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Sua visita me deixou muito feliz...

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Amor & Emoção x Razão


sábado, 2 de maio de 2009

Coeficiente emocional ...condicionante do sucesso

Num comentário sobre inteligência emocional, o Pedro lembra sobre o coeficiente emocional (Q.E.), conceito que pode-se dizer recente, até então só se falava do coeficiente de inteligência (Q.I.), aliás esta abreviatura também passou a ser utilizada popularmente como "quem indica" em relação a muitos empregos que são dados não a quem tem um Q.I, não em relação ao coeficiente de inteligência e sim aquele que tem um "padrinho", neste contexto, em outros lugares essa abreviatura foi substituída pela expressão "fator C" ("cunha").
Na tentativa de aprofundar o tema, e continuando o tema, algumas transcrições encontradas:
1- Significado de inteligência emocional

Em relação ao coeficiente emocional, segundo, Dr. Goleman "Estudos comprovaram que o QI só define de 10% a 20% do sucesso na carreira quando analisado isoladamente", ele enfatiza que o coeficiente emocional é fundamental.
ele enfatiza que "também é importante lembrar que manter as aparências e ficar se "roendo por dentro" não é controle emocional, pelo contrário, isso pode acarretar no aumento de stress e em problemas de saúde".
O Dr. Goleman diz textualmente que “a consciencialidade e a lucidez são provavelmente as capacidades mais importantes do indivíduo, uma vez que permitem o exercício do autocontrolo”

Inteligência emocional é aquela em que o indivíduo sabe trabalhar as suas emoções, sabe reconhecê-las, controlá-las, e utilizá-las com melhor proveito na vida. E qual o melhor período de existência para trabalharmos a educação dos sentimentos? É a infância, fase vital da aprendizagem."



Segundo outros autores: "A Inteligência Emocional envolve a capacidade de perceber acuradamente, de avaliar e de expressar emoções; a capacidade de perceber e/ou gerar sentimentos quando eles facilitam o pensamento; a capacidade de compreender a emoção e o conhecimento emocional; e a capacidade de controlar emoções para promover o crescimento emocional e intelectual. (Mayer & Salovey, 1997, p. 15)
O processamento de informações emocionais é explicado através de um sistema de quatro níveis, que se organizam de acordo com a complexidade dos processos psicológicos que apresentam: a) percepção, avaliação e expressão da emoção; b) a emoção como facilitadora do pensamento; c) compreensão e análise de emoções; emprego do conhecimento emocional; e d) controle reflexivo de emoções para promover o crescimento emocional e intelectual, descritos a seguir.
A percepção, avaliação e expressão da emoção abrangem desde a capacidade de identificar emoções em si mesmo, em outras pessoas e em objetos ou condições físicas, até a capacidade de expressar essas emoções e as necessidades a elas relacionadas, e ainda, a capacidade de avaliar a autenticidade de uma expressão emocional, detectando sua veracidade, falsidade ou tentativa de manipulação. A emoção como facilitadora do ato de pensar diz respeito à utilização da emoção como um sistema de alerta que dirige a atenção e o pensamento para as informações (internas ou externas) mais importantes. A capacidade de gerar sentimentos em si mesmo pode ajudar uma pessoa a decidir, funcionando como um "ensaio", no qual as emoções podem ser geradas, sentidas, manipuladas e examinadas antes da tomada de decisão. A compreensão e análise de emoções (conhecimento emocional) incluem desde a capacidade de rotular emoções, englobando a capacidade de identificar diferenças e nuances entre elas (como gostar e amar), até a compreensão da possibilidade de sentimentos complexos, como amar e odiar uma mesma pessoa, bem como as transições de um sentimento para outro, como a de raiva para a vergonha, por exemplo. Finalmente, o controle reflexivo das emoções para promover o crescimento emocional e intelectual refere-se à capacidade de tolerar reações emocionais, agradáveis ou desagradáveis, compreendê-las sem exagero ou diminuição de sua importância, controlá-las ou descarregá-las no momento apropriado
.
http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0102-79722003000200008&script=sci_arttext&tlng=in


