Seja Bem Vindo!


Sua visita me deixou muito feliz...

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Amor & Emoção x Razão


sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Férias...momento de recarga da energia

As férias são momentos de recarga da energia gasta durante um ano de trabalho. Elas devem ser programadas de acordo com a necessidade do espírito de:
Encontrar-se consigo mesmo;
Voltar a serenidade e paz de espírito perdidos durante as vicissitudes do trabalho e da vida;
Relaxamento e descontração;
Divertimento;
Contemplação da natureza e do que é belo;
Encontrar-se com Deus e com a natureza;
Descansar;
Praticar atividade física;
Viajar e conhecer lugares novos e mares diferentes;
Estar em contaco com o mar;
Obter aspecto bronzeado, saudável;
Ouvir o som do silêncio.
O regresso das férias ao trabalho ás vezes desencadeia um misto de ansiedade ou apreensão, por retornar a um clima pesado e desgastante que, por vezes, se vive no ambiente de trabalho, ou se encontraremos mudanças desagradáveis ou desfavoráveis para nós e de melancolia por termos que deixar o "paraíso" e tristeza por saber que o equilíbrio , a serenidade e a sensação de bem estar alcançados provavelmente desaparecerá passado alguns dias no trabalho. Outras vezes são tão exaustivas que há a sensação de ser preciso outras férias para descansar das mesmas. Atualmente até já se fala de "síndrome do pós férias"(É a angústia do regresso a que a ciência já apelidou de síndrome pós-férias:Insónias, distúrbios alimentares, apatia, irritabilidade, nervosismo, agressividade, cansaço e fadiga extrema, que levam a muitos dizerem "o pior das férias é mesmo o regresso ao trabalho".

Estar diante do Mar é como se estivesse diante de Deus!

O Mar é um ente da natureza poderoso que apresenta um equilíbrio dinâmico, olha-se à distância, na linha do horizonte, ele parece um lago sereno, porém na proximidade vemos as suas águas sempre em movimento. Isso prova que o estar sereno não significa estar estático ou estagnado.
O Mar é uma fonte para o recarregar de baterias, quando a energia estiver baixa, basta contemplar o mar para novamente a energia ficar renovada.
O Mar pode ser o "muro das lamentações", uma forma de aliviar os problemas, as mágoas e as tristezas que sufoca o nosso coração é deixar rolar as lágrimas diante do mar. Quando choramos diante do mar a sensação é de que as lágrimas juntam-se as águas do mar levando tudo o que nos martiriza ou aflige, logo em seguida sentimos um alívio e a serenidade e a sensação de paz interior se apodera de nós.
O Mar é um fiel amigo ouvinte e confidente, sempre que algo nos sufoca: Culpas, mágoas, decepções, erros, frustrações se sentarmos de frente para o mar e de costas para o mundo e desabafarmos o que nos atormenta o espírito, teremos a sensação de que somos ouvidos, mesmo que não pronunciamos nenhum palavra.
O Mar é libertação, quando nos sentimos aprisionados dentro de nós mesmos, ou dentro de emaranhados de preocupações, se entramos no mar e somos envolvido por uma onda e nos deixamos ser levados por ela, temos a sensação de liberdade! Imagino que os surfistas tenham essa sensação, entre outras.
A interação com o Mar gera uma sintonia capaz de obter as respostas às diversas perguntas e questionamentos que nos inquietam no momento, originando ensinamentos como se estivesse na presença de um mestre espiritual, os últimos ensinamentos recebidos, na busca do equilíbrio dinâmico e da serenidade do espírito, foram 3:
1- Esvaziar a mente
2- Viver o momento no momento, de acordo como ele se apresenta
3- Agir ao invés de reagir, "segurando os cavalos" quando o espírito estiver galopando acelerado "picado" pela ansiedade consequente ao ritmo frenético dos nossos pensamentos na estrada da vida.
Disso tudo resulta uma descoberta maravilhosa: Estar diante do Mar é como se estivesse diante do próprio Deus!

Abençoado Amor!

Amor...

