Seja Bem Vindo!


Sua visita me deixou muito feliz...

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Amor & Emoção x Razão


terça-feira, 3 de maio de 2011

Jogar voley ...uma fonte de prazer!

Jogar voley é uma fonte de prazer intenso, só igualável ao estar com o ser amado. Seja com equipes de 6x6, 4x4, 2x2 até 2x1 (neste caso adaptado, o elemento que está sozinho não pode dar 2 toques seguidos, ou passa direto ou então deixa cair no chão e dá o 3º toque).


O voley é um esporte completo, que exige um bom preparo físico, técnica, tactica, integração da equipe, exige muita concentração, velocidade e aplicação correrta dos fundamentos (toque, manchete, serviço, remate) até alguns anos atrás era mais bonito de se ver, com gestos elegantes, que poderia durar horas seguidas, se fossem 2 boas equipes ou duas péssimas equipes a disputarem (porque não eram pontos diretos, tinha a vantagem ao mudar o sac), mas com as novas regras perdeu muito da sua beleza e graciosidade: Antes era falta recepcionar o sac de toque e não com manchete; Tocar na rede era falta, bater 2 vezes na mesma pessoa era considerado 2 toques, logo falta, o que antes era considerado transporte e invasão de campo, hoje não é tão valorizado. Os fundamentos não são aplicados corretamente, antes o toque era dado só com as pontas dos dedos, hoje vê-se quase que o jogador segurando a bola com a palma da mão.


A paixão pelo voley, pelo amor e pelo desafio intelectual sobressai no livro: "Prazer D'Alma: 3 exercícios"-Bárbara Aslan, onde tem um capítulo que faz uma espécie de resenha do voley, nomeadamente os fundamentos(técnicas) e as tácticas que são:


As técnicas básicas do Volley são 5: O Saque/serviço; Manchete/recepção; Toque/passe de dedos , Cortada/remate e bloqueio.
1º- Saque/Serviço => realizada pelo jogador que ocupa a posição 1, é o ínicio da jogada, pode ser de vários tipos:
1-“Por baixo”=>O mais básico, onde o jogador segura a bola na palma da mão não dominante, solta-a ao mesmo tempo que a mão dominante bate na bola de baixo para cima com a região próxima do punho, em simultâneo flexiona ligeiramente as pernas (a não dominante na frente e dá o impulso que dará a força da batida na bola, sem girar o corpo.
2- “Por cima” => Exige um pouco mais de força, com a bola na mão não dominante lança-a, ao mesmo tempo que o membro superior dominante é puxado para trás dá o impulso e bate na bola, com a região da mão próxima do punho, quando esta está descendo, após ser lançada, ficando a perna não dominante na frente para dar estabilidade ao corpo no momento de completar a jogada. (Este raramente eu utilizo, somente depois de ter feito 5 serviços seguidos é que eu arrisco ;)
3- “Em suspensão” => Exige força, coordenação e sincronismo nos movimentos (acertar o tempo de subida com a descida da bola e a finalização da ação) é a técnica “por cima” só que ao invés de estar no solo o jogador lança a bola e dá um salto e depois finaliza a jogada.
4- “Balanceado” => Uma variante da técnica “por baixo”, só que a bola é batida por cima da cabeça, havendo ligeira rotação do corpo que está lateralizado, quase de costas para rede, para frente, a bola faz uma trajetória de uma parábola (gosto muito deste, por ser menos simples que o serviço “por baixo”, é preciso menos força do que o serviço “por cima”, porque com o “balanço” que se dá ao fazer a rotação do corpo, já é suficiente para dar força sem muito esforço)
5- “Viajem ao fundo do mar” => variante do “em suspensão” só que a bola tem mais velocidade e descreve uma trajetória em parábola e cai rapidamente antes da linha dos 3 metros, obrigando ao adversário a fazer “peixinho” para tentar alcançá-la.
6- “Jornada nas estrelas” => lançado por Bernardo, jogador brasileiro, há alguns anos atrás. Exige um pavilhão com teto alto, é uma variante do “sac por baixo”o jogador fica de lado e bate na bola com a face lateral do punho para o alto, a bola cai na vertical sobre o adversário.
Você conhece outro tipo de saque/ serviço?




