Seja Bem Vindo!


Sua visita me deixou muito feliz...

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Amor & Emoção x Razão


terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Diário de um Cão…

Porque gosto muito de cães transcrevo este "diário" na esperança de tocar o coração e a consciência de quem passe por aqui, para que os animais não sejam maltratados:
"Hoje, eu nasci…Tão frágil… Tão pequenino… Que impressão!
Completo hoje uma semana de vida. Estou feliz por ter chegado são e salvo a este mundo!
1º Mês:A minha mãe cuida tão bem de mim!
2 Meses: Hoje separaram-me da minha mãe. Olhei para ela, estava inquieta. Com o seu olhar, disse-me “adeus”.
Espero que a minha nova família humana goste de mim e me trate tão bem como a minha mamã o fez!
4 Meses: Cresci rápido! Tudo me chama a atenção. Há várias crianças na casa. São como “irmãozinhos” para mim! Estamos sempre a brincar: eles puxam-me o rabo e eu mordo-os, mas sem os aleijar, claro! É só a brincar!
5 Meses: Hoje deram-me uma “bronca”. A minha dona ficou aborrecida comigo porque eu fiz “pipi” dentro de casa. Mas nunca ninguém me ensinou onde podia fazê-lo… Além disso, durmo no hall de entrada. Estava tão aflitinho que não deu para aguentar…
8 Meses: Sou um cão feliz! Tenho o calor de um lar, sinto-me tão seguro, tão protegido… Acho que a minha família humana me ama e permite que eu faça muitas coisas! O pátio é todinho para mim e, por vezes, entusiasmo-me e cavo a terra toda tal como os meus antepassados, os lobos, quando escondiam a comida. Nunca me educam. Acho que devo estar a fazer tudo direitinho!
12 Meses: Hoje completo um ano. Sou um cão adulto!
Os meus donos dizem que cresci mais do que eles estavam à espera. Devem estar mesmo orgulhosos de mim!
13 Meses: Hoje acorrentaram-me… Quase não me posso movimentar. Mal consigo procurar um raio de sol ou abrigar-me à sombra, se o calor for demasiado. Dizem que vão estar de olho em mim e que sou um ingrato. Não faço ideia do que poderá estar a acontecer…
15 Meses: Já nada é como dantes. Moro na varanda sozinho. Sinto-me muito só… A minha família já não me quer! Às vezes, esquecem-se de que tenho fome e sede. E quando chove, nem sequer tenho um tecto que me abrigue…
16 Meses: Hoje desceram-me da varanda. Estou certo de que me perdoaram! Fiquei tão contente que saltitei de alegria. Até o meu rabo parecia um ventilador. Além disso, vão levar-me para passear com eles!
Fomos para a estrada e, de repente, os meus donos pararam o automóvel. Abriram a porta e eu desci, feliz, a pensar que íamos passar o dia em família, no campo. Não compreendo por que fecharam a porta e se foram embora sem mim…
-“Ouçam, esperem!”, lati vezes sem conta.
Esqueceram-se de mim… Corri com todas as minhas forças atrás do carro. A minha angústia crescia ao perceber que não paravam e que estava a perder o fôlego. Esqueceram-se mesmo de mim… Como poderá ter acontecido?
17 Meses: Procurei, em vão, encontrar o caminho de volta para casa. Estou e sinto-me perdido! No meu caminho existem pessoas de bom coração que me olham com tristeza e me dão alguma coisa para comer. Agradeço-lhes com o meu olhar, do fundo da minha alma. Quem me dera que alguma me adoptasse… Seria leal como ninguém. Mas apenas murmuram: “Pobre cãozinho! Deve ter-se perdido!”
18 Meses: Hoje passei perto de uma escola e vi muitos jovens e crianças que me lembraram os “irmãozinhos” que ganhei na minha família adoptiva. Aproximei-me, e um grupo deles, rindo, atirou-me com pedras só para ver quem tinha “melhor pontaria”. Uma dessas pedras atingiu-me num olho e desde então que não vejo dele.
19 Meses: Como as coisas mudam… Parece mentira! Quando era mais bonito, as pessoas tinham compaixão de mim. Agora estou muito fraco, o meu aspecto mudou. Perdi o meu olho e as pessoas mostram-me logo um pau ou uma vassoura quando tento deitar-me um pouco à sombra.
20 Meses: Quase não consigo mexer-me! Hoje, quando estava para atravessar a estrada, fui atropelado por um carro. Eu ainda estava num lugar a que seguro a que chamam “passeio”, à espera, e nunca esquecerei o olhar de satisfação do condutor, que até se vangloriou por me ter acertado. Mais valia que me tivesse matado ali. A dor é terrível! É praticamente insuportável!
As minhas patas traseiras não me obedecem. Não mexem… Com grande dificuldade, arrastei-me até à relva ali perto.
Há 10 dias que estou ao sol, ao frio, à chuva, sempre sem comer. Já não sou capaz de me mexer. A dor é insuportável! Sinto-me muito mal. Estou num lugar húmido e até o meu pêlo está a cair…
Algumas pessoas passam e nem me vêem. Outras dizem apenas “Não chegues perto!”
Já estou quase inconsciente mas algo estranho me dá força para abrir os olhos. A doçura da voz fez-me reagir: “Pobre cãozinho, olha como te deixaram…”
Junto dela estava um senhor de bata branca. Começou a tocar em mim, e por fim disse: “Sinto muito, senhora, mas já não há nada a fazer. É melhor que páre de sofrer.”
A gentil senhora, com as lágrimas no rosto, concordou. Como pude, mexi o rabo e olhei-a, agradecendo-lhe por me ajudar a descansar. Senti apenas a picada da injecção e adormeci para sempre, a pensar em por que tive de nascer se ninguém me queria…
Ajude a abrir as consciências dos ignorantes e, assim, acabar com os maus tratos aos animais, nomeadamente com o problema dos gatos e cães de rua.
Obrigada!
"
(Recebido por correio eletrônico no formato PPT:Adaptação de documento brasileiro. SB.)

