Seja Bem Vindo!


Sua visita me deixou muito feliz...

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Amor & Emoção x Razão


segunda-feira, 14 de fevereiro de 2022

Lenda da Borboleta Azul...A Vida em suas Mãos

A Borboleta Azul simboliza esperança. A borboleta é vista como símbolo da transformação, da felicidade, da beleza, da inconstância, da efemeridade da natureza, expressa recomeço, proteção, boas energias.
A lenda oriental da Borboleta Azul conta que muitos anos atrás um homem ficou viúvo e teve que se responsabilizar por suas duas filhas. As duas meninas eram muito curiosas, inteligentes e sempre tinham o desejo de aprender. Constantemente lançavam perguntas ao pai para satisfazer sua fome pelo saber. Às vezes seu pai conseguia responder com sabedoria, mas em muitos casos as perguntas de suas filhas o impediam de lhes dar uma resposta correta ou convincente.
Vendo a inquietação das duas meninas, ele decidiu enviá-las de férias para conviver e aprender com um sábio, que vivia no topo de uma colina. O sábio era capaz de responder a todas as perguntas que as pequenas lhe lançavam, sem sequer titubear. Contudo, as duas irmãs decidiram fazer uma armadilha ao sábio para medir a sua sabedoria. Certa noite, ambas começaram a idealizar um plano: propor ao sábio uma pergunta que ele não fosse capaz de responder.
– Como poderemos enganar o sábio? Qual pergunta poderíamos lhe fazer que ele não seria capaz de responder? – perguntou a irmã menor à mais velha.
– Espere aqui, já vou lhe mostrar – disse a mais velha.
A irmã mais velha saiu pelo morro e regressou após uma hora. Tinha o seu avental fechado feito um casaco, escondendo alguma coisa.
– O que você tem ai? – Perguntou a irmã menor.
A irmã mais velha colocou sua mão no avental e mostrou a menina uma bela borboleta azul.
– Que maravilha! O que você vai fazer com ela?
– Esta será a nossa arma para fazer a pergunta-armadilha ao mestre. Iremos procurá-lo e vou esconder esta borboleta na minha mão. Então perguntarei ao sábio se a borboleta que está na minha mão está viva ou morta. Se ele responder que está viva, apertarei a minha mão e a matarei. Se responder que está morta, a deixarei livre. Portanto, qualquer que seja a sua resposta, ela estará errada.
Aceitando a proposta da irmã mais velha, as meninas foram procurar o sábio.
– Mestre – disse a mais velha – Pode nos dizer se a borboleta que está na minha mão está viva ou morta?
O sábio respondeu com um sorriso maroto: “Depende de você, ela está nas suas mãos”.
Nesta resposta e tendo em mente o conteúdo que a motivou, pode ser entendido que a vida está em  nossas mãos, somos nós que temos o livre arbítrio de decidirmos o rumo da nossa vida.

sexta-feira, 12 de novembro de 2021

3º Ano de Vida Eterna da Estre-Guia

 



    Estrela-Guia que brilhou no Estágio Evolucional na Terra iluminando os caminhos de todos por onde passou, em especial, dos seus filhos e netas, hoje completa o terceiro ano na Vida Eterna.  As lágrimas  invisíveis ou visíveis, que brotam pelas saudades deixadas, são carregadas de Fé e Esperança que Deus, na Sua Infinita Misericórdia e Bondade, o abençoou e recompensou por toda a Luz que espalhou, permitindo que alcançasse o Esplendor da Luz Eterna e nela permaneça em Paz e que todo o seu grande  sofrimento antes de partir, tenha cessado.

    Este ano uma singela homenagem, estas flores "colhidas" nos caminhos, no dia de hoje, ao invés de serem depositadas na sua última morada, como manda a tradição, são aqui colocadas, neste "cantinho" de Emoção x Razão, por várias razões, mas a principal, como o senhor mesmo disse, o senhor não está lá, agora faz parte da Luz, embora, talvez, ainda não tenha alcançado a Luz Plena, porém as orações são para que as correntes que o impeça de a alcançar, sejam quebradas.

