Seja Bem Vindo!


Sua visita me deixou muito feliz...

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Amor & Emoção x Razão


quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Beija-Flor ...a lenda de duas histórias de Amor!



O amor é um tema fascinante que por mais que se conheça sempre surge uma faceta nova, recebi uma mensagem contendo a lenda do Beija-Flor, ao tentar encontrar o autor não foi encontrado, mas foi encontrado mais uma lenda, semelhante a que tinha recebido, mas com nuances diferentes embora versando sobre o mesmo tema, o AMOR! E por ver tamanha importância houve necessidade de conhecer este passarinho que há muito me encantava por ficar parado no ar como que contemplando a beleza da flor de onde extrairia o seu alimento e em troca faria a polinização que permitirá a reprodução dessa beleza.

O Beija-Flor, colibri ou cuitelo é uma ave da ordem Apodiformes, que inclui apenas a família Trochilidae e seus 108 gêneros. Existem 322 espécies conhecidas. No Brasil, alguns gêneros recebem outros nomes, como os rabos-brancos do gênero Phaethornis ou os bicos-retos do gênero Heliomaster. No antigo sistema classificativo, a família Trochilidae integrava a ordem Apodiformes, juntamente com os andorinhões. Entre as características distintivas do grupo, contam-se o bico alongado, a alimentação à base de néctar, 8 pares de costelas, 14 a 15 vértebras cervicais, plumagem iridescente e uma língua extensível e bifurcada.
O grupo é originário das Américas e ocorre desde o Alasca à Terra do Fogo. A maioria das espécies é tropical e subtropical e vive entre as latitudes 10ºN e 25ºS. A maior biodiversidade do grupo encontra-se no Brasil e no Equador, que contam com cerca de metade das espécies conhecidas de beija-flor. Os troquilídeos estão ausentes do Velho Mundo, onde o seu nicho ecológico é preenchido pela família Nectariniidae (Passeriformes).Os beija-flores são aves de pequeno porte, que medem em média 6 a 12 cm de comprimento e pesam 2 a 6 gramas. O bico é normalmente longo, mas o formato preciso varia bastante com a espécie e está adaptado ao formato da flor que constitui a base da alimentação de cada tipo de beija-flor. Uma característica comum é a língua bifurcada e extensível, usada para extrair o néctar das flores.Tal como a maioria das aves, o sentido do olfato não está muito desenvolvido nos beija-flores; a visão, no entanto, é muito apurada. Além de poderem identificar cores, os beija-flores são dos poucos vertebrados capazes de detectar cores no espectro ultravioleta.
A alimentação dos beija-flores é baseada em néctar (cerca de 90%) e artrópodes, em particular moscas, aranhas e formigas. Os beija-flores são poligâmicos.Os Beija-fFlores estão representados:
No brasão de armas e na moeda de 1 cêntimo de Trinidade e Tobago.
Nas linhas de Nazca
(As linhas de Nazca são geóglifos e linhas direitas no deserto Peruviano. Foram feitas pelo povo Nazca, que floresceu entre 200 a.C. e 600 d.C. ao longo de rios que desciam dos Andes. O deserto estende-se por mais de 1.400 milhas ao longo do Oceano Pacifico. A área de Nazca onde se encontram os desenhos é conhecida pelo nome de Pampa Colorada. Tem 15 milhas de largura e corre ao longo de 37 milhas paralela aos Andes e ao mar. As pedras vermelho escuras e o solo foram limpas, expondo o subsolo mais claro, criando as "linhas". Não existe areia neste deserto. Do ar, as "linhas" incluem não só linhas e formas geométricas, mas também representações de animais e plantas estilizadas. Algumas, incluindo imagens de humanos, estendem-se pelas colinas nos limites do deserto).
Na cédula de R$ 1,00.
No símbolo da Prefeitura Municipal de Betim, Minas Gerais.
Na música Cuitelinho, do folclore de Minas Gerais.
Na música brasileira Ai que Saudade D'ocê.
(
Wikipédia)
Duas lendas sobre o beija-flor

