Seja Bem Vindo!


Sua visita me deixou muito feliz...

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Amor & Emoção x Razão


sábado, 31 de dezembro de 2011

Ano Novo a Esperança chegou...mas fugiu temporariamente!

Ano novo a Esperança chegou... mas já se mostrou fujona, mais uma fuga a sua 3ª, desta vez "furando a cerca", que fora reforçada aquando da 1ª fuga, só que desta vez as portas e janelas estavam abertas, mas ela não procurava a liberdade total, talvez a companhia do canário ou quem sabe tentar atacá-lo uma vez que seu tamanho é superior ao dele, porque foi encontrada em ima da gaiola do mesmo, porém depois retornou para a sua "cela", para novamente entrar no comedouro e espalhar toda a comida, um sinal de protesto? demonstrando seu descontentamento e rebeldia?
Será mesmo que os animais (neste caso passarinhos) tem atitudes e comportamentos semelhantes aos humanos? ou somos nós, humanos, que lhe atribuímos as nossas caracterísiticas, comparando seu comportamento, vendo as semelhanças existentes, traçando um paralelismo com o nosso comportamento ou atitudes?

Nos relatos de reportagens como "National Geographic" BBC Vida Selvagem, o pesquisador de certas espécies quando narra suas pesquisas, observações, enfim o estudo objeto do seu trabalho, o faz como se estivesse falando de um grupo de seres humanos, do seus comportamentos, suas atitudes, acabamos por esquecer que a narrativa é de um animal selvagem ou doméstico, supostamente irracional.

Engraçado, essa interrogação a cerca de ser real ou ser atribuído atitudes e comportamento dos seres humanos aos animais, supostamente irracionais, faz lembrar uma afirmação que ouvi em criança: "os animais não riem, os únicos animais que o fazem são as hienas", mas curiosamente tinha uma cadela que ao ver a minha mãe, abanou o rabo e inclinou o pescoço para o lado e literalmente sorriu, isso na altura em que a minha mãe regressou de uma intervenção cirúrgica e portanto estivera ausente alguns dias, portanto manifestando 2 reações emocionais comum aos seres humanos: alegria por rever alguém de quem gostava e ao mesmo tempo a expressão da saudade que sentiu pela ausência desse alguém, que era quem lhe colocava a comida. Dessa recordação outras cenas se surgem:a de uma outra cadela que tinha uma animosidade com a cadelinha que veio posteriormente, já que esta não só comia-lhe a comida como corria atrás e mordia-lhe o rabo, arrancando novelos de pelo, pelos vistos na brincadeira e atrevimento da "juventude", mas quando a cadelinha estava muito doente, a cadela aproximou-se "pata ante pata", cabisbaixa, silenciosa, olhou para a cadelinha e cheirou-a, voltando em seguida "pata ante pata" como que prestando solidaridade sem querer incomodar e soubesse que o fim daquela criaturinha se aproximava;

Outra cena, esta mostrando gratidão, foi quando , também envolvendo um cachorrinho que fora abandonado e uma funcionária na universidade encontrara e o trouxera naquele momento, sem que ninguém soubesse, como ele estava com uma expressão tão triste, Aproximei-me e colocando as mãos próximas dele, mas sem tocá-lo, apliquei-lhe Reiki, logo após, o cachorrinho lambeu-me as mãos, como se estivesse agradecendo e realmente a sua expressão já não denotava tristeza e sim vivacidade;

Mais uma cena a envolver um cãozinho, desta vez um filhotinho que as minhas afilhadas compraram em substituição ao cão companheiro de muitos anos, que morrera atropelado, porém ele era hiperativo, parecia que a "pilha" não acabava, talvez por isso fosse mais arisco, menos dócil, brincando com ele, ele arranhou-me com o dente, porém quando lhe mostrei o ferimento e lhe disse "está vendo o que fizeste?" ele imediatamente lambeu o local, como se estivesse pedindo desculpas. Passado algum tempo depois, tornei a mostrar-lhe e dizer a mesma frase, ele novamente teve a mesma atitude.