2ª Técnica básica é a “manchete”/recepção ao sac/serviço ou ataque do adversário, 1º toque, ou melhor início dos 3 toques requeridos:
É feita, preferencialmente pelos jogadores que ocupam a posição 1, 5 e 6, que são os defesas laterais e centro, respectivamente, que devem estar de frente para a rede.
Posição básica para recepção:
1- Pés => afastados, em paralelos, mas não na mesma linha, um vai estar na frente dependendo da posição, se estiver na posição 5 o pé que ficará à frente é o esquerdo (paralelo a linha lateral esquerda), se estiver na posição 1 o pé que ficará à frente é o direito, se estiver na posição centro, o pé não dominante fica à frente.
2- Membros inferiores =>coxas flectidas sobre os joelhos e joelhos flectidos sobre as pernas (como que “sentados numa cadeira”).
3- Membros superiores => em paralelos, com as palmas das mãos viradas para cima, a mão dominante sobre a outra, polegares unidos, antebraços semi flectidos. A bola deverá bater no 1/3 médio da região anterior interna dos antebraços.
A força que se imprime à bola é inversamente proporcional a força com que a bola vem, se vem com muita força, não se imprime nenhuma força, apenas serve como amortecedor, deixando simplesmente a bola bater no antebraço ao mesmo tempo fazendo a extensão da coxa sobre a perna, ou melhor voltando a posição vertical, suspendendo assim a bola para o levantador/passador.
O objectivo dessa técnica é suspender uma bola que está abaixo do nível da cintura do jogador. Porém há situações em que a bola vem acima da cabeça do jogador e não tem nenhum jogador atrás para recebê-la, então pode-se usar a chamada “manchete invertida”, que consiste em: O jogador na posição vertical, antebraços flectidos, mãos sobrepostas, polegares unidos, só que o lugar de receber a bola é no 1/3 médio da região posterior interna dos antebraços, procurando que a bola faça a trajectória em parábola. Se for o terceiro toque da jogada, deverá imprimir maior força para ultrapassar a rede, caso esteja no fundo da quadra.
Você sabe alguma posição diferente para recepção da bola lançada pelo adversário?
Conhece outro termo para a "manchete?"
3ª Técnica básica =>“Toque”
Preferencialmente utilizado pelo levantador/passador para distribuir para o atacante, é o 2º toque, dos três requeridos em cada jogada.
1 – Toque em apoio (o mais comum) => o jogador se descola em direção à bola, coloca-se “em baixo” dela com os pés em paralelo, afastados ligeiramente, as pernas flectidas, braços e antebraços suspensos ao nível do tórax, dedos semi flectidos ao nível da região frontal da cabeça, formando um “triângulo” com os polegares e os indicadores, é onde a bola irá se encaixar. Ao mesmo tempo que a bola é encaixada na mão, os braços são estendidos empurrando a bola, com o impulso gerado pela volta a posição vertical (esse impulso é que determinará a altura que a bola atingirá)
2 – Toque em suspensão (bolas altas) => A mesma posição anterior, só que ao invés de flexionar as pernas, dá um salto para alcançar a bola.
Há variantes do toque:
Toque de costas => como o nome indica o jogador está de “costas” para o atacante, neste o movimento que permitirá esse toque, é a extensão do tronco, a bola tem que ter uma trajectória em parábola para permitir que o atacante finalize a jogada. É utilizado quando o passador quer “fintar” o bloqueio estando de frente para um batedor/atacante, mas envia para o outro atacante que está “nas suas costas” ou quando um jogador vai buscar uma bola no fundo da quadra e portanto está de costas para a rede e não consegue virar o corpo.
Conhece outra variante do toque?