1ª-LENDA DO BEIJA-FLOR=>o ser apaixonado que procura a sua amada em cada flor

Existiam duas tribos morando à beira de um rio: uma tribo maior e uma tribo menor.
A tribo menor plantava e pescava com muito afinco e, com isso,começou a ter mais peixe e maior abundância de alimentos. Isto gerou inveja na outra tribo, que começou a hostilizar seus vizinhos, primeiro com palavras, depois com gestos e por fim declararam guerra àqueles que, mesmo em menor número, eram mais trabalhadores e eficientes.
Indiferente a estas questões, dois jovens se enamoraram, porém cada qual pertencia a uma tribo. O rapaz pertencia à tribo menor e a jovem à tribo maior. Apesar da guerra, os dois se encontravam às escondidas, mas um dia os guerreiros da tribo da jovem a seguiram e os encontraram namorando. Depois de espancar o rapaz e pensando que ele já estivesse morto levaram a jovem de volta à tribo.
O Conselho dos Anciãos foi convocado para o julgamento da pobre jovem. A acusação era de traição, já que as tribos estavam em guerra e eles acreditavam que ela passava segredos para a outra tribo. A sentença era de morte, mas por ela ser muito jovem e bela, convocaram o Pajé que resolveram transformá-la numa flor.
O rapaz, socorrido por seus guerreiros, sobreviveu ao espancamento e, tão logo se recuperou passou a procurar desesperadamente pela sua amada. Ele chamou os anciãos e anunciou que iria até a outra tribo em busca de seu amor. Eles não permitiram tremenda loucura e tentaram, de toda forma, impedi-lo.
Afirmaram que na sua tribo existiam lindas moças que poderiam ser boa esposa e dar-lhe filhos fortes e saudáveis. O rapaz estava irredutível e os anciãos, vendo tamanha decisão e tristeza do jovem, chamaram o pajé para ajudá-los. Depois de muito pensar e sabendo que a jovem amada tinha sido transformada em flor decidiram transformá-lo em Beija-Flor.
É por isto que o Beija-Flor vai de flor em flor, sempre tentando achar a sua amada.


2ª Lenda do Beija-Flor=> Coacyaba o primeiro Beija Flor(Maués)
Os índios do Amazonas acreditam que as almas dos mortos transformam-se em borboletas. É por esse motivo que elas voam de flor em flor, alimentando-se e fortalecendo-se com o mais puro néctar, para suportarem a longa viagem até o céu. Coacyaba, uma bondosa índia ficara viúva muito cedo, passando a viver exclusivamente para fazer feliz sua a filhinha Guanamby. Todos os dias passeava com a menina pelas campinas de flores, entre pássaros e borboletas. Dessa forma pretendia aliviar a falta que o esposo lhe fazia. Mesmo assim, angustiada, acabou por falecer. Guanamby ficou só e seu único consolo era visitar o túmulo da mãe, implorando que esta também a levasse para o céu. De tanta tristeza e solidão, a criança foi enfraquecendo cada vez mais e também morreu. Entretanto, sua alma não se tornou borboleta, ficando aprisionada dentro de uma flor próxima à sepultura de sua mãe, par assim permanecer ao seu lado. Enquanto isso, Coacyaba, em forma de borboleta, voava entre as flores, colhendo néctar. Ao aproximar-se da flor onde estava Guanamby, ouviu um choro triste, que logo reconheceu. Mas, como era frágil borboleta, não teria forças para libertar a filhinha. Pediu, então, ao Deus Tupã que fizesse dela um pássaro veloz e ágil, que pudesse levar a filha para o céu. Tupã atendeu ao seu pedido, transformando-a num Beija-Flor, podendo, assim, realizar o seu desejo. Desde então, quando morre uma criança, órfã de mãe, sua alma permanece guardada dentro de uma flor, esperando que a mãe, em forma de beija-flor, venha buscá-la, para juntas voarem para o céu, onde estarão eternamente.
Fonte: Lendas e Mitos dos índios Brasileiros/ Waldemar de Andrade e Silva. FTD

Faça a sua parte

Duas versões para uma mesma lenda, mas ambas encerram o fundamental: Se cada um cumprir a sua parte tudo é possível de ser realizado, até o mais difícil ou improvável de acontecer, acontece. Diante de um problema, obstáculo, situação difícil, uma crise, não adianta ficar sentado reclamando, maldizendo as circunstâncias, apontando culpados ou esperando que os outros ajam. Devemos fazer o que nos compete, mesmo que pareça uma gota de água diante das dimensões do fogo a ser extinto...