A aceitação do inevitável amplia o nosso horizonte

Num "passeio" pelo mundo da Internet a descoberta de um texto que veio acrescentar mais um ponto de reflexão para estar mais próximo do encontro com o Eu interior, porque descreve uma experiência pessoal vivida em tempos, anterior ao relato encontrado, quando diante de uma decisão conflituosa a ser tomada, sentimentos de revolta, indignação, ressentimento, frustração tornavam a decisão difícil de ser tomada e que fosse a correta, somente após a aceitação do inevitável, igual a cena de Jesus na Cruz "Pai em Tuas mãos entrego o meu espírito", é que a decisão foi tomada, nesse momento a serenidade tomou conta do espírito e tudo se modificou, toda a ira, medos, revolta, frustração, transformou-se numa força e energia necessária para vencer os obstáculos que seriam encontrados eque apontou o rumo a seguir.

A c e i t a ç ã o =>O início da transformação
A primeira impressão que temos quando ouvimos ou pensamos em aceitar, seja uma pessoa, um fato ou uma circunstância é de que estaremos nos submetendo ou nos subjugando, desistindo de lutar, sendo fracos.
De verdade, se quisermos modificar qualquer aspecto da nossa vida e de nós mesmos, devemos começar aceitando.
A aceitação é detentora de um poder transformador que só quem já experimentou pode avaliar
É difícil aceitar uma perda
material ou afetiva; uma dificuldade financeira; uma doença; uma humilhação; uma traição
Mas a aceitação é um ato de força interior, sabedoria e humildade, pois existem inúmeras situações que não estão sob o nosso controle
As pessoas são como são, dificilmente mudam.
Não podemos contar com isso. A única pessoa que podemos mudar, somos nós mesmos, portanto, se não houver aceitação, o que estaremos fazendo é insensato, é insano.
Ser resistente, brigar, revoltar-se, negar, deprimir, desesperar, indignar-se, culpar, culpar-se são reações emocionais carregadas de raiva. Raiva do outro, raiva de si mesmo, raiva da vida. E a raiva destrói, desagrega.
A aceitação é uma força que desconhecemos porque somos condicionados a lutar, a esbravejar, a brigar.
Aceitar não é desistir, nem tão pouco resignar-se. Aceitar é estar lúcido do momento presente e se assim a vida se apresenta, assim deve ser.
Tudo está coordenado pela Lei da ação e reação.
No instante em que aceitamos, desmaterializamos situações que foram criadas por nós, soluções surgem naturalmente através da intuição ou fatos trazem as respostas e as saídas para o problema.
Tudo é movimento. Nada é permanente.
A nossa tendência “natural” é resistir, não aceitar, combater tudo o que nos contraria e o que nos gera sofrimento. Dessa forma prolongamos a situação. Resistir só nos mantém presos dentro da situação desconfortável, muitas vezes perpetuando e tornando tudo mais complicado e pesado.
Quando não aceitamos nos tornamos amargos, revoltados,frustrados, insatisfeitos, cheios de rancor e tristeza, e esses padrões mentais e emocionais criam mais dificuldades, nunca trazem solução.
Aceitar é expandir a consciência e encontrar respostas, soluções, alívio. Aceitar é o que nos leva à Fé. É fundamental entender que aceitar não significa desistir e seguir adiante com otimismo.
Ter muitos propósitos a serem atingidos é nossa atitude saudável diante da vida
Aceitar se refere ao momento presente, ao agora.
No instante que você aceita, você se entrega ao que a vida quer-lhe oferecer. Novas idéias surgem para prosseguir na direção desejada, saindo do sofrimento. (Ana Cristina Pereira )
http://karinizumi.wordpress.com

