Seja Bem Vindo!


Sua visita me deixou muito feliz...

Sua visita me deixou  muito feliz...

Amor & Emoção x Razão


sábado, 16 de maio de 2015

Vencer as rotinas da mente... uma estratégia para superar a tristeza


Os dias  tem sido de profunda tristeza, porém salpicados de alguns raios de sol: Os jogos de Voley  que estão numa ótima fase em termos de participação, integração e performance semelhante ao passado inclusive com "contatos imediatos ligeiros" do "príncipe do Voley" e alguns PPT inclusive um "sob medida" para este momento:
Sentindo-se triste? 
Dance ou vá tomar uma duche e veja a tristeza desaparecer de seu corpo. Sinta como a água que bate em você leva junto a tristeza, da mesma forma que leva embora o suor e a poeira de seu corpo.
Coloque sua mente em uma situação tal que ela não seja capaz de funcionar de maneira habitual. Qualquer coisa serve. Afinal, todas as técnicas que foram desenvolvidas ao longo dos séculos não passam de tentativas para distrair a mente e demovê-la dos velhos padrões.Por exemplo, se você estiver se sentindo irritado, inspire e expire profundamente durante apenas dois minutos e veja o que acontece com a sua raiva.A dica é nunca se repetir. Caso contrário, se toda vez que se sentir triste você for para o chuveiro, a mente transformará isso num hábito. Após a terceira ou quarta vez, ela aprenderá: "Isso é algo permitido. Você está triste, então é por isso que está tomando uma duche." Nesse caso, a duche irá apenas transformar-se em parte de sua tristeza. Seja inovador, seja criativo. Continue confundindo a mente.Seu companheiro diz algo e você se sente irritado. Em vez de bater nele ou jogar alguma coisa em sua direção, mude o padrão do pensamento: dê-lhe um abraço e um beijo. Confunda-o também! De repente, você perceberá que a mente é um mecanismo e que ela se sente perdida com o que é novo.Abra a janela e deixe novos ventos entrarem.  OSHO
Pesquisando o tema surgiu este  texto que de imediato convida a reflexão:
 O objectivo da tristeza é para nos fazer sentir (lembrar e alertar) que algo foi perdido, que algo aconteceu que não nos serve ou nos provoca mal-estar. E é tarefa do sofredor fazer o trabalho mental de descobrir o que é que o incomoda. Isto aponta para um problema mais amplo que muitas pessoas enfrentam no seu dia-a-dia. Por vezes quando nos sentimos tristes no meio do turbilhão de coisas que temos para fazer, simplesmente desejamos que rapidamente esse sentimento se afaste. Passamos rapidamente para a tarefa seguinte, sem percebermos a verdadeira razão por nos sentimos dessa maneira. Algumas vezes esta estratégia pode comprovar-se eficaz. Mas, se o assunto/situação for realmente pertinente, a tristeza irá fazer-se sentir novamente, só que agora noutro contexto, sem causa aparente. Nesse momento, temos mais dificuldade para identificar as razões, ficamos confusos. À medida que a tristeza se vai instalando, a nossa atenção vai-se dirigindo para o nosso mal-estar. 
Sem percebermos o que se passou, tentamos a todo o custo, evitar, repudiar esse sentimento que nos causa uma enorme angústia, esse sentimento que pode vir a interferir com a nossa funcionalidade. Numa primeira fase os nossos corpos ficam lentificados, essencialmente, para nos ajudar a focar e resolver um problema que pode estar a surgir nas nossas vidas. Quando visto como temporário e como um subproduto positivo da nossa longa história humana, podemos superar a tristeza de uma forma rápida e positiva. 
Por outro lado se continuarmos a desejar não nos sentir assim, e não prestarmos a atenção devida podemos sair prejudicados. Se não tentarmos perceber que o nosso sentimento de tristeza nos está a enviar uma mensagem, que está a enviar-nos informação na forma de uma sensação física e emocional, outros problemas associados podem surgir, tais como depressão, ansiedade, fobia social. 
 A tristeza é informação subtil que nos “obriga” a dirigirmos a nossa atenção para algo que necessita de ser resolvido, melhorado ou compreendido. 
Como é que se pode usar a  tristeza com uma vantagem? A tristeza deve ser vista como um estado temporário e útil. É normal ficar triste. A tristeza existe para ajudar-nos, por exemplo, a resolver um problema pessoal. Quando você se protege, evita e abafa todo esse sentimento, ou procura as pessoas para que o animem, você está a perder a oportunidade de perceber algo útil para si. Em primeiro lugar, que você tem a habilidade para fazer mudanças sólidas ao que lhe provocou perda ou mal-estar que justifique a tristeza e, segundo, que tem capacidade para persistir e para lidar com a situação, até que a alteração tenha efeito. Reforçando novamente a ideia, a tristeza, assim como todas as emoções, é um estado temporário, os nossos corpos não suportarem o impacto emocional por muito tempo, assim, devemos usá-las (emoções e sentimentos) a nosso favor, enquanto as sentimos. 
Lembre-se: A tristeza pode ajudar-nos a ter/fazer melhores decisões. Muitas vezes, sofremos a dor emocional de modo que aprendemos a evitar certos comportamentos e a fazer melhores escolhas na vida. Quando algo não funciona para nós, ficamos propensos a tentar fazê-lo de forma diferente da próxima vez. 
Permita-se estar/ficar triste. Negar tais sentimentos pode forçá-lo ao recalcamento, fazendo com que numa fase posterior a sua força se faça sentir provocando mais dano. Chore se você sentir essa necessidade. Provavelmente irá sentir alívio depois de chorar. 
Se você se sentir triste, aceite estar triste durante algumas horas ou um dia. Use a sua tristeza para fazer uma introspeção, decida ficar sozinho, ouvir música melancólica, e observar os seus pensamentos e sentimentos. Planejar um determinado tempo para expressar a sua infelicidade temporária, pode ajudá-lo a sair desse estado. 
Pense no contexto em que emergem esses sentimentos de tristeza. São relacionados a uma perda ou a um evento infeliz? Geralmente não é tão simples como descobrir a “causa ” da tristeza, mas talvez seja possível compreender os fatores envolvidos. 
A tristeza como resultado de uma mudança. A tristeza pode ser resultado de uma mudança que você não esperava, ou pode sinalizar a necessidade de uma mudança na sua vida. A mudança geralmente é stressante, mas é necessário para o nosso crescimento. Estar temporariamente triste não é depressão.
http://www.escolapsicologia.com/tristeza-qual-o-seu-proposito/