Faça a sua parte...  
1-Diz a lenda que havia uma imensa floresta onde viviam milhares de animais, aves e insetos. Certo dia uma enorme coluna de fumaça foi avistada ao longe e, em pouco tempo, embaladas pelo vento, as chamas já eram visíveis por uma das copas das árvores. Os animais assustados diante da terrível ameaça de morrerem queimados, fugiam o mais rápido que podiam, exceto um pequeno beija-flor. Este passava zunindo como uma flecha indo veloz em direção ao foco do incêndio e dava um vôo quase rasante por uma das labaredas, em seguida voltava ligeiro em direção a um pequeno lago que ficava no centro da floresta. Incansável em sua tarefa e bastante ligeiro, ele chamou a atenção de um elefante, que com suas orelhas imensas ouviu suas idas e vindas pelo caminho, e curioso para saber porquê o pequenino não procurava também afastar-se do perigo como todos os outros animais, pediu-lhe gentilmente que o escutasse, ao que ele prontamente atendeu, pairando no ar a pequena distância do gigantesco curioso. – Meu amiguinho, notei que tem voado várias vezes ao local do incêndio, não percebe o perigo que está correndo? Se retardar a sua fuga talvez não haja mais tempo de salvar a si próprio! O que você está fazendo de tão importante? – Tem razão senhor elefante, há mesmo um grande perigo em meio aquelas chamas, mas acredito que se eu conseguir levar um pouco de água em cada vôo que fizer do lago até lá, estarei fazendo a minha parte para evitar que nossa mãe floresta seja destruída.
Em menos de um segundo o enorme animal marchou rapidamente atrás do beija-flor e, com sua vigorosa capacidade, acrescentou centenas de litros d’água às pequenas gotinhas que ele lançava sobre as chamas.
Notando o esforço dos dois, em meio ao vapor que subia vitorioso dentre alguns troncos carbonizados, outros animais lançaram-se ao lago formando um imenso exército de combate ao fogo.
Quando a noite chegou, os animais da floresta exaustos pela dura batalha e um pouco chamuscados pelas brasas e chamas que lhes fustigaram, sentaram-se sobre a relva que duramente protegeram e contemplaram um luar como nunca antes haviam notado.


2-Um incêndio avançava sobre a floresta destruindo tudo o que encontrava pelo caminho.
Os animais, assustados correm para se proteger na outra margem do rio.
O "rei" leão procura por todos os seus amigos: lá estão os sapos, as cobras, os esquilos, as cabras, coiotes,os macacos, enfim, todos os animais.
Com isso, ele sorri satisfeito pensando, pelo menos aqui todos estão seguros.
Perto dali o pequenino beija-flor enche seu biquinho com água do rio voa e do alto solta aquelas gotas sobreo imenso fogo.
Depois do quinto mergulho na água o leão faz a pergunta esperada por todos:
Beija-flor, você acha que vai conseguir apagar este incêndio com estas gotinhas?
Não, responde a pequenina ave, mas estou fazendo a minha parte!

A 1ª versão é a minha preferida, pois se todos colaborarmos, sem buscar recompensas, tudo ficará melhor com o passar do tempo e a ajuda de uns fará a vida de outros muito melhor ou, pelo menos, menos pior. Talvez se todos que estão atravessando momentos de crise comum fizessem bem a sua parte quem sabe a crise não seria vencida e houvesse justiça na distribuição dos sacrifícios e das recompensas.


