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Amor & Emoção x Razão


domingo, 18 de novembro de 2018

Crise da Meia-Idade...Um Balanço da Existência


(Escrito em Agôsto de 2018, Imagem criada dia 18/11/2018)
Crise da meia-idade, será que existe! Será que existe crise da adolescência? Há alguns anos atrás comentavam sobre essas duas crises: “Quem não tem crise na adolescência terá a crise da meia-idade de forma intensa” será uma afirmação verdadeira? É possível, já que ao longo da infância o ser humano atravessa várias crises, umas relativas ao salto do desenvolvimento. A crise da adolescência, se existiu passou ao lado, a crise da meia-idade virá e como será:
*Tomada de consciência da finitude da vida?
* Revisão dos valores que nortearam a vida até então? 
*Perceber que nada faz sentido na vida?
*Queda do “véu da ilusão” que impediram de ver a realidade os anos em que antecederam ao momento? 
* Momento em que a pessoa faz uma pausa para fazer um balanço da sua existência do que fez e do que ainda falta fazer para reprogramar a sua vida? Supostamente nessa altura a pessoa já terá atingido um patamar de estabilidade: familiar-constituiu família, os filhos já constituíram família, os netos surgem; financeiro/económico-social o topo de uma carreira profissional, mas e se não corresponder.
* Não alcançar do platô de estabilidade. 
*Tomar consciência de que o inevitável se aproxima: partida das suas Estrelas-Guias e da sua própria partida pela chegada do Crepúsculo da Vida? 
*Tomada de consciência de ter vivido os anos como se estivesse dormindo e só agora despertasse desse sono, estranhando a realidade encontrada, totalmente diferente do sono em que vivera até então, como se hibernasse estagnada, enquanto o mundo a sua volta evoluía e ao despertar, tomasse consciência dessa sua estagnação? 
*Tomada de consciência de que passou o tempo tentando alcançar uma meta sem pensar em mais nada apenas de superar, contornar, retirar, vencer os obstáculos que impediam o atingimento da meta, mas ao atingir a meta surge um vazio existencial?
*Tomada de consciência de ter se afastado de si mesmo ao longo da vida e não saber mais quem é, não se reconhecer, físico-intelectual e profissionalmente, na pessoa que se transformou?
Segundo as "gotas" encontrada no “Mar Internet”:Todo mundo pelo menos uma vez na vida irá passar por um momento confuso, mais conhecido como crise existencial. Particularmente considero este, dentre os fatores mais complicados e que mais contribuem para a piora de pessoas que sofrem de Depressão, Transtorno de Personalidade Boderline (TPB) e outros transtornos mentais. Simplesmente porque entramos em conflito com a nossa própria existência. Não há momento pior do que aquele em que passamos a questionar tudo à nossa volta, sem ao menos ter uma resposta sequer: Por que nasci? Por que sofro tanto? Por que não sou como os outros? Por que tenho essa doença? Onde foi que eu errei para merecer isso? Qual o sentido da vida? Qual o meu propósito aqui na terra? Será que eu faço diferença na vida das pessoas? Será que sentiriam falta de mim se eu morresse? Eu não sei viver, para que estou aqui? A vida é muito difícil, para que sofrer se podemos escolher fugir de tudo isso? Simplesmente é quase impossível encontrar algo em que realmente se encaixe nessa fase. Ficar se questionando, se cobrando demais, se comparando, pode afetar negativamente a autoestima, a forma de agir com os outros, a maneira de levar a vida e muitos outros fatores. “Tudo em excesso faz mal”, e realmente faz. Ficar sentado se questionando e pensando sem parar acaba gerando uma pressão sobre a nossa própria consciência. Os pensamentos se acumulam e uma hora explodem dentro da cabeça. No caso dos indivíduos com Depressão, o pensamento é o fator chave que pode ou não levar ao suicídio. Eles pensam tanto sobre a vida, que uma hora ficam saturados e decidem que não vale a pena. Está aí a importância de evitar manter-se isolado (para não pensar), de desabafar (para não sobrecarregar a mente com emoções negativas) e assim por diante.

Administração da crise existencial, na adolescência, mas também nas outras crises:

Necessidade de diálogo. O isolamento é prejudicial para qualquer pessoa em qualquer fase da vida. Em Provérbios 18.1 está escrito que “quem não gosta de estar na companhia dos outros só está interessado em si mesmo e rejeita todos os bons conselhos”. Isolar-se dos demais é reprimir as emoções numa tentativa fútil de se esconder da realidade sem ter para onde ir. Portanto, se abrir e conversar com alguém de confiança é sempre o melhor caminho.

