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Sua visita me deixou muito feliz...

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Amor & Emoção x Razão


quinta-feira, 3 de março de 2011

Estado da consciência...grau de percepção da realidade

O pensamento em temas como fantasia, realidade, sonho, ilusão, sanidade mental, intuição, sintonia e magia do amor, entre outros interligados, tornou-se uma constante, pelas experiências vividas que ultrapassam a razão ou a lógica, acabando por trazer de volta pensamentos e inquietações, que em tempos foram objectos de alguma reflexão, a consciência, em particular o estado da consciência, na altura havia e continua havendo, a sensação de que havia uma dicotomia, como se houvesse mais do que uma consciência, uma que pode ser quantificada, para o qual foi criada uma tabela (Glasgow) que é utilizada para avaliar o atingimento do sistema nervoso central, após um traumatismo crânio encefálico, ou da overdose de uma substância química; Outra relacionada com o desenvolvimento espiritual.

Na frondosa árvore do conhecimento, Internet, foi encontrado um ramo que trata de afirmações da psicologia oriental que contrariam as pressuposições ocidentais relativas à consciência:

A psicologia oriental faz afirmações que contrariam completamente as pressuposições ocidentais relativas à consciência:

1)nosso estado comum de consciência está muito abaixo do nível considerado ótimo;

2)existem muitos estados de consciência, incluindo verdadeiros estados ‘superiores’;

3)esses estados podem ser alcançados por meditação;

4) a comunicação entre tais estados é, necessariamente, muito limitada. Os místicos desenvolvidos afirmam, categoricamente, que o nível de consciência considerado ótimo pela psicologia ocidental é apenas sonho e ilusão; que, saibamos ou não, somos prisioneiros de nossa própria mente, emaranhados, sem percebermos, num diálogo-fantasia interior (Benoit: o ‘filme’ emotivo-imaginativo) sem fim que cria distorções ilusórias na nossa percepção da realidade do mundo e da vida; que essa condição nos permanece oculta até que comecemos a submeter nossos processos de percepção à rigorosa análise, como o que acontece na meditação. A pessoa ‘normal’ é considerada ‘adormecida’ ou ‘mergulhada em sonho’. Quando o sonho é doloroso se torna pesadelo e é reconhecido como uma condição patológica mas, como a imensa maioria dos seres humanos está ‘sonhando’, essa condição permanece não-percebida. Quando alguém desperta, isto é, se ilumina, e deixa, em conseqüência, de se identificar com o sonho, pode perceber que seu estado anterior de consciência, e o da população em geral, é apenas ilusão.

Aqui no Ocidente, a psicose é definida como um estado de consciência deficiente, que vê a realidade distorcida e não reconhece essa distorção. Então, pela visão dos místicos, o estado comum de consciência ocidental atende a todos esses critérios referentes à psicose: é deficiente, tem visão distorcida da realidade e não reconhece essa distorção; nós, ocidentais, portanto, na visão dos místicos, somos, todos, psicóticos.


Cada estado ou nível de consciência é, apenas, um grau relativo de percepção da realidade, o que significa que nós somente percebemos uma parcela da realidade (só os místicos desenvolvidos a percebem inteira; e esse percebimento só pode chegar com meditação).


Charles Tart (parapsicólogo, reformou-se dpo Dep. de Psicologia da Universidade da California em Davis, no inicio da sua carreira, Tart editou um texto de psicologia, Altered States of Consciousness (New York: John Wiley & Sons, Inc.: 1969) e vários artigos na sua antologia. Tart definiu um "estado alterado de consciência" (EAC) como aquele em que o individuo "claramente sente um salto qualitativo nos seus padrões de funcionamento mental." Para os que preferem um definição behavioristica, ele oferece a seguinte: "um EAC é uma construção hipotética invocada quando o comportamento (incluindo o verbal) é radicalmente diferente do ordinário." Tart acredita que o Yoga e o Zen tem tido a ver com os EAC e que há algo de mistico ou espiritual, algo superior acerca destes estados alterados. Para Tart, os EAC são uma passagem para uma consciência superior, o limiar para o paranormal e o espiritual.) afirmou : ‘Estudamos, no Ocidente, aspectos do sansara (maya, ilusão) com muito mais detalhes do que as próprias tradições orientais que criaram esse conceito. No entanto, quase nenhum psicólogo ocidental aplica o que estudou a si mesmo. Eles supõem que seus estados de consciência são lógicos, claros e sadios e não ilusão.