Diante de uma situação menos favorável, o primeiro passo é realmente aceitar o inevitável, a partir daí abre-se uma janela, amplia-se o nosso horizonte e vislumbramos o caminho a ser trilhado.

Respeitar a vida e seguir em frente ...semente de felicidade!

A felicidade é a meta a ser alcançada por todos, mas a felicidade precisa ser cultivada, respeitar a vida é a semente que dará o fruto da felicidade, como mostra a mensagem recebida por correio eletrônico:
Curve-se diante da beleza da vida. Respeite-a. Ame-a.
Cale a voz negativa. Renda sua homenagem ao Criador de tudo. Ele merece.
Um poder infinito, um amor sem fronteiras, tudo fez. Imagine-se dentro desse contexto maravilhoso.
Vibre com a vida.
Dobre-se diante da grande beleza.
O deslumbrante espetáculo da vida é construído pelo mesmo Deus que habita em você.
( Do Livro "Sementes de Felicidade", 45, de Lourival Lopes )

Diz-se que, mesmo antes de um rio cair no oceano, ele treme de medo.
Olha para trás, para toda a jornada: os cumes, as montanhas, o longo caminho sinuoso através das florestas, através dos povoados, e vê a sua frente um oceano tão vasto que entrar nele nada mais é do que desaparecer para sempre.
Mas não há outra maneira. O rio não pode voltar. Ninguém pode voltar. Voltar é impossível na existência. Você pode apenas ir em frente.
O rio precisa se arriscar e entrar no oceano. E somente quando ele entra no oceano é que o medo desaparece, porque apenas então o rio saberá que não se trata de desaparecer no oceano. Mas tornar-se oceano.
Por um lado é desaparecimento e por outro lado é renascimento.
Assim somos nós. Voltar é impossível na existência. Você pode ir em frente e se arriscar . Coragem!
Torne-se OCEANO !!!

Osho

LAVANDO A CONSCIÊNCIA...uma lição a aprender!

As ações e decisões tem que serem efetuadas no momento, quando passa o momento, já não há nada a fazer a não ser tentar "lavar a consciência" como mostra esta história recebida no correio eletrônico:
O ano era 1727. Em uma pequena cidade no interior da Inglaterra.
Chovia muito naquele dia. Na livraria, a única da cidade, um senhor em avançada idade, entre crises de tosse, pois sofria de asma, colocava livros em algumas caixas e ajeitava outros nas estantes, preparando a loja para ser aberta. No balcão um jovem com 18 anos, rosto redondo, lia compenetrado. Tão compenetrado estava que, ao menos assim parecia, sequer notava as seguidas crises de tosse do velho senhor. - Sammuel, - disse o senhor - hoje é dia de feira. Você poderia ir em meu lugar. Pelo menos uma vez.
O jovem Sammuel, parecia realmente tão absorto em sua leitura que não mostrou nenhuma reação. Então, o velho senhor continuou, entre muita tosse, o seu trabalho de ajeitar os livros. Alguns nas caixas, outros nas estantes.
- Sammuel, - o senhor voltou a falar - a chuva está muito forte. Com toda a certeza será prejudicial à minha saúde. Pelo menos hoje você poderia levar os livros à feira.
E Sammuel, continuou sua leitura.
Mais uma vez o velho, já colocando a caixa de livros à porta, pediu ao jovem, - Sammuel, está na hora do cocho. Por favor, vá à feira em meu lugar.
E mais uma vez não obteve resposta. Apanhou a pesada caixa e partiu.
O ano era 1777. Em uma pequena cidade no interior da Inglaterra.
Chovia muito naquele dia. Próximo à feira, estaciona uma elegante carruagem e dela desembarca um senhor. Elegante, rosto redondo, sem se proteger caminha até uma abandonada barraca, e ali permanece. Passam-se horas. As pessoas que circulam estranham aquele excêntrico senhor, imóvel junto à uma abandonada barraca, sem nenhuma proteção, debaixo daquela insistente chuva.
Ao final da manhã, o homem recoloca o chapéu na cabeça e caminha, à lentos passos, de volta à carruagem.
Ao chegar à hospedaria, a senhora que o recebe lhe indaga, - Dr. Sammuel, que idéia foi essa? Segundo eu soube o senhor ficou todo este tempo na feira, debaixo desta chuva...
- Minha senhora, há exatos cinqüenta anos, meu pai morreu, vitimado por uma crise de asma. Eu, displicente e preguiçoso, nada fiz que pudesse ter lhe ajudado. Espero que com esta humilhação pública eu consiga lavar minha consciência, livrando-a deste enorme e pesado fardo.
Eu ouvi esta história há alguns dias. Infelizmente não me recordo do nome de quem a narrou.
É a história de Sammuel Johnson (1709-1784). Escritor, novelista, dramaturgo, biógrafo e editor.

