Seja Bem Vindo!


Sua visita me deixou muito feliz...

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Amor & Emoção x Razão


quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Amor não se diz com palavras...demonstra-se com gestos!

Confúcio estava certo ao dizer “uma imagem vale mais do que mil palavras”, muito se diz em relação ao amor ser a base da vida, existem muitos chavões, muitos “clichés”, muitas “dicas” que incluem o amor, enfim mil palavras, mas que na prática não é encontrado, até mesmo por quem está falando ou dando dicas sobre.
A pessoa que tem amor em seu coração não o diz por palavras, demonstra por seus pequenos gestos, como nessa imagem enviada através do correio eletrônico por um amigo.
Quando observei a imagem, a ternura num rosto cansado de alguém que esteve no exercício da sua profissão, combatendo um incêndio devastador na Austrália e o gesto de gratidão do animalzinho colocando a sua patinha sobre a mão do homem que lhe dá água, pus em revista quantas vezes fui protagonista de cenas de ternura e gratidão como estas, foi com imensa tristeza que constatei que ao longo da vida, as palavras foram muitas, mas os gestos foram poucos. Felizmente há uma cena semelhante, um cãozinho com aspecto infeliz, após receber Reiki pôs-se a lamber as mãos que outrora transmitiram a energia cósmica, demonstrando uma gratidão que causou sensação maravilhosa da presença do amor, poucas vezes sentida, talvez porque os gestos não tenham sido muitos que motivassem essa demonstração.
O amor não necessita de palavras, sente-se e demonstra-se nos pequenos gestos da vida quotidiana. Só quem tem o amor em seu coração é capaz de um gesto de ternura e conforto para alívio daquele que sofre, com total desprendimento, que supera até o próprio cansaço ou sofrimento, retrato disso é o amor de Jesus Cristo, cordeiro imolado, que morreu pregado na cruz para nos salvar e nos dar a vida eterna. Outro retrato desse amor é o de uma mãe que apesar do cansaço ou de algum sofrimento, renuncia aos seus sonhos, esquece-se de si mesma para atender ao filho que chora.
Quem ama não o diz por palavras, demonstra-o por simples gestos no dia-a-dia da vida, de forma quase que anônima que por vezes nem um gesto de carinho, reconhecimento ou gratidão recebe em troca.
Seria maravilhoso se todos, principalmente os que muito falam ou cobram em termos de amor, a qual me incluo, falassem menos e o demonstrassem mais nas diversas situações da vida, como o demonstrou esse bombeiro que lembrou-se do animalzinho que escapou das chamas devastadora da floresta pudesse, estar com sede ou desidratado e lhe ofereceu água, talvez ele próprio estivesse com sede, mas primeiro pensou no outro ser que reconheceu tal gesto, retribuindo, colocando a patinha sobre aquela mão abençoada que o estava ajudando.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Ser humano...esse ser emocionalmente instável!

O ser humano é um ser inconstante em termos de humor, porém tem seres que apresentam uma alternância tão acentuada que num dia estão flutuando no paraíso no outro dia estão mergulhados no inferno.
Há situações em que dentro de nós mesmos existia uma tempestade que é substituída pela bonança, nessa altura vê que o inferno em que estava, foi criado pela própria pessoa. Após conseguir detectar isso, traçam-se metas a atingir através da mudança de atitude e comportamento, as forças aumentam, a serenidade retorna, até surgir outra tempestade e o inferno voltar a surgir, em consequência tudo que ficou determinado anteriormente parece nunca ter existido.
Esta flutuação entre os extremos causa um desgaste espiritual acentuado, principalmente quando as atitudes são contrárias àquela que gostaria de alcançar. A expressão que passa pela cabeça é “quanto mais eu rezo mais assombração me aparece”, quando pedimos e desejamos …
…a paz, mas vivemos em guerra;
…o equilíbrio mas, constantemente, é em desequilíbrio que estamos;
…a serenidade, mas vivemos num turbilhão de emoções, principalmente negativas;
... a compreensão, mas é a incompreensão que vigora;
... a capacidade, mas constatamos a ausência dela;
... ser um porto seguro para alguém, mas na verdade transmitimos inconstância e pouca solidez;
... a luz, mas vivemos nas trevas;
... a concórdia e a harmonia, mas semeamos a discórdia, ainda que involuntariamente;
... a ponderação e reflexão antes de agir ou dizer algo, mas somos "pavio curto", ou "fervemos em pouca água"


