Seja Bem Vindo!


Sua visita me deixou muito feliz...

Sua visita me deixou  muito feliz...

Amor & Emoção x Razão


sábado, 18 de abril de 2015

Páscoa com o Léo..lenda e .pegadas do coelho

Páscoa significa passagem. O dia da Páscoa, foi estabelecido por decreto do Concílio de Niceia (ano de 325), devendo ser celebrada no domingo, após a primeira lua cheia do equinócio, que ocorre no início da primavera, no hemisfério Norte. A Páscoa, da qual dependem todas as demais festas móveis do ano eclesiástico é uma festa móvel, varia o dia a cada ano e a data é sempre comemorada entre os dias 22 de Março a 25 de Abril. É comemorada em vários países. Os espanhóis chamam a data de Pascua, os italianos de Pasqua e os franceses de Pâques. Para os judeus, a Páscoa (Pessach) é uma antiga festa realizada para celebrar a libertação do povo hebreu, do cativeiro no Egito. As festividades começavam na tarde do dia 14 do mês lunar de Nisan. Era servida uma refeição semelhante a que os hebreus fizeram ao sair apressadamente do Egito.
São vários os símbolos da Páscoa, entre eles o coelhinho e os ovos da Páscoa, existe uma lenda que contempla esses dois símbolos, que é contada às crianças:


Perto da casa do menino Jesus, um passarinho construiu seu ninho. Todas as manhãs, Jesus era acordado pelo alegre e bom canto da avezinha.
Certa manhã, porém, ele foi acordado pelo piar aflito do passarinho. Jesus espiou e viu que a mãe passarinho chorava desconsolada, pois a raposa havia roubado os seus ovinhos.
O menino Jesus ficou triste e saiu pelo campo, pedindo aos bichos que passavam que o ajudassem a encontrar os ovinhos roubados.
-Gatinho, queres ajudar-me a encontrar os ovos da mãe passarinho?
-Não posso Jesus. A minha dona encarregou-me de caçar um rato que sempre rouba queijo todas as noites.
Assim Jesus foi se dirigindo aos animais, mas era inútil. Todos estavam ocupados. O cão cuidava da casa. A formiga trabalhava apressadamente. O grilo estava cansado de pular de galho em galho. Nenhum bicho podia ajudar Jesus. Foi então que o coelho colocou as orelhas para fora da toca e disse:
-Jesus, se quiseres, eu posso-te ajudar.
E saiu a correr até encontrar o esconderijo da raposa. Mas que pena. Ela já havia comido todos os ovinhos. O coelho com pena do passarinho e querendo agradar a Jesus, resolveu pedir um ovinho para cada um dos passarinhos que conhecia e levou a Jesus.
O menino Jesus colocou os ovinhos no ninho da mãe passarinho, que nem desconfiou de nada. Como recompensa, o coelhinho foi encarregue por Jesus, de todos os anos, na Páscoa, distribuir ovinhos para as crianças.

Este ano  por ser a 1ª Páscoa com o caçula, o Léo, foi criada as "pegadas do coelho", uma tentativa de integrar adultos e crianças:

O menino gosta de biscoito Maria por isso foi colocado biscoitos, sobre um guardanapo para que pudesse comer, intercalados nas pegadas começando por uma cenoura com dentadas para ser mais verosímil, como se fosse realmente deixadas por um coelho em 3 locais estavam escondidos uma caixa de ovos de chocolate imitando ovos de verdade, um coelho com um guiso e um coelho para colorir lavável com as canetas e ovos de chocolate, em cada desses locais foi colocado um criptograma com o local aonde estavam escondidos as "caixas" dos adultos (contendo bombons feitos  em casa ' sacos de amêndoas de chocolate e amêndoas tipo francês e um ovo decorativo), sinalizando os locais para chamar a atenção do  Léo foi colocado balões de gás. A brincadeira não resultou porque às vezes que o menino apontava para o biscoito  tinha um adulto (avó e a madrinha) que "cortava o barato" do bebê porque  achavam que não era para deixar ou não ser o momento, depois quando não havia mais clima a mãe e a madrinha da mãe "forçaram" o clima e fizeram com que ele achasse e depois os adultos decifraram e foram encontrar os respectivos "ovos". Como sobremesa teve um  Pão-de-Ló em formato de ovo de chocolate.