2- Mensuração da inteligência emocional

Um dos problemas mais evidentes relacionado à inteligência emocional é o de sua mensuração. Desde a proposição da inteligência social (Thorndike, 1920) que não se consegue desenvolver um instrumento confiável para medi-la. E sem esse recurso não é possível conhecer objetivamente suas características funcionais (e estruturais, mas esse é um outro problema) na mente humana.No entanto, a maioria das escalas construídas para avaliação da inteligência emocional tem se baseado em auto-relato, como por exemplo o O BarOn Emotional Quotient Inventory (BarOn Eq-i) (Bar-On, 1996, 1997) e a Medida de Inteligência Emocional (Siqueira, Barbosa & Alves, 1999), para citar apenas uma estrangeira e uma nacional, respectivamente. Ambos os instrumentos apresentam rigorosos estudos de construção, assim como boas propriedades psicométricas, mas são compostos de subescalas tradicionalmente associadas à traços de personalidade, habilidades sociais e outros construtos que não a inteligência.
O primeiro instrumento baseado em desempenho para avaliação da inteligência emocional lançado comercialmente foi a Multifactor Emotional Intelligence Scale (MEIS, Mayer, Salovey & Caruso, 1997). Esse instrumento é composto por 12 tarefas destinadas a investigar quatro ramificações da inteligência emocional (Mayer & Salovey, 1997): identificação das emoções, utilização das emoções, compreensão das emoções e gerenciamento das emoções. A primeira ramificação desse instrumento, relacionada à percepção de emoções, é constituída de tarefas em que os participantes têm de avaliar a presença de determinadas emoções em quatro tipos de estímulos: faces, músicas, quadros e histórias. A subescala histórias representa o estímulo verbal e as outras três os estímulos não-verbais. Essa ramificação da MEIS

A Escala Multifatorial de Inteligência emocional (The Multifactor Emotional Inteligence Scale – MEIS) segundo Roberts, Mendonza e Nascimento (2002) é composta de:1) Identificação/ percepção das emoções. A escala avaliou a capacidade do indivíduo em perceber e diferenciar as emoções em uma variedade de estímulos. É composto de quatro subescalas: faces, música , design ( gráficos gerados por computador) e histórias ( narrativas). Cada subescalas contém entre 42 a 48 estímulos que representam uma diversidade de emoções: raiva, tristeza, felicidade, medo, repugnância e surpresa. Os participantes foram solicitados a determinar os sentimentos que representam os estímulos baseados em uma escala de cinco pontos: (1) definitivamente não presente a (5) definitivamente presente.2)Assimilação das emoções. Tem como objetivo avaliar a capacidade do indivíduo em comparar as emoções e identificar aquelas que são contrárias ou influenciam outras sensações e pensamentos, assim como manter emoções que facilitem determinada ação ou pensamento. A escala foi formada de duas subescalas: sinestesia (seis cenas, 60 estímulos), em que os participantes foram solicitados a imaginar um determinado evento com sua correspondência emoção e, logo em seguida, a descrever as emoções sentidas em uma escala de diferencial semântico de cinco pontos: frio-morno, amarelo-roxo, perspicaz-torpe, rápido-lento, escuro-claro, baixo-alto, laranja-azul, agradável-desagradável, bom-ruim, azedo-doce; sentimentos enviesados (quatro cenas, 28 itens), em que os participantes foram convidados a imaginar os sentimentos de uma personagem descrita no cenário (ex. medo e angústia) e depois a julgarem a pessoa fictícia em sete traços (triste, confiável, tensa, cínica, agressiva, controlada, precipitada) utilizando uma escala de cinco pontos: (1) definitivamente não descreve e (5) definitivamente descreve."



3- Estratégias de coping

Quando um indivíduo é confrontado com acontecimentos de vida por ele avaliados como perturbadores, o seu organismo reage de forma a tentar gerir esses acontecimentos e ajustar-se a eles (Bishop, 1994). O coping é o conjunto de estratégias cognitivas e comportamentais desenvolvidas pelo sujeito para lidar com essas exigências internas e externas da relação pessoa-ambiente que são avaliadas como excessivas, e as reacções emocionais causadas por essas exigências (Lázaras & Folkman, 1984).