Essas foram as cenas que vi e senti, porém existem muitas outras que são reveladas através de imagens postas na Internet, uma delas inclusive já colocada neste "cantinho" de uma cadela "beijando" (lambendo) um bombeiro, quando este estava cansado, após ter controlado o incêndio e justamente ter salvo essa cadela, como se lhe tivesse demonstrando a gratidão por ele a ter salvo e como se o estivesse recompensando pelo trabalho exaustivo que o deixara cansado.

Contudo a interrogação permanece, os animais, classificados como irracionais, tem comportamentos e atitudes semelhantes aos seres, dito racionais, ou são os seres humanos que fazem uma transferência ou projeção para o animal, atribuindo os sentimentos, emoções, atitudes e comportamentos que são próprios ou inerentes ao ser humano?

31 de Dezembro, final do ano é tempo...

Final do ano é tempo....

...De fazer um "balanço" do ano que passou, uma retrospectiva dos acontecimentos que marcaram a nossa vida durante este ano que se finda.

...Para refletimos sobre as nossas metas, nossos planos, nossos sonhos, que conseguimos alcançar e o que não conseguimos alcançar.

... De rever as lutas que travamos, os obstáculos que tivemos que enfrentar, contornar e vencer.

...para refazer os planos, corrigir as falhas que impediram que os planos anteriores se concretizassem, que impediram o atingimento das metas traçadas ou a realização de um sonho.

...para promessas que pretendemos cumprir no ano novo vindouro.

...Para agradecermos tudo que conseguimos ao longo desse ano: saúde, trabalho, amor, sucesso, emoções fortes, (sentidas experimentadas ou criadas), carinho que recebemos, ajuda que tivemos dos amigos, quando pedimos e mesmo sem que pedíssemos, projetos desenvolvidos, metas alcançadas, sonhos realizados, mensagens que recebemos, algumas nos momentos em que mais precisamos de alento, o bálsamo e brisas refrescantes que recebemos ao atravessarmos os desertos áridos da vida; Os estímulos e incentivos que nos impulsionaram no nosso caminhar, a energia que nos fez recuperar das quedas sofridas ao longo do caminho e seguir em frente. As experiências que vivemos e as lições que delas aprendemos, principalmente aquelas em que nos foram desfavoráveis.

Adeus Ano Velho! Obrigada por todas as emoções que trouxe, mesmo que nem todas despertassem sorrisos, mas sim lágrimas. Seja bem vindo 2012!

Obrigada meu Deus porque permitiu que eu vivesse mais uma ano na companhia (próxima ou distante) daqueles que amo, por tudo que vivi e experimentei este ano, pela bênção de ter tido saúde e um emprego que além de me fornecer condições de atender minhas necessidades básicas, também me deu condições de ser útil na sociedade e poder ajudar aos outros, por fim, obrigada pelo privilégio de viver o amor em todas as suas vertentes (Amor Eros, Amor Amizade), e sentir a sua plenitude (incondicional) expresso ou demonstrado no seu amor por mim que esteve sempre comigo em todos os momentos, mesmo naqueles que em que eu não percebi e achei que tinha se afastado, nos momentos de revolta diante das contrariedades surgidas.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

"Ferver em pouca água"...uma expressão popular sob medida

A Língua Portuguesa é rica em expressões populares, algumas delas parecem ser sob medida, como é o caso de "ferver em pouca água" e "pavio curto".

O que significa "ferver em pouca água", literalmente, ou melhor, popularmente falando significa irritar-se facilmente ou por motivos insignificantes.

Encontrei este artigo no site

http://www.stum.com.br/conteudo/conteudo.asp?id=02254 que vou comentando à luz de ser eu mesma "pavio curto":

O pavio curto é aquele que facilmente "explode" é o famoso "tolerância zero". A pessoa que age como um pavio curto na vida, é na verdade comparável a uma criança mimada grande, que nega-se a aceitar seus próprios limites e os limites dos outros faltando com o respeito a si e aos demais.