Que Deus nos ajude a que possamos fazer a parte que nos compete fazer para que possamos tornar o mundo melhor ou pelo menos não sejamos os culpados dele estar pior.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Felicidade material x felicidade Espiritual

Hoje dia dos finados ou fiéis defuntos, além de prestar homenagem aos entes queridos que já se foram, de orar por eles para que deixem o purgatório e sejam conduzidos para o Esplendor da Luz Perpétua, é um dia para refletir sobre em que consiste a felicidade e o que carregaremos connosco quando o crepúsculo da vida nos alcançar, neste contexto, por coincidência ou não, veio até mim esta lenda:


Um rei tinha presenteado sua filha, a princesa, com um belo colar de diamantes. O colar tinha desaparecido e as pessoas do reino procuraram por toda a parte sem conseguir encontrá-lo.
Alguém disse que um pássaro poderia tê-lo levado, fascinado pelo brilho. O rei,então, pediu a todos que voltassem a procurá-lo e anunciou uma recompensa de U$ 50.000 para quem o encontrasse.
Um dia, um rapaz caminhava de volta para casa ao longo de um lago ao lado de uma área industrial. O lago estava completamente poluído, sujo e com um mau cheiro terrível. Enquanto andava, o rapaz viu algo brilhar no lago e quando olhou viu o colar de diamantes.
Decidiu tentar pegá-lo, de forma que pudesse receber os U$ 50.000 de recompensa. Pôs sua mão no lago imundo e agarrou o colar, mas de alguma forma o perdeu e não o pegou.
Tirou a mão para fora e olhou outra vez , e o colar estava lá, imóvel. Recomeçou. Desta vez entrou no lago e, emporcalhando sua calça no lago imundo, afundou seu braço inteiro para pegar o colar.
Mas, estranhamente, ele perdeu o colar novamente! Saiu e começou a ir embora, sentindo-se deprimido. Então, outra vez ele viu o colar, bem ali. Desta vez ele estava determinado a pegá-lo, não importava como.
Decidiu mergulhar no lago, embora fosse algo repugnante de fazer, tal a sujeira era lama do lago. Seu corpo inteiro tornou-se imundo.
Mergulhou e mergulhou e procurou por toda parte pelo colar, mas fracassou novamente. Desta vez ele ficou realmente aturdido e saiu, sentindo-se mais deprimido ainda, já que, sem conseguir pegar o colar, não receberia os U$ 50.000.
Um velho que passava por ali o viu, e perguntou-lhe sobre o que estavahavendo. O rapaz não quis compartilhar o segredo com o velho, pensando que o velho poderia tomar-lhe o colar para si; então recusou-se a explicar a situação para o velho.
Mas o velho pôde perceber que o rapazinho estava incomodado e, sendo compassivo, outra vez pediu ao rapaz que lhe contasse qual o problema, e ainda prometeu que não contaria nada para ninguém.
O rapaz reuniu alguma coragem e, como já dava o colar como perdido, decidiu pôr alguma fé no velho. Contou tudo sobre o colar e como ele tentou pegá-lo, mas como tinha fracassado.
O velho então lhe disse que talvez ele devesse olhar para cima, em direção aos galhos da árvore, em vez de olhar para o lago imundo. O rapaz olhou para cima e, para sua surpresa, o colar estava pendurado no galho de uma árvore. Tinha, o tempo todo, tentado capturar um simples reflexo do colar.
A felicidade material é exatamente como o lago poluído e imundo; porque é um mero reflexo da felicidade verdadeira no mundo espiritual. Não alcançaremos a felicidade plena que procuramos na vida material, não importa o quanto nos esforcemos.
Em vez disso, devemos “olhar para cima”, em direção a Deus, que é a fonte da felicidade real, e parar de perseguir o reflexo desta felicidade no mundo material. Esta felicidade espiritual é a única coisa que pode nos satisfazer completamente.



"...Antes de sairmos à cata desesperada de valores materiais expressivos, analisemos o que necessitamos dar em troca.Porque nada vale que mereça sacrificar a honra, a dignidade pessoal, a auto-estima, a vida espiritual.Tudo é passageiro na Terra!"


“Com efeito, passa o homem como uma sombra; em vão se inquieta; amontoa tesouros e não sabe quem os levará” (Salmo 39:6)


“Fixemos nosso coração em fazer empenho para aumentar nosso tesouro no céu.”
Mateus 6: 19,20

sábado, 29 de outubro de 2011

Queria ser...

