O vandalismo está tão vulgarizado, mas mesmo assim ao deparar com um vaso de planta de ferro de grande dimensões tombado, fruto de um ato de vandalismo noturno e associado às notícias de crimes hediondo com requintes de crueldade cometidos contra o ser humano, uma pergunta surgiu: Qual a medida punitiva/reparadora que será aplicada? se for preso, julgado, condenado irá para uma prisão por algum tempo, mas quem paga essa "estadia"? em que isso repara ou impede que outros crimes dessa natureza voltem a existir na sociedade praticados até pelo mesmo que agora os praticou? ficar privado da liberdade de ir ou vir neste caso será pouco, não ensinará nada, ficar confinado entre 4 paredes com outros indivíduos igualmente sem formação ético moral e religiosa, sem sentimentos, que não tem amor no coração, será reincidir, porque enquanto está ali está abrigado dos intempéries da natureza, tem o que comer, quando muitos que não cometeram nenhum crime não tem, que estão na rua, morrendo de fome, a merecer da caridade ou generosidade alheia. Então a solução surgiu, se há atos de selvageria é porque são selvagens e como tal não devem estar no seio da sociedade e sim na selva junto dos animais selvagens, esse pensamento tomou forma, a ponto de pensar como seria isso: seria preso , julgado condenado, só que ao invés de ir para a prisão, seria levado para a selva e deixado lá por um período, com mantimentos e água somente por 1 semana, para ter tempo de se "familiarizar", a partir daí estaria junto com os seus "pares" de igual para igual, aprenderia a valorizar a vida e saber o quanto custa a luta pela vida, a lutar para sobreviver e a se defender (e aqui estaria em vantagem em relação às suas vítimas, teria oportunidade de se defender, porque estaria sempre alerta pois sabia que a qualquer momento surgiria um animal selvagem, coisa que as suas vítimas não tiveram, foram pegas de surpresa, não contavam em ser atacado por um ser humano animal selvagem em plena civilização) com as armas que Deus lhe deu : raciocínio, inteligencia, visão, audição, meios de locomoção, mãos para criar seus próprios utensílios e armas para se defender dos ataques dos seus "pares" que matam para sobreviver e não por judiaria, maldade ou crueldade. Passado o tempo estipulado seria resgatado (caso tenha sobrevivido) e aí sim conduzido para terminar de cumprir a pena na prisão ( teria oportunidade de refletir sobre os seus atos, seu estágio de sobrevivência e de valorização da vida) e dependendo do seu aprendizado, manifesto pelo seu comportamento, a pena poderia ser reduzida e ser reintegrado na sociedade.Amor & Emoção x Razão
domingo, 5 de fevereiro de 2012
Os selvagens à Selva
O vandalismo está tão vulgarizado, mas mesmo assim ao deparar com um vaso de planta de ferro de grande dimensões tombado, fruto de um ato de vandalismo noturno e associado às notícias de crimes hediondo com requintes de crueldade cometidos contra o ser humano, uma pergunta surgiu: Qual a medida punitiva/reparadora que será aplicada? se for preso, julgado, condenado irá para uma prisão por algum tempo, mas quem paga essa "estadia"? em que isso repara ou impede que outros crimes dessa natureza voltem a existir na sociedade praticados até pelo mesmo que agora os praticou? ficar privado da liberdade de ir ou vir neste caso será pouco, não ensinará nada, ficar confinado entre 4 paredes com outros indivíduos igualmente sem formação ético moral e religiosa, sem sentimentos, que não tem amor no coração, será reincidir, porque enquanto está ali está abrigado dos intempéries da natureza, tem o que comer, quando muitos que não cometeram nenhum crime não tem, que estão na rua, morrendo de fome, a merecer da caridade ou generosidade alheia. Então a solução surgiu, se há atos de selvageria é porque são selvagens e como tal não devem estar no seio da sociedade e sim na selva junto dos animais selvagens, esse pensamento tomou forma, a ponto de pensar como seria isso: seria preso , julgado condenado, só que ao invés de ir para a prisão, seria levado para a selva e deixado lá por um período, com mantimentos e água somente por 1 semana, para ter tempo de se "familiarizar", a partir daí estaria junto com os seus "pares" de igual para igual, aprenderia a valorizar a vida e saber o quanto custa a luta pela vida, a lutar para sobreviver e a se defender (e aqui estaria em vantagem em relação às suas vítimas, teria oportunidade de se defender, porque estaria sempre alerta pois sabia que a qualquer momento surgiria um animal selvagem, coisa que as suas vítimas não tiveram, foram pegas de surpresa, não contavam em ser atacado por um ser humano animal selvagem em plena civilização) com as armas que Deus lhe deu : raciocínio, inteligencia, visão, audição, meios de locomoção, mãos para criar seus próprios utensílios e armas para se defender dos ataques dos seus "pares" que matam para sobreviver e não por judiaria, maldade ou crueldade. Passado o tempo estipulado seria resgatado (caso tenha sobrevivido) e aí sim conduzido para terminar de cumprir a pena na prisão ( teria oportunidade de refletir sobre os seus atos, seu estágio de sobrevivência e de valorização da vida) e dependendo do seu aprendizado, manifesto pelo seu comportamento, a pena poderia ser reduzida e ser reintegrado na sociedade.quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Confronto de gerações...