Uma vez mais pensando no amor! Todos os dias encontramos situações que nos fazem pensar o quanto o amor é abençoado:

... Deixa um rastro de luz no nosso horizonte, mesmo que esteja carregado de nuvens pretas causadas pelas preocupações do dia-a-dia, pelas mágoas, frustrações, decepções, dissabores e amarguras que somos confrontados durante a vida;


... Revela beleza aonde não conseguimos ver quando nos olhamos no espelho sem o seu toque mágico;
... Cria um energia maravilhosa dentro de nós que nos faz sentir "Zen";
... Estimula a nossa criatividade de forma surpreendente;
... Nos empresta uma força e coragem que nos faz enfrentar qualquer obstáculo que surja no nosso caminho;
... Aquece o nosso coração;
... ilumina o nosso olhar;
... Torna a nossa pele macia, suave;
... Aprimora a nossa sensibilidade;
... Desenvolve a nossa intuição ou sexto sentido;
... Faz com que nossos gestos sejam delicados;
... Mostra o caminho do bem;
... Dá sentido à vida, sendo o responsável pelo seu surgimento;
... Dá vida à própria vida;
... Dá asas à imaginação;
... Espalha magia;
... Motiva a que procuremos ser cada vez melhores em tudo que fazemos;
... Promove a caridade e a solidariedade;
... Cria harmonia e justiça;
... impele ao sacrifício em pró do ser amado;
... Aproxima-nos de Deus e...
... Promove a Paz!!!

Tome um sorriso
E doe-o a quem nunca o recebeu.
Tome um raio de sol
E faça com que atinja
Lá onde reina a noite.
Descubra uma fonte
Para banhar
Quem vive no barro.
Derrame uma lágrima
Para colocá-la no rosto
De quem nunca chorou.
Tome sua coragem
E coloque-a no espírito
De quem não sabe lutar.
Descubra a vida
E narre-a a quem
Não consegue entendê-la.
Pegue a esperança
E viva na sua luz.
Retome a bondade
E doe-a a quem
Não sabe doar.
Descubra o amor
E faça o mundo conhecê-lo.
(Gandhi)

Fantasia é a realidade visível para nós, invisível para os outros.

Viver uma fantasia traz as mesmas sensações que traria se fosse realidade. Mas o que é uma fantasia, se não a realidade vivida ou tornada possível dentro de nós?
A fantasia é a realidade visível somente aos nossos olhos, mas invisível aos olhos dos outros. A dificuldade reside em saber distinguir quando uma fantasia é saudável ou não. O paradoxo é que cada um fará essa distinção, através do seu senso crítico, desde que, este não esteja afetado por uma doença, de fórum psiquiátrico, em que ocorrem delírios ou alucinações consequentes a perda do senso crítico, num estado avançado da doença.


Há uma complexidade em definir se as sensações que sentimos são frutos da nossa imaginação ou de uma realidade circundante invisível aos nossos olhos.


No filme "Going the distance" há uma cena em que é sugerido sexo por telefone para vencer a distância, mas que não foi conseguido o objectivo, porque a fantasia que ambos estavam utilizando era dissonante nos detalhes, não permitindo o "entrar no clima", de forma a despertar, no corpo, as reaçoes como se ambos estivessem se tocando, nem mesmo quando cada um estimulou o seu próprio corpo imaginando que seria o outro a fazê-lo seguindo a fantasia.


Conseguir ter sensações que desencadeiam reaçoes no nosso corpo, sem que este tenha recebido contacto físico, sem estarmos na presença de alguém ou sem nos auto estimularmos, é no mínimo fascinante, surpreendente e ao mesmo tempo inquietante, principalmente quando surgem de um momento para o outro, sem que tenhamos formulado, criado, imaginado alguma fantasia a respeito e nós simplesmente bloqueamos a razão e nos abandonamos nesse mar de sensações, é uma experiência maravilhosamente incrível, fantástica, indescritível.


A razão mostra que não aconteceu na realidade, mas a emoção pergunta: Que importa se não passou de uma fantasia aos olhos dos outros? O importantante são as emoções sentidas que deixam como consequência um bem-estar físico, mental e espiritual bastante perceptível e visível na realidade.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Caldeirão de sensações...um vulcão de emoções!

A vida nos proporciona momentos de rara beleza, repleto de magia e energia positiva, quando estamos distantes de quem amamos e de repente sentimos a sua presença , amor paixão, amizade, carinho, ternura, prazer, tudo isso se mistura num caldeirão de sensações.
Surge um vulcão de emoções: vibrações frenéticas, clímax, êxtase, uma "doce agonia", um descontrole harmonioso e equilibrado.