Este trecho pode fornecer bases teóricas para o "pavio curto", porém na percepção de mim mesmo como "pavio curto" estas não se aplicam porque a minha "tolerância zero" se manifesta perante uma injustiça, quer de alguém para com terceiros, incluindo maus tratos aos mais indefesos, nomeadamente contra os animais dito irracionais, quer de alguém para mim ou perante algo que não está correto ou ainda quando a razão está do meu lado e alguém a tira. Aqui reside a diferença: uma criança mimada está agindo unicamente em função do seu egoísmo e egocentrismo e não em função do que é certo e errado ou das injustiças, justamente duas condições que estão no agir da criança mimada, isto é não tem razão e elas próprias estão cometendo injustiças, o que não é o que acontece comigo.

Enquanto bebês, precisamos da sensação de onipotência oferecida por nossa mãe ou cuidadores. Essa sensação é resultante de termos o que precisamos, no momento que precisamos. O bebê tem fome e recebe o alimento , tem frio e é acolhido, tudo isso num ritmo que o faz pensar que tudo faz parte dele, tanto a fome como o alimento. Essa sensação primária de onipotência é extremamente importante e ajuda o bebê em seu desenvolvimento e na formação de sua identidade emocional.

Este trecho correlaciona onipotência da criança como se o "pavio curto" resultasse da crença continuada dessa onipotencência na vida adulta. É fato que a criança percebe-se como sendo onipotente, isso torna-se mais pronunciado nas crianças mimadas porque os pais reforçam essa onipotência, principalmente em se tratando de filhos únicos, que ao menor desejo da criança fazem tudo para satisfazê-los, mesmo não tendo condição para o fazer, ou quando os pais passam muito tempo longe dos filhos e deixam-lhes fazer tudo ou dão-lhe tudo para compensar essa ausência e "aliviar a culpa". Porém por ser verdade isso não implica que seja a base teórica para o "pavio curto", pelo menos no meu caso isso não explica: tenho mais irmãos, meus pais lutaram com dificuldade, tínhamos uma mesa farta, mas não havia condições para "caprichos", quando podiam davam, quando não podiam não davam, nós sempre tivemos essa noção do sacrifício e fomos crescendo e vivendo dentro dos limites impostos quer em termos dos haveres, quer em termos dos príncipios ético morais que nossos pais nos transmitiram com a educação e formação que nos deram que foram norteadores no nosso desenvolvimento.

O "pavio curto" é na verdade alguém que tem dificuldade em aceitar seus limites e frustrações, não consegue lidar com eles, portanto grita primeiro numa desesperada tentativa de evitar a frustração. A nossa capacidade de tolerar frustração é a base da maturidade emocional principalmente porque nos dá a habilidade necessária para distinguir fantasia de realidade.

Pode ser mais uma base teórica para compreensão do "pavio curto", a frustração e a tentativa de evitá-la, concordo que a capacidade de lidar com as frustrações seja a base da maturidade emocional, mas não penso que no "pavio curto" não seja a tentativa de evitar a frustração e sim o "grito" dessa frustração. Se por exemplo há "tolerância zero" em relação a uma injustiça seja ela verbal ou gestual, ao "explodir" não é para evitar a frustração e sim talvez mostrando essa frustração.

O "pavio curto" agride o mundo numa desesperada tentativa de se defender, como se ele estivesse antecipando o ataque que acredita que receberá.

Pode até ser que em algumas situações as pessoas ataquem antes de serem atacada, porém penso que o "pavio curto" já terá sido atacado e por isso reage de forma explosiva.

Na vida adulta nos descobrimos interdependentes com o meio, precisamos nos relacionar para sobreviver, precisamos do outro e o outro de nós. A maturidade emocional se faz quando percebemos esta difícil e delicada inter-relação, pois para nos relacionarmos precisamos conhecer nossos limites e os limites do outro.