...AMANHECER: Para fazer um dia a mais de felicidade na Terra.

AMOR: Para unir as pessoas e lhes dizer que sou apenas uma delas!CANTO: Para alegrar os que vivem na tristeza.
CHUVA: Para correr toda a terra e molhar os campos devastados e secos.
DOR: Para amargar no peito dos infiéis.
FLOR: Para enfeitar os jardins no outono.
FORÇA: Para fugir dos que a utilizam para o mal.
GRITO: Para gritar a dor dos que sofrem em silêncio.
LÁGRIMA: Para fazer chorar os corações insensíveis.
LUAR: Para brilhar na noite dos amores incompreendidos. LUZ: Para iluminar os que vivem na escuridão.
NOITE: Para acalentar os que lutam durante o dia.
OLHOS: Para fazer enxergar os cegos de verdade.
SILÊNCIO: Para fazer calar as vozes que atordoam o coração do homem.
SINO: Para repicar nos Natais dos que possuem recordações amargas.
SOL: Para fazer brilhar os que não têm lua.
SONHO: Para colorir o sono dos realistas petrificados.
SORRISO: Para encantar os lábios dos amargurados.
VIDA: Para fazer nascer os que estão morrendo.
VEÍCULO: Para trazer de volta os que partiram deixando saudades.
VOZ: Para fazer falar os que sempre se calaram.



Gostaria de poder expressar meu agradecimento ao autor deste lindo texto, que traduz tudo aquilo que um dia eu queria ser, mas que não conseguirei ser, porém não encontrei o autor, entretanto na busca que realizei encontrei o "amanhecer"de Chico Xavier, que é uma proposta a ser seguida no presente, para poder preparar o futuro e quem sabe possa mudar o tempo verbal do passado "queria ser..." para o futuro "serei..."


"Quero nascer de novo cada dia que nasce.
Quero ser outra vez novo, puro, cristalino.
Quero lavar-me, cada manhã, do homem velho, da poeira velha, das palavras gastas, dos gestos rituais.
Quero reviver a primeira manhã da criação, o primeiro abrir dos olhos para a vida.
Quero que cada manhã, a alma desabroche do sono como a rosa do botão e, surja como a aurora do oceano, ao sorriso dos teus lábios, ao gesto de tua mão.
Quero me engrinaldar para a festa renovada com que cada dia nos convidas a desdobrar as asas como a águia em demanda do sol.
Quero crer, a cada nova aurora, que esta é a definitiva, a do encontro com a felicidade, a da permanência assegurada, a de teu sim definitivo."
(Chico Xavier)

Rezar em situação de perigo é um ato de Fé ou de desespero?