Foco na solução, e não no problema. É comum as pessoas procurarem sempre achar um culpado para os seus problemas. Identificar o problema a fim de encontrar as possíveis causas é só o começo para chegar-se a resolução. É preciso ter foco na solução! Traçar um plano e verificar o que pode ser feito para resolver a situação é uma iniciativa otimista.
Confiança em Deus. Buscar encontrar no Senhor o apoio espiritual e, porque não dizer, emocional nestes momentos é fundamental. Basta olhar para a vida do rei Davi que em muitos dos salmos que escreveu, expressou com tristeza tudo o que se passava em seu coração e o Senhor lhe respondia (cf. Sl 13; 39).
A constância. E, por fim, a constância é fundamental em qualquer aspecto da vida. Não é difícil encontrar pessoas talentosas que deixam os olhos de qualquer um maravilhado pela forma como se destaca. Todavia, a inconstância faz com que todo esse potencial seja desperdiçado. Tiago afirma que aquele que duvida é como as ondas do mar que o vento leva de um lado para o outro (Tg 1.6-8).
Aprender a lidar com as crises existenciais a partir da compreensão das possíveis causas que levam adolescentes a assumir comportamentos reprováveis é um importante passo a caminho da recuperação. Deus, em seu eterno amor e sabedoria, disponibiliza mecanismos que podem auxiliar o adolescente a enfrentar qualquer crise, seja ela qual for a sua origem ou proporção. Dentre eles está a comunicação, uma ferramenta poderosa que ao ser direcionada a Deus se faz em “oração”. E aos que têm um coração quebrantado a promessa dá certeza: “Um coração quebrantado e contrito não desprezarás, ó Deus” (cf. Sl 51.17). Administrar a crise pode parecer difícil para aqueles que não estão acostumados a navegar em águas rumorosas, mas adotando as medidas adequadas e confiante no cuidado de Deus é possível obter a direção correta para chegar ao porto seguro.

Na busca das respostas surge a Antroposofia que compreende que o ser humano tem que conhecer a si para também conhecer o Universo, pois somos todos parte e participantes desse mundo. Conforme Steiner a Antroposofia é “um caminho de conhecimento que deseja levar o espiritual da entidade humana para o espiritual do universo”. Dentro desse pensamento filosófico encontra-se uma forma cíclica de ver a vida chamada “teoria dos setênios”. Tal teoria foi elaborada a partir da observação dos ritmos da natureza, da natureza no sentido da vida, na qual todos nós estamos imersos. Ela divide a vida em fases de sete anos, vale lembrar que o número sete é um número místico dotado de muito poder em quase todas as culturas conhecidas (Deus criou o mundo em sete dias. São sete dias na semana, sete planetas relacionados ao homem (Sol, Lua, Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter, Saturno) e sete metais (ouro, prata, mercúrio, cobre, ferro, estanho e chumbo). Os gregos e a tradicional medicina chinesa observavam e estudavam as alterações espirituais e biológicas no ser humano. A teoria revela as complexidades de cada etapa e como o corpo humano influencia as emoções e atitudes. teoria dos setênios ajuda a compreender a condição cíclica da vida, em que a cada ciclo soma-se os conhecimentos adquiridos no anterior e busca-se um novo desafio. Os setênios não são exatamente sete anos no tempo cronológico, mas a cada ciclo de X anos, de tempos em tempos.