O coping é uma estratégia de adaptação. Tem como objectivo gerir um problema e modular a resposta emocional a esse problema. Conjunto dos esforços cognitivos e comportamentais do indivíduo que constituem um processo para lidar ou gerir solicitações específicas excessivas, independentemente da sua eficácia. Conjunto de estratégias para responder a um acontecimento stressante.



A mensuração do coeficiente emocional é muito difícil, porque os mecanismos de adaptação às situações são variados, sofre várias influências desde genética, meio ambiente, o próprio QI. Cada ser humano aplica as estratégias de coping de forma pessoal para responder a um acontecimento stressante e pode reagir a esses acontecimentos de forma igualmente variável e até imprevisível dependendo do seu momento interior na altura. Por exemplo a reação a uma mentira, se a pessoa estiver num momento interior de felicidade pode reagir de forma branda, porém se estiver num momento de stress, pode reagir de forma severa.


Cabe a cada um buscar o caminho para auto controlar as suas emoções e "tirar partido" das situações negativas e até conseguir transformá-las em positivas ou transformar um acontecimento a priori desfavorável num acontecimento favorável. Se conseguíssemos aplicar a frase popular "rir é o melhor remédio", rirmos até de nós próprios, não levar tudo muito a sério, inclusive não nos levarmos tão a sério, veríamos o quanto o sorriso, o riso é poderoso e dá saúde, pois alivia ou diminui o nível de stress trazendo-o para o nível necessário que nos permita conseguirmos ultrapassar os obstáculos, sem que o organismo pague a fatura (elevação da tensão arterial, elevação do açúcar no sangue, aumento da frequência cardíaca, alteração na qualidade do sono, falência de estruturas por exaustão, alteração do peso, cansaço ou fadiga, alteração no desempenho sexual, alteração da performance, alteração relacional, entre outras).

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Consulta e prescrição de tratamento pelo Mestre dos médicos

A propósito de auto ajuda, por coincidência no dia seguinte a ter comentado a cerca do tema, li uma mensagem, que havia sido enviada por correio eletrônico alguns dias antes, mas que ainda não tinha lido. Achei que se inseria dentro do contexto e por isso a transcrevo,não veio com o nome do autor, gostaria de a colocar no formato recebido (PPT), que tem imagens belas e um som musical que transmite serenidade, porém, infelizmente, não sei como inserí-lo aqui, caso suscite algum interesse, posso enviar por correio eletrônico, basta que envie um mail para: barbara.aslan@gmail.com
O título é "consulta":
"Fui à clínica do Senhor para fazer uma consulta de rotina. E constatei que estava enfermo.
Quando Jesus me tomou a pressão, viu que estava baixa de ternura.
Ao medir-me a temperatura, o termômetro registrou 40º C de ansiedade.

Me fez um eletrocardiograma e o diagnóstico foi que necessitava bombear mais amor, pois as minhas artérias estavam bloqueadas de solidão e saudade, e não abasteciam meu coração vazio.

Passei pela ortopedia, já que não podia caminhar ao lado do meu irmão, e tampouco dar um abraço fraternal, porque havia me machucado ao tropeçar nos problemas.

Também me diagnosticou miopia, já que não podia ver mais nada além das coisas negativas do meu próximo.

Quando me queixei de surdez, Jesus disse que eu havia deixado de escutar Sua voz a cada dia.

É claro que Jesus me deu uma consulta gratuita e, graças à Sua misericórdia, prometo que ao sair desta clínica, tomarei somente os medicamentos naturais que me receitou através da Sua verdade

Ao levantar-me, beber um copo de agradecimento.

Ao chegar ao trabalho, tomar uma
xícara de paz.

A cada hora, ingerir um comprimido de paciência e uma cápsula de humanidade.

Ao chegar em casa, injetar uma dose de amor.