As fortes chuvas que provocam enchentes, deixam ruas alagadas autênticos rios. Esta imagem nos impressiona, embora causem uma certa angústia, principalmente quando imaginamos se fosse connosco. Mas quando somos os protagonistas, sentimos uma crise de profunda ansiedade, de pânico, até terror, como aconteceu no dia 26/10/2011, 2 horas sob chuvas torrenciais, visibilidade zero, velocidade 10 km/h, um elevado nível de Stress e tensão, umas não sei quantas Ave-Marias e Pai-Nosso foram rezados nesse trajeto do trabalho para casa, num carro velhinho (que todos dizem que já devia estar aposentado) ao chegar a uma distância de 3 km de casa a larga avenida transformada em lago, a água chegava na metade da porta, quando os carros passavam corriam ondas e ainda por cima um estúpido de um motorista bate na traseira do carro, passa pela direita e insulta dizendo que fora ao contrário que o carro é que bateu no dele, como isso seria possível se estava com o pé no freio, o freio de mão puxado, ele estava no final de uma descida (se não havia o lago que estava, o embate provocado suscitou o efeito "chicote" típico das batidas sofridas por trás quando estamos parados, onde a cabeça vai para frente e volta para trás bruscamente) por fim ainda diz "não sabe conduzir fica em casa" e depois passa a frente numa atitude provocadora, não faltava mais nada, momentaneamente fica-se paralisado, já estávamos aterrorizados pelo pânico de poder sofrer acidente, ou do carro ficar avariado no meio de tanta água, ainda chega alguém culpado que atira as suas culpas para nós. Mas foi melhor assim, não ter reação, porque mesmo que estivesse com a razão (e estava) de que serviria discutir e até quem sabe o outro puxar de uma arma e nos acertar. O desespero era tanto que quando passava sob um viaduto que por frações de segundos não via a água era uma sensação de alívio, este último incidente foi a "gota d'água" só pensava em parar o carro e ficar abrigada da chuva, desviei o caminho para ir para um shopping esperar passar a chuva e as ruas desafogarem, entretanto surge uma rua a meio do caminho (que também conduziria à casa) que estava sem acumulo de água e a visibilidade tornara-se melhor, uma "luz no fundo do túnel", entretanto tornou-se mais um dado para aumentar o nível ainda mais de tensão, engarrafamento, com o agravante que os ônibus todos estavam vindo por ela, rua estreita de duplo sentido, com carros estacionados de um lado estreitando-a ainda mais, 1 hora para chegar desde essa rua até em casa, que normalmente se faria em menos de 5 minutos, mas serviu de conforto porque o pensamento "se o carro parar ou qualquer coisa deixo o carro e vou a pé", felizmente não foi necessário 3 três horas depois de sair do trabalho conseguia chegar á casa (o que normalmente levaria 30 minutos), o "velhinho" portara-se muito bem, ao contrário de muitos carros novos que foram vistos ao longo do trajeto parados, avariados no meio da água.


Disso tudo houve a constatação de que as orações que foram realizadas ao longo do trajeto foram apenas uma tentativa de aliviar a pressão, foram rezadas com desespero, mas sem fé, porque caso contrário, provocaria uma sensação de alívio, confiança, serenidade, sem insistência o que não ocorreu, muito pelo contrário era uma oração repetida desesperadamente autômata.


Se rezamos insistentemente, incessantemente, é porque não confiamos e não acreditamos por isso não esperamos o resultado ou estamos tentando "forçar a barra" como se déssemos uma ordem a Deus e como não víamos o resultado, voltamos a insistir várias vezes, até que seja cumprida.


A partir disso revi a forma de rezar ou orar em situação de elevada tensão, terror ou até mesmo em pânico, se rezar não provocar uma sensação de paz e serenidade, significa que não estou rezando com fé e não estou me entregando nas mãos de Deus, porque tudo acontece se tiver que acontecer, não aceitar isso é querer mandar em Deus. Orar ou rezar não é fazer com que Deus faça aquilo que queremos e sim que nos ensine, nos ampare e dê forças para suportarmos o que não conseguimos evitar de acontecer.Porque está dentro de um plano superior, que transcende o nosso querer ou vontade.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Receitas de Felicidade...

Receitas de Felicidade
1-Toquinho
Pegue uns pedacinhos de afeto e de ilusão;


Misture com um pouquinho de amizade;

Junte com carinho uma pontinha de paixão

E uma pitadinha de saudade.
Pegue o dom divino maternal de uma mulher

E um sorriso limpo de criança;

Junte a ingenuidade de um primeiro amor qualquer

Com o eterno brilho da esperança.
Peça emprestada a ternura de um casal

E a luz da estrada dos que amam pra valer;

Tenha sempre muito amor,Que o amor nunca faz mal.

Pinte a vida com o arco-íris do prazer;

Sonhe, pois sonhar ainda é fundamental

E um sonho sempre pode acontecer.


2-"Culinária"-Simone Luzzi

Ingredientes:
1 xícara de serenidade

3 colheres de sopa de paciência

2 xícaras de caridade

4 colheres de compreensão

1 dose de respeito a mesma medida de tolerância

1 dúzia de amor

1/2 litro de carinho

3 copos de alegria

1 kl. de fé

2 kls. de pensamento positivo

1 pitada de inteligência e muita humildade para semear.
Preparo:
Misture tudo, coloque dentro do seu coração aquecido para aproximadamente tempo infinito.
Rendimento:
Para todos que buscam a felicidade.

ou


Ingredientes:

FAMÍLIA: é aqui que tudo começa;

AMIGOS: nunca deixe faltar;

RAIVA: se acontecer, que seja pouca;

DESESPERO: pra que?