Mais uma pétala de reflexão colhida no Jardim Internet intitulada:"desabafo""Na fila do supermercado o caixa diz uma senhora idosa que deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico não eram amigáveis ao meio ambiente. A senhora pediu desculpas e disse: “Não havia essa onda verde no meu tempo.”
O empregado respondeu: "Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora. Sua geração não se preocupou o suficiente com nosso meio ambiente. "
"Você está certo", responde a velha senhora, nossa geração não se preocupou adequadamente com o meio ambiente.
Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes.
Realmente não nos preocupamos com o meio ambiente no nosso tempo. Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhamos até o comércio, ao invés de usar o nosso carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisamos ir a dois quarteirões.
Mas você está certo. Nós não nos preocupávamos com o meio ambiente. Até então, as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts. A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.
Mas é verdade: não havia preocupação com o meio ambiente, naqueles dias. Naquela época só tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado como?
Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usamos jornal amassado para protegê-lo, não plástico bolha ou pallets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar.
Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam a eletricidade.
Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o meio ambiente. Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos. Canetas: recarregávamos com tinta umas tantas vezes ao invés de comprar uma outra. Abandonamos as navalhas, ao invés de jogar fora todos os aparelhos 'descartáveis' e poluentes só porque a lámina ficou sem corte.
Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época. Naqueles dias, as pessoas tomavam o bonde ou de ônibus e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima.
Então, não é risível que a atual geração fale tanto em meio ambiente, mas não quer abrir mão de nada e não pensa em viver um pouco como na minha época?
sábado, 28 de janeiro de 2012
Mais uma Tragédia na Cidade Maravilhosa
Três prédios que desabaram como se fosse um castelo de areia? inacreditável isso sem que houvesse alterações climáticas que induzissem, como terremotos ou sismos, tufões ou tornados, chuvas torrenciais.Que tenho em lembrança de estruturas ruírem na cidade maravilhosa, esta foi a segunda vez que aconteceu:
1- A primeira foi o Elevado Paulo de Frontin (Ao meio-dia do sábado 21/11/1971, 122 metros do Elevado da Avenida Paulo de Frontin desabaram matando 28 pessoas e ferindo outras 30, além de esmagar 17 automóveis, três táxis, um caminhão e um ônibus. A tragédia ocorreu quando um caminhão-betoneira, com oito toneladas de cimento e pedra, passava sobre o elevado em construção na altura do cruzamento com a Rua Haddock Lobo. Foi um dos maiores desastres dos últimos 50 anos no Rio de Janeiro).
2- A segunda foi este desabamento dos 3 prédios (Na noite de quarta-feira, 25 de Janeiro de 2012, cerca de 20h30, três prédios do centro do Rio Janeiro simplesmente desabaram.
O maior, um prédio de 20 andares chamado Liberdade, foi primeiro a cair e se localizava na rua Treze de Maio. Em seguida, um menor, da rua Manoel de Carvalho, com 10 andares, chamado Colombo, e mais um imóvel pequeno, localizado entre os dois edifícios maiores, com quatro ou cinco andares, também desabaram.
