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quinta-feira, 31 de julho de 2008

Trevo da Saúde


Saúde!...
Segundo a OMS, a saúde é: "o completo bem estar físico, psíquico e social e não apenas ausência de doença.... se levado ao "pé da letra" então todos somos doentes, porque é impossível o completo bem estar...na vida, só o amor é total e assim mesmo muito difícil de ser alcançado.

Pode-se atingir o mais próximo do completo, em termos de bem estar, logo da saúde, se tivermos sempre presente em nossa mente o "trevo da saúde", criado neste preciso momento, constituído por 4 folhas em formato de coração, símbolo do amor, justamente para ressaltar a importância e a influência que o amor tem na saúde do ser humano. A primeira "folha", o Amor, que gera a segunda "folha", o sexo, este além de fortalecer o amor, é fonte de prazer tão necessária à saúde, consequentemente à vida, e leva á perpetuação da vida e da humanidade. A terceira "folha, a alimentação equilibrada que fornece todos os elementos necessários para que o organismo cresça em termos estruturais ou morfológicos e seus órgãos , aparelhos e sistemas funcionem perfeitamente integrados e de forma harmoniosa, desde a sua unidade básica, a célula. A quarta "folha", atividade física/esporte, para ativar a circulação, consequente aumentar o aporte sanguíneo que fará chegar às células os nutrientes necessários para o seu funcionamento adequado e para eliminar os excessos ingeridos na alimentação e as toxinas acumuladas, estas acabam por ir danificando as células ou prejudicando o funcionamento destas, enfraquecendo o sistema imunitário responsável pela defesa do próprio organismo e combate aos agentes agressores.

Estas 4 "folhas"são sustentadas por uma "haste", o trabalho, que fornece as condições para atender as necessidades básicas do ser humano, entre elas a alimentação, terceira "folha" deste trevo.
Hoje em dia o ser humano mostra-se muito interessado na saúde...assumiu que fazer análises é cuidar da saúde, mas está enganado, cuidar da saúde consiste em ter hábitos e estilo de vida saudável, sempre girando em torno deste trevo...de que adianta fazer análises "para ver se está bem" quando sabe que tem vícios nocivos à saúde: tabaco, álcool, droga ilícita, erros alimentares (alimentação a base de gorduras, carnes vermelhas, muito condimentos, entre eles o sal, falta de consumo de água, pouca ingestão de frutas, legumes e verduras, uma alimentação pouco diversificada ou equilibrada), "noitadas" sem fornecer horas de sono suficiente para retemperar e reequilibrar a energia gasta durante todo o dia a dia. De que adianta fazer análises ao "sangue gordo" é para ver se pode continuar a "abusar" nas gorduras e nos fritos?. Quando são fornecidas orientações para manutenção da saúde, o ser humano, replica dizendo "não tenho tempo: para fazer 6 refeições por dia, não tenho tempo para fazer uma atividade física (nem mesmo uma caminhada diária de 30 minutos), não tenho tempo para fazer exercícios de relaxamento ou meditação..." esquecendo-se de que, quanto mais tempo gastar com a saúde, menos tempo gastará com a doença...para a saúde a agenda está repleta, mas a doença quando chega tem toda a agenda livre e todo o tempo disponível para ela. Que preocupação excessiva com análises e remédios (auto medicação) não é culto à saúde e sim um culto à doença.
O ser humano está cada vez mais doente...as salas de espera nos consultórios estão cada vez mais "abarrotadas", enquanto esperam pela sua vez o assunto predileto são suas mazelas, suas queixas, suas doenças, ou então, criticar, difamar, caluniar e falar mal da vida alheia. Não se encontram pessoas falando de saúde: trocando informações a cerca da evolução tecnológica, da ciência, de arte, cultura, laser, nem uma simples troca de receita de um bolo ou de uma comida saborosa, saudável que experimentaram.
Os doentes acabam ainda mais doentes quando vivem pensando e falando da própria doença e da doença do vizinho. Além disso, ainda existem os doentes que assumem esse "status" justamente para adquirirem algum benefício, recompensa, ou ganho qualquer, que se vitimizam muitas das vezes para fazer "chantagem emocional" ou simplesmente para chamar a atenção sobre si mesmos, quando estão carentes de alguma forma.
Há que fazer a distinção entre ser doente e ter uma doença, no primeiro caso a pessoa não está motivada para a recuperação da saúde, entregando-se totalmente a doença. No segundo caso, a pessoa tem uma doença, mas esforça-se por combatê-la, seguindo o tratamento proposto e lutando para combatê-la, não se entregando a ela e procurando não super valorizar as queixas.
Existem doenças que são mutilantes, que causam dor excruciantes, que minam as resistências do organismo, mas o suportá-las e conviver com elas, vai depender de como as pessoas que as possuem lidam com elas. Se mantiverem uma postura de esperança, um espírito de luta, pensamento positivo, celebrar cada conquista em termos de recuperação por mais ínfima que seja, tentar superar os obstáculos e limitações impostas pela doença, acabam tendo uma qualidade de vida melhor do que aquelas pessoas que se entregam a doença, se vitimizam ou ficam "lambendo ferida" num canto, dizendo para si mesmo o quanto são desgraçadas, o quanto Deus abandonou-as, maldizendo a vida e todos, não se esforçando por ultrapassar os obstáculos.
Uma dor, por exemplo, tem um componente psicológico muito forte, comprovado em soldados que tiveram membros amputados no campo de batalha que resistiram a dor causada, por que naquele momento "sua atenção" estava voltado para a sua sobrevivência, então a sua mente concentra-se no que fazer, sem deixar espaço para sentir a dor, que em muitos casos acaba por ser suprimida.
O amor é o dom da vida que tem o poder de gerar saúde e recuperá-la quando esta foi invadida pela doença. Muitas pessoas já sentiram quando estão doentes e recebem carinho parece que os sintomas até desapareceram naquele momento. A dor da criança que caiu e "ralou o joelho" passa quando a mãe dá um beijinho e sopra. Esses são alguns dos muitos exemplos que mostram que a saúde está intimamente ligada ao amor. A falta de amor na vida de um ser humano condiciona um estado de doença, porque seu sistema imunitário/imunológico está deficitário e com isso fica vulnerável, a mercê dos "ataques", externos e aos que provém da própria pessoa, sob a forma de auto flagelação e até mesmo auto destruição.

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