   Esta é a imagem que marca o início da data de hoje, mostrando a essência da Estrela-Guia, depois de ter cumprido o seu Estágio Evolucional na Terra:


   

Um Ponto  de Luz brilhando no Céu

sábado, 2 de outubro de 2021

Felicidade da Liberdade

O poema "Felicidade da Liberdade" escrito pela Bárbara Aslan, ressalta o valor da liberdade, quando esta deixou de existir, na altura do confinamento pela pandemia "COVID 19"

Poema: Bárbara Aslan; Foto: Céu

 O poema transcrito (com autorização da autora) encontra-se publicado em: Liberdade - Antologia da Poesia Livre - Vol. II - Edição Portuguesa- Chiado



sexta-feira, 6 de agosto de 2021

Entre Hypnos e Morfeu

 Ataque de Pânico descrito sob a forma de um poema:

Poema: Autoria de Bárbara Aslan Foto: Céu


O poema transcrito (com autorização da autora) encontra-se publicado em: Entre o Sono e o Sonho - Antologia de Poesia Portuguesa Contemporânea - Vol.XII- Chiado






quinta-feira, 29 de julho de 2021

Homenagem a Estrela Guia… Diploma de Honra ao Mérito

A data de hoje recorda o dia em que a Estrela-Guia iniciou seu Estágio Evolucional na Terra, portanto, nada mais apropriado e justo que seja homenageada, com o certificado de Honra ao Mérito da sua existência na Terra, e simbolicamente receba uma coleção de flores "colhidas" hoje e durante todos dias do seu mês e a energia daqueles que fizeram parte da sua vida através da mensagem enviada a cada um deles, mesmo que alguns nem se lembre da data, porém com a certeza de quem a conheceu sempre se lembrará dela, como alguém ao receber a mensagem e saber do motivo disse: "... Era e é uma pessoa muito querida pela sua bondade …" 
1- Certificado de Honra ao Mérito


Concluiu o Estágio Evolucional na Terra há 14 anos e dois meses com Louvor e Distinção: Mãe amorosa, orientadora, protetora, zelosa e cuidadosa; Filha dedicada; Esposa exemplar, impecável, econômica; Exemplo de Mulher simples, cristã devotada, virtuosa, generosa, honesta, abnegada, vaidosa sem ser fútil, criativa, amiga fiel, leal, totalmente dedicada à família

                                                                                                                                

                                                29 de julho de 2021                                                                                                   

A. A. M.

Seus Frutos

2- Flores colhidas durante o caminho, que a Natureza e algumas pessoas plantaram (o primeiro quadro foram "colhidas" no dia de hoje, as dos outros quadros estão na ordem que foram "colhidas" desde o dia 1 de julho de 2021 até ontem)








3- Mensagem enviada a todos que fizeram parte da vida da Estrela-Guia:





Para finalizar, a Natureza sintetizou, mostrando que esteja onde estiver, a certeza de que para sempre, com amor e gratidão, permanecerá:

