Seja Bem Vindo!


Sua visita me deixou muito feliz...

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Amor & Emoção x Razão


terça-feira, 13 de novembro de 2012

Honestidade é a base de sustentação das Relações Humanas

glitters
Que haja sempre uma melodia a tocar em teu coração - Recados e Imagens para orkut, facebook, tumblr e hi5

Uma pétala do canteiro virtual para refletirmos  sobre a base de sustentação das relações humanas, tanto profissionais como pessoais, a honestidade, que parece ter se perdido no tempo ou esquecido nos recônditos mais escondidos da mente dos Homens desta civilização  atual.
Vergonha de ser honesto?

O brasileiro Rui Barbosa (*), grande jurista e diplomata, notável escritor, além de extraordinário orador, deixou um escrito que nos faz refletir sobre a atual situação da nossa sociedade.

"de tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto..."

A indignação de Rui Barbosa, ainda que tenha sido há muito tempo, faz sentido e é digna de nossas reflexões.
Pessoas que se deixam levar pela opinião da maioria, facilmente se enredam na desonestidade com a justificativa de que "todo mundo faz".
Esse é um lamentável equívoco, fácil de perceber com algumas reflexões.
Considere que você é um espírito livre e independente, que sobrevive à morte do corpo físico, e que receberá das leis da vida, conforme suas obras.
Considere, ainda, que você chegou ao mundo só, e só retornará, quando chegar a sua hora.
Você, e somente você, responderá por suas ações, ninguém mais.
Mesmo que "todo mundo faça", cada um será responsabilizado, individualmente, diante da própria consciência.
Dessa forma, não permita que essa onda de desonestidade e corrupção, que assola grande parte da população, arraste você também para o lodaçal.
Lembre-se de que diante da sua consciência você estará sempre só, sem testemunha de defesa, a não ser seus atos nobres.
Não vale a pena abrir mão do único patrimônio que realmente lhe pertence, que é a honradez, por algum dinheiro ou benefício escuso, que terá que deixar na aduana do túmulo.
A dignidade é o patrimônio mais valioso que alguém pode ter. Não o desperdice com coisas efêmeras que pertencem à terra.E o que é mais interessante, é que até as pessoas desonestas preferem contar com pessoas dignas, em quem possam confiar... Estranho paradoxo! Por mais que se diga que a desonestidade está em alta, temos visto verdadeiros impérios desabando por causa da falta de ética.
Temos visto empresas e instituições de prestígio, bancos sólidos, vindo abaixo por forjar resultados, fraudar documentos, enganar, extorquir...
Empresas que não trabalham com transparência estão perdendo seus investidores, que preferem apostar numa relação de confiança.
Pode-se perceber que no meio econômico a confiança ainda é o capital que mais atrai e multiplica o dinheiro.
Ninguém, em sã consciência, investe em instituições ou empresas nas quais não confia.
E é importante lembrar que as empresas são dirigidas por pessoas. E são as pessoas que dão confiabilidade ou não aos negócios.
Portanto, é sempre o indivíduo o portador dos valores morais capazes de gerar confiança, a única base capaz de sustentar tanto os negócios quanto as amizades.
Sem dúvida essas reflexões são oportunas e devem nos fazer pensar a respeito.
Afinal, se a desonestidade se tornar regra geral de conduta, o que será da nossa sociedade?
Portanto, vergonha de ser honesto: jamais!
Pense nisso, e não contribua para turvar o lago da esperança com os detritos da desonestidade.



Fonte: www.momento.com.br 
Equipe de Redação do Momento Espírita (*)Ruy Barbosa de Oliveira (Salvador, 5 de novembro de 1849 — Petrópolis, 1 de março de 1923) foi um jurista, político, diplomata, escritor, filólogo, tradutor e orador brasileiro.


Um dos intelectuais mais brilhantes do seu tempo, foi um dos organizadores daRepública e coautor da constituição da Primeira República juntamente comPrudente de Morais. Ruy Barbosa atuou na defesa do federalismo, doabolicionismo e na promoção dos direitos e garantias individuais. Primeiro Ministro da Fazenda do novo regime, sua breve e discutida gestão foi marcada pela crise do encilhamento sob a proposição de reformas modernizadoras da economia. Destacou-se, também, como jornalista e advogado.