Esta história nos faz refletir que o momento de decidir ou de agir é no agora, porque "águas passadas não movem moinho", o depois ditado pela preguiça ou displicência pode acarretar consequências nefastas e desastrosas na nossa vida e por mais que nos castiguemos nunca conseguiremos "lavar a nossa consciência" ou redimirmos de nossas culpas e responsabilidades.

Pedra na Estrada...Lição para lidar com os obstáculos

A vida coloca obstáculos ao longo do caminho, a forma como se lida com esses obstáculos mostra o grau de empenho na resolução dos mesmos. Uma mensagem recebida por correio eletrônico dizia:
Havia um sábio que não poupava esforços para ensinar bons hábitos a seu povo. Frequentemente fazia coisas que pareciam estranhas e inúteis; mas tudo que fazia era para ensinar o povo a ser trabalhador e cauteloso...ele dizia:
"Nada de bom pode vir a uma nação cujo povo reclama e espera que outros resolvam seus problemas. Deus dá as coisas boas da vida a quem lida com os problemas por conta própria".
Uma noite, enquanto todos dormiam, ele pôs uma enorme pedra na estrada. Depois foi se esconder atrás de uma cerca, e esperou para ver o que acontecia.
Primeiro veio um fazendeiro com uma carroça carregada de sementes que ele levava para moagem na usina. - Quem já viu tamanho destino? - disse ele contrariadamente, enquanto desviava sua carroça e contornava a pedra.
- Por que esses preguiçosos não mandam retirar essa pedra da estrada? E continuou reclamando da inutilidade dos outros, mas sem ao menos tocar, ele próprio, na pedra.
Logo depois, um jovem soldado, veio cantando pela estrada. Ele pensava na maravilhosa coragem que mostraria na guerra e não viu a pedra.Tropeçou nela e se estatelou no chão poeirento. Ergue-se, sacodiu a poeira da roupa, pegou a espada e enfureceu-se com os preguiçosos que insensatamente haviam largado uma pedra imensa na estrada. Ele também se afastou, sem pensar uma única vez que ele próprio poderia retirar a pedra.
Assim correu o dia. Todos que por alí passavam reclamavam e resmungavam por causa da pedra colocada na estrada, mas ninguém a tocava.
Finalmente, ao cair da noite, a filha do moleiro por lá passou. Era muito trabalhadora, e estava cansada, pois desde cedo andava ocupada no moinho. Mas disse a si mesma:
- Já está quase escurecendo, alguém pode tropeçar nesta pedra à noite e se ferir gravemente. Vou tirá-la do caminho. E tentou arrastar dalí a pedra.
Era muito pesada, mas a moça empurrou, e empurrou, e puxou, e inclinou, até que conseguiu retirá-la do lugar. Para sua surpresa, encontrou uma caixa debaixo da pedra. Ergueu a caixa. Era pesada, pois estava cheia de alguma coisa. Havia na tampa os seguintes dizeres: "Esta caixa pertence a quem retirar a pedra." Ela abriu a caixa e descobriu que estava cheia de ouro.
A filha do moleiro foi para casa com o coração feliz.
Quando o fazendeiro e o soldado e todos os outros ouviram o que havia ocorrido, juntaram-se em torno do local na estrada onde a pedra estava. Revolveram o pó da estrada com os pés, na esperança de encontrar um pedaço de ouro.
Então o sábio falou:- Meus amigos, com frequência encontramos obstáculos e fardos no caminho. Podemos reclamar em alto e bom som enquanto nos desviamos deles se assim preferirmos, ou podemos erguê-los e descobrir o que eles significam. A decepção é normalmente o preço da preguiça. "Que os Anjos iluminem seus caminhos"

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Magia do amor...abençoada loucura!