Sim há dificuldade na sobrevivência quando estamos isolados do mundo que nos rodeia, porém nem sempre isso é matemático, porque por vezes algumas pessoas que já interagiram com o meio em que viviam acabam por preferir isolarem-se justamente por não concordar com o que se passa a sua volta, por cansarem de "dar murro em ponta de faca" por ser uma voz perdida na multidão, mas que não significa que não tenho maturidade emocional, isto é que não saibam lidar com as frustrações, para se relacionar com os outros não é calar diante de uma injustiça ou de algo errado, isso é covardia, falsidade e não falta de maturidade emocional, a forma de "não calar " é que dita o grau de auto controle, auto disciplina para lidar com as injustiças, contrariedades ou para aceitar provocações, justamente aqui que entra o ser "pavio curto" ou não, pelo menos penso que seja assim no meu caso.

Uma pessoa de temperamento explosivo, pode aprender a utilizar essa sua energia à seu favor.

Aprender a transformar essa energia explosiva e reverter á nosso favor, isto é auto controle dirigido, foi um dos "ensinamentos" que aprendi há muitos anos com o meu "guru" mar, porém até hoje tento desenvolver, mas os resultados obtidos são poucos, é claro que já consegui reduzir para cerca de 60% em algumas situações, nomeadamente laborais, mas noutras, nomeadamente familiar, isso é muito lento, vai a "passos de caracol", ou "velocidade de tartaruga" ou ainda "movido à carvão", mas antes "gatinhar" do que ficar estático. Há um aspecto positivo, pelo menos há consciência do que fez ser "pavio curto" no momento, porém não houve o auto controle necessário para evitá-lo, um outro aspecto positivo de resultados, é que passado segundos há o conversar e o pedir desculpas pela "explosão momentânea".

"Pavio curto" pode ser a consequência de uma imaturidade emocional em alguns casos, mas na maioria dos casos é resultante de uma falta de auto controle, de equilíbrio e de auto disciplina ao lidar com as situações que vão contra os seus princípios, que ferem seus brios, ou são carregadas daquilo que não se aceita ou tolera, como injustiças por exemplo.

A reação explosiva instântanea da situação é o que considero ser "pavio curto", principalmente no meu caso, cuja solução me foi "ensinada" pelo mar, porém , por mais tentativas que se faça, por mais que se reflita e tenha percepção do que aconteceu, por mais que se vá exercitando o auto controle e a auto disciplina, tentando alcançar o equilibrio no dia a dia, chega um determinado momento em que parece haver um "fúria indomável" dentro da pessoa, que escapa ao controle da mente, sai bruscamente, de forma automática, sem que consiga ser impedida de sair, tão devastadora que faz estrago no exterior, mas o estrago maior é no interior, porque justamente foi atingir uma pessoa que amamos e que temos consciência de que não queríamos magoar, mesmo que essa pessoa nos tenha magoado. É como que tenhamos uma barril de pólvora dentro de nós e alguém de fora acende um fósforo, há uma explosão estrondosa, sem que tenhamos tempo de perceber o que se passou, embora tenhamos consciência de vermos o fósforo aceso e de termos motivos para explodir. Depois que a explosão acontece ficamos devastados porque todo o esforço que tínhamos empreendido anteriormente se desvaneceu, foi em vão e apesar de estarmos certos no nosso motivo, mas totalmente errados na expressão do mesmo, revelando o insucesso do esforço que fizemos, com o agravante de termos além de perder a razão que tínhamos, termos magoado quem não gostaríamos de magoar, que no final acaba por nem se aperceber de que estivera sem razão e que fora o culpado da explosão.

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

A Esperança fugiu novamente...