4º Fundamento do Volley: "cortada/remate"
=> “cortada/remate”, realizada pelos atacantes, os jogadores que, normalmente, ocupam a posição 2,4 e corresponde à finalização da jogada, o 3º e último toque de bola requerido (embora possa ser o 2º se a situação assim o exigir ou se proporcionar)
Posicionamento correcto: O jogador afasta-se da rede, dá 2 passos em direcção à rede, junta os pés em paralelo, afastados, flexiona as pernas dá o impulso na vertical com o membro superior não dominante levantado na frente, o antebraço dominante é flectido e suspenso ao nível da orelha e bate na bola, num movimento síncrono, ao mesmo tempo que o membro não dominante é baixado (este é que vai dar orientação ao remate), o dominante é suspenso e atinge a bola de cima para baixo, com a palma da mão, mais próxima do punho. Exige uma perfeita coordenação dos movimentos, conjugando com o tempo, velocidade e altura da bola.
São vários tipos de jogadas que o passador/levantador pode combinar com os atacantes, através de sinais: Bola alta na ponta, bola de tempo, meia bola, chute na ponta, chute no meio, desmico, entre outras


5º técnica “bloqueio”
=> Realizada pelos atacantes,
Posicionamento correcto: O jogador aproxima~se da rede, passos junta os pés em paralelo, afastados, flexiona as pernas dá o impulso na vertical com os membros superiores levantados num movimento Exige uma perfeita coordenação dos movimentos, conjugando com o tempo, velocidade do atacante adversário.
Pode ser:
Simples => 1 Atacante
Duplo => 2 Atacantes
Triplo => Com os 3 atacantes


Táticas do Volley
A tática de volley que mais aprecio, por ser aquela a que me dediquei mais, outrora, é a 4x2 com o levantador na saída de rede. Todas as táticas que conheço são:
4x2 levantador centro (a mais comum, por ser a mais simples)
4x2 levantador ponta
5x1 levantador centro
5x1 levantador ponta (na minha opinião a mais complicada)
Todas as táticas dependem de uma perfeita sintonia entre os elementos da equipe; integração, confiança e cada elemento saber ocupar a sua posição, correctamente,dentro da quadra. Exige uma concentração, um acompanhar da bola, dos elementos da equipe e ter uma visão total não só do próprio campo como do campo do adversário e o respeitar e confiar nas posições, é importante haver comunicação para não acontecer "deixa que eu deixo" onde 2 elementos vão a bola e esta "escorre" entre eles (claro que isso não acontece no volley profissional ) ou então a bola "cair aos pés" de um elemento que não "vai nela" porque "não é minha´" (novamente, isso a nível profissional não ocorre). Porém há que saber que o 1º toque é da defesa (recepção de manchete), o 2º toque é do levantador (distribuição com "toque") e o 3º toque, o remate, é do atacante. Contudo isso acaba por ter exceções que depende de cada jogada e momento, tem vezes que não se proporcionarão jogadas utilizando os três toques, sendo necessário ou oportuno finalizar a jogada no 2º toque, por exemplo. Por isso é necessário a concentração no jogo e acompanhar a bola, os elementos da equipe e os movimentos da equipe adversária para poder colocar a bola "no buraco" deixado na equipe adversária.
Alguém conhece mais táticas, além das mencionada? Qual delas é a preferida e porque?

Muito mais haveria para dizer, falar sobre volley é fascinante, porém não tanto quanto jogar um bom jogo...Que saudades dos jogos na ACM! Que saudades das "peladas" de Domingo no Fundão, nem o sol abrasador do meio dia era obstáculo...Que saudades dos jogos na UERJ chovesse ou fizesse sol lá estavam "os fominhas" jogando, inclusive até passando o rodo para tirar o excesso de água e continuar jogando.