E, antes de dormir, tomar duas doses de
consciência tranquila

Não se deprima nem se desespere pelo que está vivendo hoje. Deus sabe o que você sente. Ele sabe perfeitamente o seu limite e não deixará passar deste ponto.
O propósito de Deus para você é admiravelmente perfeito. Ele deseja lhe mostrar muitas coisas que somente compreenderia estando exatamente no lugar onde está e na exata condição que vive agora neste lugar".

Que esta mensagem possa servir de alento, conforto, inspiração e luz para quem esteja precisando neste momento.

domingo, 26 de abril de 2009

Inteligência emocional resultado da educação do cérebro

Uma pergunta lançada num comentário sobre auto ajuda, ficou martelando, "como educar o cérebro? e a resposta mais próxima é através da inteligência emocional, que acaba sendo o resultado do educar do cérebro, um gera o outro, num circuito reverberativo.

A inteligência emocional, segundo Daniel Goleman, possui cinco áreas de habilidades, (embora numa perspectiva de marketing, possa ser adapatada aos relacionamentos de uma forma geral):
1-Auto-Conhecimento Emocional - reconhecer um sentimento enquanto ele ocorre é a chave da inteligência emocional . A falta de habilidade em reconhecer nossos verdadeiros sentimentos deixa-nos a merce de nossas emoções. Pessoas com esta habilidade são melhores pilotos de suas vidas.
2-Controle Emocional, a habilidade de lidar com seus próprios sentimentos, adequando-os para a situação. Pessoas pobres nesta habilidade afundam constantemente em sentimentos de incerteza, enquanto aquelas com melhor controle emocional tendem a recuperar-se mais rapidamente dos reveses e contratempos da vida.
3-Auto-Motivação. Dirigir emoções a serviço de um objetivo é essencial para manter-se caminhando sempre em busca, para a automotivação, para manter-se sempre no controle e para manter a mente criativa na busca de soluções. Auto-controle emocional, sabendo praticar gratificação prorrogada e contorlando impulsos, favorece aperfeiçoamento de todos os tipos. Pessoas que tem esta habilidade tendem a ser mais produtivas e eficazes, qualquer que seja seu empreendimento.
4-Reconhecimento de emoções em outras pessoas. Empatia, outra habilidade que constrói auto-conhecimento emocional. Esta habilidade permite as pessoas reconhecer necessidades e desejos de outros, permitindo-lhes relacionamentos mais eficazes.
5-Habilidade em relacionamentos inter-pessoais. A arte do relacionamento é, em grande parte, a habilidade de gerenciar sentimentos em outros. Esta habilidade é a base de sustentação de popularidade, liderança e eficiência interpessoal . Pessoas com esta habilidade são mais eficazes em tudo que é baseado na interação entre pessoas. São estrelas sociais.
As três primeiras acima referem-se a Inteligência Intra-Pessoal (É a capacidade de formar um modelo verdadeiro e preciso de si mesmo e usá-lo de forma efetiva e construtiva.. As duas últimas, a Inteligência Inter-Pessoal (é a habilidade de entender outras pessoas: o que as motiva, como trabalham, como trabalhar cooperativamente com elas).

Em síntese, a inteligência emocional é:
*Auto consciência;
*Administração de sentimentos aflitivos;
*Manutenção do otimismo;
*Perseverança, apesar das frustrações;
*Aumento da empatia;
*Cooperação, envolvimento e
*Capacidade de motivar a si mesmo.

As emoções possuem significados próprios:
*Ira - sensação de perigo, de injustiça, de humilhação, de ameaça à autoestima, à dignidade
*Medo - os centros emocionais disparam hormônios, o sangue vai para os músculos do esqueleto, impulsionando-o a correr, fugir
*Felicidade - a pessoa experimenta a tranqüilidade, o repouso, o entusiasmo e mostra disposição para tarefas imediatas, para marchar rumo às metas
*Paixão - uma sensação de descontrole total, não somos donos de nossos atos, entorpecimento.
*Amor - sentimentos afetuosos, de relaxamento, calma e satisfação, facilitando especialmente a cooperação
*Surpresa - que permite ver mais, aumentando a quantidade de luz na retina
*Tristeza - faz fixar a atenção no que se perdeu, mina a energia para começar coisas novas
*Depressão - gera um senso de inutilidade, a ausência de alegria, confusão, falta de memória, incapacidade de dormir, desalento, apatia