Foi deputado, senador, ministro. Em duas ocasiões, foi candidato à Presidência da República. Empreendeu a Campanha Civilista contra o candidato militarHermes da Fonseca. Notável orador e estudioso da língua portuguesa, foi membro fundador da Academia Brasileira de Letras, sendo presidente entre 1908 e 1919.

Como delegado do Brasil na II Conferência da Paz, em Haia (1907), notabilizou-se pela defesa do princípio da igualdade dos Estados. Sua atuação nessa conferência lhe rendeu o apelido de "O Águia de Haia". Teve papel decisivo na entrada do Brasil na Primeira Guerra Mundial. Já no final de sua vida, foi indicado para ser juiz da Corte Internacional de Haia, um cargo de enorme prestígio, que recusou.
"A liberdade não é um luxo dos tempos de bonança; é o maior elemento da estabilidade". 
— Ruy Barbosa
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ruy_Barbosa



sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Em todos os caminhos...Se fazes teu dever, Deus faz o resto

Busquei o Senhor e Ele me respondeu (Salmos 34:4) Fale com Deus. Ele anseia ouvir algo de você - Recados e Imagens para orkut, facebook, tumblr e hi5

O Homem ao longo do tempo evoluiu (talvez fosse melhor dizer involuiu) para o lado da natureza humana e não para o lado da natureza divina, e assim ao invés de subir os degraus na ecada da espiritualidade, para se tornar um espírito superior, cada vez mais desce os degraus próximos dos espíritos inferiores, achando que é poderoso porque desenvolveu alta tecnologia, que é superior em relação aos demais seres da natureza e alguns até se acham superiores a outros seres humanos e que tudo gira em torno dele, por ser dotado de razão, inteligência, de capacidade, destreza manual ou ter alguma riqueza, por isso de vez em quando é bom ouvirmos, vermos ou lermos  textos que nos recordem que em todos os caminhos Deus  está presente ,  Ele deu-nos um dom (ou vários), que se traduz numa missão a ser realizada, portanto devemos fazer a nossa parte para que Ele faça a Dele, não nos esqueçamos que um dia haveremos de prestar contas da nossa missão  e da gestão dos nossos dons recebidos.
Seja qual seja a experiência, convence-te de que Deus está connosco em todos os caminhos. Isso não significa omissão de responsabilidade, ou exoneração da incumbência de que o Senhor nos revestiu.Não há consciência sem compromisso, como não existe dignidade sem lei. O peixe mora gratuitamente na água, mas deve nadar por si mesmo. A árvore, embora não pague imposto pelo solo a que se vincula, é chamada a produzir conforme a espécie.Ninguém recebe talentos da vida, para escondê-los em poeira ou ferrugem. Nasceste para realizar o melhor. Para isso é possível te defrontes com embaraços naturais ao próprio burilamento, qual a criança que se esfalfa compreensivelmente nos exercícios da escola. A criança atravessa as provas do aprendizado sob a cobertura da educação que transparece do professor. Desempenhamos as nossas funções com o apoio de Deus. 
Se o conhecimento da Onipresença Divina ainda não te acode à mente necessitada de fé, pensa no infinito das bênçãos que te envolvem, sem que despendas mínimo esforço. Não contrataste engenheiros para a garantia do Sol que te sustenta e nem assalariaste empregados para a escavação de minas de oxigênio na atmosfera, a fim de que se renove o ar que respiras. Reflete, por um momento só, nas riquezas ilimitadas ao teu dispor nos reservatórios da natureza e compreenderás que ninguém vive só. 
Confia, segue, trabalha e constrói para o bem. E guarda a certeza de que, para alcançar a felicidade, se fazes teu dever, Deus faz o resto. 

Texto: Em todos os caminhos
Francisco Cândido Xavier/Emmanuel

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Dia de Finados...sintonia com Deus!