quinta-feira, 24 de junho de 2021

Noite de São João...Recordar as Festas Juninas de outrora


Uma mensagem recebida fez recordar o tempo das festas Juninas, no passado longínquo além do horizonte:
As festas Juninas revelam muitos elementos históricos, religiosos e mitológicos curiosos, que passam despercebidos. Seguem o calendário litúrgico da Igreja Católica, que, no processo de assimilação dos antigos cultos pagãos europeus – na transição da Idade Antiga para a Idade Média, acabou por substituir os rituais dedicados aos deuses médio-orientais, gregos, romanos e nórdicos por festas dedicadas aos santos.
Origem do Dia de São João
Havia, na segunda quinzena do mês de junho, quando ocorria o solstício de Verão na Europa, o culto a deuses da natureza, das plantações, colheitas etc. Um desses deuses era Adônis, que, segundo o mito grego, foi disputado por Afrodite (deusa do amor) e Perséfone (deusa do submundo na mitologia grega). A disputa foi apaziguada por Zeus, que determinou que Adônis passaria metade do ano com Afrodite, no mundo superior, à luz do Sol, e a outra metade com Perséfone, no mundo inferior, nas trevas.
Essa disputa entre deusas acabou sendo associada aos ciclos naturais da vegetação, que morre no Inverno e renasce e vigora na Primavera e verão. O culto a Adônis, cujo dia específico era 24 de junho, tinha por objetivo a celebração dessa renovação, da “boa-nova” do renascer da natureza. Essa ideia foi assimilada pelo cristianismo, que substituiu Adônis por São João Batista.
São João Batista, na tradição cristã, anunciou a “boa-nova” (boa notícia) da vinda do Cristo, filho de Deus, salvador da humanidade, que “renovaria todas as coisas”. Foi ele também que batizou Cristo no rio Jordão. Da história de São João, a cultura popular europeia retirou vários símbolos, que passaram a se mesclar com os tradicionais ritos de colheita remanescentes do culto a Adônis:
A Fogueira
A fogueira, característica das festas de São João, tem seu fundamento na história do nascimento de João Batista. A fogueira era um sinal de Santa Isabel, mãe de São João, para Maria, mãe de Jesus. Abaixo segue uma sinopse da história, adaptada pela pesquisadora Lúcia Rangel (A lenda do surgimento da fogueira de São João”. In: RANGEL, Lúcia H. V. Festas juninas, festas de São João: origens, tradições e história. São Paulo: Publishing Solutions, 2008. p. 35.)
“Dizem que Santa Isabel era muito amiga de Nossa Senhora e, por isso, costumavam visitar-se. Uma tarde, Santa Isabel foi à casa de Nossa Senhora e aproveitou para contar-lhe que dentro de algum tempo nasceria seu filho, que se chamaria João Batista.
Nossa Senhora então perguntou:
— Como poderei saber do nascimento dessa criança?
— Vou acender uma fogueira bem grande; assim você poderá vê-la de longe e saberá que João nasceu. Mandarei também erguer um mastro com uma boneca sobre ele.
Santa Isabel cumpriu a promessa. Certo dia Nossa Senhora viu ao longe uma fumaceira e depois umas chamas bem vermelhas. Foi à casa de Isabel e encontrou o menino João Batista, que mais tarde seria um dos santos mais importantes da religião católica.”
No caso específico do Brasil, a prática do acendimento da fogueira na noite de 23 para 24 de junho foi trazida pelos jesuítas. Tal prática foi com o tempo associada a outras tradições populares, como a quadrilha caipira, que herdou elementos de bailes populares da Europa:  
A quadrilha surgiu nos salões da corte francesa, recebendo o nome de “quadrille”, mas é de origem inglesa, uma dança de camponeses chamada “campesine”. Na época da colonização do Brasil, os portugueses trouxeram essa dança, bem como seus principais elementos: os vestidos lindos e rodados (que representavam as riquezas da corte), os passos puxados na língua francesa (anarriê, avancê, tour, etc.) e os agradecimentos aos santos pelas boas safras nas plantações.
O casamento caipira faz uma sátira aos casamentos tradicionais. A noiva está grávida e o pai da mesma obriga o rapaz a se casar. A apresentação do casamento na roça é muito engraçada, pois o noivo aparece bêbado, tentando fugir do altar por várias vezes, sendo capturado pelo pai da noiva que lhe aponta uma espingarda. Este conta com o apoio do delegado da cidade e do padre para que o casamento seja realizado. Após a cerimônia, os noivos puxam a quadrilha.
Os balões juninos indicam o início da festa, mas foram criados para reverenciar os santos da festa, agradecendo pela realização dos pedidos, normalmente relacionados ao namoro e ao casamento, onde as pessoas encontram seus pares românticos. Os balões não são mais usados, podem ocasionar vários incêndios, caindo em locais perigosos e destruindo a natureza.
Os fogos se originaram na China, também como forma de agradecer aos deuses pelas boas colheitas. São elementos de proteção, pois espantam os maus espíritos, além de servir para acordar São João com o barulho.
A lavagem dos santos é o momento em que as suas bandeiras são mergulhadas em água, para trazer purificação. As bandeirolas representam as bandeiras dos santos, levando purificação a todo o local da festa.
O pau de sebo é uma brincadeira com o objetivo de se ganhar uma quantia em dinheiro, que está afixada em seu topo. Com essa diversão a festa fica mais animada, pois as pessoas têm que subir no mastro, lambuzado de gordura. Muitas vezes, os participantes vão subindo nos ombros uns dos outros, até conseguirem pegar o prêmio, que acaba servindo para pagar parte de suas despesas na festa.
As simpatias proporcionam aos convidados maior sorte no amor. Os santos juninos são conhecidos como santos casamenteiros, mas santo Antônio é o mais influente deles. Nessas práticas, a imagem do santo é castigada, até que a pessoa consiga encontrar um amor.
As comidas típicas também são símbolos juninos, como forma de agradecimento pela fartura nas colheitas, principalmente do milho, a festa se tornou farta em seus deliciosos qui tutes como: curau, canjica, pamonha, bolo de milho, milho cozido, pé de moleque, paçoca, maçã do amor entre outros.