PACIÊNCIA: o máximo possível;

LÁGRIMAS: enxugue todas;

SORRISOS: os mais variados;

PAZ: em grande quantidade;

PERDÃO: à vontade;

ESPERANÇA: não perca jamais;

CORAÇÃO: quanto maior melhor;

AMOR: pode abusar;

CARINHO: essencial.

Modo de preparo:Reúna sua FAMÍLIA e seus AMIGOS. Esqueça os momentosde RAIVA e DESESPERO. Use toda sua PACIÊNCIA,substitua as LÁGRIMAS por SORRISOS. Junte a PAZ e oPERDÃO, depois ofereça aos seus desafetos. Deixe a ESPERANÇA crescer em seu CORAÇÃO. Viva sempre com muito AMOR e CARINHO.


Rendimento:Uma vida maravilhosa.



O "stress" por vezes interfere na felicidade, por isso 4 técnicas para aliviar o "stress"
As melhores técnicas para lidar com o "stress" são muito simples de aprender e praticar. E devem ser. Afinal, se fossem complicadas, nos deixariam mais estressados, não é mesmo? As técnicas abaixo irão ajudá-lo a controlar o excesso de "stress", a se tornar mais saudável e alegre.
1- Evite a companhia de quem estimula o "stress"
Quem não conhece pessoas que não apenas são estressadas, mas que parece que "exalam" e«"stress" para todo o ambiente? Quando você menos se dá conta, está infectado com o "stress" deles. Se você é o tipo de pessoa que costuma se deixar influenciar pelo "stress" alheio, evite essas pessoas. Pelo menos quando se sentir mais suscetível.

2-Aprenda a respirar profundamente
A respiração influencia diretamente o estado do corpo e da mente. Note que quando estamos estressados, a respiração tende a ser mais curta e rápida. Ao contrário, quando estamos relaxados, tende a ser mais longa e demorada, como a respiração de um bebê. Esta é a maneira correta de respirar, que nos deixa relaxados e calmos. Que tal reaprender a respirar assim?
Deite-se de costas no chão, sobre um colchonete ou edredon dobrado, com os olhos fechados e os braços estendidos ao longo do corpo. Inspire lentamento pelo nariz e visualize os seus pulmões se enchendo de ar e expandindo. Quando estiverem cheios, prenda a respiração por um instante e expire devagar, também pelo nariz, esvaziando os pulmões completamente.
Mantenha esta respiração pelo tempo que desejar ou que precisar para ficar bem relaxado.

3-O sorriso interior
Esta é uma antiga e eficiente técnica taoísta para o controle do "stress". Uma maneira simples de fazer isso é fechar os olhos e sorrir pensando em algo que costume lhe agradar. Preste atenção na sensação que isso causa em você. Mentalmente, faça esta sensação "viajar" por todo o seu corpo, começando pelo rosto. Depois vá descendo pelo pescoço, pulmões, coração e abdômen. Você pode prosseguir espalhando esta sensação por todo o seu corpo. A técnica é simples e, para quem ainda não tentou, pode parecer até um pouco tola, mas é muito eficiente! Não deixe de experimentá-la. Você será recompensado.

4-Espreguice-se
O ato de espreguiçar relaxa os músculos do corpo e gera uma agradável sensação de bem-estar. Já que é tão simples, que tal fazer isso com mais freqüência? Não se deixe ficar imóvel diante da tela do computador por horas a fio. Faça pausas de tempos em tempos para esticar o corpo e respirar profundamente.