Jogar voley dá tanto prazer que inclusive a professora de voley (Geny, muito exigente, a qual reverencio e agradeço os ensinamentos dos fundamentos básicos e a oportunidade de ter participado nos treinos avançados, apesar de não ter o nível dos demais participantes) dizia "Tem que ter uma intimidade tão grande com a bola como se estivesse fazendo amor com ela".

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Alternância de emoções em simultâneo...talvez seja uma predisposição genética

As emoções brotam como as flores na primavera, nem a distância, nem as "nuvens pretas" conseguem impedir ou bloquear. O que não deixa de ser intrigante, já que o corpo, a mente e o espírito estão interligados, interelacionados, intersubordinados, como as emoções brotam de forma autônoma ou independente, quando a razão tenta travá-la, o físico não está na sua melhor performance e existem outras emoções que desencadeiam lágrimas de tristeza de uma dor profunda que afora em determinados dias ou determinadas épocas, como esta quando o dia das mães se aproxima.
Como é possível haver uma dissociação de emoções e sensações, num mesmo ser?

Como é possível parte de nós estar profundamente triste e a outra parte flutuar de felicidade? Como é possível coexistir nuvens pretas carregadas num céu azul límpido, ensolarado com um Arco-Iris?

Que segredos ou mitérios estão encriptados na nossa mente e no nosso espírito que a nossa razão não consegue descodificar?

Que mecanismo faz com que haja essa dicotomia de emoções e sensações diametralmente opostas?

Será que todos possuem essa dicotomia? Será que isso faz parte do código genético de algumas pessoas?

Recentemente houve um relato informativo a cerca de um estudo de genética onde parece existir o "gen da felicidade" {Foi descoberto em Londres o gene da felicidade: segundo o investigador Jan-Emmanuel de Neve, o gene 5-HTT regula o transporte de serotonina, um químico que associa o sentimento de bem-estar ao cérebro. Assim, quem tem a variante mais longa deste tipo de gene tem tendência a viver mais feliz.este estudo revela ainda que cada pessoa desenvolve duas variantes do gene: a mais longa permite uma libertação e uma reciclagem melhor da serotonina, em comparação com a variante mais pequena=>http://www.dn.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=1848762&seccao=Sa%FAde) (No código genético humano, as possíveis combinações são “longo-longo” (muitos transportadores de serotonina), “longo-curto” (número médio de transportadores) ou “curto-curto” (poucos transportadores). Cada elemento dos pares vem da mãe ou do pai..)}
http://www.examenews.com/tecnologia/ciencia/noticias/cientistas-descobrem-o-gene-da-felicidade

Se realmente for provada a existência desse gene, então talvez poderá existir um gene da tristeza e ir mais além, talvez a dicotomia ou alternância de emoções em simultâneo possa ser uma predisposição genética, podendo correr pela expressão em simultâneo dos dois genes, ou haver a conjugação das variantes curtas ou longas de um ou de ambos os genes.

sábado, 30 de abril de 2011

A distância faz com que o véu da ilusão se desfaça

A distância faz com que a realidade aflore , o véu da ilusão se desfaz. É sempre bom tirarmos um tempo para observar a nossa vida de fora de nós, por vezes o Universo nos dá uma ajudazinha, embora a princípio ficamos contrariados e até mesmo tristes ou frustrados, quando estamos num ritmo e depois contra a nossa vontade abrandamos esse ritmo. Esse abrandamento é o tempo necessário para revermos os pontos chaves do momento para podermos intensificarmos os pontos positivos, corrigirmos ou minimizarmos os pontos negativos, para irmos construindo uma base sólida, limando as arestas para podermos desfrutarmos e aproveitarmos 100% os pontos positivos, aqueles que nos causam bem estar e que nos devolve a liberdade de sonhar, criar fantasias e concretizá-las sem nenhuma sombra.
A distância faz com que tenhamos oportunidade de revermos nossos valores e princípios, decisões tomadas, pontos de vistas formulados para podermos seguir no caminho com passos firmes, sem vacilo, consolidarmos nossos valores, entendermos nossos sentimentos e revermos os pontos onde falhamos, os pontos que precisam ser reforçados.
A distância faz com que tenhamos a noção exata da dimensão do nosso amor, do impacto e repercussão que tem na nossa vida e na vida dos outros, de estarmos a seguir o caminho certo ou de termos que voltar para percorrer novamente o caminho certo que deixamos de seguir em determinado momento da nossa vida.