domingo, 3 de maio de 2015

Perante uma injustiça perseveramos se lembrarmos que Deus é o nosso Juiz!


Hoje mais do que nunca uma injustiça, cometida nos últimos dias de Abril, gerou uma dor profunda como se um punhal fosse cravado no coração. Ver o sonho de uma vida ser posto em causa, por uma situação de extrema injustiça, causada por um bando arruaceiro de  desocupados, mal educados que não satisfeitos em interromper o funcionamento e impedirem um trabalhador de executar o seu trabalho, ainda ofenderam a sua honra e atentaram contra a sua integridade física, mental, moral e profissional e tudo isso sendo, na verdade, resultado de um fogo cruzado de um "braço de ferro" entre 2  facções políticas. O mais revoltante é saber que o profissional é utilizado como peão num jogo de xadrez e como um bombeiro para apagar um incêndio, mas com gasolina,  em algumas situações uma presa fácil lançada as feras selvagens irracionais.
Uma forma de retirar o "punhal" cravado no coração e impedir as sequelas dessa punhalada causada pela injustiça de que somos alvo é  fazer a Oração contra injustiça
A Oração contra injustiça, é a Oração que fazemos quando estamos enfrentando de alguma maneira uma situação de injustiça em nossa vida.
A injustiça é algo que trás muita tristeza e frustração, pois sabemos que estamos passando por uma situação a onde estamos certos e assim mesmo estamos pagando um preço por isso. A injustiça pode ser de uma pessoa próxima, por exemplo um parente ou amigo, ou uma injustiça do poder publico, como governo e etc.
Porém devemos orar a Deus e ficar perseverantes diante de uma situação de injustiça, não devemos esquecer que Deus é nosso juiz diante de toda e qualquer situação e é ele que faz justiça por nós. Em sua palavra, o Senhor nos diz que não é por força e nem por violência que conseguimos alguma coisa e sim por Deus, e que a nossa ira não move a mão de Deus, por isso devemos ficar firmes em oração, perseverantes e confiar que Deus age em nosso favor e tira toda injustiça. Faça a oração contra injustiça e deixe Deus agir em sua causa.
Oração contra injustiça pode ser feita assim:

Senhor meu Deus, entro em tua presença neste momento, para colocar a minha situação diante de ti em oração. Pai, estou sendo alvo de uma injustiça e o Senhor sabe que não devo nada e que andei de maneira correta nesse sentido. Mais eu creio na tua palavra que diz, que o Senhor é meu juiz e que a minha raiva não opera as tuas mãos e por isso eu não quero fazer nada por mim mesmo, nem procurar justiça por meus meios, mais sim confiar em ti, que luta por mim e sabe de todas as minhas necessidades e falhas. Eu determino em nome de Jesus, que todo mal, toda injustiça saiam da minha vida, que tudo que atrapalha e se levanta contra mim, saiam da minha vida agora! e determino que na mina vida haja paz e justiça. Amém e graças a Deus.

http://www.oracaododia.com/oracao-contra-injustica/

sábado, 18 de abril de 2015

Páscoa com o Léo..lenda e .pegadas do coelho

Páscoa significa passagem. O dia da Páscoa, foi estabelecido por decreto do Concílio de Niceia (ano de 325), devendo ser celebrada no domingo, após a primeira lua cheia do equinócio, que ocorre no início da primavera, no hemisfério Norte. A Páscoa, da qual dependem todas as demais festas móveis do ano eclesiástico é uma festa móvel, varia o dia a cada ano e a data é sempre comemorada entre os dias 22 de Março a 25 de Abril. É comemorada em vários países. Os espanhóis chamam a data de Pascua, os italianos de Pasqua e os franceses de Pâques. Para os judeus, a Páscoa (Pessach) é uma antiga festa realizada para celebrar a libertação do povo hebreu, do cativeiro no Egito. As festividades começavam na tarde do dia 14 do mês lunar de Nisan. Era servida uma refeição semelhante a que os hebreus fizeram ao sair apressadamente do Egito.
São vários os símbolos da Páscoa, entre eles o coelhinho e os ovos da Páscoa, existe uma lenda que contempla esses dois símbolos, que é contada às crianças:


Perto da casa do menino Jesus, um passarinho construiu seu ninho. Todas as manhãs, Jesus era acordado pelo alegre e bom canto da avezinha.
Certa manhã, porém, ele foi acordado pelo piar aflito do passarinho. Jesus espiou e viu que a mãe passarinho chorava desconsolada, pois a raposa havia roubado os seus ovinhos.
O menino Jesus ficou triste e saiu pelo campo, pedindo aos bichos que passavam que o ajudassem a encontrar os ovinhos roubados.
-Gatinho, queres ajudar-me a encontrar os ovos da mãe passarinho?
-Não posso Jesus. A minha dona encarregou-me de caçar um rato que sempre rouba queijo todas as noites.
Assim Jesus foi se dirigindo aos animais, mas era inútil. Todos estavam ocupados. O cão cuidava da casa. A formiga trabalhava apressadamente. O grilo estava cansado de pular de galho em galho. Nenhum bicho podia ajudar Jesus. Foi então que o coelho colocou as orelhas para fora da toca e disse:
-Jesus, se quiseres, eu posso-te ajudar.
E saiu a correr até encontrar o esconderijo da raposa. Mas que pena. Ela já havia comido todos os ovinhos. O coelho com pena do passarinho e querendo agradar a Jesus, resolveu pedir um ovinho para cada um dos passarinhos que conhecia e levou a Jesus.
O menino Jesus colocou os ovinhos no ninho da mãe passarinho, que nem desconfiou de nada. Como recompensa, o coelhinho foi encarregue por Jesus, de todos os anos, na Páscoa, distribuir ovinhos para as crianças.