As lições aprendidas na infância vão modelar os circuitos emocionais, porém estes podem ser moldadados, através da educação do cérebro, de forma a transformar uma emoção negativa em positiva, ou equilibrá-la, porque a emoção negativa interfere com a atenção, concentração, afeta a capacidade de aprender, afeta a compreensão (pessoas ansiosas, zangadas ou deprimidas não refletem) e baixa o rendimento, como a preocupação faz.
As emoções negativas geram alterações no organismo, segundo alguns pesquisadores:
*O pânico e a ansiedade aumentam a pressão sanguínea
*Tristeza, pessimismo, hostilidade, ceticismo e desconfiança aumentam o risco de doenças como artrite, asma, úlcera, dor de cabeça. *A hostilidade faz aumentar a propensão à doença cardíaca.
Para combater estes danos, por exemplo a hostilidade deve-se aprender a amaciar a atitude, regulando a raiva no começo, a ira através da empatia, o sorriso é o maior e mais barato remédio que existe.(compilado e adaptado de http://www.veiga.net/aulas/emocional.htm)


O cérebro humano é composto por 2 hemisférios:

1- Esquerdo=> Racional, lógico, dá ênfase a Linguagem, a lógica, aos números, a Matemática, sequência, as plalavras.

2- Direito => Emocional, pouco lógico, enfatiza a rima, o ritmo, a pintura, imaginação, modelos
A teoria da dominância dos hemisférios cerebrais pressupõe que umas pessoas desenvolvem mais o esquerdo, outras o direito, mas o ideal é que não haja um predomínio, que ambos os hemisférios sejam estimulados e desenvolvidos, daí a educação emocional, através do reconhecimento dos sentimentos, da empatia, do autocontrole das emoções, da reparação dos danos emocionais (conflito) e da integração emocional e interatividade. a propósito disso há alguns anos atrás a UERJ ministrava um curso de inglês baseado no método de aprendizagem acelerativa, através da motivação, num simpósio internacional que sediou, proporcionou um evento, Maratona de Motivação, onde os interessados tiveram um dia com vários exercícios de relaxamento, alguns tiveram facilidade em entrar em transe (estado modificado da consciência) um dos participantes viveu com tamanho realismo, que no percurso induzido mentalmente, escorregou e quando "regressou" sentiu dor sobre o braço que havia sofrido traumatismo na queda, sendo reconduzido pelo orientador ao percurso, que o orientou para que voltasse até antes da queda e imaginasse que saltou por cima do obstáculo, quando foi "trazido de volta", já não sentia nenhuma dor. Também proporcionou uma sessão de Musicoterapia, onde os participantes apresentavam os respectivos nomes num ritmo musical de sua preferência, que traduzisse instantaneamente suas características, depois o orientador dizia as características de cada nome pronunciado, acertando em todos. Nessa sessão houve relatos de como pessoas haviam combatido doenças, inclusive de câncer, com sessões de musicoterapia.

Foi uma experiência fascinante!

Tudo isso reforça que as emoções tanto podem gerar saúde como doença, da mesma forma que a razão pode gerar saúde quando em comunhão com as emoções, porém igualmente pode gerar doenças se sufocar as emoções. Assim a inteligência emocional é o resultado de uma educação do cérebro, sendo ela fonte geradora dessa mesma educação.

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Alterações climáticas ...interferência direta no ciclo da água