* “Setênios do corpo” - Os três primeiros ciclos compreendem a fase de 0 a 21 anos- É o ciclo do amadurecimento físico, do corpo, e também da formação personalidade.
* “Setênios da alma” Os três ciclos seguintes que vão de 21 a 42 anos. É a fase em que, superadas as experiências básicas da vida, nos inserimos na sociedade fazendo as escolhas como casar ou não, trabalhar em uma área específica, conviver mais ou menos com a família. E, apenas a partir dos 42 anos, vivenciando os últimos setênios, estamos realmente prontos para imergirmos na vida com maturidade, profundidade e espiritualidade.
0 a 7 anos – O ninho. Interação entre o individual (adormecido) e o hereditário
A primeira infância é uma fase de individuação, de construção do nosso corpo, já separado do da nossa mãe, da nossa mente e da nossa personalidade. Nesse ciclo nossos órgãos físicos estão sendo formados para que sejamos indivíduos únicos. O crescimento está ligado à nossa cabeça, ao ponto mais alto, o superior, o pensar.
7 a 14 anos – Sentido de si, autoridade do outro
O segundo setênio promove um profundo despertar do sentimento próprio. A energia que emanava do polo superior, da cabeça, se dilui e se encontra no meio do corpo. Os órgãos desse setênio são o coração e os pulmões, esses se desenvolvem promovendo a interiorização e exteriorização da vivência.
14 a 21 anos – puberdade/adolescência – crise de identidade O que todo adolescente busca? … liberdade!
Eles não querem os pais, irmãos mais velhos nem professores “pegando no pé”. O que rege esse ciclo é o sentido de liberdade. No sentido corporal, as forças que se acumulavam nos órgãos centrais se espalham e chegam aos membros e no sistema metabólico.
A postura ereta é uma diferenciação dessa fase para as outras. O corpo já está formado, já aconteceram as primeiras trocas com a sociedade, o corpo já não precisa de tanto espaço para se locomover, o espaço agora adquire outro sentido, o da possibilidade de “ser”.  O espaço dessa criança é o mundo, já não pode se resumir a família nem a Escola. Ele precisa se reconhecer e ser reconhecido, aceito, achar a “sua turma” para compor um grupo no qual se identifique. A liberdade nesse ciclo atua como a vivência do “bom” no primeiro ciclo e do “belo” no segundo ciclo. Ocorre que a liberdade só se dá num ambiente de tensão entre as possibilidades, impossibilidades e desejos. Essa tensão costuma gerar rompimentos, as vezes esses rompimentos são violentos, mas são necessários e próprios desse ciclo.Essa liberdade também tem um sentido de exposição. Tudo está voltado para o externo, para fora, para o mundo. Há uma dificuldade em ouvir o outro e entender suas posições, tudo deve seguir o seu sentimento de mudança, de julgamento de certo e errado, de bom e ruim. É tanta energia interna para ser extravasada que o sujeito pode perder o controle de si mesmo e precisar de intervenção – salvo se os ciclos anteriores tiverem cumprido bem os seus papéis. As trocas nesse ciclo são importantíssimas. O diálogo, a abertura ao novo, a prática da compreensão, da solidariedade, assim como o seu reconhecimento e o pertencimento. É o momento de questionar a tudo e a todos. O caminho contrário do “habitual” pode ser exclusivamente para reforçar a tensão. As drogas podem estar nesse contexto. É importante que saibamos que é uma fase extremamente difícil, onde o adolescente precisa negar e se opor, para que, a partir da percepção do que não é, encontrar-se a si mesmo.Também é o momento do discernimento, das escolhas profissionais, do vestibular, do primeiro emprego, pois a liberdade também só faz sentido quando percebemos a vida econômica. O dinheiro então pode ganhar um sentido de poder que talvez não seja saudável. É a partir desta idade que começamos a ter um pensamento mais autônomo, ainda que, nesta época, acreditemos estar amadurecidos para efetuar julgamentos.
21 a 28 anos – O “Eu” – a independência e a crise do talento. A partir dos 21 anos nossa individualidade, nosso self, toma uma força considerável na tentativa de estabilização. O “Eu” começa realmente a se mostrar, mesmo ainda estando em formação. No entanto, para que esse “Eu” apareça e se forme, mesmo sendo algo subjetivo e interno, ele depende do mundo exterior, da sociedade. O fim do crescimento corporal instaura o início de um processo de crescimento mental e espiritual, somos então “cidadãos de dois mundos: o celeste e o terrestre”. Geralmente já não moramos mais com a família e já não estamos mais na escola. É o momento da autoeducação, do emprego, do desenvolvimento dos talentos, etc.
28 a 35 anos – fase organizacional e crises existenciais Quem nunca ouviu falar na “crise dos 30”? ela não é um mero mito, ela existe e tem explicação. O 5º setênio começa com essas crises na vida, o abalo da nossa identidade, a cobrança do sucesso que talvez ainda não tenha atingido, a certeza de não podermos tudo, de onde vem a frustração e tristeza. As sensações de angústia e vazio são muito comuns. Em algumas sociedades as pessoas nesse ciclo não encontram um lugar para si e se veem entre a juventude e a velhice ou maturidade. As pessoas passam a não se conhecerem, pois, seus gostos mudam – ou por si mesmos ou pela pressão dos outros. Sentimo-nos impotentes nesta passagem da juventude para a maturidade, de um viver mais impulsivo para um viver mais sério, responsável, voltados para a família e para o trabalho.
Nesse ciclo os sentimentos nos levam também a uma busca espiritual maior, um “caminho da alma”. Estamos suscetíveis ao cosmos, às oscilações e às vezes a harmonia custa a acontecer. Somos cobrados por estrutura, firmeza, estabilidade, uma base, um pilar, que seja material e que também sejam mental e espiritual. A Antroposofia acredita que logo após o 31 ½ ano, que corresponde à metade do 63º. ano de vida, estamos no final das atuações planetárias e zodiacais. Depois dessa idade, ficamos mais livres.
35 a 42 anos – crise de autenticidade. Esse setênio, embora tenha suas peculiaridades, está ainda ligado ao setênio anterior, ruminando os resultados das crises. Reconhecemos também uma espécie de crise nesse setênio, mas uma crise que busca uma autenticidade, gerada pelas reflexões do ciclo anterior. O desafio, então, é encontrar valores espirituais e nos reconhecermos como seres únicos. A pergunta é: como é que encontro o caminho para a essência do mundo e para a minha própria essência? Esse setênio configura a última fase do desenvolvimento da alma propriamente dita, estamos propensos a adentrar mais profundamente no nosso mundo espiritual, na parte mais sensível de nós. Buscamos a essência de tudo, no outro e em nós. Isso passa a acontecer com mais força nesse setênio pois, aqui, já há maturidade e aprendizado suficiente para esse conhecimento.A carreira, a família (ou não) os desejos, tudo já teve seu tempo. Já alcançamos as conquistas que nos eram urgentes. Há um desaceleramento do ritmo do nosso corpo e da nossa mente, o que é algo importante para alcançarmos frequências mais sutis de pensamento, onde estará nosso corpo suprassensível.
42 a 49 anos – altruísmo x querer manter a fase expansivaÉ um ciclo que tem um “ar” de recomeço, de ressurreição, de alívio, até. A crise dos trinta perde a força e parece não ter tido resultados tão graves como se pensava. É, porém, o momento de buscar, desesperadamente, por algo novo, para que a vida adquira sentido. As mudanças nesse setênio são urgentes. Mesmo que nem todos estejam preparados para elas. As questões existenciais retornam com uma certa força, mas agora elas mais dinâmicas e menos melancólicas pois o sujeito já se vê capaz de produzir essas mudanças. O lema é “como está, não da pra ficar”.O medo do envelhecimento surge. As questões internas despertadas pelos ciclos anteriores perdem um pouco de espaço para a estética e a necessidade de se fazer coisas que os jovens fazem. As rugas e a menopausa são os espinhos das mulheres nesse setênio.  A sexualidade retoma uma importância crucial. Contudo, a força que se perde com o declínio da sexualidade pode e deve ser empregada em outros nichos.Esse setênio traz o contraditório: queremos mudanças, estamos em busca do novo, mas o envelhecimento que é uma mudança natural nos assusta, incomoda, gera ansiedade, muda nosso comportamento com relação a nós mesmos e ao mundo. Assim, sucumbimos à força do “sósia”, ou seja, da sombra, daquilo que está diretamente ligado aos aspectos pessoais não resolvidos, não integrados.