Puxa 3 dias depois de chegar, já teve 2 fugas?!?! desta vez foi assim que se abriu a porta da gaiola para ajeitar a comida, porque rebelde do jeito que era, contestadora, quando viu que fora travado a "janela" por onde fugia, espalhava a comida para fora do comedouro, logo fugiu, não foi para fora porque as portas e janelas estavam fechadas, mas entrou para um lugar de difícil acesso, uma aflição porque estava vendo o que ela ia fazer, entrar por uma caminho que não tinha como pegá-la e não poder impedir, e com uma expressão daquelas típicas de desenho animado, do tipo Tom e Jerry ou Frajola e Piu-Piu, quando a "presa" vai desarmar uma armadilha que terá consequencias para o predador, foi assim mesmo, ela entrando no "túnel" formado entre alguns móveis armazenados de cabeça levantada e dando "passos decididos" em frente... diante do meu desespero por nada poder fazer e a preocupação que ela ficasse "entalada", que lhe faltasse oxigênio, que fazer? toca a tirar todos os móveis para depois concluir que ela não mais se encontrava ali, estava no meio dos fios atrás do computador (talvez quisesse "mandar" alguma mensagem!), conseguiu agarrá-la pelo rabo, mas como ela se debateu e achando que poderia estar machucando soltei-a, ela esvoaçou, perdi-a de vista, mas senti que tinha parado a meio do salão, já estava cansada quer por ter que arrumar os móveis novamente, quer pela preocupação que ela se ferisse, resolvi buscar a ajuda da radiestesia e consegui localizá-la sob uma poltrona, depois foi só "enxotá-la e o meu pai jogou um casaco por cima e foi reconduzida a "cela".

Como pode uma criaturinha tão pequena dar tanto trabalho e cansaço??? mas parece que o nome foi bem escolhido, porque ter esperança também requer algum trabalho mental para manter-se na luta quando as evidências nos são desfavoráveis, desmotivantes ou frustantes e gera por vezes cansaço.

Dias seguintes ao Natal...momentos de emoção, diálogo entre a razão e a emoção

No dia seguinte ao Natal, primeira visita ao meu amigo Mar, como sempre momentos de sintonia com o Universo, momentos de relaxamento e descontração , que se seguem, após os momentos de confidência, desabafo e colocação das inquietações, que resultou das orientações, esclarecimentos recebidos.

Coincidência (será?) no dia segunte, um amigo "veio" através de um mail, exatamente como as informações e respostas obtidas no dia anterior, ou seja que ele estava bem e que entraria em contacto.

São essas "coincidências" que perturbam a razão que vem logo dando a "espetadinha" :Razão- "tudo não passa de coincidência, quando perguntas ao mar obténs a resposta que projetaste", e o diálogo entre a razão e a emoção começa a fluir:

Emoção-"mas coincidência ou não, é que fiz a pergunta obtive a resposta e esta realizou-se na prática, portanto como me explicas isso?"

Razão- "mera coincidência, o amigo iria te escrever porque estava na altura de o fazer"

Emoção- "mas isso não explica no dia anterior saber que entraria em contacto"

Razão- "claro que explica, fizeste a pergunta no dia anterior ao dia que sabias, pela dedução lógica que ele estaria prestes a te escrever "

Emoção- "podes estar certa, mas acredito que a nossa mente é capaz de entrar em sintonia com outras mentes e captarem as vibrações que emanam dos pensamentos descodificando-os na forma de sensações, mas que escapam ao teu controle e que os elementos da natureza, como o mar, são os veículos transmissores e também descodificadores da mensagem para aqueles que conseguem estar na mesma frequência de onda deles e assim não só tem a percepção da sensação recebida, como a sua expressão a nível da consciência , que neste caso sofre a tua interferência e regulação e aí tudo se complica, porque tu só acreditas no que vês e palpas, mas nem tudo que existe no Universo é palpável ou tocável".