Palavra puxa palavra, ao fazer referência ao ciclo da água, o interesse voltou-se justamente para esse fenômeno que ocorre na natureza onde a pesquisa levou ao encontro deste site http://web.educom.pt/pr1305/agua_ciclo.htm (escrito numa linguagem simples para as crianças), onde encontra-se uma apresentação em powerpoint que mostra esse ciclo (http://web.educom.pt/pr1305/agua_ciclo.ppt ), trazendo para o presente recordação do passado, também nele encontra-se um resumo, para "refrescar" a memória de um conhecimento remoto:
"A água circula continuamente na Natureza, podendo passar pelos diferentes estados - sólido líquido e gasoso. Devido ao calor do sol a água dos oceanos mares, rios e lagos passa lentamente do estado gasoso, isto é evapora-se e vai para a atmosfera. O vapor de água ma atmosfera arrefece e condensa-se, isto é, transforma-se em pequenas gotas de água, formando as nuvens. Depois a água volta novamente à superfície terrestre sob a forma de precipitação - chuva, neve ou granizo. Uma parte cai directamente nos oceanos, mares rios e lagos, outra escorre à superfície terrestre e outra infiltra-se no solo, formando lençóis de água subterrâneos. A água absorvida pelo solo passa para as plantas, que a absorvem pelas raízes. Os animais obtêm a água consumindo as plantas ou bebendo nos rios, riachos e fontes. Pela respiração e transpiração dos organismos, a água regressa de novo à atmosfera. Assim, o ciclo repete-se continuamente, mantendo-se mais ou menos contante a quantidade de água no nosso planeta. Existe uma circulação de água da superfície terrestre para a atmosfera e desta para a superfície da Terra. Isto significa que grande parte da água que a Terra perde por evaporação, volta à Terra com a chuva, a neve e o granizo".


O trazer à memória esse conhecimento básico sobre água leva a que se reflita sobre o que está acontecendo no nosso Planeta Terra, este relato encontrado, correlaciona os atos realizados pelo Homem e alteração do ciclo da água, com consequências nefastas para o Planeta.


"Desde o final dos anos 1980, não resta dúvida de que a poluição lançada na atmosfera principalmente pelos países ricos está contribuindo para o aquecimento do planeta. Também já se tem certeza do aumento da frequência de eventos climáticos extremos para as próximas décadas. Outro ponto pacífico é o de que o desmatamento nos países pobres também contribui de forma significativa para as emissões de carbono, um dos principais responsáveis pelo efeito-estufa. Com base nas evidências de que as florestas tropicais também têm papel importante na estabilidade do clima, o governo brasileiro apresentou uma proposta de redução do desmatamento a ser compensada com recursos dos países ricos, durante a 12ª Conferências das Partes sobre a Convenção de Clima, que está acontecendo neste mês de Novembro, no Quênia. É consenso na comunidade internacional de que há indícios suficientes para afirmar que já estaríamos vivendo os efeitos das mudanças climáticas.
Apesar de tudo disso, um dos argumentos usados pelo governo dos Estados Unidos para ficar de fora do Protocolo de Kyoto, tratado internacional sobre o tema, é de que não se tem certeza científica sobre a contribuição do aumento da temperatura da Terra para vários dos desastres “naturais” ocorridos nos últimos anos em locais inesperados, como as seguidas ondas de calor na Europa, a seca prolongada na Amazônia e a sequência de furacões na costa do Caribe, entre outros. O discurso leva em conta que os modelos matemáticos usados pelos meteorologistas são elaborados com base em séries históricas sobre o comportamento médio da atmosfera no passado e não são capazes de prever episódios climáticos específicos. Na verdade, o governo de George W. Bush já chegou a defender em alguns debates que não haveria certeza nem mesmo da contribuição da poluição para as alterações no clima.

Nobre: o clima está em mudança de maneira acelerada. O desmatamento tinha de ser zero pelo menos já há dez anos. De fato, ainda não é possível relacionar diretamente eventos específicos, como inundações e tornados, com as grandes alterações pelas quais passa o clima. Apesar disso, vários especialistas começam a assumir uma postura mais ativa no debate sobre o assunto tendo em vista as possíveis conseqüências catastróficas do aquecimento planetário. No Brasil, o pesquisador Antônio Nobre é um dos que acredita que não há mais tempo para esperar por comprovações inequívocas sobre as causas de certos fenômenos e cobra dos cientistas a obrigação de alertar a sociedade sobre os problemas ambientais. Representante do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Nobre é autor de um trabalho que demonstra que a Amazônia é um sistema auto-regulado capaz de capturar humidade do Oceano Atlântico para manter a estabilidade do clima e do regime de chuvas da América do Sul a leste dos Andes. Doutor em Biogeoquímica, ele acredita que é necessário não apenas suspender o desmatamento na floresta amazônica, mas começar a recuperá-la imediatamente sob pena de incorrermos no que considera um “custo impagável” para as populações do continente
.
Diante deste relato não há mais nada a dizer, apenas refletir sobre os nossos atos em relação ao Planeta em que vivemos.