"A distância faz ao amor aquilo que o vento faz ao fogo: apaga o pequeno, inflama o grande".
Roger Bussy-Rabutin

"Distância não é ausência”;
Distância não é estar distante;
Distância não é saudade;
Distância não é tristeza nem angústia;
Distância é um conceito geográfico de espaço que separa fisicamente as pessoas. Apenas isso.
A distância anula-se com um abraço;
Com a ternura;
Com o carinho;
A distância desaparece com o gesto, com a intenção;
A distância separa corpos mas não separa corações;
Não descura o Sentimento;
Não alimenta o desespero;
Não há longe nem distância, quando de facto se quer amar,
Quando os limites não limitam os Sentidos e os Sentimentos.
(autor?-recebido por correio eletrônico)

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Sintonia à distância realidade ou fantasia?

Sintonia à distância existe ou não passa de uma fantasia?

Se não existe então como explicar um desejo incontrolável, uma excitação, que surge sem nenhum estímulo prévio?

Se não existe então como explicar uma sensação ou emoção que sentimos a partir do nada relativa a alguém distante?

Se não existe então como explicar o aperto que sentimos no peito, sobre o coração, no exato momento que algo está acontecendo com quem temos uma grande afinidade ou ligação afetiva?

Se é uma fantasia, uma ilusão criada pela nossa imaginação fértil, então como se processa? Temos consciência de que nossos pensamentos não foram direcionados nesse sentido, ou seja conscientemente não produzimos essa fantasia, esta simplesmente surge, quando damos conta, estivemos envolvidos numa dimensão diferente da nossa realidade, de tal forma que por frações de segundo temos dificuldade em nos situarmos dentro do contexto a nossa volta que em nada está relacionado com o momento vivido antes.

Quantas vezes eu já não toquei o vazio,

na esperança de te sentir.

Quantas vezes eu já não ergui minha mão,

com vontade de acariciar teu rosto ...

ou secar uma lágrima.

Quantas vezes eu não fechei os meus olhos,

para poder visualizar tua boca sorrindo...

enquanto eu sentia que tu sorrias...

do outro lado.

Sinto tanto a tua falta...

Falta do teu calor...

Falta dos teus beijos...

Falta do teu olhar...

Mas a tua voz me aquece , me acaricia ,me embala nas minhas noites vazias...

E a esperança preenche meus sonhos.

A esperança de que não tarde o próximo dia em que vamos nos encontrar.

E de que não tarde, o dia em que não vamos mais nos separar...

CrisMaia


quinta-feira, 28 de abril de 2011

JAPÃO: LIÇÃO DE VIDA PARA O OCIDENTE

Recebi este vídeo mostrando a força da natureza, sublinhando a nossa fragilidade, vulnerabilidade, por vezes esquecida, quando detemos o poder econômico e político ou qualquer forma de poder





Por coicidência logo a seguir recebi o mail com esta imagem, que mostra uma lição a ser aprendida e divulgada:


DEZ COISAS A SEREM APRENDIDAS COM O JAPÃO


1 – A CALMANenhuma imagem de gente se lamentando, gritando e reclamando que “havia perdido tudo”. A tristeza por si só já bastava.


2 – A DIGNIDADEFilas disciplinadas para água e comida. Nenhuma palavra dura e nenhum gesto de desagravo.