A psicologia ocidental precisa reconhecer que nosso estado ‘normal’ de consciência é um estado psicótico, estado de sansara, de ilusão, de sonho. Os estados superiores de consciência, que trazem liberdade total, iluminação, superação do sofrimento e de todos os problemas da vida, nem chegam a ser considerados pela psicologia ocidental, que só se aplica a tentar a cura de patologias do nível do ego e existenciais. No entanto, os estados superiores são dotados de todas as capacidades do estado comum e apresentam outras aptidões adicionais superiores às do estado comum. Podem vir acompanhados de percepções, intuições e afetos não usuais na experiência cotidiana, alguns fundamentais para o desenvolvimento de uma verdadeira sabedoria superior. Mas, como disse Ramana: ‘Ninguém obtém êxito sem esforço. Quem é bem sucedido deve à perseverança seu sucesso’; como também disse Jesus: ‘Aquele que perseverar até o fim será salvo’.

King: ‘Convencemo-nos uns aos outros de que nossa condição comum de consciência desperta é saudável e própria do homem, pela simples razão de que todos somos suas vítimas’; ela nos ilude a todos. Assim, enquanto as experiências de nirvana, iluminação, samadhi, satori, consciência cósmica, reino de Deus, consciência de Cristo ou de Buda, trazem um sentido de unidade e harmonia com todo o universo, os psiquiatras e psicólogos ocidentais as interpretam como fuga ou regressão a um estágio infantil primitivo, ao útero, ou ao seio materno. Faz pouco sentido para o cientista de saúde ocidental a afirmação de que nosso estado comum de consciência é limitado, carregado de fantasia, obscuro e ilusório, porque eles não experimentaram estados elevados, embora a comprovação individual seja relativamente fácil. Em poucos dias de investigação intensa, quando se tenta a meditação, pode-se verificar a natureza irracional, obscura e incontrolável da mente não treinada, e os investigadores se espantarão de não o terem percebido antes...
http://www.forumespirita.net/fe/outras-doutrinas-espiritualistas/o-estado-de-conciencia-do-homem-e-apenas-sonho-e-ilusao/

quarta-feira, 2 de março de 2011

Ramo 154-Sonho...realização de um desejo

Percorrendo a "frondosa árvore" em busca de encontrar algumas respostas as inquietações a cerca de sonho, observei num dos seus ramos que:
"...Para Freud (neurologista "pai" da Psicanálise), a função do sonho é fundamentalmente a de ser um "guardião do sono". Na carta de 9/6/1899, durante o período de escrita de A interpretação dos sonhos, Freud escreve a Fliess: "Invariavelmente, o sonho visa a realizar um desejo que assume diversas formas. É o desejo de dormir! Sonhamos para não ter que acordar, porque queremos dormir. "O desejo de dormir é, segundo Freud não aquilo que determina a operação do sonho como uma necessidade de dormir, mas sim como um desejo de dormir. Sonho, ao realizar de modo alucinatório o desejo e o desejo é sempre sustentado pela fantasia, está a serviço do adormecimento, e é precisamente naquele momento em que algo do real tenta imiscuir-se no sonho, como no sonho de angústia, que o sujeito acorda. Paradoxalmente, o sujeito acorda, para prosseguir dormindo, isto é, fantasiando. Às vezes, durante o próprio sonho de angústia, dizemos para nós mesmos a fim de evitar o despertar que se insinua: "Afinal de contas, isto é apenas um sonho!"
Há uma relação íntima entre o sonho e a fantasia. Se todo sonho é a realização de um desejo, a fantasia é o suporte do desejo. "Nossos sonhos nada mais são do que fantasias" Freud frisa isto no artigo "O poeta e o fantasiar" (1908/1996, p.131) , que sofreram a ação da censura e emergiram deformadas e distorcidas. A mesma ação da fantasia inconsciente, em torno da qual o sonho e o devaneio (fantasia consciente) se constroem, irá constituir para o sujeito, na vida de vigília, sua relação com a realidade, ou, melhor dizendo, sua própria realidade, uma vez que a realidade é, em essência, realidade psíquica. http://sinalizando.blogspot.com/2007/04/fantasia-delrio.html