Essa luta interior entre o que se idealiza e o que se realiza por vezes é tão desgastante que o estado do humor passa a ser constantemente depressivo, tendo como companheiros o desânimo e a frustração, embora uma força extra se interponha quando a situação atinge o limite do suportável, contra balançando, de forma a que, haja uma recuperação da esperança de conseguirmos retornar ao caminho, dando seguimento na luta pela realização das metas, estabelecidas anteriormente. Como nas ondas do mar ou numa montanha russa, uma sucessão de picos (paraíso) e depressões (inferno).

sábado, 17 de outubro de 2009

Coração...esse baú de emoções!

Coração… esse baú de emoções que cada pessoa carrega, um baú de emoções guardadas através do tempo. Por vezes algo faz com que esse baú abra-se espontaneamente e liberte algumas dessas emoções armazenadas, até mesmo esquecidas. Outras vezes somos nós próprios que sentimos necessidade de abrirmos esse baú deixando que as emoções, sejam libertadas e nos envolvam, modificando o momento que atravessamos. Há momentos em que esse baú encontra-se tão abarrotado de emoções que fica a ponto de explodir o que nos leva a buscarmos válvulas de escape que pode ser as lágrimas rolarem pelo rosto, recordar o momento passado, escrever sobre elas, bater papo (tomar um “porre” sem álcool, isto é falar o que se passa na mente, sem censura ou limitações) para aliviar essa pressão, mudando as emoções, criando novas e transferindo as velhas para outro compartimento, para uma espécie de arquivo morto.
No coração, baú das emoções, encontram-se as positivas, como as ditadas pelo amor, que nos fazem sorrir, chorar de felicidade e sonhar ou fantasiar, que nos impulsionam e causam motivação para viver, mas também encontram-se as negativas, ditadas pelas injustiças, revolta, mágoas, culpas que fazem as lágrimas rolarem de tristeza, dor, sofrimento, tirando a motivação e entusiasmo pela vida., no momento em que voltam a ser libertadas.

Existem emoções despertadas por acontecimentos fascinantes que nos fazem flutuar nas nuvens, como saber que alguém, passados muitos anos de distância, não só se lembra de nós, como revela que na altura em que se distanciaram nos amava. Saber que alguém, especialmente maravilhoso, não se esqueceu de nós é muito gratificante e já por si só nos faz flutuar, mas saber que alguém nos amou nos eleva de tal forma que, temos a sensação de flutuar ao invés de caminhar todas as vezes que recordamos o momento em que isso foi revelado, voltamos a ficar atónito, perplexos e novamente cresce dentro de nós, a sensação maravilhosa de sermos especial e abençoados por Deus.

Lembrar dessas emoções maravilhosas, quando estamos rodeados de emoções negativas, nos momentos em que nos sentimos tão "em baixo de forma", sufocados pela dor de uma injusta, da revolta, da tristeza profunda ou porque novos acontecimentos trazem à tona culpas que assumimos, que até possam não ter razão de existir na realidade, mas que nos fazem sentir um zero a esquerda, nos devolve a serenidade e nos faz sentir que pelo menos em algum momento nós fomos importantes e tivemos valor para alguém, mesmo que no fundo saibamos que esse alguém nos atribuiu um valor exagerado ditado pelo coração e não pela realidade.

Seria fantástico, uma preciosidade, se conseguíssemos encher o nosso "baú de emoções" somente com o amor e dele extrair só compreensão, justiça, respeito, tolerância, paciência, perdão e emoção positiva que nos faz flutuar sobre os problemas, os obstáculos, assim sendo os conflitos, as desigualdades, as injustiças sociais ou laborais e as guerras deixariam de existir sobre Terra.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Reunião de serviço... algumas, pura perda de tempo!