Recados Para Facebook
O Dia de Finados é o dia escolhido para recordar nossos entes queridos que já partiram e pedir que Deus lhes perdoe algum pecado ou falta cometida para que possam alcançar a Luz Divina que nunca se extingue.
Nos últimos anos esse dia tem sido vivido de forma mais intensa e com uma profunda interiorização, neste ano  esse dia foi marcado por uma experiência que causou perplexidade, uma sintonia com Deus, parecia que as palavras do padre, antes de rezar o Terço, meditando sobre os Mistérios Dolorosos e a cerimônia em si, fora destinadas a mim, começa pelo local, costumava a ser feito no cemitério e não na Igreja (a não ser que houvesse chuva forte) desta vez foi na igreja (apesar de não estar chovendo no momento), as palavras do padre diziam para que perdoasse as atitudes erradas (parecia que ele sabia do clima desagradável que se formou por atitudes erradas que os primos tomaram em relação ao arranjo da campa comum aos entes falecidos, que culminou com um clima tenso, carregado negativamente, distanciado, mais marcante no encontro à beira da campa) e para aproveitar o momento para pedir perdão por falhas cometidas contra o ente querido ou por aquilo que deixamos de fazer aos entes queridos que partiram, para que eles se estivessem no purgatório pudessem ser perdoados também e fossem para o céu,  recordei de dois entes queridos (mãe e tia/madrinha) e de situações que  queria pedir perdão a elas (embora já o tivesse feito inúmeras vezes desde que partiram), o Terço seguiu, no final como de costume, o padre nomeou os  falecidos deste ano, cada nome tinha um vela depositada em volta da  Cruz no chão aos pés do Altar e pediu que um familiar direto se aproximasse para levantar a vela , quando fosse pronunciado o nome do falecido, na hora que nomearam o nome da tia/madrinha, nenhum dos  filhos se aproximou (não estavam presentes, um deles estivera pela manhã junto à campa, o responsável pelo clima tenso do relacionamento, mas não deve ter ficado) então me dirigi para  levantar a vela, sempre olhando para o chão porque não queria que se notassem as lágrima que rolavam desde antes do Terço e por achar que deveria ser um dos filhos, nesse momento foi como se fosse a resposta de Deus que ela seguiria para a Luz e isso faria com que o pedido de perdão fosse concedido.
Além de sentir essa "sintonia" com Deus, não sei se foi o fruto de um desejo profundo que fez com que, enquanto estava junto à Cruz aos pés do Altar com a vela erguida, nesse momento, sentisse (ou imaginasse sentir) que a minha mãe estava junto com a minha tia/madrinha, sua irmã, no alto sorrindo e a minha mãe dizia"nenhum filho teu levantou a vela foi a tua afilhada, minha filha", essa imagem das irmãs juntas já havia surgido, no regresso do enterro da madrinha, alguns meses atrás, quando no céu vi duas estrelas , uma num plano mais elevado e mais brilhante, mas com uma distância muito curta, com dimensões maiores do que as outras, destacadas, pareciam muito mais próximas e permaneciam no mesmo campo visual, independente da posição do carro na estrada, das curvas que surgiam e que nessa altura o pensamento foi justamente que as duas se reencontraram, depois que ambas partiram, e que viraram estrelas. Essas estrelas juntas ainda foram avistadas por mais alguns dias, quando estava noutra estrada, depois nunca mais tornaram a surgir.
Foi uma experiência incrível, não sei se real ou imaginária, que devolveu a sensação de paz e serenidade interior, depois de tanto tormento, desassossego espiritual e tantas lágrimas e sofrimento.

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Céu e Inferno no íntimo...só depende de nós!