49 a 56 anos – ouvir o mundo Podemos reconhecer essa fase como sendo do “pai e da mãe universal”. É a fase de desenvolvimento do espírito. É um setênio tranquilo e positivo. As forças energéticas voltam a estar concentradas na região central do corpo, mas estão voltadas ao sentimento da ética, da moral, do bem-estar, questões universais, humanísticas. É um momento em que estamos mais conscientes do mundo e de nós mesmos. É um bom momento para reconhecer os méritos da nossa história, aceitando-a sem julgamentos. Esse ciclo desperta em nós o existencialismo para observarmos mais de perto o valor simbólico das coisas. Deixamos o pessoal, particular em busca do universal, do humanístico, do existencial. Em termos físicos, esta fase espelha fisiologicamente o setênio 7 a 14 anos, o elemento do ritmo tem de ser priorizado, especialmente na condução de uma rotina. A vida nos ensina nesta época uma nova audição, temos a possibilidade de ouvir a voz do coração para esta renovação ético / moral que agora é propícia.
56 a 63 anos – (e adiante) abnegação/sabedoria. A Antroposofia acredita que o 56º ano de vida traz uma brusca mudança. Ela está na forma como a pessoas se relaciona consigo e com o mundo. Como os ciclos se correspondem, esse se liga ao primeiro setênio, aquele que vai do nascimento até os sete anos de vida. A audição, a visão, o paladar das pessoas dessa fase se igualam e o mundo fica estranho. Contudo, essa fase, por exemplo, evidencia uma volta para dentro de si. O interno passa a fazer muito mais sentido que o externo. É importante interiorizar, desenvolver os sentidos espirituais. A comunicação com o mundo externo passa a ter ruídos, principalmente pelas mudanças que a sociedade sofreu nesse período inteiro. A reclusão passa a ser algo natural, boa para a auto reflexão e a busca pela essência. A sabedoria pelo conhecimento acumulado e a intuição que passa a ser mais clara, tornam-se elementos fundamentais dessas pessoas. Elas são o contraponto do sentimento de fracasso e insucesso que, porventura, possa aparecer, vindo dos questionamentos daquilo que se alcançou ou deixou de alcançar.Certos cuidados se fazem muito importante, como a estimulação da memória, mudanças de hábitos, recursos criativos. Isso porque a aposentadoria pode ser algo limitador, especialmente para aqueles que durante toda a vida atribuíram muita importância ao status profissional e agora temem não ter outra forma de auto realização. Atividades muito bem-vindas nesse setênio são as acadêmicas – lecionando ou fazendo novos cursos – escrever textos ou um livro, o laser em grupos de pessoas na mesma fase da vida, viagens e outras formas que relacionem prazer e aprendizado. A aproximação da família ou a construção de novas famílias também ajudam a dar novo sentido à vida.
Hoje talvez essa divisão seja um pouco diferente e, com certeza, faz sentido pensar em mais um ou dois ciclos de sete anos, visto que estamos vivendo cada dia mais, outra divisão cíclica, os Nonênios, que representam três setênios. Nos nonênios, ocorrem as mudanças mais significativas do indivíduo. Estes são considerados mais eficazes para o conhecimento e entendimento das fases do ser humano.
0 a 9 anos: Período do crescimento Estruturação do corpo físico. Fase de adaptação da estrutura física – entendimento que este é o mecanismo para concretização do seu destino.
18 aos 27 anos: Período de luta O trabalho, a vida afetiva e os amigos levam o indivíduo a explorar o mundo externo e interno.
27 aos 36 anos: Busca pela estabilidade Aspectos físicos, psicológicos e espirituais possuem forte ligação com a escolha da profissão, vida afetiva e social. Neste nonênio, a pessoa planeja sua vida e trabalha bem mais que nas demais fases.
36 aos 45 anos: Período de rupturas Fase onde tudo é para ontem. As máscaras precisam dar lugar a busca pelo autoconhecimento.
45 aos 54 anos: Metamorfoses As rupturas do período anterior dão espaço para a reestruturação da jornada pessoal. A ternura é um sentimento que ganha muita força.
54 aos 63 anos: Aprendendo a sabedoria Neste nonênio, a pessoa aprende a celebrar cada momento, a comemorar as várias superações e a evolução pessoal.
63 aos 72 anos: Exercício de liberdade Viver sem as cobranças do cotidiano e das pessoas. Período para fazer algo novo e com liberdade.
72 a 81 anos: Experiência diária com o assombro Compreensão que as explicações reduzem a realidade. O sentimento de percepção é maior que tudo. O ser humano tem espanto e assombro pela vida.
81 a 90 anos: Experiência da inocência Nesta fase, o indivíduo está vacinado para a esperteza e maldades da vida. Entretanto, consegue manter acima de tudo isso e cultivar o amor.
Os setênios e os nonênios são nascimentos. Os primeiros trazem relação com o funcionamento do corpo humano e questões psicológicas. O segundo ciclo diz mais respeito ao posicionamento do “Eu” em relação a si próprio e suas experiências sociais. Ambos têm em comum as complexidades sobre o ser humano até a velhice, período comumente esquecido. A idade é um fator inevitável na vida. O tempo faz parte da existência. Ninguém sabe quanto tempo vai viver, no entanto, cria-se uma expectativa baseada na média da esperança de vida. Desta maneira, em muitos países desenvolvidos, esta crise da meia-idade acontece em torno dos 40 anos. Um período na qual o protagonista tem um passado marcado por expectativas e um futuro que observa com um realismo maior. Diante desta perspectiva, a pessoa se sente confusa por estar parada em determinado ponto de sua vida, seja no plano pessoal ou profissional. O que ela deseja é uma mudança, quer uma melhoria de sua situação. E por falar em "sete":
Sete sintomas da crise da meia-idade
1. Expectativas não cumpridas. A pessoa sente tristeza diante do peso dos objetivos perdidos na juventude, que ficaram na memória e que nunca se materializaram na realidade.
2. Vertigem com o passar do tempo. A pessoa se sente jovem, no entanto, está consciente que não tem mais 20 anos de idade. Vive perguntando como os anos passaram tão rápido.
3. Sentimentos contraditórios. Por exemplo, o protagonista deseja uma mudança pessoal, mas ao mesmo tempo se sente apegado ao conhecido e isso gera insegurança. Entretanto, a insatisfação é frequente em seu estado de espírito.
4. Mudanças físicas e psicológicas. A pessoa se vê diante do espelho com um novo olhar.
5. Perguntas sobre o passado. A pessoa ativa sua memória do passado e faz hipóteses do que aconteceria se tivesse tomado decisões diferentes. Por exemplo, ela se pergunta sobre o que teria acontecido em sua vida se tivesse continuado com certo amor da juventude. Algo que nos faz lembrar o filme "La La Land: Cantando Estações".
6. Desorientação. A pessoa pode experimentar uma luta constante entre a mente e o coração. Este debate interno surge na tomada de decisões presentes.
7. Medo da perda da juventude. Vivemos em uma sociedade na qual a juventude é o máximo da felicidade. A crise da meia-idade é definida também por este ímpeto de fechar absolutamente a porta da juventude no sentido estrito.
Se algum dia passar por uma situação deste tipo, assuma naturalmente essas ideias que passam por sua mente. Observe o lado positivo desse momento pessoal que o ajuda a ter um nível mais elevado de introspecção. Você está em um momento de busca pessoal e a crise o leva a um nível de auto conhecimento necessário para analisar sua situação atual e identificar onde gostaria de estar realmente. Pare e desenvolva um plano de ação para conseguir sua melhor versão.
https://conceitos.com/crise-meia-idade/
https://www.jrmcoaching.com.br/blog/a-teoria-dos-setenios-os-ciclos-da-vida
https://www.eusemfronteiras.com.br/setenios-e-nonenios-fases-da-vida/                                                                        