Para que servem as reuniões de serviço?
Supostamente para serem fornecidas as orientações técnicas, as orientações normativas e informativas, além de elaboração de estratégias e projectos a serem desenvolvidos e implementados. Tudo isso para que haja um bom desempenho das actividades ou funções pertinentes ao serviço e que estas sejam realizadas com qualidade, eficiência e eficácia.
Lamentavelmente, não é isso que aconteceu nas reuniões participadas ao longo da vida. Essas reuniões acabaram sendo hostis, um “lavar roupa suja” que em nada contribuíram para o desenvolvimento e o aprimoramento dos profissionais e nem do serviço em si, apenas criaram um ambiente desagradável de desconfiança, hostilidade, conflituoso. As propostas bem como as estratégias foram apresentadas de forma caótica, sem estruturação, sem bases sólidas, normalmente uma casa começa-se pelo placa e o arcabouço de sustentação e por fim o telhado, porém, o que se tem visto nessas reuniões é que começa-se pelo telhado, depois os pilares de sustentação e por fim a base. É um arrumar tudo “para a fotografia” ou então “varrer a sujeira para debaixo do tapete” para que não esteja visível.
Lamentavelmente nessas reuniões todas as decisões, ordens superiores, todas as propostas e planos são transmitidas verbalmente e na hora em que surge algum problema, ninguém assume, consolidando a velha expressão: “filho feio não tem pai”. Se é uma empresa pública ou estatal, então parece que o quadro torna-se mais negro, a resposta é “são ordens superiores”, mas não está especificado de quem partiu e os funcionários têm que obedecer como carneirinhos, aceitando sem questionar, sem ver a sua aplicabilidade, ou se não implica consequências danosas para alguém ou para outra instituição, aqui coloca-se a questão: se existe uma “ordem” superior, não registrada em nenhum documento ou até mesmo que estivesse, que os funcionários deverão atirar-se pela janela, então todos um a um vão assim procedendo? Esse exemplo é um exagero, uma caricatura, mas aponta para que as coisas não devem ser aceitas sem questionar a sua isenção, correção, funcionalidade e aplicabilidade, vamos que um superior hierárquico seja movido por interesses pessoais, gananciosos, políticos, os funcionários ao aceitarem suas determinações estão sendo cúmplices, responderão pelos seus atos, embora “fiquem com a fama sem tirar proveito”.
Quando aceitamos as determinações superiores, sem questionarmos ou sem deixarmos vincada a nossa posição de não concordarmos com elas, estamos compactuando para que o que é errado ou incorreto, jamais seja corrigido, muito pelo contrário estamos contribuindo para que se perpetue. Lembrar sempre que tanto é chamado à responsabilidade de seus atos quem manda assim como quem executa.
Quando não concordarmos mas não tivermos alternativas, devemos deixar registrado na ata que não concorda com tal medida, orientação ou ordem dada hierarquicamente se for por escrito e assinada, caso seja verbal, devemos exigir que seja dado por escrito, devidamente assinada.
Devemos fazer a oração da serenidade, antes das decisões difíceis: “Senhor me dê serenidade para aceitar aquilo que não posso mudar, coragem para mudar o que posso mudar e sabedoria para discernir quando é um o outro”.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

O mendigo sábio!

A vida às vezes nos mostra o quanto corremos e fazemos as coisas tão mecânicamente que nem nos apercebemos de algumas nuances. Quantas vezes passamos por um mendigo/ um pedinte que estende a mão colocamos uma "moedinha" sem nem olharmos para ele quanto mais falarmos ou sorrirmos. Mas recentemente uma cena fez com que olhasse mais atentamente, porque ao colocar a moeda ouviu"Só faltava o seu", uma expressão diferente, que personalizou um gesto comum, nesse momento estabeleceu-se uma interação, que fez com que reparasse no bonito sorriso daquele ser humano iluminando seu rosto que estava em condições precárias de higiene, mas nem por isso deixou de acrescentar "tristezas não pagam dívidas" e continuou você para estar de preto deve estar triste, mas o passado passou tem que olhar para frente, para a vida", nesse momento foi impossível impedir que uma lágrima rolasse pela face misturando-se ao sorriso, acompanhando um "obrigado" porque essas simples, mas sábias palavras, tocaram fundo. O desejo era de reencontrar esse pedinte, convidá-lo para uma refeição e conversar, ouvir a sua história, mas nunca mais esteve no sítio aonde esteve.