Razão- "faz algum sentido isso que disseste, talvez seja preciso um maior aprofundamento, tentar lembrar que não existe só o sim ou o não existe o talvez, que não existe 100% em se tratando do ser humano, há que haver o benefício da dúvida, antes de dar o sim ou não, antes de dizer sim, neste caso à coincidência, usando somente o raciocínio lógico".

Emoção- "isso, mas desde que continues a exercer a tua função primordial de regulação, para garantires que haja equilíbrio e harmonia, entre mim, emoção e ti, razão, para que esteja bem definida a fronteira entre a realidade e a fantasia".

Puxa! Se um simples mail gerou essa "troca de domínios" entre a razão e a emoção é melhor não ir mais além,porque caso contrário como seria se fosse debruçar sobre as emoções e sensações despertadas durante e após a leitura do mesmo?

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Natal Mágico 2011

O chamado Natal Mágico surgiu em tempos quando quis aplicar o verdadeiro sentido do Natal, preparar o caminho para que o Menino Deus possa encontrar em nosso coração um cantinho acolhedor, livre das tensões, frustrações, mentiras invejas, ciúmes, maledicências, revolta, angústias, toda a energia negativa que vamos acumulando no dia a dia, que vão roubando a paz, a serenidade, a alegria e gratidão que tornam o coração menos acolhedor, amigo, solidário, e generoso, batendo fora do ritmo do amor.


Então foi divido em várias sessões:


1- "Pinheiro do coração" onde as pessoas teriam 2 "Árvores de Natal" de cristal com um bauzinho contendo bolas de enfeite e velas perfumadas com fragrância de baunilha, onde as pessoas (os familiares) iriam colocando uma bola em cada árvore, representando um pedido, um agradecimento pela bênção recebida ou uma promessa para o ano, isso diante do presépio e depois colocariam a vela no castiçal colocariam a ampulheta do tempo(para não esquecer de apagar a vela evitando possíveis acidentes, como incêndio) para que ficassem "conversando" com Deus olhando para a chama da vela.


2- "Pinheiro da Sabedoria" onde se alguém tivesse alguma coisa incomodando uma dúvida, pedisse o esclarecimento, através de formular uma pergunta que não implicasse uma resposta sim e não, depois girasse a "tômbola do bingo" contendo 64 bolas e visse o número, depois iria noutro bauzinho contendo o "baralho do I Ching" com os 64 hexagramas que compõe o I Ching" e fosse ver a resposta no hexagrama correspondente ao número saído.


3- "Pêndulo Mágico" (aplicação de alguns conhecimentos de radiestesia), um pêndulo pousado sobre uma base com um círculo dividido em metade Sim e metade Não, (ativado para essa finalidade e que poderia funcionar pelo deslocamento para o lado sim ou não consoante a resposta e/ou de acordo com o sentido horário para o não e anti horário para o sim, conforme a sua programação, caso fosse necessário a minha ajuda na interpretação da resposta), onde a pessoa faria uma pergunta cuja a resposta seria sim ou não.


4- "Chocomensagem dos anjos" uma fonte jorrando água (a água em movimento acalma é relaxante e ao mesmo tempo propicia uma maior interiorização) em volta da fonte, tabletes de chocolate, contendo anexado "mensagens dos anjos" (mensagens relativas aos diversos anjos, encontradas na Internet), onde a pessoa tiraria à sorte uma mensagem que os anjos teria para ela nesse momento, enquanto apreciava o "manjar negro dos deuses", o chocolate que segundo a história revela estimula o prazer e a sensação de bem estar e felicidade por conter ou desencadear a libertação do neuro transmissor serotonina que provoca esse efeito no organismo)


Apesar da intenção não parece ter surtido efeito, a família parece que "não entrou no clima". Foi feito para a família, mas quem se beneficiou fui eu, quer nos preparativos que foi motivante, que deixou um clima interior alegre, festivo, sereno, entusiasmante) quer na hora de participar (participação em todas as "estações").