domingo, 10 de junho de 2018

Inspiração...Sussurro de Deus!



O título acabado de criar, ao contrário do habitual, foi o primeiro, no momento em que pela primeira diante da página em branco as palavras não surgiram, pelo contrário parecia que o cérebro havia parado, simplesmente um vazio, um silêncio ensurdecedor, a partir daí parece que tudo se modificou, tipo brincadeira de estátua, um movimento  e de repente, fica-se estático e depois volta ao movimento, neste caso, porém houve mudança de rumo, pela manhã surgiu alguns temas para reflexão: O consumo  dos recursos da natureza e os desperdícios como se fossem inesgotáveis; Passar pela vida de forma alienada da realidade, dentro de um mundo paralelo, sendo parte integrante, mas sem pertencer; Porém o título, mudou o curso dos pensamentos, para aprofundar sobre a inspiração ser um sussurro de Deus, entretanto é com perplexidade, surpresa, descobrir que essa ideia, uma criação própria, concebida há alguns anos atrás, inclusive já referida em outros post elaborados no passado, está descrito  no dicionário, embora  com outras palavras:
"1. Movimento pelo qual se leva o ar aos pulmões.EXPIRAÇÃO
2. Ideia ou pensamento que surge de repente; estro.
3. Insinuação, conselho.
4. Coisa inspirada.
5. [Teologia]  Infusão da vontade divina na consciência humana.
6. [Música]  Pausa de um quarto de compasso.

verbo transitivo
1. Atrair (o ar) aos pulmões.EXPIRAR
2. [Figurado]  Causar inspiração a; sugerir.
3. [Teologia]  Iluminar o espírito