O céu ou o inferno existe fora de nós, mas principalmente dentro de nós mesmo, no nosso íntimo, constantemente acontece de coexistirem, havendo uma alternância dos dois dependendo da nossa atitude, quando reagimos dominados pela raiva diante de uma contrariedade estamos expressando o inferno que permitimos que se instalasse em nosso íntimo. É disso que fala este PPT que encontrei nos arquivos enviados por mail:
Conta-se que um dia um samurai, grande e forte, conhecido pela sua índole violenta 
foi procurar um sábio monge em busca de respostas para suas dúvidas. - Monge, disse o samurai com desejo sincero de aprender, ensina-me sobre o céu e o inferno. O monge, de pequena estatura e muito franzino, olhou para o bravo guerreiro e, simulando desprezo, lhe disse: 
- Eu não poderia ensinar-lhe coisa alguma, 
você está imundo. Seu mau cheiro é insuportável. - Ademais, a lâmina da sua espada 
está enferrujada. Você é uma vergonha para a sua classe. O samurai ficou enfurecido. O sangue lhe subiu ao rosto e ele não conseguiu dizer nenhuma palavra, tamanha era sua raiva. 
Empunhou a espada, ergueu-a sobre a cabeça... 
e se preparou para decapitar o monge. 
- "Aí começa o inferno", disse-lhe o sábio mansamente O samurai ficou imóvel. A sabedoria daquele pequeno homem o impressionara. Afinal, arriscou a própria vida para lhe ensinar sobre o inferno. 

O bravo guerreiro abaixou lentamente 
a espada e agradeceu ao monge pelo valioso ensinamento. 
O velho sábio continuou em silêncio. Passado algum tempo o samurai, 
já com a intimidade pacificada, 
pediu humildemente ao monge 
que lhe perdoasse o gesto infeliz. 
Percebendo que seu pedido era sincero, 
o monge lhe falou: 
- "Aí começa o céu". Para nós, resta a importante lição 
sobre o céu e o inferno 
que podemos construir na própria intimidade. 
Tanto o céu quanto o inferno, 
são estados de alma que nós próprios 
elegemos no nosso dia-a-dia. A cada instante somos convidados 
a tomar decisões que definirão 
o início do céu ou o começo do inferno. 
É como se todos fôssemos portadores 
de uma caixa invisível, 
onde houvesse ferramentas e materiais 
de primeiros socorros. Diante de uma situação inesperada, 
podemos abri-la e lançar mão de qualquer 
objeto do seu interior. 
Assim, quando alguém nos ofende, 
podemos erguer o martelo da ira 
ou usar o bálsamo da tolerância. 

Visitados pela calúnia, podemos usar o machado do revide ou a gaze da autoconfiança. 



Quando injúria bater em nossa porta, 
podemos usar o aguilhão da vingança 
ou o óleo do perdão. 


Diante da enfermidade inesperada, 
podemos lançar mão do ácido dissolvente 
da revolta ou empunhar o escudo da fé. 



Ante a partida de um ente caro, 
nos braços da morte inevitável, 
podemos optar pelo punhal do desespero 
ou pela chave da aceitação. 



Enfim, surpreendidos pelas mais diversas 
e infelizes situações, poderemos sempre optar por abrir abismos de incompreensão ou estender a ponte do diálogo que nos possibilite uma solução feliz. 


A decisão depende sempre de nós mesmos. 
Somente da nossa vontade 
dependerá o nosso estado íntimo. Portanto, criar céus ou infernos, 
portas lá dentro da nossa alma, 
é algo que ninguém poderá fazer por nós. 

Pense nisso! Sua vontade é soberana. 
Sua intimidade é um santuário 
do qual só você possui a chave. 
Preservá-la das investidas das sombras 
e abri-la para que o sol possa iluminá-la 
só depende de você. 

Pense nisso! 


segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Obstáculos são desafios e ao mesmo tempo testes!