Além disso no dia de Natal houve uma programação diferente: "Tarde de Lançamento" do livro "retrospectiva D'Alma: o Passado Presente, onde cada familiar que recebeu o livro como presente de Natal viria com o livro para que fosse feito a dedicatória, parecia realmente uma seção de autógrafos, no presente continha por fora o convite "a autora convida para o lançamento do livro no dia 25/12/2011 no "Salão Vip Natalício" das 16:45 às 17:15 ( a intenção era servir um "Chá Colonial" (cuja a bebida seria chocolate quente, outrora minha especialidade, com um bolo misto de pão de ló e folheado com recheio de chocolate, coberto com chocolate preto mesclado com chocolate branco, raspas de chocolate branco com a imagem da capa do livro que mandara confeccionar assim dessa forma personalizado, único), mas ficou só na intenção porque o almoço de Natal terminou muito próximo), tinha um poster (criado por mim) sobre o cavalete anunciando o evento, na hora marcada estava trajando o vestido que havia criado para o casamento da afilhada, mas que não fora aprovado e tirei a caneta de prata bordado em ouro que os pais me deram no final do curso e que utilizei para assinar o diploma (do curso que fora o sonho de uma vida) para assinar, foi só para fotografia, porque a dedicatória já estava escrita e fora transcrita mais tarde para que não demorasse muito, a família "entrou no clima" e foi muito legal, descontraído, acabando de vez com o clima pesado do almoço, em nada clima de Natal, que se formou causado pela decepção do assado não ter ficado como o desejado e a conta disso um familiar, ficou o tempo todo provocando, criando com isso um clima pesado.


Apesar dos pesares, foi um Natal Mágico... Entrei no "Reino da Fantasia" e por breves momentos transformei-me numa escritora célebre, na tarde de autógrafos do seu "Best Seller"

domingo, 25 de dezembro de 2011

O Natal chegou...

O Natal chegou trazendo por momentos a misteriosa magia do amor que nos faz acreditar por momentos que existe um mundo encantado onde nossos sonhos se realizam, em criança acreditamos que existe um homem com roupas vermelha e branca um cinto e botas pretas e um gorro vermelho e branco com um pompom branco na ponta, barba longa branca, cabelos brancos, rosto cheio, expressão de bondade no rosto e ternura no olhar, mora no Polo Norte. Papai Noel juntamente com seus assistentes, os duendes, fabricam presentes para oferecer às crianças que se comportaram e obedeceram os pais durante o ano. Os duendes, além de fabricarem presentes, trabalham também perto de nossas casas conhecendo o comportamento de cada criança e sua obediência com seus pais e para isso percorrem todo o mundo.Ao passar pelas casas, recolhem as cartinhas feitas pelas crianças, algumas pedem aos pais para escreverem, e as levam até o Papai Noel. De acordo com o comportamento visto pelo duende é que o Papai Noel concede ou não o presente pedido pela criança em sua cartinha.
Quando o pedido é concedido os duendes fabricam o presente e o Papai Noel pessoalmente se dirige até a casa de cada criança, na véspera de Natal, num trenó mágico puxado por renas, com um saco de brinquedos, e desce pela chaminé ou entra pela janela, assim deixa o presente debaixo da Árvore de Natal. Na Manhã de Natal o presente será encontrado na árvore com o nome de cada criança. "Curiosamente" todas recebem o que pediram como na música o"velhinho":


O Velhinho
Botei meu sapatinho

Na janela do quintal

Papai Noel deixou

Meu presente de Natal

Como é que Papai Noel

Não se esquece de ninguém
Seja rico ou seja pobre

O velhinho sempre vem

(Bis)

Como surgiu o Papai Noel?