Para Regis Mesquita (Psicólogo): Sono é repouso e um momento especial para o corpo se "reorganizar". O sonho é uma parte do sono, uma parte que ajuda o todo a atingir seus objetivos. Vejamos como: quando estamos acordados passamos por inúmeras experiências e experimentamos várias situações diferentes. Estes acontecimentos moldam nossa vida e nossa personalidade. Durante o sono, principalmente, temos o enorme trabalho de organizar todas estas memórias em nossa mente. Assim o sono é, também, um "grande funcionário público que fica arquivando memórias". É aí que entra os sonhos, pois durante os sonhos o inconsciente age fortemente sobre estas memórias fazendo com que elas sejam arquivadas (organizadas) sob uma perspectiva diferente. E isto é de fundamental importância para nossa vida e nossa saúde mental, pois neste momento o inconsciente está ajudando a consciência a superar falhas (na psicologia chamamos de unilateralidade) que poderiam vir a causar muito sofrimento para a pessoa. Deus reconheceu que a nossa consciência é estreita e limitada, por isto ele nos brindou com estratégias para não ficarmos apenas restritos a este estreito limite. A principal estratégia é o sonho, que temos de 4 a 6 por noite.
(Publicado originalmente no Jornal Viva!-sobre valores humanos)
Ainda não foi desta que encontrei as respostas a inquietação: Quando antes de adormecer experimentamos a sensação de estar vivendo um sonho, adormecemos sem sentir e acordamos lembrando o momento do que parecia ser um sonho como se tivéssemos realmente vivido aquele momento, como poderia ser classificado então esse momento: sonho desfasado do sono? o libertar de um desejo sob a forma de uma fantasia? Um delírio? Uma alucinação? Uma experiência Metafísica?

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Conto de fadas e a fantasia...formas de viver a realidade

Um prazer, mesmo que fugaz pode ser reconfortante, principalmente quando está rodeado de magia que nos deixa sem perceber se foi uma fantasia, um conto de Fadas ou um sonho, para tentar entender, nada como um passeio pelo Jardim Internet:

Um conto de fadas é um sonho em forma de realidade, e a fantasia é a realidade em forma de sonho. Colocando de outra maneira, um sonho é a independência da possessão inflexível de uma visão de mundo. Um sonho é como se perder em um labirinto, com a decisão de nunca voltar. Edogawa Ranpo, Izumi Kyouka, Kafka, Delvaux, Bellmer, Ooshima Yumiko... todos esses, todos esses escritores que escolheram viver na fantasia, que não poderiam definir conto de fadas. Se nós traduzirmos fantasia como "ilusão", então conto de fadas também pode permitir-se traduzir como "ilusão"? O trabalho de Ooshima Yumiko, "Plenata de Algodão" (Wata no Kuniboshi), sobre chibineko (gatos minúsculos) que reconstruíram o mundo em um simples relance, é o que o shoujo mangá se tornou. No instante em que um sistema para contos de fadas foi escrito, isso leva ao fundamento de "Um estranho conto da ilha Panorama" de Edogawa Ranpo, sobre uma utopia escondida de grande vontade. Por causa da poesia, o mundo todo havia feito uma transição através de uma estética chamativa. O conto de fadas contido no gato protagonista de Ooshima tinha igual habilidade, mas em um estilo diferente, o que eu penso que seja uma mistura de fantasia já estabelecida sem a mesma qualificação. Hello Kitty e Miffy podem se tornar tanto conto de fadas quanto fantasia. A escolha é sua. Mas se você achar Hello Kitty insanamente linda, e apesar da técnica manufaturada áspera, no estilo Andy Warhol, você ainda grita "kawaii", então Hello Kitty provavelmente se tornou sua fantasia. Quanto a mim, eu acho que as bonecas Rika são adoráveis, eu acho que as bonecas de Yotsuya Simon são adoráveis, eu acho as ilustrações de Tenniel de Alice no País das Maravilhas adoráveis, e eu também acho que as fotografias de cadáveres de Joel Peter Witkin são adoráveis. Quando uma jovem segue alguém no suicídio por sua própria vontade, parece um sonho. Mas ela não pode acordar duas vezes, essa donzela em florescência que chegou ao fim.Original: Novala Takemoto em "Soleilnuit"http://victoriasdolls.multiply.com/journal/item/65/65
E se pensarmos no mundo da ficção científica, este será uma fantasia, um sonho ou um Conto de Fadas? Talvez seja uma mistura dos 3 reunidas num só espaço, para mim a ficção científica de hoje será a realidade de amanhã, portanto partiu de uma fantasia baseado num Conto de Fadas que um dia alguém sonhou e que no futuro alguém concretizará. Como um ensaio ou uma antevisão do futuro.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Pequenos milagres...Pétalas de ternura colhida no Jardim Internet

Pequenos milagres...Pétalas de ternura colhida no Jardim Internet (recebido por correio eletrônico, sem assinatura do "jardineiro"):
Nós nem percebemos, mas pequenos milagres acontecem a toda hora. O estímulo de uma palavra amiga, a cumplicidade de um sorriso, a sutileza de um gesto... Essas são pequenas coisas que podem mudar o nosso dia e a nossa vida. E sem sentir, a gente também acaba fazendo milagres por aí também.
Sabe aquele conselho, aquele toque no amigo que precisa de ajuda? Pois é, parece bobagem, mas a gente pode transformar o humor de alguém com um simples carinho. E quantas vezes nós mesmos não experimentamos pequenos milagres? O elogio inesperado de um colega no trabalho. O telefonema do filho que está longe. O resultado feliz de um exame de saúde. O doce bom na sobremesa. A folga para ir à praia. O caminho sem engarrafamento.
Pequenos milagres são porções de alegria que a gente vai ganhando ou doando todos os dias. São pedacinhos de cor que enfeitam a alma. São trechos de música que acalmam o coração.
Por menores que sejam os resultados, por mais anônimos que sejam os sucessos... Os pequenos milagres existem e precisam acontecer.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Ramo 152-Fantasia

Duas frases surgem no horizonte no dia em que começou com a fantasia trazida à bordo do"Samba do Avião":"Um sonho morre para que a realidade possa nascer"- (personagem Victor Valentin na novela Ti-Ti-Ti)