Transeuntes que rodavam pelas ruas próximas relataram o acontecimento como “inacreditável”, e disseram que os prédios pareciam “castelos de areia desmoronando”).
O maior, um prédio de 20 andares chamado Liberdade, foi primeiro a cair e se localizava na rua Treze de Maio. Em seguida, um menor, da rua Manoel de Carvalho, com 10 andares, chamado Colombo, e mais um imóvel pequeno, localizado entre os dois edifícios maiores, com quatro ou cinco andares, também desabaram.
Transeuntes que rodavam pelas ruas próximas relataram o acontecimento como “inacreditável”, e disseram que os prédios pareciam “castelos de areia desmoronando”).
São duas tragédias que mancham de negro o coração (centro) da cidade maravilhosa, ambas provocadas por negligência, irresponsabilidade ou incúria do ser humano, o que é lamentável e repudiável, porque são tragédias evitáveis, completamente diferente daquelas provocadas pela natureza (embora dessas algumas pudessem ser evitadas também, como os desabamentos na cidades serranas se não houvesse a irresponsabilidade na construção ilegal).
Às vítimas mortais dessas tragédias que encontrem a Luz Divina e descansem em Paz
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
Pra Tonga da Mironga do Cabuletê...
Hoje o dia foi com sucessivos aborrecimentos, cada atendimento uma chateação, alta tensão, aliás os dias tem sido assim ultimamentnte, de tal forma, que a música do passado "...para tonga da mironga do cabuletê...", saiu como uma forma de descarregarrego, quando o nível de tensão ficou alto, insustentável, por ser uma expressão com vocábulos sem significado na língua portuguesa, um palavrão disfarçado, embora a letra da música seja "inocente" e os vocábulos terem significado entre os AfricanosTonga da Mironga do Cabuletê
Toquinho e Vinicius de Moraes
Toquinho e Vinicius de Moraes
Eu caio de bossa eu sou quem eu sou
Eu saio da fossa xingando em nagô
Você que ouve e não fala
Você que olha e não vê
Eu vou lhe dar uma pala
Você vai ter que aprender
A tonga da mironga do cabuletê
A tonga da mironga do cabuletê
A tonga da mironga do cabuletê
Você que lê e não sabe
Você que reza e não crê
Você que entra e não cabe
Você vai ter que viver
Na tonga da mironga do cabuletê
Na tonga da mironga do cabuletê
Na tonga da mironga do cabuletê
Você que fuma e não traga
E que não paga pra ver
Vou lhe rogar uma praga
Eu vou é mandar você
Pra tonga da mironga do cabuletê
Pra tonga da mironga do cabuletê
Pra tonga da mironga do cabuletê
Essa música surgiu em 1970, muitos afirmam que foi quando Vinícius e Toquinho voltam da Itália onde haviam acabado de inaugurar a parceria com o disco “A Arca de Noé”. Encontram o Brasil em pleno “milagre econômico”. A censura em alta, a Bossa em baixa. Opositores ao regime pagando com a liberdade e a vida o preço de seus ideais. O poeta é visto como comunista pela cegueira militar e ultrapassado pela intelectualidade militante, que pejorativa e injustamente classifica sua música de easy music.Vinícius está casado com a atriz baiana Gesse Gessy, uma das maiores paixões de sua vida, que o aproximaria do candomblé, apresentando-o à Mãe Menininha do Gantois. Sentindo a angústia do companheiro, Gesse o diverte, ensinando-lhe xingamentos em Nagô, Era a oportunidade de xingar os militares sem que eles compreendessem a ofensa.E o poeta ainda se divertia com tudo isso: “Te garanto que na Escola Superior de Guerra não tem um milico que saiba falar nagô”.
De acordo com o Novo Dicionário Banto do Brasil, de Nei Lopes, estas palavras significam o seguinte: (1) tonga (do Quicongo), "força, poder"; (2) mironga (do Quimbundo), "mistério, segredo" (Houaiss acrescenta: "feitiço"); (3) cabuletê (de origem incerta), "indivíduo desprezível, vagabundo" (também empregado para designar um pequeno tambor que vai preso em um cabo, usado na percussão brasileira).