Experiência tão fascinante essa de viver a magia do amor na vertente Eros. Será que essa magia existe mesmo? Ou será...
... A fantasia de um tolo romântico?

... A fuga da realidade, sem que esta raie à loucura?

... A imaginação fértil de um poeta ou escritor que encontra nas palavras do seu poema ou romance a realização em tese do que na pratica não o consegue?
... A manifestação da loucura? já que dizem que "de poeta, cientista, médico e louco todo mundo tem um pouco"
Se esta magia experimentada centenas de vezes for uma loucura, então abençoada loucura...porque:

... Cria uma energia maravilhosa em torno de nós

... Transmite a sensação de flutuar ao invés de andar e ver corações em toda parte, em especial nas nuvens

... Faz-nos querer dar o melhor de nós mesmo em tudo que fazemos

... Estimula a nossa criatividade

... Aumenta a tolerância

... Acrescenta paciência ao dia-a-dia

... Clareia o raciocínio

... Dá-nos força para superar os obstáculos

... Ilumina a nossa vida

... Gera confiança

... Desenvolve a sensibilidade

... Aguça os sentidos

... Apura a capacidade de solucionar os problemas

... Estabelece a sintonia com o Universo

... Eleva o espírito

... Permite sentir a presença do ser amado através da distância

... Realça o brilho do olhar

... Irradia beleza

... Devolve a jovialidade ao corpo

... Recupera a saúde, o equilíbrio, a auto-estima e o bem-estar perdido no caminho

Tudo isso nos faz encontrar a nossa essência, que é Deus!

Louvor e Glória a Deus por permitir o encontro de Almas-Gêmeas e experimentar a magia do Amor!

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Encontro de Almas-Gêmeas...expressão da magia do amor!

O encontro de duas Almas, em especial, se forem almas gêmeas e se estas forem complementares, que se amam, expressa a magia que envolve o amor, em particular na vertente Eros, tornando-o fascinante e misterioso, de tal forma que as sensações e emoções se auto perpetuam, não mais necessitando do encontro físico entre os corpos que as abrigam..
À luz da razão do observador externo, estes serão os indícios do rompimento da barreira entre a sanidade e a loucura, mas para o envolvido essas sensações, inicialmente, deixam-no assustado, temeroso e até preocupado justamente com a sua própria sanidade, porém depois que sua razão verifica todos os detalhes e ângulos de visão, surge a perplexidade, o fascínio por experimentar algo que a razão não encontra explicação, mas aponta dados que asseguram a sua sanidade mental, neste aspecto.
É bom encontrar pessoas que expressam a magia do amor que vivem como nesta carta de amor, encontrada casualmente, que caracteriza bem o estado deixado pelo encontro daqueles que se amam:
146- Carta de amor
Ainda estão quentes as palavras que me deixaste, posso ainda sentir o teu calor na cama que apressadamente abandonaste depois de me deixares tocar-te bem dentro de ti.
Escrevo ainda embrulhada no teu perfume e quase que ainda sinto os teus braços embalando o meu corpo numa dança que só os amantes conhecem. Sinto ainda queimando-me a pele, abrasando os sentidos, os beijos e carícias com que fogosamente me regalaste. Sinto que cada minuto, cada segundo que nos separa intensifica ainda mais o ardor que me prende a ti. Sei que não és meu, assim como não sou tua, mas nos momentos que partilhamos somos parte um do outro.
É engraçado como por vezes digo a palavra que pensaste, como se por poderes divinatórios eu entrasse em tua mente e exactamente no preciso momento, adivinhasse o teu pensamento.
É magia, é pleno contentamento, este sentir fazer parte de ti, este sentir ler-te o pensamento. É magia o teu sorriso na minha alma, é felicidade pura pintar na tua boca a minha, pintar na tua pele o meu corpo, pintar na tua alma a minha essência.
E na espera beijo-te em sonho e a todo instante a alma e o peito