Este ano  por ser a 1ª Páscoa com o caçula, o Léo, foi criada as "pegadas do coelho", uma tentativa de integrar adultos e crianças:

O menino gosta de biscoito Maria por isso foi colocado biscoitos, sobre um guardanapo para que pudesse comer, intercalados nas pegadas começando por uma cenoura com dentadas para ser mais verosímil, como se fosse realmente deixadas por um coelho em 3 locais estavam escondidos uma caixa de ovos de chocolate imitando ovos de verdade, um coelho com um guiso e um coelho para colorir lavável com as canetas e ovos de chocolate, em cada desses locais foi colocado um criptograma com o local aonde estavam escondidos as "caixas" dos adultos (contendo bombons feitos  em casa ' sacos de amêndoas de chocolate e amêndoas tipo francês e um ovo decorativo), sinalizando os locais para chamar a atenção do  Léo foi colocado balões de gás. A brincadeira não resultou porque às vezes que o menino apontava para o biscoito  tinha um adulto (avó e a madrinha) que "cortava o barato" do bebê porque  achavam que não era para deixar ou não ser o momento, depois quando não havia mais clima a mãe e a madrinha da mãe "forçaram" o clima e fizeram com que ele achasse e depois os adultos decifraram e foram encontrar os respectivos "ovos". Como sobremesa teve um  Pão-de-Ló em formato de ovo de chocolate.


A avó do Léo comemorou o seu aniversário no sábado e o bolo foi pensado para ela:

http://www.significados.com.br/pascoa/
http://www.historias-infantis.com/lenda-do-coelho-da-pascoa/

domingo, 1 de março de 2015

Emoções no Esporte...Toque do Passado no Presente



As emoções continuam a aflorar na paixão: Os últimos treinos foram intensos 2 deles  proporcionou tornar o passado presente,  houve excesso de participantes com formação de 3 equipes, enquanto a equipe aguardava para entrar, um colega topou aquecer jogando "squashvolley" ( termo criado para "cortar" para o chão e ricochetear na parede e o outro fazer a mesma coisa, baseado no Squash, só que com a bola de Volley e sem raquete) foi espetacular, felizmente  foi o colega que desistiu primeiro, já que estava começando a cansar e seria difícil admitir isso (enquanto rola a bolinha não há cansaço, a paixão gera energia extra, mas o corpo tem limites); Noutro treino mesma situação mas com o "príncipe do Volley" que propôs  outro  tipo de aquecimento: "volley'sreflexos" (termo criado para toques rápidos à curta distância incluindo manchete que obrigava a ir próximo do chão, engraçado que nos treinos anteriores havia pensado em fazer com o "príncipe do Volley "com malícia para testar reflexos" -como fazia quando o parceiro se tornava constante e havia uma sintonia, tal e qual uma dança onde o par está envolvido num clima de cumplicidade, deslizando na pista ao som da melodia, num mundo a parte (a última vez que isso aconteceu foi há 2 anos com o colega de treino,  psicólogo), só que  a melodia é substituída pelo som da bola- mas na primeira tentativa não aconteceu, desta vez aconteceu espontaneamente, talvez porque o "príncipe do Volley" cumprimentara com um aperto de mão, um abraço e um beijo no rosto, o que foi uma surpresa, foi a primeira vez que aconteceu durante um treino e tenha gerado um clima de maior aproximação, sintonia e cumplicidade), emocionante, nem as "medalhas" recebidas acabaram com esse clima, pelo contrário ainda acentuaram mais com a expressão de preocupação que o rosto dele transmitia. Para que o passado ficasse totalmente presente só faltou o aquecimento "Basquetevolley" (termo criado para o aquecimento de "incestar" na tabela  de Basquete ao 3º toque com a bola de Volley, aprendido no 1º ano da 2ª faculdade, embora quase tivesse acontecido num desses treinos) de tal forma que as recordações afloraram, servindo como inspiração para escrever sobre outro dos fundamentos, o toque. Mas as emoções continuaram, nesses últimos 4 treinos, um colega que começou recentemente a frequentar os treinos, usou o termo "gata borralheira" fazendo uma analogia  por sair antes da meia-noite, para poder tomar banho após o treino, uma sintonia de pensamento, já que esse termo já tinha sido formulado, num momento de recaída no romantismo,  por instante surgiu o pensamento de que ele pudesse ter lido post publicado recentemente, mas logo  descartado, permanecendo a comunhão de pensamento diante  uma situação que evocou o Conto de Fadas. A  equipe ganhou 2 sets, num desses sete consegui fazer 8 pontos seguidos.
O fantástico é que todas essas emoções maravilhosas ocorreram nas  noites  dos  dias mais terríveis que aconteceram este ano, no novo local do  trabalho, extremamente desgastantes, desmotivantes, estressantes, com discussões, foi justamente há 3 dias que ocorreu um dos dias mais terríveis, onde um funcionário conflituoso, complicado, faltou com o respeito, foi calunioso e por fim disse não confiar, quando na verdade ele é que não é confiável, criando situações difíceis, armando sempre conflito, não ouve as orientações, quer mandar onde tem que obedecer, mas também foi quando a emoção da paixão atingiu o rubro devolvendo a paz ao espírito e a serenidade interior que ficara muito abalada.