"Tonga", segundo o Dicionário Aurélio, pode ser uma palavra angolana para "terra a ser lavrada" ou "lavoura". É, ainda samtomensismo depreciativo, a designar descendentes de lusos, ou de serviçais, nascidos nas ilhas.
"Mironga" é, em candomblé e na macumba, "feitiço, sortilégio, bruxedo".
"Cabuleté", no mesmo léxico, é "indivíduo reles, desprezível, vagabundo".
A despeito do significado literal, a expressão foi escolhida pelo poeta Vinícius de Moraes pela sua sonoridade, sem valor semântico mas com alto valor sugestivo.
"Tonga", segundo o Dicionário Aurélio, pode ser uma palavra angolana para "terra a ser lavrada" ou "lavoura". É, ainda samtomensismo depreciativo, a designar descendentes de lusos, ou de serviçais, nascidos nas ilhas.
"Mironga" é, em candomblé e na macumba, "feitiço, sortilégio, bruxedo".
"Cabuleté", no mesmo léxico, é "indivíduo reles, desprezível, vagabundo".
A despeito do significado literal, a expressão foi escolhida pelo poeta Vinícius de Moraes pela sua sonoridade, sem valor semântico mas com alto valor sugestivo.
Wikipédia
As palavras podem ser ditas no seu real sentido ou de acordo com o sentido que o emissor pretende, tudo depende da intenção com que são pronunciadas, mas a responsabilidade da interpretação fica a cargo do receptor da mensagem.
sábado, 21 de janeiro de 2012
A Esperança morreu!
A Esperança, a periquita que chegou na véspera de Natal, morreu! levando com ela a esperança (um dos motivos do seu nome, o outro era por ser numa tonalidade verde degrade com amarelo) de que atrairia de alguma forma o fofinho, [o periquito verde inicialmente, nas ficou azul, que "pediu" alojamento algum tempo atrás, ele próprio optou por entrar na gaiola e no dia seguinte lhe foi aberto a porta para ele regressar de onde viera, só que ele recusou-se, só ficava sereno quando a porta da gaiola era fechada, até que foi ganhando confiança e voava livre pelo salão, mas sempre retornava à sua casinha, até que um dia optou pela liberdade, partiu, deixando saudades, um imenso vazio (porque era um companheiro, muito inteligente e desportista fazíamos um "torneio" ele pegava a bola da palma da minha mão e atirava a bola se eu conseguisse apanhá-la era ponto para mim, se caísse na gaiola era ponto para ele, quando isso acontecia ele soltava gritinhos de satisfação enquanto era aplaudido, chegou a vencer várias vezes, o que obrigou a que fosse criada alguma dificuldade, passou a ser uma bola com um sininho dependurado (facilitava a que eu pudesse pegar) não obstante ele chegava a "fintar" fingia que atirava para um lado e soltava no lado oposto e quando eu não conseguia pegar, ele soltava gritinhos semelhantes ao riso do cão do Dick Vigarista no desenho animado "corrida maluca", todas as vezes que o Dick planejava algo contra os concorrentes e que não dava certo), mas com a sensação de que ele estaria por perto e esperto como ele era conseguiria fugir novamente e vir aqui parar como outrora o fizera], mas sem tristeza porque fora "opção" dele, sem lágrimas, ao contrário da Esperança, apesar de no início a ter recebido (fora um presente das afilhadas) sem grande entusiasmo no momento, como se ela fosse uma "intrusa" ou como se eu estivesse traindo o fofinho, porém, ela logo conquistou pela sua beleza, inclusive tinha no rabo uma pena (que destoava do conjunto das suas cores verde e amarela) da cor do fofinho, como se fosse um "sinal" de que ele viria para ser companheiro dela, no dia de Natal ela efetuara a sua primeira fuga, exatamente por onde havia fugido o fofinho da primeira vez, sem que ninguém se apercebesse e quando fora percebido travou-se esse meio de fuga (mas permitindo que ele saísse livremente pela porta que ficava aberta até ele retornar, depois era fechada, ao contrário da Esperança, ele não dava voos de longo alcance), reforçou-se a "trave", ela parecia ter ficado revoltada, porque todos dias espalhava a comida para fora do comedouro (por onde ela conseguia