 
                                          
Os passos da Quadrilha:
Duas fileiras são formadas, uma de damas e outra de cavalheiros, uma de frente para outra, afastadas por uma distância de aproximadamente 2,5 m. Cada par deve ficar de frente um para o outro. Ao iniciar a música, o narrador inicia com o primeiro comando, muito embora cada narrador siga sua própria sequência de comandos, um roteiro sugerido para narradores que estão liderando a Quadrilha de Festa Junina pela primeira vez.
1 – Balancê »Neste comando os casais balançam o corpo seguindo o ritmo da música. Usado como um grito de incentivo, o balancê se repete ao final de cada passo, ao se dar um comando somente para os cavalheiros, as damas permanecem no balancê e vice-versa. Anavan(en avant) – damas e cavalheiros caminham balançando os braços. Returnê(returner) – dançarinos retornam ao seu lugar. Tur (tour) – casais dão uma volta completa, cavalheiro abraça a cintura da dama e ela coloca a mão em seu ombro.
2 – Cumprimentos às Damas » balançando o corpo, os cavalheiros, caminham até as damas e quase se ajoelhando cada rapaz cumprimenta sua parceira, aqueles que estão de chapéu (chapéu de palha) o retiram enquanto se ajoelham.
3 – Cumprimentos aos Cavalheiros » Elas, balançando o corpo e caminhando em direção aos cavalheiros, cada uma das damas, cumprimentam seu respectivo par.
4 – Grande Passeio » os casais, homem segurando a mão esquerda da dama, passeiam em círculo, enquanto balançam os braços para baixo acompanhando o ritmo da música.5
5 – Túnel » os casais, homem segurando a mão esquerda da dama, passeiam em círculo, enquanto balançam os braços para baixo acompanhando o ritmo da música.–  os casais de andando em fila de mãos dadas, o primeiro casal para, se viram de frente um para o outro e de mãos levantas formam um arco. O segundo casal passa por dentro do arco e também formam um arco, esta sequência é repetida até que todos tenham passado por dentro do túnel.
6 – Anavan Tur » casais dão uma volta completa, cavalheiro abraça a cintura da dama e ela coloca a mão em seu ombro.
7 – Caminho da Roça » Em uma fila única, dama à frente de seu parceiro, caminham balançando os braços. 
8 – Olha Cobra! » Este comando inverte o sentido em que os casais estavam andando, esta marcação é trocada em alguns casos por “olha a chuva”, “olha a inflação”, “ponte caiu” entre outros
9 – É Mentira! » Este comando inverte o sentido em que os casais estavam andando
10 – Caracol » Damas e cavalheiros estão em fila única. Após ouvir este comando o primeiro da fila começa a enrolar a fileira, formando um caracol.
11 – Desviar » Este comando é dado para que o primeiro da fila comece a desenrolar o caracol.
12 – Grande Roda » A fila é única agora, saindo do caracol. Forma-se uma roda que se movimenta, sempre de mãos dadas, à direita e à esquerdo como for pedido. Neste passo, temos evoluções. Ouvindo “Duas rodas, damas para o centro ; as mulheres vão ao centro, dão as mãos.
Na marcação “Duas rodas, cavalheiros para dentro, acontece o inverso. As rodas obedecem ao comando, movimentando para a direita ou para esquerda. Se o pedido for “Damas à esquerda e “Cavalheiros à direita” ou vice-versa, uma roda se desloca em sentido contrário à outra, seguindo o comando.
13 – Coroar de Damas» os cavalheiros, segurando as mãos uns dos outros, erguem os braços sobre as cabeças das damas. Ao se abaixar os braços as damas serão enlaçadas pela cintura. Mantendo esta posição os casais se deslocam para o lado que o marcador comandar.
14 – Coroar de Cavalheiros » as damas de mãos dadas, enguem os braços sobre a cabeça dos cavalheiros, ao se abaixar os cavalheiros são enlaçados pela cintura. E se deslocam para o lado que o marcador pedir.
15 – Damas ao Centro » dois círculos são formados, um círculo dentro do outro, no centro um círculo formado pelas damas, do lado de forma um círculo formado pelos cavalheiros. Ambos os círculos rodam para a esquerda.
16 – Reformar a Grande Roda » Os cavalheiros caminham de costas, se colocando entre os damas. Todos se dão as mãos. A roda gira para a direita ou para a esquerda, segundo o comando.
17 – Despedida » Casais em fila, saem galopando e acenando para o público. Terminando assim a dança de quadrilha de festa junina.
Que os bons, felizes e descontraídos tempos do passado, retornem ao presente trazendo uma lufada de Esperança ao futuro de toda a Humanidade! 
Pela interceção de São João Batista, padroeiro de algumas localidades que lhe prestam homenagem, no dia de hoje, assim Deus o permita e os anjos digam Amém!