Como vê, estes exercícios são simples de aplicar e fáceis de integrar à sua rotina diária. Muitas vezes, ficamos estressados simplesmente porque ficamos tão obstinados com os problemas do dia a dia e esquemos de atos tão simples que podem nos trazer bem-estar
.

domingo, 9 de outubro de 2011

"Morrer em vida é fatal"

Recados para Orkut Recados para Orkut


Recebi esta mensagem, logo pensei em compartilhar, inserindo em cor diferente alguns textos compilados de Marcial Salaverry, porque configura bem um dos temas inquietantes quando os anos vão passando e percebemos que nos aproximamos cada vez mais da velhice e aponta o caminho para saber envelhecer:
Nunca esqueci de uma senhora que, ao responder por quanto tempo pretendia trabalhar, respondeu com toda a convicção: “Até os 100 anos”.
O repórter, provocador, insistiu:
“E depois?”.
“Ué, depois vou aproveitar a vida”.
É de se comemorar que as pessoas aparentem ter menos idade do que realmente têm e que mantenham a vitalidade e o bom humor intactos – os dois grandes elixires da juventude.
No entanto, cedo ou tarde (cada vez mais tarde, aleluia), envelheceremos todos.
Não escondo que isso me amedronta um pouco.
Ainda não cheguei perto da terceira idade, mas chegarei, e às vezes me angustio por antecipação com a dor inevitável de um dia ter que contrapor meu eu de dentro com meu eu de fora.
Rugas, tudo bem. Velhice não é isso, conheço gente enrugada que está saindo da faculdade.
A velhice tem armadilhas bem mais elaboradas do que vincos em torno dos olhos.
Ela pressupõe uma desaceleração gradativa: descer escadas de forma mais cautelosa, ser traída pela memória com mais regularidade,
ter o corpo mais flácido, menos frescor nos gestos, os órgãos internos não respondendo com tanta presteza, o fôlego faltando por causa de uma ladeira à toa, ainda que isso nem sempre se cumpra: há muitos homens e mulheres que além de um ótimo aspecto, mantêm uma saúde de pugilista. A comparação com os pugilistas não é de todo absurda: é de briga mesmo que
estamos falando. A briga contra o olhar do outro. Muitos se queixam da pior das invisibilidades: "Não me olham mais com desejo”. Ouvi uma mulher belíssima dizer isso num programa de tevê, e eu pensei: não pode ser por causa da embalagem, que é tão charmosa.
Deve estar lhe faltando ousadia, agilidade de pensamento, a mesma gana de viver que tinha aos 30 ou 40. Ela deve estar se boicotando de alguma forma, porque só cuidar da embalagem não adianta, o produto interno é que precisa seguir na validade.
Quem viu o filme “Fatal” deve lembrar do professor sessentão, vivido por Ben Kingsley, que se apaixona por uma linda e jovem aluna (Penélope Cruz) e passa a ter com ela um envolvimento que lhe serve como tubo de oxigênio e ao mesmo tempo o faz confrontar-se com a própria finitude.
No livro que deu origem ao filme (O Animal Agonizante, de Philip Roth), há uma frase que
resume essa comovente ansiedade de vida: "Nada se aquieta, por mais que a gente envelheça”. essa é a ardileza da passagem do tempo: ela não te sossega por dentro da mesma forma que te desgasta por fora. O corpo decai com mais ligeireza que o espírito, que, ao contrário, costuma rejuvenescer quando a maturidade (a arte de saber envelhecer o físico sem envelhecer a alma) se estabelece. (Devemos dentro do possível, manter nossos hábitos, acomodando-os com a nova realidade do organismo. Se não podemos mais correr na praia, passemos a caminhar acelerado enquanto der, diminuindo a marcha conforme o organismo for pedindo. O que não podemos, é parar).
Como compensar as perdas inevitáveis que a idade traz? Usando a cabeça: em vez de lutarmos para não envelhecer, devemos lutar para não emburrecer. (É exatamente essa flama interna que nos conserva vivos, que nos permite achar que estamos fazendo jús ao lugar que ocupamos no mundo. Do contrário, passaremos a ser meros objetos decorativos para colecionadores de mau gosto).
Seguir trabalhando, viajando, lendo, se relacionando, se interessando e se renovando. Porque se emburrecermos, aí sim, não restará mais nada.

Martha Medeiros