fugir), ela era muito arisca e parecia ser igualmente inteligente, mas rebelde e parecia não gostar de ficar presa, essas características foram marcando o inicio de uma aproximação, mas sem confiança de que podia deixar em liberdade que regressaria, pois no dia seguinte mal abri a porta para voltar a colocar a comida dentro do comedouro, que ela havia espalhado, ela fugiu e foi difícil encontrá-la e depois de muito custo reconduzí-la para a "prisão", como parecia ficar revoltada, inquieta, 2 dias depois resolvi deixar a porta mal fechada para ver a sua atitude, não deu outra fugiu, só que desta vez ficou na estante junto de umas molduras com retratos da família, como se fosse um bibelô, não ofereceu muita resistência quando a peguei e a coloquei na "prisão" (talvez porque já estava escuro), seguiram-se novas fugas facilitadas, mas que ela passou a regressar espontaneamente para a "prisão", até que três dias antes como não facilitei a fuga, ela conseguiu fugir estando a porta bem fechada, o que causou espanto como ela teria conseguido, mas depois abriu-se a porta da gaiola e ela mais uma vez regressou espontaneamente.Hoje, que tristeza! Quantas lágrimas rolam pelo rosto, olhar aquele corpo inerte no chão da "prisão", quando 2 dias antes plainava em liberdade numa fuga facilitada, mas que rebeldemente recusara-se a voltar para "prisão" como nas fugas anteriores o fizera espontaneamente, regressando ao final da tarde.
De manhã subia e descia numa velocidade estonteante cheia de vida, de tarde tombada inerte no chão da gaiola,com a patinha presa nas grades da gaiola. Uma cena muito triste! seguida da dor da culpa e do arrependimento, se tivesse facilitado a fuga como ela pretendia, pois fazia os mesmo gestos que faziam com que a porta se abrisse, como nas outras fugas facilitadas, onde a porta ficava mal fechada justamente para que pudesse fugir (para o salão, estando as portas e janelas fechadas) ao invés de repreendê-la pela rebeldia de dois dias atrás, talvez ela ainda estivesse "esticando as asinhas" em liberdade. Devia ter compreendido que ela era como eu, rebelde que não gostava de se sentir presa, queria a liberdade e eu não a dei, antes pelo contrário impus-lhe um "castigo corretivo", fui uma carcereira impiedosa (exatamente como o fui comigo mesmo durante anos), ela deve ter se debatido tanto para alcançar a liberdade que das duas uma, ou bateu com a cabeça e teve traumatismo craneano morrendo de imediato, ou teve uma paragem cardíaca pelo esforço excessivo que poderá ter acarretado uma aceleração dos batimentos cardíaco, entrado em fibrilhação ventricular e consequência falência do coração (uma vez o veterinário disse quando levamos um canário para ser examinado, que os passarinhos podem ter um ataque cardíaco se não são conduzidos pelos próprios donos, porque eles ficam com uma taquicardia) se só o fato de serem segurados por alguém que não seja o dono já tem taquicardia, que fará fazendo um esforço acentuado como ela fazia para alcançar a liberdade, devia ter lembrado disso e ter permitido que ela saísse, mesmo que eu não estivesse em casa. Nessa manhã saímos e a imagem da Esperança subindo e descendo na porta, esvoaçando vigorosamente, vinha constantemente a lembrança, foi por isso que de tarde quando cheguei tinha decidido tirá-la do "castigo", mas foi tarde demais, mal cheguei no salão o canário piava insistentemente, olhei para a gaiola e não vi a Esperança, por momentos fiquei satisfeita, ela conseguira fugir novamente, apesar da porta fechada, mas o piar do canário me fez aproximar da gaiola e foi quando deparei com a cena chocante, aquele serzinho tão cheio de vida antes, agora jazia no cantinho da gaiola, a patinha estava agarrada na grade do chão, tive dificuldade em soltar, ainda tentei massagear o seu coraçãozinho, colocar umas gotinhas de água fria, porque tinha a impressão que acabara de acontecer, apliquei Reiki, mas nada, a Esperança estava morta.