Abençoado Volleyball, abençoado seja o "Príncipe do Volley" e os colegas que geraram emoções que cortaram os efeitos nefastos dos dias terríveis  vividos no trabalho.

sábado, 14 de fevereiro de 2015

Dia de São Valentim...Bolo Amor e outros



Dia de São Valentim = Dia dos namorados => Dia do Amor



O amor  é um tema que povoa os pensamentos, voa nas asas da imaginação ou da fantasia das pessoas, preenche as páginas dos livros e as telas dos cinemas, embora famoso, não passa de um desconhecido, ninguém sabe como, onde e quando surgiu o conhecimento a respeito, embora na mitologia existam divindades do Amor:
Greco-romana = Afrodite, Vênus, Eros, Cupido
Indígena Tupi = Rudá
Japonesa = Tsuki
Chinesa = Guan Yin
Hindu = Kama
Egípcia = Isis
Nórdica = Freya
Neste dia ao pensar no amor muitas lembranças surgem, umas más (7anos e 9 meses da partida de uma das estrelas da vida), outras boas, como os 18 meses de vida do Léo, os bailes carnavalescos frequentados na infância até a puberdade, uma vez que coincide ser sábado de carnaval e, principalmente relacionados aos "príncipes encantados" e a descoberta da existência de uma nova categoria "príncipe do volley", que difere daqueles porque não desperta a fantasia romântica, porém assemelha-se por despertar o sorriso fácil, a busca do aperfeiçoamento para ter uma boa performance ou desenvolvimento, no esporte, ou melhor na paixão esportiva, a admiração pela performance observada e principalmente pelo estado de êxtase após um jogo bem disputado, como tem acontecido nos últimos treinos, devolvendo o que parecia ter ficado perdido no passado, a atitude e postura em quadra, concentração no jogo, seguindo a bola, atenta aos sinais e "telegramas" e agindo em conformidade, com total abstração da vida fora do jogo,como se não existisse mais nada fora da quadra, só o momento, inclusive voltar a dizer "deixa" com firmeza, quando está na bola e outro se aproxima para ir na bola também, assim como um aquecimento altamente rentável, cheio de energia com remates fortes por parte do "Príncipe do Volley", somado a forma de tratamento empregue por ele fazendo elogios ou aplaudindo as boas jogadas realizadas, contatos nas mãos ao entrar e sair de quadra ou após a realização de um ponto principalmente se foi com brilho ou sorrindo mesmo estando do outro lado da quadra, ou demonstrando que gosta que seja o seu par no aquecimento, mesmo quando já outra pessoa o tenha chamado para fazerem o aquecimento, ele chamar para que se junte a eles, ou ainda cedendo o lugar em quadra para começar a jogar, quando 2 elementos tinham que ficar de fora para irem rodando na hora de ir para o sac e em consequência inspiração para escrever de forma a colmatar as falhas, neste caso na recepção:




O fantástico dessa experiência dessa forma de amor, são as sensações despertadas que em quase tudo se assemelha as sensações despertadas na vivência do Amor Eros, apenas diferem por não despertar as reações físicas expressas na relação sexual ou pela ausência das fantasias que são inerentes as estas.
As lembranças desencadeadas demonstram uma verdade incontestável: Tudo que realizamos com amor (não necessariamente amor Eros) nos eleva, nos faz dar o melhor de nós, gera uma energia positiva, um alto astral a nossa volta, cria em nós um estado de plenitude, porque o Universo assim o  permite.


quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Gata Borralheira...Versão Esportiva


O Volley é fascinante, quando bem jogado, opera milagres, como o dissipar de algumas nuvens negras carregadas que o dia a dia coloca no horizonte, transformando a energia negativa que aprisiona o ser numa energia maravilhosa libertadora, até vira um conto de fadas, "a gata borralheira versão esportiva". Já há muito que não experimentava essa sensação e o melhor disso é que não foi planejado, embora desejado e quando tudo apontava no sentido de não voltar a experimentar, mas aconteceu, por momentos parecia que houve recuo do tempo aos "anos dourados do Volley", como que as pessoas do presente fizessem parte do passado, quer pelo gesto de algumas pessoas relembrando que num jogo é fundamental a coesão, a união, o espírito de equipe, a comunicação não verbal expressa e entendida pelos integrantes, o esforço de cada um em salvar ou corrigir alguma falha que fora cometida (um dos colegas foi chamada por outra colega para o aquecimento a dois, mas ele me chamou para juntar a eles, mas não foi possível porque uma colega ficaria sozinha, infelizmente porque o aquecimento com esse colega é ótimo, ele remata com força não suaviza, exatamente como o esquerdino dono da bola limão. No jogo esse colega combinou jogadas e trocas como outrora ocorria, e sempre nas boas jogadas ou jogadas esforçadas o toque das mãos); pelos elogios quando houve boas jogadas, inclusive fazer alusão a ser de profissional (um terceiro toque  no fundo por cima do bloqueio, surpreendendo os adversários e conseguindo fazer o ponto, o colega vibrando exclamou "profissional"); Pela atitude em quadra, fruto de ter feito "o dever de casa" imaginando as possíveis situações e os respectivos posicionamentos na recepção principalmente no contra ataque do adversário, gerando maior concentração, acompanhamento da bola fazendo com que estivesse na posição correta em todas as situações, totalmente abstraída dos problemas que momentos antes existiam, apesar do aquecimento não ter sido muito intenso como deveria ter sido, pois é importante para que haja um bom desempenho no jogo e lembranças de várias "verdades": "o jogo decorre conforme o treino" (um mau treino ou aquecimento prévio ineficaz levará a um mau desempenho no jogo); "Aonde chega os pés chegam as mãos" (ao invés de tentar pegar com os pés, embora isso seja um gesto mecânico, reflexo, há os recursos: rolamentos ou mergulho); "dá abacaxi recebe abacaxi" ( se o receptor defende uma bola má para o levantador, este só com muito esforço conseguirá levantar um bola boa para o atacante rematar); "Deixa que eu deixo não pode ocorrer" (é o que acontece quando alguém vai na bola o outro diz que é dele, mas não chega e o outro que até está mais próximo deixa de executar porque alguém disse para deixar e a bola escorre entre os dois); "ameaçou vai" (se não tem intenção ou não consegue chegar até a bola, não deve se movimentar porque o outro já não vai com a confiança necessária, por receio de chocar com colega); "a segunda é minha em qualquer lugar e eu vou com tudo" (na posição de levantador avisando a todos para não interferir e para que tenham confiança que ele, levantador está concentrado na sua posição e função); "quem está na chuva é para se molhar" (quando no "ataque e defesa" alguém amortece o remate por considerar ser mais frágil ou quando se recebe uma bolada em cheio ou com força e quando perguntam se se machucou ou pedem desculpa essa é a resposta).
Depois do banho, por coincidência  ao aproximar do vestiário masculino saiu o colega do elogio, e ficou segurando a porta esperando que passasse, ao correr para não fazê-lo esperar, o relógio caiu do pulso, só percebendo posteriormente, inicialmente de forma contrariada, mas o astral estava tão alto que logo a fantasia se manifestou, lembrando do filme "Cinderela" uma versão moderna onde ela ao sair correndo, perto da meia noite, perdeu o celular, neste caso a hora era a mesma, faltava cerca de 3 minutos para Meia Noite, tinha um "príncipe" (do Volley) esperando, teve a corrida e a perda não do sapatinho de cristal, não do telemóvel, mas do relógio, só com uma pequena diferença a Cinderela era linda...
Que sensação maravilhosa ocorre após um jogo de Volley bem disputado, com boas ou excelentes jogadas, espírito de equipe, confiança e respeito pela posições de cada um. Tão forte e poderosa que dissipa qualquer nuvem negra que paire no horizonte dando lugar a um céu claro e límpido, com estrelas cintilantes e uma lua brilhante ou com um sol radiante.
Abençoado Volley!