Auto-ajuda uma forma de ajuda ou de obtenção de lucro?

Uma tema surgido após ler o post no blog dalailam e enquanto escrevia o comentário, isto gerou a necessidade de escrever, jamais como uma crítica e sim como um momento reflexivo, salientando os pontos concordantes e discordantes, que aliás foi deixado sob a forma de comentário ao post.
Os pontos concordantes são relativos aos livros de auto ajuda serem antes de tudo fonte de obtenção de lucros e não propriamente de real interesse pelo bem estar daqueles que muitas vezes buscam, obsessivamente, este tipo de literatura para aliviar um sofrimento profundo, embora não podemos generalizar ou nivelar tudo pela mesma medida, para não sermos injustos, porque nem todos os autores desse tipo de livro o fazem visando o lucro e sim, imbuídos do amor ao próximo, procuram dar o seu contributo para tentar aliviar o sofrimento de quem está precisando de ajuda, como também foi ressaltado nesse mesmo post. Também houve concordância de que há um crescimento quase que exponencial de livros de auto ajuda, bem como do número de antidepressivos vendidos, bem como em relação aos autores que vendem fórmulas mágicas de auto ajuda, mas que não as aplicam a si mesmos.

Existe um ditado popular: "se conselho fosse bom não se dava, vendia-se", pessoalmente alterei-o, se conselho fosse bom não se dava, seguia-se, visto que normalmente quem aconselha nem sempre segue. Portanto sempre que procuro ajudar alguém convido-o a refletirmos juntos ao invés de dar conselhos, para que o próprio interiorize e seja seu próprio conselheiro.

Isso faz recordar outro ditado atribuído aos padres "olha para o que eu digo não olhes para o que eu faço". Passível de contestação, pessoalmente, acredito que as ações devam ser coerentes com as palavras, que força podem ter as palavras, por exemplo, de um médico que diz ao seu paciente para não fumar por causa dos malefícios para a saúde, quando este fuma, o que é inconcebível, mais ainda quando muitas vezes, até na presença do paciente.

Os pontos discordantes são relativos a considerar que a auto ajuda não ajuda, porque existem situações em que ela é fundamental, principalmente, quando a causa do problema reside numa falta de auto estima ou numa baixa da mesma que pode gerar quadros depressivos, não que os livros de auto ajuda tenham um fórmula mágica para que a pessoa resolva essa situação, não porque o que é verdade para uns não o é para outros, mas dão pistas para que através da reflexão em cima do que foi lido possa encontrar a sua fórmula mágica pessoal. Uns conseguem esta fórmula através de meditação, portanto dentro de si mesmos, outros precisam buscar fora através de livros ou meditação orientada ou por hipnose, porque não o conseguem sozinhos.
Contudo, o consumo de antidepressivos passou a ser abusivo, parece que é o sinal dos tempos em que vivemos, a culpa recai maioritariamente sobre aqueles que o prescrevem, porém muitas das vezes isso se dá pela forte pressão do doente que não quer outro tratamento que não o comprimidinho, aliás, hoje em dia as pessoas parecem que se alimentam de "comprimidinhos" ao invés dos nutrientes necessários à manutenção da saúde. Querem vitaminas em comprimidos, por exemplo, mas não as querem através da fruta (é mais pratico ingerir um comprimido, do que descascar e mastigar uma peça de fruta); meditar, refletir? não há tempo, há que ter fórmulas mágicas pronta a seguir "ter a papinha feita" sem muito trabalho, daí a busca nos livros de auto ajuda, mas esquecem de que os "comprimidinhos" e os livros, são acessórios, o fundamental depende de cada um, do trabalho e empenho pessoal, porque, segundo penso, sem esforço, só a chuva que cai do céu, mas mesmo assim precisa das nuvens, do mar e todo o fenômeno físico envolvido no chamado ciclo da água.

terça-feira, 21 de abril de 2009

Perfeição...uma escalada para o infinito!