A avó do Léo comemorou o seu aniversário no sábado e o bolo foi pensado para ela:

http://www.significados.com.br/pascoa/
http://www.historias-infantis.com/lenda-do-coelho-da-pascoa/

domingo, 1 de março de 2015

Emoções no Esporte...Toque do Passado no Presente



As emoções continuam a aflorar na paixão: Os últimos treinos foram intensos 2 deles  proporcionou tornar o passado presente,  houve excesso de participantes com formação de 3 equipes, enquanto a equipe aguardava para entrar, um colega topou aquecer jogando "squashvolley" ( termo criado para "cortar" para o chão e ricochetear na parede e o outro fazer a mesma coisa, baseado no Squash, só que com a bola de Volley e sem raquete) foi espetacular, felizmente  foi o colega que desistiu primeiro, já que estava começando a cansar e seria difícil admitir isso (enquanto rola a bolinha não há cansaço, a paixão gera energia extra, mas o corpo tem limites); Noutro treino mesma situação mas com o "príncipe do Volley" que propôs  outro  tipo de aquecimento: "volley'sreflexos" (termo criado para toques rápidos à curta distância incluindo manchete que obrigava a ir próximo do chão, engraçado que nos treinos anteriores havia pensado em fazer com o "príncipe do Volley "com malícia para testar reflexos" -como fazia quando o parceiro se tornava constante e havia uma sintonia, tal e qual uma dança onde o par está envolvido num clima de cumplicidade, deslizando na pista ao som da melodia, num mundo a parte (a última vez que isso aconteceu foi há 2 anos com o colega de treino,  psicólogo), só que  a melodia é substituída pelo som da bola- mas na primeira tentativa não aconteceu, desta vez aconteceu espontaneamente, talvez porque o "príncipe do Volley" cumprimentara com um aperto de mão, um abraço e um beijo no rosto, o que foi uma surpresa, foi a primeira vez que aconteceu durante um treino e tenha gerado um clima de maior aproximação, sintonia e cumplicidade), emocionante, nem as "medalhas" recebidas acabaram com esse clima, pelo contrário ainda acentuaram mais com a expressão de preocupação que o rosto dele transmitia. Para que o passado ficasse totalmente presente só faltou o aquecimento "Basquetevolley" (termo criado para o aquecimento de "incestar" na tabela  de Basquete ao 3º toque com a bola de Volley, aprendido no 1º ano da 2ª faculdade, embora quase tivesse acontecido num desses treinos) de tal forma que as recordações afloraram, servindo como inspiração para escrever sobre outro dos fundamentos, o toque. Mas as emoções continuaram, nesses últimos 4 treinos, um colega que começou recentemente a frequentar os treinos, usou o termo "gata borralheira" fazendo uma analogia  por sair antes da meia-noite, para poder tomar banho após o treino, uma sintonia de pensamento, já que esse termo já tinha sido formulado, num momento de recaída no romantismo,  por instante surgiu o pensamento de que ele pudesse ter lido post publicado recentemente, mas logo  descartado, permanecendo a comunhão de pensamento diante  uma situação que evocou o Conto de Fadas. A  equipe ganhou 2 sets, num desses sete consegui fazer 8 pontos seguidos.
O fantástico é que todas essas emoções maravilhosas ocorreram nas  noites  dos  dias mais terríveis que aconteceram este ano, no novo local do  trabalho, extremamente desgastantes, desmotivantes, estressantes, com discussões, foi justamente há 3 dias que ocorreu um dos dias mais terríveis, onde um funcionário conflituoso, complicado, faltou com o respeito, foi calunioso e por fim disse não confiar, quando na verdade ele é que não é confiável, criando situações difíceis, armando sempre conflito, não ouve as orientações, quer mandar onde tem que obedecer, mas também foi quando a emoção da paixão atingiu o rubro devolvendo a paz ao espírito e a serenidade interior que ficara muito abalada.

Abençoado Volleyball, abençoado seja o "Príncipe do Volley" e os colegas que geraram emoções que cortaram os efeitos nefastos dos dias terríveis  vividos no trabalho.