sábado, 17 de janeiro de 2015

Faxina mental...visão ampliada!


A poderosa energia que o mar transmite  quando  o contemplamos, nos faz entrar em sintonia com o nosso eu interior e através dele com o Universo, a partir daí surgem as respostas as nossas perguntas, dúvidas, inquietações e questionamentos, bem como ensinamentos preciosos, um desses é que uma mente ocupada com "lixo" impede o nosso raciocínio, a nossa memória, a nossa concentração e até o nosso sistema de alerta dos perigos que nos ronda a todo instante, por isso deveríamos, de tempos em tempos, fazer uma "faxina mental", limpar todo o "lixo", pequenos nada que acumulamos  no dia-a-dia e não nos apercebemos, para temos uma visão ampliada da realidade que nos cerca e ficarmos vigilantes, alertas aos perigos que nos rondam e as armadilhas ou armações que montam, preparam para nós. Após seguir esse ensinamento, 2 dias depois do mar o ter "relembrado", ou seja ter feito uma "faxina mental", se bem que ligeira, a visão da realidade ficou ampliada, o sentido de alerta ficou de prontidão, conseguindo perceber alguns dos perigos que estão a espreita e algumas das ciladas que armaram e estão armando no novo serviço, a imagem que surge na mente é estar no centro rodeado por cascavéis, tentando desviar dos botes delas:


Diante desta imagem que alternativas? 
1- Ficar encolhido imóvel, inativo paralizado pelo medo, não só serviria para ser uma presa fácil
2- Partir para o ataque, "bater de frente", não, seria uma uma batalha inglória, que só serviria para desgastar e ter que redobrar a atenção, porque os botes seriam mais subtis, o que elevaria o nível de stress e tensão para níveis mais altos do que costuma a ser no dia-a-dia podendo trazer consequências nefastas para a saúde, porque o nível de stress de ligeiro a moderado é essencial para a vida, faz com que o instinto de sobrevivência esteja alerta  e o organismo preparado para literalmente correr do perigo, enfrentá-lo ou para superar obstáculos ou ultrapassar limites, vencer batalhas, mas de moderado a grave passa a ser prejudicial para a saúde pondo em risco a própria vida. 
3- Definir metas, manter-se fiel aos princípios e critérios organizacionais pré estabelecidos para o desempenho das atribuições e funções laborais, independente das pressões, intimidações, ameaças, armadilhas ou armações que estejam por trás de todas as situações conflituosas, é sem dúvida a  melhor alternativa, mantém o nível de stress dentro do necessário para encontrar as soluções ou estratégias para resolver, superar ou superar "os botes", sem por em risco a saúde, principalmente, a mental.
Aqui entra outro "ensinamento" do mar, que poderá ajudar, mas mais difícil ainda de ser aplicado "agir ao invés de reagir", quando reagimos enfraquecemos e aumentamos o problema ou fortalecemos quem está por trás da situação, quando agimos nos fortalecemos e enfraquecemos o problema ou quem está por  detrás da situação . 
E ainda outro "ensinamento" para ajudar "falar menos e ouvir mais" quanto mais falamos, mais vulneráveis ficamos porque damos espaço para que conheçam nossas intenções e antecipam-se às nossas ações, ao contrário quando ouvimos mais conseguimos antecipar as ações ou evitar as consequências das ações dos outros em cada situação.
Um outro "ensinamento" que também pode ajudar "viver o momento no momento" , que engloba  resolver os conflitos, mal- entendidos, ou os problemas (pelo menos equacioná-los) no momento e com isso os outros ensinamentos são aplicados simultâneamente.