Estudiosos afirmam que a figura do bom velhinho foi inspirada num bispo chamado Nicolau, que nasceu na Turquia em 280 d.C. O bispo, homem de bom coração, costumava ajudar as pessoas pobres, deixando saquinhos com moedas próximas às chaminés das casas.
Foi transformado em santo (São Nicolau) após várias pessoas relatarem milagres atribuídos a ele.
A associação da imagem de São Nicolau ao Natal aconteceu na Alemanha e espalhou-se pelo mundo em pouco tempo.Alguns anos depois, São Nicolau tornou-se bispo e, por esse motivo, passou a vestir roupas e chapéu vermelhos e barba branca. Depois de sua morte, a Igreja nomeou-o santo e, com o início das celebrações de Natal, o velhinho de barba branca e roupas vermelhas passou a fazer parte das festividades de fim de ano. Nos Estados Unidos ganhou o nome de Santa Claus, no Brasil de Papai Noel e em Portugal de Pai Natal;Father Christmas, Nikolaus, Julemanden, Babouschka, Perè Noel, Babbo Natale, Joulupukki, Sinterklaas.
Até o final do século XIX, o Papai Noel era representado com uma roupa de inverno na cor marrom ou verde escura. Em 1886, o cartunista alemão Thomas Nast criou uma nova imagem para o bom velhinho. A roupa nas cores vermelha e branca, com cinto preto, criada por Nast foi apresentada na revista Harper’s Weeklys neste mesmo ano.
Em 1931, uma campanha publicitária da Coca-Cola mostrou o Papai Noel com o mesmo figurino criado por Nast, que também eram as cores do refrigerante. A campanha publicitária fez um grande sucesso, ajudando a espalhar a nova imagem do Papai Noel pelo mundo.



Depois crescemos, essa magia desaparece e passamos a acreditar noutro "ícone" aquele que é o símbolo do Amor, o menino Deus, Jesus Cristo onde passamos (alguns, nem todos) não mais a esperar pela vinda do Papai Noel e sim a nos prepararmos para recebê-lo (de volta)no nosso coração, já que ao longo do ano nos afastamos Dele e às vezes até O expulsamos da nossa vida e do nosso coração.

Mas por momentos essa magia volta, dias atrás surgiu a lembrança de dois desses momentos, o primeiro foi quando a afilhada mais velha ao ver um embrulho inclinado na janela do quarto na Noite de Natal deu um gritinho " o Papai Noel", ver o presente (um grande embrulho inclinado na janela) e o gritinho dela, por uma fração de segundos parecia mesmo verdade. O outro foi com as sobrinhas que fomos ver na casa delas se o Papai Noel tinha passado, ao chegar, elas começaram a gritar super excitadas, quando viram os presentes na lareira por baixo da chaminé da casa delas, o ar ficou envolto numa onda de magia, novamente por fração de segundos, acreditei que fosse real. É sempre bom termos esses momentos mágicos, frutos do imaginário mundo mágico da infância.

Este Natal, como foi um ano de "flasback" de "balanço" da vida até agora e imbuída do desejo de ter e de proporcionar um Natal mágico aos familiares repleto de amor, harmonia, paz, mais espiritual , como deveria ser todo o Natal, durante os preparativos para o Natal Mágico, pensando na família reunida (apesar de incompleta, com menos 2 elementos, um deles ausência permanente, minha saudosa mãe) uma chama de alegria crescia dentro, a vontade de estar com cada um deles, até daqueles em que a relação esteve "chamuscada", fazia com que não sentisse o cansaço dos preparativos e nem o desânimo pelas situações profissionais e pessoais adversas vividas nos dia antecessores. Na véspera tudo parecia concorrer para que fosse realmente como o esperado, desejado e programado, na cozinha os preparativos decorriam num clima descontraído, alegre, harmonioso, na ceia esse clima permaneceu, depois parte foi à Missa do Galo, depois houve a troca de presentes. Mas no dia o clima "pesou", o almoço transcorreu num clima tenso, por pouco não era cancelado o evento programado (que será descrito noutro post juntamente com o "Natal Mágico"), pondo por terra toda aquela onda de alegria e entusiasmo sentida dias antes pela perspectiva de estar com eles e a desilusão de ter as expectativas frustradas.