"Conhecimento real é saber a extensão da própria ignorância”(Confúcio) esta última fez com que medisse a extensão da minha própria ignorância em relação a fantasia, logo fez surgir a necessidade de torná-la menos extensa, principalmente na vertente relacional, encontrando num dos ramos da frondosa árvore Internet:
De acordo com vários teóricos, existem pelo menos três significados distintos para o termo fantasia: sonho, imaginação e devaneio. Em se tratando de sexo, toda fantasia é uma espécie de devaneio. Em muitos casos observamos que o baixo desejo sexual pode ser decorrente de pouca ou de nenhuma fantasia sexual em nossas vidas. A terapia com enfoque na sexualidade ajuda a incentivar o desenvolvimento das possibilidades de criar, de imaginar e de brincar sobre situações prazerosas com liberdade e segurança. Fantasiar sobre sexo nada mais é do que um recurso natural para alcançar o prazer sexual combinando, corpo, mente e sentimentos. Não podemos separar o corpo da mente, então podemos dizer que toda fantasia sexual é considerada uma reação psicossomática. Mas, afinal de contas, qual é o sentido das fantasias sexuais? A fantasia sexual possui vários objetivos distintos: Aumentar o prazer da atividade sexual; Funcionar como substituto da experiência real (muitas vezes inacessível); Induzir à excitação ou ao orgasmo; Funcionar como 'ensaio mental' para experiências sexuais posteriores; Fornecer um meio seguro e controlado de experimentar o sexo sem culpa ou constrangimentos. As fantasias sexuais mexem com inúmeros sentidos. Não sendo apenas um dos caminho para encontrar o prazer, as fantasias estimulam todos os sentidos, da visão ao olfacto, provocando sensações eloquentes. Essas sensações podem ser originárias ou consequência de medo, mistério ou prazer para quem as experimenta. O problema é que muitas pessoas continuam ainda a retraí-las e a guardá-las para si, com receio de serem mal interpretadas pelo seu companheiro ou por outras pessoas a quem as divulguem.
Ao analisarmos bem a situação, reparamos que as fantasias não fazem apenas parte do mundo do sexo. Desde que somos pequenos que vivemos rodeados de fantasias, quer seja em histórias que nos contam, livros que lemos, ou mesmo em personagens que encarnamos em determinadas situações, como é o caso do Carnaval. Tudo é fantasia, e tudo tem uma função estimuladora para a nossa existência e prazer pessoal. A única diferença é que na altura dessas histórias infantis estamos na idade da inocência, e agora estamos na idade adulta.
Quer seja para se fugir de uma realidade, quer seja para nos sentirmos por momentos ‘aquela’ pessoa, o ser humano tem necessidade de fantasiar personagens e situações distintas. Lógico que das fantasias de infância às da idade adulta vai uma grande diferença, até porque o próprio conteúdo do momento é totalmente diferente e os objectivos são também eles distintos. Uma fantasia, seja ela de que âmbito for, implica sempre um jogo, um faz de conta, através do qual nos divertimos. Portanto, porque não usá-las também no sexo?
(Kátia Horpaczky)

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Ramo 151- As 2 forças do Ser Humano:Masculina e Feminina

A frondosa árvore Internet possui ramificações interessantes interligadas, complementares como é o caso das emoções geradas pela "magia sexual":

Àquele que ama, tudo é permitido, diz Santo Agostinho.
A sexualidade, na ótica multidimensional, representa a força motriz que encadeia o desenvolvimento do ser. Desde suas origens, o ser humano possui as duas forças: a masculina e a feminina, uma traduzindo os impulsos de domínio, força e gerenciamento da razão nas ações de aprendizado e experimentação, enquanto a outra amplia no ser a noção de afetividade, doçura, encantamento e receptividade. Quando estas forças estiverem integralizadas, se manifestando de maneira equilibrada no ser, esta criatura terá ultrapassado os limites da reencarnação, não necessitando mais de entrar no mundo corpóreo, podendo existir tão somente nas regiões etéreas.

Os angélicos caminhos do amor puro se iniciam nas ações do sexo primitivo, desde a aglutinação dos cristais, passando pela polinização nas plantas, no domínio da cópula voraz dos animais.Na verdade, a sexualidade não está nos órgãos nem no corpo, mas na alma, como força motriz da criatividade divina de que todo ser é dotado pelo Criador. E ela transcende os umbrais da morte física, manifestando-se no espaço extrafísico.