"inspiração", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://www.priberam.pt/dlpo/inspira%C3%A7%C3%A3o [consultado em 09-06-2018].
A perplexidade não parou no conceito no dia seguinte à criação do título, um dos cânticos da missa foi "...nunca estamos só é Deus que está connosco…" seguida do Evangelho com a passagem que fala de Adão e Eva terem comido do fruto proibido, sempre que alguém não assume a sua culpa ou culpa outros quando a culpa é do próprio, mais uma criação:"...desde o tempo de Adão e Eva que sempre a culpa é do outro, Adão culpou a Eva, Eva culpou a serpente, a serpente foi obrigada a assumir porque não tinha a quem culpar, a perplexidade surge quando na Homilia o padre expressa exatamente a mesma frase e  fala sobre  a ação do homem ser pela verdade e que muitas vezes  é preciso ter coragem para agir pela verdade, em algumas situações requer sacrifício e a pessoa manter-se firme. O cântico, o Evangelho e a Homília parecia que era uma mensagem dirigida para fortalecer, na semana passada mesmo, no trabalho, por causa de fazer prevalecer a verdade, surgiram conflitos desgastantes e desmotivantes, aliás, nos últimos tempos, essas situações passaram a ser frequentes, chegando mesmo a ter períodos em que chegaram a ser todos os dias, a sensação de estar só, já que recebia críticas e julgamento desfavoráveis não tendo ninguém a favor, por vezes chegando a duvidar que estivesse com a verdade, este era mais um destes momentos, mas Deus "sussurrou! no ouvido do coro  e eles tiveram a inspiração de entoar o cântico que entoaram, primeira parte da mensagem "não estás só" depois "sussurrou" no ouvido do padre, que falou sobre a verdade, o desfecho da mensagem "continua no caminho da verdade eu estou contigo como sempre estive", olhando para o passado, realmente é notória essa verdade "Nunca estive só Deus esteve sempre comigo, sussurrando no meu ouvido o que dizer  ou fazer, que rumo seguir para que a verdade sempre prevalecesse, mesmo só contra uma multidão (como outrora aconteceu).
Ontem a criação do título, hoje a experiência que o reforça! Ontem sem direção, mas com sugestão de um rumo,  hoje um rumo diferente, pelo "sussurro de Deus". Louvado Seja! 

sábado, 7 de abril de 2018

Volley...Mais do que um Esporte.. É Paixão e Vício Saudável!




Volley é mais do que um simples esporte, quando bem jogado, isto é bem disputado, é uma fonte renovável de prazer sustentado e sensação de bem-estar, efeito ocasionado pela libertação de neurotransmissores, as endorfinas, efeitos esses que podem conduzir ao vício, só que saudável, não causa “ressaca” ou sofrimento psicológico como as drogas ilícitas ou lícitas, embora possa causar sofrimento físico (lesões). A bola de Volley encontrada retrata bem essa enorme paixão. Durante muito tempo essa paixão esteve latente, “morna”, porém, nos 2 últimos treinos, em especial o último,  essa paixão aflorou com a intensidade de outrora, pelos gestos reproduzidos: “ataque e defesa” prévio ao jogo com emoção e descontração, ambos os jogadores tentando tudo para que a bola não caísse no chão, inclusive a frase em resposta ao  “desculpa” quando saiu uma jogada menos boa “desculpa, não, corre atrás” por conseguir corrigir a jogada e a bola não cair no chão obrigando que o parceiro “corresse atrás do prejuízo” esforçando-se por não perder a jogada; na hora da formação da equipe, a cada elemento que era selecionado era recebido com entusiasmo pelos toques nas mãos, uma delas um encaixe perfeito reproduzindo uma sonoridade harmônica, batida forte, mas sem magoar; Equipe internacional (2 brasileiros, 3 portugueses, 1 japonês, 1 chinês e um coreano do sul x equipe nacional (21 x 25; 25 x 23; 25 X 19);  a contagem alta dos pontos; Alto astral no ambiente com comemoração dos pontos, aplausos das belas jogadas e o empenho, esforço, garra em ir em todas as bolas tentando que a bola não caísse mesmo quando o passe ou a recepção não saíra como o esperado ou desejado; O emprego da frase “no meu tempo dava direito  a 50” (flexões) quando um companheiro de equipe falhou o Sac. Encontrar essa Bola gigante dois dias depois do aflorar da intensidade da paixão de outrora, é uma coincidência engraçada, passa a ser o símbolo do último renascimento da Fênix no Volley e recarga energética, quando  se aproxima o culminar da cinza profissional e quando se aproxima a operação de resolução da Estrela -Guia.

