Sua visita me deixou muito feliz...

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domingo, 19 de maio de 2013

Vencer a fera que existe dentro de nós...uma missão quase impossível!


Hoje Dia de Pentecostes (50 dias depois do domingo de Páscoa, o dia de Pentecostes ocorre no sétimo dia depois do dia da Ascensão de Jesus. Isto porque ele ficou quarenta dias após a ressurreição dando os últimos ensinamentos a seus discípulos, somando aos três dias em que ficou na sepultura somam quarenta e três dias, para os cinquenta dias que se completam da Páscoa até o último dia da grande festa de Pentecostes, sobram sete dias; e foram estes os dias em que os discípulos permaneceram no cenáculo até a descida do Espírito Santo no dia de Pentecostes. Depoimento de um lavrador já octogenário da ilha Terceira, Açores, chamado Gregório Machado Barcelos, recolhido em 1996 por José Orlando Bretão: "É bom que o senhor me pergunte, porque acho que na cidade falam, falam e acertam pouco. Sem ofensa, até acho que não sabem nada, de nada. Mas eu digo como é que meu pai dizia e o pai dele lembrava muitas vezes como era. Eu digo que os dons do Espírito Santo são sete e são sete porque é assim mesmo, é um número que vem dos antigos, como as sete partidas do Mundo ou os sete dias da semana e não vale a pena estar a aprofundar muito porque não se chega a lado nenhum e só complica. E o primeiro dom do Espírito Santo é a Sabedoria – é o dom da inteligência e da luz. Quem recebe este dom fica homem de sabença. Os apóstolos estavam muito atoleimados e cheios de cagança e veio o Divino que botou o lume nas cabeças deles e eles ficaram mais espertinhos. Depois vem o dom do Entendimento. Este está muito ligado ao outro, mas aqui, quer dizer mais a amizade, o entendimento, a paz entre os homens. Este é assim: o Senhor Espírito Santo não é de guerras e quem tiver pitafe dum vizinho deve de fazer logo as pazes que é para ser atendido. E o terceiro dom do Espírito Santo é o do Conselho – o Espírito Santo é que nos ilumina a indica o caminho. É a luz, o sopro ou seja, o espírito. É por isso que tem a forma de uma Pomba, porque tudo cria e é amor e carinho. O quarto dom é o da Fortaleza, que vem amparar a nossa natural fraqueza – com este dom a gente damos testemunho público, não temos medo. Quem tem o Senhor Espírito Santo consigo tem tudo e pode estar descansado. Depois vem o dom da Ciência, do trabalho e do estudo. O saber porque é que as coisas são assim e não assado. É não ser toleirão nem atorresmado como muitos que há para aí. O senhor sabe! O dom da Piedade e da humildade é o sexto dom. Quer dizer que o Senhor Espírito Santo não faz cerimónia nem tem caganças. Assim os irmãos devem ser simples e rectos. E depois, por derradeiro, vem o sétimo dom que é o Temor mas não é o temor de medo. É o temor de respeito – para cá e para lá. A gente respeita o Espírito Santo porque o Senhor Espírito Santo respeita a gente. Temor não é andar de joelhos esfolados ou pés descalços a fazer penitências tolas: é fazer mas é bodos discretos com respeito mas alegria que o Espírito Santo não tem toleimas nem maldades escondidas. É isto que são os sete dons do Espírito Santo e o senhor se perguntar por aí ninguém vai ao contrário, fique sabendo") dia em que mais uma vez, a "fera"  que existe dentro de mim (todos temos uma "fera" dentro de nós, uns conseguem dominá-la outros por mais que tentem não conseguem, para estes, e para mim, isso é uma missão quase impossível) voltou a se pronunciar (ela se manifesta principalmente em presença de injustiça, por "ferver em pouca água" e"pavio curto") contra quem amo e admiro muito, justamente quando está atravessando  um momento muito difícil.
Se eu fosse um monge budista, ou  fosse como Jesus, São Francisco de Assis,  com toda a certeza conseguiria dominar essa fera interior, deixaria de ser "pavio curto" e "ferver em pouca água", agiria ao invés de reagir, manteria o equilíbrio, a paz de espírito e assim não magoaria ninguém, principalmente aqueles a quem amo e quem sabe estaria preparada para que os dons do Espírito Santo se manifestassem através de mim e assim a ligação/sintonia com Deus seria forte, mantida sem interrupções, sem altos e baixos, como tem acontecido, principalmente quando não consigo dominar a fera ou porque involuntariamente a alimento dentro de mim o que faz com que perca ou não atinja a tão almejada serenidade e paz de espírito que Cristo transmitiu, refletindo a Luz Divina.

sábado, 18 de maio de 2013

As curvas da estrada da vida


RecadosOnline.com
A estrada da vida, inicia com a aurora  (nascimento) e finda com o crepúsculo (morte), composta de retas que parece não tem fim, mas isso é apenas uma ilusão, ela é cheia de curvas, que só as percebemos, quando derrapamos, escorregamos e por vezes caímos desamparados no chão e quando isso acontece, passamos a ter uma visão estreita da estrada.
Nessa estrada existem várias estações estações de serviço ou paragens comum a todos que  a percorrem (vida antes da vida, no útero da mãe, nascimento, lactação, infância, puberdade,adolescência, vida adulta,  3ª idade e morte), cada estação é única, sem possibilidade de retroceder à anterior, embora nem todos consigam passar por todas as estações.
A estrada pode  apresentar curvas inesperadas,  para alguns são poucas ou até nenhuma, para outros, a estrada  é extremamente sinuosa,  as curvas inesperadas surgem com maior frequência, por vezes com um ângulo próximo dos 360º,causando derrapagens, quedas que  conduzem a  mudanças drásticas do rumo, ritmo ou percepção do trecho da estrada ou da estação que se apresenta, é o que aconteceu há 2 meses, surgiu uma inesperada curva, muito acentuada, que  fez com que a rotina de antes se modificasse, até os pensamentos, os hábitos e a capacidade de sonhar  mudaram drasticamente, o que antes consumia parte do tempo, deixou de existir, até parece que nunca existiu, isto gera inquietação,  frustração, preocupação pela consequente estagnação e percepção de que houve quebra na evolução e corte ou mesmo retrocesso no desenvolvimento espiritual, profissional e pessoal,a desagradável e incômoda sensação de  falta de perspectivas e motivação para caminhar nesta estrada, associada à profunda tristeza de ter fracassado na vida. 
Talvez esteja faltando repensar à vida., levantar sacudir a poeira e recomeçar a caminhar nessa estrada,  com a atenção redobrada, desenvolvendo mecanismos internos que permitam fazer  a próxima curva, mantendo o equilíbrio, podendo tropeçar mas sem cair,  por mais inesperada ou acentuada que ela seja..