Ranieri, no livro O Sexo Além da Morte, descreve cenas e seres dantescos, cuja manifestação sexual beira as raias da animalidade mórbida, enquanto a exuberante pena mágica de Chico Xavier, manejada mentalmente por Emmanuel, nos premia com cenas de pura afeição e de entrega absoluta na obra Renuncia, onde Alcione é o anjo que incendeia o peito oprimido de um sacerdote, adestrando-o na Arte de Amar. Sob o ponto de vista energético, podemos dizer que os relacionamentos resultam em interações de corpo vital, etérico e astral. Quando dois seres interagem sexualmente, por algum tempo há uma intercessão entre os corpos de ambos, estabelecendo laços que não são rompidos com facilidade, permeando as ações dos dois até que dissolvam todos os pontos de identificação. Há relacionamentos em que a ligação dos corpos vitais é tanta que ao deixar o corpo um dos companheiros, o outro se desvitaliza, permanecendo descompensado por um período. Esse processo pode criar obstáculo em novos relacionamentos. Há casos em que a relação permaneceu apenas no corpo vital, sem qualidade espiritual, não atingindo os níveis etéreos e astrais, o que pode causar situações adversas. Uma delas, é que descompensada, a criatura transcende a dimensão física, buscando através do sonho ou de devaneios, relacionar-se com aquele que se foi para a outra vida. Este tipo de busca pode enquadrar as duas criaturas no universo perigoso dos íncubos e súcubos, onde seres de pouca moralidade se satisfazem sexualmente, imiscuindo-se no universo dos que habitam a Terra para sugar suas energias. No entanto, se na relação predominou a interação dos corpos etéreos e astrais, com os sentimentos monitorando o interesse físico, então o padrão energético será superior, facilitando o desligamento quando ocorrer a morte de um deles. (Wilson Francisco) http://somostodosum.ig.com.br/conteudo/conteudo.asp?id=04628

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Ramo 150- Magia do sexo

Dia de céu cinzento de um lado, clareiras de céu claro com nuvens brancas e raio de sol, chegando a formar 2 lindos corações em momentos diferentes; Ao meio da manhã granizo, alternando com chuva; Uma tarde gelada, vento forte chuva, granizo (14:30_14:50) alternando com clareiras de céu azul e sol (15 hs), prenúncio de uma madrugada quente de emoções e sensações que envolve a magia do amor na vertente Eros. Disso resulta num aprofundar no tema há muito conhecido no oriente, a magia sexual ou Tantra:


A Magia Sexual, conhecida no Oriente como Tantra, é a prática ritualística desenvolvida através das energias canalizadas do corpo físico, da mente e do espírito humano. O ato de criar outras vidas através de relações sexuais e instituir uma força, ou um vínculo energético entre as pessoas envolvidas, é visto como místico e sagrado.
Como outras modalidades de Magia, a Magia Sexual também é um recurso usado como fonte do poder que fortalece as cerimônias ritualísticas e para obter o auto-conhecimento através da exploração do próprio corpo, psique e alma. A Magia Sexual é uma das faces mais importantes da Magia moderna.

Segundo afirmam:

Existem dois canais de energia no corpo humano que estão associados ao sistema nervoso central e à medula espinhal, conhecidos no Ocidente como Lunar e Solar ou Feminina e Masculina (receptiva/negativa e ativa/positiva). Geralmente, entre os não-praticantes da Magia Sexual, apenas uma das correntes de energia está aberta e fluindo. Entre as mulheres, apenas a corrente lunar flui desimpedida. Entre os homens, apenas o canal solar está realmente livre. No caso dos homossexuais, essa situação está invertida. Em todas as situações, este fato causa um desequilíbrio e influencia negativamente várias esferas da vida humana.
Portanto, segundo este raciocínio, o estado sexual natural é a bissexualidade, em que ambas as correntes fluem juntas em harmonia.
A alma que habita o corpo físico não é masculina nem feminina. Desse modo, o sexo é meramente uma circunstância física. O fluxo harmonioso das correntes no corpo é simbolizado pelo antigo símbolo do Caduceu.
http://www.spectrumgothic.com.br/ocultismo/magia/magia_sexual.htm


