. Um par para ver através de portas fechadas, para aqueles momentos em que se perguntasse o que é que as crianças estão tramando no quarto fechado. Outro par para ver o que não deveria, mas precisa saber e, naturalmente, olhos normais para fitar com doçura uma criança em apuros e lhe dizer: Eu te compreendo. Não tenhas medo. Eu te amo, mesmo sem dizer nenhuma palavra.

O modelo de mãe deveria ser dotado ainda:

* Da capacidade de convencer uma criança de nove anos a tomar banho, uma de cinco a escovar os dentes e dormir, quando está na hora. Um modelo delicado, com certeza, mas resistente, capaz de resistir ao vendaval da adversidade e proteger os filhos.

*De superar a própria enfermidade em benefício dos seus amados e de alimentar uma família com o pão do amor.

*Uma mulher com capacidade de pensar e fazer acordos com as mais diversas faixas de idade. *Uma mulher com capacidade de derramar lágrimas de saudade e de dor mas, ainda assim, insistir para que o filho parta em busca do que lhe constitua a felicidade ou signifique seu progresso maior.

*Uma mulher com lágrimas especiais para os dias da alegria e os da tristeza, para as horas de desapontamento e de solidão.

*Uma mulher de lábios ternos, que soubesse cantar canções de ninar para os bebês e tivesse sempre as palavras certas para o filho arrependido pelas tolices feitas. Lábios que soubessem falar de Deus, do Universo e do amor. Que cantassem poemas de exaltação à beleza da paisagem e aos encantos da vida.

*Uma mulher. Uma mãe. * * * Ser mãe é missão de graves responsabilidades e de subida honra. É gozar do privilégio de receber nos braços Espíritos do Senhor e conduzi-los ao bem. Enquanto haja mães na Terra, Deus estará abençoando o homem com a oportunidade de alcançar a meta da perfeição que lhe cabe, porque a mãe é a mão que conduz, o anjo que vela, a mulher que ora, na esperança de que os seus filhos alcancem felicidade e paz.http://www.reflexao.com.br/mensagem_ler.php?idmensagem=18

2- Porque Deus criou as mães

Quando Deus criou as mães sabia que a gente ia precisar das lições de amor e de fé que só elas sabem dar... Sabia que a gente ia precisar de quem nos ensinasse, sorrindo ou chorando, mas amando sempre. Que a vida é o dom mais precioso que se tem...
Sabia que a gente ia precisar de quem nos repreendesse com paciência e com firmeza de quem nos ensinasse a aprender sem dor. A ter esperanças a aprender caminhar, e até caminhar sozinho... sobretudo, Deus sabia que a gente ia precisar de uma amiga companheira, experiente... sabedora das profundezas humanas e que apesar de tudo, Compreendesse e amasse.
Deus sabia... que iríamos precisar de uma guia que refletisse sua imagem, que falasse de amor mesmo diante do desamor, Que expressasse a linguagem dos anjos, usando palavras dos homens... Deus sabia e por isto criou as mães, criou uma Mãe como você!
A todas as mães o carinho e reconhecimento que merecem... Rozimeire M. M. Giraldi