Refletindo sobre um comentário deixado pela Lola no post "comentários no blog...", onde mencionou a perfeição ser "algo ilusório", surgiu a recordação sobre a reflexão relativa à perfeição:
A perfeição pode ser comparada como uma escada infinita, quando estamos num degrau visualizamos aquilo que seria o patamar ou o fim da escada, traçamos metas e definimos objetivos, superamos os obstáculos e quando atingimos esse patamar, mas ao alcançá-lo, vislumbramos mais uma série de degraus degrau e outro patamar a ser alcançado e assim sucessivamente. Exatamente quando avistamos um monte, pico ou cume elevado, temos a falsa noção de que se o escalarmos até o seu pico máximo conseguiríamos ver todo o horizonte ao redor, "ter o mundo aos pés", porém não é assim, porque logo avistamos um outro pico mais elevado que não nos deixa ver através dele. Poderemos ir de um em um escalando um pico que ao atingirmos seu cume visualizamos outro e mais outro e assim sucessivamente.
Tudo isso demonstra que a perfeição não é algo atingível, porque é um equilíbrio dinâmico, quando conseguimos nos aproximar, logo afasta-se para mais longe de nós, fazendo com que retomemos o caminho para tentar alcançá-la, quanto mais nos aproximamos, mais percebemos a distância que nos separa dela.
Exatamente como o auto-conhecimento, quando mais nos conhecemos, mais nos distanciamos de nós próprios, menos nos reconhecemos, por vezes isso pode traduzir que estamos subindo os degraus e nos aproximando da perfeição ou pode significar que estamos descendo os degraus para nos tornamrmos mais imperfeitos ainda.
Contudo, não significa que devemos deixar de buscar a perfeição naquilo que fazemos, pelo contrário devemos tentar o mais próximos possível, tendo-a sempre na linha do nosso horizonte, se não a tivermos no nosso ângulo de visão, significa que não demos o nosso melhor, ficamos aquém daquilo que poderíamos ter realizado ou ter sido.

Por do Sol...momento de mágica beleza

Há dias comentando sobre o Por do Sol, com surpresa reparei que nunca havia escrito sobre esse fenômeno que sempre me atraiu, desde o inicio da adolescência, talvez por ser difícil de traduzir por palavras aquilo que se sente no mais fundo de nós.
O Por do Sol é um espetáculo único que reúne beleza, cor, magia, magnetismo, poder, inspiração, romantismo, quando parece confundir-se com o mar na linha do horizonte.
Até algum tempo atrás, as férias eram passadas onde houvesse mar, sol, calor, extensão de areia em praias pouco frequentadas, (por ter passado a época alta) para poder interagir com esses entes da natureza, ouvindo os seus sons no silêncio e assim poder ouvir o som do próprio interior.
Em cada lugar visitado: Ilha de Paquetá (Rio de Janeiro), Ilha de Itaparica (Bahia), Costa da Caparica (Portugal, imagem apresentada) Palma de Maiorca, Ibiza, Tenerife, Gran Canária, Lanzarote, Fuerte Ventura (ilhas balneares de Espanha) o Por do Sol revelou-se único, porém muitas vezes desperdiçado na tentativa de o reter para sempre através da fotografia, que tolo engano, a fotografia só revela a parte da beleza pela tonalidade que adquire e os contrastes que apresentam, porém não consegue transmitir aquilo que se sente, ficamos como que hipnotizados, encantados, fascinados, que nem a nossa razão consegue objetivar, sensação semelhante aquela que o amor proporciona.
O Por do Sol seja ele no mar ou por detrás de um monte empresta um tom dourado a tudo que está sob seu domínio, como se tudo fosse coberto de ouro, sendo inspirador para traçar planos e desenhar sonhos, com a convicção de que não existem limites ou barreiras, tal é o poder e a energia positiva emanadas em tão magnífico espetáculo, como se o Universo apontasse o rumo.