Essa cena fez recordar o livro "Saga de um Pensador" de Augusto Cury, onde descreve o encontro do personagem central, Marco Polo, um estudante do 1º ano de medicina com um mendigo, um filósofo, que fora um homem bem conceituado na sociedade, que lhe mostra o outro lado que não vemos quando olhamos para um mendigo/pedinte/ um sem abrigo. Além de em outra parte, descrever a chocante revelação do cadáver de um indigente que estava sendo dissecado no teatro anatômico, ser um professor afamado daquela faculdade, cujo retrato estava justamente colocado na parede desse teatro anatômico. Mostrando o respeito que se deve ter para com os outros independentemente de ser uma pessoa encontrada na rua ou ser alguém conceituado e de grande prestígio social.

Essa cena também fez recordar e mostrar que a condição social não traduz felicidade, alegria ou sabedoria, às vezes encontramos um sorriso no rosto daquele que aparentemente é um miserável e que não teria motivos para sorrir e outras vezes encontramos pessoas que são ricas, têm tudo que o dinheiro possa comprar, mas nem se quer um esboço de sorriso conseguimos ver em seu rosto. Assim como encontramos sabedoria nas pessoas que não são letradas e não encontramos essa mesma sabedoria nos catedráticos, nos "supra sumos" do conhecimento.

Isto deveria levar a que refletíssemos mais sobre a nossa maneira de estarmos na vida, de não super valorizarmos as aparências e não super dimensionarmos os problemas ou o ter e valorizarmos gestos simples como um sorriso, um carinho, um abraço, uma palavra, que pode fazer toda a diferença para alguém em determinado momento, em especial quando atravessa um período difícil e até mesmo esteja à beira de um abismo, desnorteado, desesperado ou desesperançado. E quando dermos uma esmola a alguém que o nosso gesto seja de amor e respeito para aquele que tem menos haveres do que nós e não um gesto autômato ou de superioridade em relação ao outro, que muitas vezes é pobre no ter, mas é rico no ser.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Derrapagens da vida....espinhos no mar de rosas!

A vida aparenta-se para alguns como um mar de rosas e para outros como um mar de espinhos. Essa desigualdade nem sempre corresponde á realidade. Há pessoas que parecem tropeçar em problemas, e atrair o azar para junto de si, há outras que parecem que não têm problemas, que a sorte as bafeja e o azar nunca as atingem.
Mas será assim tão linear, de um lado pessoas com sorte e do outro, pessoas sem sorte? Não parece que seja assim, embora, possam existir pessoas que conquistam suas metas com menos esforços e outras com mais, mas isso é inerente às características individuais de cada um e como cada um reage e age frente aos obstáculos da vida. Exemplo disso é a notícia recentemente divulgada na comunicação social a cerca de um número elevado de suicídios de funcionários de uma empresa de telecomunicações na França tendo como origem o clima de stress face a estratégia administrativa implantando o regime de mobilização do s funcionários. O clima de tensão e de stress existente no ambiente de trabalho pode gerar uma tensão psicológica tão elevada que, alguns não conseguem suportar, mas isso está relacionado justamente com as características de cada um, caso contrário o número de suicídios seria em maior número. Todos os funcionários estiveram submetidos ao mesmo clima, mas nem todos foram atingidos de forma fatal., aqui entra a forma individual de cada um lidar com o stress, daí acharmos que alguns são uns azarados e os outros uns felizardos, achando que estes não tiveram obstáculos e que aqueles esbarraram em todos os obstáculos, mas não tem haver com o ter ou não obstáculos e sim como a forma com que se encara os mesmos..