Frases do tipo "não se deve esperar para a manhã para dizer o quanto se gosta de alguém, não devemos nos despedir de alguém zangados, magoados porque poderemos não mais ter oportunidade de reconciliar com esse alguém", "nunca devemos deixar de dizer "eu te amo" ou "me perdoa" quando erramos, quando tivemos uma atitude incorreta, ou magoamos e ferimos alguém, principalmente quando gostamos desse alguém, hoje, como há 4 anos e 8 meses atrás, voltaram a assumir um valor extremo, porque num momento a pessoa está cheia de vida e no momento a seguir poderá estar morta.
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
"Torpedo" inesperado no celular ...uma emocionante sensação
Um toque no celular , avisando da chegada de um "torpedo" pode desencadear emoções surpreendentemente maravilhosas, principalmente, quando vemos que foi enviado por alguém de quem gostamos, ainda mais, de forma totalmente inesperada, numa tarde de trabalho onde o nível de stress e preocupação fora aumentando gradativamente ao longo da manhã, cujo início começara no dia anterior, em que toda a nossa energia parece que estava se esvarindo. Funciona como um bálsamo ou uma brisa refrescante no deserto árido e quente. Por momentos tudo parece desaparecer e a nossa volta o cenário parece mudar, como se tivessemos nos transportado para outra dimensão, surgindo a sensação de termos abandonado o nosso corpo para flutuarmos nas asas do vento ou em cima de um tapete mágico voador tipo do Aladim `nos países Árabes, num espaço aberto sem barreiras físicas, envolvidos numa atmosfera de paz, harmonia, equílibrio, sintonia com o Universo, atmosfera semelhante a que conseguimos alcançar, quando estamos sob o domínio do Amor. O mais incrível é que tudo isso se passa em frações de segundo, mas de forma tão intensa e profunda como se tivessem decorridos minutos e até mesmo horas.A parte mais complicada dessa "aventura mágica" é ter que "despertar", voltar à realidade... que dificuldade conseguir concentrar novamente no trabalho! assumir o semblante profissional, ter que esconder o sorriso que teima em surgir, numa luta árdua, mas por fim a razão domina quase por completo a emoção e recomeçamos de onde paramos, com a diferença que voltamos a ter energia e o nível de stress diminuiu.
Que Deus abençoe o responsável por desencadear esta emocionante "mágica e fascinante sensação" esta inesperada sintonia, num momento de baixa de energia.
domingo, 1 de janeiro de 2012
Ano Novo...renova-se a esperança num futuro melhor
...Fazer projetos de vida;
...Elaborar os sonhos;
...Traçar metas.;
... Desejar que todos tenham um Feliz e Próspero 2012, repleto de Amor, Saúde e que a Paz reine em todos os corações para que possa reinar em todas as nações do mundo e no Universo.
Porque a paz começa dentro do nosso coração.
Se temos paz dentro de nós...
...Evitamos a guerra. ( Só promove a guerra a violência, quem não está em Paz consigo mesmo, quem se afastou de Deus, símbolo do amor);
...Espalhamos o amor;
...Dizemos não a violência;
...Sentimos a presença de Deus;
...Estamos em harmonia com o Universo:
...Somos pacientes e tolerantes para com os erros dos outros;
...Conseguimos reconhecer os nossos próprios erros;
... Conseguimos remover ou ultrapssar os obstáculos que surgirem em nosso caminho.
...Somos compreensivos;
... Agimos com serenidade diante das adversidades;
... Agimos objectivamente ao inves de reagirmos impulsivamente;
...Refletimos antes de agirmos;
...Conseguimos ver a real dimensão dos acontecimentos que surgem ao longo da vida:
... Conseguimos ver além do horizonte;
...Somos promotores da paz;
...Somos construtores de um futuro melhor para nós próprios e para os outros.
Feliz 2012!
Que a Paz reine por todo mundo!
Que o Amor brote em todos os corações!
Que a Luz triunfe sobre as trevas!
Que todos tenham condições de viver com dignidade!
Que todos tenham o mínimo para viver: alimento para o corpo e para o espírito, roupa, um teto para se abrigar, uma cama para descansar,
Que os Homens jamais se esqueçam de agradecer e louvar a Deus por todos os amigos que consquistaram, pelas emoções que viveram, pelos sonhos que realizaram, pelas metas e objetivos que alcançaram pelos bens, dons e oportunidades que receberam!
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