Amor & Emoção x Razão
terça-feira, 8 de março de 2011
A mulher é como uma árvore...
quinta-feira, 3 de março de 2011
Estado da consciência...grau de percepção da realidade
O pensamento em temas como fantasia, realidade, sonho, ilusão, sanidade mental, intuição, sintonia e magia do amor, entre outros interligados, tornou-se uma constante, pelas experiências vividas que ultrapassam a razão ou a lógica, acabando por trazer de volta pensamentos e inquietações, que em tempos foram objectos de alguma reflexão, a consciência, em particular o estado da consciência, na altura havia e continua havendo, a sensação de que havia uma dicotomia, como se houvesse mais do que uma consciência, uma que pode ser quantificada, para o qual foi criada uma tabela (Glasgow) que é utilizada para avaliar o atingimento do sistema nervoso central, após um traumatismo crânio encefálico, ou da overdose de uma substância química; Outra relacionada com o desenvolvimento espiritual.A psicologia oriental faz afirmações que contrariam completamente as pressuposições ocidentais relativas à consciência:
1)nosso estado comum de consciência está muito abaixo do nível considerado ótimo;
2)existem muitos estados de consciência, incluindo verdadeiros estados ‘superiores’;
3)esses estados podem ser alcançados por meditação;
Aqui no Ocidente, a psicose é definida como um estado de consciência deficiente, que vê a realidade distorcida e não reconhece essa distorção. Então, pela visão dos místicos, o estado comum de consciência ocidental atende a todos esses critérios referentes à psicose: é deficiente, tem visão distorcida da realidade e não reconhece essa distorção; nós, ocidentais, portanto, na visão dos místicos, somos, todos, psicóticos.
Cada estado ou nível de consciência é, apenas, um grau relativo de percepção da realidade, o que significa que nós somente percebemos uma parcela da realidade (só os místicos desenvolvidos a percebem inteira; e esse percebimento só pode chegar com meditação).
Charles Tart (parapsicólogo, reformou-se dpo Dep. de Psicologia da Universidade da California em Davis, no inicio da sua carreira, Tart editou um texto de psicologia, Altered States of Consciousness (New York: John Wiley & Sons, Inc.: 1969) e vários artigos na sua antologia. Tart definiu um "estado alterado de consciência" (EAC) como aquele em que o individuo "claramente sente um salto qualitativo nos seus padrões de funcionamento mental." Para os que preferem um definição behavioristica, ele oferece a seguinte: "um EAC é uma construção hipotética invocada quando o comportamento (incluindo o verbal) é radicalmente diferente do ordinário." Tart acredita que o Yoga e o Zen tem tido a ver com os EAC e que há algo de mistico ou espiritual, algo superior acerca destes estados alterados. Para Tart, os EAC são uma passagem para uma consciência superior, o limiar para o paranormal e o espiritual.) afirmou : ‘Estudamos, no Ocidente, aspectos do sansara (maya, ilusão) com muito mais detalhes do que as próprias tradições orientais que criaram esse conceito. No entanto, quase nenhum psicólogo ocidental aplica o que estudou a si mesmo. Eles supõem que seus estados de consciência são lógicos, claros e sadios e não ilusão.
A psicologia ocidental precisa reconhecer que nosso estado ‘normal’ de consciência é um estado psicótico, estado de sansara, de ilusão, de sonho. Os estados superiores de consciência, que trazem liberdade total, iluminação, superação do sofrimento e de todos os problemas da vida, nem chegam a ser considerados pela psicologia ocidental, que só se aplica a tentar a cura de patologias do nível do ego e existenciais. No entanto, os estados superiores são dotados de todas as capacidades do estado comum e apresentam outras aptidões adicionais superiores às do estado comum. Podem vir acompanhados de percepções, intuições e afetos não usuais na experiência cotidiana, alguns fundamentais para o desenvolvimento de uma verdadeira sabedoria superior. Mas, como disse Ramana: ‘Ninguém obtém êxito sem esforço. Quem é bem sucedido deve à perseverança seu sucesso’; como também disse Jesus: ‘Aquele que perseverar até o fim será salvo’.