Segundo alguns: Sexo é energia criativa

Infelizmente, a maioria dos seres humanos tem uma relação de amor e ódio com o sexo, que é reflectida de muitas maneiras. Ex.: promiscuidade, perversões auto-destrutivas, intolerância religiosa, negações, abusos, estupro, etc...
Religiões têm feito muito para suprimir nossa natureza sexual, e têm mantido as pessoas ignorantes em relação ao uso desta nossa energia divina. A magia é, segundo Novalin, a arte de influir, conscientemente, sobre o mundo interior. Escrito está, com carvões acesos, no livro extraordinário da vida, que o amor entre varão e fêmea opera magicamente. Hermes Trimegisto, o três vezes grande Deus Íbis de Thot, disse em sua Tábua Esmeraldina: "Dou-te o amor, no qual está contido todo o summum da Sabedoria."Todos temos algo de forças elétricas e magnéticas em nós e exercemos, como um magneto, uma força de atração e repulsão... Entre os amantes é especialmente poderosa essa força magnética e sua ação chega muito longe.
A Magia Sexual (Sahaja Maithuna), entre marido e mulher, fundamenta-se nas propriedades polares que, certamente, têm seu elemento potencial no sexo. Não são hormônios ou vitaminas patenteadas que se necessita para a vida, senão autênticos sentimentos de tu e eu e, portanto, o intercâmbio das mais seletas faculdades afetivas, eróticas entre o homem e a mulher. A ascética medieval da fenecida Idade de Peixes rechaça o sexo, qualificando-o como tabu, ou pecado.A nova ascética revolucionária de Aquário se fundamenta no sexo; é claro que nos mistérios do Lingam-Yoni se acha a chave de todo o poder. Da mescla inteligente da ânsia sexual com o entusiasmo espiritual, surge, por encanto, a Consciência Mágica.
Continuando no tema uma passagem pelo "Cristo Cósmico"

Cristo no evangelho de Krishna é muito semelhante ao de Jesus de Nazaré. Entre os Egípcios, Cristo é Osiris e todo aquele que O encarnava era de fato um Osirificado. Entre os Chineses é Fu-Hi, o Cristo Cósmico, que compôs o "I-King/Ching", livro das leis, e nomeou Ministros Dragões. Entre os Gregos. o Cristo chamava-se Zeus, O Pai dos Deuses. Assim, poderiamos citar o Cristo Cósmico em milhares de livros arcaicos e velhas tradições que vêm de milhões de anos antes de Jesus. Tudo isso convida-nos a aceitar que Cristo é um Princípio Cósmico contido nos princípios substanciais de todas as Religiões.Todo pecado será perdoado, menos o pecado contra o Espírito Santo. A força sexual é a energia criadora do Terceiro Logos. O Terceiro Logos é o Espírito Santo. O Terceiro Logos irradia sua energia no vórtice fundamental de toda nebulosa, no centro do Átomo Ultérrimo e em tudo aquilo que vem à vida. No ser humano, a energia do Terceiro Logos é o poder criador do sexo.
Um grande filósofo, disse: "Se as autênticas forças procriadoras, as anímicas e espirituais, se acham situadas no fundo da nossa Consciência, encontramos, precisamente no simpaticus, com sua rede irradiadora de sensíveis malhas de gânglios, o mediador e condutor à realidade interior que não só influi sobre os órgãos da Alma, senão que, também, governa, dirige e controla os centros mais importantes no interior do corpo; guia, de maneira igualmente misteriosa, a maravilhosa percepção até o nascimento do novo ser, assim como os fenômenos do coração, rins, glândulas supra-renais, glândulas geradoras, etc.""Em troca de toda a sensibilidade e espiritualidade da vida ritmada, ele intenta, como autêntico 'spiritus creator' do corpo e mediante a direção da corrente molecular e a cristalização de raios cósmicos, balancear, no ritmo do universo, todos os elementos psíquicos e físico que lhe estão subordinados.""Este nervus simpaticus é, em realidade, também um nervus ideoplasticus; deve ser compreendido como mediador entre nossa vida institiva inconsciente e a moderação da viva imagem impressa em nosso espírito desde eternidades; é o grande equilibrador médio que pode apaziguar e reconciliar a perpétua polaridade, as alvuras e crepúsculos do sol da alma, as manifestações de negro e branco, amor e ódio, Deus e diabo, exaltação e descenso."