3 – A HABILIDADEArquitetos fantásticos, por exemplo. Os prédios balançaram, mas não caíram.


4 – A SOLIDARIEDADEAs pessoas compravam somente o que realmente necessitavam no momento. Assim todos poderiam comprar alguma coisa.


5 – A ORDEMNenhum saque a lojas. Sem buzinaço e tráfego pesado nas estradas. Apenas compreensão.


6 – O SACRIFÍCIOCinquenta trabalhadores ficaram para bombear água do mar para os reatores da usina de Fukushima. Como poderão ser recompensados?


7 – A TERNURAOs restaurantes cortaram pela metade seus preços. Caixas eletrônicos deixados sem qualquer tipo de vigilância. Os fortes cuidavam dos fracos.


8 – O TREINAMENTOVelhos e jovens, todos sabiam o que fazer e fizeram exatamente o que lhes foi ensinado.


9 – A IMPRENSAMostraram enorme discrição nos boletins de notícias. Nada de reportagens sensacionalistas com repórteres imbecis. Apenas calmas reportagens dos fatos.


10 – A CONSCIÊNCIAQuando a energia acabava em uma loja, as pessoas recolocavam as mercadorias nas prateleiras e saiam calmamente.

NENHUM ARRASTÃO, CONTRA O POVO ou PARA ROUBAR O COMÉRCIO


“A passagem do tempo deve ser uma conquista e não uma perda.”
“Viver é a única coisa que não dá para deixar para depois.”

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Sempre sobra tempo...é só querer!

Mais uma pétala de sabedoria no jardim Internet:



Um professor de filosofia parou na frente da classe e sem dizer uma palavra, pegou um vidro de maionese vazio e encheu com pedras. Cada uma tinha uns 2 centímetros de diâmetro. Então perguntou aos alunos se o vidro estava cheio. Eles concordaram que estava.

Então o professor pegou uma caixa com pedregulhos bem pequenos, jogou-os dentro do vidro, agitando levemente. Os pedregulhos rolaram para os espaços entre as pedras. Ele então perguntou novamente se o vidro estava cheio. Os alunos concordaram: agora sim, estava cheio!

Então, o professor pegou uma caixa com areia e a despejou dentro do vidro, preenchendo o espaço restante. Agora, disse o professor, eu quero que vocês entendam que isto simboliza a sua vida.

As pedras são as coisas importantes: sua família, seus amigos, sua saúde, seus filhos, coisas que preenchema sua vida.

Os pedregulhos são as outras coisas que importam: o seu emprego, sua casa, seu carro.

A areia representa o resto. As coisas pequenas. Se vocês colocarem a areia primeiro no vidro, não haverá mais espaço para os pedregulhos e as pedras. O mesmo vale para a sua vida. Cuidem das pedras primeiro. Das coisas que realmente importam. Estabeleçam suas prioridades. O resto é só areia! Mas então, um aluno pegou o vidro e perguntou novamente se o vidro estava cheio. Os alunos concordaram: agora sim, estava cheio! Então ele derramou um copo de água dentro do vidro. Claro, a areia ficou ensopada com a água, preenchendo todos os espaços restantes dentro do vidro e fazendo com que ele, desta vez, ficasse realmente cheio. Então disse:


Não importa o quanto sua vida esteja cheia de coisas e problemas, sempre sobra espaço para o que há de mais importante para sua plena felicidade. Sempre sobra tempo...é só querer!

Músicas que nos aproximam de Deus!



Neste tempo, lindas músicas do passado, que se mantém atualizadas, nos aproximam de Deus:











2- "Homem de Nazaré": http://youtu.be/qRVqIQEPRqM


3- "A Montanha": http://youtu.be/rybX96pg2yY



4-"Quando eu quero falar com Deus " http://youtu.be/4-3i1_nlESs



5-"pegadas na areia": http://youtu.be/eotMu8e6_gM



6- "Aleluia": http://youtu.be/6cC_JTdefHE