sábado, 14 de fevereiro de 2015

Dia de São Valentim...Bolo Amor e outros



Dia de São Valentim = Dia dos namorados => Dia do Amor



O amor  é um tema que povoa os pensamentos, voa nas asas da imaginação ou da fantasia das pessoas, preenche as páginas dos livros e as telas dos cinemas, embora famoso, não passa de um desconhecido, ninguém sabe como, onde e quando surgiu o conhecimento a respeito, embora na mitologia existam divindades do Amor:
Greco-romana = Afrodite, Vênus, Eros, Cupido
Indígena Tupi = Rudá
Japonesa = Tsuki
Chinesa = Guan Yin
Hindu = Kama
Egípcia = Isis
Nórdica = Freya
Neste dia ao pensar no amor muitas lembranças surgem, umas más (7anos e 9 meses da partida de uma das estrelas da vida), outras boas, como os 18 meses de vida do Léo, os bailes carnavalescos frequentados na infância até a puberdade, uma vez que coincide ser sábado de carnaval e, principalmente relacionados aos "príncipes encantados" e a descoberta da existência de uma nova categoria "príncipe do volley", que difere daqueles porque não desperta a fantasia romântica, porém assemelha-se por despertar o sorriso fácil, a busca do aperfeiçoamento para ter uma boa performance ou desenvolvimento, no esporte, ou melhor na paixão esportiva, a admiração pela performance observada e principalmente pelo estado de êxtase após um jogo bem disputado, como tem acontecido nos últimos treinos, devolvendo o que parecia ter ficado perdido no passado, a atitude e postura em quadra, concentração no jogo, seguindo a bola, atenta aos sinais e "telegramas" e agindo em conformidade, com total abstração da vida fora do jogo,como se não existisse mais nada fora da quadra, só o momento, inclusive voltar a dizer "deixa" com firmeza, quando está na bola e outro se aproxima para ir na bola também, assim como um aquecimento altamente rentável, cheio de energia com remates fortes por parte do "Príncipe do Volley", somado a forma de tratamento empregue por ele fazendo elogios ou aplaudindo as boas jogadas realizadas, contatos nas mãos ao entrar e sair de quadra ou após a realização de um ponto principalmente se foi com brilho ou sorrindo mesmo estando do outro lado da quadra, ou demonstrando que gosta que seja o seu par no aquecimento, mesmo quando já outra pessoa o tenha chamado para fazerem o aquecimento, ele chamar para que se junte a eles, ou ainda cedendo o lugar em quadra para começar a jogar, quando 2 elementos tinham que ficar de fora para irem rodando na hora de ir para o sac e em consequência inspiração para escrever de forma a colmatar as falhas, neste caso na recepção:




O fantástico dessa experiência dessa forma de amor, são as sensações despertadas que em quase tudo se assemelha as sensações despertadas na vivência do Amor Eros, apenas diferem por não despertar as reações físicas expressas na relação sexual ou pela ausência das fantasias que são inerentes as estas.
As lembranças desencadeadas demonstram uma verdade incontestável: Tudo que realizamos com amor (não necessariamente amor Eros) nos eleva, nos faz dar o melhor de nós, gera uma energia positiva, um alto astral a nossa volta, cria em nós um estado de plenitude, porque o Universo assim o  permite.


quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Gata Borralheira...Versão Esportiva