Houve um período na vida em que a frase: “dia de muito véspera de nada” foi muito utilizada, assim como a expressão “ sou azarada, tudo me acontece”, mas cada vez que essas expressões eram utilizadas, parece que mais tinham que ser pronunciadas, até que um dia esse círculo vicioso foi quebrado, através da modificação das expressões: “dia de muito, véspera de muito mais”, substituição da palavra azar para falta de sorte, parecendo que não azar é mais “pesado” do que falta de sorte e a pergunta “que mais falta acontecer?” na sequência de acontecimentos menos favoráveis uma forma de desafio provocatório expressando um grito de desabafo, achando que tudo de ruim já teria esgotado, mas não, essa pergunta não deve ser feita nesse momento, porque sempre pode acontecer algo mais atraído justamente por essa onda negativa instalada.
Porém recentemente houve a tentação de fazer a pergunta numa sequência de episódios desagradáveis num dia só (queda absurda, roubo dos documentos e dinheiro) e de achar que havia uma maré de azar, quando 1 semana depois., se é confrontado com uma situação desfavorável de mudanças radicais em termos laborais no regresso de férias. Apesar disso tudo a expressão não foi dita e a pergunta não foi feita, é claro que no momento há uma explosão de sentimentos de raiva, cólera, revolta, expressando a nossa mágoa e o ferimento profundo que atingiu o âmago do nosso ser, as derrapagens ao longo da vida desfilam no horizonte e vemos que poucas pessoas ou talvez ninguém tenha se apercebido delas e nos olhos como se não tivéssemos tido nenhum obstáculo na vida.
Vendo esses contraste das derrapagens que sofremos no passado, que deixaram marcas nas entranhas do nosso ser, mas que externamente são pouco perceptíveis, uma força interior impulsiona a que nos levantemos do chão em que nos encontramos no presente, sacudamos a poeira, arregacemos as mangas e vamos à luta e tentar reverter em nosso favor, ou minorar os prejuízos, por um lado juntando os pedacinhos que ficaram espalhados no chão”, por outro lado tentar organizar e por ordem ao caos, a bagunça e a desordem com que foi confrontado. Não adianta ficar num canto “lambendo ferida” sentindo-se vítima ou coitadinho (mesmo porque “coitadinho é filho de ratinho que nasce peladinho”, conforme a expressão aprendida e usada na Cidade Maravilhosa) .


As derrapagens (obstáculos) da vida nada mais são que os espinhos no mar de rosas, que por mais contracenso que possa parecer nos protegem e nos fortalecem para enfrentar os obstáculos maiores e nos permitem desabrochar no jardim, por vezes deserto árido da vida.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Profissão...uma manifestação de Deus!

Se todos decidissem ser missionário ou apóstolo de Cristo como seria?
Na Doutrina Católica aprendermos que Jesus nos convida a segui-lo, isso não significa que todos deveriam deixar a sua vida literalmente para o fazê-lo, deveríamos sim fazer da nossa vida o caminho que leva até Ele. Existe uma música cantada pelo coro de uma igreja que diz: "Deus precisa de ti amigo...Deus precisa do teu olhar...Deus precisa das tuas mãos..." que mostra que Deus manifesta-se através de nós:
Dá-nos a cura das doenças através dos cientistas, médicos, dentista, psicólogos, enfermeiros fisioterapeutas, e nuticionistas;
Dá-nos um teto através dos engenheiros, pedreiros, carpinteiros, ferreiros, pintores;
Dá-nos conforto material através dos arquitectos, decoradores; Dos vendedores e revendedores; Dá-nos conforto espiritual através dos padres, missionários, religiosos, dos amigos;
Dá-nos o que comer e o que beber através da natureza, dos agricultores ou lavradores, dos agrônomos;
Dá-nos riqueza através dos recursos naturais, geridos pelos economistas e gestores, extraídos pelos mineiros, garimpeiros;
Dá-nos ensinamentos através dos professores, catequistas, missionários;
Dá-nos limpeza através dos lixeiros, garis, faixineiros;
Dá-nos distração, divertimento, passatempo, através dos atores, cantores, compositores, roteiristas, dramaturgos, coreógrafos;
Dá-nos beleza através da natureza, do artista, escultor, pintor, desenhador, fotógrafo, maquiador, esteticista;
Dá-nos o que vestir através da natureza, dos costureiros, do estilista, do sapateiro;
Dá-nos informação, comunicação através do rádio, televisão, computadores, dos jornalistas, do marketing, dos administrativos;
Dá-nos justiça e proteção através dos juristas, advogados, magistrados, agentes policiais e bombeiros;
Dá-nos transporte através dos operários que fabricam carros, navios, avião, trem, dos respectivos condutores: maquinistas, pilotos, motoristas, comandantes e respectiva tripulação;

Todos nós ao nascer recebemos pelo menos um dom, uma habilidade, uma vocação para aprender, praticar, viver e nos tornarmos as mãos, os braços, as pernas, os ouvidos, os olhos, a boca, o coração e a mente de Deus, na dimensão terrena.

Devemos nos lembrar sempre que cada profissional é o representante de Deus no seu ramo de atividade e que esta deveria ter como base o amor, quando isso se dá então literalmente estamos seguindo Jesus Cristo e que Deus nos espera de braços abertos, no fim da caminhada, quando o crepúsculo da vida chegar.