http://www.forumespirita.net/fe/outras-doutrinas-espiritualistas/o-estado-de-conciencia-do-homem-e-apenas-sonho-e-ilusao/
quarta-feira, 2 de março de 2011
Ramo 154-Sonho...realização de um desejo
Percorrendo a "frondosa árvore" em busca de encontrar algumas respostas as inquietações a cerca de sonho, observei num dos seus ramos que:Há uma relação íntima entre o sonho e a fantasia. Se todo sonho é a realização de um desejo, a fantasia é o suporte do desejo. "Nossos sonhos nada mais são do que fantasias" Freud frisa isto no artigo "O poeta e o fantasiar" (1908/1996, p.131) , que sofreram a ação da censura e emergiram deformadas e distorcidas. A mesma ação da fantasia inconsciente, em torno da qual o sonho e o devaneio (fantasia consciente) se constroem, irá constituir para o sujeito, na vida de vigília, sua relação com a realidade, ou, melhor dizendo, sua própria realidade, uma vez que a realidade é, em essência, realidade psíquica. http://sinalizando.blogspot.com/2007/04/fantasia-delrio.html
(Publicado originalmente no Jornal Viva!-sobre valores humanos)
domingo, 27 de fevereiro de 2011
Conto de fadas e a fantasia...formas de viver a realidade
Um prazer, mesmo que fugaz pode ser reconfortante, principalmente quando está rodeado de magia que nos deixa sem perceber se foi uma fantasia, um conto de Fadas ou um sonho, para tentar entender, nada como um passeio pelo Jardim Internet:sábado, 26 de fevereiro de 2011
Pequenos milagres...Pétalas de ternura colhida no Jardim Internet
Pequenos milagres...Pétalas de ternura colhida no Jardim Internet (recebido por correio eletrônico, sem assinatura do "jardineiro"):quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Ramo 152-Fantasia
Duas frases surgem no horizonte no dia em que começou com a fantasia trazida à bordo do"Samba do Avião":"Um sonho morre para que a realidade possa nascer"- (personagem Victor Valentin na novela Ti-Ti-Ti)De acordo com vários teóricos, existem pelo menos três significados distintos para o termo fantasia: sonho, imaginação e devaneio. Em se tratando de sexo, toda fantasia é uma espécie de devaneio. Em muitos casos observamos que o baixo desejo sexual pode ser decorrente de pouca ou de nenhuma fantasia sexual em nossas vidas. A terapia com enfoque na sexualidade ajuda a incentivar o desenvolvimento das possibilidades de criar, de imaginar e de brincar sobre situações prazerosas com liberdade e segurança. Fantasiar sobre sexo nada mais é do que um recurso natural para alcançar o prazer sexual combinando, corpo, mente e sentimentos. Não podemos separar o corpo da mente, então podemos dizer que toda fantasia sexual é considerada uma reação psicossomática. Mas, afinal de contas, qual é o sentido das fantasias sexuais? A fantasia sexual possui vários objetivos distintos: Aumentar o prazer da atividade sexual; Funcionar como substituto da experiência real (muitas vezes inacessível); Induzir à excitação ou ao orgasmo; Funcionar como 'ensaio mental' para experiências sexuais posteriores; Fornecer um meio seguro e controlado de experimentar o sexo sem culpa ou constrangimentos. As fantasias sexuais mexem com inúmeros sentidos. Não sendo apenas um dos caminho para encontrar o prazer, as fantasias estimulam todos os sentidos, da visão ao olfacto, provocando sensações eloquentes. Essas sensações podem ser originárias ou consequência de medo, mistério ou prazer para quem as experimenta. O problema é que muitas pessoas continuam ainda a retraí-las e a guardá-las para si, com receio de serem mal interpretadas pelo seu companheiro ou por outras pessoas a quem as divulguem.
Ao analisarmos bem a situação, reparamos que as fantasias não fazem apenas parte do mundo do sexo. Desde que somos pequenos que vivemos rodeados de fantasias, quer seja em histórias que nos contam, livros que lemos, ou mesmo em personagens que encarnamos em determinadas situações, como é o caso do Carnaval. Tudo é fantasia, e tudo tem uma função estimuladora para a nossa existência e prazer pessoal. A única diferença é que na altura dessas histórias infantis estamos na idade da inocência, e agora estamos na idade adulta.
Quer seja para se fugir de uma realidade, quer seja para nos sentirmos por momentos ‘aquela’ pessoa, o ser humano tem necessidade de fantasiar personagens e situações distintas. Lógico que das fantasias de infância às da idade adulta vai uma grande diferença, até porque o próprio conteúdo do momento é totalmente diferente e os objectivos são também eles distintos. Uma fantasia, seja ela de que âmbito for, implica sempre um jogo, um faz de conta, através do qual nos divertimos. Portanto, porque não usá-las também no sexo?
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Ramo 151- As 2 forças do Ser Humano:Masculina e Feminina
A frondosa árvore Internet possui ramificações interessantes interligadas, complementares como é o caso das emoções geradas pela "magia sexual": A sexualidade, na ótica multidimensional, representa a força motriz que encadeia o desenvolvimento do ser. Desde suas origens, o ser humano possui as duas forças: a masculina e a feminina, uma traduzindo os impulsos de domínio, força e gerenciamento da razão nas ações de aprendizado e experimentação, enquanto a outra amplia no ser a noção de afetividade, doçura, encantamento e receptividade. Quando estas forças estiverem integralizadas, se manifestando de maneira equilibrada no ser, esta criatura terá ultrapassado os limites da reencarnação, não necessitando mais de entrar no mundo corpóreo, podendo existir tão somente nas regiões etéreas.