Fantástica é a sintonia da  nossa mente com o Universo, que nos conecta com outras mentes sem que nós percebamos, um exemplo disso é que  hoje diante do mar obtive o seguinte  "ensinamento" : Os obstáculos são desafios e ao mesmo tempo testes para ver se estamos aptos a avançar para o nível seguinte de evolução, agora de tarde abri umas das várias caixas de correio eletrônico, a menos utilizada, nela encontrei esta mensagem:

   Dar a volta por cima

É impressionante como algumas pessoas sabem agir com inteligência e bom senso diante das situações adversas que a vida lhes apresenta.
Há algum tempo, um ator famoso sofreu um assalto e foi ferido gravemente, ficando em coma por muito tempo. Os dias se passaram, os meses se somaram e, apesar das limitações impostas ao corpo físico, continuou lutando com bravura. Gerson Brenner não se deixou vencer pela soma de acontecimentos amargos e começou a grande luta para dar a volta por cima e continuar vivendo, ainda que com graves limitações nos movimentos do corpo.
Um narrador de futebol, não menos famoso, sofreu um acidente de automóvel e ficou por longo tempo sem contato com o mundo exterior. Apesar das barreiras imensas que tentavam isola-lo do mundo, Osmar Santos empreendeu uma batalha acirrada e, depois de longo tempo, conseguiu se comunicar com o mundo através da arte, pintando quadros. Ele conseguiu dar a volta por cima e reinventar sua vida.
Um dia, um acidente de ultraleve matou a esposa de um cantor popular e o jogou num leito de hospital com graves ferimentos na medula e no cérebro. Poucos acreditavam que ele sairia dessa. Mas Herbert Viana deu a volta por cima, demonstrando rara coragem e uma disposição inabalável. Surpreendendo médicos e enfermeiros, ele aparece cantando e dedilhando sua guitarra para alegrar a enfermaria repleta de pacientes que, como ele, enfrentam horas seguidas de fisioterapia.
Assim como essas pessoas famosas, há também muitos heróis anônimos que dão a volta por cima e vencem situações de extrema dificuldade. E, ao contrário do que muita gente pensa, essas são atitudes de pessoas que sabem usar a razão e o bom senso. Percebem que não há como vencer, senão aceitando o desafio que as leis maiores lhes oferecem, com resignação e coragem.
Esses são os verdadeiros vencedores, pois transformam uma situação aparentemente sem saída, numa nova maneira de encarar a vida. É como se admitissem a si mesmas: se Deus me ofereceu esta situação difícil é porque preciso aprender alguma lição com ela. E é isso que vou fazer. Nesse caso, é a obediência consentida pela razão, e a resignação aceita pelo coração.
Essa é a posição de um filho que confia no seu Pai e dele sempre espera o melhor, ainda que esse melhor chegue com aparência de desgraça. E um filho que confia num Pai amoroso e justo e procura retirar de cada situação uma lição a mais, um aprendizado útil, mesmo que seja uma demonstração de coragem, de fé, de humildade, de confiança.
E você? Já pensou nas lições que Deus espera que aprenda com as situações que lhe apresenta? Se ainda não havia pensado, pense agora, ainda há tempo. Considere que as provas sempre guardam relação com o tipo de aprendizagem que precisamos demonstrar, e são proporcionais ao nosso grau de evolução.
Assim, se é a nossa paciência que deve ser testada, teremos uma prova correspondente. Se é a humildade, receberemos uma prova em que possamos demonstrá-la, e assim por diante. 

*** 
Conforme nos recomendou o grande apóstolo Paulo de Tarso, aprendamos a dar graças por tudo.
A flor agradece, com o seu perfume, a terra escura que lhe permitiu nascer e florescer.
A borboleta dá graças ao casulo desprovido de beleza que lhe permitiu efetuar a sensível metamorfose, bailando no ar e contribuindo com a polinização.
Quando o enfermo recupera a saúde, bendiz a dor que lhe trouxe a lição do equilíbrio.
Por todas essas razões, aprendamos a agradecer a tempestade que renova, a luta que aperfeiçoa, o sofrimento que ilumina.
Lembrando sempre que a alvorada é dádiva do Céu que surge após a noite escura na terra.