O Volley é fascinante, quando bem jogado, opera milagres, como o dissipar de algumas nuvens negras carregadas que o dia a dia coloca no horizonte, transformando a energia negativa que aprisiona o ser numa energia maravilhosa libertadora, até vira um conto de fadas, "a gata borralheira versão esportiva". Já há muito que não experimentava essa sensação e o melhor disso é que não foi planejado, embora desejado e quando tudo apontava no sentido de não voltar a experimentar, mas aconteceu, por momentos parecia que houve recuo do tempo aos "anos dourados do Volley", como que as pessoas do presente fizessem parte do passado, quer pelo gesto de algumas pessoas relembrando que num jogo é fundamental a coesão, a união, o espírito de equipe, a comunicação não verbal expressa e entendida pelos integrantes, o esforço de cada um em salvar ou corrigir alguma falha que fora cometida (um dos colegas foi chamada por outra colega para o aquecimento a dois, mas ele me chamou para juntar a eles, mas não foi possível porque uma colega ficaria sozinha, infelizmente porque o aquecimento com esse colega é ótimo, ele remata com força não suaviza, exatamente como o esquerdino dono da bola limão. No jogo esse colega combinou jogadas e trocas como outrora ocorria, e sempre nas boas jogadas ou jogadas esforçadas o toque das mãos); pelos elogios quando houve boas jogadas, inclusive fazer alusão a ser de profissional (um terceiro toque  no fundo por cima do bloqueio, surpreendendo os adversários e conseguindo fazer o ponto, o colega vibrando exclamou "profissional"); Pela atitude em quadra, fruto de ter feito "o dever de casa" imaginando as possíveis situações e os respectivos posicionamentos na recepção principalmente no contra ataque do adversário, gerando maior concentração, acompanhamento da bola fazendo com que estivesse na posição correta em todas as situações, totalmente abstraída dos problemas que momentos antes existiam, apesar do aquecimento não ter sido muito intenso como deveria ter sido, pois é importante para que haja um bom desempenho no jogo e lembranças de várias "verdades": "o jogo decorre conforme o treino" (um mau treino ou aquecimento prévio ineficaz levará a um mau desempenho no jogo); "Aonde chega os pés chegam as mãos" (ao invés de tentar pegar com os pés, embora isso seja um gesto mecânico, reflexo, há os recursos: rolamentos ou mergulho); "dá abacaxi recebe abacaxi" ( se o receptor defende uma bola má para o levantador, este só com muito esforço conseguirá levantar um bola boa para o atacante rematar); "Deixa que eu deixo não pode ocorrer" (é o que acontece quando alguém vai na bola o outro diz que é dele, mas não chega e o outro que até está mais próximo deixa de executar porque alguém disse para deixar e a bola escorre entre os dois); "ameaçou vai" (se não tem intenção ou não consegue chegar até a bola, não deve se movimentar porque o outro já não vai com a confiança necessária, por receio de chocar com colega); "a segunda é minha em qualquer lugar e eu vou com tudo" (na posição de levantador avisando a todos para não interferir e para que tenham confiança que ele, levantador está concentrado na sua posição e função); "quem está na chuva é para se molhar" (quando no "ataque e defesa" alguém amortece o remate por considerar ser mais frágil ou quando se recebe uma bolada em cheio ou com força e quando perguntam se se machucou ou pedem desculpa essa é a resposta).
Depois do banho, por coincidência  ao aproximar do vestiário masculino saiu o colega do elogio, e ficou segurando a porta esperando que passasse, ao correr para não fazê-lo esperar, o relógio caiu do pulso, só percebendo posteriormente, inicialmente de forma contrariada, mas o astral estava tão alto que logo a fantasia se manifestou, lembrando do filme "Cinderela" uma versão moderna onde ela ao sair correndo, perto da meia noite, perdeu o celular, neste caso a hora era a mesma, faltava cerca de 3 minutos para Meia Noite, tinha um "príncipe" (do Volley) esperando, teve a corrida e a perda não do sapatinho de cristal, não do telemóvel, mas do relógio, só com uma pequena diferença a Cinderela era linda...
Que sensação maravilhosa ocorre após um jogo de Volley bem disputado, com boas ou excelentes jogadas, espírito de equipe, confiança e respeito pela posições de cada um. Tão forte e poderosa que dissipa qualquer nuvem negra que paire no horizonte dando lugar a um céu claro e límpido, com estrelas cintilantes e uma lua brilhante ou com um sol radiante.
Abençoado Volley!

sábado, 17 de janeiro de 2015

Faxina mental...visão ampliada!


A poderosa energia que o mar transmite  quando  o contemplamos, nos faz entrar em sintonia com o nosso eu interior e através dele com o Universo, a partir daí surgem as respostas as nossas perguntas, dúvidas, inquietações e questionamentos, bem como ensinamentos preciosos, um desses é que uma mente ocupada com "lixo" impede o nosso raciocínio, a nossa memória, a nossa concentração e até o nosso sistema de alerta dos perigos que nos ronda a todo instante, por isso deveríamos, de tempos em tempos, fazer uma "faxina mental", limpar todo o "lixo", pequenos nada que acumulamos  no dia-a-dia e não nos apercebemos, para temos uma visão ampliada da realidade que nos cerca e ficarmos vigilantes, alertas aos perigos que nos rondam e as armadilhas ou armações que montam, preparam para nós. Após seguir esse ensinamento, 2 dias depois do mar o ter "relembrado", ou seja ter feito uma "faxina mental", se bem que ligeira, a visão da realidade ficou ampliada, o sentido de alerta ficou de prontidão, conseguindo perceber alguns dos perigos que estão a espreita e algumas das ciladas que armaram e estão armando no novo serviço, a imagem que surge na mente é estar no centro rodeado por cascavéis, tentando desviar dos botes delas:


Diante desta imagem que alternativas? 
1- Ficar encolhido imóvel, inativo paralizado pelo medo, não só serviria para ser uma presa fácil
2- Partir para o ataque, "bater de frente", não, seria uma uma batalha inglória, que só serviria para desgastar e ter que redobrar a atenção, porque os botes seriam mais subtis, o que elevaria o nível de stress e tensão para níveis mais altos do que costuma a ser no dia-a-dia podendo trazer consequências nefastas para a saúde, porque o nível de stress de ligeiro a moderado é essencial para a vida, faz com que o instinto de sobrevivência esteja alerta  e o organismo preparado para literalmente correr do perigo, enfrentá-lo ou para superar obstáculos ou ultrapassar limites, vencer batalhas, mas de moderado a grave passa a ser prejudicial para a saúde pondo em risco a própria vida. 
3- Definir metas, manter-se fiel aos princípios e critérios organizacionais pré estabelecidos para o desempenho das atribuições e funções laborais, independente das pressões, intimidações, ameaças, armadilhas ou armações que estejam por trás de todas as situações conflituosas, é sem dúvida a  melhor alternativa, mantém o nível de stress dentro do necessário para encontrar as soluções ou estratégias para resolver, superar ou superar "os botes", sem por em risco a saúde, principalmente, a mental.
Aqui entra outro "ensinamento" do mar, que poderá ajudar, mas mais difícil ainda de ser aplicado "agir ao invés de reagir", quando reagimos enfraquecemos e aumentamos o problema ou fortalecemos quem está por trás da situação, quando agimos nos fortalecemos e enfraquecemos o problema ou quem está por  detrás da situação . 
E ainda outro "ensinamento" para ajudar "falar menos e ouvir mais" quanto mais falamos, mais vulneráveis ficamos porque damos espaço para que conheçam nossas intenções e antecipam-se às nossas ações, ao contrário quando ouvimos mais conseguimos antecipar as ações ou evitar as consequências das ações dos outros em cada situação.
Um outro "ensinamento" que também pode ajudar "viver o momento no momento" , que engloba  resolver os conflitos, mal- entendidos, ou os problemas (pelo menos equacioná-los) no momento e com isso os outros ensinamentos são aplicados simultâneamente.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Amor ...mais uma faceta desvendada!


Ahh o Amor...tão propagado através dos tempos, mas sempre um mistério!

Hoje mais uma faceta desse diamante foi "revelada" pelo mar: não é o "objeto" do amor o responsável pelas sensações que sentimos e sim justamente as sensações que esse "objeto" despertam. Por isso é que algumas pessoas passam pela vida proclamando que tiveram muitos amores em contra partida ouvem de outras pessoas que isso não é possível,  as promessas e juras de amor trocadas com alguém não  se repetem porque não existe alguém  igual a outro alguém, por desconhecerem que a "química" libertada quando o amor está no ar não é privilégio de uma pessoa em especial, essa "química" existe em cada um, mas nem sempre o outro está receptivo, aqui talvez possa entrar um pouco da mitologia, nem sempre o "cupido" atinge o coração das pessoas (Cupido, também conhecido como Amor, era o deus equivalente em Roma ao deus grego Eros. Filho de Vênus e de Marte, (o deus da guerra), andava sempre com seu arco, pronto para disparar sobre o coração de homens e deuses. Teve um romance muito famoso com a princesa Psiquê, a deusa da alma.
Cupido encarnava a paixão e o amor em todas as suas manifestações. Logo que nasceu, Júpiter (pai dos deuses), sabedor das perturbações que iria provocar, tentou obrigar Vénus a se desfazer dele. Para protegê-lo, a mãe o escondeu num bosque, onde ele se alimentou com leite de animais selvagens.
Cupido era geralmente representado como um menino alado que carregava um arco e um carcás com setas. Os ferimentos provocados pelas setas que atirava despertavam amor ou paixão em suas vítimas. Outras vezes representavam-no vestido com uma armadura semelhante à que usava Marte, talvez para assim sugerir paralelos irônicos entre a guerra e o romance ou para simbolizar a invencibilidade do amor. Embora fosse algumas vezes apresentado como insensível e descuidado, Cupido era, em geral, tido como benéfico em razão da felicidade que concedia aos casais, mortais ou imortais. No pior dos casos, era considerado malicioso pelas combinações que fazia, situações em que agia orientado por Vénus). Revendo essa parte da mitologia impossível não ficar perplexo com o conhecimento empírico, intuitivo, visionário, imaginativo, fruto de uma visão alargada e da sintonia com o Universo, existente no passado, que atravessou séculos, quiçá milênio, como revela a história, para se revestir do conhecimento científico ou pseudo científico, racional ou intelectual do presente, que entre outras pesquisas, tentam estabelecer a fisiologia do amor/paixão:

Os cientistas conhecem a feniletilamina (um dos mais simples neurotransmissores) há cerca de 100 anos, mas só recentemente começaram a associá-la à paixão. Ela é uma molécula natural semelhante à anfetamina e suspeita-se que sua produção no cérebro possa ser desencadeada por eventos tão simples como uma troca de olhares ou um aperto de mãos.