domingo, 28 de janeiro de 2018

Adeus ao companheiro Sunny




Uma despedida é sempre penosa,  é uma parte de nós que se vai, independentemente de ser um amigo  ou, neste caso, ser um carro.
Se alguém lesse  o que foi escrito no parágrafo anterior iria dar gargalhadas e dizer "quem escreveu isso não deve bater bem da cabeça, onde já se viu despedir-se de um carro que provavelmente terá sido substituído por um carro mais novo", se alguém disser isso não está errado, mas também não está certo, um carro é uma máquina e neste ponto a pessoa estaria certo, porém quando se estuda e/ou trabalha distante de casa e utilizamos um carro para nos deslocar, acabamos por criar uma ligação com o carro, por vezes, sem nos apercebermos, verbalizamos nossos pensamentos, planos, frustrações, raiva e outras emoções, como se estivesse alguém connosco nos ouvindo e quando se repete por muitos anos e as viagens são seguras, mesmo quando por frações de segundos adormecemos ao volante, como acontece a quem faz turno noturno e pega a estrada, os primeiros raios de sol conduzem a uma sensação de leveza, acabamos por "sair de órbita" sem sentir e por breves instantes adormecemos e somos despertados pelo carro antes de cometer algum acidente, por exemplo despertar antes do carro bater no separador da estrada, é claro que não foi o carro e sim Deus que impediu que houvesse o acidente, mas o instrumento utilizado foi o carro.
A ligação com o carro torna-se mais forte, quanto mais situações existirem envolvendo esse binômio motorista-carro, ao ponto de haver uma comunicação não verbal  entre ambos, o estabelecimento de uma espécie de código, por exemplo, é necessário calibrar os pneus, mas naquele momento não é possível, há uma promessa muda de o fazer em outra altura e o carro "entende" e "espera" "manifestando-se" de alguma forma quando chega a altura combinada e logo surge o pensamento "tem razão eu fiquei de verificar os pneus"
São tantas lembranças, tantos momentos , tantas emoções tendo como testemunha o carro, inclusive momentos em que ambos, carro e motorista, foram alvo de violência,  aquele sofreu vandalismo,  este, dias depois sofreu danos morais, psicológicos e profissionais, na mesma localidade, que é impossível que a separação desse binômio motorista - carro não seja penosa. Mas, teve que ser, devido a idade, já ultrapassara um quarto de século, já não podia circular em determinadas localidades e além disso já começava a apresentar algumas deficiências que poderia causar algum acidente e antes que isso acontecesse foi entregue para "abate" e substituído pelo "neto", um carro cheio de "frescura", digo, de botões , com tecnologia avançada, possibilita ver o nome das ruas por onde vai passando, as luzes acendem automaticamente quando entra num túnel ou na garagem, entre outras tecnologias, entretanto,  com tudo isso, se deficiências que o outro apresentava pudessem ser resolvidas, a preferência recairia no"velhinho", no momento nenhum carro se compara, pois ele era um carro elegante, harmonioso, com ampla visibilidade, entra em qualquer vaga, não precisa de sensores, seguro nas curvas, força no arranque e na subida, uma mala grande, oferecia conforto aos passageiros, etc... sem contar que nenhum carro que vier será um autêntico companheiro como o "velhinho" foi...
Adeus e obrigada Sunny, companheiro de parte da vida, ficará para sempre guardado no coração e na memória, principalmente porque fez parte da concretização de um sonho, assim como sofreu junto quando esse sonho transformou-se em pesadelo.

domingo, 14 de janeiro de 2018

13º/14º Dia do Novo Ano o fogo volta a causar tragédia em Tondela



O concelho de Tondela no Ano Novo volta a sofrer uma tragédia consequente ao fogo, desta vez não  teve início nas matas ou florestas, mas numa associação onde as pessoas participavam de um Torneio de Sueca, porém, infelizmente com elevado número de vítimas,dois quais 8 foram vítimas mortais, e várias distribuídos por vários hospitais dado a gravidade das mesmas. Deve ter sido momentos de grande sofrimento, esse pensamento origina uma angústia e um sofrimento atroz ,  talvez não chegue a 10% do que as pessoas que lá estiveram viveram.
Essa tragédia reforça aquilo que todos dizem mas que na prática não se consegue evitar: "é nos momentos críticos que devemos manter a calma, não entrar em pânico e procurar uma saída", principalmente quando envolve muitas pessoas confinadas num lugar, o pânico coletivo se instala mais depressa do que até, neste caso, ao próprio fogo. Talvez se alguém, que visse o início do incêndio desse o alerta, conseguisse manter a calma e procurasse abrir a porta, o número de vítimas seria menor. entretanto, essa atitude é muito difícil de acontecer, principalmente tendo na memória o passado recente das tragédias dos incêndios que marcaram o ano de 2017
Recordo que no último dia da Expo 98, estando na estação de Metro e observando do alto, da bilheteira, a multidão que estava na plataforma a espera para  também se dirigir à Expo, desistimos de ir porque houve o pensamento " tanta gente amontoada neste recinto basta alguém  soltar um grito, por exemplo alguém que tem medo de ratos, avista um e  até involuntariamente pelo susto do inesperado solta um grito, é o  suficiente para levar ao pânico coletivo e todos começarem a gritar e correr desesperados, uns empurrando os outros, alguns tropeçam são pisados, todos querendo deixar o recinto para salvar a própria vida, mesmo que exista alguém que não entre em pânico, estando no meio acaba, por vezes sendo "atropelado" e "massacrado" pela reação  de pânico da multidão" não valia arriscar, principalmente por já ter ido nos primeiros dias. Esta foi apenas uma situação hipotética, mas explica como o pânico amplifica as consequências trágicas de um incidente/acidente.
Deus conduza para a Luz Perpétua as almas dos que partiram na  tragédia de Tondela, dê força  e ajude  as famílias a superarem esse momento trágico, de sofrimento e dor pela perda de seus entes queridos que partiram.

quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

Final de Ano Tempo de Balanço e Dar as Boas-Vindas ao Ano Novo


O ano de 2017 está chegando ao fim levando com ele tudo que aconteceu de bom ou de ruim, deixando no ar a esperança de que o Novo Ano seja próspero, repleto de Paz, Luz, Amor ,  Saúde, para todos e que haja o "pão nosso de cada dia" para todos.
Os momentos que antecedem ao fim de algo originam retrospectivas onde contabilizamos os bons e maus momentos, tomamos consciência:
Dos nossos erros, mas sem esquecer dos acertos; 
Dos nossos fracassos, sem esquecer dos êxitos alcançados; 
Dos pesadelos vividos, sem esquecer dos sonhos realizados; 
Da Energia Vital afetada permitindo que a doença se instalasse, sem esquecer a Saúde que nos acompanhou; 
Dos gastos e desperdícios que tivemos, sem esquecer das receitas, riqueza e abundância que obtivemos com o suor do nosso trabalho; 
Das nossas lágrimas que escorreram pela nossa face,sem esquecer dos sorrisos que iluminaram o nosso rosto;
Dos dias de stress que padecemos, sem esquecer dos momentos de relaxamento que conseguimos ter;
Das tristezas que passamos, sem esquecer das alegrias que tivemos;
Das injustiças que sofremos, sem esquecer da justiça que obtivemos;
Das lutas que travamos, sem esquecer  da concórdia que estabelecemos;
Das preocupações que nos assolaram, sem esquecer dos alívios que sentimos;
O saldo resultante do balanço realizado apesar dos pesares (stress, preocupações, fracassos, pesadelos, Energia Vital baixa em desarmonia, das muitas lágrimas que rolaram, das tristezas,  falta de esperança, de nada fazer sentido, etc..) o saldo foi positivo, com a Graça de Deus: A "estrela" da minha vida esteve presente (que Deus a conserve por muito tempo, que o seu "Crepúsculo da Vida" demore a chegar); A saúde prevaleceu sobre a doença; O emprego manteve-se; Houve o "pão nosso de cada dia", o abrigo de um teto, uma cama para descansar, agasalho para proteger do frio;  O Voley continuou; O amor e a amizade conservaram-se; houve progresso na reposição da verdade e punição daqueles que praticaram injúrias, ofensas e danos morais; Inclusive houve  avanço na aquisição de novas tecnologias de comunicação; Houve harmonia no encontro da família no Natal  (realização de amigo oculto com a participação de todos, cada um  fez uma lista do que gostaria de receber dentro de uma faixa estipulada, a todos foi entregue um conjunto: uma pedra  com a "Constelação Familiar" cada elemento pintado com a respectiva cor do signo e posição na "órbita da Constelação Familiar"+um "Caçador de Sonhos" com a cor do signo correspondente + um lápis/semente; possibilidade de cada elemento obter respostas às suas indagações  através do Pêndulo ou do I Ching colocados ao lado  Presépio em baixo da Árvore de Natal, bem como agradecer ou fazer pedidos ao Menino Jesus, colocando por cada agradecimento ou pedido um enfeite na pequena Árvore de Natal em cristal junto ao Presépio, tentando que o verdadeiro espírito do Natal prevalecesse e que o homenageado desse dia não fosse esquecido).


Cabe recordar  o poema: 
"Fazer como a Águia"
Quando as tempestades da vida
Surgem escuras à minha frente,
Me recordo de maravilhosas palavras
Que uma vez eu li.
E digo a mim mesmo:
Quando pairarem nuvens ameaçadoras,
Não dobre suas asas
E não fuja para o abrigo.

Mas, faça como a águia,
Abra largamente as suas asas
E decole para bem alto,
Acima dos problemas que a vida traz.

Pois a águia sabe
Que quanto mais alto voar,
Mais tranqüilos e mais brilhantes
Tornam-se os céus.

E não há nada na vida
Que Deus nos peça para carregar
Que nós não possamos levar planando
Com as asas da oração.

E ao olhar para trás
Verá que a tempestade passou,
Você encontrará novas forças
E ganhará coragem também.

É  tempo de dizer adeus  ao Ano Velho, saudar e dar as boas-vindas ao Ano Novo e desejar:
Feliz e próspero Ano Novo



sábado, 25 de novembro de 2017

2017 Um Ano de Vibração 1...






O regente universal de 2017, segundo a Numerologia, é 1. "Um ano de vibração 1 é sempre o ano que marca a abertura ou o início de um ciclo. Em termos individuais, estaremos sob a influência dos trânsitos numerológicos que implicam, entre outros Números: o Número da Vibração Universal do Ano, o Número do nosso Ano Pessoal e o Número do nosso Ciclo de Aniversário". Por Falar em Ciclo de Aniversário, este ano é o ponto de equilíbrio de duas vidas distintas passadas nesta passagem pela Terra. Até 2017 "primeira" vida superava a "segunda" vida em termos de anos, onde, os anos igualaram-se, inevitavelmente surge a "balança do tempo", estando de frente para a balança, o prato esquerdo (coração/emoção) corresponde à "primeira"  vida: A construção de um sonho e o prato direito (cérebro/razão)  corresponde à "segunda " vida: A transformação do sonho em pesadelo.
Segundo a Numerologia "todos responderemos ao chamado, mais ou menos subtil deste poderoso Número 1, que rege os novos começos, os novos inícios, mas também os recomeços e a possibilidade de começar do zero". O final deste ano aponta que será isso que acontecerá no próximo ano, a "terceira" vida: A incerteza. Por um lado a descoberta ou conclusão: 
Nada faz sentido nesta vida!
Por outro lado, a "balança do tempo" mostra um encadeamento de eventos,  que permite concluir que:
Tudo  tem uma razão de existir ou de acontecer na Vida!
Contudo, esta segunda ilação torna-se polêmica, à luz dos atos terroristas que assolaram o mundo, em especial o ataque terrorista ocorrido nos últimos dias no Egito...pausa, para fazer uma oração pelas vítimas desse massacre... continuando... onde não se consegue vislumbrar nenhuma razão para a sua existência, muito pelo contrário, lança uma questão:
Que religião é essa que mata e destrói tudo e todos indistintamente ? 
O que faz com que  a primeira ilação tenha cada vez mais sentido, embora essa expressão seja um paradoxo.

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