Texto da Equipe de Redação do Momento Espírita

domingo, 7 de outubro de 2012

Outubro tempo de relembrar uma belíssima Oração




Senhor,
Fazei-me um instrumento de vossa paz!
Onde houver ódio, que eu leve o amor!
Onde Houver ofensa, que eu leve o perdão!
Onde houver discórdia, que eu leve a união!
Onde houver dúvida, que eu leve a fé!
Onde houver erro, que eu leve a verdade!
onde houver desespero, que eu leve a esperança!
Onde houver trevas que eu leve a luz!
Oh Mestre! Fazei que eu procure mais...
Consolar, que ser consolado,
Compreender que ser compreendido,
Amar que ser amado,
Pois é dando, que se recebe,
É perdoando que se é perdoado,
E é morrendo que se vive para a vida eterna!

Essa oração deveria ser a norma orientadora da vida de todos nós seres humanos, para que pudéssemos construir um mundo melhor justo e fraterno, sem violência, guerra, terrorismo, miséria ou desigualdades, sociais, onde todos os seres vivos seriam tratados com respeito, como São Francisco de Assis tratava a todos por "meu irmão".

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Voley é mais que um esporte...é uma psicoterapia









Jogar voley é muito mais do que simplesmente sacar, manchetear, rematar, levantar a bola e ganhar pontos, set ou o jogo, é uma fonte de criatividade e inspiração, para além de ser uma fonte de prazer que conduz ao estado de êxtase. também é fonte libertadora de tensões, preocupações, chega a ser um psicoterapia, após um jogo de voley, bem disputado e consequentemente bem jogado, sentimo-nos mais leve, como se tudo de ruim que nos aconteceu:Mágoas, decepções, frustrações, ofensas, desrespeito de que fomos alvo no dia a dia, todo o "lixo" mental que acumulamos parece que é lançado fora em cada gota de suor que escorre pelo corpo, ficando retido na T-Shirt e no short, que depois evaporará ou se desfaz durante a lavagem do equipamento.
Hoje, assim como ontem, essa sensação retornou, depois de muito tempo sem jogar (2 meses), sem utilizar o campo todo (cerca de 2 anos) e do último jogo ter sido catastrófico (devido às sequelas de uma situação ocorrida dias antes:impressão que o cérebro teve um curto-circuito em termos cognitivos, as áreas cognitivas sofreram abalo, tudo que antes fazia até de "olhos fechados" era como se estivesse fazendo pela primeira vez, perceber isso nos fundamentos do volley foi um desespero grande, nesse dia a cada gesto que não conseguia fazer como antes, os reflexos diminuídos, como se o corpo não respondesse de forma automática e imediata, uma lágrima surgia no canto do olho, e uma revolta dentro surgia, a ponto de baixinho e quando estava de costas para os colegas, exclamar palavrões (coisa que dificilmente isso acontece), porém no final do treino, a media que fora insistindo, fora recuperando atingindo 80%)ontem, 1º treino, pós pausa de 2 meses, foi no campo todo (9 elementos, a minha equipe tinha 4, nos últimos tempos isso fora uma raridade, eram sempre 4, 3 e muito raro 5 elementos por equipe), consegui recuperar 90% (ainda permanece lentidão de reação, o remate e a manchete embora quase recuperado, não voltou ao que era, na hora de decidir jogadas mais difíceis, demora a sair o gesto e sai de forma errada ou atrapalhada, principalmente nas bolas altas onde antes defendia com manchete invertida), perdemos o primeiro set (23x25), mas ganhamos os 3 set a seguir). E pensar que hesitei muito em ir ao treino de ontem (fruto do receio de acontecer como no último jogo, por ser de noite e ter verificado, recentemente que aconteceu de sentir uma grande dificuldade por causa do reflexo dos faróis do veículo em sentido contrário, ofuscarem de tal forma gerando uma lentidão na aomodação da visão, muitos Km de distância para não jogar o volley que amo como deve ser, com o campo todo e pelo menos 4 em cada equipe, por fim porque depois de muito tempo sem treinar ir um dia e interromper outro dia, por impossibilidade de comparência no treino a seguir), mas graças a Deus, que me protegeu, fez o coração falar mais alto em detrimento da razão, fui ao treino e valeu à pena! se valeu!!!

Não há esporte mais apaixonante e emocionate do que o Volleyball!!!!


publicado por Céu às 17:41 no"energiavolley"