Somos envolvidos por um manto de energia maravilhosa que aquece o nosso coração, nos sentimos inflar como um balão de ar quente, a sensação de flutuarmos ao invés de andarmos.



Contudo ficamos atônitos e perplexos ao percebermos, quando olhamos a nossa volta, que na realidade o ser amado não está ali e nos perguntamos: "Sera que tudo não passou de uma ilusão? mas como é possível se as sensações foram tão reais?


Essa é uma pergunta para qual dificilmente encontraríamos uma resposta, a não ser que investigássemos se naquele preciso momento o ser amado não teria pensado em nós, o que também não seria fácil de realizar, precisaria que falássemos com ele, quando as sensações estivessem ocorrendo, mas isso com certeza poria fim ao momento, quebraria o encanto.


Neste ponto surge uma pergunta: Para quê "checar"? O que deu origem pode ter sido ilusão, porém o que o corpo sentiu e expressou foi bem real.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Calma...Paciência, incompatível com a pressa!

Calma… paciência… Duas qualidades ou virtudes incompatíveis com a pressa, cada vez mais se torna difícil as desenvolvermos no dia-a-dia, vivemos correndo de um lado para o outro, sempre apressados, até mesmo quando oramos ou fazemos um pedido a Deus, como retrata a mensagem que recebi no correio eletrônico, enviada do site do padre Marcelo Rossi:
Em alguns momentos temos a impressão de que Deus está muito distante, como se estivesse indiferente ás nossas necessidades, sem pressa alguma em nos atender.
Surge, a partir daí, uma tensão entre a nossa pressa e a aparente demora de Deus.
O resultado é a sensação de abandono, de agonia e de impotência total.
A vida desenvolve uma contínua construção, sempre inacabada, que exige repensar valores, vivenciar novos sentimentos, aprender novas lições, conquistar novos espaços e vislumbrar novos horizontes. Deixemos que cada dia dê conta de si mesmo e que despeje suas águas turvas, cheias de mazelas e tensões, sempre ao pôr do sol.
Tenhamos sempre em mente que Deus está no controle de tudo inclusive do tempo.
Porque, então apressar o rio?
Siga o conselho de Jesus, o Mestre da vida:
"Não andeis ansiosos pelo amanhã; basta cada dia o seu cuidado."
Deus não tem pressa! Nós é que não sabemos viver.
Tudo tem seu tempo.
O nosso tempo não é igual ao tempo de Deus!
Devemos repensar e redescobrir a forma de cultivar ou desenvolver a calma e a paciência, abrandarmos o nosso ritmo, reduzir a nossa ansiedade e sabermos esperar pelo tempo ou momento certo de acontecer.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Descoberta desconcertante:Por vezes somos autômatos!

Cada dia fazemos descobertas desconcertantes que por vezes nos colocam em "xeque", uma delas foi no momento em que estava fazendo um comentário sobre as palavras deixadas por uma amiga no post sobre o perdão, quando notei o quanto as ações diárias e as palavras fluem mecânicamente, por exemplo, ao concordar que só mesmo a força do criador, todo poderoso e perfeito, poderá perdoar, para nós mortais isso já se torna muito difícil, apesar de dizermos, os católicos, que o fazemos, quando proferimos a oração do Pai Nosso"...perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido...". Até mesmo o Sinal da Cruz é um gesto mecânico, muitas vezes nem as palavras pronunciamos, apenas traçamos a cruz de forma autômata, como se fôssemos um robot ou um papagaio.
Outras cenas foram surgindo: do tipo de ir ao volante de um carro e depois de muito tempo nos apercebermos que passamos em determinado cruzamento sem nos lembrar que passamos, ou saímos do estacionamento sem lembrar se olhamos pelo retrovisor; Estarmos falando com alguém e depois simplesmente não lembrar de nenhuma palavra que foi dita, como se a conversa não tivesse existido.


A sensação é de "ligarmos o piloto automático" e seguirmos sem realmente tomarmos consciência dos nossos atos ou ações. Por isso que muitas vezes passamos várias vezes num mesmo sitio e com espanto nos apercebemos de detalhes que sempre estiveram lá. mas que nós nunca vimos.


Contudo, existem situações em que parece que estamos "desligados" da realidade, mas passado algum tempo surgem detalhes que no momento não tomamos consciência da sua existência, que nos deixam perplexos porque foram registrados e surgem espontaneamente sem nenhum esforço de memória.