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domingo, 30 de maio de 2021

Santíssima Trindade...Três num só Coração


A Natureza sendo uma obra de arte, possui a assinatura do artista que a criou e, especialmente hoje,  essa assinatura pode ser captada através de uma lente, criada pelo Homem: Três flores diferentes, mas dentro de um só coração, uma obra de arte (in)visível da natureza), para encontrá-lo é preciso olhar com "olhos de ver", representando o mistério da Santíssima Trindade, celebrado neste domingo pela Igreja Católica.


A Natureza mostra que além de um só coração (a lente só captou 3/4 do mesmo) a Santíssima trindade apesar de ser composta por três entidades distintas, irradiam a mesma Luz, como estas flores revelam.


A lente fabricada pelo Homem consegui individualizar as três frequência geradas de uma única Fonte de Luz, porém a Natureza mais uma vez mostra que:


 As três Entidades distintas, vibrando em frequências igualmente distintas, formam um conjunto uníssono da Luz de onde foram geradas. Bárbara Aslan inspirada nessa Tríade de Luz escreveu alguns versos no Natal (reproduzido com a sua permissão):

Vida a Renovar

No Natal uma Estrela brilhou,
e o Céu se iluminou
É Jesus que chegou,
para a boa nova anunciar:

Natal, vida a renovar
Espírito a cuidar…
do material desapegar
para a Luz Eterna alcançar!

Natal, Fé em Deus
que virá, para as lágrimas enxugar.
e os Problemas solucionar…

As Feridas cicatrizar…
a doença e os males espantar…
O Amor triunfar…
(Bárbara Aslan)

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