O “affair” da feniletilamina com a paixão teve início com uma teoria proposta pelos médicos Donald F. Klein e Michael Lebowitz, do Instituto Psiquiátrico Estadual de Nova Iorque. Eles sugeriram que o cérebro de uma pessoa apaixonada continha grandes quantidades de feniletilamina, e que esta substância poderia responder, em grande parte, pelas sensações e modificações fisiológicas que experimentamos quando estamos apaixonados.
Algumas substâncias responsáveis pelo amor-paixão: dopamina, feniletilamina e ocitocina. Estes produtos químicos são todos relativamente comuns no corpo humano, mas são encontrados juntos apenas durante as fases iniciais do flerte. Ainda assim, com o tempo, o organismo vai se tornando resistente aos seus efeitos - e toda a "loucura" da paixão desvanece gradualmente - a fase de atração não dura para sempre. O casal, então, se vê frente a uma dicotomia: ou se separa ou habitua-se a manifestações mais brandas de amor - companheirismo, afeto e tolerância, e permanece junto.

O amor não começa quando os olhares se encontram, mas sim um pouco mais embaixo, no nariz. "Há circuitos que vão do olfato até o cérebro e levam uma mensagem muito clara: sexo", explica Maria Rosa García Medina, especialista em sentidos químicos do Laboratório de Pesquisas Sensoriais do Conselho Nacional de Pesquisas Científicas e Técnicas (Conicet), da Argentina. Atualmente, existem evidências intrigantes e controvertidas de que os seres humanos podem se comunicar com sinais bioquímicos inconscientes. Alguns pesquisadores afirmam que exalamos continuamente, pelos bilhões de poros na pele e até mesmo pelo hálito, produtos químicos voláteis chamados ferormônios. (http://www.afh.bio.br/especial/paixao.asp)
O cruzamento da razão e da emoção, da fantasia com a realidade, da intuição com a imaginação, mostra o quanto o amor é grandioso,  complexo,  poderoso, envolto em vários mistérios, que permite que  ao longo da vida possa se multiplicar e se diversificar não só em cada pessoa, individualmente, incluindo os amores platônicos, como dirigido, coletivamente, para várias pessoas, por mais diferentes que possam ser ou parecer que são, incluindo os amores unilaterais, não correspondidos e os abençoados amores "em mão dupla", correspondidos. Até aqui apenas falando  no Amor Eros ou no Amor romântico, relacional que envolve a constituição da família, a luxúria e a preservação da espécie, mas o Amor  não é só essa vertente é muito mais é como um diamante multifacetado brilhante que irradia feixes de luz para o Universo refletindo a Luz Divina que existe por trás do amor, em cada ser humano.


domingo, 4 de janeiro de 2015

Primeiros dias de 2015...Equilíbrio da Energia


O 2º dia do ano de 2015 começou com o céu claro alaranjado ótimo para ir repor a energia e redirecioná-la  para aqueles que amo junto ao mar, entretanto o céu modificou de laranja passou a prateado, mas nem por isso os planos se alteraram, os efeitos necessitados, desejados e esperados logo foram sentidos, pelo menos no que tange ao equilíbrio interior, a paz de espírito, a energia renovada, a serenidade e força  tão essencial para começar um novo ano, deixando para trás junto com o ano de 2014 tudo de ruim, as tensões, as preocupações, o péssimo ambiente do trabalho causado pela  falta de respeito dos princípios éticos e morais dos colegas de trabalho, principalmente por parte dos superiores. E fica a esperança de que a energia redirecionada  para aqueles que amo os atinja e desperte neles a mesma sensação de equilíbrio interior, a paz de espírito , serenidade, energia renovada para que possam começar o Ano Novo fortalecidos, renovados, para que os seus caminhos  sejam repletos de luz, paz, amor, saúde, sucesso em tudo que realizem e deixem para trás tudo, erros, mágoas, decepções, frustrações, tristezas, complexos, incompreensões, injustiças raiva, preocupações, que possa impedir de alcançarem suas metas, de lutarem por transformar  seus sonhos em realidade ou  concretizarem os planos delineados.
Que  em 2015 a Luz penetre nos corações de todos, que o Amor floresça e assim tudo de bom acontecerá no planeta.
Que assim seja e assim será com a Graça de Deus!